Categoria: MUNDO

  • Morre youtuber David Wilcock, de 'Alienígenas do Passado', aos 53 anos

    Morre youtuber David Wilcock, de 'Alienígenas do Passado', aos 53 anos

    Policiais foram chamados na segunda-feira (20) de manhã. Na ligação, o Gabinete do Médico Legista do Condado de Boulder informou que o homem parecia estar passando por uma “crise de saúde mental”. As informações são do jornal The Independent e da revista People.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – David Wilcock, que colaborava no programa “Alienígenas do Passado”, morreu aos 53 anos no Colorado, nos EUA.

    Policiais foram chamados na segunda-feira (20) de manhã. Na ligação, o Gabinete do Médico Legista do Condado de Boulder informou que o homem parecia estar passando por uma “crise de saúde mental”. As informações são do jornal The Independent e da revista People.

    Autoridades chegaram ao local e viram o youtuber armado. O gabinete declarou que ele tirou a vida logo depois.

    A família do pesquisador disse que ele “lutava contra a depressão” e tinha “dívidas financeiras esmagadoras”. A declaração foi divulgada ontem, em um comunicado à impresa do Gabinete do Xerife do Condado de Boulder.

    O youtuber era uma personalidade da mídia paranormal. Ele acreditava que o governo dos EUA tinha informações secretas sobre OVNIs e vida extraterrestre.

    David Wilcock colaborou no programa “Alienígenas do Passado” entre 2016 e 2019. A série investiga a existência de alienígenas, teorias da conspiração e outros eventos sobrenaturais. Ele tinha mais de 520 mil inscritos em seu canal no YouTube, onde também tratava sobre esses temas.

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    Caso você tenha pensamentos suicidas, procure ajuda especializada como o CVV (www.cvv.org.br) e os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por email, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

    Morre youtuber David Wilcock, de 'Alienígenas do Passado', aos 53 anos

  • Conselheiro de Trump chama brasileiras de 'raça maldita'

    Conselheiro de Trump chama brasileiras de 'raça maldita'

    Zampolli disse que brasileiras seriam “programadas” para criar problemas e citou a ex-companheria como exemplo. “As mulheres brasileiras causam confusão com todo mundo, certo? Não é que essa foi a primeira”, afirmou o italo-americano.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Paolo Zampolli, enviado especial para assuntos globais no governo Donald Trump, atacou mulheres brasileiras em entrevista à emissora italiana RAI. Ele foi casado por duas décadas com a brasileira Amanda Ungaro, que o acusa de abuso sexual e violência doméstica.

    Zampolli disse que brasileiras seriam “programadas” para criar problemas e citou a ex-companheria como exemplo. “As mulheres brasileiras causam confusão com todo mundo, certo? Não é que essa foi a primeira”, afirmou o italo-americano.

    O repórter italiano então questiona se seria uma “questão genética” das brasileiras “para extorquir?”. Zampolli respondeu que não, e afirmou que as “mulheres brasileiras são programadas para causar confusão”.

    Na sequência, o conselheiro de Trump fez declarações misóginas as brasileiras ao ser questionado sobre uma amiga da ex-esposa. “Quem é a amiga dela?”, pergunta o jornalista. Na resposta Zampolli menciona uma mulher chamada “Lidia”, sem citar sobrenome, e de forma agressiva afirma ser “uma dessas putas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais”.

    Os insultos continuam de forma agressiva enquanto ele achava que não estava sendo gravado. “Aquela vaca, estávamos juntos, trepava com ela, depois ela também ficou louca”, completou Paolo Zampolli.
    Até o momento, a Casa Branca e Paolo Zampolli não fizeram qualquer comentário sobre as declarações do enviado especial para assuntos globais no governo de Donald Trump.

    Zampolli e Amanda Ungaro ficaram juntos por cerca de 20 anos e tiveram um filho, hoje com 15 anos, cuja guarda é disputada na Justiça dos EUA. Amanda diz que conheceu o empresário em 2002, em uma boate em Nova York, quando tinha 18 anos, e ele 32.

    A brasileira acusou o ex-marido de abuso sexual e de violência doméstica. Segundo ela, as agressões a levaram a pedir o divórcio.
    Segundo o jornal The New York Times, Zampolli teria acionado um alto funcionário do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega) após saber que a ex estava presa em Miami, acusada de fraude. Amanda foi deportada em outubro de 2025.

    Zampolli nega interferência no ICE e alega apenas ter buscado informações para entender o caso. O serviço de imigração também afirma que não houve influência política na deportação da brasileira.

    O empresário é conhecido ser próximo de Donald Trump e por afirmar que apresentou o então empresário à modelo eslovena Melania Knauss em 1998. Ainda de acordo o The New York Times, Zampolli e Amanda frequentaram eventos com Trump e Melania.

    Foi em uma boate que Paolo Zampolli conheceu Amanda Ungaro.

    Ela revelou que chegou aos Estados Unidos em um avião de Jeffrey Epstein. Zampolli é citado diversas vezes nos e-mails de Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA

    Após a deportação, posts atribuídos a Amanda Ungaro no X, antigo Twitter, mencionaram Melania Trump, embora a brasileira não tenha confirmado a autoria. “Eu te conheço há 20 anos”, diz uma das publicações atribuídas a ela.

    Em outro trecho, a postagem atribuída a Amanda afirma que Melania sabia da detenção e faz acusações sem apresentar provas. “Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive mandando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016. Claramente havia algo errado, mas não faço parte de nenhuma missão maligna envolvendo crianças. Então o que você fez, Melania? Você tentou me envolver, mas falhou porque eu tenho caráter”, diz o texto.

    As publicações foram apagadas e antecederam um pronunciamento em que Melania disse não ser vítima de Jeffrey Epstein, criminoso sexual condenado que teve relações sociais com Trump no passado. Epstein morreu em 2019, enquanto aguardava julgamento em uma prisão em Nova York, em um caso oficialmente tratado como suicídio.

    O aliado de Trump também tentou interferir na Copa do Mundo. Ele sugeriu à Fifa a exclusão do Irã do torneio para colocar a Itália, que não conseguiu classificação, no lugar.

    Zampolli confirmou o pedido ao presidente da Fifa, Gianni Infantino. “Seria um sonho ver a Itália em um torneio nos EUA. Há currículo suficiente para justificar a inclusão”, justificou o enviado.

    Conselheiro de Trump chama brasileiras de 'raça maldita'

  • Netanyahu anuncia que teve câncer na próstata

    Netanyahu anuncia que teve câncer na próstata

    O premiê escreveu em sua rede social ter pedido para que a divulgação de seu relatório médico anual fosse adiada em dois meses “para que não fosse publicado no auge da guerra, a fim de não permitir que o regime terrorista do Irã espalhasse mais propaganda falsa contra Israel”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, anunciou nesta sexta-feira (24) que teve um tumor na próstata, que foi retirado “há um ano e meio”. Segundo ele, “o exame revelou que se trata de um estágio muito inicial de tumor maligno, sem qualquer disseminação ou metástases”.

    O premiê escreveu em sua rede social ter pedido para que a divulgação de seu relatório médico anual fosse adiada em dois meses “para que não fosse publicado no auge da guerra, a fim de não permitir que o regime terrorista do Irã espalhasse mais propaganda falsa contra Israel”.

    Netanyahu ainda reafirmou que está saudável e “em excelente forma física”. Segundo o israelense, após “algumas sessões curtas de tratamento” o problema foi removido e “não deixou nenhum vestígio”.

    “Gostaria de agradecer aos médicos e às equipes médicas maravilhosas do Hospital Hadassah, em Jerusalém”, acrescentou. “A vocês, cidadãos de Israel, tenho apenas um pedido: cuidem da saúde de vocês. Façam exames e sigam as orientações dos médicos.”

    O premiê fez o anúncio em paralelo à extensão do acordo de cessar-fogo de Israel com o Líbano, nesta quinta. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a trégua foi prorrogada por três semanas, após a segunda reunião entre enviados dos dois países em Washington.

    Trump disse que os EUA vão trabalhar com o Líbano para ajudar o país a “se proteger do Hezbollah” e que espera reunir Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun, “em um futuro breve”.

    O encontro desta quinta mudou do Departamento de Estado para a Casa Branca e teve a presença do presidente americano, do vice-presidente, J. D. Vance, do secretário de Estado, Marco Rubio, e dos embaixadores dos EUA em Israel e Líbano, além dos embaixadores dos dois países em Washington.

    A reunião ocorreu um dia após ataques israelenses contra o vizinho matarem pelo menos cinco pessoas a despeito da trégua -a quarta-feira (22) foi o dia mais mortal no Líbano desde o início do cessar-fogo em 16 de abril. Entre os mortos na ofensiva está a jornalista libanesa Amal Khalil, segundo autoridades libanesas e o jornal Al-Akhbar, onde ela trabalhava.

    O cessar-fogo mediado pelos EUA, que estava previsto para expirar no domingo (26), resultou em uma redução significativa da violência, mas os ataques continuaram, em particular no sul do Líbano, onde tropas israelenses permanecem posicionadas em uma faixa de território libanês de 5 a 10 km ao longo de toda a fronteira.

    O Hezbollah, facção extremista apoiada pelo Irã, afirma ter “direito de resistir” à ocupação. Já o Exército israelense reiterou um aviso aos moradores do sul do Líbano para não entrarem na área.

    Netanyahu anuncia que teve câncer na próstata

  • Vida selvagem substitui humanos na paisagem radioativa de Chernobyl

    Vida selvagem substitui humanos na paisagem radioativa de Chernobyl

    Mesmo ainda perigosa para humanos, área do desastre nuclear virou refúgio de vida selvagem; espécies voltaram, algumas sofreram mutações, e cientistas veem na região um laboratório único sobre adaptação e recuperação da natureza.

    Quatro décadas após o desastre nuclear de Chernobyl, no norte da Ucrânia, a região ainda representa risco para a presença humana. Mesmo assim, o local se transformou em um cenário inesperado: um verdadeiro laboratório natural onde a vida selvagem voltou a prosperar, apesar da radiação.

    O acidente aconteceu em 26 de abril de 1986, quando o reator 4 da antiga usina nuclear soviética explodiu. A cidade de Pripyat, que tinha cerca de 49 mil moradores, foi evacuada às pressas. Nas semanas seguintes, outras 67 mil pessoas deixaram áreas contaminadas.

    A chamada Zona de Exclusão de Chernobyl, com cerca de 2.800 km², reúne 187 vilarejos e áreas rurais abandonadas. O acesso permanece restrito até hoje, especialmente para crianças. Mas, com a saída dos humanos, a natureza avançou.

    Espécies como os cavalos-de-Przewalski, originários da Mongólia e introduzidos na região em 1998, hoje circulam livremente pela área contaminada. Eles fazem parte de um ecossistema que se recuperou de forma surpreendente.

    Ursos-pardos voltaram à região após mais de um século. Também houve crescimento nas populações de linces, alces, cervos e até cães selvagens, mesmo depois do abate em massa de animais ocorrido após o desastre.

    “O fato de a Ucrânia ter hoje uma população de cavalos selvagens é quase um milagre”, afirmou o cientista ambiental Denys Vyshnevskyi à Associated Press. Segundo ele, embora muitos animais tenham morrido inicialmente, outros conseguiram se adaptar, assim como diversas espécies de aves, peixes, anfíbios e insetos.

    Estudos citados pela BBC mostram, no entanto, efeitos da radiação. Cientistas identificaram insetos com deformidades, aves albinas e pequenos mamíferos com problemas de visão, como catarata. Alguns sapos desenvolveram pele mais escura, possivelmente como mecanismo de proteção.

    Pesquisadores acreditam que, apesar desses impactos, a ausência de atividade humana tem favorecido a recuperação da fauna. Em áreas próximas ao reator destruído, foram encontrados fungos escuros ricos em melanina, capazes de sobreviver em ambientes altamente radioativos.

    Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), mutações em plantas e animais foram registradas após o acidente. Mesmo assim, espécies raras voltaram a aparecer em grande número, como castores, lobos, javalis, bisões-europeus e diversas aves.

    Com o abandono humano, partes da região passaram a lembrar paisagens naturais de séculos atrás. Para especialistas, isso reforça a capacidade de regeneração da natureza quando há menor interferência humana.

    Nos primeiros dias após o acidente, a radiação foi tão intensa que destruiu a vegetação em um raio de até sete quilômetros. A área ficou conhecida como “floresta vermelha”, devido à coloração das árvores mortas. Com o tempo, grande parte da radioatividade diminuiu significativamente.

    Hoje, o cenário é marcado por prédios abandonados tomados pela vegetação, estradas engolidas pela floresta e vestígios da era soviética misturados à natureza.

    Pesquisas também mostram que, fora da zona mais contaminada, em uma área de cerca de 150 mil km² que abrange partes da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia, não foram identificados impactos significativos na fauna e flora.

    Mesmo assim, a região voltou ao centro das atenções após a invasão russa da Ucrânia, em 2022. Houve combates próximos à usina, que chegou a ser ocupada temporariamente. A área, antes isolada, passou a ter importância estratégica militar.

    O conflito também trouxe novos riscos ambientais, como incêndios florestais causados por ataques e drones abatidos. Esses incêndios podem liberar partículas radioativas novamente na atmosfera, segundo especialistas.

    Atualmente, equipes que trabalham na região se revezam para limitar a exposição à radiação. A expectativa é que Chernobyl permaneça inabitável por muitas gerações.

    Apesar de tudo, o local se tornou um exemplo impressionante de como a natureza pode se reorganizar e sobreviver, mesmo após uma das maiores tragédias nucleares da história.

    Vida selvagem substitui humanos na paisagem radioativa de Chernobyl

  • Embaixador de Israel na ONU admite: Cessar-fogo com Líbano "não é 100%"

    Embaixador de Israel na ONU admite: Cessar-fogo com Líbano "não é 100%"

    Embaixador afirma que Hezbollah segue atacando e admite falhas no acordo; apesar das violações, EUA anunciam extensão da trégua por três semanas e veem chance de avanço nas negociações por paz duradoura.

    O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, afirmou que o cessar-fogo ampliado com o Líbano ainda está longe de ser totalmente respeitado. Em entrevista à CNN, ele declarou que o acordo “não está sendo cumprido 100%”.

    “O governo libanês não tem controle sobre o Hezbollah, e o Hezbollah continua lançando foguetes para tentar sabotar o cessar-fogo. Israel precisa reagir. Sempre que identificamos uma ameaça, agimos”, afirmou.

    Horas antes, o Hezbollah anunciou ataques com foguetes contra o norte de Israel. Em resposta, o Exército israelense informou ter atingido estruturas do grupo no sul do Líbano, operação que resultou na morte de três militantes.

    Apesar das violações, Danon avaliou que houve melhora no cenário. “A situação está significativamente melhor. Não é perfeita, mas esperamos que o Exército libanês consiga implementar e fazer cumprir esse cessar-fogo”, disse.

    Também na quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel e Líbano concordaram em estender o cessar-fogo por mais três semanas, após negociações realizadas na Casa Branca. Segundo ele, o encontro entre representantes dos dois países foi “muito produtivo” e há “grande chance” de um acordo de paz definitivo até o fim do ano.

    O cessar-fogo inicial, com duração de dez dias, entrou em vigor em 17 de abril e terminaria na segunda-feira seguinte.

    O conflito mais recente começou após o Hezbollah lançar foguetes contra o território israelense, dois dias depois de Israel e Estados Unidos realizarem ataques contra o Irã. Em resposta, Israel intensificou bombardeios no Líbano e iniciou uma ofensiva terrestre, avançando sobre cidades e vilarejos próximos à fronteira.

    Atualmente, forças israelenses mantêm uma zona tampão de até 10 quilômetros dentro do sul libanês. O governo de Israel afirma que a operação busca neutralizar ameaças como foguetes de curto alcance e mísseis antitanque direcionados ao norte do país.

    O Hezbollah, por sua vez, rejeita as negociações. Wafiq Safa, integrante do conselho político do grupo, declarou à Associated Press que não reconhecerá acordos firmados em negociações diretas.

    Mesmo assim, o diálogo representa um avanço relevante, já que Israel e Líbano não mantêm relações diplomáticas e estão oficialmente em guerra desde a criação do Estado israelense, em 1948.

    O governo libanês aposta nas conversas como caminho para um acordo definitivo. Já o Irã condiciona qualquer avanço nas negociações com os EUA ao fim dos conflitos na região. Desde o início do cessar-fogo, na semana passada, ambos os lados registraram diversas violações do acordo.
     
     

     

    Embaixador de Israel na ONU admite: Cessar-fogo com Líbano "não é 100%"

  • Miss é morta em casa a tiros pela sogra:'Ela me irritou'; veja as imagens

    Miss é morta em casa a tiros pela sogra:'Ela me irritou'; veja as imagens

    Carolina Flores, de 27 anos, foi assassinada a tiros dentro de casa na Cidade do México; vídeo mostra discussão antes dos disparos, e sogra é investigada como principal suspeita, mas caso ainda não teve prisões confirmadas.

    A morte da ex-miss mexicana Carolina Flores Gómez, de 27 anos, ganhou grande repercussão após a divulgação de imagens que mostram o momento do crime dentro do apartamento onde ela vivia, no bairro de Polanco, na Cidade do México.

    O assassinato ocorreu no dia 15 de abril, mas os detalhes vieram a público apenas no dia seguinte, quando a movimentação de peritos no local chamou a atenção de agentes de segurança. A partir daí, foi confirmado que o caso já havia sido comunicado às autoridades pelo marido da vítima, que apontou a própria mãe como principal suspeita.

    De acordo com informações da imprensa mexicana, Carolina foi morta a tiros dentro do imóvel. Imagens de câmeras de segurança, divulgadas pelo jornalista Carlos Jiménez, mostram a jovem conversando com a sogra na sala do apartamento. Em seguida, Carolina se dirige a um dos quartos e é acompanhada pela mulher.

    Momentos depois, são ouvidos pelo menos seis disparos, seguidos de um grito. Logo após, o marido aparece carregando o bebê de oito meses do casal e questiona: “O que foi isso? O que você fez, mãe?”. A suspeita responde: “Nada, ela me irritou”.

    O homem insiste: “O que há com você? É minha família”. A mulher então rebate: “Você era meu filho e ela te roubou”.

    Natural de Ensenada, Carolina Flores ganhou notoriedade em 2017 ao conquistar o título de Miss Teen Universe Baja California. Ela também havia participado de concursos locais antes de alcançar projeção estadual.

    Até o momento, a principal suspeita, identificada como Erika María, não foi presa. O caso segue sob investigação das autoridades mexicanas, que apuram as circunstâncias e a motivação do crime.
     
     

     
     
     
     
     
     

     

    Miss é morta em casa a tiros pela sogra:'Ela me irritou'; veja as imagens

  • UE aprova empréstimo de EUR 90 bilhões para Ucrânia e novo pacote de sanções à Rússia

    UE aprova empréstimo de EUR 90 bilhões para Ucrânia e novo pacote de sanções à Rússia

    Hungria havia bloqueado o auxílio, mas retirou o veto após derrota de Viktor Orbán, aliado de Putin, nas eleições; Zelenski afirma que recursos fortalecerão o Exército e permitirão cumprir obrigações sociais para os ucranianos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A União Europeia aprovou formalmente nesta quinta-feira (23) um empréstimo de € 90 bilhões (cerca de R$ 523 bilhões) à Ucrânia, bem como um novo pacote de sanções contra a Rússia, informou a Presidência do bloco.

    “A estratégia da UE para alcançar uma paz justa e duradoura na Ucrânia assenta em dois pilares: fortalecer a Ucrânia e aumentar a pressão sobre a Rússia. Hoje avançamos em ambos”, afirmou o presidente do Conselho Europeu, António Costa, em uma publicação no X.

    Os embaixadores da UE já haviam aprovado o empréstimo e o pacote de sanções na quarta-feira (22), após Hungria e Eslováquia terem retirado seus vetos.

    O avanço ocorre pouco mais de uma semana depois de Viktor Orbán, aliado da Rússia, ter perdido as eleições legislativas para seu rival conservador pró-Europa, Péter Magyar, que prometeu recompor os laços com o bloco de Bruxelas.

    Orbán havia bloqueado o auxílio após acusar a Ucrânia de protelar o reparo de um oleoduto que, segundo Kiev, foi danificado por um drone russo. O oleoduto transporta petróleo russo para a Hungria e a Eslováquia. A retomada do fluxo de petróleo nesta quarta -em paralelo à derrota de Orbán nas urnas- abriu caminho para a aprovação do empréstimo. A Eslováquia também havia condicionado a retirada de suas objeções à reabertura do oleoduto.

    O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, que viajará ao Chipre para a cúpula da UE nesta quinta, saudou a aprovação do empréstimo. “Este pacote fortalecerá nosso Exército, tornará a Ucrânia mais resiliente e nos permitirá cumprir nossas obrigações sociais para com os ucranianos”, disse ele. “É importante que a Ucrânia obtenha esse nível de segurança financeira, após mais de quatro anos de guerra em grande escala”, acrescentou.

    Apenas metade dos € 90 bilhões será liberada para a Ucrânia este ano, e o restante em 2027. A maior parte do empréstimo -cerca de € 60 bilhões- destina-se a gastos militares, além de cerca de € 17 bilhões anuais alocados para necessidades orçamentárias gerais, como saúde e educação.

    A UE reconhece que seu empréstimo de dois anos cobre apenas cerca de dois terços das necessidades de financiamento externo da Ucrânia. Para 2027, os parceiros internacionais ainda precisam se comprometer com o financiamento restante, afirmou o comissário da UE para a economia, Valdis Dombrovskis.

    Do outro lado, as sanções aprovadas nesta quinta -o vigésimo pacote desde 2022- visam o setor bancário russo e acrescentam novas restrições às exportações de petróleo, cujas receitas financiam grande parte da sua guerra contra a Ucrânia.

    Em paralelo aos anúncios, os ataques seguiram na noite desta quinta. Autoridades russas e ucranianas reportaram a morte de ao menos seis pessoas por ataques de drones em diversas localidades.

    O governo de Dnipropetrovsk, no centro da Ucrânia, relatou pelo menos três mortos e dez feridos em ataques russos contra áreas residenciais. Os serviços de emergência locais divulgaram um vídeo que mostra os bombeiros combatendo um incêndio em um prédio residencial. A cidade de Dnipro fica a mais de 100 km da linha de frente de batalha no leste e no sul da Ucrânia.

    Na região ocidental de Zhyitomyr, uma mulher morreu quando um drone russo atingiu uma instalação de transporte público, segundo o governo regional.

    Do lado russo, uma pessoa morreu em um ataque na localidade de Samara (oeste do país), anunciou o governador regional Viacheslav Fedorischev no Telegram. Outra pessoa morreu em um ataque noturno na região russa fronteiriça de Belgorod.

    As Forças Armadas dos dois países relataram pelo menos 100 drones interceptados durante esta noite.

    Também nesta quinta, o príncipe Harry, do Reino Unido, viajou a KIev -sem anúncio oficial da visita- e pediu que os EUA assumam um papel decisivo para pôr fim à invasão russa na Ucrânia. Essa é sua terceira visita ao país para apoiar veteranos feridos, como parte de seu trabalho na Fundação Invictus Games.

    Ao discursar no Fórum de Segurança de Kiev, ele disse que a Ucrânia havia dado um exemplo de “liderança” e “unidade” desde que as forças russas iniciaram a invasão, em fevereiro de 2022. “Este é um momento para a liderança americana; um momento para os EUA demonstrarem que podem honrar suas obrigações decorrentes dos tratados internacionais”, afirmou.

    Harry também se dirigiu diretamente a Vladimir Putin, presidente russo, pedindo-lhe que “evite mais sofrimento tanto para os ucranianos quanto para os russos e que escolha um caminho diferente”.

    “Presidente Putin, nenhum país se beneficia com a contínua perda de vidas que estamos testemunhando. Ainda há tempo para deter esta guerra”, afirmou.
    O príncipe também planeja visitar a Halo Trust, uma organização de remoção de minas que sua mãe, a princesa Diana, apoiava.

    UE aprova empréstimo de EUR 90 bilhões para Ucrânia e novo pacote de sanções à Rússia

  • Acionistas da Warner Bros. Discovery aprovam acordo com a Paramount

    Acionistas da Warner Bros. Discovery aprovam acordo com a Paramount

    Apesar de aprovação, negócio ainda não está fechado; aquisição ainda precisa passar por análises regulatórias

    Os acionistas da Warner Bros. Discovery aprovaram a venda da empresa para a Paramount Skydance, aproximando a proposta de fusão – que transformaria a indústria do entretenimento – de sua conclusão. A Warner Bros. afirmou que os acionistas votaram de forma esmagadora para aprovar o acordo em sua assembleia extraordinária de acionistas realizada nesta quinta-feira.

    A Warner havia concordado anteriormente em vender seus estúdios e o HBO Max para a Netflix por US$ 27,75 por ação, o que levou a Paramount a lançar uma tentativa de aquisição hostil, indo diretamente aos acionistas com suas ofertas para adquirir a empresa inteira.

    Em fevereiro, a Paramount venceu a disputa de lances para comprar a Warner com uma oferta de US$ 31 por ação, que a Netflix disse que não igualaria.

    O acordo, no entanto, ainda enfrenta obstáculos regulatórios. A combinação das empresas colocaria dois estúdios tradicionais de cinema e TV, além de múltiplas redes de televisão a cabo, sob o mesmo controle – uma perspectiva que atrai escrutínio regulatório.

    A Warner Bros. espera que o acordo seja concluído no terceiro trimestre. Fonte: Dow Jones Newswires.

    *Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

    Acionistas da Warner Bros. Discovery aprovam acordo com a Paramount

  • Trump autoriza ataques contra embarcações que lancem minas em Hormuz

    Trump autoriza ataques contra embarcações que lancem minas em Hormuz

    O presidente dos Estados Unidos declarou que ataques devem ocorrer sem hesitação, inclusive contra embarcações pequenas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente Donald Trump anunciou nesta quinta-feira (23) que ordenou a Marinha dos EUA a atirar em qualquer embarcação que esteja colocando minas no Estreito de Hormuz.

    Trump declarou que ataques devem ocorrer sem hesitação, inclusive contra embarcações pequenas. “Ordenei à Marinha dos Estados Unidos que atire e destrua qualquer embarcação”, publicou na rede social Truth Social, e advertiu: “não deve haver hesitação”.

    Ele acrescentou que navios caça-minas dos EUA estão “limpando o Estreito de Hormuz hoje”. “Ordeno que essa atividade continue, mas em escala triplicada”, anunciou Trump.

    O Pentágono estima que a desminagem do estreito de Hormuz poderia levar até seis meses, segundo a imprensa dos EUA. De acordo com informações apresentadas em sessão confidencial no Congresso, o Irã pode ter instalado 20 ou mais minas marítimas na região, algumas delas posicionadas com auxílio de tecnologia GPS.

    O Departamento de Defesa dos EUA negou as informações reveladas pelo Washington Post. Os EUA classificaram os relatos como vazamentos imprecisos de um briefing reservado e disseram que a hipótese de fechamento do estreito por seis meses é “impossível e totalmente inaceitável”.

    A Guarda Revolucionária do Irã já havia alertado, em abril, sobre a existência de uma “zona perigosa”. O regime iraniano cita que minas estão espalhadas por cerca de 1.400 quilômetros quadrados.

    Mesmo diante da possibilidade de uma eventual reabertura do estreito, empresas de transporte marítimo seguem adotando cautela. Armadores afirmam que ainda faltam garantias claras sobre as rotas seguras e sobre a remoção de possíveis minas. Alguns países não envolvidos diretamente no conflito se disseram dispostos a participar de uma missão internacional neutra para garantir a segurança da navegação em Hormuz.

    Cerca de 20% do transporte mundial de petróleo passa pelo estreito. O canal se tornou o principal foco do conflito iniciado em 28 de fevereiro, após ataques israelenses e americanos contra o Irã. O cessar-fogo entre Washington e Teerã entrou em vigor em 8 de abril.

    Trump autoriza ataques contra embarcações que lancem minas em Hormuz

  • Casal branco processa clínica por erro após bebê in vitro nascer asiática

    Casal branco processa clínica por erro após bebê in vitro nascer asiática

    Um exame de DNA comprovou que a criança, gerada pelo casal, é 100% sul-asiática. Clínica informou que vai encerrar as suas operações

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um casal da Flórida processou uma clínica de fertilização in vitro após um exame de DNA apontar que a filha que tiveram não tem qualquer vínculo genético com eles.

    Um exame de DNA comprovou que Shea, gerada por Tiffany Score e Steven Mills, é 100% sul-asiática. Segundo o canal NBC News, o casal decidiu fazer o teste genético após notar que a recém-nascida tinha traços de uma criança “não caucasiana”, embora os dois sejam brancos.

    Os advogados da família encontraram um casal que, possivelmente, gerou o embrião gestado pela mulher. A advogada Mara Hatfield disse à NBC News que o Fertility Center of Orlando mapeou 16 possíveis casais com datas de coleta de óvulos e transferência de embriões próximas às de Score e que um casal sul-asiático foi identificado como correspondência. A identidade do casal foi preservada.

    “Amaremos e seremos os pais dessa criança para sempre”, afirmou o casal. Em uma nota divulgada pelos advogados da família, eles afirmaram que o exame de DNA “encerra um capítulo doloroso” e que mostra que outros problemas deverão ser resolvidos.

    Clínica informou que vai encerrar as suas operações. O anúncio do fechamento da clínica aconteceu sem qualquer explicação sobre o motivo e em um post nas redes sociais.

    No comunicado, o centro orientou pacientes a transferirem o atendimento e materiais congelados para outra rede. “A CNY Fertility está comprometida em apoiar a continuidade do seu tratamento.”, afirmou a empresa.

    Implante do embrião aconteceu em abril de 2025 e a menina nasceu em dezembro do mesmo ano. Score disse à revista People que acreditava ter recebido um dos três embriões viáveis que o casal sul-asiático produziu e armazenou na clínica, em Longwood.

    A divulgação da história fez com que outras famílias procurassem o escritório após a divulgação do processo. Muitos acreditavam que poderiam ter relação genética com Shea, segundo a advogada da família.

    Casal branco processa clínica por erro após bebê in vitro nascer asiática