Categoria: MUNDO

  • Hezbollah volta a lançar foguetes contra cidades no norte de Israel

    Hezbollah volta a lançar foguetes contra cidades no norte de Israel

    O Hezbollah afirmou que os foguetes foram disparados contra Kiryat Shmona, às 10h no horário local, e também contra Misgav Am, na região da Alta Galileia

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Hezbollah voltou a lançar foguetes contra cidades no norte de Israel na madrugada desta sexta-feira (10) (horário de Brasília), em meio a divergências sobre o alcance do cessar-fogo entre Estados Unidos, Israel e Irã.

    Grupo político e militar xiita baseado no Líbano afirmou que os ataques atingiram duas localidades perto da fronteira. Segundo o Hezbollah, os foguetes foram disparados contra Kiryat Shmona, às 10h no horário local, e também contra Misgav Am, na região da Alta Galileia.

    Sirenes de alerta aéreo soaram em Israel, inclusive em Tel Aviv, informou o exército israelense, após o lançamento de foguetes do Líbano. Na madrugada desta sexta, o Hezbollah reivindicou a autoria de diversos ataques com foguetes e drones, incluindo disparos contra “grupos de soldados” em ambos os lados da fronteira entre o Líbano e Israel, e outro contra uma cidade fronteiriça israelense.

    Hezbollah classificou os disparos como resposta ao que chamou de “violação” do acordo de trégua. Em comunicado, o grupo afirmou: “Essa resposta continuará até que a agressão israelense-americana contra nosso país e nosso povo cesse”.

    ATAQUES OCORREM EM MEIO A NEGOCIAÇÕES DE PAZ

    Islamabade, a capital do Paquistão, está em lockdown para receber as reuniões de paz entre Irã e Estados Unidos. O país decretou um feriado de dois dias, que começou nesta quinta-feira (09). Na manhã desta sexta, segundo a agência de notícias Associated Press, as estradas estavam praticamente desertas.

    Algumas das suas principais vias foram fechadas como medida de segurança. Pontos de controle foram montados em estradas e a segurança foi intensificada na cidade de 1.900.000 habitantes.

    O horário da reunião não foi divulgado pelos países envolvidos nas negociações até o momento. Segundo a AP, a expectativa é de que as negociações comecem amanhã

    Steve Witkoff e Jared Kushner, que representarão os Estados Unidos, embarcarão hoje para o país. Teerã não detalhou oficialmente será enviado para as conversas, mas, segundo a imprensa estatal, o presidente do parlamento do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, participará da comitiva.

    Reunião foi anunciada na quarta-feira pelo Paquistão e confirmada pelos Estados Unidos. O Paquistão tem atuado como a principal intermediadora da situação desde o início do conflito.

    CESSAR-FOGO FRÁGIL

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na terça-feira um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. Os ataques foram suspensos por duas semanas e a trégua começou imediatamente, informou ele em publicação na Truth Social

    A declaração de cessar-fogo ocorreu após pedido do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que intermediava as conversas. O primeiro-ministro solicitou uma trégua de duas semanas na guerra no Oriente Médio.

    O Irã também aceitou a proposta apresentada pelo Paquistão. O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã divulgou o comunicado em que afirma que o plano com 10 pontos do país persa “enfatiza questões fundamentais”, como a “passagem regulamentada pelo Estreito de Hormuz sob a coordenação das Forças Armadas do Irã”.

    O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país aceita a trégua, mas impôs condições. Ele pediu que os ataques contra o território iraniano fossem interrompidos. O país ordenou, ainda, a cobrança de taxas de embarcações que transitarem pelo Estreito de Hormuz por parte de Irã e de Omã. Se confirmada, a cobrança seria inédita, já que a região sempre foi tratada como uma via internacional livre.

    No dia seguinte ao anúncio, porém, o Irã acusou Israel de violar o cessar-fogo por seguir bombardeando o Líbano. Tanto Benjamin Netanyahu, quanto Donald Trump informaram que o país não estava incluso na trégua por causa do Hezbollah.

    Nesta quinta, porém, Israel sinalizou que negociaria separadamente a paz com o Líbano. Em comunicado, o gabinete de Benjamin Netanyahu informou que as negociações diretas devem acontecer “o mais rápido possível”. Poucas horas depois, porém, o premiê afirmou que “não há um cessar-fogo” em curso.

    Hezbollah volta a lançar foguetes contra cidades no norte de Israel

  • Premiê do Reino Unido diz que está farto de Trump e Putin

    Premiê do Reino Unido diz que está farto de Trump e Putin

    Keir Starmer diz que ações dos líderes têm aumentado o preço de energia para consumidores britânicos; político tenta consertar estrago revelando que discutiu ação em Hormuz, mas fala acentua crise com EUA

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A divisão entre os aliados ocidentais no contexto da guerra provocada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (10), com o premiê do Reino Unido, Keir Starmer, fazendo uma rara crítica direta a Donald Trump, de que ele se disse “farto” pelo aumento no custo da energia.

    Starmer colocou no mesmo balaio o presidente americano e seu colega russo, Vladimir Putin, que também impactou o setor invadindo a Ucrânia e levando a sanções ocidentais que tiraram os acessíveis petróleo e gás de Moscou do mercado europeu.

    “Eu estou farto com o fato de que as famílias e os negócios em todo o país verem suas contas subirem e descerem com energia devido às ações de Putin e Trump pelo mundo”, afirmou à rede de TV ITN em entrevista na noite de quinta (9).

    O trabalhista está em apuros. O gasto médio do britânico já subiu 10% desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, e projeções sugerem que o crescimento pode chegar a 40%, em especial pela escassez de gás. Enquanto isso, pesquisa publicada na quinta pelo jornal Telegraph mostra que 65% dos eleitores querem a renúncia de Starmer.

    Na manhã desta sexta, provavelmente ciente do estrago potencial da fala, Starmer revelou que teve uma conversa na véspera com Trump acerca da questão do fechamento do estreito de Hormuz pelo Irã, e que no cardápio estavam “opções militares”. Ele estava no Qatar, onde discutiu a crise.

    Foi vago, mas soa como música para o americano, que não consultou seus aliados na Europa sobre o ataque à teocracia de Teerã e depois passou a atacá-los sistematicamente pelo que chamou de falta de apoio.

    Classificou a Otan, aliança liderada pelos EUA que tem 30 membros na Europa, de covarde por não enviar navios de guerra a Hormuz –de resto, pelo risco representado pelas defesas iranianas lá, nem os americanos circulam na região.

    Com Starmer, houve um agravante. O britânico não permitiu o uso de suas bases no início do conflito, e elas sempre estiveram disponíveis para bombardeiros estratégicos dos EUA em campanhas militares anteriores.

    Pressionado publicamente, o premiê aquiesceu e liberou o emprego de unidades como Fairford (Reino Unido) para ataques no Irã, desde que fossem de natureza defensiva -uma contradição em termos evidente.

    Outros países foram mais radicais. A Espanha não permitiu o uso nem de suas bases, nem do seu espaço aéreo para voos militares americanos. A França vetou alguns voos também, segundo relatos, e tanto Paris como Berlim criticaram abertamente a guerra, que Starmer havia dito que “não era nossa”.

    Isolado ao lado de Binyamin Netanyahu, Trump permaneceu na ofensiva e sugeriu, na semana passada, deixar a Otan. Isso levou o operoso secretário-geral da aliança, o holandês Mark Rutte, a voar para Washington na quarta (8) para tentar acalmar o presidente.

    Nada de concreto além das usuais palavras elogiosas a Trump saiu por ora da reunião. Na quinta (9), Rutte disse que a Otan estaria pronta para ajudar, mesmo militarmente, caso fosse necessário. Mesmo com o tom vago, ele foi criticado pelo chanceler espanhol.

    “A Otan não tem envolvimento nesta guerra, o Oriente Médio não está dentro de sua área de atuação”, afirmou o ministro José Manuel Albares. Qualquer decisão de emprego de força do grupo precisa de aprovação unânime.

    Essa cisão é um dos efeitos do conflito, que mantém os preços do petróleo e do gás em alta desde seu começo.

    O cessar-fogo anunciado por Trump na terça (7) fez o preço do barril Brent cair de US$ 110 para o patamar de US$ 100 nos contratos futuros, mas a natureza frágil do arranjo mantém os preços para compra imediata em estratosféricos US$ 145.

    Um dos nós é a insistência do Irã em controlar Hormuz, que virtualmente fechou desde o começo do conflito. A decisão de abrir uma rota própria com pagamento de pedágio para cargas, um dos pontos que será discutido nas negociações marcadas para amanhã com os EUA no Paquistão, irritou Trump.

    Na quinta, o americano disse que “isso não foi o combinado”. De seu lado, Teerã ameaça não aparecer para conversar devido à continuidade dos ataques de Israel ao seu aliado Hezbollah no Líbano. Netanyahu, pressionado por Trump, anunciou negociações com Beirute, mas não com o grupo xiita, e manteve os combates.

    Premiê do Reino Unido diz que está farto de Trump e Putin

  • Israel condena ministro do Paquistão que chamou país de 'maldição'

    Israel condena ministro do Paquistão que chamou país de 'maldição'

    “Israel é um mau e uma maldição para a humanidade”, teria dito o ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Asif. O Paquistão tem atuado como a principal intermediadora de paz desde o início do conflito

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Israel condenou na manhã desta sexta-feira (10) o ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Asif, por ter chamado o país de “maldição” e “câncer”.

    “Israel é um mau e uma maldição para a humanidade”, teria dito Asif. As declarações ocorreram em uma publicação no X ontem a noite, mas não está mais disponível no perfil do homem na manhã desta sexta.

    Paquistanês disse que enquanto negociações de paz ocorrem, um “genocídio está sendo cometido no Líbano”. “Cidadãos inocentes estão sendo mortos por Israel, primeiro Gaza, depois Irã e agora Líbano, o derramamento de sangue continua inabalável”, continuou.

    “Eu espero e rezo para que as pessoas que criaram este estado cancerígeno em terra palestina para se livrar dos judeus europeus queimem no inferno”, disse Asif.

    Um porta-voz do governo de Israel publicou uma imagem da postagem supostamente apagada e criticou o homem. “Esse é o ministro da Defesa do Paquistão, soando desequilibrado e genocida”, escreveu Eylon Levy na legenda.

    O Paquistão tem atuado como a principal intermediadora de paz desde o início do conflito. Neste sábado (11), Islamabad sediará conversas entre americanos e iranianos. Steve Witkoff e Jared Kushner representarão os EUA, enquanto Teerã, segundo a imprensa estatal, enviará o presidente do parlamento do país, Mohammad Bagher Ghalibaf.

    A declaração de cessar-fogo ocorreu após pedido do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que intermediava as conversas. O primeiro-ministro solicitou uma trégua de duas semanas na guerra no Oriente Médio.

    CESSAR-FOGO FRÁGIL E LÍBANO EXCLUÍDO

    O presidente americano, Donald Trump, anunciou na terça-feira um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. Os ataques foram suspensos por duas semanas e a trégua começou imediatamente, informou ele em publicação na Truth Social.

    O Irã também aceitou a proposta apresentada pelo Paquistão. O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã divulgou o comunicado em que afirma que o plano com 10 pontos do país persa “enfatiza questões fundamentais”, como a “passagem regulamentada pelo Estreito de Hormuz sob a coordenação das Forças Armadas do Irã”.

    O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país aceita a trégua, mas impôs condições. Ele pediu que os ataques contra o território iraniano fossem interrompidos. O país ordenou, ainda, a cobrança de taxas de embarcações que transitarem pelo Estreito de Hormuz por parte de Irã e de Omã. Se confirmada, a cobrança seria inédita, já que a região sempre foi tratada como uma via internacional livre.

    No dia seguinte ao anúncio, porém, o Irã acusou Israel de violar o cessar-fogo por seguir bombardeando o Líbano. Tanto Benjamin Netanyahu, quanto Donald Trump informaram que o país não estava incluso na trégua por causa do Hezbollah.

    Nesta quinta-feira (09), Israel sinalizou que negociaria separadamente a paz com o Líbano. Em comunicado, o gabinete de Benjamin Netanyahu informou que as negociações diretas devem acontecer “o mais rápido possível”. Poucas horas depois, porém, o premiê afirmou que “não há um cessar-fogo” em curso.

    Israel condena ministro do Paquistão que chamou país de 'maldição'

  • Meio século depois, DNA confirma que Ted Bundy matou jovem de 17 anos

    Meio século depois, DNA confirma que Ted Bundy matou jovem de 17 anos

    Laura Ann Aime foi assassinada em 1974, na região do Utah, nos Estados Unidos. Agora, mais de 50 anos depois, um novo teste de DNA confirmou que o responsável pelo homicídio foi o serial killer Ted Bundy

    Laura Ann Aime, de 17 anos, foi assassinada em 1974, no estado de Utah, nos Estados Unidos. Passados mais de 50 anos, um teste de DNA confirmou que o responsável pelo homicídio foi o serial killer [assassino em série] Ted Bundy.

    Apesar de Bundy ter confessado que tinha matado Laura Ann Aime, uma estudante de Direito, antes de ser executado na prisão, em 1989, o caso só agora foi oficialmente resolvido e encerrado. 

    Foi através de uma nova tecnologia que os investigadores conseguiram confirmar a presença do DNA do serial killer no material extraído da jovem.

    Vale destacar que as provas do caso de Aime foram preservadas, com as autoridades forenses conseguindo identificar as partes que pareciam ter maior probabilidade de conter amostras de DNA utilizáveis, explicou o comissário do Departamento de Segurança Pública do Utah, Beau Manson.

    Segundo a Associated Press, em 2023, o laboratório recebeu uma nova tecnologia que permitiu extrair esse DNA das amostras, mesmo podendo estar degradas. A análise permitiu identificar um único perfil de DNA masculino, que foi enviado para uma base de dados nacional.

    Depois da análise, foi então possível confirmar que realmente se tratava do DNA do serial killer norte-americano.

    Este perfil poderá ainda ser usado por outras agências policias que suspeitam há vários anos que Ted Bundy possa estar ligado a outros assassinatos. 

    Laura, vale lembrar, foi encontrada morta à beira de uma estrada no American Fork Canyon em novembro de 1974. A jovem de 17 anos estava amarrada, sem roupa e com marcas de espancamento.

    Os investigadores já suspeitavam há vários anos que Bundy era o autor do assassinato, mas o caso permaneceu em aberto por falta de provas concisas. 

    “É incrível saber que as pessoas ainda estão interessadas no caso da Laura. Falo em meu nome e no da minha família”, afirmou a irmã da jovem assassinada, Michelle Impala, numa coletiva de imprensa. 

    Ted Bundy assassinou, pelo menos, 30 mulheres em vários estados norte-americanos durante os anos 70. Os assassinatos ocorreram em repúblicas universitárias femininas, parques, entre outros locais. 

    Meio século depois, DNA confirma que Ted Bundy matou jovem de 17 anos

  • "Nunca fui amiga de Epstein. Não sou uma vítima", diz Melania Trump

    "Nunca fui amiga de Epstein. Não sou uma vítima", diz Melania Trump

    A primeira-dama norte-americana, Melania Trump, afirmou, esta quinta-feira (9), não ter sido uma “vítima” de Jeffrey Epstein e esclareceu que não foi o magnata a apresentá-la ao seu marido, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

    Nesta quinta-feira (9), a primeira-dama norte-americana, Melania Trump, afirmou não ser uma “vítima” de Jeffrey Epstein e esclareceu que não foi o magnata a apresentá-la ao seu marido, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negando assim qualquer ligação aos crimes do predador sexual. 

    “Nunca fui amiga de Epstein”, afirmou, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington DC.

    A primeira-dama adiantou que conheceu Jeffrey Epstein em 2000 e que não tinha conhecimento das atividades criminosas do predador sexual.

    “Não sou uma vítima de Epstein. […] Epstein não me apresentou Donald Trump. Conheci o meu marido por acaso em uma festa em Nova York, em 1998”, disse, apontando que esse momento foi relatado também no seu livro.

    Explicou também que ela e o marido eram convidados para festas onde também estava presente Jeffrey Epstein, o que era “normal” entre os círculos sociais em Nova York e Palm Beach.

    “Há anos que muitas imagens e declarações falsas sobre Epstein e sobre mim circulam nas redes sociais. Cuidado com aquilo em que acreditam. Essas imagens e histórias são completamente falsas”, continuou, acrescentando não ser “testemunha, nem mesmo uma testemunha anônima, dos crimes de Epstein”.

    E acrescentou: “As falsas calúnias a meu respeito, propagadas por indivíduos e entidades maldosas e com motivações políticas, que procuram prejudicar a minha reputação para obter ganhos financeiros e ascender politicamente, devem terminar”.

    A esposa de Donald Trump referiu ainda que nunca esteve no avião do magnata e que nunca visitou a sua ilha privada nas Caribe.

    “Nunca fui judicialmente acusada ou condenada por qualquer crime relacionado com tráfico sexual, abuso de menores e outros comportamentos repugnantes de Epstein”, acrescentou, citando o Congresso a realizar uma audiência pública para as sobreviventes aos abusos de Epstein, para “dar a essas vítimas a oportunidade de depor sob juramento”.

    E e-mail trocado com Ghislaine Maxwell?

    Melania Trump afirmou também não ser amiga de Ghislaine Maxwell e justificou um e-mail que trocou com a cúmplice de Epstein. 

    “A minha resposta por e-mail a Maxwell não pode ser caracterizada como mais nada além de uma correspondência casual. A minha resposta educada não passa de uma nota de advertência”, destacou. 

    Vale lembrar que, desde o final do ano passado, o Departamento de Justiça norte-americano (DOJ) tem vindo a divulgar diversos documentos de Jeffrey Epstein, que morreu em agosto de 2019 quando estava preso num estabelecimento prisional em Manhattan.

    "Nunca fui amiga de Epstein. Não sou uma vítima", diz Melania Trump

  • EUA: Prédio de estacionamento desaba e deixa um morto e dois desaparecidos

    EUA: Prédio de estacionamento desaba e deixa um morto e dois desaparecidos

    Estrutura que cedeu fazia parte da ampliação do estacionamento de funcionários de um hospital na Filadélfia; colapso começou no topo de uma das escadas de acesso e se espalhou pelos sete andares da estrutura

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um prédio de sete andares que abrigaria o estacionamento de um hospital infantil desabou parcialmente ontem nos Estados Unidos. Um homem morreu e outros dois estão desaparecidos.

    A estrutura que cedeu fazia parte da ampliação do estacionamento de funcionários de um hospital na Filadélfia, estado da Pensilvânia. Segundo a ABC News, o edifício estava sendo erguido na região de Grays Ferry para atender o Children’s Hospital of Philadelphia.

    O colapso começou no topo de uma das escadas de acesso e se espalhou pelos sete andares da estrutura. A prefeita Cherelle Parker descreveu o caso como um “colapso progressivo” do edifício, de acordo com 6abc TV.

    Três trabalhadores foram retirados da área atingida, mas um deles morreu no hospital. Segundo a Associated Press, outros dois seguiam desaparecidos na última atualização divulgada pelas autoridades.

    Retomada na manhã de hoje, a operação de busca teve de ser suspensa por causa da instabilidade da estrutura. A NBC Philadelphia informou que, por volta das 6h30 (horário local), as equipes ainda aguardavam uma avaliação sobre a integridade do prédio antes de retomar os trabalhos.

    Os bombeiros afirmaram que a construção precisará ser estabilizada antes da retomada do resgate. Segundo a 6abc, o comissário Jeffrey Thompson disse que partes do prédio terão que ser retiradas com cautela para que a busca continue com segurança.

    A causa do acidente ainda não foi informada oficialmente. A Associated Press informou que a obra tinha licenças e inspeções em dia e que a apuração está em andamento.

    O hospital disse que acompanha o caso com autoridades e parceiros da obra. Segundo a NBC Philadelphia, a unidade de saúde afirmou que a segurança dos trabalhadores é prioridade e que seguirá colaborando com a investigação.

    EUA: Prédio de estacionamento desaba e deixa um morto e dois desaparecidos

  • Multidões no Irã marcam 40º dia da morte do líder Supremo Khamenei

    Multidões no Irã marcam 40º dia da morte do líder Supremo Khamenei

    Protestos contra a agressão israelense-estadunidense foram registradas no Irã durante toda a guerra, mesmo sob bombas dos inimigos; milhares homenageiam líder assassinado por Israel e Estados Unidos

    Multidões de manifestantes foram as ruas em diversas cidades do Irã, nesta quinta-feira (9), para marcar o 40º dia do assassinato do líder Supremo da República Islâmica, Seyyed Ali Khamenei, morto por bombardeio de Israel e Estados Unidos (EUA) no primeiro dia da guerra.

    Os veículos de imprensa iranianos fizeram uma extensa cobertura dos atos, mostrando o apoio popular ao regime político combatido pelas potências ocidentais. Também foram homenageados os altos dirigentes políticos e militares mortos nos quase 40 dias do conflito, além das 168 meninas mortas no ataque à escola de Minab. 

    “A procissão fúnebre começou na manhã de quinta-feira, com os participantes marchando da Praça Jomhouri até o local onde o aiatolá Khamenei foi assassinado”, informou a mídia estatal Press TV, acrescentando que as homenagens ocorrem em centenas de cidades do país. 

    A cerimônia em Teerã foi até a noite. Em vídeos publicanos pelas emissoras locais, é possível ver milhares de pessoas em marcha em diferentes cidades, segurando bandeiras do Irã e imagens das principais lideranças e também das crianças mortas no ataque a escola.Apoio ao regime

    O antropólogo Paulo Hilu, coordenador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense (UFF), destacou à Agência Brasil que, apesar de haver uma oposição importante à República Islâmica, existem setores que apoiam o regime.

    “Existe uma base de sustentação da República Islâmica na sociedade. São setores que são ideologicamente ou politicamente, ou por interesses pessoais, ligados à manutenção da República Islâmica. Não se trata de uma unanimidade, é uma sociedade dividida”, disse.

    Ainda segundo o especialista, a agressão contra o Irã tem feito pessoas críticas ao regime “passarem a preferir que o regime consiga se defender e salvar o Irã de uma invasão estrangeira ou de uma destruição total”.

    Mais de 3 mil pessoas foram mortas pelos ataques israelenses-estadunidenses no Irã durante a guerra, informou nesta quinta-feira (9) a Organização de Medicina Forense do Irã, sendo que 40% dos mortos ainda não puderam ser identificados.

    Protestos

    Protestos contra a agressão israelense-estadunidense foram registradas no Irã durante toda a guerra, mesmo sob bombas dos inimigos. No dia do ultimato do Trump, que ameaçou um genocídio contra a população iraniana, grupos foram as ruas proteger instalações elétricas e pontos, alvos anunciados da Casa Branca. 

    Após assassinado, Ali Khamenei foi substituído pelo filho, o aiatolá Mojtaba Khamenei, que prometeu vingança “pelo sangue de seus mártires” assassinados por Israel e EUA, incluindo o pai e familiares mortos no ataque do dia 28 de janeiro. 

    Autoridades iranianas alegam que Khamenei escolheu o caminho do martírio, se recusando a ir para abrigos subterrâneos. Ele foi alvejado no escritório que ficava na própria residência. Na cultura política do islã xiita, o martírio é visto como motivo de honra e glória.

    Líder Supremo.

    No Irã, o Líder Supremo é eleito pela Assembleia dos Especialistas (ou dos Peritos), formada por 88 clérigos religiosos escolhidos por voto popular. Apesar do cargo ser vitalício, a Constituição do Irã permite que a Assembleia destitua o Líder Supremo. 

    No cargo de líder supremo por 36 anos, Ali Khamenei estava no topo da estrutura de Poder da República Islâmica do Irã que, além do Executivo, do Parlamento e do Judiciário, conta com o Conselho dos Guardiões, formado por seis indicados pelo Líder Supremo e seis indicados pelo Parlamento.

    O Líder Supremo funciona como uma espécie de Poder Moderador no Irã. As Forças Armadas são diretamente ligadas a ele, e não ao Executivo.

    A República Islâmica do Irã foi instalada em 1979, após uma revolução que pôs fim a 54 anos da dinastia Pahlavi, derrubando o monarca Reza Pahlavi, aliado próximo das potências ocidentais, dando início às atuais hostilidades entre EUA e Irã.

    Multidões no Irã marcam 40º dia da morte do líder Supremo Khamenei

  • Sob pressão dos EUA, Israel abre negociação com Líbano

    Sob pressão dos EUA, Israel abre negociação com Líbano

    Netanyahu afirma que aceitou pedido do governo em Beirute e que objetivo é desarmar o grupo pró-Irã; segundo relatos, Trump quer pausa nos ataques que a teocracia dizia inviabilizar as conversas de paz

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Sob pressão dos Estados Unidos para não descarrilar o processo de paz que ainda nem começou com o Irã, o governo de Israel anunciou nesta quinta-feira (9) que vai abrir negociações para estabelecer relações com o Líbano.

    “À luz dos repetidos pedidos do Líbano, eu instruí o gabinete ontem a começar negociações diretas o mais rapidamente possível. Elas vão focar em desarmar o Hezbollah e estabelecer relações pacíficas entre Israel e o Líbano”, disse em nota o premiê Binyamin Netanyahu.

    Com isso, o único parceiro de Donald Trump na guerra de cinco semanas paralisada na terça (7) para uma trégua visando negociações parece atender a uma demanda da Casa Branca.

    Segundo múltiplos relatos na imprensa americana, o republicano pediu para que Israel suspendesse os ataques ao Líbano. Tanto Washington quanto Tel Aviv disseram que a luta contra o Hezbollah não está coberta no cessar-fogo, mas isso fez com que o Irã ameaçasse romper a trégua.

    O comunicado de Netanyahu não deixa claro se os ataques irão parar, de todo modo, e o Hezbollah seguiu lançando foguetes e drones contra o Estado judeu nesta quinta. O grupo fundamentalista apoiado por Teerã não se pronunciou sobre o anúncio israelense.

    Já uma autoridade libanesa que conversou com a agência Reuters diz que seu governo quer um cessar-fogo para começar a negociar, e pediu para que os EUA sejam os garantidores do processo. Segundo o site americano Axios, a primeira reunião pode ocorrer já na próxima semana.

    O governo libanês é o elo mais fraco nessa corrente, com força militar inferior à do Hezbollah. O grupo também é um partido político importante no Parlamento e tem grande capilaridade social quanto mais ao sul do Líbano se vai.

    A pressão cresceu justamente no primeiro dia do acordo, na quarta (8), quando Netanyahu promoveu o maior ataque do atual conflito contra Beirute e outros pontos do vizinho. Ao menos 254 pessoas morreram, o maior número até aqui na guerra que matou cerca de 1.400 libaneses.

    Em resposta aos ataques israelenses, os iranianos reforçaram sua posição de controlar o estratégico estreito de Hormuz, que Trump quer ver reaberto para os 20% do petróleo e gás natural liquefeito que costumavam escoar por ali, e atacaram vizinhos árabes no golfo Pérsico.

    Nesta quinta, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, reafirmou que as negociações de paz marcadas para começar no sábado (11) no Paquistão não terão sentido se os ataques ao Líbano continuarem.

    Ao mesmo tempo, após realizar bombardeios pela manhã, as Forças de Defesa de Israel emitiram um alerta para que a população dos subúrbios dominados pelo Hezbollah no sul da capital libanesa deixassem a região.

    “Depois do horror de ontem [quarta], achei que ia parar um pouco. É um pesadelo diário, um prédio inteiro a dois quarteirões da minha casa foi ao chão. Não apoio o Hezbollah, mas não é certo punir o país todo”, disse por telefone o professor de literatura Michel Najm, que é cristão maronita e mora na região central da capital.

    Najm conta que já deixou Beirute três vezes nas últimas semanas. O anúncio de Netanyahu ocorreu após seu contato com a reportagem, mas ele dizia não acreditar em paz rápida.

    “A ocupação do sul do Líbano pelos israelenses é um fato. Da última vez, durou 18 anos”, afirmou, em referência à invasão terrestre em curso para criar uma área tampão entre a região e o Estado judeu. “Duvido que o governo esteja em condições de negociar isso”, completou.

    Sob pressão dos EUA, Israel abre negociação com Líbano

  • Mulheres descobrem que eram amantes do mesmo homem durante velório; veja!

    Mulheres descobrem que eram amantes do mesmo homem durante velório; veja!

    Duas mulheres foram filmadas discutindo durante um velório em Veracruz, no México, depois de terem descoberto que ambas mantinham um relacionamento amoroso com o homem que tinha morrido

    Duas mulheres foram flagradas discutindo durante um velório em Veracruz, no México, depois de terem descoberto que ambas mantinham um relacionamento amoroso com o morto. O momento foi gravado e rapidamente se tornou viral. 

    Uma das mulheres teria sussurrado perto do caixão: “Amor, vou sentir a tua falta”. Afirmação que levantou suspeitas em relação à outra mulher que estava também presente no velório, segundo o tablóide britânico The Sun. 

    “Quem é você?”, questionou a mulher, tendo a outra revelado que mantinha um relacionamento amoroso com o homem.

    No vídeo – que pode ver acima -, as duas mulheres começam a discutir sobre o caixão no meio, enquanto as restantes pessoas assistiam. 

    Durante a discussão, uma das mulheres agarra em um ramo de flores e a outra parece tentar recuperá-lo.

    No final, surge uma terceira pessoa que tentou acabar com a discussão, tendo agarrado uma das amantes.

    De acordo com o meio de comunicação britânico, o vídeo conta já com mais de 150 mil visualizações e centenas de comentários. Entre eles surgem várias piadas sobre o momento. “Elas quase o mataram de novo”, comentou um usuário. Já outro escreveu: “É óbvio que o morto não vai para o céu”. 

     

    Mulheres descobrem que eram amantes do mesmo homem durante velório; veja!

  • “Nossa, você é gostosa”, diz conselheiro a estudante em reunião nos EUA

    “Nossa, você é gostosa”, diz conselheiro a estudante em reunião nos EUA

    O comentário feito por um membro do conselho escolar do Tennessee durante uma sessão transmitida ao vivo gerou indignação nacional. A frase dirigida a uma aluna viralizou, motivou pedidos de afastamento e levou pais e autoridades a cobrarem responsabilização imediata pelo comportamento do educador

    Um episódio ocorrido durante uma reunião do conselho escolar do condado de Washington, no Tennessee, gerou forte reação pública nos Estados Unidos. Segundo a emissora WSMV, o conselheiro Keith Ervin foi flagrado dirigindo comentários inadequados a uma estudante que participava da sessão.

    A adolescente falava sobre mudanças no currículo escolar quando Ervin se aproximou, colocou o braço ao redor dela e afirmou: “Nossa, você é gostosa! Sabia?”. A frase, dita diante das câmeras que transmitiam o encontro ao vivo, provocou risos desconfortáveis entre os presentes. Em seguida, o conselheiro ainda perguntou: “Onde você estuda?”. Ao ouvir que a jovem era aluna da David Crockett High School, limitou-se a responder: “Tudo bem”.

    Apesar do choque visível entre alguns participantes, ninguém confrontou Ervin naquele momento, e a reunião continuou normalmente. O vídeo, porém, viralizou nas redes sociais e desencadeou uma onda de indignação. Mais de 3.400 pessoas já assinaram uma petição pedindo a destituição do conselheiro e do superintendente Jerry Boyd, acusado por críticos de ter rido durante o episódio.

    A presidente do conselho de educação, Annette Buchanan, declarou que o comentário “objetificou e diminuiu” a estudante, que está no último ano do ensino médio. Pais também demonstraram surpresa com a falta de reação imediata dos demais membros do conselho. Melanie Bell afirmou à WJHL que “meu primeiro pensamento foi que as pessoas estavam rindo. Ninguém se preocupou em defendê-la”, acrescentando que Ervin, por ser um representante eleito, deveria ter “muito cuidado com o que diz, especialmente diante das câmeras”.

    Ervin, por sua vez, negou ter tido intenção ofensiva. Em entrevista à WJHL, disse que a jovem havia feito “perguntas inteligentes e pertinentes” e que o comentário foi mal interpretado. “Quer dizer, eu fiquei impressionado e os outros membros do conselho também, porque ela fez uma boa pergunta”, declarou. Ele ainda afirmou: “Sou da velha guarda, sou um caipira. E não quis dizer nada com aquilo. Eu só estava orgulhoso dela”, alegando que “faltou contexto” ao vídeo que circulou online.

    “Nossa, você é gostosa”, diz conselheiro a estudante em reunião nos EUA