Categoria: MUNDO

  • Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

    Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

    Homem teve terapia antirretroviral descontinuada há seis anos; remissão aconteceu após transplante de células-tronco

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um paciente de 60 anos está em remissão sustentada do HIV, sendo a sétima pessoa a alcançar esse estágio, aponta prévia de artigo científico aceito para publicação na revista Nature na segunda-feira (1°).

    Conforme a versão inicial do documento, revisado por pares, o homem, de Berlim, foi diagnosticado com HIV-1 subtipo B em dezembro de 2009. Ele permaneceu sem sintomas por cinco anos. Em abril de 2015, a sua condição se deteriorou e ele recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda.

    A terapia antirretroviral (ART), que diminui a carga viral no corpo até que o HIV não seja transmitido em relações sexuais, foi iniciada no paciente em paralelo ao tratamento da leucemia. Em outubro de 2015, para o tratamento da leucemia, o homem recebeu um transplante de células-tronco alogênicas, e teve remissão do câncer.

    O paciente teve a terapia antirretroviral descontinuada em 2018, o que significa que a remissão já é sustentada por seis anos. Para os pesquisadores, o caso demonstra uma potencial cura do HIV.

    A cura é excepcionalmente rara, aponta o artigo, documentada em apenas seis casos entre os estimados 88 milhões de indivíduos que adquiriram HIV desde o início da epidemia. Até agora, as curas bem-sucedidas estão limitadas a indivíduos que receberam transplantes alogênicos de células-tronco para cânceres hematológicos.

    Este caso é crucial, conforme o artigo, porque desafia o entendimento de longa data sobre o que é necessário para alcançar a cura ou remissão sustentada do HIV.

    Por muito tempo, o mecanismo principal para a cura sem terapia antirretroviral era a resistência ao vírus mediada pela mutação CCR5?32 homozigótica, variante genética rara que confere resistência natural à infecção pelo vírus HIV.

    Estes resultados demonstraram que a resistência ao HIV mediada por CCR5?32 não é essencial para uma remissão duradoura, ressaltando a importância de reduções efetivas do reservatório viral nas estratégias de cura do HIV. A análise após o transplante não detectou vírus competente para replicação no sangue ou nos tecidos intestinais do paciente.

    Neste caso, os autores sugerem que a chave para a remissão foi o tratamento agressivo da leucemia e os mecanismos imunológicos induzidos pelo transplante.

    A última pessoa a demonstrar sinais de remissão foi um homem conhecido como paciente de Genebra, em 2023, depois de receber um transplante de medula óssea.

    Todos os pacientes até então tem essa situação muito particular em comum: sofriam de câncer de sangue e se beneficiaram de um transplante de células-tronco que renovaram profundamente seu sistema imunológico.

    A primeira pessoa com HIV curada foi Timothy Ray Brown, também conhecido como “paciente de Berlim”. Nascido nos Estados Unidos, ele foi diagnosticado com HIV em 1995, quando vivia na Alemanha, e em 2006 recebeu o diagnóstico de leucemia.

    O segundo homem curado, Adam Castillejo, ficou conhecido como “paciente de Londres”. Ele tinha linfoma de Hodgkin e passou pelo transplante de medula com material de um doador com a mutação no gene em maio de 2016. Em setembro de 2017, Castillejo deixou de tomar drogas anti-HIV e seus exames de sangue não apresentaram mais sinais do vírus.

    Em fevereiro de 2022, pesquisadores anunciaram o terceiro caso de cura, dessa vez envolvendo uma mulher submetida a um tratamento diferente. A paciente, que como Brown tinha leucemia, foi atendida no Weill Medical College, em Nova York, e recebeu sangue do cordão umbilical de um doador com a mutação no CCR5 e células-tronco sanguíneas parcialmente compatíveis de um parente de primeiro grau.

    Pouco tempo depois, em julho, foi divulgado o quarto caso de cura do HIV. O homem de 66 anos, que não quis revelar sua identidade, recebeu o apelido de “paciente de City of Hope” (em tradução livre, cidade da esperança) em referência à unidade de saúde da Califórnia em que foi tratado.

    Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

  • Podemos atacar qualquer país que envie drogas aos EUA, não só Venezuela, diz Trump

    Podemos atacar qualquer país que envie drogas aos EUA, não só Venezuela, diz Trump

    Vamos atingir aonde os traficantes moram em breve, diz presidente americano em meio a crise militar; republicano protege secretário de Defesa, acusado de dar ordem de ‘matar todos’ em ofensiva contra embarcações

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Donald Trump disse nesta terça-feira (2) que qualquer país que envie drogas aos Estados Unidos está sujeito a ataques das Forças Armadas americanas, não apenas a Venezuela. A fala vem em meio à campanha militar dos EUA nas águas da América Latina, ação com o objetivo explícito de combater o tráfico de drogas na região e o implícito de pressionar o ditador Nicolás Maduro a deixar o poder.

    “Se eles [traficantes] vierem de certo país, ou de qualquer país, ou se nós acharmos que eles estão construíndo locais de produção de cocaína ou fentanil, como a Colômbia, que faz muita cocaína… e nós gostamos muito disso”, disse Trump, em tom irônico. “De qualquer forma, qualquer um que faça isso e venda no nosso país está sujeito a ataques.”

    Em seguida, um repórter pergunta para Trump: “Não necessariamente só a Venezuela?”, ao que o presidente responde: “Não só a Venezuela. A Venezuela tem sido muito ruim para nós, mandaram assassinos para nosso país, esvaziaram suas cadeias no nosso país”, afirmou, em referência ao fluxo migratório de venezuelanos em direção aos EUA.

    Antes disso, o republicano disse que pretende ordenar ataques contra traficantes “onde eles moram” muito em breve, aumentando a especulação de que os EUA podem bombardear território Venezuelano diretamente -o equivalente a uma declaração de guerra.

    Ao longo da conversa com a imprensa em Washington, Trump buscou ainda proteger seu secretário de Defesa, Pete Hegseth. O chefe do Pentágono está sob intensa pressão depois das revelações de que teria dado a ordem de “matar todos” em um dos ataques no Caribe contra embarcações que os EUA afirmam, sem apresentar provas concretas, se tratarem de barcos carregando drogas.

    Uma ordem do tipo seria um crime de guerra, uma vez que o direito internacional não considera legítimos ataques contra combatentes que não representam perigo iminente -a menos que haja uma situação de guerra declarada, o que não é o caso. Para se proteger juridicamente, o governo Trump classificou grupos narcotraficantes da América Latina de terroristas, argumentando que pode agir contra eles da mesma forma que os EUA agem contra grupos radicais no Oriente Médio.

    Hegseth disse não se lembrar de ter visto sobreviventes no incidente em questão, em setembro, contrariando reportagem do jornal The Washington Post de que houve um segundo bombardeio com o objetivo de matar todos os ocupantes do barco. O secretário afirmou ter dado a ordem de eliminar os supostos traficantes, mas deixado o resto da operação a cargo de almirantes da Marinha.

    Ao mesmo tempo, o chefe do Pentágono defendeu “todas as decisões tomadas” por comandantes militares americanos, dizendo que, na “névoa da guerra”, nem sempre todas as informações estão disponíveis -mas que eliminar os barcos é a decisão acertada.

    “Vocês na imprensa, em suas salas climatizadas em Washington, não têm como entender isso”, disse Hegseth. “Vocês inventam histórias falsas no Washington Post de que eu mandei matar todo mundo, matérias sem base alguma na realidade, e aí querem fazer falas irresponsáveis sobre esses heróis americanos.”

    “Cerca de 20 milhões de pessoas invadiram nosso país nos últimos quatro anos, e ninguém sabe de onde elas vêm”, prosseguiu Hegseth, citando a gestão Joe Biden em tentativa de justificar a campanha militar americana no Caribe. “Eles trazem drogas e envenenam, de forma intencional, nosso povo, matando centenas de milhares de americanos.”

    “Então o presidente teve a coragem de classificar essas facções de organizações terroristas”, afirmou o secretário. “Muitos de nós servimos no Exército e lutamos contra terroristas como a Al Qaeda e o Estado Islâmico. Como você trata grupos assim? Você dá um tapinha na cabeça e diz: ‘que isso não se repita’? Ou você elimina o problema diretamente por meio de um ataque cinético letal?”

    Sob Trump, os EUA promovem sua maior mobilização militar na América Latina em décadas. Mais de 80 pessoas já foram mortas em ataques contra barcos no Caribe e no Oceano Pacífico, e a possibilidade de um conflito militar com a Venezuela cresce a cada dia que Washington investe mais recursos militares na ofensiva, segundo especialistas.

    Ao final da conversa com jornalistas, Trump emendou um ataque a imigrantes da Somália que vivem nos EUA. Dizendo que a deputada democrata Ilhan Omar, nascida no país do leste da África, “odeia os EUA”, o presidente americano afirmou: “Os somalis não contribuem em nada para o nosso país. Eu não quero eles aqui. Existe uma razão para o país deles ser a porcaria que é. O país deles fede.”

    Podemos atacar qualquer país que envie drogas aos EUA, não só Venezuela, diz Trump

  • Papa Leão 14 pede que EUA busquem diálogo em vez de invadir Venezuela

    Papa Leão 14 pede que EUA busquem diálogo em vez de invadir Venezuela

    Papa Leão 14 disse que é preciso acalmar a situação buscando o “bem do povo acima de tudo”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O papa Leão 14 pediu nesta terça-feira (2) aos Estados Unidos que favoreçam o diálogo com a Venezuela antes de qualquer operação contra seu território.

    Os dois países vivem um momento de tensão devido à mobilização militar do presidente Donald Trump, no Caribe. Declaração do papa foi durante uma coletiva de imprensa no avião que o transportava de Beirute a Roma.

    “É melhor buscar maneiras de diálogo, talvez pressão, até mesmo pressão econômica, mas buscando outra maneira de mudar, se for isso que os Estados Unidos decidirem fazer”, disse o papa Leão 14.

    Papa diz que as vozes nos EUA mudam. Segundo ele, é preciso acalmar a situação buscando o “bem do povo acima de tudo”, Leão 14 acrescentou que “nessas situações quem sofre é o povo, não as autoridades”.

    Papa Leão 14 pede que EUA busquem diálogo em vez de invadir Venezuela

  • Pombos são modificados com chips cerebrais para substituir drones na Rússia

    Pombos são modificados com chips cerebrais para substituir drones na Rússia

    Empresa russa Neiry testa pombos com neurochips e diz conseguir controlar voo das aves como drones comuns

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Com chips implantados no cérebro, pombos estão sendo controlados e testados como biodrones na Rússia.

    Segundo a agência estatal RIA Novosti, a empresa russa Neiry inseriu chips no cérebro de pombos. Esses eletrodos são conectados a um pequeno dispositivo preso às costas da ave, uma espécie de “mochila”, alimentada por energia solar.

    De acordo com a empresa, o sistema permite controlar remotamente o voo dos animais. Por meio de estímulos enviados aos implantes, seria possível induzir o pombo a voar na direção desejada.

    “Graças ao neurochip, o operador pode controlar o pássaro enviando instruções de voo, assim como acontece com drones convencionais. Não é necessário treinamento: qualquer animal se torna controlável remotamente após a operação.”

    O dispositivo emite sinais que influenciam os impulsos da ave, fazendo-a virar à esquerda ou à direita. A localização é acompanhada por GPS, e toda a parte eletrônica é alimentada por pequenos painéis solares instalados nas costas das aves.

    Com isso, os pombos poderiam executar tarefas tradicionalmente realizadas por drones. Vigilância, monitoramento de infraestrutura (linhas de energia, oleodutos e gasodutos), inspeções industriais ou ambientais, operações de busca e salvamento e vigilância urbana.

    POR QUE USAR POMBOS EM VEZ DE DRONES?

    Segundo a Neiry, por serem aves reais, os biodrones teriam autonomia superior, menor custo e um disfarce natural. Ao contrário de drones convencionais, pombos costumam passar despercebidos em ambientes urbanos.

    A empresa afirma ainda que todo o processo é feito de forma controlada e responsável. Após a cirurgia, os animais levariam uma “vida normal”, com risco mínimo de quedas, o que permitiria seu uso em áreas densamente povoadas.

    Além disso, o projeto é ambicioso e deve ser expandido para outras espécies. “O sistema foi testado até agora em pombos, mas pode ser adaptado para outras aves. Corvos poderão transportar cargas mais pesadas, gaivotas devem monitorar áreas costeiras e albatrozes poderão sobrevoar grandes extensões marítimas”, explicou a Neiry.

    EXPERIÊNCIAS CONTROVERSAS

    Atualmente, o projeto de biodrones está na fase final de preparação para testes-piloto. A empresa afirma que o custo dos pombos modificados é comparável ao de drones convencionais, porém com alcance e tempo de voo centenas de vezes maiores.

    Este não é o primeiro experimento da Neiry. A companhia já realizou testes em parceria com a Universidade Estatal de Moscou. Segundo a Forbes local, eles desenvolveram uma interface neural invasiva no cérebro de um rato, combinada a um sistema de inteligência artificial que permitiria ao animal “responder perguntas”.

    A empresa também implantou neurochips em vacas para aumentar a produção de leite. Com esses projetos, a startup já levantou milhões de rublos (moeda russa) em investimentos, com forte participação de investidores externos.

    Pombos são modificados com chips cerebrais para substituir drones na Rússia

  • Putin dispara: "Se a Europa quiser guerra, estamos prontos"

    Putin dispara: "Se a Europa quiser guerra, estamos prontos"

    O presidente russo, Vladimir Putin, acusou a Europa de não ter uma “agenda de paz” e de “interferir” nas propostas dos Estados Unidos para acabar com a guerra na Ucrânia, fazendo exigências “inaceitáveis” a Moscou

    Momentos antes de se reunir com os enviados especiais dos Estados Unidos, esta terça-feira (2), o presidente russo Vladimir Putin fez uma provocação: “Se a Europa quiser guerra, estamos prontos”.

    O líder russo falava em um fórum de investimento em Moscou pouco antes da hora agendada para o encontro com Steve Witkoff e Jared Kushner, que voaram até à capital russa para apresentar a nova versão do acordo de paz para a Ucrânia.

    Durante esse discurso, Putin frisou que não está planejando entrar em guerra com a Europa: “Já disse cem vezes”.

    “Não temos a intenção de fazer guerra com a Europa, mas se a Europa o desejar e começar, estamos prontos imediatamente”, afirmou Putin aos jornalistas, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

    No entanto, acusou os líderes europeus de “interferirem” nas propostas norte-americanas, insistindo que a Europa “não tem uma agenda de paz, estão do lado da guerra”, disse o líder russo.

    “A Europa está impedindo a administração dos Estados Unidos de alcançarem a paz com a Ucrânia”, acrescentou, citado pelo The Guardian, disparando ainda que as “exigências da Europa são inaceitáveis para a Rússia”. Putin não elaborou quais são as exigências inaceitáveis de que falava.

    Zelensky revela que plano de paz tem agora 20 pontos

    As declarações do presidente russo acontecem pouco depois de o seu homólogo ucraniano ter falado em uma coletiva de imprensa em Dublin, na Irlanda, onde revelou que o plano de paz que foi levado a Moscou tem agora 20 pontos, em vez dos 28 iniciais.

    Apesar de não se sentir preparado para revelar “todos os pontos do plano”, Zelensky confessou quais as “questões e desafios sensíveis e difíceis” do acordo: cedências territoriais, o uso dos ativos russos congelados (uma decisão que, diz o presidente, precisa de envolver os dirigentes europeus) e a aliança de países que pretende apoiar um futuro acordo de paz na Ucrânia.

    Durante o discurso, o presidente ucraniano mostrou-se confiante com a possibilidade de pôr um fim ao conflito, dizendo que “mais do que nunca há uma chance de acabar com esta guerra”. Confessou, no entanto, que este está sendo “um dos momentos mais desafiantes e, no entanto, ao mesmo tempo, otimistas” para a paz na Ucrânia.

    Sobre o encontro entre Washington e Moscou (que já estaria decorrendo), Zelensky afirmou que espera ser contactado imediatamente após a reunião, afirmando que está “preparado para apoiar todos os sinais [que trouxerem o fim da guerra]” e para se “encontrar com o presidente Trump”,

    Contudo, acrescentou que “tudo depende das conversas de hoje”. Zelensky contou ainda que pretende reagir ainda esta terça-feira às negociações “de acordo com os resultados” que saírem da reunião.

    “Nós temos de terminar com a guerra de tal maneira, que a Rússia não regresse, com a terceira invasão em dez anos”, acrescentou, frisando que é preciso um plano de paz “aberto e justo” e que não seja discutido “nas costas da Ucrânia”.

    “O nosso objetivo comum é pôr fim à guerra, não apenas obter uma pausa nos combates. É necessária uma paz digna”, reiterou o presidente ucraniano.

    Putin dispara: "Se a Europa quiser guerra, estamos prontos"

  • Mulher mostra como ficou rosto após lifting; "Prefiro continuar feia"

    Mulher mostra como ficou rosto após lifting; "Prefiro continuar feia"

    A norte-americana LeAnn Hawks, de 45 anos, decidiu revelar em detalhes o pós-operatório do lifting facial feito no México. As imagens, que mostram inchaço extremo e cicatrizes aparentes, chamaram atenção nas redes e reacenderam o debate sobre transparência nos procedimentos estéticos.

    Uma mulher de 45 anos que decidiu rejuvenescer o rosto por meio de cirurgia estética viralizou ao expor no TikTok o duro processo de recuperação. A norte-americana LeAnn Hawks, do Arizona, passou por um lifting facial completo em julho, além de blefaroplastia superior e inferior para remover o excesso de pele das pálpebras e uma transferência de gordura para o rosto e os lábios.

    O procedimento, realizado em uma clínica de Tijuana, no México, durou seis horas. Um dia após a cirurgia, ainda internada, LeAnn fez uma foto que só decidiu publicar um mês depois. A imagem chocou seus seguidores e acabou se tornando o ponto de partida para que ela mostrasse, com total transparência, como realmente é o pós-operatório desse tipo de intervenção estética.

    O que levou LeAnn a operar

    No vídeo, LeAnn explica que decidiu fazer a cirurgia porque, após perder peso, ficou com flacidez facial que, segundo ela, a fazia parecer mais velha. Além disso, anos de rotina intensa ao sol, sem cuidados adequados com a pele, deixaram marcas profundas.

    Ela conta que, antes de se submeter ao procedimento, tentou pesquisar informações sobre o pós-operatório, mas encontrou muito pouco. Essa falta de referências fez com que se assustasse ao ver o próprio rosto logo após a cirurgia. As imagens geraram comentários como “prefiro continuar feia”, reflexo do choque causado por sua aparência no início da recuperação.

    O impacto do pós-operatório

    Na foto divulgada, LeAnn aparece com o rosto extremamente inchado, a pele acinzentada e os pontos bem marcados. Ela admite que também se assustou, destacando que a internet costuma mostrar apenas os resultados finais, nunca o processo real.

    “Têm me perguntado se doeu muito. Nem sei se tenho coragem de mostrar isso”, diz no vídeo antes de exibir o registro do pós-operatório.

    Os primeiros sinais de melhora só começaram a surgir nove dias depois. LeAnn recorda o alívio que sentiu ao finalmente reconhecer seu próprio rosto por trás dos hematomas.

    A evolução

    A influenciadora tem compartilhado vídeos mostrando a evolução das cicatrizes e da cicatrização geral. Em um dos registros, ela usa uma música que questiona se valeu a pena. “Sim, valeu… se você for forte”, responde.

    Hoje, LeAnn segue em recuperação e continua atualizando seus seguidores sobre o progresso, transformando sua experiência em uma fonte de informação transparente para outras pessoas que consideram passar pelo mesmo tipo de cirurgia.
     
     

     

    Mulher mostra como ficou rosto após lifting; "Prefiro continuar feia"

  • Grupo com 90 homens é investigado por trocar fotos íntimas de mulheres

    Grupo com 90 homens é investigado por trocar fotos íntimas de mulheres

    A Guardia Civil apura a existência de um grupo de WhatsApp em que dezenas de homens teriam compartilhado imagens íntimas de suas parceiras sem consentimento. A denúncia surgiu após um cartaz ser colado em praça pública por uma associação feminina, expondo o caso e pressionando por investigação.

    Um grupo de WhatsApp formado por cerca de 90 homens é alvo de investigação após denúncias de que imagens íntimas de diversas mulheres estavam sendo compartilhadas sem qualquer autorização. O caso veio à tona em Castro Urdiales, cidade da região da Cantábria, na Espanha, depois que um cartaz denunciando o grupo foi afixado em uma praça pública por uma associação feminina da cidade.

    A Secretaria da Igualdade do governo municipal recebeu a denúncia e acionou a Guardia Civil, que já iniciou as investigações. Segundo a emissora Antena 3, a primeira informação sobre o grupo foi repassada por uma prostituta que preferiu manter o anonimato. Ela contou que foi contratada por um dos integrantes para produzir vídeos e fotos íntimas mediante pagamento. Ao usar o celular do cliente, percebeu que havia um grupo onde diversos homens compartilhavam imagens privadas de suas parceiras.

    A testemunha afirmou que reconheceu fotos de várias mulheres que não tinham conhecimento nem autorizado a divulgação do conteúdo. O caso gerou forte indignação entre os moradores, que classificaram a situação como “lamentável” e reflexo de um uso cada vez mais nocivo das redes sociais.

    Tanto a prefeitura quanto a Guardia Civil confirmam que o caso está sendo investigado, mas afirmam que, por enquanto, não podem fornecer detalhes adicionais, já que ainda buscam reunir mais informações sobre o grupo e identificar todas as vítimas.
     
     

    Grupo com 90 homens é investigado por trocar fotos íntimas de mulheres

  • Noiva morre afogada durante sessão fotográfica por causa de vestido

    Noiva morre afogada durante sessão fotográfica por causa de vestido

    A morte de Maria Pantazopoulos, de 30 anos, chocou Canadá e Grécia depois que a noiva afundou durante uma sessão “Trash the Dress” em um rio de Montreal. O vestido encharcado se tornou pesado demais, e a família agora pede reforço de segurança no local para evitar novas tragédias.

    Uma mulher morreu afogada poucos dias depois do casamento enquanto fazia uma sessão de fotos do tipo “trash the dress”, prática que se popularizou entre noivas ao redor do mundo.

    Maria Pantazopoulos, de 30 anos, havia se casado em 9 de junho de 2012 com Billy, seu namorado de infância. Animada com a tendência de posar com o vestido de noiva em cenários inusitados, ela contratou o fotógrafo Louis Pagakis e escolheu o rio Ouareau, perto de quedas-d’água em Montreal, como cenário.

    Segundo o The Mirror, a sessão começou normalmente até que Maria decidiu entrar na água para algumas fotos. O vestido, pesado por si só, rapidamente absorveu grande quantidade de água e se tornou impossível de sustentar. O fotógrafo tentou ajudá-la, mas não conseguiu. Ele ainda se lembra das últimas palavras dela: “Não consigo mais. É muito pesado.”

    O corpo da noiva foi encontrado horas depois por mergulhadores. A família afirmou em comunicado que Maria jamais colocaria sua vida em risco e que confiava plenamente no trabalho do fotógrafo. Eles também pediram que as autoridades reforcem a segurança do local para evitar novas tragédias.

    Outros casos já haviam ocorrido. Em 2015, a recém-casada Amy Zuno também acabou submersa durante uma sessão semelhante. Ela havia mergulhado de um barco usando o vestido, que a puxou para baixo. Diferentemente de Maria, Amy conseguiu ser resgatada e afirmou não se arrepender da foto arriscada.

    Noiva morre afogada durante sessão fotográfica por causa de vestido

  • Ressonância de Trump vira alvo de debate após divulgação da Casa Branca

    Ressonância de Trump vira alvo de debate após divulgação da Casa Branca

    A publicação dos resultados do exame do presidente reacendeu questionamentos sobre sua saúde e abriu nova rodada de especulações em Washington, enquanto o governo tenta conter críticas e explicar por que o procedimento e seus detalhes ficaram semanas sob sigilo.

    A Casa Branca colocou fim às especulações sobre a saúde de Donald Trump ao divulgar, nesta segunda-feira, o laudo completo da ressonância magnética realizada no mês passado. O exame vinha sendo alvo de rumores desde que o presidente, de 79 anos, recebeu o diagnóstico de insuficiência venosa crônica, em julho, condição que gerou dúvidas sobre um possível declínio físico ou cognitivo.

    O documento, assinado pelo capitão da Marinha Sean Barbabella, médico oficial da presidência, afirma que a ressonância integrou o check-up anual de rotina. Os exames foram direcionados para as regiões cardiovascular e abdominal e, segundo o relatório, não apresentaram qualquer anormalidade. Barbabella descreve Trump como estando em “excelente saúde” e ressalta que órgãos e vasos sanguíneos avaliados têm aparência “muito saudável e bem vascularizada”.

    O médico reforça que a investigação por imagem serviu como medida preventiva e não foi motivada por sintomas novos. Ele também declarou que a função cardiovascular do presidente é considerada “perfeitamente normal”, sem sinais de obstruções, inflamações ou alterações estruturais. O mesmo, afirma, foi constatado na região abdominal.

    A publicação do laudo ocorre um dia depois de Trump ter protagonizado um momento tenso com repórteres no voo de retorno a Washington. Ao ser questionado se a ressonância teria incluído o cérebro, o presidente se irritou e rebateu mencionando um suposto teste cognitivo recente:
    “Não faço ideia. Foi apenas uma ressonância. Não foi no cérebro porque eu fiz um teste cognitivo e tirei nota máxima. Nota perfeita, algo que você não conseguiria fazer”, declarou.

    Segundo a Casa Branca, a insuficiência venosa crônica que Trump trata é considerada uma condição comum e benigna, que pode causar desconfortos como dor e inchaço nas pernas, mas não interfere no desempenho de suas funções.

    Ressonância de Trump vira alvo de debate após divulgação da Casa Branca

  • Globi, o peixe que age como “cachorro” e virou sensação nas redes; assita

    Globi, o peixe que age como “cachorro” e virou sensação nas redes; assita

    Vídeos de Globi, um peixe que busca carinho, interage com humanos e até “pede” atenção à dona, viralizaram e já somam milhões de visualizações, enquanto internautas se dividem entre encantamento e críticas ao tamanho do aquário

    Animais costumam conquistar facilmente os corações dos internautas, e não faltam vídeos fofos ou divertidos protagonizados por eles nas redes sociais. Mas Globi chama atenção por um motivo diferente: ele não é um cachorro, nem um gato. Globi é um peixe.

    E, segundo sua cuidadora, Kam, ele não é um peixe qualquer.

    Enquanto a maioria dos peixes vive de forma independente no aquário, Globi gosta de interagir com humanos. Kam publica vídeos mostrando o animalzinho preto nadando até ela em busca de carinho e atenção. “O melhor amigo do homem é o Globi”, diz a cuidadora, que reforça que o “gordinho” é seu peixe favorito.

    Os vídeos fazem sucesso. Kam tem cerca de 55 mil seguidores, mas é Globi quem mais viraliza: algumas publicações chegam a três milhões de visualizações. Nos comentários, internautas o descrevem como “um cãozinho em forma de peixe”, enquanto outros brincam dizendo que, na verdade, ele quer é comida.

    Em um dos vídeos mais vistos, Globi se aproxima do dedo da dona para comer e, depois disso, fica rondando a mão dela como se pedisse mais carinho.

    Apesar do sucesso, há quem critique a relação, afirmando que o aquário é pequeno demais e que o peixe deveria ser devolvido ao habitat natural.

    Conheça Globi no vídeo acima.

    Globi, o peixe que age como “cachorro” e virou sensação nas redes; assita