Categoria: MUNDO

  • Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

    Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

    Os documentos mostram que, mesmo depois de condenado em 2008 por crimes sexuais contra meninas, Epstein continuou cercado por algumas das pessoas mais poderosas do mundo.

    FERNANDA MENA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bilionários, príncipes e presidentes estão citados dezenas, centenas e até milhares de vezes nos mais de 3 milhões de arquivos reunidos na investigação do caso de Jeffrey Epstein divulgadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no último dia 30 de janeiro.

    Os documentos mostram que, mesmo depois de condenado em 2008 por crimes sexuais contra meninas, Epstein continuou cercado por algumas das pessoas mais poderosas do mundo.

    Nos documentos aparecem nomes como Donald Trump, o ex-presidente Bill Clinton, os magnatas da tecnologia Bill Gates e Elon Musk, o ideólogo da ultradireita Steve Bannon e o príncipe Andrew, do Reino Unido – além de políticos, CEOs, celebridades e membros da realeza europeia.

    Estar citado nos arquivos não significa ter cometido crime. Mas significa ter circulado no entorno de Epstein. Os registros mostram encontros, viagens em seu jatinho, festas, negócios e favores.

    Epstein era um financista que acumulou fortuna e uma rede de influência junto à elite global.

    Preso em 2008, fez um acordo judicial e deixou a prisão após 13 meses, registrado num sistema federal de agressores sexuais.
    Em 2019, no primeiro governo Trump, voltou a ser preso, acusado de exploração sexual e tráfico de meninas. Morreu semanas depois na prisão. A morte foi considerada suicídio, mas gerou dúvidas e ampliou o alcance do escândalo.

    Mensagens, fotos e vídeos reunidos na investigação trazem indícios sinistros de abuso, pedofilia e tráfico humano. Há também a suspeita de que Epstein registrava imagens comprometedoras envolvendo homens poderosos e meninas exploradas para futuras chantagens. Isso ajudaria a explicar o silêncio e a proteção que o cercaram até a sua morte.

    Sobreviventes afirmam que, na divulgação dos documentos, o Departamento de Justiça ocultou nomes de abusadores influentes, enquanto manteve visíveis dados pessoais e detalhes íntimos das vítimas – o que, segundo elas, reforça a impunidade e provoca nova violência.

    O Brasil também aparece nos arquivos, seja em um CPF ativo do criminoso, seja em trocas de e-mails que indicam interesse de Epstein em adquirir uma agência de modelos no país para facilitar seu acesso a garotas brasileiras.

    Na Europa, o caso já derrubou diplomatas e ministros. Nos Estados Unidos, o impacto político ainda está em andamento, e as consequências são incertas.

    Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

  • Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

    Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

    Apresentadora faz novo apelo pela libertação da mãe, desaparecida há duas semanas. FBI analisa DNA encontrado perto da casa da vítima e dobrou recompensa para US$ 100 mil por informações que levem ao paradeiro dela

    Duas semanas após o desaparecimento da mãe, a apresentadora norte-americana Savannah Guthrie voltou a fazer um apelo público por informações que levem ao paradeiro dela. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou que a família mantém a esperança e pediu que eventuais envolvidos revelem o que sabem.

    “Já se passaram duas semanas desde que a nossa mãe foi levada e eu só queria vir aqui e dizer que ainda temos esperança e ainda acreditamos. Queria dizer a quem quer que a tenha ou saiba onde ela está, que nunca é tarde demais para fazer a coisa certa. Nós estamos aqui e acreditamos na bondade dos seres humanos”, declarou.

    O caso é investigado pelo FBI, que analisa o DNA encontrado em uma luva recolhida próximo à residência de Nancy Guthrie. O item passou a integrar as provas após parecer semelhante ao usado por um suspeito flagrado por câmera de segurança da campainha da casa.

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    As imagens mostram um homem usando máscara de esqui, luvas pretas e mochila se aproximando da porta da residência. Ele aparentava estar armado. Segundo o FBI, o suspeito tem entre 1,75 m e 1,77 m de altura.

    De acordo com as autoridades, Nancy foi sequestrada nas primeiras horas do dia 1º de fevereiro. Ela havia sido vista pela última vez em 31 de janeiro, quando foi deixada em casa por um familiar, após visitar a filha Annie.

    Desde então, operações de busca foram realizadas, dois homens chegaram a ser detidos e posteriormente liberados, e houve ao menos duas tentativas de pedido de resgate. Até o momento, não há confirmação de que a vítima esteja viva. Vestígios de sangue foram encontrados na entrada da residência.

    O FBI anunciou que dobrou a recompensa por informações que levem ao paradeiro de Nancy, elevando o valor de US$ 50 mil para US$ 100 mil.

     

    Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

  • Ex-primeira-ministra britânica se encontra com Trump: "Certo sobre tudo"

    Ex-primeira-ministra britânica se encontra com Trump: "Certo sobre tudo"

    Liz Truss publicou foto ao lado do presidente dos EUA em Mar-a-Lago e reforçou apoio ao movimento conservador. Não há informações sobre como ocorreu o encontro nem sobre a duração da reunião entre os dois.

    A ex-primeira-ministra do Reino Unido Liz Truss publicou, no domingo, uma foto ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O registro foi feito no clube de golfe do republicano, em Mar-a-Lago, na Flórida.

    Na legenda da imagem, compartilhada na rede social X, Truss escreveu: “Certo sobre tudo”, marcando o perfil de Trump. A publicação mostra os dois sorrindo durante o encontro. Não há detalhes sobre como a reunião foi organizada nem quanto tempo durou.

    Até o momento, Trump não mencionou o encontro em suas redes sociais. Em vez disso, tem concentrado postagens na divulgação de um novo documentário sobre sua esposa, Melania Trump.

    Liz Truss ficou conhecida por ter comandado o governo britânico pelo período mais curto da história recente, permanecendo no cargo por apenas 49 dias em 2022. O tempo à frente do Executivo chegou a ser comparado, na época, à duração de uma alface exposta em um experimento simbólico da imprensa britânica.

    Desde que deixou o cargo, Truss tem adotado posições mais alinhadas à ala conservadora mais à direita e demonstrado apoio ao movimento liderado por Trump, o Make America Great Again, o MAGA. Ela participou como palestrante em conferências anuais da direita americana nos últimos dois anos.

    Com menor protagonismo na política britânica após a saída do governo, Truss lançou o podcast The Liz Truss Show. Em dezembro, afirmou que pretende liderar uma “contrarrevolução ao estilo Trump” diante do que classifica como ataques ao mundo livre.

    Ex-primeira-ministra britânica se encontra com Trump: "Certo sobre tudo"

  • Obama garante que extraterrestres "são reais", mas "não estão na Área 51"

    Obama garante que extraterrestres "são reais", mas "não estão na Área 51"

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, garantiu que os extraterrestres “são reais”. No entanto, assegurou “não há nenhuma instalação subterrânea” na famosa Área 51 e que nunca os viu.

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que extraterrestres “são reais”, mas ressaltou que “não há nenhuma instalação subterrânea” na famosa Área 51.

    “Eles são reais, mas eu não os vi. Não estão na Área 51. Não há nenhuma instalação subterrânea — a menos que exista uma grande conspiração e tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos”, disse o ex-chefe de Estado em entrevista ao youtuber e podcaster Brian Tyler Cohen.

    Questionado sobre qual foi a primeira pergunta que fez ao assumir o cargo, Obama brincou: “Onde estão os extraterrestres?”

    Vale lembrar que a Área 51 é uma instalação militar da Força Aérea dos Estados Unidos localizada em Groom Lake, no sul do estado de Nevada.

    O complexo “não é acessível ao público e é monitorado 24 horas por dia”. Segundo a Enciclopédia Britânica, os funcionários chegam ao local de avião, partindo de um terminal restrito no antigo Aeroporto Internacional McCarran, em voos não identificados autorizados a circular pelo espaço aéreo da região. Para manter o sigilo, imagens de satélite da instalação foram censuradas até 2018.

    Atualmente, a Área 51 pode ser vista no Google Maps. Ainda assim, seu único uso oficialmente confirmado é como centro de testes de voo.

    A associação do local com extraterrestres remonta a 1989, quando Robert Lazar afirmou ter trabalhado com tecnologia alienígena no complexo. Ele declarou ao jornalista George Knapp ter visto fotografias de autópsias de alienígenas nas instalações e alegou que o governo dos Estados Unidos utilizava o local para examinar naves extraterrestres recuperadas.

    Apesar de Lazar ter sido desmentido, suas declarações alimentaram diversas teorias da conspiração envolvendo o governo americano e vida extraterrestre.

    “De acordo com a CIA, os voos de teste do U-2 e de outras aeronaves militares são responsáveis por muitos dos relatos de OVNIs na região. Não há evidências de contato extraterrestre na Área 51 ou em qualquer outro lugar”, destaca a mesma fonte.

    Obama reage a vídeo racista compartilhado por Trump

    Na mesma entrevista, divulgada no sábado, Obama também comentou o vídeo de teor racista compartilhado pelo atual presidente, Donald Trump, classificando o comportamento como “profundamente preocupante” e afirmando que “não parece haver vergonha”.

    Nas imagens, tanto o ex-presidente quanto sua esposa, Michelle Obama, aparecem retratados como macacos. Questionado por Brian Tyler Cohen, o democrata disse ser “importante reconhecer que a maioria do povo americano considera esse comportamento profundamente preocupante”.

    “É verdade que isso chama atenção. É verdade que é uma distração, mas, quando viajo pelo país, encontro pessoas que ainda acreditam na decência, na cortesia e na gentileza”, afirmou.

    Embora não tenha citado Trump diretamente, Obama declarou que “há uma espécie de palhaçada acontecendo nas redes sociais e na televisão” e que, em sua visão, “não parece haver qualquer vergonha nisso entre pessoas que antes achavam necessário manter algum tipo de decoro, senso de respeito e consideração pelo cargo”.

    “Isso se perdeu”, concluiu.

    O vídeo foi publicado em 6 de fevereiro na rede social Truth Social e removido algumas horas depois, após uma onda de críticas. A maior parte do conteúdo era atribuída ao portal ultraconservador Patriot News Outlet e tratava de alegações de fraude nas eleições de 2020 — quando o democrata Joe Biden derrotou Trump, que buscava a reeleição — acusações que o republicano vem fazendo sem apresentar provas.

    Aos 59 segundos, o vídeo é interrompido por uma animação que mostra os rostos dos Obama — o primeiro casal afro-americano a ocupar a presidência dos Estados Unidos — estampados em dois macacos, antes de retomar o conteúdo original.

    Obama garante que extraterrestres "são reais", mas "não estão na Área 51"

  • Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

    Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

    O antigo presidente norte-americano, Barack Obama, reagiu ao vídeo de teor racista compartilhado por Donald Trump, tendo considerado que o comportamento do atual chefe de Estado é “profundamente preocupante” e que “não parece haver vergonha”.

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reagiu ao vídeo de teor racista compartilhado pelo atual chefe de Estado, Donald Trump, classificando o comportamento do magnata como “profundamente preocupante” e afirmando que “não parece haver vergonha”, em entrevista publicada neste sábado.

    Nas imagens, tanto o ex-presidente quanto sua esposa, Michelle Obama, são retratados como macacos. Questionado pelo podcaster Brian Tyler Cohen, o democrata afirmou ser “importante reconhecer que a maioria do povo americano considera esse comportamento profundamente preocupante”.

    “É verdade que isso chama atenção. É verdade que é uma distração, mas, quando viajo pelo país, encontro pessoas que ainda acreditam na decência, na cortesia e na gentileza”, disse.

    Embora não tenha citado Trump diretamente, Obama declarou que “há uma espécie de palhaçada acontecendo nas redes sociais e na televisão” e que, na sua visão, “não parece haver qualquer vergonha nisso entre pessoas que antes achavam necessário manter algum tipo de decoro, senso de respeito e consideração pelo cargo”.

    “Isso se perdeu”, afirmou.

    Vale lembrar que o vídeo, publicado em 6 de fevereiro na rede social Truth Social, foi removido poucas horas depois, após uma onda de críticas. A maior parte das imagens era atribuída ao portal ultraconservador Patriot News Outlet e tratava de alegações de manipulação nas eleições de 2020 — quando o democrata Joe Biden derrotou Trump, que disputava a reeleição — acusações que o republicano vem fazendo sem apresentar provas.

    Aos 59 segundos, o vídeo é interrompido por uma animação que mostra os rostos de Barack e Michelle Obama — o primeiro casal afro-americano a ocupar a presidência dos Estados Unidos — estampados em dois macacos, antes de retomar o conteúdo original.

    A animação foi atribuída ao usuário da rede social X (antigo Twitter) “xerias_x”, que utilizou inteligência artificial para criar um vídeo intitulado “Trump: Rei da Selva”, no qual rostos de líderes políticos aparecem inseridos em corpos de animais que se curvam diante de Trump.

    Inicialmente, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, criticou o que chamou de “falsa indignação”, sem mencionar que se tratava de um vídeo publicado “por engano” por “um funcionário”. Segundo ela, era “um trecho de um vídeo publicado na internet que mostra o presidente Trump como o Rei da Selva, e os democratas como personagens de ‘O Rei Leão’”.

    “Parem com essa falsa indignação e noticiem algo que hoje tenha significado para o público americano”, afirmou em comunicado enviado à agência Agence France-Presse.

    Donald Trump, por sua vez, recusou-se a pedir desculpas pela publicação, alegando não saber que a animação fazia parte do vídeo.

    O magnata explicou que viu o início do conteúdo e decidiu encaminhá-lo a uma pessoa — que não identificou — para que fosse publicado.

    “Vejo muitas… milhares de coisas. E vi o começo [do vídeo]. Não havia problema”, disse.

    Embora tenha negado ter cometido “um erro”, Trump afirmou condenar conteúdo racista e declarou: “Sou, aliás, o presidente menos racista que vocês tiveram em muito tempo.”

    Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

  • Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    As autoridades de Hong Kong planejam ativar tecnologias de identificação facial nos sistemas de videovigilância se possível já neste ano, logo que resolvam os obstáculos legais e técnicos pendentes, no meio de crescentes preocupações com possível expansão da vigilância massiva.

    O comissário Joe Chow Yat-ming, chefe da polícia, afirmou hoje que será dada prioridade à integração dos sistemas de circuito fechado de TV localizados em grandes centros comerciais de alto fluxo e em pontos estratégicos do programa SmartView.

    Segundo ele, os gestores desses espaços receberam a proposta de forma positiva.

    O departamento havia indicado anteriormente que o sistema biométrico estaria em funcionamento antes do fim de 2024. No entanto, Chow reconheceu que diversos entraves jurídicos e operacionais obrigaram ao adiamento da implementação.

    “A capacidade de adaptação dos nossos agentes, a receptividade da população e o marco regulatório são as áreas nas quais estamos avançando prioritariamente”, explicou durante entrevista exibida na televisão e publicada hoje pelo jornal local South China Morning Post.

    “Confio que possamos implementá-lo em breve. Não posso garantir que seja ainda neste ano, mas é o que desejo. Caso contrário, esperamos que seja no próximo”, acrescentou.

    O objetivo é adicionar 6.500 novos dispositivos em todo o território, alcançando um total de 66.500 aparelhos até 2031, além de desenvolver um conjunto de ferramentas de análise de vídeo impulsionadas por inteligência artificial.

    Paralelamente, o responsável também comentou sobre a assembleia anual da Interpol, que a cidade sediará pela primeira vez em novembro.

    Ele reconheceu que a lista de participantes ainda não está fechada devido às tensões geopolíticas, mas ressaltou que o departamento manterá seus canais de cooperação internacional, com ênfase especial nos países do Sudeste Asiático, considerados destinos frequentes de fugitivos.

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

  • Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

    Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

    O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese anunciou hoje um investimento inicial de mais de dois bilhões de euros na construção de um novo estaleiro de submarinos de propulsão nuclear, no âmbito da aliança Aukus.

    O pacto de defesa foi assinado em 2021 por Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, com o objetivo de conter a influência da China no Pacífico. O acordo levou ao cancelamento de um megacontrato entre Camberra e a França.

    O investimento inicial anunciado, de 3,9 bilhões de dólares australianos (2,4 bilhões de euros), representa um aporte “crucial para fornecer à Austrália submarinos de propulsão nuclear equipados com armas convencionais”, afirmou o líder em comunicado.

    O acordo prevê que Camberra adquira uma frota de submarinos norte-americanos de última geração, além do desenvolvimento conjunto de uma série de tecnologias militares.

    A longo prazo, o investimento no estaleiro naval está estimado em um total de 30 bilhões de dólares australianos (18 bilhões de euros).

    O custo total do programa, incluindo os submarinos, pode se aproximar dos 200 bilhões de euros ao longo dos próximos 30 anos. A Austrália também deverá obter a tecnologia necessária para construir seus próprios navios no futuro.

    Esses submarinos norte-americanos, cuja aquisição deve começar em 2032, estarão no centro do projeto de Camberra para ampliar a capacidade de ataque de longo alcance do país no Pacífico, região onde a China vem expandindo sua influência.

    Segundo o ministro da Defesa, Richard Marles, o novo estaleiro naval — que será construído perto de Adelaide, no sudeste do país — será um elemento-chave do programa.

    “A transformação em curso em Osborne demonstra que a Austrália está no caminho certo para desenvolver a capacidade soberana de fabricar nossos próprios submarinos de propulsão nuclear nas próximas décadas”, afirmou.

    O projeto desencadeou uma grave e prolongada crise diplomática com a França em 2021. Camberra havia escolhido inicialmente equipamentos franceses em um contrato bilionário, antes de cancelá-lo e aderir ao programa AUKUS, a aliança de segurança com Estados Unidos e Reino Unido.

    Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

  • Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

    Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

    Agentes foram chamados para atender a uma ocorrência de violência doméstica por volta das 20h15, em uma casa na Granny Road, de acordo com a polícia do Condado de Suffolk. “Ao chegar, os policiais encontraram Adriana Barbosa com ferimentos de faca”, informou o comunicado oficial.

    BÁRBARA SÁ
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O brasileiro Marcos Marques-Leal, 57, é suspeito de ter matado a ex-mulher, Adriana Barbosa, 46, a facadas na noite de quinta-feira (12) em Farmingville, na região de Long Island, em Nova York. Ele também se esfaqueou após o crime, segundo a polícia.

    Agentes foram chamados para atender a uma ocorrência de violência doméstica por volta das 20h15, em uma casa na Granny Road, de acordo com a polícia do Condado de Suffolk. “Ao chegar, os policiais encontraram Adriana Barbosa com ferimentos de faca”, informou o comunicado oficial.

    Ela foi levada ao Hospital Universitário de Stony Brook, onde morreu. Um adolescente que estava na residência também ficou ferido. Segundo a polícia, “ele sofreu um corte na mão” e foi encaminhado ao hospital, mas não corre risco de morte.

    Marcos foi encontrado na casa com ferimentos graves que, de acordo com o comunicado, parecem ter sido provocados por ele mesmo após o ataque. Ele também foi socorrido e permanece hospitalizado.

    A polícia informou que ele foi acusado de homicídio em segundo grau, além de desacato à Justiça e de colocar em risco o bem-estar de um menor. A motivação do crime não foi divulgada, e o caso segue sob investigação.

    As autoridades policiais não informaram se ele já constituiu defesa.

    Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

  • Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

    Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

    “Ninguém na Ucrânia acredita que [Putin] vá deixar nosso povo em paz, e também não deixará outras nações europeias em paz, porque ele não consegue abrir mão da ideia de guerra. Ele pode se ver como um czar, mas na realidade é um escravo da guerra”, afirmou o líder ucraniano, que insistiu que seu homólogo russo não leva “uma vida normal”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, chamou o líder russo, Vladimir Putin, de “escravo da guerra” neste sábado (14) na Conferência de Segurança de Munique, um dos principais fóruns de diplomacia e defesa do mundo que ocorre na Alemanha.

    “Ninguém na Ucrânia acredita que [Putin] vá deixar nosso povo em paz, e também não deixará outras nações europeias em paz, porque ele não consegue abrir mão da ideia de guerra. Ele pode se ver como um czar, mas na realidade é um escravo da guerra”, afirmou o líder ucraniano, que insistiu que seu homólogo russo não leva “uma vida normal”.

    Zelenski, que está no fórum desde sexta (13), reiterou a importância do fornecimento rápido de mísseis de defesa antiaérea para que a Ucrânia consiga se proteger de ataques russos que, segundo ele, danificaram todas as usinas elétricas ucranianas.

    “A maioria dos ataques é direcionada contra nossas usinas elétricas e outras infraestruturas de grande importância. Não resta uma única usina na Ucrânia que não tenha sido danificada pelos ataques russos”, afirmou o mandatário.
    Esses bombardeios deixaram centenas de milhares de pessoas sem aquecimento num momento em que o país registra temperaturas abaixo de zero.

    Na sexta, a Rússia anunciou uma nova rodada de conversas nos dias 17 e 18 de fevereiro com representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos para tentar encontrar uma saída para o conflito, que em breve completará quatro anos.

    Minutos antes, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, absteve-se em um discurso de comentar as negociações sobre a Ucrânia, e se limitou a lamentar que as Nações Unidas “não solucionaram” a guerra.

    Zelenski expressou esperança de que as negociações de paz mediadas pelos EUA na próxima semana em Genebra sejam sérias e substanciais, mas manifestou preocupação de que a Ucrânia esteja sendo solicitada “com muita frequência” a fazer concessões nas negociações.

    “Realmente esperamos que as reuniões trilaterais da próxima semana sejam sérias, substanciais e úteis para todos nós, mas, honestamente, às vezes parece que os lados estão falando sobre coisas completamente diferentes”, disse Zelenski em seu discurso na Conferência de Segurança de Munique.

    O líder ucraniano disse que estava sentindo “um pouco” de pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, que ontem disse que Zelenski não deveria perder a “oportunidade de fazer a paz” em breve.

    “Nos deem um cessar-fogo. O presidente Trump pode fazer isso: pressionar Putin; conseguir um cessar-fogo. Então nosso Parlamento mudará a lei e iremos às eleições.”

    “Os americanos frequentemente retornam ao tema das concessões e, com muita frequência, essas concessões são discutidas apenas no contexto da Ucrânia, não da Rússia”, disse Zelenski.

    No entanto, ele acrescentou que esperava que os EUA permanecessem envolvidos nas negociações e que houvesse uma oportunidade para a Europa, que segundo ele está atualmente marginalizada, desempenhar um papel maior. Zelenski já manifestou preocupação de que as eleições de meio de mandato do Congresso dos EUA, em novembro, poderão fazer o governo Trump focar em questões políticas domésticas nos próximos meses.

    Ucrânia e Rússia participaram de duas rodadas recentes de negociações mediadas por Washington em Abu Dhabi, que foram descritas pelos lados como construtivas, mas não alcançaram nenhum avanço significativo.

    A Rússia disse que sua delegação em Genebra será liderada pelo conselheiro de Putin, Vladimir Medinski, uma mudança em relação a Abu Dhabi, onde a equipe russa foi liderada pelo chefe da inteligência militar, Igor Kostiukov.

    Autoridades ucranianas criticaram anteriormente a condução das negociações por Medinski, acusando-o de dar aulas de história, do ponto de vista russo, à equipe ucraniana em vez de se envolver em negociações substanciais.

    A Ucrânia rejeita uma retirada unilateral de qualquer porção de território e busca garantias de segurança ocidentais sólidas para dissuadir a Rússia de relançar sua ofensiva após qualquer cessar-fogo.

    A Rússia ocupa cerca de um quinto do território da Ucrânia, incluindo a península da Crimeia que anexou em 2014 e áreas nas quais os separatistas apoiados por Moscou haviam tomado antes de 2022.

    Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

  • "Não tenho medo de germes. Eu cheirava cocaína em tampas de sanitários"

    "Não tenho medo de germes. Eu cheirava cocaína em tampas de sanitários"

    Robert F. Kennedy Jr., secretário da Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, falou abertamente sobre o seu passado relacionado com o consumo de drogas. “Não tenho medo de germes. Eu costumava cheirar cocaína em tampas de sanitários”, disse, referindo-se à época da pandemia de Covid-19.

    Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, afirmou que não tem “medo de germes” porque “costumava cheirar cocaína em tampas de vaso sanitário”.

    Kennedy, atualmente com 72 anos, tem falado abertamente sobre seu passado relacionado ao uso de drogas e participou recentemente do podcast This Past Weekend, apresentado pelo comediante Theo Von, que também está em recuperação do mesmo vício.

    Durante o episódio, o político — que está sóbrio há mais de 40 anos — e o humorista conversaram sobre as reuniões de recuperação que frequentavam em Los Angeles.

    Kennedy, que chegou a disputar as eleições presidenciais norte-americanas de 2024 contra Donald Trump antes de ser nomeado por ele para o cargo de secretário de Saúde, contou que continuou frequentando essas reuniões durante a pandemia, apesar da hesitação de Von.

    “Eu te disse: ‘Não importa o que aconteça, vou a uma reunião todos os dias’”, relembrou. “Eu disse: ‘Não tenho medo de germes. Eu costumava cheirar cocaína em tampas de vaso sanitário e sei que essa doença [o vício] vai me matar se eu não tratá-la, o que, para mim, significa ir às reuniões todos os dias… para mim, era uma questão de sobrevivência’.”

    O político criticou a forma como a pandemia de Covid-19 forçou a migração das reuniões presenciais para o formato online, classificando a mudança como “desoladora” para aqueles que estavam em processo de recuperação. Ele também revelou que formou um “grupo pirata de dependentes” que continuou se reunindo presencialmente durante o lockdown em 2020.

    Robert F. Kennedy Jr. já abordou diversas vezes sua luta contra o vício em heroína. Em 2023, segundo o jornal The Times, afirmou em um podcast: “Tornei-me dependente de drogas aos 15 anos. Fiquei viciado por 14 anos. Durante esse período, quando você é dependente, vive contra a própria consciência… e meio que empurra Deus para a periferia da sua vida”.

    O político também contou que começou a usar drogas nos anos seguintes ao assassinato de seu pai, Robert F. Kennedy, candidato democrata à presidência dos Estados Unidos em 1968. Além disso, foi preso duas vezes por porte de drogas.

    "Não tenho medo de germes. Eu cheirava cocaína em tampas de sanitários"