BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (1º) que Israel e o Hezbollah concordaram e…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Categoria: MUNDO
-

Trump diz ter falado com líderes de Israel e Hezbollah e anuncia trégua dentro da trégua no Líbano
-

Trump contesta agência e diz que conversa com Irã segue em ritmo acelerado
SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Horas após a agência de notícias iraniana Tasnim citar que as negociações do Irã com os EUA estariam suspensas, o…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Trump contesta agência e diz que conversa com Irã segue em ritmo acelerado
-

EUA: policial é demitido por agredir violentamente mulher durante prisão
Um agente da polícia da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, foi expulso da força de segurança, após ser descoberto um vídeo de videovigilância o…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
EUA: policial é demitido por agredir violentamente mulher durante prisão
-

Pezeshkian promete facilitar passagem de navios japoneses por Ormuz
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou nesta segunda-feira que o país está disposto a garantir a passagem de navios japoneses pelo Estreit…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Pezeshkian promete facilitar passagem de navios japoneses por Ormuz
-

Jovem grávida é morta a tiros pelo namorado; bebê nasce em estado grave
Uma adolescente de 17 anos, grávida de oito meses, foi morta a tiros pelo namorado durante uma viagem de férias com a família em San Diego, no esta…
leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.
Jovem grávida é morta a tiros pelo namorado; bebê nasce em estado grave
-

EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo
Exército norte-americano afirma ter atingido radares e centros de controle de drones no sul do Irã após a derrubada de uma aeronave não tripulada. Teerã diz ter retaliado e ameaça endurecer a resposta em caso de novas ofensivas
Os Estados Unidos anunciaram que realizaram ataques durante o fim de semana contra alvos no sul do Irã, mirando sistemas de radar e centros de controle de drones, apesar do cessar-fogo em vigor entre os dois países.
Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom), os ataques ocorreram entre sábado e domingo e tiveram como alvo a cidade de Goruk e a ilha de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz.
Em publicação na rede social X, o Centcom afirmou que as operações foram realizadas em resposta a ações consideradas agressivas por parte do Irã, incluindo a derrubada de um drone norte-americano MQ-1 que estaria operando em águas internacionais.
“As aeronaves dos Estados Unidos responderam rapidamente, destruindo sistemas de defesa aérea iranianos, uma estação de controle em solo e dois drones de ataque de uso único que representavam uma ameaça às embarcações que transitavam pela região”, informou o comando militar.
Ainda segundo o Centcom, nenhum militar norte-americano ficou ferido durante a operação. O órgão acrescentou que continuará protegendo os interesses e ativos dos Estados Unidos diante do que classificou como agressões injustificadas por parte do Irã durante o atual cessar-fogo.
Em comunicado divulgado pela agência estatal iraniana IRNA, a Guarda Revolucionária afirmou que as forças norte-americanas atingiram uma torre de telecomunicações localizada em uma ilha de Sirik, na província de Hormozgan.
A corporação informou ainda que respondeu ao ataque contra uma base utilizada pelos militares dos Estados Unidos para realizar a ofensiva. O comunicado não especifica a localização da instalação militar, mas afirma que os alvos foram destruídos.
A Guarda Revolucionária também advertiu que, caso novos ataques ocorram, a resposta será mais severa e responsabilizou os Estados Unidos por uma eventual escalada do conflito.
Também neste domingo, o Kuwait informou, por meio da rede social X, que seus sistemas de defesa aérea foram acionados durante a madrugada para interceptar drones e mísseis.
O Estado-Maior das Forças Armadas do país declarou que os sistemas de defesa estavam respondendo a “ataques inimigos”, sem informar qual região do território foi afetada.
As autoridades militares acrescentaram que os sons de explosões ouvidos pela população eram resultado das interceptações realizadas pelas forças de defesa e orientaram os moradores a seguirem as recomendações de segurança emitidas pelos órgãos competentes.
EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo
-

Petro e aliado rejeitam resultado do 1º turno na Colômbia
Presidente colombiano e o candidato de esquerda Iván Cepeda questionaram a apuração preliminar das eleições presidenciais, vencida por Abelardo de la Espriella, e cobraram esclarecimentos sobre supostas inconsistências no cadastro eleitoral
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e o candidato de esquerda Iván Cepeda rejeitaram os resultados preliminares do primeiro turno das eleições presidenciais, que colocaram o candidato de direita Abelardo de la Espriella na liderança da disputa.
No domingo, Petro afirmou que não reconhece a apuração preliminar, realizada com 98% das urnas contabilizadas, que aponta De la Espriella como o mais votado, com mais de 10 milhões de votos, o equivalente a 43,74% do total.
“Como presidente, não aceito os resultados preliminares da apuração”, escreveu Petro na rede social X. O mandatário voltou a criticar o sistema eletrônico de votação e afirmou que só reconhecerá o resultado oficial divulgado pelas autoridades eleitorais da Colômbia.
Segundo Petro, a contagem preliminar, que tem caráter apenas informativo e não possui validade legal, utiliza um sistema que apresentaria inconsistências em relação ao cadastro eleitoral oficial.
Sem apresentar provas, o presidente alegou que o sistema acrescentou cerca de 800 mil pessoas ao registro eleitoral e que centenas de milhares de votos teriam sido adicionados em algumas seções eleitorais já contestadas.
Petro também voltou a citar a empresa Thomas Greg & Sons, que está no centro de uma disputa com o governo colombiano envolvendo o contrato para emissão de passaportes e sua participação em processos eleitorais.
Abelardo de la Espriella, do movimento Defensores da Pátria, e Iván Cepeda, do Pacto Histórico, disputarão o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 21 de junho.
Os dois candidatos foram os mais votados entre os dez concorrentes que participaram da disputa no primeiro turno.
De la Espriella surpreendeu ao obter um desempenho superior ao previsto pelas pesquisas de intenção de voto, que o colocavam de forma recorrente na segunda posição, atrás de Cepeda.
Já o candidato de esquerda terminou o primeiro turno com cerca de 9,5 milhões de votos, o equivalente a 40,9% do total, segundo dados do Registro Nacional, órgão responsável pela organização das eleições.
Iván Cepeda também afirmou que não reconhecerá os resultados até que sejam esclarecidas as dúvidas relacionadas ao cadastro eleitoral e às contestações apresentadas em diferentes seções de votação.
“Há uma discrepância que queremos verificar em relação ao cadastro eleitoral, e não estamos falando de um número pequeno. Estamos falando de 885 mil pessoas”, declarou Cepeda a apoiadores em Bogotá, sem detalhar a origem do dado.
O candidato também alegou que recebeu “10 milhões de votos contabilizados incorretamente na Colômbia” e afirmou que o Pacto Histórico continua sendo a principal força política do país.
Cepeda ainda acusou o presidente do Equador, Daniel Noboa, de interferir na eleição colombiana por supostamente atuar em alinhamento com Abelardo de la Espriella.
Aos 48 anos, De la Espriella é considerado um político antissistema e lidera o recém-criado movimento Defensores da Pátria. Durante a campanha, prometeu “salvar o país e transformá-lo em uma nação milagrosa”.
Petro e aliado rejeitam resultado do 1º turno na Colômbia
-

Procurada do FBI fingiu ter tumor cerebral e fez viagens com doações
Uma mulher norte-americana, que é acusada de fingir ter um tumor cerebral para enganar os amigos e a família com o objetivo de angariar dinheiro, está entre os fugitivos mais procurados pelo FBI. A suspeita terá usado o dinheiro para viagens de luxo e está foragida desde 2018.
Uma mulher norte-americana acusada de fingir ter um tumor cerebral para enganar amigos e familiares e arrecadar dinheiro está entre os fugitivos mais procurados pelo Federal Bureau of Investigation. Segundo as autoridades, ela teria usado parte do dinheiro arrecadado para fazer viagens de luxo.
Vanessa O’Rouke, hoje com 37 anos, está foragida desde 2018, ano em que foi formalmente acusada pelo suposto esquema de fraude, segundo informações do FBI divulgadas pelo New York Post.
De acordo com as investigações, O’Rouke, natural do estado da Pensilvânia, passou meses tentando convencer amigos e familiares de que estava morrendo por causa de um tumor cerebral conhecido como glioblastoma.
[Legenda]© Reprodução X Ela alegava precisar de dinheiro para tratamentos médicos, despesas do dia a dia e também para participar de um tratamento experimental no exterior.
Vanessa teria dito ainda que todos os tratamentos convencionais aos quais havia se submetido tinham falhado e que, por isso, precisaria viajar até a Austrália para tentar uma terapia experimental, que seria sua melhor chance de sobrevivência.
Comovidos com a situação, familiares e amigos se mobilizaram para ajudá-la por meio de doações e eventos beneficentes destinados a arrecadar fundos para os custos médicos. Todos acreditavam que Vanessa estava gravemente doente — mas, segundo as autoridades, o diagnóstico de câncer era falso.
Os investigadores afirmam que, entre outubro de 2015 e julho de 2016, Vanessa O’Rouke usou falsas alegações sobre seu estado de saúde para obter apoio financeiro de pessoas próximas.
No entanto, em 2016, depois de dizer que viajaria para a Austrália em busca do tratamento experimental, Vanessa teria aproveitado a viagem para fazer turismo.
Após retornar aos Estados Unidos, ela teria continuado com a farsa e incentivado amigos e familiares a organizar novos eventos para arrecadação de dinheiro, incluindo uma campanha online.
Segundo promotores federais, o dinheiro arrecadado também foi usado em uma segunda viagem à Austrália ainda em 2016 — novamente com fins turísticos.
O caso acabou chamando a atenção do FBI e, em 2018, Vanessa O’Rouke foi indiciada por 15 acusações de fraude eletrônica.
O caso de Vanessa é um entre vários episódios de “falso câncer” que ganharam repercussão nos Estados Unidos e chocaram a opinião pública.
Há inclusive outro caso bastante conhecido no país, desta vez na Califórnia, que virou até série de TV.
Trata-se de Amanda Riley, que durante anos fingiu ter câncer enquanto recebia mais de 100 mil dólares em doações.
Segundo as autoridades, esse tipo de fraude costuma ser especialmente eficaz porque apela para a emoção e geralmente acontece dentro de comunidades muito unidas, onde as pessoas querem ajudar alguém que acreditam estar enfrentando uma doença grave e lutando pela vida.
Procurada do FBI fingiu ter tumor cerebral e fez viagens com doações
-

Chefe da OMS diz que 5 pacientes se recuperaram de tipo raro de ebola no Congo
\”Quatro pessoas receberão alta hoje e uma recebeu alta anteontem\”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a inauguração de um novo centro de tratamento de ebola em Bunia, capital da província de Ituri.
Cinco pacientes se recuperaram de um tipo raro de Ebola, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) neste domingo, 31, durante uma visita a Bunia, no leste do Congo, cidade que está no epicentro do surto.
\”Quatro pessoas receberão alta hoje e uma recebeu alta anteontem\”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a inauguração de um novo centro de tratamento de ebola em Bunia, capital da província de Ituri.
\”É claro que ainda estamos trabalhando em vacinas e tratamentos, mas isso não significa que as pessoas não possam se recuperar do ebola\”, acrescentou.
A OMS informou na sexta-feira, 29, que um paciente se recuperou do vírus Bundibugyo, o tipo atual de ebola, para o qual não existe tratamento ou vacina aprovados. Esta foi a primeira recuperação documentada de um paciente com Bundibugyo confirmado durante o surto atual.
A organização de saúde afirmou que os dados oficiais mais recentes mostram 906 casos suspeitos e 223 mortes suspeitas. O país vizinho, Uganda, confirmou nove casos e uma morte, segundo o Ministério da Saúde ugandense, na sexta-feira.
Apesar de instalações de saúde mais bem organizadas e da chegada de novos ajudantes, o vírus continua a se espalhar mais rapidamente do que a resposta humana, afirmou no sábado, 30, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), que pediu a expansão imediata dos testes, o envio mais rápido de profissionais humanitários e o acesso contínuo a suprimentos médicos.
Os perigos enfrentados pelos profissionais de saúde foram agravados pela revolta dos moradores contra os rigorosos protocolos médicos para o tratamento dos corpos das vítimas, que entram em conflito com os ritos funerários locais. Os moradores já realizaram pelo menos três ataques contra centros de saúde.
Tedros enfatizou a importância do envolvimento da comunidade na resposta ao surto durante a inauguração do novo centro de tratamento no domingo.
\”Se você procurar atendimento em um centro de saúde ao apresentar sintomas, poderá receber o apoio necessário e se recuperar. Portanto, o essencial é procurar ajuda o mais cedo possível e obter o suporte necessário\”, afirmou o diretor-geral da OMS.
\”Podemos deter o ebola e qualquer pessoa infectada pode se recuperar. Mas a regra é que isso é responsabilidade de todos e todos os cidadãos devem se envolver\”, acrescentou.
Os ataques na região perpetrados pelas Forças Democráticas Aliadas, um grupo rebelde aliado ao Estado Islâmico, e por uma coligação de milícias étnicas também dificultaram a resposta.
Combatentes da ADF mataram sete pessoas no sábado em Beni, província de Kivu do Norte, uma área também afetada pelo surto, disseram o exército congolês e grupos da sociedade civil.
A doença também foi relatada em Kivu do Norte e Kivu do Sul, ao sul de Ituri, onde o grupo rebelde M23, apoiado por Ruanda, controla muitas cidades importantes, incluindo Goma e Bukavu.
\”A mensagem final que gostaríamos de compartilhar com a comunidade de Ituri é que há esperança\”, disse Pierre Akilimali, Gerente de Incidentes do Instituto Nacional de Saúde Pública do Congo, durante a inauguração no domingo.
\”Com o tratamento sintomático que estamos oferecendo atualmente, estamos vendo os pacientes se recuperarem\”, acrescentou Akilimali.
\”Temos muita esperança. O vírus aqui não é tão complexo quanto aqueles que enfrentamos no passado e, com o apoio de todos os nossos parceiros, acreditamos que conseguiremos controlar este surto o mais rápido possível\”, disse Davin Ambitapio, outro médico do centro de tratamento.
Chefe da OMS diz que 5 pacientes se recuperaram de tipo raro de ebola no Congo
-

Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano
A ação, que tomou também o cume rochoso do castelo, próximo à fronteira dos países, ocorreu após um dos dias mais intensos de disparos do Hezbollah em direção ao norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, o que provocou o fechamento de escolas e restrições.
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Tropas israelenses capturaram o castelo de Beaufort, de 900 anos, no sul do Líbano, afirmou o Exército israelense neste domingo (31), em um avanço significativo contra o Hezbollah, apoiado pelo Irã, apesar do cessar-fogo anunciado há mais de seis semanas.
A ação, que tomou também o cume rochoso do castelo, próximo à fronteira dos países, ocorreu após um dos dias mais intensos de disparos do Hezbollah em direção ao norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, o que provocou o fechamento de escolas e restrições.
A operação, segundo o Exército, teve como foco estabelecer o controle do cume de Beaufort e da área de Wadi al-Saluki, além de enfraquecer o Hezbollah e sua infraestrutura, estabelecida sob orientação iraniana.
O primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu definiu a captura de Beaufort como uma “mudança drástica” na ofensiva do Líbano.
Um soldado israelense foi morto, informou o Exército. Não houve comentários imediatos do Líbano ou do Hezbollah.
A captura do castelo medieval e do seu cume amplia a presença de Israel no Líbano, enquanto a frente militar permanece ativa, mesmo com um cessar-fogo paralelo em vigor na guerra mais ampla contra o Irã.
Beaufort tem valor simbólico e estratégico no conflito. Por ser o ponto mais elevado na região permite a observação de grande parte do sul do Líbano e do norte de Israel, de onde ataques foram lançados contra áreas residenciais israelenses.
O castelo já foi ocupado por 18 anos por Israel, de 1982 a 2000, e se tornou um marco da invasão no Líbano à época. Naquele momento, a ofensiva era contra os guerrilheiros da OLP (Organização para a Libertação da Palestina).
Em junho de 1982, Beaufort foi tomado por uma unidade de elite da Brigada Golani depois de um combate intenso.
O passado do castelo, construído no século 12 por cruzados, também é marcado por conflitos. Beaufort trocou de mão várias vezes durante as Cruzadas, justamente por sua posição estratégica.
Neste domingo, o Exército israelense alertou os civis libaneses que vivem ao sul do rio Zahrani para que deixem a região, avisando que as operações contra o Hezbollah serão intensificadas no local.
“Moradores do sul do Líbano, vocês devem se deslocar imediatamente para o norte do Zahrani”, publicou nas redes sociais o porta-voz em árabe da corporação, Avichay Adraee.
Um ataque israelense perto de um hospital em Tiro, também no sul do Líbano, feriu 13 funcionários neste domingo, disse o Ministério da Saúde libanês. O ataque aéreo nas proximidades do hospital Hiram causou também danos significativos ao local, afirmou o governo em comunicado.
O Hezbollah entrou na guerra dos EUA e Israel contra o Irã disparando foguetes e drones contra Israel no dia 2 de março, dias após o início do conflito com o Irã. Israel passou a tentar afastar o grupo apoiado pelo Irã de sua fronteira norte.
O Hezbollah “realizou numerosos ataques” a partir do cume de Beaufort, disse o Exército, acrescentando que suas tropas estavam operando contra a infraestrutura de lançamento na área, de onde “centenas de projéteis foram disparados contra civis israelenses e soldados das IDF [Forças de Defesa de Israel]”.
Tropas israelenses também estavam operando perto de Nabatieh, importante reduto do Hezbollah no sul do Líbano, informou o Exército.
Após a tomada do castelo medieval de Beaufort, a França solicitou neste domingo uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, disse o ministro das Relações Exteriores francês.
“Embora reconheçamos o direito de Israel, como o de todos os países, à autodefesa (…), nada pode justificar a continuação das operações militares israelenses no Líbano e sua ocupação cada vez mais profunda do território libanês”, disse Jean-Noel Barrot.
Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano