Categoria: MUNDO

  • Irã e EUA? Paquistão espera acolher "em breve" nova rodada de negociações

    Irã e EUA? Paquistão espera acolher "em breve" nova rodada de negociações

    O Paquistão, mediador do conflito entre o Irã e os Estados Unidos, espera acolher uma nova rodada de negociações de paz entre representantes dos dois países “muito em breve”, disse hoje o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif.

    O Paquistão continuará seus esforços pela paz com máxima sinceridade e esperamos receber a próxima rodada de negociações muito em breve”, escreveu Shehbaz Sharif na rede social X.

    Uma primeira rodada de negociações, que terminou sem acordo, foi realizada em Islamabad, em 11 de abril, entre o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e representantes iranianos de alto escalão, incluindo o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, e o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no sábado que um acordo de paz com o Irã está “amplamente negociado” e aguarda apenas sua conclusão formal. Segundo ele, o entendimento prevê a reabertura do Estreito de Ormuz.

    O anúncio foi feito na rede social Truth Social após conversas telefônicas com aliados do Golfo Pérsico e com Israel.

    “Os aspectos e detalhes finais do acordo estão sendo discutidos e serão anunciados em breve. Entre vários outros pontos, o Estreito de Ormuz será reaberto”, escreveu Trump.

    O presidente norte-americano afirmou ainda que teve “uma conversa produtiva” com líderes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Turquia, Egito, Jordânia e Bahrein, além do líder paquistanês Asim Munir, que atua como mediador com o Irã.

    Segundo Trump, com esses interlocutores foi negociado um memorando de entendimento pela paz com o Irã, que agora aguarda finalização.

    Ele também revelou ter conversado por telefone com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e disse que a ligação “correu muito bem”.

    O anúncio acontece depois de o Ministério das Relações Exteriores do Irã, o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio e os mediadores paquistaneses afirmarem ao longo do dia que houve avanços significativos nas negociações de paz.

    Na sexta-feira, Trump cancelou os planos de passar o fim de semana em seu campo de golfe em Nova Jérsia e retornou a Washington para acompanhar as negociações e se reunir na Casa Branca com seu gabinete de segurança, incluindo os mediadores norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner.

    Nas últimas semanas, Estados Unidos e Irã trocaram propostas de acordo por meio do Paquistão. No entanto, Trump demonstrou frustração com o fato de Teerã não ter assumido compromisso em interromper o enriquecimento de urânio, e chegou a ameaçar retomar a ofensiva militar, colocando em risco o cessar-fogo em vigor desde abril.

    Além disso, o Irã pretende cobrar taxas pelo trânsito através do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo, que Teerã bloqueou em retaliação à ofensiva lançada em fevereiro por Estados Unidos e Israel.

    “A ligação correu muito bem”, escreveu Trump na Truth Social, enquanto veículos da imprensa norte-americana têm destacado nos últimos dias diferenças de estratégia entre o presidente dos EUA e o governo israelense: Trump defendendo uma saída diplomática e Israel, segundo relatos, considerando a retomada das hostilidades.

    Irã e EUA? Paquistão espera acolher "em breve" nova rodada de negociações

  • Zelensky acusa Rússia de ter usado míssil com capacidade nuclear

    Zelensky acusa Rússia de ter usado míssil com capacidade nuclear

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky acusou hoje a Rússia de ter utilizado um míssil de alcance intermédio Orechnik, com capacidade nuclear, contra a Ucrânia, durante bombardeamentos noturnos massivos e mortíferos.

    Três mísseis russos atingiram uma infraestrutura de abastecimento de água, um mercado foi incendiado, dezenas de prédios residenciais ficaram danificados, várias escolas foram atingidas, e ele [o presidente russo, Vladimir Putin] lançou seu míssil Orechnik contra Bila Tserkva. Eles realmente enlouqueceram”, declarou Volodymyr Zelensky em mensagem publicada no Telegram.

    Esta teria sido a terceira vez que o míssil Orechnik — com capacidade para transportar ogivas nucleares ou convencionais — foi usado na Ucrânia.

    Bombardeios russos intensos atingiram Kyiv e sua região durante a última noite, deixando quatro mortos e mais de 60 feridos, segundo autoridades locais.

    O número de vítimas dos ataques noturnos subiu para dois mortos e 56 feridos na capital, que foi “duramente atingida”, informou o prefeito de Kyiv, Vitali Klitschko, no Telegram.

    Outras duas pessoas morreram na região metropolitana da capital e nove ficaram feridas, incluindo uma criança com menos de 1 ano, segundo o chefe da administração regional, Mykola Kalachnyk.

    De acordo com Klitschko, “as equipes de resgate continuam retirando os escombros” e “os serviços de saúde de Kyiv seguem funcionando normalmente e prestando assistência completa aos moradores da capital”.

    A Força Aérea da Ucrânia informou em comunicado que, neste ataque — que teve a capital ucraniana como principal alvo — a Rússia utilizou mais de 600 drones e mísseis de diferentes tipos.

    Ao todo, 549 drones inimigos foram abatidos e 55 mísseis russos interceptados no ataque, cujo “principal alvo era Kyiv”, segundo a Força Aérea ucraniana.

    Os militares ucranianos afirmaram ainda que a Rússia lançou, entre outros armamentos, 54 mísseis de cruzeiro e mais de 30 mísseis balísticos.

    “Segundo dados preliminares, foram registrados impactos de 16 mísseis e 51 drones em 54 pontos do país, além da queda de destroços de drones abatidos em outros 54 locais”, informou a Força Aérea.

    De acordo com informações anteriores do The Kyiv Independent, que citou grupos online dedicados ao monitoramento e análise do conflito, a Rússia teria usado cerca de 50 mísseis e até 700 drones contra o território ucraniano neste ataque. Kyiv foi o principal alvo do que foi descrito como “um dos maiores ataques do último ano”.

    Zelensky acusa Rússia de ter usado míssil com capacidade nuclear

  • "Obcecado" abre fogo junto à Casa Branca: Veja o que aconteceu

    "Obcecado" abre fogo junto à Casa Branca: Veja o que aconteceu

    Homem “retirou uma arma da sua mala e abriu fogo” junto ao perímetro de segurança da Casa Branca. Os agentes dos Serviços Secretos responderam e atingiram o suspeito, de 21 anos, que acabou por morrer no hospital. Durante o tiroteio, um pedestre foi também atingido por disparos.

    Um homem armado abriu fogo contra agentes do United States Secret Service em frente à Casa Branca, no sábado, e morreu após ser baleado. O incidente aconteceu ainda antes do anoitecer, mas um forte esquema policial permaneceu no local durante toda a noite nos arredores da residência oficial do presidente dos Estados Unidos.

    O atirador disparou contra agentes em um posto de segurança próximo à Casa Branca. “Os agentes do Serviço Secreto reagiram, atingindo o suspeito, que foi levado a um hospital local, onde morreu posteriormente”, informou a corporação em comunicado.

    Uma pessoa que passava pelo local também ficou ferida durante a troca de tiros, segundo o serviço de segurança presidencial, que não divulgou detalhes sobre o estado de saúde da vítima. De acordo com a CBS News, o pedestre estaria em estado grave.

    Mais cedo, a imprensa norte-americana havia noticiado que agentes responsáveis pela segurança pessoal do presidente responderam a relatos sobre um homem armado nas proximidades da Casa Branca, o que desencadeou o tiroteio.

    Entre 15 e 30 disparos teriam sido efetuados em uma esquina a cerca de um quarteirão do prédio onde mora o presidente dos EUA, Donald Trump.

    O som dos tiros foi ouvido por jornalistas que estavam no gramado norte da Casa Branca fazendo transmissões ao vivo sobre o andamento das negociações de paz com o Irã e a possibilidade de um acordo anunciado por Trump naquele sábado.

    Os profissionais foram levados para a sala de imprensa e acompanharam a movimentação de agentes fortemente armados do Serviço Secreto.

    A correspondente-chefe da ABC News na Casa Branca, Selina Wang, foi uma das jornalistas que relatou o episódio e publicou um vídeo do momento.

    “Eu estava gravando um vídeo para as redes sociais com meu iPhone no gramado norte da Casa Branca quando ouvimos os tiros. Pareciam dezenas de disparos. Nos mandaram correr para a sala de coletiva de imprensa, onde estamos agora”, contou.

    Trump estava na Casa Branca no momento dos disparos. Ele havia cancelado todas as viagens do fim de semana por causa da crise com o Irã e não foi afetado pelo ocorrido, informou o porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi.

    “Obcecado” pela Casa Branca

    Donald Trump também se pronunciou sobre o caso e afirmou que o homem que abriu fogo perto da Casa Branca tinha histórico de violência e parecia obcecado pelo local.

    “Agradeço aos nossos excelentes agentes do Serviço Secreto e às forças de segurança pela ação rápida e profissional nesta noite contra um atirador perto da Casa Branca que tinha histórico de violência e parecia obcecado pelo edifício mais amado da nossa nação”, escreveu nas redes sociais.

    Diversos veículos de imprensa dos Estados Unidos identificaram o suspeito como Nasire Best, de 21 anos. Morador de Maryland, ele tinha histórico de problemas de saúde mental e já era conhecido do Serviço Secreto por circular diversas vezes nas imediações da Casa Branca.

    Incidente ocorreu cerca de um mês após outro episódio de segurança

    O caso aconteceu cerca de um mês depois do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, quando um homem de 31 anos tentou entrar armado no salão do hotel onde ocorria o evento, que contava com a presença de Trump, da primeira-dama Melania Trump, integrantes do governo, do presidente da Câmara dos Representantes e cerca de dois mil convidados.

    Segundo a promotoria, por volta das 20h30, Cole Allen passou correndo pelo detector de metais, seguiu em direção à escadaria que levava ao salão principal e disparou uma arma.

    Agentes do Serviço Secreto responderam com cinco tiros. O homem não foi atingido, caiu no chão e foi imobilizado. Ninguém ficou ferido, embora os disparos tenham provocado a retirada de Trump do local.

    De acordo com documentos judiciais, Allen deixou mensagens eletrônicas antes do ataque dizendo que seu alvo era Trump, a quem chamou de “pedófilo, estuprador e traidor”. Nos textos, ele também pedia desculpas à família, explicava os motivos da invasão, afirmava estar disposto a matar integrantes do governo e dizia considerar os demais convidados como “dano colateral aceitável”.

    Ainda segundo a investigação, Allen planejou o ataque durante semanas e viajou de trem desde a Califórnia para evitar os controles de segurança dos aeroportos.

    Além disso, reservou duas noites no hotel onde o jantar acontecia para conseguir acessar o local como hóspede, já que essa era a única forma de entrar no evento.

    Allen se declarou inocente das acusações e deve voltar ao tribunal no dia 29 de junho.

    "Obcecado" abre fogo junto à Casa Branca: Veja o que aconteceu

  • Oito mortos e dezenas de trabalhadores presos em mina de carvão na China

    Oito mortos e dezenas de trabalhadores presos em mina de carvão na China

    Pelo menos oito trabalhadores morreram e dezenas permanecem presos no interior de uma mina de carvão, no nordeste da China, após uma explosão de gás, informou hoje a agência de notícias oficial Xinhua.

    Um total de 247 mineiros estava na mina de Liushenyu quando o acidente ocorreu na noite de sexta-feira, informou a agência Xinhua News Agency, antes de atualizar o número de mortos de quatro para oito.

    Às 6h da manhã de hoje (horário local), 201 pessoas já haviam sido resgatadas e 38 trabalhadores ainda permaneciam presos no interior da mina, enquanto as operações de resgate continuavam, segundo autoridades locais de gestão de emergências citadas pela mesma fonte.

    Horas antes, a Xinhua havia informado que os trabalhadores presos estavam em “estado crítico”, destacando que os níveis de monóxido de carbono — um gás tóxico e inodoro — haviam ultrapassado limites perigosos dentro da mina na sexta-feira.

    A mina de carvão fica localizada a cerca de 500 quilômetros a sudoeste de Pequim, na província de Shanxi, uma das principais regiões de mineração de carvão da China.

    A segurança nas minas chinesas melhorou nas últimas décadas, mas acidentes ainda são frequentes em um setor no qual os protocolos de segurança muitas vezes não são rigorosos.

    Oito mortos e dezenas de trabalhadores presos em mina de carvão na China

  • Australiano morre após cair durante trilha até Machu Picchu

    Australiano morre após cair durante trilha até Machu Picchu

    O homem morreu depois de cair por um barrando enquanto caminha na Trilha Inca rumo a Machu Picchu, no Peru. Matthew Cameron Paton pertencia à polícia de Victoria, na Austrália, e devia assumir um novo cargo no próximo mês.

    Um homem de nacionalidade australiana morreu na última quarta-feira após cair em um barranco enquanto caminhava pela Trilha Inca rumo a Machu Picchu, no Peru.

    O corpo de Matthew Cameron Paton, de 52 anos, foi encontrado na quinta-feira por integrantes da Unidade de Resgate em Montanha da cidade de Cusco, segundo informaram as autoridades, citadas pela imprensa australiana. A vítima foi localizada no fundo de uma encosta íngreme, a cerca de 300 metros de profundidade, na área conhecida como “50 Gradas” da trilha da famosa montanha peruana.

    Matthew havia sido dado como desaparecido na quarta-feira, depois de cair após o rompimento de um corrimão de madeira. Segundo a polícia, ele havia chegado a Cusco cerca de 12 dias antes, acompanhado da esposa, e fazia o percurso com um grupo de turistas e um guia.

    “Temos informações de que ele pode ter tropeçado ao atravessar uma ponte de madeira e provavelmente tentou se segurar no corrimão. Mas a estrutura cedeu e ele caiu no abismo”, afirmou o chefe da polícia de Cusco, Virgilio Velasquez, citado pela agência peruana Andina.

    A família afirmou estar “devastada” com a morte e disse que Matthew “sempre sonhou em viajar para o Peru”.

    “A família era a coisa mais importante para Matt”, acrescentou a nota da família. Ele deixa a esposa, com quem era casado havia 31 anos, e três filhos.

    Segundo a Victoria Police, Matthew ingressou na corporação em 2009 e assumiria um novo cargo como sargento sênior no próximo mês.

    O chefe da polícia de Victoria, Mike Bush, afirmou que o colega “serviu com distinção durante 16 anos” e será lembrado por seu “altruísmo, incrível senso de humor, extrema bondade e inclusão”.

    As autoridades peruanas vão investigar as causas da queda, e o corpo de Matthew deverá ser transferido para uma cidade próxima.

    Australiano morre após cair durante trilha até Machu Picchu

  • Irã promete resposta "esmagadora" caso EUA retomem a guerra

    Irã promete resposta "esmagadora" caso EUA retomem a guerra

    O principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, prometeu hoje uma resposta “esmagadora” caso os Estados Unidos retomem a guerra e afirmou que o Irã “reconstruiu” as forças armadas durante o cessar-fogo iniciado em 08 de abril.

    As nossas Forças Armadas se reconstruíram durante o período de cessar-fogo de tal forma que, se Donald Trump cometer outro ato imprudente e reiniciar a guerra, as consequências certamente serão muito mais devastadoras e amargas para os Estados Unidos do que no primeiro dia do conflito”, declarou Mohammad Bagher Ghalibaf nas redes sociais.

    Os esforços diplomáticos por um acordo de paz entre o Irã e os Estados Unidos se intensificaram nas últimas horas, com conversas entre autoridades do Qatar, Turquia, Iraque, Omã e Irã, enquanto Teerã analisa a proposta mais recente enviada por Washington.

    Desde a noite passada, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, mantém conversas telefônicas com seus colegas da Turquia, Hakan Fidan; do Iraque, Fuad Hussein; do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani; e de Omã, Badr al-Busaidi, segundo informou o Ministério das Relações Exteriores iraniano, sem divulgar mais detalhes.

    Araqchi também conversou por telefone com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, a quem informou sobre o avanço das negociações de paz.

    Segundo a imprensa iraniana, a República Islâmica exigiu dos EUA o fim da guerra em todas as frentes, o levantamento das sanções, a liberação de ativos iranianos congelados, indenizações pelos danos causados pelo conflito e o reconhecimento de sua soberania sobre o Estreito de Ormuz como pré-condições para um acordo inicial.

    A imprensa norte-americana informou que Washington estaria considerando novos ataques contra Teerã.

    De acordo com a CBS News, os militares norte-americanos estão se preparando para possíveis bombardeios durante o fim de semana.

    Na sexta-feira, Donald Trump reuniu seus principais conselheiros para discutir a guerra, segundo informou o portal Axios, e anunciou que não poderá comparecer ao casamento de seu filho mais velho, Don Jr., nas Bahamas, neste fim de semana, para permanecer em Washington por “razões relacionadas a assuntos de Estado”.

    Trump também reafirmou que o Irã “nunca terá uma arma nuclear” e que o conflito “será resolvido em breve”.

    Irã promete resposta "esmagadora" caso EUA retomem a guerra

  • Depósito de petróleo russo em chamas após ataque de drones ucranianos

    Depósito de petróleo russo em chamas após ataque de drones ucranianos

    Um incêndio deflagrou num depósito de petróleo em Novorossiysk, na costa do mar Negro, sul da Rússia, após um ataque de drones ucranianos, anunciaram hoje as autoridades locais.

    Destroços de drones caíram e provocaram um incêndio no depósito de petróleo. Vários prédios técnicos e administrativos pegaram fogo. Fragmentos dos drones também caíram na área do terminal petrolífero”, escreveu o prefeito de Novorossiysk, Andrei Kravchenko, na plataforma de mensagens Telegram.

    O ataque deixou duas pessoas feridas, acrescentou o prefeito, informando ainda que equipes de resgate e serviços especializados estão atuando no local.

    Localizado na ponta de vários oleodutos que transportam petróleo do sul da Rússia e da região do Mar Cáspio, o terminal petrolífero de Novorossiysk é um dos principais pontos de exportação de hidrocarbonetos do país.

    Em resposta aos bombardeios militares russos que já duram mais de quatro anos, a Ucrânia realiza ataques frequentes contra alvos em território russo, afirmando que mira tanto instalações militares quanto estruturas de energia, com o objetivo de reduzir a capacidade de Moscou de financiar a ofensiva militar.

    Depósito de petróleo russo em chamas após ataque de drones ucranianos

  • Trump publica vídeo de IA em que atira apresentador em lata de lixo

    Trump publica vídeo de IA em que atira apresentador em lata de lixo

    O presidente norte-americano recorreu às redes sociais para compartilhar um vídeo gerado por IA onde aparece atirando o apresentador de televisão Stephen Colbert em uma lata de lixo. O “The Late Show” foi ao ar pela última vez na sexta-feira, ao fim de 33 anos, num cancelamento pela estação CBS que Stephen Colbert, e outros consideram cedência a pressões de Donald Trump.

    Um dia depois do fim do programa “The Late Show”, apresentado por Stephen Colbert, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou um vídeo gerado por Inteligência Artificial (IA) no qual aparece jogando o apresentador dentro de uma lixeira.

    O vídeo foi publicado tanto na página do Instagram da Casa Branca quanto na rede social de Trump, a Truth Social. Nas imagens, Trump aparece entrando no que parece ser o palco do “The Late Show”, por trás de Colbert. Em seguida, segura o apresentador pela gola e o joga dentro de uma caçamba de lixo.

    Depois, o presidente encerra o vídeo fazendo sua dança característica, com os punhos cerrados, ao som de YMCA, do grupo Village People.

    A publicação feita pela página da Casa Branca veio acompanhada da legenda “Bye-Bye” e de um emoji de mão acenando.

    Vale lembrar que Donald Trump já havia comemorado o fim do programa humorístico. “Colbert finalmente acabou na CBS. Incrível que tenha durado tanto tempo!”, escreveu o presidente em sua plataforma, a Truth Social.

    O cancelamento do programa, que estava no ar havia 33 anos com diferentes apresentadores e autores, foi anunciado durante o verão norte-americano. Colbert acusou Trump de subornar executivos com um acordo de 16 milhões de dólares (cerca de 14 milhões de euros) envolvendo a Paramount Global, dona da emissora, após uma disputa relacionada à edição de uma entrevista com sua ex-rival na corrida presidencial, Kamala Harris.

    Nas últimas semanas, o “The Late Show” recebeu convidados de grande destaque, incluindo o ex-presidente Barack Obama, o ator Tom Hanks e a apresentadora Oprah Winfrey. Todos manifestaram apoio a Colbert e criticaram a decisão da CBS de tirar do ar o programa líder de audiência em seu horário.

    A CBS afirma que a decisão de cancelar o “The Late Show” foi puramente financeira, sem relação com os esforços da Paramount, sua empresa controladora, para conseguir aprovação do governo para a fusão de 8,4 bilhões de dólares com a Skydance Media. No entanto, muitos — incluindo o próprio apresentador de 62 anos — enxergaram na decisão a influência do presidente norte-americano, que mantém uma disputa aberta contra veículos de imprensa que considera hostis.

    Em diversas ocasiões, Trump afirmou que a CBS estava “fora de controle” e chamou Colbert de “um desastre patético” que precisava ser “retirado de cena”.

    Trump publica vídeo de IA em que atira apresentador em lata de lixo

  • Surto de ebola: EUA restringem entrada de viajantes de 3 países africanos; veja quais

    Surto de ebola: EUA restringem entrada de viajantes de 3 países africanos; veja quais

    Autoridades americanas emitiram um alerta com a recomendação de que os cidadãos americanos não viajem para República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul

    Os Estados Unidos restringiram a entrada de viajantes da República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul após o avanço do surto de ebola na África Central.

    As autoridades americanas emitiram um alerta no início desta semana com a recomendação de que os cidadãos americanos não viajem para os três países africanos. Na quinta-feira, 21, o Departamento de Segurança Interna divulgou as restrições para os viajantes.

    De acordo com o comunicado, de quinta-feira, 21, todos os cidadãos americanos e residentes permanentes legais (LPRs), que estiveram na República Democrática do Congo, em Uganda ou no Sudão do Sul nos 21 dias anteriores à chegada aos Estados Unidos, devem retornar ao país apenas pelo Aeroporto Internacional Washington Dulles (IAD), em Washington, capital dos Estados Unidos, para triagem reforçada.

    “Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) do Departamento de Segurança Interna (DHS) aplicarão triagem de saúde pública reforçada no IAD em resposta ao surto de Ebola”, diz o comunicado.

    Na segunda-feira, 18, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar “preocupado” com o surto de ebola.

    A Embaixada dos EUA em Kampala, capital do Uganda, suspendeu temporariamente todos os serviços de emissão de vistos.

    “Neste momento, o CDC avalia o risco imediato para o público em geral dos EUA como baixo, mas continuaremos a avaliar a evolução da situação e podemos ajustar as medidas de saúde pública à medida que informações adicionais se tornam disponíveis”, disse a agência de saúde num comunicado.

    Emergência pública internacional

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou no domingo, 17, que o surto de doença pelo vírus ebola no Congo e em Uganda é uma emergência de saúde pública de importância internacional.

    A principal autoridade de saúde pública da África confirmou pela primeira vez um novo surto de ebola na província de Ituri, no Congo, na sexta-feira. Até sábado, haviam sido relatados 336 casos suspeitos e 88 mortes. Todos os casos estão no Congo, exceto dois registrados na vizinha Uganda.

    Autoridades de saúde afirmam que o surto atual é causado pelo vírus Bundibugyo, uma variante rara para a qual não existem tratamentos ou vacinas aprovados, tornando o combate muito mais difícil. Embora mais de 20 surtos de ebola tenham ocorrido no Congo e em Uganda, incluindo 17 no Congo desde que a doença surgiu no país em 1976, esta é apenas a terceira vez que o vírus Bundibugyo é registrado.

    Surto de ebola: EUA restringem entrada de viajantes de 3 países africanos; veja quais

  • Trump volta a atacar Stephen Colbert após último episódio do Late Show

    Trump volta a atacar Stephen Colbert após último episódio do Late Show

    Presidente dos EUA publicou as críticas em sua rede social. CBS encerrou o programa alegando queda de audiência

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, voltou a atacar o apresentador e comediante Stephen Colbert após o último episódio do The Late Show, exibido na quinta-feira (21) após 11 temporadas na CBS.

    O programa, apresentado por Colbert desde 2015, quando ele substituiu David Letterman, chegou ao fim com uma festa recheada de estrelas no Teatro Ed Sullivan, em Nova York.

    “Colbert finalmente está fora da CBS. Impressionante que tenha durado tanto tempo! Sem talento, sem audiência, sem vida. Você poderia pegar qualquer um na rua e seria melhor do que esse completo idiota”, escreveu Trump na madrugada desta sexta, na plataforma Truth Social.

    Quando o cancelamento foi anunciado, em julho do ano passado, Trump já havia escrito que “absolutamente amava” que Colbert tivesse sido demitido. O apresentador respondeu ao vivo com um “go fuck yourself” -ou “vá se ferrar”-, que foi censurado na transmissão.

    Em dezembro, Trump voltou a pedir o fim do programa, chamando o comediante de “um naufrágio patético, sem talento”. A relação azedou ainda mais quando Colbert chamou de “suborno bem gordo” o acordo de 16 milhões de dólares da CBS com o presidente, referente a uma suposta edição tendenciosa de uma entrevista com Kamala Harris em 2024.

    A CBS afirma que o cancelamento foi uma decisão puramente financeira, motivada pela queda de audiência e pelas mudanças nos hábitos dos espectadores. No último episódio, Paul McCartney cantou “Hello, Goodbye” no mesmo palco onde os Beatles estrearam nos Estados Unidos, em 1964.

    “Nós pensávamos que os Estados Unidos era a terra da liberdade, a maior democracia”, disse o beatle, apontando para Colbert. “Era. Ainda é, espero.”

    Trump volta a atacar Stephen Colbert após último episódio do Late Show