Categoria: MUNDO

  • Zelenski propõe à Rússia moratória de ataques ao setor energético

    Zelenski propõe à Rússia moratória de ataques ao setor energético

    Com as atenções globais voltadas para o Oriente Médio, presidente ucraniano tenta retomar debate por trégua; ataque de Moscou mata ao menos 3 em Odessa, no sul do país invadido, e deixa 16 mil sem energia elétrica

    BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, propôs à Rússia nesta segunda-feira (6) uma trégua de ataques mútuos à infraestrutura de energia dos dois países. Moscou e Kiev têm aumentado esse tipo de ofensiva ao menos desde o fim do ano passado.

    “Se a Rússia estiver disposta a deixar de atacar nosso setor energético, nós estaremos dispostos a responder da mesma maneira”, afirmou Zelenski em discurso no qual também disse que a proposta foi transmitida ao Kremlin através dos Estados Unidos, que atua como mediador.

    Moscou ainda não comentou a fala do presidente ucraniano. Na semana passada, Zelenski já havia falado sobre proposta similar de cessar-fogo para a Páscoa (no calendário da Igreja Ortodoxa, majoritária nos dois países, a Páscoa cai no próximo domingo, dia 12).

    Na ocasião, o Kremlin fez comentários em que apenas mencionou a busca por um acordo de paz mais geral. Os dois lados divergem quanto ao formato e os termos de eventual pausa nos conflitos, e Zelenski tenta retomar os debates sobre a guerra no Leste Europeu, que se estende enquanto o mundo se volta ao cada vez mais complexo conflito no Irã.

    Nesta mesma segunda-feira, a Rússia bombardeou a cidade portuária de Odessa, no sul ucraniano, e matou ao menos três pessoas, incluindo uma criança de dois anos. Segundo Zelenski, 16 pessoas ficaram feridas. O ataque abriu uma cratera em um prédio residencial, que foi incendiado, e também deixou milhares de residências sem energia elétrica, segundo informações da AFP.

    A DTEK, maior empresa privada de energia do país invadido, confirmou que mais de 16 mil pessoas ficaram sem energia elétrica após o ataque.

    Segundo Zelenski, a Rússia lançou mais de 140 drones durante a noite, atingindo instalações energéticas nas regiões de Tchernihiv, Sumi, Kharkiv e Dnipro.

    Na Rússia, um ataque ucraniano com drones em Novorossiisk feriu oito pessoas, incluindo duas crianças, segundo o governador regional, Veniamin Kondratiev. As autoridades divulgaram um vídeo de um edifício residencial atingido, com as janelas e varandas dos andares superiores destruídas.

    Desde que iniciou a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, desencadeando o conflito mais violento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, Moscou tem lançado drones e mísseis contra o território vizinho quase diariamente, respondidos com menos frequência, mas periodicamente, por Kiev.

    Os mais de quatro anos de conflito transformaram as tecnologias militares, em particular o desenvolvimento em larga escala de drones de combate.

    Essses armamentos, manejados à distância, baratos em comparação com mísseis e ainda assim com alta capacidade para provocar danos, têm mudado a forma de se fazer a guerra tanto na frente de batalha como nos territórios dos envolvidos no conflito –inclusive adicionando um elemento de assimetria que permite a atores menores atingirem alvos sensíveis de grandes potências.

    É o caso da estratégia atual da Ucrânia, que mira cidades importantes e infraestrutura energética, particularmente envolvida na produção de petróleo russo, produto fundamental para a economia do país invasor.

    Zelenski propõe à Rússia moratória de ataques ao setor energético

  • Homem é atropelado enquanto pedia namorada em casamento na Espanha

    Homem é atropelado enquanto pedia namorada em casamento na Espanha

    Um homem de 36 anos ficou gravemente ferido depois de ter sido atropelado durante um encontro ilegal de carros modificados em Madrid, Espanha; vítima estava pedindo a namorada em casamento quando o incidente aconteceu

    Um homem de 36 anos ficou gravemente ferido depois de ter sido atropelado por um carro enquanto pedia a namorada em casamento. Tudo aconteceu durante um encontro ilegal de carros modificados no parque industrial de Los Olivos, na cidade de Getafe, em Madrid, Espanha.

    O incidente teria acontecido entre as 01h00 e as 03h00 da madrugada de sábado, dia 4 de abril, durante um encontro para modificação de carros, vulgarmente conhecidos como “tunning”.

    Os detalhes exatos do acidente ainda não são conhecidos. No entanto, de acordo com a agência de notícias EFE, momentos antes, o casal estava no meio da rua cercado por veículos derrapando à sua volta. 

    O homem, que acabou sendo atropelado, sofreu um traumatismo craniano, tendo sido transportado para o Hospital 12 de Octubre em estado grave. Ainda assim, não corre perigo de vida. 

    Quanto ao alegado autor do atropelamento, fugiu após o incidente. No entanto, foi preso pouco depois pelas autoridades na cidade vizinha de Fuenlabrada, sendo agora investigado por crime de ofensa à integridade física por negligência e um outro crime relacionado com a segurança rodoviária.

    Segundo as autoridades, grande parte dos indivíduos que estavam na concentração ilegal fugiram do local após o atropelamento. 

    Homem é atropelado enquanto pedia namorada em casamento na Espanha

  • Israel está mais forte do que nunca, e o Irã, mais fraco do que nunca, diz Netanyahu

    Israel está mais forte do que nunca, e o Irã, mais fraco do que nunca, diz Netanyahu

    Netanyahu disse ter agradecido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela operação de resgate do tripulante do jato americano que foi atingido na sexta-feira (3) por defesas iranianas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (6) que o ataque à maior instalação petroquímica do Irã, localizada no sul do país, faz parte de um esforço para desmontar a “máquina de financiamento” da Guarda Revolucionária.

    “O Irã já não é o mesmo, e Israel já não é o mesmo. Israel está mais forte do que nunca, e o regime terrorista no Irã está mais fraco do que nunca”, disse o premiê em um vídeo gravado.

    Tel Aviv afirmou ter atingido o complexo que atende ao campo de Pars do sul, a maior reserva de gás natural do mundo. Ataques também atingiram outro complexo petroquímico próximo à cidade de Shiraz, segundo autoridades locais.

    Netanyahu também disse ter agradecido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela operação de resgate do tripulante do jato americano que foi atingido na sexta-feira (3) por defesas iranianas. O primeiro-ministro disse que Israel prestou assistência ao seu aliado.

    “Ele vê Israel como um aliado forte, determinado e vigoroso, lutando lado a lado com os Estados Unidos”, completou. “Juntos, continuaremos a esmagar o regime terrorista do Irã.”

    Trump tem alertado repetidamente Teerã de que pode ampliar os ataques para incluir infraestrutura civil, como usinas de energia e pontes. Na reta final de mais um ultimato dado pelo presidente americano, os rivais sugerem que não será fácil chegar a um acordo para encerrar o conflito.

    O Irã afirmou que a guerra continuará até quando for preciso e ofereceu aos Estados Unidos dez pontos para negociar, incluindo um acordo para o uso de Hormuz, o fim das sanções econômicas ao país e provisões para a reconstrução do país. Teerã rejeitou uma trégua provisória, pedindo uma solução definitiva para os conflitos na região.

    Segundo Trump, o prazo é final e não negociável. Ele voltou a citar a necessidade de Teerã ser impedida de desenvolver armas nucleares, indo e voltando nas suas motivações a cada fala sobre o tema. O republicano disse que os rivais tiveram “um tiro de sorte” ao derrubar um caça F-15 dos EUA e que vão “pagar um grande preço”.

    Israel está mais forte do que nunca, e o Irã, mais fraco do que nunca, diz Netanyahu

  • Irã pode ser derrubado em uma noite, e essa noite pode ser amanhã, diz Trump

    Irã pode ser derrubado em uma noite, e essa noite pode ser amanhã, diz Trump

    Ameaça do presidente acontece em meio a pressão por cessar-fogo e abertura do estreito de Hormuz. Mais cedo, republicano chamou iranianos de ‘animais’ e disse que EUA lidam com cúpula iraniana menos radicalizada

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Em meio a pressão para que o Irã aceite um acordo para abrir o estreito de Hormuz proposto pelos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (6) que o país inteiro pode ser destruído em uma noite.

    “Essa noite pode ser amanhã”, disse o republicano em pronunciamento à imprensa, dando novo prazo para seu ultimato à liderança persa: esta terça (7), 21h, pelo horário de Brasília.

    Durante o pronunciamento, Trump falava ao lado do secretário de Defesa, Pete Hegseth, do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas americanas, e de John Ratcliffe, diretor da CIA. Na sala, também estavam presentes familiares de Trump, além de Steve Witkoff, enviado especial para o Oriente Médio.

    No início da fala, Trump deu detalhes sobre o resgate dos aviadores americanos cujo caça foi atingido por forças do Irã na sexta (3), dizendo que a operação para resgatá-los envolveu 155 aeronaves e ações para despistar os iranianos. Segundo Trump, foi uma das mais complexas ações militares da história dos EUA.

    Os dois tripulantes -um piloto e um oficial de sistemas de armas de aeronave- se ejetaram segundos antes de o caça ser atingido e se chocar violentamente contra o solo. Os militares se separaram, com o primeiro mantendo “comunicação constante” com sua unidade e sendo resgatado no dia da queda, cerca de seis horas depois, por uma força que incluía aviões de ataque e helicópteros.

    O oficial de sistemas, por sua vez, subiu uma montanha de cerca de 2.100 metros de altura e se escondeu em uma fenda até ser encontrado pelas forças americanas. As intensas buscas levantaram preocupações de que o segundo militar desaparecido, caso fosse capturado pela regime iraniano, pudesse ser usado como forma de pressão contra Washington. O Irã ofereceu uma recompensa para quem o encontrasse.

    Hegseth comparou o resgate do operador com o Tríduo Pascal, período entre sexta-feira e domingo de Páscoa. “Abatido em uma sexta-feira: Sexta-feira Santa. Escondido em uma caverna, em uma fenda, durante todo o sábado”, disse o secretário. “E resgatado no domingo. Retirado do Irã enquanto o sol nascia no Domingo de Páscoa.”

    O secretário de Defesa tem feito uma série de referências religiosas cristãs na comunicação oficial sobre a guerra, dizendo, inclusive, que os soldados americanos lutam por Jesus Cristo.

    Além de detalhar a operação, Trump demonstrou irritação com a imprensa e com uma pessoa que ele chamou de “vazador” por divulgar, na sexta-feira, que o piloto do avião havia sido resgatado com sucesso antes de o segundo membro da tripulação estar em segurança.

    “Vamos conseguir descobrir [sua identidade] porque vamos até a empresa de mídia que divulgou isso e vamos dizer: segurança nacional, revele a fonte ou vá para a prisão”, disse Trump. “A pessoa que fez a reportagem vai para a cadeia se não disser.”

    Mais cedo, durante o tradicional evento de Páscoa na Casa Branca, o presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã ao responder perguntas de jornalistas, e afirmou que os Estados Unidos estariam “destruindo o país” devido à recusa de sua liderança em ceder.

    Ele também declarou que os americanos estariam agora diante de uma terceira geração de líderes iranianos, que, segundo ele, “não é tão radicalizada”.

     

    Irã pode ser derrubado em uma noite, e essa noite pode ser amanhã, diz Trump

  • Irã desafia ultimato de Trump: Ormuz jamais retomará status anterior

    Irã desafia ultimato de Trump: Ormuz jamais retomará status anterior

    Teerã diz que Israel e EUA não devem acessar estreito como antes; Trump ameaçou lançar “o inferno” sobre o Irã caso não permitam a reabertura do Estreito até amanhã, terça-feira (7)

    Em meio a mais um ultimato do presidente Donald Trump, a Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) desafiou os Estados Unidos (EUA) afirmando que o Estreito de Ormuz “jamais voltará a ser como era, especialmente para os EUA e Israel”.

    “A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica está concluindo os preparativos operacionais para a nova ordem do Golfo Pérsico”, diz comunicado publicado nas redes social no domingo (5).

    A iniciativa visa estabelecer novas regras para passagem pelo Estreito de Ormuz. As autoridades iranianas têm defendido que as regras para passar pelo Estreito serão definidas em parceria com o Omã, sem interferência das potências estrangeiras ao Golfo Pérsico.O Estreito de Ormuz, por onde transitam cerca de 20% do petróleo e gás do planeta, está fechado desde o início da agressão dos EUA/Israel contra o Irã, só sendo permitida a passagem de navios autorizados por Teerã.

    No domingo (5), Trump ameaçou lançar “o inferno” sobre o Irã caso não permitam a reabertura do Estreito até amanhã, terça-feira (7).

    O presidente dos EUA vem repentinamente ameaçando destruir o Irã “enquanto nação”, com quase 90 milhões de habitantes, caso não aceitem as condições impostas por Washington para o fim da guerra, chegando a dizer que vai levar o país para “Idade das pedras”.

    Acordo distante

    Um documento com 15 pontos tem circulado como proposta de Trump para o fim da guerra, o que inclui o fim do programa nuclear pacífico do Irã, até o desmantelamento do seu programa balístico.

    Em coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (7), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, rejeitou as propostas estadunidenses, consideradas “altamente excessivas e incomuns, além de ilógicas”.

    O Irã tem exigido compensação financeira pelos danos causados pelos ataques; a saída definitiva das bases militares dos Estados Unidos (EUA) da região, além de um fim definitivo da guerra, o que incluiria as frentes de combate no Líbano e na Faixa de Gaza.

    O porta-voz do Exército iraniano, brigadeiro-general Mohammad Akraminia, em comunicado publicado nesta segunda-feira, disse que é necessário levar o inimigo a um “arrependimento genuíno para evitar a repetição da guerra no futuro”.

    “Declaramos categoricamente que o inimigo falhou nesta fase da guerra em alcançar seus objetivos e foi derrotado. Declaramos categoricamente que o inimigo falhou nesta fase da guerra em alcançar seus objetivos e foi derrotado”, disse Akraminia, segundo agência iraniana Tasnim.

    Ataques iranianos e retaliações

    Em mais um vídeo publicado hoje, o porta-voz do Quartel-General Khatam al-Anbiya, Ibrahim Zulfiqari, anunciou os alvos da 98ª onda de ataques do Irã contra instalações ligadas à Israel e EUA no Oriente Médio.

    Segundo o porta-voz da Guarda Revolucionária (IRGC), foram alvejados um navio porta-contêineres SDN&, além de “locais estratégicos” em Tel Aviv. Haifa, Be’er Sheva e Bat Hafer, em Israel.

    Zulfiqari acrescentou que quaisquer ataques a alvos civis seriam respondidos com múltiplas medidas contra os interesses do inimigo em qualquer ponto da região.

    “Caso os ataques a alvos civis se repitam, a próxima fase de nossas operações ofensivas e retaliatórias será realizada com intensidade e abrangência muito maiores, e as perdas e os danos sofridos pelo inimigo, caso persista nessa abordagem, serão multiplicados muitas vezes”, afirmou o porta-voz iraniano.

    Chefe de inteligência

    O Irã confirmou o assassinato de mais um alto dirigente militar do país. Dessa vez, o chefe da inteligência da IRGC, brigadeiro-general Seyed Majid Khademi, foi morto em um ataque aéreo israelense em Teerã.

    Irã desafia ultimato de Trump: Ormuz jamais retomará status anterior

  • Menino fica em estado grave após ser sugado em banheira de hidromassagem

    Menino fica em estado grave após ser sugado em banheira de hidromassagem

    Uma criança de 12 anos ficou em estado grave após ser ‘sugado’ pelo ralo de uma banheira de hidromassagem em um hotel onde estava passando férias com a família, na Itália

    Um menino de 12 anos está internado em estado grave no Hospital Infermi de Rimini, na Itália, depois de ter sofrido um acidente, na manhã do domingo de Páscoa, 5 de abril, na banheira de hidromassagem do hotel onde passava férias com a família em Pennabilli, em Rimini.

    De acordo com o Corriere di Bologna, o acidente ocorreu no Hotel Il Duca di Montefeltro, pelas 10h30 de ontem.

    O menino, que estava de férias com os pais e os tios, brincava na banheira, que tem pouco mais de um metro de profundidade, quando, durante um mergulho, foi “repentinamente sugado pelo bocal da bomba de hidromassagem” e “permaneceu completamente submerso até ser resgatado”.

    As autoridades estão agora investigando o acidente para apurar “as circunstâncias exatas” em que ocorreu o mesmo. Já o Ministério Público (MP) abriu um inquérito ao caso devido às “lesões corporais graves” provocadas à criança.

    Menino só conseguiu ser retirado depois de banheira ser desligada

    O jornal italiano conta que a família estava toda na banheira de hidromassagem, aproveitar algumas horas de relaxamento na área de spa do hotel onde estavam hospedados desde o início do fim de semana, quando se deu o acidente.

    De repente, a criança desapareceu. Ao procurarem, perceberam que ele tinha a cabeça presa ao fundo. 

    Só quando os funcionários do hotel desligaram o sistema é que conseguiram soltar a criança.

    Como destaca o Corriere di Bologna, “foi um momento dramático para todos presentes”. Os serviços médicos de emergência chegaram em poucos minutos, mas foram necessários vários procedimentos de emergência “para que o coração do menino de 12 anos voltasse a bater”.

    Devido à gravidade da situação, foi acionado um helicóptero de resgate para transportar a criança até o Hospital Infermi de Rimini.

    Vinte e quatro horas após o acidente, o estado de saúde do menino, que está internado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), com prognóstico reservado, ainda é considerado “muito grave” pelos médicos do hospital.

    10 testemunhas interrogadas

    Após o acidente, a polícia italiana interrogou cerca de 10 testemunhas, incluindo familiares da criança ferida e funcionários do hotel. Tanto a piscina de hidromassagem como a área circundante foram isoladas para investigação.

    Pelo menos para já, ninguém foi indiciado.

    Menino fica em estado grave após ser sugado em banheira de hidromassagem

  • Motorista atropela multidão em festival budista nos EUA e deixa 15 feridos

    Motorista atropela multidão em festival budista nos EUA e deixa 15 feridos

    Motorista identificado como Todd Landry, 57, foi preso. A polícia afirma que ele apresentava sinais de embriaguez e, depois, registrou 0,137% de álcool no sangue; o limite legal no estado é de 0,08%

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Pelo menos 15 pessoas ficaram feridas depois que um motorista embriagado avançou com o carro sobre pedestres durante um desfile do Ano Novo Laosiano na Louisiana, nos EUA

    O atropelamento ocorreu por volta de 14h30 deste sábado (04) em New Iberia, perto do local do evento, que dura três dias. O carro atingiu várias pessoas ao longo do trajeto do desfile, e algumas lesões foram consideradas graves.

    Motorista identificado como Todd Landry, 57, foi preso. A polícia afirma que ele apresentava sinais de embriaguez e, depois, registrou 0,137% de álcool no sangue; o limite legal no estado é de 0,08%.

    Feridos foram levados a hospitais da região. À imprensa americana, uma porta-voz do Ochsner Lafayette General Medical Center, em Lafayette, disse que não poderia detalhar o estado de saúde das vítimas porque a situação estava em constante mudança.

    Investigação inicial apontou que o caso não parece ter sido intencional. Landry foi acusado de crimes de lesão corporal culposa de primeiro grau, além de dirigir sob efeito de álcool. Ele também responde por direção imprudente e por portar bebida alcoólica em recipiente aberto dentro do veículo.

    Organizadores disseram que ficaram “profundamente tristes” com o atropelamento e cancelaram os programas musicais de sábado. Em comunicado no Facebook, a organização afirmou que pretendia manter as atividades religiosas no domingo, se houvesse recursos de segurança suficientes.

    O governador da Louisiana, Jeff Landry, disse que acompanha o caso e citou o trabalho dos socorristas. “Estamos rezando por todos os afetados e somos gratos aos primeiros socorristas que responderam ao local”, afirmou ele, em comunicado ao ABC30.

    Evento aconteceu em uma área conhecida como Lanexang Village, comunidade com centenas de famílias do Laos perto do templo budista Wat Thammarattanaram. A celebração do Ano Novo Laosiano reúne comidas típicas, música ao vivo e atividades familiares e costuma atrair milhares de pessoas, segundo organizadores e autoridades.

    Motorista atropela multidão em festival budista nos EUA e deixa 15 feridos

  • Prazo de Trump para reabertura do estreito de Ormuz termina hoje

    Prazo de Trump para reabertura do estreito de Ormuz termina hoje

    Presidente dos EUA elevou o tom contra o Irã e deu ultimato para liberação da rota estratégica, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial. Bloqueio já pressiona preços e mobiliza reação internacional

    O prazo estipulado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Irã reabra o estreito de Ormuz termina nesta segunda-feira, 6, às 21h no horário de Brasília. A exigência foi feita no sábado, quando o republicano deu um ultimato aos líderes iranianos para liberar a passagem de navios ou enfrentar possíveis consequências.

    Inicialmente, Trump havia indicado um período mais amplo para negociações, mas endureceu o discurso ao longo dos últimos dias. Ao reduzir o prazo para 48 horas, afirmou que o tempo estava se esgotando e elevou o tom das ameaças em declarações públicas.

    No domingo, voltou a pressionar o governo iraniano com mensagens diretas e agressivas, reforçando a cobrança pela reabertura da rota marítima, considerada estratégica para o comércio internacional.

    O estreito de Ormuz é um dos principais corredores energéticos do mundo, responsável pela passagem de cerca de 20% de todo o petróleo global. A via foi fechada pelo Irã no início de março, em resposta a ataques conjuntos realizados pelos Estados Unidos e por Israel.

    Desde então, o bloqueio tem provocado impactos significativos na economia mundial. O preço do petróleo registrou alta, o que refletiu diretamente no custo de combustíveis como gasolina e diesel, além de influenciar o valor de diversos produtos derivados.

    Diante da escalada de tensão, Trump voltou a ameaçar medidas mais duras caso o Irã não cumpra a exigência dentro do prazo estabelecido.

    Autoridades iranianas, por sua vez, sinalizaram a possibilidade de impor tarifas para a navegação na região. Atualmente, apenas embarcações autorizadas pelo país conseguem atravessar o estreito.

    A crise também mobilizou a comunidade internacional. Países integrantes do Conselho de Segurança da ONU devem analisar, ainda nesta semana, uma proposta apresentada pelo Bahrein que busca garantir a segurança da navegação comercial na região e evitar novos impactos na economia global.

    Prazo de Trump para reabertura do estreito de Ormuz termina hoje

  • Tragédia em caça a ovos na Alemanha: 3 mortos, incluindo bebê; veja

    Tragédia em caça a ovos na Alemanha: 3 mortos, incluindo bebê; veja

    Acidente aconteceu durante caça aos ovos na Alemanha e atingiu grupo com cerca de 50 pessoas. Vítimas ficaram presas após queda de árvore de grande porte em meio a alerta de ventos fortes na região.

    O domingo de Páscoa terminou em tragédia em Mittelangeln, no distrito de Schleswig-Flensburg, no norte da Alemanha. Durante uma tradicional caça aos ovos, uma árvore caiu sobre um grupo de participantes e deixou três mortos: uma mulher de 21 anos, o filho dela, um bebê de dez meses, e uma adolescente de 16 anos.

    Segundo a polícia, cerca de 50 pessoas que vivem em uma residência voltada para jovens mães, gestantes e crianças participavam da atividade em uma área arborizada. Por volta das 11h, uma árvore de aproximadamente 30 metros caiu sobre o grupo.

    Quatro pessoas ficaram presas sob a estrutura. A mulher de 21 anos e a adolescente de 16 chegaram a ser atendidas pelas equipes de resgate, mas morreram ainda no local. O bebê foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

    Uma jovem de 18 anos também ficou gravemente ferida e precisou ser levada de helicóptero para uma unidade de saúde.

    A região estava sob alerta de ventos fortes emitido pelo serviço meteorológico alemão no momento do acidente.

    Tragédia em caça a ovos na Alemanha: 3 mortos, incluindo bebê; veja

  • Menina de 3 anos sofre abuso sob custódia nos EUA: "Chegou a sangrar"

    Menina de 3 anos sofre abuso sob custódia nos EUA: "Chegou a sangrar"

    Segundo documentos judiciais obtidos pela agência Associated Press, a menina relatou ter sido abusada por uma criança mais velha dentro da instituição, localizada em Harlingen, no Texas. O caso veio à tona após uma funcionária notar que a roupa íntima da criança estava ao avesso

    Uma menina de três anos sofreu abusos sexuais enquanto estava sob custódia federal dos Estados Unidos, após ter sido separada da mãe ao cruzar ilegalmente a fronteira com o México, em setembro do ano passado.

    A criança permaneceu por cerca de cinco meses em uma casa de acolhimento, período em que as autoridades avaliavam a possibilidade de liberação para o pai, imigrante com residência legal no país. Durante esse tempo, o homem tentou, sem sucesso, acelerar o processo para obter a guarda da filha, que enfrentava entraves burocráticos.

    Segundo documentos judiciais obtidos pela agência Associated Press, a menina relatou ter sido abusada por uma criança mais velha dentro da instituição, localizada em Harlingen, no Texas. O caso veio à tona após uma funcionária notar que a roupa íntima da criança estava ao avesso. Ao ser questionada, a menina disse ter sido abusada diversas vezes e que chegou a sangrar.

    O pai afirmou que não recebeu informações detalhadas sobre o ocorrido. De acordo com ele, o Escritório de Reassentamento de Refugiados dos Estados Unidos informou apenas que houve um “acidente” e que a criança precisaria passar por exames.

    “Eu perguntei o que tinha acontecido. Disse que queria saber, porque sou o pai dela. Mas eles disseram que não podiam me dar mais informações, que o caso estava sendo investigado”, relatou.

    A criança foi submetida a exames forenses e a entrevistas, mas os resultados não foram divulgados ao pai. A criança apontada como responsável pelos abusos foi transferida para outra unidade, e o caso foi encaminhado às autoridades locais.

    O episódio descrito pelo ORR como um “acidente” só foi comunicado ao pai quando os advogados já se preparavam para entrar com uma ação federal para recuperar a criança. Em fevereiro, a equipe jurídica enviou uma carta exigindo que ele realizasse teste de DNA, coleta de impressões digitais e uma vistoria em sua residência. Mesmo após essas etapas, o processo voltou a sofrer atrasos, já que o órgão se recusava a estabelecer uma data para a liberação da menina. A situação só foi resolvida após os advogados ingressarem com um pedido de habeas corpus, o que levou à liberação da criança.

    Pai e filha conseguiram se reunir e atualmente vivem na casa dos avós da menina. Desde então, o homem percebeu mudanças no comportamento da filha, que passou a ter pesadelos frequentes e episódios de grande agitação. “Ela nunca foi assim”, afirmou.

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