Categoria: MUNDO

  • Baleia encalhada na Alemanha é colocada em balsa, em operação polêmica de milionários

    Baleia encalhada na Alemanha é colocada em balsa, em operação polêmica de milionários

    Timmy, como é chamado o animal, estava preso em baía alemã desde março; macho foi acomodado em aquário de aço para ser rebocado até águas mais profundas no mar do Norte

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Timmy, baleia-jubarte encalhada na costa da Alemanha no mar Báltico desde março, foi colocada a bordo de uma balsa nesta terça-feira (28), em uma operação de resgate que tem mobilizado a população do país e dividido opiniões. O animal será levado agora para o mar do Norte, com águas mais profundas, segundo os organizadores de um projeto de salvamento pago por milionários.

    O jovem macho estava preso numa baía lateral perto da ilha de Poel desde o final de março, após vagar pela região e encalhar diversas vezes. Nesta terça, ele foi acomodado em uma espécie de aquário de aço criado para transportá-lo com segurança nas próximas horas até o mar do Norte.

    O projeto recebeu aval do ministro do Meio Ambiente de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Till Backhaus (cargo equivalente a secretário), embora seja conduzido por uma equipe privada de resgate.

    Enquanto os organizadores da missão acreditam que a baleia está em condições de transporte, especialistas do Museu Oceanográfico Alemão alertam que as chances de sucesso são baixas.

    “As chances de um resgate bem-sucedido são muito pequenas devido ao estado de saúde precário do animal e ao prognóstico geralmente desfavorável”, disse o museu em comunicado antes da operação.

    A tentativa significa “muito estresse e alto risco de lesões” para a baleia e pode gerar “níveis de ruído muito altos na balsa devido ao alto nível de reflexão sonora”, acrescentou a entidade.

    Usuários do X, antigo Twitter, comemoraram a primeira etapa do resgate.

    “Timmy está na barca! Um grande marco foi alcançado”, disse um internauta. “Que lutador e que equipe incrível. Uma mega conquista. Foi uma verdadeira façanha heroica hoje”, escreveu outro.

    DOIS MILIONÁRIOS PAGAM RESGATE

    O resgate é financiado por dois milionários, um dos quais está ligado à rede alemã de varejo de eletrônicos MediaMarkt. Constanze von der Meden, porta-voz da missão de resgate, não respondeu a um pedido de comentário.

    O custo da operação não foi divulgado.

    Timmy, batizado em homenagem à praia de Timmendorfer, que fica perto da ilha do Báltico onde ele está encalhado, foi avistado pela primeira vez há cerca de um mês em águas de baixa salinidade, que as baleias geralmente evitam.

    Cientistas afirmaram que a localização sugeria que o animal estava desorientado ou doente. Nas semanas seguintes, a baleia encalhou repetidamente em bancos de areia.

    Desde então, autoridades do estado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental disseram que sua estratégia se concentraria em minimizar o estresse, rejeitando apelos públicos para que a baleia fosse sacrificada, para evitar sofrimento prolongado.

    Milhares de emails da população foram enviados às autoridades, alguns contendo ameaças de morte. Backhaus disse que queixas criminais serão apresentadas conforme necessário.

    Ao longo das últimas semanas, ativistas montaram acampamento perto do local de encalhe da baleia, para observar o resgate.

    Antigamente caçadas pelos humanos, até quase serem extintas, as baleias-jubarte se recuperaram e hoje correm risco baixo de desaparecer, embora duas subpopulações ainda sejam consideradas ameaçadas.

    Baleia encalhada na Alemanha é colocada em balsa, em operação polêmica de milionários

  • Israel usa privação de água como arma de punição em Gaza, denuncia MSF

    Israel usa privação de água como arma de punição em Gaza, denuncia MSF

    Com sistema hídrico destruído e bloqueio à entrada de suprimentos essenciais, população vive sem o mínimo para sobrevivência

    As autoridades israelenses têm usado o acesso à água como arma contra a população palestina, privando sistematicamente as pessoas em Gaza do abastecimento hídrico em uma campanha de punição coletiva, de acordo com um relatório divulgado por Médicos Sem Fronteiras (MSF).

    MSF insta as autoridades israelenses a restabelecerem imediatamente o abastecimento de água para a população de Gaza nos níveis necessários. Os aliados de Israel devem usar sua influência para pressionar Israel a parar de impedir o acesso humanitário, incluindo os suprimentos de infraestrutura hídrica.

    A negação deliberada de água aos palestinos é parte integrante do genocídio perpetrado por Israel.

    O relatório de MSF, “Água como arma: a destruição e privação hídrica e de saneamento por Israel em Gaza”, documenta como o uso repetido da água como arma pelas autoridades israelenses não é um ato isolado, mas parte de um padrão recorrente, sistemático e cumulativo.

    Isso ocorre paralelamente à morte direta de civis, à devastação de instalações de saúde e à destruição de casas, forçando deslocamentos populacionais em massa. Juntos, constituem uma imposição deliberada de condições destrutivas e desumanas aos palestinos em Gaza.

    “As autoridades israelenses sabem que sem água a vida acaba, mas, mesmo assim, destruíram deliberada e sistematicamente a infraestrutura hídrica em Gaza, ao mesmo tempo em que bloqueiam consistentemente a entrada de suprimentos relacionados ao [abastecimento de] água”, alerta Claire San Filippo, coordenadora de emergência de MSF.

    “Palestinos têm sido feridos e mortos simplesmente por tentarem ter acesso à água”, relata San Filippo. “Essa privação, combinada com condições de vida precárias, superlotação extrema e um sistema de saúde colapsado, cria o cenário perfeito para a propagação de doenças.”

    Infraestrutura destruída e violência durante distribuições de água

    Israel destruiu ou danificou quase 90% da infraestrutura de água e saneamento em Gaza, incluindo usinas de dessalinização, poços, tubulações e sistemas de esgoto*.

    Equipes de MSF documentaram o Exército israelense atirando em caminhões-pipa claramente identificados e destruindo poços que eram a única fonte de água para dezenas de milhares de pessoas.

    Episódios violentos ocorreram com frequência durante a distribuição de água à população, ferindo palestinos e profissionais humanitários e danificando equipamentos.

    “Meu neto estava em Nuseirat, em julho [de 2025]. Ele foi buscar água potável”, diz Hanan, uma mulher palestina na Cidade de Gaza. “Ele estava na fila com outras crianças, e eles [as forças israelenses] o mataram. Ele tinha 10 anos… Buscar água não deveria ser perigoso.”

    Ordens de deslocamento dificultam fornecimento de água

    Com a escassez hídrica provocada pelas autoridades israelenses, simplesmente não é possível fornecer água suficiente à população.

    Depois das autoridades locais, MSF é a maior produtora e uma das principais distribuidoras de água potável em Gaza.

    No entanto, entre maio e novembro de 2025, uma em cada cinco de nossas distribuições de água terminou sem conseguir atender à demanda. Nossos caminhões não conseguiram transportar água suficiente para todas as pessoas que aguardavam na fila. As ordens de deslocamento do Exército israelense impediram o acesso de nossas equipes a áreas onde fornecíamos água a centenas de milhares de pessoas, levando à interrupção de serviços essenciais e à perda de infraestrutura vital.

    Bloqueio de Israel impede entrada de materiais essenciais

    As autoridades israelenses têm impedido a entrada de materiais essenciais para o abastecimento de água e saneamento em Gaza.

    Desde outubro de 2023, o fornecimento de eletricidade, combustível e suprimentos como geradores, suas peças de reposição e óleo de motor — essenciais para o funcionamento dos sistemas de tratamento e distribuição de água — foi suspenso ou severamente restringido.

    Um terço de nossos pedidos para levar suprimentos essenciais para o fornecimento de água e saneamento foi rejeitado ou não obteve respostas.

    Esses itens incluem unidades de dessalinização de água, bombas, cloro e outros produtos químicos para o tratamento hídrico, tanques de água, repelentes de insetos e latrinas.

    Muitos dos materiais aprovados pelas autoridades israelenses foram posteriormente barrados na fronteira.

    “Precisamos de água”, diz Ali, um homem palestino deslocado que vive em um acampamento em Deir Al-Balah. “Isso não faz sentido. É como se estivéssemos pedindo ao mundo o essencial para viver.”

    Sem água, riscos à saúde são enormes

    As consequências dessa privação de acesso à água são grandes para a saúde, a higiene e a dignidade das pessoas, particularmente para mulheres e pessoas com deficiência.

    O acesso à higiene básica, incluindo água potável, sabão, fraldas e produtos de higiene menstrual, tornou-se extremamente difícil.

    As pessoas são forçadas a cavar buracos na areia para servir de banheiros, que inundam e contaminam os arredores e as águas subterrâneas com matéria fecal.

    A falta de acesso à água e à higiene, juntamente as condições de vida precárias e indignas, como tendas superlotadas e abrigos improvisados, também leva ao aumento de doenças, incluindo infecções respiratórias, doenças dermatológicas e diarreicas.

    As doenças de pele representaram quase 18% das consultas de cuidados de saúde gerais de MSF em 2025. Entre maio e agosto de 2025, constatamos que quase 25% das pessoas haviam sofrido de doenças gastrointestinais no mês anterior.

    Israel usa privação de água como arma de punição em Gaza, denuncia MSF

  • Suécia emite alerta para escassez de combustível para aviões na Europa

    Suécia emite alerta para escassez de combustível para aviões na Europa

    Governo cita conflito no Oriente Médio e bloqueio do Estreito de Ormuz como fatores de risco e recomenda que passageiros acompanhem a situação; autoridades dizem que não há ameaça imediata de racionamento no curto prazo.

    O governo da Suécia emitiu um alerta nesta terça-feira sobre o risco de escassez de combustível para a aviação na Europa, em meio ao conflito no Oriente Médio e ao bloqueio do Estreito de Ormuz. “Alertamos com antecedência para o risco de não haver combustível suficiente para a aviação”, afirmou a ministra da Energia, Ebba Busch, durante coletiva de imprensa.

    O governo recomenda que passageiros, especialmente em voos internacionais fora da Europa, acompanhem a situação e verifiquem a cobertura dos seguros de viagem.

    O alerta tem como base uma análise da Agência Sueca de Energia, que, no entanto, não vê risco imediato de racionamento. “No pior cenário, poderia haver racionamento, mas isso está distante. Não é algo para agora”, disse a diretora do órgão, Caroline Asserup.

    Segundo ela, o abastecimento de gasolina e diesel na Suécia não está ameaçado, nem no curto nem no longo prazo. “A Suécia e os países nórdicos têm ampla capacidade de refino e utilizam principalmente petróleo do Mar do Norte”, afirmou, classificando como “baixo” o risco de racionamento desses combustíveis.

    Ebba Busch destacou que, mesmo com um eventual acordo de paz, a normalização da oferta global de petróleo e gás levaria tempo. Como exemplo, citou a situação na Itália, onde alguns aeroportos já precisaram priorizar determinados voos por falta de combustível.

    O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, afirmou que, embora a crise energética seja global, seus impactos na Europa são menores, e ainda mais reduzidos na Suécia.

    Na semana passada, o governo já havia sinalizado que não descarta adotar medidas para reduzir o consumo de energia ou racionar combustíveis caso o conflito no Irã se prolongue, embora ressalte que essa possibilidade não é considerada no curto prazo.
     
     

     

    Suécia emite alerta para escassez de combustível para aviões na Europa

  • Atirador de 89 anos fere 5 pessoas em dois ataques no centro de Atenas

    Atirador de 89 anos fere 5 pessoas em dois ataques no centro de Atenas

    Suspeito abriu fogo em agência de seguridade social e em tribunal no centro da cidade, deixando cinco feridos; idoso fugiu após os ataques e é procurado pela polícia, que investiga a motivação e analisa cartas deixadas no local

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um idoso de 89 anos feriu cinco pessoas em dois ataques a tiros hoje no centro de Atenas.

    O suspeito, que está foragido, atacou, com uma espingarda, uma agência de seguridade social e um tribunal ateniense. Os feridos são quatro funcionárias do tribunal, com escoriações leves, e um funcionário da agência, alvejado na perna e fora de perigo.

    Segundo a polícia local, o primeiro ataque ocorreu em uma filial da agência de seguridade social grega EFKA. Depois, o atirador pegou um táxi rumo ao tribunal de pequenas causas da cidade, onde deixou a espingarda após os disparos e fugiu a pé.

    O motivo dos ataques ainda é desconhecido, mas o atirador deixou no prédio da Justiça cartas endereçadas a jornais locais. O suspeito foi identificado pela polícia de Atenas como um catador de lixo.

    A polícia procura o idoso de 89 anos com um grande efetivo nas ruas do centro de Atenas. A violência armada é relativamente rara na Grécia, onde a posse de armas de fogo é permitida, mas rigorosamente regulamentada.

    Atirador de 89 anos fere 5 pessoas em dois ataques no centro de Atenas

  • Rubio diz ver sinais de avanço em acordo para desmilitarizar o Hamas

    Rubio diz ver sinais de avanço em acordo para desmilitarizar o Hamas

    Secretário de Estado dos EUA afirma que há sinais de avanço nas negociações e cita Egito e Turquia como mediadores; Washington condiciona qualquer acordo à desmilitarização do grupo e diz esperar resultados nos próximos dias.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, diz ver sinais de avanço em um acordo para desmilitarizar o Hamas. A declaração ocorreu durante entrevista à Fox News.

    Rubio afirmou que houve progresso recente nas conversas, apesar de declarações públicas do Hamas. “Estamos muito focados nisso. Houve algum progresso, apesar dos anúncios públicos do Hamas. Mas, no fim das contas, precisamos ver isso acontecer, e temos esperança de que nos próximos dias possamos ter boas notícias a respeito”, disse Marco Rubio.

    Secretário norte-americano citou Egito e Turquia como atores envolvidos no processo. “Sei que nossos parceiros no Egito e na Turquia estão envolvidos nesse processo”, afirmou Rubio à Fox News.

    Rubio disse que o tema ganhou tração no fim de semana e condicionou qualquer acordo à retirada de armas do grupo. “Houve alguns sinais promissores durante o fim de semana de que estamos nos aproximando de um acordo com relação à desmilitarização deles. Mas isso precisa acontecer. Todo esse projeto só funciona se o Hamas for desmilitarizado. Até que isso aconteça, tudo está em questão”, declarou.

    Ele evitou comentar se Washington apoiaria uma retomada das operações militares de Israel caso não haja acordo. “Vamos torcer para que possamos evitar isso. Não é o resultado que queremos”, disse o secretário de Estado dos EUA.

    Rubio falou após relatos de que EUA e Hamas abriram um canal direto de diálogo em abril, pela primeira vez desde o cessar-fogo em Gaza. Duas fontes do Hamas disseram que as conversas ocorreram como parte de esforços para avançar em um acordo mediado pelos EUA.

    Rubio diz ver sinais de avanço em acordo para desmilitarizar o Hamas

  • Mulher dá à luz em pleno voo nos EUA: “Avião está pousando, segura”

    Mulher dá à luz em pleno voo nos EUA: “Avião está pousando, segura”

    Passageira entrou em trabalho de parto durante voo entre Atlanta e Portland e foi auxiliada por profissionais de saúde a bordo; bebê nasceu antes do pouso de emergência, e mãe e criança passam bem após atendimento no desembarque

    Uma mulher entrou em trabalho de parto durante um voo nos Estados Unidos na sexta-feira. O parto foi realizado ainda a bordo, com a ajuda de uma médica e duas enfermeiras que estavam entre os passageiros. O avião fazia uma viagem de cerca de cinco horas entre Atlanta e Portland.

    O caso ocorreu em uma aeronave da Delta Air Lines, que transportava 153 passageiros, além de dois pilotos e quatro comissários de bordo. Segundo a emissora KPTV, a tripulação declarou emergência para acelerar o pouso, realizado por volta das 21h30.

    Com a presença dos profissionais de saúde no voo, o bebê nasceu antes mesmo da aterrissagem de emergência.

    “Cortei o cordão umbilical, enrolamos o bebê e eles disseram: ‘O avião está aterrissando, então se segure no assento’. E eu me segurei. Não chegamos a apertar nenhum cinto e pousamos. Depois, devolvemos o bebê à mãe e o avião seguiu até o portão. Todos aplaudiram a mãe. Foi fantástico”, relatou uma das enfermeiras, acrescentando que “foi a experiência de uma vida”.

    O pouso aconteceu por volta das 22h, quando equipes médicas já aguardavam no portão de desembarque.

    Tanto a mãe quanto o bebê passam bem.

    Um passageiro afirmou à KPTV que a situação foi “completamente louca”.

    A companhia aérea também se manifestou, agradecendo à tripulação e aos profissionais de saúde que prestaram atendimento. “A saúde e a segurança de nossos passageiros são sempre nossa principal prioridade, e desejamos tudo de bom à nova família”, informou.
     
     
     

    Mulher dá à luz em pleno voo nos EUA: “Avião está pousando, segura”

  • Cabo se rompe em brinquedo e deixa feridos em parque na Espanha; veja

    Cabo se rompe em brinquedo e deixa feridos em parque na Espanha; veja

    Quatro pessoas, incluindo duas crianças, ficaram feridas após falha em atração que simula bungee jumping em Sevilha; vítimas tiveram lesões leves e duas foram levadas ao hospital após o impacto

    Quatro pessoas, incluindo duas crianças, ficaram feridas após o rompimento de um cabo durante o funcionamento de um brinquedo em um parque de diversões em Sevilha, na Espanha.

    De acordo com uma nota divulgada pelo Departamento de Serviços de Emergência da cidade em sua página no Facebook, o incidente ocorreu em uma atração chamada “Steel Max”, que simula a experiência de bungee jumping, esporte radical em que a pessoa salta de grande altura presa por uma corda. O acidente aconteceu por volta das 20h20 da última sexta-feira (24), quando um dos cabos se rompeu.

    Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o cabo do lado direito se rompe, fazendo com que a cápsula onde estavam os passageiros colida repetidamente contra a estrutura lateral do brinquedo e gire no ar.

    Segundo as autoridades, os quatro feridos tiveram apenas “lesões leves” e foram atendidos no local. No entanto, dois deles, que estavam dentro da cápsula, foram posteriormente encaminhados a uma unidade de saúde.

    Após o incidente, a área foi isolada e a polícia local realizou uma inspeção na documentação do brinquedo para verificar se a atração cumpria todas as normas de segurança exigidas.

    Cabo se rompe em brinquedo e deixa feridos em parque na Espanha; veja

  • Ataque israelense mata dois brasileiros no Líbano, diz Itamaraty

    Ataque israelense mata dois brasileiros no Líbano, diz Itamaraty

    Itamaraty confirma morte de mãe e filho brasileiros em bombardeio no sul do Líbano, critica violações do cessar-fogo por Israel e Hezbollah, cobra interrupção imediata das hostilidades e presta assistência consular ao sobrevivente hospitalizado

    O governo brasileiro confirmou a morte de dois cidadãos do país em meio à escalada de violência no sul do Líbano, após um ataque atribuído às Forças de Defesa de Israel. O caso ocorre mesmo após o anúncio de um cessar-fogo em 16 de abril, que, segundo o Itamaraty, vem sendo repetidamente violado.

    De acordo com nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o governo recebeu “com consternação e pesar” a informação de que uma criança brasileira de 11 anos e sua mãe morreram durante o bombardeio. O pai da família, de nacionalidade libanesa, também foi morto no ataque.

    Outro filho do casal, igualmente brasileiro, ficou ferido e está hospitalizado. Segundo o comunicado, a família estava dentro de casa, no distrito de Bint Jbeil, no sul do país, quando o imóvel foi atingido.

    Na avaliação do governo brasileiro, o episódio representa “mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril”. O texto destaca que, desde então, dezenas de civis libaneses já morreram, incluindo mulheres, crianças, uma jornalista e dois integrantes franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano.

    Ao manifestar “sinceras condolências” aos familiares das vítimas, o Brasil reiterou a “mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo”, tanto por Israel quanto pelo Hezbollah, grupo xiita libanês apoiado pelo Irã.

    O Itamaraty também criticou as “demolições sistemáticas de residências e de outras estruturas civis no sul do Líbano” realizadas nas últimas semanas e mencionou o deslocamento forçado de mais de um milhão de pessoas no país.

    O governo brasileiro cobrou o “cumprimento integral” da resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que estabelece os termos do cessar-fogo que encerrou a guerra de 2006, além da “cessação imediata das hostilidades” e da retirada completa das tropas israelenses do território libanês.

    Por fim, o comunicado informa que a Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família das vítimas para prestar assistência consular, incluindo apoio ao filho que segue internado.
     

     

    Ataque israelense mata dois brasileiros no Líbano, diz Itamaraty

  • Putin diz que fará 'tudo' para alcançar a paz em encontro com chanceler iraniano

    Putin diz que fará 'tudo' para alcançar a paz em encontro com chanceler iraniano

    “De nossa parte, faremos tudo o que sirva aos seus interesses e aos interesses de todos os povos da região para garantir que a paz seja alcançada o mais rapidamente possível”, disse Putin

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – (CBS NEWS) – O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, se reuniu com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta segunda-feira (27), depois de responsabilizar os Estados Unidos pelo fracasso da mais recente rodada de negociações no Paquistão.

    Segundo agências estatais russas, Putin disse esperar que o povo iraniano supere o que descreveu como um “período difícil” e afirmou ao chanceler iraniano que fará “tudo” o que puder para alcançar a paz no Oriente Médio.

    A Rússia é uma das principais aliadas da República Islâmica, e o encontro ocorre em meio a um cessar-fogo temporário. Até agora os diálogos para terminar o conflito e reabrir o estreito de Hormuz, bloqueado por Teerã, fracassaram diante da firmeza demonstrada tanto por Washington quanto pelo Irã.

    “De nossa parte, faremos tudo o que sirva aos seus interesses e aos interesses de todos os povos da região para garantir que a paz seja alcançada o mais rapidamente possível”, disse Putin.

    “Na semana passada, recebi uma mensagem do líder supremo do Irã [Mojtaba Khamenei]. Gostaria de pedir que transmita meus mais sinceros agradecimentos por isso e de confirmar que a Rússia, assim como o Irã, pretende continuar nossa relação estratégica”, acrescentou o presidente russo.

    O Irã firmou no ano passado um acordo de parceria estratégica de 20 anos com Moscou. A Rússia está construindo duas novas unidades nucleares em Bushehr, local da única usina nuclear do Irã, e Teerã forneceu a Moscou drones Shahed para uso contra a Ucrânia.

    Ainda de acordo com agências russas, Araghchi disse que, devido à guerra com os EUA e Israel, “o mundo agora percebeu o verdadeiro poder do Irã” e “ficou claro que a República Islâmica do Irã é um sistema estável, sólido e poderoso”.

    Mais cedo, ao comentar as negociações, o chanceler disse que os americanos apresentaram “exigências excessivas”. “A abordagem dos Estados Unidos fez com que a rodada anterior de negociações, apesar dos avanços, não alcançasse os objetivos”, disse ele, citado pela imprensa estatal iraniana.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, realizará, ainda nesta segunda-feira, uma reunião de crise sobre o Irã, de acordo com relatos da imprensa americana. O site americano Axios, citando funcionários a par das negociações, afirmou no domingo (26) que o Irã enviou uma nova proposta para a reabertura do estreito e encerrar a guerra, mas que adiaria as negociações sobre a questão nuclear.

    A via marítima, por onde passa cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo, está bloqueada por Teerã desde o início do conflito. O país persa prometeu sustentar a medida enquanto o bloqueio americano aos portos iranianos continuar.

    A agência estatal iraniana Irna mencionou o relato do portal Axios, sem negar as informações. Enquanto isso, o acordo de cessar-fogo é respeitado, mas o impacto do conflito sobre a economia global persiste.

    Antes de viajar à Rússia, Araghchi visitou Omã e a capital do Paquistão, Islamabad, onde deveriam ter ocorrido as negociações com os EUA. Também conversou por telefone com seu homólogo turco, Hakan Fidan.

    Trump anunciou no sábado (25) o cancelamento da viagem da missão diplomática americana. O grupo seria liderado pelo enviado especial ao Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro Jared Kushner.

    A agência de notícias Fars, no entanto, informou que o Irã enviou “mensagens escritas” aos americanos para definir suas “linhas vermelhas” nas negociações, incluindo a questão nuclear e a situação no estreito de Hormuz.

    O Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião sobre segurança marítima na noite desta segunda-feira, em Nova York. Entre 125 e 140 navios normalmente atravessavam o estreito diariamente antes da guerra, mas apenas sete o fizeram neste último dia, segundo dados da Kpler e análises de satélite da SynMax -e nenhum deles transportava petróleo destinado ao mercado global.

    Putin diz que fará 'tudo' para alcançar a paz em encontro com chanceler iraniano

  • Sri Lanka prende 22 monges com 110 kg de maconha em aeroporto

    Sri Lanka prende 22 monges com 110 kg de maconha em aeroporto

    Agentes interceptaram o grupo ao desembarcar no Aeroporto Internacional Bandaranaike, perto de Colombo, o Sri Lanka

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Vinte e dois monges budistas foram presos no principal aeroporto do Sri Lanka após autoridades encontrarem mais de 110 kg de Kush, uma variedade potente de maconha, escondidos em malas.

    Agentes interceptaram o grupo ao desembarcar no Aeroporto Internacional Bandaranaike, perto de Colombo, depois de uma viagem de quatro dias a Bangkok, na Tailândia. Os suspeitos foram levados à Justiça e a corte de Negombo determinou que eles fiquem detidos por sete dias para interrogatório.

    Fiscalização encontrou drogas em compartimentos falsos nas bagagens que o grupo carregava. Um porta-voz da alfândega do Sri Lanka afirmou à CBS News que cada um carregava cerca de cinco quilos do narcótico.

    Apreensão foi descrita como a maior detecção única de Kush no aeroporto, segundo autoridades alfandegárias. O Daily Mirror informou que o total chegou a cerca de 112 kg de Kush e haxixe, com valor estimado em mais de 1,1 bilhão de rúpias do Sri Lanka (cerca de R$ 17 milhões).

    Investigação aponta que a operação teria sido articulada por três monges de um templo na região de Jamburaliya. Eles teriam recrutado outros 19 participantes pelo Facebook e atraído parte dos mais jovens com promessas de passagens, hospedagem e alimentação grátis.

    Polícia diz que os mais novos teriam sido enganados sobre o conteúdo transportado. A apuração preliminar indica que alguns foram informados de que levariam “materiais educacionais e doces” para crianças.

    Casos envolvendo religiosos e drogas também já ocorreram em outros países da região. Em 2022, monges de um templo no centro da Tailândia foram expulsos após testarem positivo para metanfetamina.

    Sri Lanka prende 22 monges com 110 kg de maconha em aeroporto