Categoria: MUNDO

  • Quatro homens são presos em Londres por suspeita de espionagem para o Irã

    Quatro homens são presos em Londres por suspeita de espionagem para o Irã

    Prisão dos suspeitos aconteceu nesta sexta-feira, dia 6 de março; os acusados são quatro homens de 40, 55, 52 e 22 anos, detidos nas áreas de Barnet, Watford e Harrow

    Quatro pessoas forem presas no Reino Unido no desdobramento de uma operação de Segurança Nacional, informa a Polícia Metropolitana de Londres em um comunicado ao ‘Notícias ao Minuto’.

    A força policial destaca que os quatro homens foram presos na manhã desta sexta-feira, dia 6 de março, por suspeitas de auxiliarem um serviço de inteligência estrangeiro, em violação ao artigo 3.º da Lei de Segurança Nacional de 2023. “O país a que se refere a investigação é o Irã”, diz o comunicado.

    A investigação diz respeito à suspeita de vigilância de locais e indivíduos ligados à comunidade judaica na área de Londres e os suspeitos são quatro homens de 40, 55, 52 e 22 anos, detidos nas áreas de Barnet, Watford e Harrow. Um dos suspeitos tem nacionalidade iraniana enquanto os outros têm dupla nacionalidade iraniana e britânica.

    Outros seis homens de 29, 39, 42, 49 e dois de 20 anos também foram detidos por se suspeitar serem cúmplices dos quatro primeiros.

    “As prisões de hoje fazem parte de uma investigação de longa data e do nosso trabalho contínuo para impedir atividades maliciosas”, afirma Helen Flanagan, chefe da Polícia Antiterrorista de Londres, fazendo depois um apelo: “Compreendemos que o público possa estar preocupado, em particular a comunidade judaica, e, como sempre, peço que permaneçam vigilantes e, se virem ou ouvirem algo que os preocupe, entrem em contato conosco”.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irã, tendo matado durante a ofensiva o ‘ayatollah’ Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.

     

     

    Quatro homens são presos em Londres por suspeita de espionagem para o Irã

  • Trump quer estar envolvido na escolha do novo líder do Irã

    Trump quer estar envolvido na escolha do novo líder do Irã

    Donal Trump revelou querer estar envolvido na escolha do próximo líder do Irã, tal como fez na Venezuela. Rejeitou também a ideia do filho de Ali Khamenei, morto no fim de semana, ser o principal sucessor para o lugar do pai

    O presidente dos Estados Unidos revelou, esta quinta-feira (5), em uma conversa telefônica com o jornal Axios, que precisa de estar pessoalmente envolvido na escolha do próximo líder do Irã.

    “Estão perdendo tempo. O filho de Khamenei é um peso pluma. Preciso de estar envolvido na nomeação, assim como fiz com Delcy (Rodriguez) na Venezuela”, referiu na conversa que teria durado oito minutos. Vale lembrar que Mojtaba Khamenei emergiu como o principal candidato a suceder ao pai como líder supremo do Irã, após anos dedicados a forjar laços estreitos com a elite da Guarda Revolucionária e a construir influência no clero.

    “O filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã”, disse Trump.

    Já à agência Reuters, repetiu a ideia, acrescentando: “queremos participar no processo de escolha da pessoa que vai liderar o Irã no futuro. Não precisamos estar repetindo isto a cada cinco anos… Alguém que seja ótimo para o povo, ótimo para o país”, disse, assumindo que ainda é muito cedo no processo.

    Ali Khamenei, líder supremo do Irã, governava o país desde 1989 quando foi morto em um bombardeamento, sábado, no início da ofensiva israelo-americana. O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a liderança do país e ainda não foi anunciado um sucessor.

    O Irã encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.

    Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.

    Trump quer estar envolvido na escolha do novo líder do Irã

  • Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

    Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

    “Queremos acabar com o Irã primeiro, mas Cuba é uma questão de tempo”, afirmou.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que uma operação contra Cuba é “uma questão de tempo”.

    “Queremos acabar com o Irã primeiro, mas Cuba é uma questão de tempo”, afirmou.

    A fala foi dita pelo republicano durante discurso para receber o time de futebol Inter Miami, campeão da Major League Soccer.

    Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

  • Trump apoia guerra civil no Irã, que ataca separatistas

    Trump apoia guerra civil no Irã, que ataca separatistas

    Temendo separatismo incentivado por Washington a grupos étnicos comuns com seus vizinhos, o Irã lançou um ataque a curdos no Iraque. Ao mesmo tempo, foi acusado por Baku por um ataque com drones, que negou sem convencer o belicoso governo de Ilam Aliyev.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Com o fracasso em incitar uma grande revolta popular após a morte do líder supremo Ali Khamenei no ataque, o governo de Donald Trump estuda uma arriscada aposta numa guerra civil para derrubar a teocracia. E ganhou no improvável Azerbaijão um aliado na pressão sobre Teerã.

    Temendo separatismo incentivado por Washington a grupos étnicos comuns com seus vizinhos, o Irã lançou um ataque a curdos no Iraque. Ao mesmo tempo, foi acusado por Baku por um ataque com drones, que negou sem convencer o belicoso governo de Ilam Aliyev.

    “Eu acho que é maravilhoso que eles queiram fazer isso, eu apoiaria completamente”, disse Trump à agência Reuters sobre uma revolta curda. O próprio presidente ligou nesta semana a dois líderes de milícias curdas iranianas baseadas no vizinho, segundo múltiplos relatos ratificando informação do site Axios. Ele não confirmou ter oferecido cobertura aérea à ação.

    Dado o cipoal étnico-confessional da região, é mais um barril de pólvora que o fogo do conflito pode incendiar. “Grupos separatistas não devem pensar que surgiu uma brisa, e eles devem tentar agir”, disse o poderoso secretário do Conselho Supremio de Segurança Nacional, Ali Larijani, a figura mais forte hoje da política iraniana.

    A ação mais dura foi justamente contra o Curdistão iraquiano, onde Teerã disse ter atingido sete bases de milícias que atuam de forma semiautônoma e estão em contato com os americanos. “Atacamos as sedes de grupos curdos opositores à revolução [islâmica do Irã] com três mísseis”, disse a agência estatal Irna.

    O Iraque já havia sido objeto da retaliação iraniana pela guerra, com drones e mísseis lançados contra bases americanas na região. Em Irbil, no norte do país, as ações foram feitas por grupos rebeldes pró-Irã bancados por Teerã.

    O ataque ocorre após a revelação de que há um plano da CIA, a agência de espionagem americana com longa história na região, para fornecer armas aos curdos iraquianos para que eles atravessem a fronteira e fomentem um movimento separatista no Irã.

    Um porta-voz do Partido da Liberdade do Curdistão, um desses grupos iraquianos, disse na quarta (4) que suas forças foram procuradas pelos americanos e que estão de prontidão na área fronteiriça.

    As províncias da fronteira oeste da teocracia têm maioria curda, etnia que compõe cerca de 10% dos 93 milhões de iranianos -o maior grupo é o persa, com aproximadamente 50% da população. Sob o regime islâmico instalado em 1979, os curdos sofreram grande repressão em sua busca por autonomia.

    Houve inúmeros conflitos ao longo dos anos, mas em 2022 eles foram evidenciados ao mundo quando uma jovem curda iraniana, Mahsa Amini, morreu na cadeia após ser presa por usar um véu islâmico de forma que não agradou a uma patrulha da polícia religiosa.

    O caso disparou enormes protestos no país, só suplantados pela onda de manifestações do começo deste ano, duramente reprimida e que serviu de desculpa inicial para Trump avançar o plano de atacar o Irã.

    O presidente do Curdistão iraquiano, Nechirvan Barzani, buscou baixar as tensões. A região, disse ele, “não deve ser parte de nenhum conflito”.

    O problema é que os grupos armados pela CIA, segundo os relatos disponíveis, são dissidentes do governo local. É uma confusão enorme, pois os americanos são aliados de Bagdá, que não quer ver a guerra entrar em seu território.

    Mas o movimento mais surpreendente do dia ocorreu no Azerbaijão, primeiro país sem presença de militares americanos ou ocidentais atingido pela guerra. Ao menos quatro pessoas ficaram feridas quando dois drones atingiram o aeroporto de Nakhchivan.
    As Forças Armadas em Teerã negaram a autoria do ataque. A chancelaria disse que estava investigando o caso e sugeriu que o ataque foi feito por Israel para “danificar os laços entre Baku e Teerã”.

    O Azerbaijão não parece ter acreditado, tendo depois fechado seu espaço aéreo junto ao Irã por ao menos 12 horas. Após a chancelaria condenar o ataque como terrorista e chamar o embaixador iraniano para se explicar, o presidente Aliyev ordenou “medidas de retaliação apropriadas” das Forças Armadas.

    “Esta é uma mancha que não sairá”, afirmou o líder, lembrando a assistência consular dada pelo país a iranianos no Líbano. A região atingida é um encrave azeri entre o Irã e a Armênia, e o terminal alvejado fica a cerca de 10 km da fronteira iraniana.

    No Irã, cerca de 25% da população é azeri étnica, mas o grupo é bastante integrado à vida social e política do país. Ali Khamenei, morto no ataque de sábado, era um deles, por exemplo. Os azeris são aderentes do xiismo, ramo minoritário do Irã centrado em Teerã -curdos são na sua maioria sunitas.

    Duas das 31 províncias iranianas se chamam Azerbaijão, e a etnia é prevalente também em outras duas.

    Isso dito, Teerã sempre desconfiou das intenções de Baku, onde defensores do chamado Grande Azerbaijão ficaram especialmente salientes após a vitória do país sobre a vizinha Armênia acerca do controle do encrave de Nagorno-Karabakh, em 2023.

    O governo azeri também é associado à Turquia, rival regional do Irã, e a Israel, que forneceu tecnologia militar vital. Além disso, Trump foi fiador de um acordo de paz entre Baku e Ierevan no ano passado, e está bancando a criação de um corredor econômico ligando Nakhchivan ao território principal do Azerbaijão.

    Nesse sentido, o ataque mais limitado e depois negado ao aeroporto pode servir como um tiro de advertência acerca de intenções secessionistas. Por outro lado, se foi uma ação de terceiros ou mesmo de azeris, a teoria iraniana de uma conspiração para abertura de nova frente ganha corpo.

    Por fim, há relatos de que grupos da etnia balochi, que representa apenas 2% dos iranianos, estão se organizando com a ajuda americana no Paquistão, na fronteira leste da teocracia. Aqui é incerto se haverá ressonância entre os baloches do Irã.

    Até aqui, além de Israel, a retaliação iraniana atingiu outros sete países no Oriente Médio. Houve também ataques pontuais contra uma base britânica em Chipre, e um míssil foi interceptado pela Otan rumo à Turquia na quarta.

    Trump apoia guerra civil no Irã, que ataca separatistas

  • Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A emissora estatal iraniana afirmou nesta quinta-feira (5) que drones disparados pela Guarda Revolucionária do Irã atingiram o porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, que participa da guerra operando no mar da Arábia, perto de Omã.

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    As Forças Armadas americanas não se pronunciaram sobre essa nova afirmação.

    Durante os combates com os rebeldes pró-Irã do Iêmen, porta-aviões americanos tiveram de ser defendidos por suas escoltas e caças diversas vezes contra drones e mísseis, mas nunca houve um impacto.

    Além do Lincoln, a guerra é apoiada pelo grupo do porta-aviões USS Gerald R. Ford, que está na costa mediterrânea de Israel.
    Ainda nesta quinta, o estreito de Hormuz, o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã foram classificados como “zona de guerra” pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores de todo o mundo. Essa designação concede direitos ampliados aos marinheiros, incluindo o de solicitar repatriação às custas das operadoras.

    Cerca de 20 mil marinheiros e 15 mil passageiros estão retidos no Golfo devido à guerra no Oriente Médio e à paralisação do estreito de Hormuz, afirmou à AFP o secretário-geral da OMI (Organização Marítima Internacional), o panamenho Arsenio Domínguez.

    A Guarda Revolucionária, força responsável pelas operações externas do Irã, afirmou na quarta-feira (4) ter o controle total de Hormuz, um corredor marítimo estratégico por onde passa um quinto do petróleo bruto mundial.

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

  • Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

    Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

    Até o Dalai Lama está envolvido em muitas coisas polêmicas!

    A internet está cheia de teorias conspiratórias. Enquanto algumas podem soar como um completo absurdo, outras realmente se mostraram verdadeiras com o passar do tempo.

    Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

  • Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

    Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

    Após os últimos ataques contra o Hezbollah, que deixaram 102 mortos, de acordo com o Ministério de Saúde libanês, as forças israelenses vêm ampliando bombardeios na região sul da cidade, que está se tornando um novo palco do conflito no Oriente Médio.

    SIDNEY FONTINELE
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Milhares de pessoas estão tentando fugir de Beirute depois que o Exército de Israel emitiu ordens de retirada para a população da capital do Líbano nesta quinta-feira (5).

    Após os últimos ataques contra o Hezbollah, que deixaram 102 mortos, de acordo com o Ministério de Saúde libanês, as forças israelenses vêm ampliando bombardeios na região sul da cidade, que está se tornando um novo palco do conflito no Oriente Médio.

    Logo em seguida à emissão da ordem de retirada nas redes sociais, as ruas de Beirute ficaram congestionadas com carros buzinando enquanto moradores em pânico tentavam fugir da área conhecida como Dahiya, um aglomerado densamente povoado de bairros onde o Hezbollah há muito tempo exerce influência.

    A milícia disparou foguetes contra o norte de Israel no início desta semana, desencadeando a mais recente rodada de combates.

    “Acabei de ver a mensagem, mas não tenho para onde ir”, disse ao jornal The New York Times Amir Hattoum, um dos milhares que tentavam partir. Ele havia atravessado ruas secundárias em sua moto.

    Israel vem atacando partes de Dahiya desde segunda-feira (2), mas um ministro israelense de alto escalão, em um vídeo divulgado na quinta-feira nas redes sociais, ameaçou destruir totalmente a área.
    “Dahiya vai ficar igual a Khan Younis”, disse o ministro das  Finanças de Israel, o extremista Bezalel Smotrich, referindo-se à cidade em Gaza que foi devastada durante a campanha de bombardeio israelense. “Vocês queriam nos dar o inferno, mas trouxeram o inferno sobre vocês mesmos.”

    O exército israelense disse que as pessoas deveriam se dirigir ao norte ou leste da cidade, mas não deveriam ir para o sul, pois isso poderia “colocar suas vidas em perigo”. Nos últimos dias, o exército israelense emitiu amplos alertas de retirada de civis em todo o sul do Líbano, levantando preocupações de que possa estar prestes a lançar uma invasão terrestre.

    Muitas das centenas de milhares de pessoas que vivem em Dahiya já haviam deixado suas casas nos últimos dias, após Israel começar a realizar ataques aéreos na região.

    Muitos moradores se refugiaram nos prédios do governo e escolas que as autoridades converteram em abrigos improvisados, mas, com espaço limitado, alguns foram forçados a dormir em seus carros ou na rua.

    “Não há mais lugar seguro no Líbano”, disse Fatima Ibrahim ao The New York Times, que estava preparando o almoço em um dos abrigos quando a ordem de evacuação foi emitida. Ela disse que largou tudo e fugiu, juntando-se às multidões que lotavam as ruas enquanto as pessoas corriam em todas as direções. A Sra. Ibrahim planejava tentar chegar ao litoral da cidade, disse ela, esperando que pudessem estar mais seguros lá.

    Alertas de evacuação tão abrangentes como estes não foram emitidos durante a guerra mais recente entre Israel e Hezbollah, que terminou com um frágil cessar-fogo em novembro de 2024. A medida deixou muitos temendo o que pode vir a seguir.

    “Estamos com medo”, desabafou Ibrahim. “Para onde devemos ir?”

    Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

  • Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

    Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

    O ataque, contudo, estava previsto para ocorrer em meados deste ano, e foi adiantado devido à evolução da crise entre EUA e Irã.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ministro Israel Katz (Defesa) disse que a decisão do Estado judeu de atacar e matar o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi tomada em novembro do ano passado. “Em novembro, nós nos reunimos com o primeiro-ministro [Binyamin Netanyahu] e ele estabeleceu a meta de eliminar Khamenei”, afirmou ao canal de TV israelense N12.

    O ataque, contudo, estava previsto para ocorrer em meados deste ano, e foi adiantado devido à evolução da crise entre EUA e Irã.

    Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

  • Trump demite Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem

    Trump demite Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem

    Kristi Noem será substituída por Markwayne Mullin e passará a ser enviada especial para o Escudo das Américas. O anúncio foi feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira a substituição da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, por Markwayne Mullin, senador pelo estado de Oklahoma.

    A secretária, que atuava como “enviada especial” para a América Latina, será substituída em 31 de março pelo senador republicano Markwayne Mullin, informou o presidente americano na rede social Truth Social.

    Noem passará a exercer o cargo de “Enviada Especial para o Escudo das Américas, nossa nova Iniciativa de Segurança no Hemisfério Ocidental”.

    Trump agradeceu a Noem pelos seus serviços, destacando os “inúmeros e espetaculares resultados (especialmente na fronteira!)” obtidos durante o período em que esteve no cargo.

    “Markwayne trabalhará incansavelmente para manter nossas fronteiras seguras, impedir a entrada ilegal de imigrantes, assassinos e outros criminosos no nosso país, acabar com o flagelo das drogas ilegais e tornar a América novamente segura”, garantiu Trump.

    Trump demite Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem

  • Principal refinaria do Bahrein pega fogo após ataque do Irã

    Principal refinaria do Bahrein pega fogo após ataque do Irã

    Operada pela estatal Bapco, a unidade foi alvejada durante uma barragem a vários pontos do pequeno reino, que tem um histórico turbulento de relações com Teerã.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um ataque com mísseis balísticos de curto alcance do Irã atingiu nesta quinta (5) a principal refinaria do Bahrein, em Maameer.

    Operada pela estatal Bapco, a unidade foi alvejada durante uma barragem a vários pontos do pequeno reino, que tem um histórico turbulento de relações com Teerã.

    Em 2011, em meio à chamada Primavera Árabe, a população de maioria xiita rebelou-se contra a família real, que é do ramo muçulmano sunita.

    O governo culpou os iranianos pela agitação, dado que Teerã é o centro político do xiismo no mundo, e pediu assistência militar aos aliados da Arábia Saudita para reprimir duramente os protestos.

    Principal refinaria do Bahrein pega fogo após ataque do Irã