Categoria: MUNDO

  • Maduro responde a ameaças de Trump: "Temem-nos porque não temos medo"

    Maduro responde a ameaças de Trump: "Temem-nos porque não temos medo"

    O presidente da Venezuela defendeu a liberdade e a soberania do país, face às ameaças do líder norte-americano, Donald Trump, de quem Nicolás Maduro afirmou não ter medo.

    “O povo venezuelano diz ao império: Chega de ameaças! Viva a liberdade do povo venezuelano, viva a pátria livre e soberana!”, declarou Maduro no sábado.

    Os Estados Unidos “têm medo de nós porque nós não temos medo”, acrescentou o presidente venezuelano, em declaração transmitida pela emissora estatal VTV.

    Maduro afirmou que as ameaças dos EUA, em vez de intimidar, resultaram em uma pátria “mais unida do que nunca”.

    “Estamos mais unidos do que nunca para garantir a soberania, a paz e o direito à vida e ao trabalho do povo da Venezuela”, reforçou.

    O presidente elogiou a natureza “guerreira, rebelde e livre” dos venezuelanos e disse que estão “ansiosos e preparados” para enfrentar qualquer dificuldade.

    “Se nos ameaçarem, ficamos ainda mais fortes”, concluiu Maduro, fazendo também um apelo aos parceiros da América Latina e do Caribe.

    “O povo bolivariano está de pé, independente, livre e soberano, e o império brutal não conseguiu nos colocar de joelhos, nem conseguirá”, disse o chefe de Estado, em referência a Simón Bolívar (1783–1830), considerado o pai da independência da Colômbia, Venezuela, Equador, Peru, Panamá e Bolívia.

    No sábado, o Exército venezuelano foi enviado a várias comunidades para ensinar moradores a manusear armas, como parte de um plano de treinamento diante das tensões com os Estados Unidos.

    Horas antes, o presidente norte-americano havia ameaçado a Venezuela com consequências “incalculáveis” caso o governo de Caracas não aceitasse o retorno de “prisioneiros e internos de hospitais psiquiátricos” que, segundo ele, foram “empurrados” para os EUA.

    “Queremos que a Venezuela aceite imediatamente todos os prisioneiros e internos de hospitais psiquiátricos (…) que os dirigentes venezuelanos forçaram a entrar nos Estados Unidos”, escreveu Donald Trump.

    “Façam-nos sair do nosso país imediatamente, ou o preço que vocês pagarão será incalculável”, completou.

    Trump aumentou recentemente a pressão diplomática e militar sobre a Venezuela, enviando navios de guerra para o Caribe — oficialmente para uma operação antidrogas — e destacando dez caças F-35 para Porto Rico, território associado aos EUA.

    Washington acusa Maduro de chefiar uma ampla rede de narcotráfico voltada aos Estados Unidos e anunciou ter destruído recentemente várias embarcações de supostos “narcoterroristas”.

    O partido de oposição venezuelano Vontade Popular, liderado por Leopoldo López, manifestou apoio ao destacamento militar dos EUA.

    Em comunicado publicado na rede social X, o partido reiterou a necessidade de “aumentar a pressão política, econômica e diplomática para acelerar a transição para um país livre, com instituições legítimas e respeito aos direitos humanos”.

    Maduro responde a ameaças de Trump: "Temem-nos porque não temos medo"

  • Funeral do conservador Charlie Kirk gera tensão e segurança apertada

    Funeral do conservador Charlie Kirk gera tensão e segurança apertada

    A tensão era alta na cidade de Glendale, no sudeste dos Estados Unidos, horas antes do funeral do ativista conservador assassinado Charlie Kirk, com as autoridades intensificando as medidas de segurança.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e outros líderes políticos vão se reunir no estádio State Farm para homenagear o ativista, neste domingo (21).

    No dia 10 de setembro, Kirk foi mortalmente atingido por um tiro no pescoço durante um evento universitário, diante de centenas de estudantes, na Universidade de Utah Valley, no estado de Utah, no oeste dos EUA.

    O assassinato gerou um intenso debate sobre segurança e liberdade de expressão.

    O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) reforçou a vigilância e as medidas de segurança na cidade de Glendale, no Arizona, mobilizando agentes federais em cooperação com autoridades locais.

    Segundo um relatório policial citado pela emissora ABC, as autoridades estavam “monitorando várias ameaças de credibilidade desconhecida” contra pessoas que planejavam comparecer ao memorial.

    Medidas de segurança adicionais foram implementadas devido aos potenciais riscos da cerimônia, prevista para começar às 11h locais, que deve atrair mais de 100 mil pessoas para Glendale.

    O DHS atribuiu ao evento a classificação de segurança mais alta da agência, nível reservado apenas para acontecimentos de grande porte, como o Super Bowl, a final da liga de futebol americano.

    Na sexta-feira, o Serviço Secreto anunciou a prisão de um homem armado, acusado de se passar por policial, dentro do estádio, que tem capacidade para mais de 60 mil pessoas.

    O homem, de 42 anos, entrou no local “antes de qualquer perímetro de segurança ser estabelecido”, disse o porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, à Fox News.

    Kirk, de 31 anos, era fundador da Turning Point USA, uma organização juvenil sem fins lucrativos dedicada à promoção de princípios conservadores e da liberdade de expressão.

    Em Phoenix, capital do Arizona, centenas de pessoas marcharam no sábado para depositar flores, bandeiras dos EUA e balões com as cores do país em frente à sede da organização, em uma faixa de cerca de 100 metros.

    Entre outras ideias, Kirk defendia que valia a pena sacrificar vidas de pessoas assassinadas a tiros nos Estados Unidos para que os cidadãos norte-americanos pudessem manter o direito de portar armas de fogo.

    O ativista, pai de dois filhos, era aliado próximo de Trump, que anunciou a concessão póstuma da Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração civil dos EUA.

    O acusado do assassinato — um jovem branco de 22 anos — enfrenta sete acusações, incluindo homicídio qualificado, crime passível de pena de morte.

    Funeral do conservador Charlie Kirk gera tensão e segurança apertada

  • Ataque? Voos de domingo também serão afetados, diz Aeroporto de Bruxelas

    Ataque? Voos de domingo também serão afetados, diz Aeroporto de Bruxelas

    O Aeroporto de Bruxelas afirmou que os voos programados para domingo também serão afetados pelo ataque informático, tendo solicitado às companhias aéreas que cancelassem metade dos voos de partida.

    O Aeroporto de Bruxelas, na Bélgica, anunciou na tarde deste sábado que os voos programados para domingo também serão afetados pelo ataque cibernético que atingiu vários aeroportos europeus.

    “Como resultado de um ataque cibernético ao prestador de serviços externo dos sistemas de check-in e embarque, o horário dos voos também será fortemente afetado no domingo, 21 de setembro. Infelizmente, haverá atrasos e cancelamentos de voos”, alertou a entidade em comunicado publicado na rede social Facebook.

    Na mesma nota, o aeroporto orientou os passageiros a verificarem o status de seus voos antes de se dirigirem ao local e garantiu que “o prestador de serviços está trabalhando ativamente em uma solução e fazendo o possível para resolver o problema o mais rápido possível”.

    O aeroporto também solicitou às companhias aéreas que cancelassem metade dos voos de partida programados para domingo, a fim de evitar longas filas e cancelamentos de última hora, informou a agência Reuters.

    Ainda segundo a Reuters, de acordo com um porta-voz da Comissão Europeia, não há indícios de um “ataque generalizado ou grave” e a origem do incidente segue sob investigação.

    O aeroporto de Heathrow, em Londres — o maior da Europa — também comunicou que seu fornecedor de sistemas de check-in e embarque enfrenta “um problema técnico” que pode causar atrasos nas partidas.

    “Embora o fornecedor esteja trabalhando para resolver o problema rapidamente, recomendamos que os passageiros consultem o status de seus voos com a companhia aérea antes de viajar”, informou o aeroporto em publicação na rede social X (antigo Twitter).

    Heathrow também pediu que os passageiros cheguem com pelo menos três horas de antecedência para voos internacionais de longa distância ou duas horas para voos domésticos no Reino Unido, com o objetivo de “minimizar as interrupções”.

    A situação também afetou o Aeroporto de Berlim, que declarou que, “devido a um problema técnico em um fornecedor de sistemas que atua em toda a Europa, o tempo de espera no check-in está aumentando”.

    “Estamos trabalhando em uma solução rápida”, informou o aeroporto.

    Nos aeroportos portugueses, “a operação aeroportuária segue normalmente”, disse à agência Lusa uma fonte oficial da ANA Aeroportos de Portugal. No entanto, a empresa afirmou que “está acompanhando e monitorando continuamente a situação registrada em outros aeroportos europeus”.

    Ataque? Voos de domingo também serão afetados, diz Aeroporto de Bruxelas

  • Brigitte Macron apresentará 'evidências científicas' de que é mulher

    Brigitte Macron apresentará 'evidências científicas' de que é mulher

    Advogado de Macron diz que provas serão apresentadas em tribunal dos EUA

    O presidente francês Emmanuel Macron e sua esposa, Brigitte Macron, planejam apresentar provas fotográficas e científicas a um tribunal dos EUA para provar que Brigitte é mulher, revelou seu advogado. As evidências serão utilizadas para rebater alegações que questionam seu gênero, promovidas online.

    A medida faz parte de um processo por difamação contra a influenciadora americana Candace Owens, que sugeriu que Brigitte Macron nasceu homem. Tom Clare, principal advogado dos Macron, disse ao podcast ‘Fame Under Fire’, da BBC, que depoimentos de especialistas também serão apresentados para refutar cientificamente as alegações, embora não tenha fornecido mais detalhes.

    O caso lança luz sobre o fascínio público pelo casal, cujo relacionamento incomum começou quando Emmanuel era um estudante de 15 anos e Brigitte, uma professora de 39. Então, o que desencadeou a controversa história de amor e como esse romance nada convencional perdurou?

    Brigitte Macron apresentará 'evidências científicas' de que é mulher

  • China pede "cessar-fogo abrangente" na Faixa de Gaza

    China pede "cessar-fogo abrangente" na Faixa de Gaza

    O chefe da diplomacia da China defendeu a urgência de um “cessar-fogo abrangente” na Faixa de Gaza para travar rapidamente a “atual catástrofe humanitária”, no meio de uma ofensiva de Israel.

    “Os países que têm uma influência especial sobre Israel devem assumir seriamente suas responsabilidades, e o Conselho de Segurança das Nações Unidas e as agências humanitárias também devem cumprir suas obrigações”, disse Wang Yi.

    Em declarações divulgadas no sábado, o ministro das Relações Exteriores da China acrescentou que os planos de Israel para controlar a Cidade de Gaza e acelerar a invasão da Cisjordânia “violam gravemente as normas do direito internacional”.

    Tais ações “colocam em risco a ‘solução de dois Estados’ e minam diretamente a estabilidade do Oriente Médio”, alertou Wang, citado pela agência de notícias oficial chinesa Xinhua.

    “A história tem demonstrado repetidamente que a segurança deve ser compartilhada. Nenhum país pode construir sua própria segurança com base na insegurança de outros países”, observou o ministro.

    Durante um encontro com o chanceler do Marrocos, Nasser Bourita, Wang também apelou “à obtenção de um maior consenso internacional e à formação de uma posição mais unificada” em torno da ‘solução de dois Estados’.

    No sábado, ataques do exército israelense na Faixa de Gaza, a maioria na Cidade de Gaza, mataram mais de 70 pessoas, de acordo com um balanço feito em necrotérios de hospitais por jornalistas do enclave e divulgado em uma plataforma conjunta.

    Uma comissão independente da ONU, relatores de direitos humanos, organizações não governamentais e um número crescente de países classificaram como genocídio a ofensiva militar israelense, que já matou 65.200 pessoas, incluindo 19 mil crianças.

    No sábado, a Presidência da França anunciou que dez países, entre eles Portugal, vão reconhecer um Estado palestino na segunda-feira, em uma conferência em Nova Iorque.

    Nessa conferência, estarão representados “dez países que decidiram proceder ao reconhecimento do Estado da Palestina”, informou um assessor do presidente francês, Emmanuel Macron, à imprensa.

    Além da França, que lidera a iniciativa, e de Portugal, os outros Estados “são Andorra, Austrália, Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Malta, Reino Unido e San Marino”, acrescentou.

    Mais tarde, o Ministério das Relações Exteriores confirmou que Portugal vai reconhecer o Estado da Palestina, mas já no domingo, na véspera da conferência.

    “O Ministério das Relações Exteriores confirma que Portugal vai reconhecer o Estado da Palestina, como o ministro Paulo Rangel já havia antecipado nesta semana”, informou em comunicado.

    Assim, a “Declaração Oficial de Reconhecimento acontecerá ainda antes da Conferência de Alto Nível da próxima semana”, organizada pela França e pela Arábia Saudita na sede das Nações Unidas, em Nova York.”

    China pede "cessar-fogo abrangente" na Faixa de Gaza

  • Trump pede ao Supremo autorização para revogar proteção de 300 mil venezuelanos

    Trump pede ao Supremo autorização para revogar proteção de 300 mil venezuelanos

    O executivo do Presidente norte-americano, Donald Trump, pediu ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos autorização para poder retirar a mais de 300 mil imigrantes venezuelanos o Estatuto de Proteção Temporária, permitindo a sua deportação.

    O pedido para a emissão de uma ordem urgente foi apresentado na sexta-feira, depois de, no início deste mês, um juiz federal de um tribunal da Califórnia ter determinado, em uma decisão confirmada em instância de recurso, que a iniciativa do Departamento de Segurança Interna de revogar o Estatuto de Proteção Temporária é “arbitrária e caprichosa” e deveria ser bloqueada.

    Em maio, a Suprema Corte, tribunal máximo dos Estados Unidos, havia permitido à administração de Donald Trump continuar a retirada do estatuto enquanto a questão era discutida nas instâncias inferiores.

    Segundo a agência de notícias espanhola EFE, os juízes não justificaram por escrito a decisão, algo comum nos procedimentos judiciais considerados urgentes.

    A falta de explicação tem sido mencionada por juízes de tribunais inferiores ao expressarem publicamente a incerteza quando precisam apreciar casos específicos.

    Desde que, em janeiro de 2025, retornou à Casa Branca, após um primeiro mandato entre 2017 e 2021, o republicano Donald Trump tem tentado revogar diversas medidas de proteção a imigrantes, incluindo o cancelamento das autorizações de proteção temporária concedidas a 600 mil venezuelanos e 500 mil haitianos durante a presidência do democrata Joe Biden (2021-2025).

    Trump pede ao Supremo autorização para revogar proteção de 300 mil venezuelanos

  • Homem que profetizou pandemia prevê futuro mais sombrio

    Homem que profetizou pandemia prevê futuro mais sombrio

    O camponês analfabeto do século XIX fez algumas previsões chocantemente precisas

    Você provavelmente está familiarizado com as profecias de Nostradamus, ou mesmo as de Baba Vanga — a mulher que previu o 11 de Setembro. Mas já ouviu falar de um camponês sérvio sem estudos chamado Mitar Tarabich? Bem, ele também fez algumas visões do futuro assustadoramente precisas. Felizmente, ele era afilhado de um padre, que tomou notas de todas as profecias que ele fez.

    Homem que profetizou pandemia prevê futuro mais sombrio

  • Zelenski pede nova reunião bilateral com Lula na ONU

    Zelenski pede nova reunião bilateral com Lula na ONU

    A última solicitação foi feita em maio deste ano, quando ambos os líderes iriam se encontrar na cúpula do G7 no Canadá. Lula aceitou o convite, mas, por questões de agenda, eles não se encontraram.

    JULIA CHAIB E RICARDO DELLA COLETTA
    WASHINGTON, EUA, E BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, pediu uma nova reunião bilateral com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ocorreria durante a Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na próxima semana, em Nova York, nos Estados Unidos.

    A última solicitação foi feita em maio deste ano, quando ambos os líderes iriam se encontrar na cúpula do G7 no Canadá. Lula aceitou o convite, mas, por questões de agenda, eles não se encontraram.

    A última vez que eles se reuniram foi em setembro de 2023, também às margens da Assembleia-Geral.

    Meses antes, os dois se desencontraram também numa cúpula do G7 em Hiroshima (Japão), em maio, de 2023. Naquela ocasião, os dois presidentes responsabilizaram um ao outro pelo cancelamento de uma conversa que teria sido agendada e não ocorreu. Lula disse que Zelenski “não apareceu”; o ucraniano, depois, afirmou que o brasileiro “não achou tempo” para se reunir com ele.

    A agenda pode servir ao presidente brasileiro como forma de equilibrar as críticas recebidas neste ano, quando visitou a Rússia.
    Desde que assumiu o governo, em 2023, Lula tenta se colocar como um possível mediador para o conflito entre Ucrânia e Rússia, iniciado um antes da sua posse, mas tem recebido críticas pelo que países consideram ser uma posição mais próxima de Vladimir Putin.

    Logo no início do mandato, o governo tentou costurar com a China uma posição conjunta para uma futura negociação de paz na Ucrânia, o que foi rechaçado por Zelenski.

    Neste ano, Lula voltou a se engajar no tema. Após participar das celebrações dos 80 anos da vitória russa na Segunda Guerra Mundial, ele pediu a Putin, durante uma ligação, que fosse a Istambul negociar um cessar-fogo. Delegações dos dois lados da disputa se reuniram na Turquia para conversas, mas nem Putin nem Zelenski compareceram.

    Zelenski pede nova reunião bilateral com Lula na ONU

  • Ataque cibernético afeta aeroportos europeus

    Ataque cibernético afeta aeroportos europeus

    O ataque, que visa um fornecedor de serviços de ‘check-in’ e embarque, está causando atrasos e cancelamentos de voos em vários aeroportos europeus, incluindo aeroportos em Londres, Bruxelas e Berlim.

    Um ataque cibernético a um fornecedor de serviços de check-in e embarque está interrompendo as operações de vários aeroportos europeus, incluindo Londres, no Reino Unido, Bruxelas, na Bélgica, e Berlim, na Alemanha.

    Segundo a agência de notícias Reuters, que cita os operadores dos aeroportos de Heathrow (Londres), Bruxelas e Berlim, o ataque está causando atrasos e cancelamentos de voos.

    Em Bruxelas, por exemplo, o ataque deixou os sistemas automatizados fora de operação, permitindo apenas os procedimentos manuais de check-in e embarque.

    “Isso tem um grande impacto na programação dos voos e, infelizmente, vai provocar atrasos e cancelamentos”, informou o Aeroporto de Bruxelas em comunicado, garantindo que “o fornecedor de serviços está trabalhando ativamente no problema e tentando resolvê-lo o mais rápido possível”.

    De acordo com o portal do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, um voo da TAP que deveria partir da capital portuguesa com destino a Bruxelas às 07h15 já foi cancelado.

    Outro voo, com partida de Bruxelas e aterrissagem prevista em Lisboa às 13h45, também foi cancelado.

    Em Londres, o Aeroporto de Heathrow também alertou para atrasos causados por “um problema técnico” em um fornecedor externo.

    Passageiros com voos marcados para este sábado estão sendo aconselhados a confirmar sua viagem junto às companhias aéreas antes de se dirigir ao aeroporto.

    Já o Aeroporto de Berlim informou que, “devido a um problema técnico em um fornecedor de sistemas que opera em toda a Europa, o tempo de espera no check-in está aumentando”.

    “Estamos trabalhando em uma solução rápida”, disse o aeroporto.

    Ataque cibernético afeta aeroportos europeus

  • "Repugnante": Netanyahu rejeita ligação de Israel à morte de Kirk

    "Repugnante": Netanyahu rejeita ligação de Israel à morte de Kirk

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que “alguém inventou uma mentira monstruosa: que Israel teve alguma coisa a ver com o horrível assassinato de Charlie Kirk”, o que considerou “ultrajante”.

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, negou os “rumores repugnantes” que ligam Israel à morte de Charlie Kirk, o ativista ultraconservador norte-americano assassinado a tiros durante um evento em uma universidade em Utah.

    “Joseph Goebbels, o ministro da propaganda nazista, disse que quanto maior for a mentira, mais rápido ela se espalhará”, começou Netanyahu em um vídeo em inglês compartilhado na rede social X, na quinta-feira.

    “Pois bem, alguém inventou uma mentira monstruosa: que Israel teve alguma coisa a ver com o horrível assassinato de Charlie Kirk”, acrescentou. “Isso é uma loucura. É falso. É ultrajante.”

    Sem entrar em detalhes sobre as acusações, Netanyahu fez questão de destacar que Charlie Kirk, de 31 anos, “amava Israel” e “amava o povo judeu”, revelando ainda que o ativista lhe enviou uma carta, meses antes de sua morte, em que dizia que defender Israel era uma das “maiores alegrias” de sua vida.

    “Ele me disse: ‘A Terra Santa é tão importante para a minha vida que me dói ver o apoio a Israel desaparecer’”, afirmou Netanyahu.

    “Agora, alguns estão espalhando esses rumores repugnantes, talvez por obsessão, talvez com financiamento do Catar”, continuou o primeiro-ministro. “O que eu sei é o seguinte: Charlie Kirk foi um grande homem, e um grande homem merece honra, não mentiras.”

    Netanyahu lamentou morte de Charlie Kirk, “amigo fervoroso de Israel”

    Charlie Kirk foi morto a tiros durante um discurso em uma universidade de Utah, no dia 10 de setembro. Na ocasião, Netanyahu recorreu às redes sociais para lamentar a morte do “amigo fervoroso de Israel” e ressaltou que “perdemos um ser humano incrível”.

    “Charlie Kirk foi assassinado por dizer a verdade e defender a liberdade. Amigo fervoroso de Israel, combateu as mentiras e defendeu a civilização judaico-cristã. Conversei com ele há apenas duas semanas e o convidei a vir a Israel. Infelizmente, essa visita não acontecerá”, escreveu, minutos após a confirmação da morte.

    “Perdemos um ser humano incrível. Seu orgulho sem limites pelos Estados Unidos e sua firme crença na liberdade de expressão deixarão um impacto duradouro. Descanse em paz, Charlie Kirk”, acrescentou.

    Charlie Kirk, que morreu aos 31 anos, sempre assumiu uma posição pró-Israel, chegando a afirmar que a Palestina “não existe” e que “Israel não está matando os moradores de Gaza de fome”.

    O ultraconservador foi o fundador da Turning Point USA, uma organização conservadora voltada ao ativismo universitário.

    Nascido em Arlington Heights, subúrbio de Chicago, Kirk vinha de uma família de classe média e desde jovem demonstrou interesse pela política.

    Defensor do porte de armas de fogo, ele se tornou uma das vozes mais conhecidas do movimento jovem conservador nos Estados Unidos, próximo do ex-presidente Donald Trump.

    "Repugnante": Netanyahu rejeita ligação de Israel à morte de Kirk