Categoria: MUNDO

  • EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

    EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

    Um menino de 11 anos morreu, na manhã de sexta-feira, ao ter sido baleado durante um desentendimento de trânsito. Um jovem de 22 anos foi detido e acusado de homicídio.

    Um menino de 11 anos morreu na manhã de sexta-feira após ser baleado durante um desentendimento no trânsito em uma rodovia de Las Vegas, nos Estados Unidos. Um jovem de 22 anos foi detido e acusado de homicídio.

    “Hoje perdemos uma vida que não precisava ter sido perdida. Um menino de 11 anos estava a caminho da escola e esse ato sem sentido tirou sua vida”, disse o chefe de polícia de Henderson, Reggie Rader, segundo a NBC News.

    O incidente aconteceu por volta das 7h30 (horário local), quando dois motoristas tentavam ultrapassar um ao outro na rodovia congestionada. Um deles conseguiu fazê-lo pela pista de emergência, o que levou a uma discussão verbal.

    “O suspeito pegou uma arma e atirou contra o veículo da vítima, atingindo um passageiro de 11 anos que estava sentado no banco de trás”, afirmou Rader.

    O padrasto do menino, que dirigia o carro, acabou colidindo com o veículo do suspeito, identificado como Tyler Matthew Johns, fazendo com que ambos os automóveis parassem. No entanto, segundo a ABC News, os motoristas saíram dos carros e continuaram discutindo.

    Um policial do Departamento de Polícia de Las Vegas passava pelo local por acaso. Ao perceber a situação, confiscou a arma e prendeu o jovem de 22 anos.

    O agressor era o único que portava uma arma de fogo, segundo as autoridades.

    “Preciso que todos tenham mais paciência no trânsito. Temos a obrigação de cuidar uns dos outros. Não vale a pena se envolver nesse tipo de comportamento, seja qual for o lado”, alertou Rader.

    A rodovia permanecerá interditada ao tráfego “por muito tempo”, acrescentou.

    “Não sei por que as pessoas são tão impacientes. […] Meu apelo à comunidade, especialmente agora que entramos na época festiva, é que reduzam a velocidade. Vocês vão chegar ao destino — só precisam chegar com segurança”, disse.

    EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

  • Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

    Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se na sexta-feira com altos responsáveis do Pentágono na Casa Branca, para discutir várias opções para uma possível ação militar na Venezuela, de acordo com o jornal The Washington Post.

    O secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, visitaram a Casa Branca pelo segundo dia consecutivo.

    Um alto funcionário do governo explicou que o presidente recebeu “uma série de opções” e continua “estrategicamente indeciso” sobre suas ações futuras, segundo o Washington Post, citado pela agência EFE.

    A reunião privada, de acordo com o Post, ocorreu 24 horas depois de Hegseth ter anunciado em sua conta oficial na rede social X o início da Operação Lança do Sul na região, com o objetivo de combater o narcotráfico, embora sem detalhar metas ou operações específicas.

    Fontes consultadas pelo jornal afirmam que algumas forças norte-americanas posicionadas na região “estão se preparando para possíveis ordens de ataque”.

    Outro funcionário afirmou que Washington está “muito ciente do que está acontecendo na Venezuela, das conversas entre os aliados de Maduro e a cúpula do seu regime”, e alertou que o presidente venezuelano “está muito assustado — e com razão”, diante da variedade de opções “prejudiciais” que Trump tem à disposição.

    Desde agosto, os Estados Unidos reforçaram significativamente sua presença militar no sul do Caribe sob o pretexto de uma missão antidrogas.

    Cerca de 10 mil soldados foram mobilizados, segundo fontes oficiais, e um dos principais navios da Marinha dos EUA, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do Pentágono, foi posicionado próximo à costa venezuelana.

    Em outubro, Trump declarou que não descartava possíveis ataques a alvos terrestres tanto na Venezuela quanto na Colômbia, cujos presidentes ele acusa de serem narcotraficantes.

    Por sua vez, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu à população que se prepare para uma possível “luta armada” e anunciou o envio de 200 mil soldados para o país.

    Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

  • E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

    E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

    Num e-mail datado de 8 de fevereiro de 2017, Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser “perigoso”, notando que conheceu “pessoas muitas más”, mas nenhuma “tão má quanto Trump”. Esta troca de e-mails entre Epstein e o ex-secretário do Tesouro, Larry Summers, aconteceu semanas depois de o republicano ter sido eleito presidente dos Estados Unidos.

    Há novos detalhes sobre os e-mails de Jeffrey Epstein nos quais aparece o nome de Donald Trump. Em um dos e-mails recentemente divulgados, o magnata norte-americano afirmou que o atual presidente dos Estados Unidos era “perigoso”, descrevendo-o como a pior pessoa que já conheceu.

    Na quarta-feira, o Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes divulgou mais de 20 mil páginas de documentos do espólio de Jeffrey Epstein, incluindo uma suposta conversa entre o predador sexual e o ex-secretário do Tesouro, Larry Summers, datada de 8 de fevereiro de 2007.

    Essa troca de e-mails aconteceu cerca de três semanas depois de Donald Trump assumir a presidência dos EUA, em 20 de janeiro de 2017.

    No e-mail, citado pela ABC News, Jeffrey Epstein escreveu a Larry Summers: “Lembre-se do que eu te disse. Já conheci pessoas muito ruins, mas nenhuma tão ruim quanto Trump. Ele não tem uma célula decente no corpo… então sim, ele é perigoso.”

    “Quer fotos do Donald com garotas…?”

    Em outro e-mail anterior, datado de 8 de dezembro de 2015, Epstein conversava com o então jornalista do The New York Times, Landon Thomas Jr., sugerindo possíveis linhas de investigação.

    A troca começou depois que Thomas escreveu um artigo no qual Donald Trump descrevia Epstein como “um cara fantástico” que “gosta de mulheres bonitas”.

    “Agora todo mundo está vindo atrás de mim porque acham que eu tenho informações bombásticas sobre você e o Trump”, escreveu o jornalista. Epstein respondeu sugerindo que Thomas investigasse as finanças do republicano antes de entrar em assuntos mais pessoais.

    Em um dos e-mails, Epstein escreveu: “Quer fotos do Donald com garotas de biquíni na minha cozinha?”. O jornalista respondeu: “Sim”.

    Não está claro se Epstein realmente possuía essas fotos ou se chegou a enviá-las ao jornalista do New York Times.

    Mas os e-mails sobre Trump não pararam aí. Epstein teria enviado mensagens sugerindo que repórteres “perguntassem ao mordomo sobre Donald, que quase atravessou uma porta e deixou a marca do nariz no vidro enquanto mulheres jovens nadavam na piscina”. Segundo Epstein, “ele estava tão concentrado que bateu na porta”.

    Trump “sabia das meninas” ou os e-mails são falsos?

    Os democratas do Comitê de Supervisão divulgaram documentos que incluem e-mails trocados em 2019 entre Epstein e uma pessoa próxima a Donald Trump, nos quais o criminoso sexual alegou que o magnata “sabia das meninas”.

    Em um e-mail enviado a Michael Wolff, por exemplo, Epstein escreveu: “É claro que ele sabia sobre as garotas, pois pediu à Ghislaine para parar”.

    Casa Branca diz que e-mails são “narrativa falsa”. E Trump?

    A Casa Branca afirmou que a divulgação dos e-mails é uma tentativa de “criar uma narrativa falsa para difamar o presidente”.

    “Os democratas divulgaram seletivamente esses e-mails para a mídia de esquerda para criar uma narrativa falsa e difamar o presidente Trump”, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, segundo a BBC.

    Ela acrescentou: “A ‘vítima não identificada’ mencionada nos e-mails é Virginia Giuffre — que já faleceu — e que afirmou repetidamente que o presidente Trump não esteve envolvido em nenhuma irregularidade e que ‘não poderia ter sido mais respeitoso’ nas poucas interações que tiveram.”

    Donald Trump também reagiu, dizendo que “apenas um republicano muito mau ou muito estúpido cairia nessa armadilha”, atacando os democratas.

    “Os democratas estão tentando ressuscitar a farsa Jeffrey Epstein porque farão de tudo para desviar a atenção do quão mal se saíram com a paralisação do governo e tantos outros assuntos”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.

    Ele continuou: “Apenas um republicano muito mau ou estúpido cairia nessa armadilha. Os democratas custaram ao nosso país 1,5 bilhão de dólares com suas recentes maldades de fechar nosso país, colocando muitos em risco — eles deveriam pagar um preço justo.”

    E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

  • China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

    China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

    A China está desaconselhando os cidadãos do país a viajarem para o Japão, após declarações da primeira-ministra nipônica, Sanae Takaichi, sobre uma eventual intervenção de Tóquio num conflito no estreito de Taiwan.

    “Recentemente, os líderes japoneses fizeram declarações abertamente provocadoras em relação a Taiwan, prejudicando gravemente o clima de intercâmbio entre os povos”, declarou, na noite de sexta-feira, a embaixada da China em Tóquio nas redes sociais.

    “O Ministério das Relações Exteriores e a embaixada e consulados da China no Japão lembram solenemente aos cidadãos chineses que evitem viajar para o Japão em um futuro próximo”, acrescenta a nota.

    Há uma semana, a nova primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou no parlamento que, se uma situação de emergência em Taiwan implicasse “o envio de navios de guerra e o uso da força, isso poderia representar uma ameaça à sobrevivência do Japão”.

    “Temos de considerar o pior cenário”, acrescentou.

    As declarações foram amplamente interpretadas como uma indicação de que um ataque a Taiwan poderia justificar o apoio militar de Tóquio à ilha.

    De acordo com a legislação japonesa, o país só pode intervir militarmente em determinadas condições, especialmente em caso de ameaça existencial — Taiwan fica a apenas 100 quilômetros da ilha japonesa mais próxima.

    Na sexta-feira, Pequim anunciou ter convocado o embaixador do Japão, considerando “extremamente graves” as declarações de Sanae Takaichi.

    Por sua vez, o Japão afirmou ter feito o mesmo com o embaixador da China, após uma ameaça considerada “extremamente inadequada” por parte do cônsul-geral chinês em Osaka, Xue Jian.

    Em uma mensagem posteriormente apagada da rede social X, Xue ameaçou “cortar a cabeça suja sem a menor hesitação”, citando um artigo que relatava a fala de Takaichi.

    Tóquio afirmou na sexta-feira que sua posição sobre Taiwan permanecia inalterada e defendeu “a paz e a estabilidade”.

    Taiwan é uma ilha com governo próprio desde 1949, que a China considera uma “província rebelde” e parte inalienável de seu território, tendo ameaçado várias vezes recorrer à força para alcançar a reunificação.

    Apesar de ter reconhecido a República Popular da China como o único governo legítimo em 1972, o Japão mantém relações não oficiais com Taipé. O ex-primeiro-ministro Shinzo Abe (1954–2022), inclusive, defendeu publicamente que qualquer invasão da ilha justificaria uma resposta militar japonesa, dentro do acordo de segurança com os Estados Unidos.

    China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

  • Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Ataques se intensificam enquanto Moscou avança no leste do vizinho; ao menos 6 morreram na capital ucraniana; violência escala enquanto governo de Donald Trump espera que sanções contra petroleiras russas façam efeito

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A guerra aérea entre Rússia e Ucrânia voltou a ter uma noite violenta nesta sexta-feira (14), enquanto as forças de Vladimir Putin seguem avançando sobre as defesas de Volodimir Zelenski no país invadido por Moscou em 2022.

    Ao menos seis pessoas morreram na capital ucraniana, Kiev, durante um mega-ataque que durou quase três horas durante a madrugada. Segundo Zelenski, foram lançados 430 drones e 19 mísseis, a maior parte contra a cidade.

    Todos os distritos de Kiev foram atingidos, e incêndios eram combatidos já com o sol a pino. A Força Aérea local disse ter abatido 405 drones e 14 mísseis, incluindo 2 hipersônicos do tipo Kinjal. A Rússia empregou também um modelo hipersônico Tsirkon, raramente usado, que não foi interceptado, segundo os ucranianos.

    Outras áreas do país também foram atingidas, mas o foco foi Kiev. Segundo o Ministério da Defesa russo, o ataque foi uma retaliação por ações contra refinarias e infraestrutura energética executadas pela Ucrânia nos últimos dias.

    O foco do conflito vinha sendo mais em solo, com o avanço russo sobre áreas no leste e no sul do vizinho. A pressão sobre o centro logístico de Pokrovsk continua, com tropas de Putin em boa parte da cidade -cuja eventual queda pode dificultar a defesa dos 20% remanescentes da província de Donetsk em mãos de Zelenski.

    Nesta sexta, o ministério anunciou a tomada de mais dois vilarejos na região. A pressão também continua em Zaporíjia, ao sul, onde a resistência ucraniana tem sido vencida pela pressão russa e pela transferência de reforços de lá para Pokrovsk.

    O governo de Kiev, por sua vez, acentuou o combate assimétrico, lançando segundo Zelenski novos mísseis de cruzeiro de fabricação local, o Netuno Longo, contra alvos na Rússia.

    Mas foi um ataque atribuído a drones que causou o maior estrago da noite na terra de Putin, com múltiplas explosões no porto de Novorossisk, no sul russo.

    O terminal já sofre com a queda no volume embarcado de petróleo e grãos, e a mídia local afirma que todo o trabalho foi paralisado para reparos nesta sexta.
    A escalada sem freios no conflito ocorre no momento em que o governo de Donald Trump deixou de insistir na negociação direta com Putin e passou a esperar os efeitos de novas sanções aplicadas às duas maiores petroleiras russas, a Rosneft e a Lukoil.

    A última vive uma situação complexa, pois tem US$ 22 bilhões de ativos no exterior, de postos de gasolina na Finlândia e refinaria na Bulgária a campos de petróleo e gás em diversos países. Compradores correm para fazer ofertas, mas o eventual ganho da Lukoil pode ser congelado pelas sanções.

    No Egito, Cazaquistão e Moldova, os governos locais ensaiam a nacionalização dos ativos russos. Apesar disso, nada sugere ainda que Putin irá reduzir a intensidade de sua campanha contra a Ucrânia.

    Zelenski também vive um momento político complexo, tentando abafar o escândalo de desvio do equivalente a R$ 527 milhões do setor de energia do país, justamente um dos mais afetados pelos ataques russos.

    O presidente afastou o atual ministro da Justiça, German Galuschenko, que era o titular da pasta da Energia. A crise gerou admoestação de apoiadores europeus de Kiev, como a Alemanha, cujo premiê Friedrich Merz ligou para Zelenski pedindo rigor nas apurações.

    A União Europeia chamou o episódio de lamentável, e a França anunciou uma visita de Zelenski a Paris na segunda (17) para tentar sinalizar apoio continuado aos ucranianos.

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

  • Ônibus avança contra ponto de ônibus e deixa mortos e feridos na capital da Suécia

    Ônibus avança contra ponto de ônibus e deixa mortos e feridos na capital da Suécia

    O motorista do ônibus foi detido e está sendo investigado pelo crime de homicídio culposo, em que não há intenção de matar

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Autoridades da Suécia informaram que várias pessoas morreram e outras ficaram feridas nesta sexta-feira (14) após um ônibus avançar contra um ponto de ônibus no centro de Estocolmo. Os investigadores ainda não sabem o que provocou a colisão e afirmam que é cedo para apontar qualquer causa.

    Um porta-voz do serviço de resgate da capital afirmou à agência de notícias Reuters que seis pessoas foram atingidas, sem especificar o número de mortos ou feridos. Equipes médicas e policiais foram mobilizadas para a região, que permanece isolada enquanto peritos analisam o local.

    O motorista do ônibus foi detido e está sendo investigado pelo crime de homicídio culposo, em que não há intenção de matar. Segundo a polícia, trata-se de um procedimento padrão em ocorrências desse tipo. O veículo não tinha passageiros no momento da colisão.

    Motoristas são orientados a evitar a área. As autoridades não divulgaram detalhes sobre o estado de saúde dos feridos nem a identidade das vítimas. Disseram ainda que novas informações serão fornecidas conforme a investigação avançar.

    O primeiro-ministro Ulf Kristersson manifestou solidariedade às vítimas em publicação nas redes sociais. “Neste momento, meus pensamentos estão principalmente com aqueles que foram afetados e em suas famílias”, escreveu.

    Ônibus avança contra ponto de ônibus e deixa mortos e feridos na capital da Suécia

  • EUA x Venezuela: como é o 'grupo de ataque' do maior porta-aviões do mundo

    EUA x Venezuela: como é o 'grupo de ataque' do maior porta-aviões do mundo

    Maior navio de guerra do mundo está na região do Caribe, em ponto não divulgado, em missão declarada contra traficantes; O USS Gerald R. Ford leva mais de 4 mil militares e dezenas de aeronaves capazes de operar dia e noite

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Os EUA divulgaram ontem novas imagens do grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford após a chegada da embarcação à América Latina. As fotos revelam o arsenal mais avançado da Marinha americana em operação na região.

    O porta-aviões é o centro da força. O USS Gerald R. Ford, maior porta-aviões do mundo, leva mais de 4 mil militares e dezenas de aeronaves capazes de operar dia e noite. A embarcação concentra a capacidade de projeção de poder aéreo e naval dos EUA.

    A ala aérea embarcada amplia o alcance. A bordo estão os caças F/A-18E/F Super Hornet, aviões de alerta antecipado E-2D Hawkeye, helicópteros MH-60 e aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler, que permitem vigilância, ataque, defesa e apoio logístico em múltiplos cenários.

    Os destróieres fazem a proteção do grupo. As escoltas incluem os destróieres USS Bainbridge, USS Mahan e USS Winston S. Churchill, todos da classe Arleigh Burke, equipados com o sistema Aegis, radares de longo alcance e lançadores verticais capazes de disparar mísseis de defesa aérea e de ataque.

    O arsenal cobre todas as frentes. Esses navios combinam capacidades antiaérea, antissubmarino e antissuperfície, criando uma bolha de proteção que permite ao porta-aviões operar em segurança mesmo em áreas de maior tensão.

    A atuação conjunta com a Força Aérea deixa a presença dos EUA ainda mais intimidante. As imagens divulgadas mostram o grupo de ataque operando junto a um bombardeiro B-52, aeronave capaz de lançar mísseis de longo alcance e realizar patrulhas estratégicas em grande altitude.

    A mobilização tem peso geopolítico. A presença deste conjunto militar próximo à América Latina funciona como uma demonstração de força dos EUA em meio ao aumento de tensões com a Venezuela e sinaliza a atuação americana contra supostas redes criminosas e tráfico internacional.

    EUA x Venezuela: como é o 'grupo de ataque' do maior porta-aviões do mundo

  • Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

    Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

    Trump afirmou que pedirá a procuradora-geral e ao FBI para investigar relação de Clinton e Epstein

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a pressão para divulgar detalhes da rede de abuso sexual de Jeffrey Epstein é uma “farsa” promovida por democratas e que vai determinar uma investigação sobre o suposto relacionamento do empresário com o ex-presidente Bill Clinton

    Trump diz que pedirá à procuradora-geral e ao FBI para investigar relação de Clinton e Epstein. “Os democratas estão fazendo tudo o que podem, com seu poder cada vez menor, para promover novamente a farsa sobre Epstein”, escreveu o republicano em sua plataforma Truth Social.

    Além de Clinton, o presidente disse que investigaria a relação do bilionário com outros nomes, como o ex-secretário do Tesouro Larry Summers. Ele também mencionou o investidor e empresário Reid Hoffman, o banco JP Morgan Chase e “muitas outras pessoas e instituições”.

    Trump disse que “provas” mostram os democratas “passando grande parte da vida nas ilhas de Epstein”. Ele não detalhou, porém, quais provas seriam essas. “Epstein era um democrata, e ele é problema dos democratas, não dos republicanos!”, escreveu ele nas mídias sociais

    Post de Trump acontece dias após milhares de arquivos envolvendo Epstein serem publicados nas redes sociais. Em uma das mensagens, o bilionário diz que nunca conheceu “alguém tão ruim” quanto Trump

    Acusado de manter uma rede de exploração sexual de menores e morto na prisão em 2019, Epstein teria dito ser o único “capaz de derrubar” o atual presidente dos EUA. A mensagem está entre os cerca de 20 mil arquivos que deputados do país tornaram públicos nesta semana.

    Trump e Epstein foram amigos nas décadas de 1980 e 1990. Eles frequentavam eventos sociais juntos em Nova York e Flórida. A controvérsia em torno de seus laços estreitos com o criminoso sexual condenado persegue Trump desde julho passado, quando o Departamento de Justiça anunciou que não divulgaria mais informações sobre o financista nova-iorquino, que supostamente cometeu suicídio em 2019 enquanto aguardava julgamento na prisão.

    RELEMBRE O CASO EPSTEIN

    Epstein foi preso pela primeira vez em 2008, quando foi sentenciado a 13 meses de prisão. Na época, os pais de uma menina de 14 anos denunciaram à polícia que o empresário havia abusado sexualmente da garota em sua mansão. Outras possíveis vítimas foram descobertas e foram encontradas fotos de meninas na casa dele.

    Jeffrey se livrou de pegar prisão perpétua. O bilionário fechou um polêmico acordo que o safou de ficar encarcerado pelo resto da vida, mas fez com que fosse registrado na lista federal de criminosos sexuais.

    Ele voltou a ser preso em 2019 sob acusação de tráfico sexual. Jeffrey foi acusado de traficar dezenas de meninas, de explorá-las e abusá-las sexualmente. Desse caso, o bilionário se declarou inocente e sempre negou as acusações. Após um mês na cadeia, aos 66 anos, ele foi encontrado morto na cela em que estava detido. A causa de sua morte divulgada oficialmente foi suicídio.

    Trechos de documentos do caso Epstein foram divulgados na imprensa e revelaram que famosos e políticos participaram das polêmicas festas do empresário. Personalidades como Leonardo DiCaprio, Cameron Diaz, Cate Blanchett, Bruce Willis, Kevin Spacey, George Lucas e Naomi Campbell foram citados, mas nenhum deles foi acusado pela prática de crimes.

    Políticos como o ex-presidente Bill Clinton e o atual mandatários dos EUA, Donald Trump, também são citados em documentos. Os dois, porém, também não receberam acusações criminais formais.

    Membro da realeza britânica, príncipe Andrew já respondeu a processo de abuso sexual relacionado ao caso Epstein. Ele foi acusado de manter relações sexuais com uma garota por intermédio do empresário em uma “orgia com várias menores de idade”. Na época, o Palácio de Buckingham destituiu Andrew de seus deveres militares e de seu título real.

    Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

  • Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

    Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

    Quatro crianças visitaram o presidente norte-americano na Sala Oval da Casa Branca, que lhes ofereceu moedas comemorativas e canetas. Um dos meninos chegou a perguntar ao republicano como é que se chamava

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma pausa no seu dia atarefado para receber e cumprimentar algumas crianças que o visitaram na Sala Oval da Casa Branca e até ofereceu presentes.

    O momento foi compartilhado nas redes sociais pela assessora de comunicação de Donald Trump, Margo Martin, e já foi visto por milhares de usuários em poucas horas. 

    No vídeo, quatro crianças aproximam-se de Donald Trump, que entrega a eles lembranças como canetas e moedas comemorativas. Um dos meninos pergunta ao presidente norte-americano: “Como você se chama?”.

    “O meu nome é Donald”, respondeu Trump, o que motivou algumas gargalhadas, não só das crianças como de quem assistia. 

    De acordo com a Fox News Digital, as crianças são netas da jornalista Salena Zito, que também compartilhou o encontro nas suas redes sociais. 

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por Salena Zito (@salenazito)

    Nos comentários, os internautas elogiaram a simpatia do republicano: “É um avô a fazer coisas de avô” ou “A bondade transcende a política”.

    Esta não é a primeira vez que surgem vídeos de Donald Trump acompanhado de crianças. Por exemplo, na Páscoa deste ano, o presidente norte-americano esteve colorindo ovos com várias crianças. Aliás, recorde-se, Trump tem 11 netos.

    Além disso, no começo deste ano, Trump recebeu o filho de Elon Musk, que na época integrava o governo do republicano, e o pequeno X Æ A-Xii viralizou nas redes sociais ao manda o presidente se calar. “Eu quero que você cale a sua boca”, disse o menino.

    Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

  • Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Kiev viveu uma madrugada de terror com o maior bombardeio russo do ano: 430 drones e 19 mísseis foram lançados, deixando ao menos quatro mortos. O ataque, que Moscou diz ser retaliação, eleva a tensão enquanto a guerra se intensifica em solo e no ar

    (CBS NEWS) – A guerra aérea entre Rússia e Ucrânia voltou a ter uma noite bastante violenta nesta sexta-feira (14), enquanto as forças de Vladimir Putin seguem avançando sobre as defesas de Volodimir Zelenski no país invadido por Moscou em 2022.

    Ao menos quatro pessoas morreram na capital ucraniana, Kiev, durante um mega-ataque que durou quase três horas durante a madrugada. Segundo Zelenski, foram lançados 430 drones e 19 mísseis, a maior parte contra a cidade.

    Todos os distritos de Kiev foram atingidos, e incêndios eram combatidos já com o sol a pino. A Força Aérea local disse ter abatido 405 drones e 14 mísseis, incluindo 2 hipersônicos Kinjal. A Rússia empregou também um modelo hipersônico Tsirkon, raramente usado, que não foi interceptado segundo os ucranianos.

    Outras áreas do país também foram atingidas, mas o foco foi Kiev. Segundo o Ministério da Defesa russo, o ataque foi uma retaliação por ações contra refinarias e infraestrutura energética executadas pela Ucrânia nos últimos dias.

    O foco do conflito vinha sendo mais em solo, com o avanço russo sobre áreas no leste e no sul do vizinho. A pressão sobre o centro logístico de Pokrovsk continua, com tropas de Putin em boa parte da cidade -cuja eventual queda pode dificultar a defesa dos 20% remanescentes da província de Donetsk em mãos de Zelenski.

    Nesta sexta, o ministério anunciou a tomada de mais dois vilarejos na região. A pressão também continua em Zaporíjia, ao sul, onde a resistência ucraniana tem sido vencida pela pressão russa e pela transferência de reforços de lá para Pokrovsk.

    O governo de Kiev, por sua vez, acentuou o combate assimétrico, lançando segundo Zelenski novos mísseis de cruzeiro de fabricação local, o Netuno Longo, contra alvos na Rússia.

    Mas foi um ataque atribuído a drones que causou o maior estrago da noite na terra de Putin, com múltiplas explosões no porto de Novorossisk, no sul russo. O terminal já sofre com a queda no volume embarcado de petróleo e grãos, e segundo a mídia local todo o trabalho foi paralisado para reparos nesta sexta.

    A escalada sem freios no conflito ocorre no momento em que o governo de Donald Trump deixou de insistir na negociação direta com Putin e passou a esperar os efeitos de novas sanções aplicadas às duas maiores petroleiras russas, a Rosneft e a Lukoil.

    A última vive uma situação complexa, pois tem US$ 22 bilhões de ativos no exterior, de postos de gasolina na Finlândia e refinaria na Bulgária a campos de petróleo e gás em diversos países. Compradores correm para fazer ofertas, mas o eventual ganho da Lukoil pode ser congelado pelas sanções.

    No Egito, Cazaquistão e Moldova, os governos locais ensaiam a nacionalização dos ativos russos. Apesar disso, nada sugere ainda que Putin irá reduzir a intensidade de sua campanha contra a Ucrânia.

    Zelenski também vive um momento político complexo, tentando abafar o escândalo de desvio do equivalente a R$ 527 milhões do setor de energia do país, justamente um dos mais afetados pelos ataques russos.

    O presidente afastou o atual ministro da Justiça, German Galuschenko, que era o titular da pasta da Energia. A crise gerou admoestação de apoiadores europeus de Kiev, como a Alemanha, cujo premiê Friedrich Merz ligou para Zelenski pedindo rigor nas apurações.

    A Comissão Europeia chamou o episódio de lamentável, e a França anunciou uma visita de Zelenski a Paris na segunda (17) para tentar sinalizar apoio continuado aos ucranianos.

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo