Categoria: MUNDO

  • Trump fez elogio a Lula em encontro com Flávio Bolsonaro na Casa Branca

    Trump fez elogio a Lula em encontro com Flávio Bolsonaro na Casa Branca

    Bolsonarista diz que americano citou ‘dinamismo’ de petista, mas também fez comentários que ele prefere não revelar. Flávio recebeu medalha e sua equipe tentou entregar camisas da seleção do Brasil que não chegaram a tempo

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Durante a reunião na Casa Branca com o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a fazer elogio ao presidente Lula (PT), segundo relato confirmado pelo empresário bolsonarista Paulo Figueiredo, que participou da reunião.

    “O presidente Trump comentou, sim, sobre o encontro com o presidente Lula. Elogiou o seu dinamismo, mas também fez outros comentários que prefiro manter reservados”, disse ele à reportagem.

    O elogio é o mesmo usado em um post publicado pelo presidente dos EUA logo depois do encontro com o petista no Truth Social. “Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas.”

    Após a reunião desta terça, Flávio afirmou ter sido presenteado por Trump com uma “challenge coin” (moeda tradicional militar nos EUA, com referência ao termo “desafio”).

    Por parte da comitiva brasileira, houve a tentativa de entrega de camisas personalizadas do Brasil -ao menos dez delas foram produzidas com o nome de Trump e de sua família. Como os presentes precisam passar por inspeção, porém, eles não chegaram a tempo da reunião entre o pré-candidato do PL e o presidente dos EUA.

    A duração da reunião entre Flávio e Trump ainda não foi detalhada. Paulo Figueiredo afirmou que eles ficaram cerca de uma hora e 40 minutos na Casa Branca. Durante entrevista a jornalistas, no entanto, ao ser questionado sobre o tempo que passou com Trump, o senador não soube precisar.

    Flávio afirmou que o principal motivo para a reunião foi para pedir que o republicano designe as facções criminosas, CV e PCC, como terroristas. Ao tratar do assunto com Trump, ele disse que ainda estava analisando a questão e não fez promessas ao senador.

    A reunião entre Trump e Flávio não estava marcada na agenda oficial da Casa Branca. Durante a manhã e o começo da tarde, aliados mantinham mistério sobre com quem ele se reuniria -na semana passada, o encontro foi confirmado pelo entorno do senador, mas havia um receio de que a agenda pudesse ser cancelada em meio às tratativas de um acordo durante a guerra no Irã.

    Ao sair do encontro, Flávio se reuniu com deputados bolsonaristas que também estão na capital americana. Em vídeos compartilhados nas redes sociais, eles aparecem celebrando em uma casa em Washington. Em um outro momento, os parlamentares aparecem com Figueiredo, Flávio e Eduardo rezando em uma roda.

    Até a manhã desta quarta-feira (27), Trump não publicou nas redes sociais sobre o encontro e nenhuma foto foi compartilhada pela Casa Branca. As imagens do encontro foram compartilhadas pelo lado brasileiro e pelo ex-assessor de Trump Jason Miller, que não esteve na reunião. “Basta uma eleição para mudar tudo”, escreveu Miller nas redes endossando a candidatura de Flávio.

    Trump fez elogio a Lula em encontro com Flávio Bolsonaro na Casa Branca

  • China executa advogado que envenenou bilionário devido a série da Netflix

    China executa advogado que envenenou bilionário devido a série da Netflix

    Xu Yao foi executado pela morte do magnata Lin Qi. O caso aconteceu em 2020 quando o empresário bilionário morreu envenenado pela mão do funcionário, que estava descontente. No centro do caso está a série da Netflix “O Problema dos Três Corpos”

    Xu Yao, condenado pelo homicídio do empresário bilionário Lin Qi, fundador da Yoozoo Games, uma das principais empresas de desenvolvimento de jogos da China, foi executado. O crime aconteceu em 2020, quando o advogado e ex-funcionário da empresa decidiu envenenar Lin após ter sido afastado pouco depois de o ter ajudado a fechar um acordo com a Netflix. 

    Xu foi condenado em 2024 a execução, segundo a BBC, ocorreu a semana passada, em 21 de maio. 

    A empresa do bilionário, a Yoozoo Games, detém os direitos para a adaptação cinematográfica da trilogia chinesa de ficção científica “O Problema dos Três Corpos”, que a Netflix adaptou para uma série.

    A série é baseada na trilogia escrita pelo autor chinês Liu Cixin, foi traduzida para mais de 40 línguas e adaptada para televisão e jogos de videogame.

    A empresa em comunicado considerou que “tinha sido feita justiça”.

    Xu gastou centenas de milhares de yuan a comprar substâncias altamente tóxicas online, incluindo alfa-amanitina, um composto letal presente em alguns cogumelos venenosos.

    O condenado e agora executado disfarçou o veneno sob a forma de cápsulas probióticas e colocou-o também em cápsulas de café, recipientes de água e garrafas de whisky, que compartilhou com Lin e outros funcionários da empresa.

    Notícias ao Minuto Xu Yao © Reprodução/ Tribunal Intermédio n.º1 de Xangai

    Lin foi hospitalizado em dezembro de 2020 e morreu poucos dias depois. Tinha 39 anos. As outras vítimas adoeceram, mas recuperaram.

    A série “O Problema dos Três Corpos” tornou-se extremamente popular na China e no estrangeiro. O autor, Liu Cixin, foi o primeiro escritor chinês a vencer o prestigiado Prémio Hugo, a principal distinção internacional da ficção científica.

    Na China, as obras impulsionaram o crescimento de uma indústria de ficção científica que abrange cinema, videojogos, livros, revistas e exposições.

    China executa advogado que envenenou bilionário devido a série da Netflix

  • Mulher morre após ser atingida por guarda-sol em restaurante nos EUA

    Mulher morre após ser atingida por guarda-sol em restaurante nos EUA

    Dana Winger jantava com o marido em um restaurante às margens do Lago Marion, na Carolina do Sul, quando foi atingida pelo objeto

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Uma mulher morreu após ser atingida por um guarda-sol de jardim durante fortes ventos em um restaurante à beira de um lago na Carolina do Sul, nos EUA.

    Dana Winger estava jantando com o marido na noite de sábado (23). O acidente ocorreu em um estabelecimento que fica às margens do lago Marion, em Summerton.

    Uma forte rajada de vento teria arrancado o objeto de uma mesa. Em seguida, foi arremessado contra a mulher, que foi atingida na cabeça e no pescoço, informou o Gabinete do Médico Legista do Condado de Clarendon em um comunicado à imprensa americana.

    A mulher morreu ainda no local. Os socorristas a encontraram inconsciente, com ferimentos pelo corpo, e sua morte foi constatada no restaurante.

    O Driftwood Grill Home of the Lazy Gator confirmou que o incidente ocorreu em suas instalações durante um “evento climático repentino”. “Isso afetou profundamente muitas pessoas em nossa comunidade, incluindo clientes, funcionários, socorristas e todos os envolvidos”, disse a direção nas redes sociais.

    O caso está sendo investigado como acidente. Segundo a ABC News, a autópsia está agendada para hoje na Universidade Médica da Carolina do Sul, em Charleston.

    Amigos e familiares lamentaram a perda da mulher. “Algumas pessoas partem deste mundo cedo demais, mas o amor que deram e as memórias que criaram viverão para sempre. Dana Winger era uma alma linda que fará muita falta e jamais será esquecida”, escreveu um deles no Facebook.

    Mulher morre após ser atingida por guarda-sol em restaurante nos EUA

  • Vídeo: Robert F. Kennedy Jr. é mordido por cobras após pegá-las com a mão

    Vídeo: Robert F. Kennedy Jr. é mordido por cobras após pegá-las com a mão

    Secretário de Saúde dos EUA publicou vídeo segurando duas cobras sem qualquer proteção e acabou sendo mordido pelos animais. Kennedy Jr., conhecido por polêmicas e teorias conspiratórias, já protagonizou outros episódios controversos nos últimos anos

    obert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde dos Estados Unidos, voltou a chamar atenção nas redes sociais após publicar um vídeo em que aparece segurando duas cobras com as próprias mãos, sem qualquer equipamento de proteção. Durante a gravação, ele acaba sendo mordido várias vezes pelos animais.

    O episódio aconteceu na Flórida, na casa de Mehmet Oz, diretor dos programas de saúde do governo americano.

    Nas imagens, Kennedy Jr., de 72 anos, aparece agachado em um quintal tentando capturar as cobras. Vestindo apenas um terno e sem usar luvas ou qualquer proteção, ele consegue segurar os dois répteis pelas caudas, enquanto os animais tentam escapar e subir pelos braços dele.

    Em determinado momento, a pessoa que grava o vídeo pergunta:

    “Elas estão te mordendo?”

    “Sim”, responde Kennedy Jr., rindo.

    Ao fundo, também é possível ouvir uma mulher pedindo para que ele solte os animais, mas o secretário ignora os alertas e continua segurando as cobras.

    No vídeo, Kennedy Jr. afirma que os animais eram cobras negras não venenosas, espécie comum na Flórida.

    Essa não é a primeira vez que o secretário aparece manipulando cobras dessa forma. Em outra ocasião, um vídeo dele fazendo o mesmo em uma estrada também repercutiu nas redes sociais.

    Kennedy Jr. já se envolveu em outras situações inusitadas com animais. Em 2024, ele revelou ter levado o corpo de um filhote de urso para o Central Park, em Nova York.

    Na época, o então candidato à Presidência contou em um vídeo publicado no X que um motorista atropelou o animal na sua frente. Segundo ele, decidiu colocar o corpo do urso no porta-malas do carro com a intenção de aproveitar a carne depois, mas acabou mudando de planos por falta de tempo.

    Foi então que, segundo relatou, teve a ideia de abandonar o animal no Central Park junto de uma bicicleta velha que também queria descartar. Kennedy Jr. disse que criou uma cena para simular que o urso teria sido atropelado pela bicicleta dentro do parque.

    As polêmicas envolvendo Kennedy Jr. não são novidade. Conhecido por posições contrárias às vacinas e pela divulgação de teorias da conspiração, o secretário já protagonizou diversas declarações controversas ao longo dos últimos anos.

    Recentemente, ele afirmou que não tem “medo de germes” porque “costumava cheirar cocaína em tampas de vaso sanitário”, frase que também repercutiu nas redes sociais e na imprensa americana.
     
     

    Vídeo: Robert F. Kennedy Jr. é mordido por cobras após pegá-las com a mão

  • Embaixadas seguem abertas em Kiev após ameaça russa

    Embaixadas seguem abertas em Kiev após ameaça russa

    Representações europeias criticam Moscou, que pediu saída de estrangeiros da capital antes de ataque. EUA mantêm serviços diplomáticos funcionando sob alerta; secretário-geral da ONU se diz preocupado

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O inédito pedido russo para que cidadãos comuns e diplomatas estrangeiros deixem Kiev devido a um mega-ataque a centros de decisão do governo ucraniano por ora não comoveu oficialmente os governos com representação na capital.

    Na segunda-feira (25), o Ministério das Relações Exteriores russo emitiu um alerta inusual, sugerindo a evacuação de estrangeiros e que moradores da cidade se afastem de prédios governamentais e militares.

    Na véspera, Moscou havia promovido um mega-ataque com 600 drones e 90 mísseis balísticos, incluindo o novo modelo criado para conflitos nucleares Orechnik, focando na região de Kiev.

    A Rússia declarou que foi uma vingança pela morte de 21 estudantes em um dormitório durante um ataque ucraniano a Lugansk, região ocupada no leste do país.

    Após vários países expressarem repúdio à ameaça, o secretário-geral da ONU, o português António Guterres, disse estar “extremamente preocupado” com a situação. “Nós condenamos o ataque à escola. Mais do que nunca, é imperativo evitar a escalada”, disse.

    A nova ameaça dá sequência a essa retaliação em um momento de paralisia nas frentes de batalha, com a Rússia perdendo o ímpeto que havia conseguido manter no começo do ano, e a estagnação de negociações de paz.

    Ao mesmo tempo, crescem rumores de que Putin pode lançar a primeira grande ofensiva diretamente contra Kiev, a partir de Belarus, desde que recuou suas forças ao fracassar na tomada da capital no começo do conflito.

    No caso dos Estados Unidos, principal ator nesse jogo dada a disposição de Donald Trump de conversar com Vladimir Putin, o próprio chanceler Serguei Lavrov ligou a seu homólogo, Marco Rubio, para avisar sobre o ataque.

    Até aqui, não houve movimentações na embaixada americana em Kiev. A encarregada de negócios no local, Julie Davis, publicou no X uma nota condenando os ataques de domingo, com fotos de regiões atingidas. Como outras representações, a dos EUA está sob regime de segurança reforçada.

    Consultada por telefone, a Embaixada do Brasil disse que os serviços todos estão mantidos. Segundo o Itamaraty, não há mudança de orientação neste momento.

    Já as representações da Europa, continente que mantém uma posição mais dura ante a guerra de Putin, foram mais incisivas. A embaixada da Polônia disse que “não cede à retórica provocativa do agressor”, enquanto a da Alemanha “continua trabalhando normalmente, dentro do plano que prevê o monitoramento da situação”.

    Os franceses acusaram Moscou de “ameaças inaceitáveis que contradizem as obrigações internacionais da Rússia”. Já os britânicos disseram que qualquer ataque será “uma grave violação”.

    Por fim, a embaixadora da União Europeia no país, a eslovaca Katarína Mathernová, afirmou que os trabalhos continuam. “Ameaças a diplomatas e organizações internacionais não são sinal de força. São sinal de desespero”, afirmou ao site ucraniano Suspilne.

    O bloco convocou o enviado russo para explicar as ameaças, e a presidente da Comissão Europeia, a alemã Ursula von der Leyen, criticou Moscou pelo que chamou de tentativa de “desestabilizar as democracias” do continente com os recentes incidentes envolvendo drones nos Estados Bálticos.

    Já a China, aliada de Putin que nunca condenou a invasão de 2022 em fóruns internacionais, manteve sua posição usual.

    “Consideramos o diálogo a única maneira viável de resolver o conflito. Apelamos às partes envolvidas para fazerem esforços conjuntos para pôr fim à escalada o mais rapidamente possível”, afirmou a porta-voz diplomática Mao Ning.

    Ela respondia a um questionamento de um repórter do site ucraniano Ukrinform, e não disse se a embaixada em Kiev seria evacuada. Putin visitou Xi Jinping na semana passada, mas nenhum dos líderes falou do tema Ucrânia publicamente.

    Embaixadas seguem abertas em Kiev após ameaça russa

  • Líder do Irã convoca países islâmicos contra EUA e Israel

    Líder do Irã convoca países islâmicos contra EUA e Israel

    Mensagem de Mojtaba Khamenei foi direcionada aos mulçumanos em peregrinação a Meca

    O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, convocou os países islâmicos a se unirem com o país persa na luta por uma nova ordem na região sem a presença militar dos Estados Unidos (EUA) e sem Israel.

    A declaração, publicada em carta nesta terça-feira (26), foi dirigida aos milhões de mulçumanos em meio ao evento anual de peregrinação à Meca, cidade sagrada do Islã, na Arábia Saudita, que costuma reunir mais de 1,5 milhão de pessoas.

    “A Ummah Islâmica [comunidade global do Islã] e as nações da região possuem muitas capacidades compartilhadas e interesses comuns que moldarão a nova ordem e a futura arquitetura da região e do mundo. Eu, com sinceridade e pureza de intenção, convido todos os países e governos islâmicos à amizade e à cooperação em prol do bem, para que, trabalhando juntos, possamos dar passos rumo ao avanço da Ummah Islâmica”, afirmou Khamenei.  

    A mensagem foi divulgada no segundo dia da chamada Hajj, que é a viagem à Meca que todos os mulçumanos adultos devem fazer ao menos uma vez na vida, desde que tenham condições físicas e financeiras. 

    Mojtaba Khamenei pediu que os peregrinos iranianos informem aos mulçumanos de outras nações a “vitória” na guerra de agressão dos EUA e Israel contra o Irã. Ele destacou ainda que “o tempo não retrocederá” e os países da região não abrigarão mais bases militares dos EUA.

    “Os Estados Unidos não só não terão mais um refúgio seguro para suas artimanhas e para o estabelecimento de bases militares na região, como, dia após dia, estão se distanciando cada vez mais de seu antigo status”, disse o líder do país persa.

    Sobre Israel

    O novo líder supremo do Irã, eleito para o cargo após o assassinato do pai dele, Ali Khamenei, no início da guerra contra Israel e os EUA, afirmou ainda que Israel estaria com os dias contados.

    “O regime sionista [Israel] abalado e o tumor cancerígeno de Israel estão igualmente se aproximando dos estágios finais de sua existência miserável”, disse Mojtaba, lembrando da profecia do seu pai, feita há dez anos, de que Israel não viverá dentro de 25 anos.

    Ao contrário de certo consenso mundial de que a Palestina deveria ser dividida entre dois estados, um palestino, e outro israelense, o Irã defende um Estado único, com retorno da diáspora palestina, onde árabes e judeus teriam que viver sob o mesmo Estado. Já Israel rejeita qualquer Estado palestino independente.

    O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, acrescentou que “cada um” dos mulçumanos desempenha um papel na concretização do futuro da Nova Civilização Islâmica, que redesenharia a ordem de poder na região.

    Eixo da Resistência

    Além de glorificar a Revolução Islâmica do Irã, de 1979, que derrotou a ditadura da dinastia dos Pahlavi, apoiada pelos EUA, o aiatolá Mojtaba elogiou a capacidade de resistência dos iranianos diante dos 47 anos de cerco econômico e “inúmeros ataques políticos, propagandísticos e econômicos perpetrados por inimigos”.

    O embargo econômico contra o Irã afeta o país há décadas, com consequências sociais e econômicas que limitam o desenvolvimento da nação persa.

    Para o aiatolá, o chamado Eixo da Resistência, que reúne grupos contrários à hegemonia de Israel e EUA no Oriente Médio, Líbano, Palestina, Iraque e Síria, África, Iêmen, Afeganistão e Paquistão são fundamentais para defender a Ummah Islâmica “contra os agressores sionistas usurpadores, esmagar a agenda do Daesh [ISIS], desencadear a Inundação de Al-Aqsa e deixar o regime sionista cambaleante dar seu último suspiro”.

    Líder Supremo do Irã

    No Irã, o líder supremo é eleito pela Assembleia dos Especialistas (ou dos Peritos), formada por 88 clérigos religiosos escolhidos por voto popular. Apesar do cargo ser vitalício, a Constituição do Irã permite que a Assembleia destitua o Líder Supremo.

    O Líder Supremo funciona como uma espécie de Poder Moderador no Irã. As Forças Armadas são diretamente ligadas a ele, e não ao Executivo.

    O aitolá Mojtaba Khamenei assumiu o cargo após a morte do pai, Ali Khamenei, que estava no cargo de líder supremo há 36 anos.

    O líder supremo fica no topo da estrutura de Poder da República Islâmica do Irã que, além do Executivo, do Parlamento e do Judiciário, conta com o Conselho dos Guardiões, formado por 12 membros, seis indicados pelo Líder Supremo e seis pelo Parlamento. Tal conselho tem o objetivo de verificar se as leis aprovadas no Parlamento respeitam os parâmetros morais e religiosos da República Islâmica.

    Líder do Irã convoca países islâmicos contra EUA e Israel

  • Livre de Orbán, Hungria espera liberar EUR 10 bilhões com a UE nesta semana

    Livre de Orbán, Hungria espera liberar EUR 10 bilhões com a UE nesta semana

    Péter Magyar se encontra na quinta-feira (28) com Von der Leyen, mas há obstáculos. Recursos bloqueados durante gestão de autocrata são vitais para país em crise

    BERLIM, ALEMANHA (CBS NEWS) – Péter Magyar tenta desatar nesta semana o primeiro grande nó internacional deixado pelo antecessor, Viktor Orbán. O novo primeiro-ministro da Hungria desembarca na quinta-feira (28) em Bruxelas para encontro com Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. Ele espera sair com a liberação de € 10,4 bilhões (R$ 60 bilhões), mas há empecilhos.

    A Hungria tem cerca de € 20 bilhões congelados em fundos que a União Europeia não liberou para a administração do autocrata. Foi a maneira que o bloco encontrou para lidar com os arroubos autoritários de Orbán, como a manipulação do Poder Judiciário e o enfraquecimento da imprensa livre no país.

    O montante em discussão nesta semana se refere, por exemplo, a um fundo de recuperação pós-pandemia. São € 6,5 bilhões em subvenções e € 3,9 bilhões em empréstimos a juros módicos, retidos pela obstrução do Estado de direito promovida pelo ícone da direita global. Tais retenções, porém, não foram meras retaliações, mas movimentos alicerçados na legislação europeia, daí a dificuldade para uma liberação instantânea.

    “Existem algumas questões controversas e debatidas, mas concordamos com a presidente da Comissão que esse dinheiro deve ficar na Hungria”, declarou Magyar, na semana passada, após encontro dos negociadores húngaros com a equipe de Von der Leyen.

    O primeiro-ministro, que bateu Orbán em abril com uma surpreendente larga margem de votos, tem maioria constitucional no Parlamento para fazer as reformas, mas pouco tempo para a manobra, pois o fundo vence em agosto. Há processos e prazos a serem superados, como a exigência de consultas públicas em determinados temas.

    “Estamos progredindo bem”, afirmou o político conservador, em entrevista para uma emissora de TV, no sábado (23). Ainda que lacônica, a frase foi recebida na Hungria como sinal de que o entendimento com a Comissão Europeia havia avançado. Segundo a imprensa do país, o premiê teria se comprometido a alcançar marcos importantes, inclusive a revisão do Judiciário, aparelhado por Orbán.

    Esse é um dos empecilhos que Magyar terá que esgrimir se alcançar o acordo com Bruxelas. Ainda que haja celeridade no Legislativo, boa parte das cortes húngaras está ocupada por juízes próximos a Orbán. Para observadores, não é pequena a chance de algum ponto das reformas ser contestado na Justiça, criando novos prazos para um governo já pressionado.

    Diante disso, o premiê tem repetido em suas manifestações o tamanho da crise que a Hungria vive neste momento. Orbán não minou apenas o Estado de Direito, mas também as contas públicas. Segundo Magyar, não está claro ainda para seu gabinete o tamanho do déficit no país, sugerindo que a gestão do antecessor maquiou dados para fazer frente à campanha eleitoral, em que economia e corrupção foram pontos centrais.

    Como outras capitais da UE que também correm contra o tempo para aproveitar os fundos, Budapeste precisa ainda apresentar planos de dispêndio focados em economia verde, digitalização e resiliência, itens exigidos por Bruxelas. Programas de execução complexa devem ser evitados, já que os recursos precisam ser ao menos empenhados até agosto.

    Outra estratégia seria destinar o dinheiro a bancos de fomento para repartição posterior, solução usada na Polônia por Donald Tusk. Como Magyar, o premiê polonês herdou uma gestão com fundos congelados, em 2024, após oito anos de populismo nacionalista do PiS (Lei e Justiça, na sigla em polonês) e severas violações do Estado de direito.

    Varsóvia foi o primeiro destino internacional de Magyar após sua posse.

    Outro nó deixado por Orbán, a oposição da Hungria à entrada da Ucrânia na UE, deve constar mesmo que lateralmente das conversas em Bruxelas. Apesar de instrumentalizada pelo autocrata para favorecer a Rússia no atual conflito, a relação entre os dois países tem um histórico complicado, anterior à guerra, iniciada por Vladimir Putin em 2022.

    A situação da minoria húngara em território ucrâniano está no centro da disputa, mas Magyar, diferentemente do antecessor, tem procurado o diálogo. Na visita à Polônia, inclusive, disse que espera se encontrar com o presidente Volodimir Zelenski em junho.

    Livre de Orbán, Hungria espera liberar EUR 10 bilhões com a UE nesta semana

  • EUA: mulher parada em semáforo é atingida por bala… disparada por cão

    EUA: mulher parada em semáforo é atingida por bala… disparada por cão

    Uma mulher foi atingida por uma bala disparada acidentalmente por um cão em Nebraska, nos Estados Unidos, enquanto estava parada em um semáforo, dentro do carro, a vários metros de distância

    Uma mulher foi atingida por uma bala de chumbo disparada… por um cão. O caso aconteceu no último sábado, dia 23 de maio, perto de um posto de gasolina em Nebraska, nos Estados Unidos.

    Segundo o meio local KNOP News, as autoridades foram alertadas para uma pessoa que tinha sido atingida por uma arma de ar comprimido pelas 12h07. Foi já quando se dirigiam para o local que novas informações chegaram, corrigindo o tipo de arma: tinha sido disparada uma caçadeira.

    De acordo com o mesmo meio, o incidente teria acontecido quando um motorista parou em um posto de gasolina, saindo do veículo para ir à loja de conveniência. A passageira, que seguia com ele, saiu também do carro, mas ficou perto da frente do carro. Lá dentro, ficou apenas um cão.

    Impaciente com a demora do motorista, o animal teria ficado dando voltas no banco traseiro do carro, acabando por pisar uma caçadeira que também se encontrava e ativando o gatilho. A arma tinha ainda uma bala na câmara, que foi disparada, atravessando a porta do carro e o estacionamento do local. A bala só foi parada ao atingir o braço de uma  mulher que estava em um semáforo a vários metros de distância – e cujo braço estava descansabdo fora da janela do carro.

    A mulher foi transportada para o hospital por um familiar, mas, segundo as autoridades, não corria perigo de vida. O Departamento da Polícia de Scottsbluff está investigando o caso.

    EUA: mulher parada em semáforo é atingida por bala… disparada por cão

  • Líder supremo do Irã faz ameaças após ataques dos EUA: 'Não haverá retorno'

    Líder supremo do Irã faz ameaças após ataques dos EUA: 'Não haverá retorno'

    Após novos ataques dos EUA, o líder supremo do Irã ameaçou retirar proteção às bases americanas no Golfo Pérsico e elevou a tensão no Oriente Médio. O cessar-fogo entre os dois países segue sob risco após bombardeios, drones abatidos e novas exigências de Donald Trump

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, fez ameaças após novos ataques dos Estados Unidos ao seu território na noite desta segunda-feira (25),e afirmou que os países do Golfo Pérsico “não servirão mais de base” para as tropas militares norte-americanas.

    Mojtaba reagiu aos bombardeios dos EUA, afirmou que “não haverá retorno”. O líder supremo e declarou que as bases americanas não serão mais protegidas pelos países do Golfo. “É certo que não haverá retorno e que as nações e territórios da região não servirão mais de escudo para as bases americanas”, disse ele por meio de uma declaração escrita divulgada pela televisão estatal.

    Líder iraniano também afirmou que os EUA têm perdido influência na região, “afastando-se a cada dia um pouco mais de seu antigo status”. Mojtaba não aparece em público desde o final de fevereiro, quando o Irã foi bombardeado e seu pai, Ali Khamenei, foi morto. Segundo informações, ele está ferido, mas não há uma dimensão oficial da gravidade.

    Guarda Revolucionária iraniana abateu drone americano que entrou no espaço aéreo do Irã. O alvo foi um MQ-9, aeronave não tripulada usada pelos EUA. Até o momento, a Casa Branca não comentou o assunto.

    Irã também ameaçou responder a novas violações do cessar-fogo. O regime declarou que o país se reserva o direito “legítimo e definitivo” de retaliar caso os EUA descumpram o acordo.

    EUA alegam ter agido em “legítima defesa”. O comando do Exército americano para o Oriente Médio (Centcom) informou que “os alvos incluíram locais de lançamento de mísseis e embarcações iranianas que tentavam instalar minas”.

    CESSAR-FOGO FRÁGIL E IMPASSES

    O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou no sábado que conversou por telefone com líderes dos países do Golfo, Turquia, Egito, Jordânia e Paquistão. Ele também conversou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em uma ligação “separada” que “correu muito bem”, segundo o republicano. Nos últimos dias, veículos de imprensa americanos têm destacado estratégias divergentes entre os dois lados: enquanto Trump defendia a diplomacia, seu aliado israelense favorecia a retomada das hostilidades.

    Estados Unidos e o Irã formalizaram um cessar-fogo de duas semanas em 8 de abril. O acordo foi descrito por especialistas como “extremamente frágil” diante dos impasses que têm ocorrido entre os dois países. O cessar-fogo foi unilateralmente estendido pelos EUA no fim do prazo.

    As delegações dos dois países se encontraram pessoalmente apenas uma vez, em 11 de abril, para discutir um plano definitivo de paz. Na ocasião, após mais de 20 horas de conversa, os negociadores deixaram a cidade de Islamabade sem um acordo. Desde então, as tratativas entre os dois lados são feitas com a ajuda do Paquistão.

    Irã citou avanços em negociações com EUA antes de ataque. “É verdade que chegamos a uma conclusão em grande parte dos temas em discussão (…) Mas afirmar que a assinatura de um acordo é iminente é algo que ninguém pode sustentar”, acrescentou”, declarou Esmaeil Baqaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, em coletiva mais cedo.

    NOVAS EXIGÊNCIAS DE TRUMP

    Horas antes dos bombardeios americanos, Trump também havia endurecido as condições para um compromisso de paz com o Irã. Ele exigiu que Arábia Saudita, Emirados Árabes, Qatar, Paquistão, Egito, Turquia, Bahrein e Jordânia assinassem os Acordos de Abraão, um conjunto de tratados negociado em 2020, que levou à normalização das relações entre algumas nações historicamente hostis e Israel.

    Bahrein e Emirados Árabes já assinaram esses acordos, assim como Marrocos e Sudão. Mas muitos outros países se recusaram até agora a participar desse processo, sobretudo Arábia Saudita, Síria e Líbano, principalmente desde o conflito que devastou a Faixa de Gaza.

    Líder supremo do Irã faz ameaças após ataques dos EUA: 'Não haverá retorno'

  • Brasil vira destaque de semana cultural e jurídica em Portugal

    Brasil vira destaque de semana cultural e jurídica em Portugal

    Lisboa receberá ministros do STF, escritores, artistas e acadêmicos em uma programação voltada ao fortalecimento das relações entre Brasil e Portugal, com debates sobre democracia, inovação, cultura e cooperação internacional

    O Brasil será o destaque de uma semana de eventos culturais, acadêmicos e institucionais em Portugal entre os dias 27 de maio e 3 de junho. Batizada de Semana do Brasil em Portugal, a iniciativa reunirá em Lisboa ministros, juristas, escritores, artistas, pesquisadores e representantes dos dois países em uma programação voltada ao fortalecimento das relações bilaterais.

    Promovida pela Fundação Getulio Vargas (FGV), por meio da FGV Justiça, pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e pelo Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), com apoio da Embaixada do Brasil em Portugal, a agenda inclui debates, cursos, encontros literários e eventos culturais.

    A Semana do Brasil em Portugal surge a partir da ampliação da programação do XIV Fórum de Lisboa, tradicional encontro jurídico e institucional realizado anualmente na capital portuguesa. A proposta é reforçar o intercâmbio entre Brasil e Portugal em áreas como democracia, inovação, cultura, tecnologia e cooperação internacional.

    Entre os nomes confirmados estão o escritor angolano José Eduardo Agualusa, a advogada e curadora Marta Fadel e o acadêmico da Academia Brasileira de Letras (ABL) José Roberto de Castro Neves.

    Ao longo da semana, representantes dos setores público e privado, intelectuais, juristas, artistas e pesquisadores participarão de encontros voltados ao debate sobre democracia, inovação, tecnologia, soberania e cooperação entre os países lusófonos.

    A programação começa no dia 27 de maio com a quinta edição do curso “Os desafios da democracia no século XXI”, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL). O evento terá coordenação do ministro Luis Felipe Salomão, do professor Vitalino Canas e da doutora Blanche Marie Evin, seguindo até 29 de maio.

    Na mesma data, o Arquivo Nacional da Torre do Tombo recebe o encontro “A língua que nos liga: a língua portuguesa no mundo”, com participação de Luís Reto, ex-reitor do ISCTE.

    Já no dia 31 de maio, o IDP promove o evento “Diálogos sobre Inovação e Direito”, com abertura do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Também participam o senador Eduardo Gomes, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e o pesquisador Edoardo Celeste, da Dublin City University.

    No dia 1º de junho, a Embaixada do Brasil em Portugal recebe o “Encontro de Escritores — Dois Atlânticos”, com José Roberto de Castro Neves e José Eduardo Agualusa. Em 2 de junho, o local também sediará o evento “Rotas Visuais – Entre o Brasil e Portugal”, com o lançamento dos livros “Os caminhos da mulher na arte brasileira”, de Marta Fadel, e “Hugo França – esculturas mobiliárias”, publicado pela FGV Arte em parceria com o Atelier Hugo França.

    O XIV Fórum de Lisboa acontece nos dias 1, 2 e 3 de junho, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, com o tema “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais”. O encontro é organizado pelo IDP, pela FGV Justiça e pelo Lisbon Public Law Research Centre (LPL), da FDUL, com apoio do FIBE.

    PROGRAMAÇÃO

    Evento: 5ª Edição do Curso Os Desafios da Democracia no Século XXI
    Data: 27, 28 e 29 de maio
    Horário: das 9h às 12h e das 15h às 18h
    Local: Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL)
    Organização: Fundação Getulio Vargas (FGV Justiça), Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE) e Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (ICJP) 
    Morada: Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa, Portugal 
    Entrada: inscrições encerradas

    Evento: A Língua que nos Liga: a Língua Portuguesa no Mundo
    Data: 27 de maio 
    Horário: 17h às 19h30
    Local: Arquivo Nacional da Torre do Tombo
    Organização: Fundação Getulio Vargas (FGV Justiça), Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE)
    Morada: Alameda da Universidade, 1649-010 Lisboa, Portugal
    Entrada: Gratuita, mediante inscrição prévia
    Inscrições neste link

    Evento: Diálogos sobre Inovação e Direito
    Data: 31 de maio
    Horário: 15h30
    Local: Templo da Poesia, Parque dos Poetas
    Organização: Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP)
    Morada: Rua José de Azambuja Proença, 2780-257 Oeiras
    Entrada: Confirmação de presença neste link

    Evento: XIV Fórum de Lisboa
    Data: 1, 2 e 3 de junho de 2026, das 9h às 18h
    Local: Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
    Organização: Fundação Getulio Vargas (FGV Justiça), Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE) e Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (ICJP)
    Morada: Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa, Portugal
    Entrada: Mediante inscrição neste link
    Acreditação: Imprensa no Fórum de Lisboa neste link

    Evento: Encontro de Escritores: Dois Atlânticos
    Data: 1 de junho às 19h
    Local: Embaixada do Brasil em Lisboa
    Organização: Fundação Getulio Vargas (FGV Justiça), Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE)
    Morada: Estrada das Laranjeiras, 144
    Entrada: Gratuita, mediante inscrição prévia
    Inscrições no link

    Evento: Rotas Visuais – Entre o Brasil e Portugal
    Data: 2 de junho às 18h
    Local: Embaixada do Brasil em Lisboa
    Organização: Fundação Getulio Vargas (FGV Justiça), Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE)
    Morada: Estrada das Laranjeiras, 144
    Entrada: Gratuita, mediante inscrição prévia
    Inscrições no link

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