Categoria: MUNDO

  • Ataque de Israel mata 14 no Líbano no pior dia desde o cessar-fogo

    Ataque de Israel mata 14 no Líbano no pior dia desde o cessar-fogo

    Moradores foram avisados em locais próximos à fronteira; exército israelense disse que um soldado foi morto em combate. Trégua entre Israel e Líbano entrou em vigor em 17 de abril, mas ataques continuam de ambos os lados

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Ataques de Israel no sul do Líbano mataram 14 pessoas no domingo (26), no dia mais letal desde o início do cessar-fogo com o Hezbollah.

    O Ministério da Saúde do Líbano confirmou a morte de 14 pessoas e 37 feridos. Entre os mortos estão duas mulheres e duas crianças, vítimas de ataques em várias regiões do sul do país.

    Israel ordenou a saída de moradores de sete cidades libanesas. O exército israelense pediu que os civis deixassem áreas ao norte do rio Litani e afirmou ter atacado combatentes, lançadores de foguetes e um depósito de armas do Hezbollah.

    O Hezbollah atacou tropas israelenses dentro do Líbano. O grupo também atingiu a equipe de resgate enviada para o local. Israel confirmou a morte de um soldado e o ferimento de outros seis na ação.

    O primeiro-ministro de Israel acusou o Hezbollah de destruir o acordo. “As violações do Hezbollah estão, na prática, desmontando o cessar-fogo”, disse Benjamin Netanyahu. Ele afirmou que Israel age de acordo com as regras combinadas com os Estados Unidos.

    O Hezbollah prometeu manter os ataques a tropas israelenses. O grupo afirmou que não vai parar enquanto Israel continuar violando o cessar-fogo e destacou que não vai esperar por uma diplomacia que “se provou ineficaz”.

    O acordo de paz começou em 16 de abril e vai até meados de maio. Mediado pelos Estados Unidos, o cessar-fogo reduziu as hostilidades, mas os dois lados continuam trocando tiros e acusações.

    A guerra atual começou em 2 de março. O Hezbollah disparou foguetes contra Israel para vingar a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. Desde então, mais de 2.500 pessoas morreram no Líbano.

    O exército israelense atua em uma zona de segurança de 10 quilômetros. A área fica dentro do território libanês ao longo da fronteira. Do lado israelense, os ataques do Hezbollah mataram dois civis e 16 soldados desde o início do conflito.

    Ataque de Israel mata 14 no Líbano no pior dia desde o cessar-fogo

  • Recém-nascido não larga médico e momento viraliza; veja o momento!

    Recém-nascido não larga médico e momento viraliza; veja o momento!

    Um vídeo de um recém-nascido se tornou viral, com vídeo com quase 29 milhões de visualizações, e está despertando muitos comentários nas redes sociais. Veja o momento abaixo!

    Um vídeo com um recém-nascido que se recusa a largar um médico foi compartilhado nas redes socias está se tornando viral, deixando os internautas encantados.

    Islam Eldeh costuma compartilhar vídeos de recém-nascidos, mas este ganhou quase 29 milhões de visualizações e mais de 660 mil likes.

    “Um momento engraçado entre um bebê e um médico”, lê-se na legenda.

    O vídeo mostra os primeiros minutos de vida desta criança e a recusa em largar a luva que o médico estava usando, mesmo quando ele lhe faz cócegas.

    O momento gravado não é apenas um acaso, dado que os bebês nascem com este reflexo de preensão palmar, uma resposta involuntária em que a criança fecha os dedos com muita força. O reflexo começa a desenvolver-se ainda antes do nascimento mas acaba por desaparecer entre os três e os seis meses.

    Na caixa de comentários, milhares de usuários acabaram comentando, dizendo que o bebê era amoroso e que “ainda não fez o download do riso ainda”, dado que, no fim do vídeo, o bebê tenta reagir dessa forma, ainda que atrapalhadamente. “O pequenino não sabe como reagir: rir ou chorar”, lê-se.

    “Esse agarrar é mais forte do que muitas relações”, escreveu um usuário, referindo-se à forma intensa como o bebê não larga a luva.

    Uma outra pessoa verbaliza aquele que poderia ter sido, na sua opinião, o pensamento do bebê no momento: “Não [vá embora] tão rápido, doutor. Eu não pedi para estar aqui. O que está acontecendo?”

    Recém-nascido não larga médico e momento viraliza; veja o momento!

  • Homem que escreveu livro sobre como amar uma mulher é preso por bigamia

    Homem que escreveu livro sobre como amar uma mulher é preso por bigamia

    Leslie Williams foi preso nos EUA por se suspeitar que estaria casado com duas mulheres. O suspeito, que é pastor, escreveu em 2017 um livro sobre como” amar uma mulher”

    Uma publicação no Facebook, em que atualizava o seu estado civil, teria denunciado um pastor da Florida, nos Estados Unidos, que acabou preso por bigamia.

    Leslie Williams, um pastor de 62 anos, foi preso depois de ter sido emitido um mandado de busca, por causa de uma publicação feita em dezembro de 2025.

    Nessa publicação, o homem, que dirige o seu próprio ministério a partir de uma extensa comunidade para maiores de 55 anos, afirmava estar casado com uma mulher de nome Cindi.

    A atualização do seu estado civil gerou múltiplas reações, com alguns questionando. “Parabéns. Achei que já era casado”.

    Dias depois, o homem agradeceu todas as palavras simpáticas que recebeu, acrescentando ainda que sua esposa é uma mulher “abençoada, bonita e talentosa”.

    Teria sido esta publicação que chamou a atenção das autoridades locais que passaram a integrar o homem na sua lista de pessoas procuradas. Justamente por ele ser casado com mais de uma mulher.

    Apesar de detalhes sobre o seu primeiro casamento continuem por serem esclarecidos, o certo é que o homem acabou sendo interpelado pelas autoridades este mês e mantém-se detido em Sumter County, na Florida.

    O homem, acusado de infidelidade, é autor de um livro que orienta os homens a amarem profundamente as suas esposas, abordando problemas comuns no casamento e promovendo um amor “eterno”

    Publicado em 2017, o livro “fala diretamente aos corações dos homens partilhando o tipo de amor que os homens deveriam ter pelas suas esposas”, refere o NY Post.

    Homem que escreveu livro sobre como amar uma mulher é preso por bigamia

  • Suspeito de ataque a Trump em manifesto: "Assassino Federal Amigável"

    Suspeito de ataque a Trump em manifesto: "Assassino Federal Amigável"

    Cole Tomas Allen, de 31 anos, escreveu um manifesto onde afirmava querer atacar funcionários do governo de Donald Trump, descrevendo-os como “alvos”

    Cole Tomas Allen, de 31 anos, suspeito de ter aberto fogo no interior do Hotel Washington Hilton, onde se realizava o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, escreveu um manifesto onde afirmava querer atacar especificamente funcionários do governo de Donald Trump. 

    As autoridades, de acordo com a CBS News, também encontraram retórica anti-Trump e anticristã nas redes sociais do suspeito. 

    Ao que tudo indica, Cole Tomas Allen enviou o documento a familiares cerca de 10 minutos antes do ataque. Um dos familiares teria alertado as autoridades.

    No manifesto, o atirador intitulava-se de “Assassino Federal Amigável”. “Dar a outra face é para quando você mesmo é oprimido. Não sou uma pessoa violada em um campo de detenção. Não sou o pescador executado sem julgamento”, escreveu no documento, que já foi entregue às autoridades, segundo o New York Post. 

    “Não sou uma criança que foi explodida, nem uma criança que passou fome, nem uma adolescente abusada pelos muitos criminosos desta administração. Oferecer a outra face quando ‘alguém’ é oprimido não é um comportamento cristão. É cumplicidade nos crimes do opressor”, apontou. 

    No documento, Allen descreveu os seus alvos como “funcionários da administração (exceto Patel – diretor do FBI): são alvos, priorizados do nível mais alto ao mais baixo”.

    “Não estou disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor manche as minhas mãos com os seus crimes”, disse, referindo-se, supostamente, a Donald Trump.

    E continuou: “Para minimizar as baixas, também usarei chumbo grosso em vez de balas. Ainda assim, enfrentaria quase todos aqui para chegar aos alvos se fosse absolutamente necessário (partindo do princípio que a maioria das pessoas ‘escolheu’ assistir a um discurso de um pedófilo, estuprador e traidor, sendo, portanto, cúmplices), mas espero, sinceramente, que não cheguemos a esse ponto”. 

    Cole Tomas Allen escreveu ainda sobre a segurança “insana” no Washington Hilton: “A primeira coisa que reparei ao entrar no hotel foi a arrogância. Entrei com várias armas e ninguém sequer considerou a possibilidade de eu representar uma ameaça”.

    O suspeito referiu também que “a segurança do evento está toda do lado de fora, focada em manifestantes e pessoas que chegam no momento”. “Aparentemente, ninguém pensou no que acontece se alguém fizer o check-in um dia antes”, salientou. 

    Tipo, este nível de incompetência é insana. Sinceramente, espero que isto seja corrigido até que este país tenha uma liderança competente novamente. Se eu fosse um agente iraniano, em vez de um cidadão norte-americano, poderia ter trazido uma Ma Deuce (nome utilizado para a M2 Browning, uma metralhadora)  e ninguém tinha reparado. É uma loucura“, referiu.

    Ao New York Post, uma fonte oficial adiantou que os serviços secretos interrogaram a irmã de Allen, tendo descoberto que era comum o suspeito fazer comentários políticos radicais e que referia constantemente um plano para fazer “algo” para resolver os problemas do mundo. 

    Já a CBS News, que cita familiares, aponta que Allen ia recorrentemente a campos de tiro para treinar. O homem de 31 anos tinha licença de porte de duas armas, uma das quais teria sido utilizado durante o ataque no hotel.

    Os familiares do suspeito indicaram ainda que Allen fazia parte de um grupo chamado “The Wide Awakes” e que havia participado em um protesto “No Kings”, na Califórnia. 

    Afinal, quem é Cole Tomas Allen?

    Cole Tomas Allen é professor e desenvolve jogos eletrônicos. De acordo com o perfil no LinkedIn, formou-se no California Institute of Technology em 2017 – em Engenharia Mecânica – tendo, no ano passado, terminado um mestrado em Computação pela California State University-Dominguez Hills.

    “Este homem é doente”

    Esta tarde, Donald Trump voltou a falar com os jornalistas sobre o ataque, tendo descrito o suspeito como um “doente”.

    “Este homem é doente, basta ler o manifesto dele. Ele odeia cristãos, isso é certo. Acho que a irmã ou irmão estavam reclamando sobre isso. É um homem muito problemático”, disse Trump à Fox News. 

    O presidente norte-americano elogiou ainda o trabalho das forças de segurança, como dos serviços secretos: “Fizeram um bom trabalho”, destacou. Por outro lado, a equipe de Trump vem sendo duramente criticada, uma vez que a segurança do político vem constantemente sendo ‘furada’, com ele sofrendo supostos ataques.

     

    Suspeito de ataque a Trump em manifesto: "Assassino Federal Amigável"

  • "Expressão de pânico". Reação de Melania após ouvir tiros vira meme

    "Expressão de pânico". Reação de Melania após ouvir tiros vira meme

    A reação de Melania Trump ao momento em que são ouvidos tiros durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, no Hotel Washington Hilton, no sábado (25), se tornou viral nas redes sociais. A expressão da primeira-dama, segundo os internautas, mostra “choque” e “pânico”.

    A reação da primeira-dama norte-americana, Melania Trump, ao momento em que são ouvidos tiros durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, no Hotel Washington Hilton, no sábado, se tornou viral nas redes sociais.

    A imagem mostra a expressão de choque e alarme de Melania Trump depois de terem sido disparados tiros no interior do salão onde se realizava o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca. 

    Melania estava sentada junto do marido e presidente, Donald Trump, e da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. O mentalista Oz Pearlman mostrava-lhes um truque quando, de repente, o clima descontraído transformou-se em confusão e medo. 

    Veja o momento abaixo:

    A imagem rapidamente se tornou viral nas redes sociais. “A expressão de pânico de Melania Trump ao perceber que algo estava errado é assustadora”, escreveu um internauta.

    “A reação de choque da Melania diz tudo”, comentou outro usuário.

    Vale destacar que, durante uma coletiva de imprensa neste domingo, Donald Trump afirmou que, inicialmente, pensou que o barulho fosse uma bandeja caindo.

    “Ouvi um barulho e achei que fosse uma bandeja caindo”, disse. No entanto, depois acrescentou que poderia ter sido “tanto uma bandeja quanto tiros”.

    Sobre Melania Trump, o presidente norte-americano afirmou que a primeira-dama percebeu imediatamente que algo estava acontecendo, descrevendo o momento como “traumático” para ela.

    “A Melania estava muito atenta. […] Foi uma experiência bastante traumática para ela”, declarou.

    Vale lembrar que, na noite de sábado (madrugada de domingo em Portugal), um homem tentou invadir o grande salão de baile do Washington Hilton, mas foi contido em meio a uma cena caótica com disparos, enquanto o presidente dos Estados Unidos, o vice-presidente JD Vance e a primeira-dama Melania Trump eram retirados às pressas do local, e os convidados se protegiam debaixo das mesas.

    "Expressão de pânico". Reação de Melania após ouvir tiros vira meme

  • Trump defende construção de Salão de Baile: "Nunca teria acontecido"

    Trump defende construção de Salão de Baile: "Nunca teria acontecido"

    Donald Trump afirmou que, se o Salão de Baile já tivesse sido construído na Casa Branca, o ataque “nunca teria acontecido”, exigindo a sua conclusão imediata. Um homem armado, entrou no Hotel Washington Hilton, em Washington DC, onde ocorria o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo que, se o Salão de Baile já estivesse construído na Casa Branca, o ataque “nunca teria acontecido”, exigindo a conclusão imediata da obra. Vale lembrar que um homem armado entrou no Hotel Washington Hilton, em Washington, onde acontecia o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca.

    “O que aconteceu ontem à noite é exatamente a razão pela qual o nosso grande Exército, o Serviço Secreto, a polícia e, por diferentes motivos, todos os presidentes nos últimos 150 anos têm defendido a construção de um grande e seguro Salão de Baile nos terrenos da Casa Branca”, escreveu na plataforma Truth Social.

    Cabe lembrar que uma disputa judicial havia paralisado a construção do projeto de 400 milhões de dólares (cerca de 340 milhões de euros), que previa a demolição da histórica ala leste.

    Na visão de Trump, “esse ataque nunca teria acontecido no Salão de Baile”, que ainda está em construção.

    “Embora seja bonito, ele possui todos os recursos de segurança de mais alto nível. Além disso, não há andares superiores pelos quais pessoas não autorizadas possam se infiltrar, e está dentro dos portões mais seguros do mundo, a Casa Branca”, acrescentou.

    O presidente também criticou a ação judicial contra a obra, dizendo que foi movida por “uma mulher que passeava com o cachorro” e que “não tem absolutamente nenhuma legitimidade”, defendendo que o processo seja arquivado.


    A construção do Salão de Baile

    A demolição de parte da ala leste da Casa Branca começou em outubro para viabilizar a construção do novo salão.

    Na época, o presidente republicano afirmou que pretendia construir um grande salão de baile de 8.400 metros quadrados, já que o Salão Leste — o maior da Casa Branca, com capacidade para cerca de 200 pessoas — seria pequeno demais.

    Para realizar a obra, a Casa Branca sustentou que não precisava da aprovação do órgão responsável por autorizar construções e grandes reformas em prédios governamentais na região de Washington, a Comissão Nacional de Planejamento da Capital.

    No entanto, no início de abril, um juiz federal proibiu o governo de avançar com a construção sem aprovação do Congresso.

    Pouco mais de uma semana depois, um tribunal autorizou a retomada das obras do salão de baile que Trump pretende deixar como legado na Casa Branca, após as restrições impostas anteriormente.

    O que aconteceu?

    Na noite de sábado, o homem tentou invadir o grande salão de baile do Washington Hilton, mas foi contido em meio a uma cena caótica com disparos, enquanto o presidente, o vice-presidente JD Vance e a primeira-dama Melania Trump eram retirados às pressas do local, e os convidados buscavam abrigo debaixo das mesas.

    Acredita-se que o suspeito tenha adquirido as armas nos últimos dois anos, afirmou Todd Blanche, que prevê a formalização das acusações na segunda-feira.

    Um vídeo divulgado por Donald Trump mostra o suspeito correndo em direção às barreiras de segurança enquanto agentes do Serviço Secreto avançavam para detê-lo.

    Um agente foi atingido por um disparo no colete à prova de balas e estava se recuperando, segundo as autoridades.

    O atirador não ficou ferido, mas foi levado para avaliação em um hospital, de acordo com a polícia.

    O tiroteio ocorreu nas barreiras de segurança minutos após o início do evento, que chegou a ser retomado, mas acabou sendo cancelado.

    Procurador interino diz que funcionários eram alvo… e Trump também

    O procurador-geral interino, Todd Blanche, afirmou que o atirador que invadiu o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca tinha como alvo funcionários da administração de Donald Trump.

    “Parece que, de fato, ele pretendia atacar pessoas que trabalham na administração e, provavelmente, o presidente também estava entre os alvos”, disse Todd Blanche em entrevista à CBS News.

    Trump defende construção de Salão de Baile: "Nunca teria acontecido"

  • Trump diz que motivo dos disparos não está claro e que atirador é 'lobo solitário'

    Trump diz que motivo dos disparos não está claro e que atirador é 'lobo solitário'

    O republicano afirmou que o atirador foi detido e que um agente do Serviço Secreto foi ferido, mas sobreviveu. O jantar ocorria no hotel Washington Hilton, na capital americana.

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O presidente Donald Trump disse que o motivo do ataque durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca ainda não está claro e definiu o autor dos disparos como “lobo solitário”. Segundo a imprensa americana, trata-se de Cole Tomas Allen, 31, de Torrance, cidade no estado da Califórnia.

    O republicano afirmou que o atirador foi detido e que um agente do Serviço Secreto foi ferido, mas sobreviveu. O jantar ocorria no hotel Washington Hilton, na capital americana.

    “Eles [Serviço Secreto] acreditam que ele era um lobo solitário e eu acredito nisso também”, disse Trump. O presidente falou a jornalistas após o evento ser interrompido por sons de tiros na noite deste sábado (25). Trump e a primeira-dama Melania Trump foram retirados às pressas do jantar.

    O homem estava em uma área de triagem no hotel, não dentro do salão onde a festa ocorria. Uma foto do atirador detido foi publicada pelo presidente na rede Truth Social, assim como um vídeo de câmeras de segurança do hotel.

    “É sempre um choque quando isso acontece. Eu ouvi um barulho, eu achei que era uma bandeja caindo. E era bem longe, ele não chegou na área, mas era uma arma”, narrou. Trump já foi atingido de raspão por uma bala em uma tentativa de assassinato durante um comício em julho de 2024 em Butler, no estado da Pensilvânia.

    Perguntado se ele seria o alvo do atirador, o presidente disse: “Eu acho que era [o alvo]. Essas pessoas são loucas. Tinha muitas pessoas no salão, ele teria que percorrer um longo caminho”.

    “É uma profissão perigosa. Eu vivo uma vida normal considerando que é uma vida perigosa”, disse o presidente. Ele afirmou também que não acha que a tentativa de ataque esteja ligada à guerra no Irã.
    Jeffery W. Carroll, chefe da polícia de Washington, afirmou que o homem estava carregando uma escopeta, um revólver e diversas facas. Ele não teria sido ferido, mas foi levado para um hospital para passar por uma avaliação médica.

    Carroll também contou que autoridades acreditam que o suspeito estava hospedado no hotel do evento, mas que a investigação ainda está no começo.

    A gravação publicada por Trump mostra o homem correndo e disparando, tentando passar pela segurança, e sendo bloqueado por diversos agentes.

    O jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA, na sigla em inglês) é realizado todos os anos no fim de abril. Nele comparecem centenas de jornalistas e executivos de imprensa com seus convidados do mundo político e econômico, para arrecadar fundos para bolsas de estudo e prêmios.

    Trump, ao contrário de todos os seus predecessores desde a década de 1920, sempre havia faltado no evento na condição de presidente, com exceção da festa deste sábado.

    Segundo Trump, as forças de segurança solicitaram que todos saíssem do local da festa. Ele disse ter pedido para continuar no jantar, porém, teria sido orientado pelo Serviço Secreto a deixar o hotel.

    O evento com os jornalistas será reagendado dentro de 30 dias, anunciou o presidente.

    Trump diz que motivo dos disparos não está claro e que atirador é 'lobo solitário'

  • Suspeito é homem de 31 anos que vive na Califórnia; saiba

    Suspeito é homem de 31 anos que vive na Califórnia; saiba

    Cole Tomas Allen, de 31 anos, é o suspeito de ter aberto fogo, no sábado, no hotel onde ocorria o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington DC, e onde estavam, entre outras personalidades, Donald Trump, Melania Trump e JD Vance. Residente na Califórnia, é professor, teria agido sozinho e não tem antecedentes criminais.

    “O suspeito de ter aberto fogo dentro do Hotel Washington Hilton, onde acontecia o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca — evento que contava com a presença de Donald Trump, Melania Trump e JD Vance — neste sábado, já foi identificado: Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador de Torrance, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos.

    O homem teria agido sozinho e não possui antecedentes criminais, informou a CNN Internacional, que acrescenta que Allen estava hospedado no hotel.

    Segundo a emissora, Cole Tomas Allen é professor e desenvolve videogames. De acordo com seu perfil no LinkedIn, formou-se em Engenharia Mecânica pelo California Institute of Technology em 2017 e, no ano passado, concluiu um mestrado em Computação pela California State University-Dominguez Hills.

    Ainda segundo registros da Comissão Eleitoral Federal, ele doou 25 mil dólares para a campanha de Kamala Harris, adversária de Donald Trump nas eleições presidenciais de 2024.

    Na noite de sábado, Donald Trump descreveu o suspeito detido após o tiroteio em Washington como um “potencial assassino”, afirmando que ele estava armado com várias armas quando foi detido pelo Serviço Secreto, do lado de fora do jantar anual: “Esta não é a primeira vez nos últimos anos que nossa República é atacada por um potencial assassino que procurava matar”, declarou durante coletiva de imprensa.

    O republicano descreveu o atirador como “um louco” e “uma pessoa com sérios problemas”, garantindo que ele agiu sozinho e chamando-o de “lobo solitário”.

    Na Truth Social, Trump publicou um vídeo e imagens que mostram o suspeito correndo em direção a uma barreira de segurança enquanto agentes do Serviço Secreto corriam em sua direção.


    Na mesma coletiva, a prefeita de Washington, Muriel Bowser, também afirmou que o suspeito teria agido sozinho: “Não temos motivos para acreditar, neste momento, que haja outras pessoas envolvidas”.

    Por sua vez, o Serviço Secreto dos Estados Unidos informou que o atirador atingiu um agente de segurança, que usava colete à prova de balas, e que ele deve se recuperar sem sequelas.

    Suspeito vai a tribunal na segunda-feira

    Cole Tomas Allen deve comparecer ao tribunal na segunda-feira, informou a procuradora da capital norte-americana. Na coletiva realizada no sábado, Jeanine Pirro destacou que o suspeito enfrentará duas acusações: uso de arma de fogo durante um crime violento e agressão a um agente federal com arma perigosa.

    Já o chefe interino da polícia de Washington afirmou que o suspeito carregava “um rifle, uma pistola e várias facas” quando tentou passar por um controle de segurança no saguão do Hotel Washington Hilton, onde o jantar estava sendo realizado.

    O alvo e as motivações ainda são desconhecidos, mas Kash Patel, diretor do FBI, afirmou que uma investigação completa sobre o histórico do suspeito já foi iniciada.”

    Suspeito é homem de 31 anos que vive na Califórnia; saiba

  • Vídeo mostra momento em que se ouvem disparos e Trump é retirado; veja

    Vídeo mostra momento em que se ouvem disparos e Trump é retirado; veja

    O momento no qual Donald Trump foi retirado do salão onde ocorria o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, após um tiroteio no exterior, já foi revelado.

    “O momento exato em que foram ouvidos estrondos e em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado do jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, está sendo divulgado pela C-SPAN, canal que transmite sessões do governo federal e outros programas de interesse público, e amplamente compartilhado nas redes sociais.

    Nesse vídeo, que pode ser visto abaixo, é possível observar a ação das autoridades que rapidamente cercaram o chefe de Estado norte-americano e o escoltaram para fora do salão, levando-o para um local seguro. No mesmo jantar estavam presentes a primeira-dama, Melania Trump, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e outras figuras ligadas à administração Trump.

    Os serviços de segurança detiveram um homem armado, posteriormente identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos.

    Agentes do Serviço Secreto e de outras forças de segurança entraram correndo no salão onde ocorria o jantar, gritando para que as centenas de convidados se escondessem debaixo das mesas.

    O local, onde centenas de jornalistas, celebridades e líderes nacionais — incluindo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o secretário de Estado, Marco Rubio — aguardavam o discurso de Trump, foi então evacuado.

    Algumas pessoas relataram ter ouvido o que acreditavam ser entre cinco e oito disparos do lado de fora.

    Donald e Melania Trump estão “em segurança, assim como todos os que estão sob proteção”, confirmaram os Serviços Secretos dos Estados Unidos, acrescentando que uma pessoa foi detida.

    A agência também confirmou que o suspeito está sob custódia após o suposto tiroteio perto de um posto de segurança nas proximidades do jantar que contava com a presença do presidente.

    Durante o incidente, um agente de segurança que usava colete à prova de balas foi atingido por um disparo, mas o Serviço Secreto informou que ele deve se recuperar sem sequelas.”

    Vídeo mostra momento em que se ouvem disparos e Trump é retirado; veja

  • Trump é retirado de jantar de gala após homem abrir fogo

    Trump é retirado de jantar de gala após homem abrir fogo

    Um homem abriu fogo, na noite de sábado (25), no salão onde ocorria o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca. Donald Trump, Melania e JD Vance foram retirados e o suspeito, que tinha uma espingarda, uma pistola e várias facas, foi detido.

    “Donald Trump, Melania Trump e JD Vance foram retirados, na noite desta sexta-feira, do salão onde acontecia o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca após um homem abrir fogo no local.

    O presidente dos Estados Unidos, o vice-presidente, a primeira-dama e outros membros do governo foram levados pelo Serviço Secreto, sem ferimentos, depois que um homem — já detido — efetuou vários disparos.

    Agentes do Serviço Secreto e de outras forças de segurança entraram correndo no salão onde acontecia o evento, gritando para que as centenas de convidados se escondessem debaixo das mesas.

    Algumas pessoas relataram ter ouvido entre cinco e oito tiros do lado de fora.

    O salão, onde centenas de jornalistas, celebridades e líderes nacionais — incluindo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o secretário de Estado, Marco Rubio — aguardavam o discurso de Trump, foi imediatamente evacuado.

    Membros da Guarda Nacional dos EUA se posicionaram dentro do hotel enquanto as pessoas eram autorizadas a sair, mas não a retornar. A segurança também foi reforçada do lado de fora, com helicópteros sobrevoando o prédio.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o trabalho das forças de segurança, que o retiraram do jantar, e destacou que um suspeito foi detido.

    “Que noite em Washington. O Serviço Secreto e as forças de segurança fizeram um trabalho tremendo. Agiram com rapidez e coragem”, escreveu o republicano na noite de sábado, na rede social Truth Social.

    “O atirador foi detido e eu disse que ‘o espetáculo deve continuar’, mas deixamos a decisão totalmente nas mãos das forças de segurança. Elas tomarão uma decisão em breve”, acrescentou Trump.

    “A primeira-dama [Melania Trump], assim como o vice-presidente [JD Vance] e todos os membros do governo, estão perfeitamente bem”, completou.

    Donald e Melania Trump estão “em segurança, assim como todos sob proteção”, confirmou o Serviço Secreto dos EUA, acrescentando que uma pessoa foi detida.

    A agência informou que o suspeito foi colocado sob custódia após um suposto tiroteio próximo a um posto de segurança perto do jantar que contava com a presença do chefe de Estado.

    Durante o incidente, um agente de segurança que usava colete à prova de balas foi atingido por um disparo, mas o Serviço Secreto afirmou que ele deve se recuperar sem sequelas.

    Em comunicado, a agência acrescentou que está investigando o caso em conjunto com a Polícia Metropolitana de Washington.

    A polícia de Washington, que atuou em coordenação com forças federais, confirmou nas redes sociais que há um detido, que teria agido sozinho.

    “Duas armas de fogo e várias facas foram apreendidas”, informou a polícia, acrescentando que um agente ficou ferido, mas não corre risco de vida.

    O presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca afirmou que todos estão em segurança após o incidente e que o jantar anual — que reúne centenas de jornalistas, executivos de mídia, políticos e empresários — será remarcado.

    “Vamos realizar novamente”, disse Jiang Weijia. Pouco depois, funcionários começaram a desmontar as mesas e o púlpito presidencial no salão.

    “Potencial assassino”

    Segundo Trump, o suspeito detido após o tiroteio era um “potencial assassino”, que estava armado.

    “Não é a primeira vez nos últimos anos que nossa República é atacada por um potencial assassino que pretendia matar”, disse o republicano, no sábado, durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca.

    Cerca de duas horas após o incidente, Trump afirmou que o homem estava com várias armas quando foi detido pelo Serviço Secreto do lado de fora do jantar.

    O chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, disse que o suspeito provavelmente era hóspede do hotel e que o alvo ainda é desconhecido.

    O republicano descreveu o atirador, residente no estado da Califórnia, como “um louco” e “uma pessoa com sérios problemas”, afirmando que ele agiu sozinho e chamando-o de “lobo solitário”.

    Na mesma coletiva, a prefeita de Washington, Muriel Bowser, também afirmou que o suspeito teria agido sozinho.

    “Não temos motivos para acreditar, neste momento, que haja outras pessoas envolvidas”, disse. “Não parece haver qualquer risco para o público neste momento.”

    A procuradora-geral dos Estados Unidos, Jeanine Pirro, informou que o suspeito foi acusado de porte ilegal de armas e agressão.

    Donald Trump destacou que o atirador “estava muito longe” do salão onde acontecia o jantar. “Não havia a menor chance de ele entrar no salão. O local estava isolado”, acrescentou.

    Apesar de elogiar as medidas de segurança como “muito eficazes”, o presidente afirmou que o Hotel Washington Hilton não é “um prédio particularmente seguro”.

    Foi em frente a esse hotel que o ex-presidente Ronald Reagan foi baleado e ferido em 1981, durante uma tentativa de assassinato.

    Antes da coletiva, Trump publicou na Truth Social um vídeo e imagens que mostram o suspeito correndo em direção a uma barreira de segurança enquanto agentes do Serviço Secreto corriam atrás dele.

    Segundo a promotoria de Washington, o suspeito deve comparecer ao tribunal na segunda-feira.

    Em coletiva no sábado, Jeanine Pirro disse que o homem enfrentará duas acusações: uso de arma de fogo durante um crime violento e agressão a um agente federal com arma perigosa.

    O suspeito ainda não foi formalmente identificado, mas dois agentes disseram à agência Associated Press que se trata de Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador de Torrance, na Califórnia.

    O chefe interino da polícia afirmou que o suspeito carregava “um rifle, uma pistola e várias facas” quando tentou passar por um controle de segurança no saguão do hotel.

    Desde que voltou ao poder, o presidente tem atacado a imprensa, tanto com críticas quanto com ações judiciais, enquanto cresce a influência de seus aliados sobre os meios de comunicação.

    Um exemplo foi a aquisição da Warner Bros. Discovery pela concorrente Paramount Skydance, controlada pela família Ellison, apoiadora do republicano.

    Trump, ao contrário de todos os seus antecessores desde a década de 1920, sempre boicotou o evento enquanto presidente.

    O jantar, que reúne centenas de jornalistas e executivos de mídia, além de convidados do meio político e econômico, acontece anualmente no fim de abril e arrecada fundos para bolsas de estudo e prêmios.”

    Trump é retirado de jantar de gala após homem abrir fogo