Categoria: MUNDO

  • Homem morre de ataque cardíaco após saber que esposa morreu em acidente

    Homem morre de ataque cardíaco após saber que esposa morreu em acidente

    Uma mulher de 51 anos morreu, na noite de quarta-feira (3), após acidente de trânsito em Ourense. O marido da vítima mortal teve um ataque cardíaco e não resistiu, menos de uma hora depois de receber a notícia

    Uma mulher de 51 anos morreu, na noite de quarta-feira (3), após se envolver em uma colisão frontal no município de Muíños, na província espanhola de Ourense. Menos de uma hora depois de ter recebido a notícia, o marido da vítima mortal teve um ataque cardíaco e não resistiu.

    A mulher, que dirigia um Citroën Saxo, ficou presa nas ferrangens do veículo e morreu no local, de acordo com o El Correo Gallego.

    O outro motorista, um homem de 40 anos que seguia em um veículo comercial Opel Combo, sofreu ferimentos leves e foi transportado para o hospital de Ourense. Duas horas depois do acidente, agentes da Unidade de Trânsito da Guardia Civil submeteram o indivíduo a um teste de bafômetro, já na instituição de saúde, e confirmaram que estava sob efeito de bebidas alcoólicas.

    O suspeito foi preso e acusado não só de condução sob efeito de álcool, mas também de homicídio, devendo ser apresentado a um juiz ainda esta quinta-feira (4).

    As autoridades suspeitam que o carro comercial entrou em contramão, colidindo de frente com o automóvel onde seguia a vítima mortal. Isto porque, segundo a imprensa espanhola, aquela estrada não tem registro de acidentes e tem faixas bem definidas. Além disso, a colisão aconteceu em uma leve curva com boa visibilidade.

    Ao darem conta de que a mulher não regressava do trabalho e não atendia o celular, o marido e o filho da vítima foram procurá-la. O primeiro chegou ao local do acidente pelas 23h00 (hora local), onde ficou sabendo do que tinha acontecido. Menos de uma hora depois, pelas 23h49, o homem de 59 anos sentiu-me mal, teve um ataque cardíaco e não resistiu, apesar os esforços dos serviços de emergência, que realizaram manobras de reanimação durante uma hora.

    O casal deixa um filho com pouco mais de vinte anos, que recebeu a notícia da morte dos pais no local do acidente.

    Homem morre de ataque cardíaco após saber que esposa morreu em acidente

  • Mulher mata 3 crianças e o filho por serem "bonitas demais"

    Mulher mata 3 crianças e o filho por serem "bonitas demais"

    Uma mulher foi presa na Índia após confessar quatro assassinatos, incluindo o do próprio filho, todos encenados como afogamentos acidentais. Segundo a polícia, ela escolhia vítimas que considerava “bonitas demais”, revelando uma obsessão doentia com aparência que só veio à tona após o último crime.

    Uma mulher de aproximadamente 30 anos foi presa em Panipat, no norte da Índia, acusada de matar quatro crianças ao longo de dois anos, entre elas o próprio filho e duas sobrinhas. Segundo a polícia, ela escolhia vítimas que considerava “bonitas demais”, motivada por uma obsessão doentia com aparência.

    Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, 3 de dezembro, as autoridades informaram que os crimes foram cuidadosamente encenados para parecerem mortes acidentais por afogamento. A investigação aponta que a mulher, identificada como Poonam, confessou todos os homicídios durante o interrogatório.

    De acordo com o Indian Express, a polícia concluiu que ela não aceitava que outras crianças fossem “mais atraentes” que as dela. O primeiro crime ocorreu em 2023, quando matou a sobrinha e, em seguida, o próprio filho de três anos, que teria testemunhado o assassinato. As duas crianças foram encontradas em um tanque, e Poonam afirmou na época que ambas haviam caído na água enquanto brincavam.

    Meses depois, em agosto, outra criança da aldeia de Sivah foi morta da mesma forma, sem levantar suspeitas. O padrão só começou a ser identificado quando, recentemente, a sobrinha de seis anos da suspeita, Vidhi, desapareceu durante um casamento. Ela foi encontrada pela avó boiando em uma banheira no local da festa.

    O avô da menina, ex-investigador, achou a posição do corpo suspeita e alertou as autoridades, desencadeando uma apuração mais profunda. Chamado para depor, ele afirmou acreditar que a neta havia sido afogada propositalmente. A partir daí, a polícia ligou o caso às mortes anteriores e passou a investigar possíveis conexões.

    Durante o interrogatório, Poonam admitiu ter seguido Vidhi até o terraço do prédio durante o casamento. De acordo com a polícia, ela colocou a criança em uma banheira plástica cheia de água e a afogou antes de trancar a porta e retornar à festa. Os investigadores disseram que a suspeita “se irritava com meninas bonitas”.

    A polícia publicou no X um vídeo que mostra Poonam chegando ao tribunal com o rosto coberto por um lenço vermelho, deixando à mostra apenas os olhos. As autoridades afirmam que ela apresenta sinais de psicopatia, mas continuará sob custódia judicial enquanto a investigação prossegue.
     
     

    Mulher mata 3 crianças e o filho por serem "bonitas demais"

  • Casa Branca admite rigor com imigrantes durante a Copa do Mundo de 2026

    Casa Branca admite rigor com imigrantes durante a Copa do Mundo de 2026

    A Casa Branca afirmou que decisões sobre vistos e operações policiais poderão seguir critérios de segurança nacional durante a Copa do Mundo de 2026. A Human Rights Watch alertou para riscos a torcedores estrangeiros e pediu que a FIFA pressione o governo por garantias de proteção.

    O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não descarta operações policiais e detenções de imigrantes durante a Copa do Mundo de 2026. A informação foi dada nesta quarta-feira por Andrew Giuliani, líder do grupo de trabalho da Casa Branca responsável pela organização do evento.

    “Devo destacar que o presidente Trump não descarta nada que torne este país mais seguro”, afirmou Giuliani em coletiva de imprensa em Washington, realizada antes do sorteio dos grupos da Copa, marcado para sexta-feira no Kennedy Center, com presença do próprio presidente.

    Segundo Giuliani, o governo está atento a possíveis episódios de violência durante o torneio. “O que não toleraremos são tumultos que coloquem a segurança em risco”, disse. Ele reforçou que o evento deve provar que “segurança e hospitalidade podem caminhar juntas”.

    A Copa do Mundo de 2026, marcada para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho do próximo ano, será sediada pelos Estados Unidos, Canadá e México. A preparação acontece em meio às políticas migratórias rígidas adotadas pela administração Trump.

    Quando questionado sobre a possibilidade de negar vistos a torcedores que desejam entrar nos EUA para assistir aos jogos, Giuliani disse que, para o governo, “cada decisão sobre visto é uma decisão de segurança nacional”.

    Ele reforçou, porém, o compromisso anunciado recentemente por Trump e pela FIFA: qualquer pessoa com ingresso para um jogo terá acesso facilitado às autoridades migratórias para solicitar visto de entrada no país.

    Giuliani, filho do ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, afirmou que o tempo de espera para emissão de vistos já foi reduzido para menos de dois meses em países como Brasil, Argentina e Equador. Ele também lembrou que cidadãos de países europeus e do Japão possuem isenção de visto.

    No caso das delegações de Haiti e Irã, países incluídos na lista de 19 nações com entrada proibida nos EUA por ordem do governo Trump, Giuliani explicou que “alguns membros das equipes receberam autorizações especiais” para ingressar no território norte-americano. Sobre torcedores haitianos e iranianos, ele disse que a decisão cabe ao Departamento de Estado.

    Mais cedo, a Human Rights Watch expressou preocupação com a segurança de estrangeiros que pretendem assistir à Copa de 2026. A organização citou o caso de um solicitante de asilo que levou seus filhos à final do Mundial de Clubes nos EUA, em julho, em Nova Jersey, e acabou detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).

    “Um pai apaixonado por futebol, que planejou um dia especial com os filhos em um torneio da FIFA, acabou detido por três meses e depois foi enviado de volta a um país onde, segundo ele, sua vida corre risco”, afirmou Minky Worden, diretora de iniciativas globais da HRW.

    A ONG disse que o episódio “mostra as falhas dos esforços da FIFA diante dos graves riscos aos direitos humanos enfrentados por estrangeiros em eventos esportivos”. Além de criticar a entidade, a organização também apontou para as políticas migratórias do governo Trump.

    Worden alertou que a forma como os EUA aplicam suas leis de imigração durante grandes eventos esportivos “pode separar famílias e colocar pessoas que fogem de perseguição em risco mortal”.

    A HRW defendeu que a FIFA pressione o governo norte-americano a não usar a Copa do Mundo como oportunidade para intensificar operações migratórias, como ocorreu durante o Mundial de Clubes deste ano.

    Casa Branca admite rigor com imigrantes durante a Copa do Mundo de 2026

  • Momento divertido entre Tedros Adhanom e Lula viraliza nas redes sociais

    Momento divertido entre Tedros Adhanom e Lula viraliza nas redes sociais

    A gravação feita na Cúpula do G20 mostra Lula brincando com Tedros Adhanom Ghebreyesus, gesto que viralizou nas redes e recebeu milhares de curtidas, compartilhamentos e comentários que destacam a leveza do presidente brasileiro em ambientes diplomáticos.

    O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, publicou nas redes sociais um vídeo bem-humorado ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A postagem, feita no sábado, já acumulava milhares de curtidas e compartilhamentos.

    O registro foi feito durante a Cúpula do G20, realizada nos dias 22 e 23 de novembro, em Joanesburgo, na África do Sul. Nas imagens, Tedros aparece sentado quando Lula surge por trás, cobre seus olhos e o convida a adivinhar quem está ali. Os dois caem na risada e se abraçam em seguida.

    “Um momento descontraído com o presidente Lula na Cúpula do G20 em Joanesburgo”, escreveu Tedros na publicação. O vídeo já ultrapassa mil compartilhamentos, dez mil curtidas e reúne centenas de comentários.

    No X, antigo Twitter, um usuário destacou que é “impressionante” como Lula “leva leveza para qualquer ambiente”. Um escritor nigeriano também comentou que o presidente brasileiro é “sem dúvida, o chefe de Estado mais adoravelmente levado da atualidade”.

     
     
     

    Momento divertido entre Tedros Adhanom e Lula viraliza nas redes sociais

  • Putin endureceu posição em reunião com enviados de Trump

    Putin endureceu posição em reunião com enviados de Trump

    O presidente russo insinuou aumentar seu pedido inicial por terras do vizinho, que numa minuta oficial em junho incluía só as quatro províncias que anexou ilegalmente em 2022: Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, endureceu ainda mais sua posição em relação às negociações para chegar a um acordo que encerre a Guerra da Ucrânia, maior conflito em solo europeu desde 1945.

    Segundo relato feito à Folha por duas pessoas com conhecimento do assunto em Moscou, a reunião de cinco horas do russo com o negociador americano Steve Witkoff e o genro de Donald Trump Jared Kushner serviu para que Putin rejeitasse quaisquer concessões a Volodimir Zelenski.

    A dupla enviada pelo presidente americano tentava uma solução de consenso para a terceira tentativa de Trump de acabar com a guerra que ele prometeu, na campanha que o levou de volta à Casa Branca, encerrar em 24 horas.

    A proposta era uma revisão do texto com 28 pontos montado por Witkoff e pelo negociador russo Kirill Dmitriev, que estava ao lado de Putin com o assessor presidencial Iuri Uchakov no encontro encerrado na madrugada desta quarta-feira (3, início da noite de terça no Brasil).

    Pelos poucos detalhes disponíveis, ela retirava os itens que não tinham ligação com a guerra em si, como selar a paz entre a Rússia e a aliança ocidental Otan, e amenizava as demandas russas atendidas em quase toda sua totalidade no primeiro documento -que Putin nunca chancelou como seu.

    De acordo com os relatos ouvidos pela reportagem, o presidente rejeitou todas as ideias mais favoráveis a Kiev, como a negociação territorial a partir das linhas de batalha atuais -o que deixaria cerca de 15% da vital área de Donetsk ainda sob controle ucraniano.

    Além disso, Putin insinuou aumentar seu pedido inicial por terras do vizinho, que numa minuta oficial em junho incluía só as quatro províncias que anexou ilegalmente em 2022: Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson.

    Ele mencionou, segundo o relato, os ganhos militares recentes na região de Kharkiv, no norte do país, visando estabelecer o que ele chama de área de segurança -um tampão isolando o local do sul da Rússia, que Zelenski chegou a invadir por oito meses.

    É uma região que a elite russa considera sua. Como a Folha mostrou no ano passado, o Kremlin até bancou a edição de cartilhas infantis para as escolas das quatro regiões anexadas e também Kharkiv.

    Com efeito, o único comentário público feito no Kremlin sobre detalhes da reunião, feito por Uchakov, enfatizava a diferença de visões sobre questões territoriais. O porta-voz Dmitri Peskov apenas negou que o chefe tivesse rejeitado o plano como um todo, dizendo que as negociações continuam.

    Outros dois pontos citados como inaceitáveis na conversa foram a manutenção da possibilidade de a Ucrânia ingressar na Otan no futuro e o emprego de parte das reservas russas congeladas no exterior, objeto de uma ofensiva da União Europeia nesta quarta, para reconstruir a Ucrânia.

    Segundo agências de notícias, Witkoff e Kushner já relataram a conversa a Trump na tarde desta quarta. Os observadores russos consultados dizem que a impressão no Kremlin é de que eles ouviram, anotaram e iriam passar o recado. Houve pouca contestação além da apresentação dos pontos em si.

    Agora resta saber como Trump reagirá. Ele já foi e voltou na pressão sobre Moscou, mas o temor maior já expressado por Zelenski é de que a negociação esmoreça e o americano deixe Kiev na mão com seus mais limitados aliados europeus.

    Pesa em favor desse cenário a renovada disposição bélica da Putin. O russo anunciou avanços importantes nesta semana, alguns negados por Kiev, e parece convencido de que pode ao menos conquistar seus objetivos já colocados “manu militari”.

    Um sinal claro disso foi a provocação que fez à Europa minutos antes de se encontar com os americanos, dizendo que iria à guerra agora se os rivais assim quisessem. Com as sanções econômicas atrapalhando, mas não inviabilizando a guerra até aqui, ele tem fôlego para manter a ofensiva.

    Desta forma, como disse nesta quarta o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, apenas Trump poderá mediar o fim do conflito, embora talvez não como desfecho que o holandês deseja.

    Putin endureceu posição em reunião com enviados de Trump

  • EUA: Departamento de Justiça demite 8 juizes que trabalhavam em imigração

    EUA: Departamento de Justiça demite 8 juizes que trabalhavam em imigração

    A Justiça dos Estados Unidos está promovendo demissão em massa de juízes e profissionais que não estejam alinhados com a poítica do governo de Donald Trump

    Oito juízes responsáveis por questões de imigração em Nova York foram demitidos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, segundo informações divulgadas na terça-feira (2).

    De acordo com a Associação Nacional de Juízes de Imigração (NAIJ, na sigla em inglês), que confirmou informações divulgadas pela imprensa norte-americana, os oito magistrados atuam nº 26 da Federal Plaza, em Manhattan, que abriga um tribunal encarregado de analisar os casos de migrantes que tentam regularizar a situação de permanência nos Estados Unidos.

    Desde há meses, agentes da polícia federal com rostos encobertos percorrem diariamente os corredores daquele edifício e procedem à detenção de migrantes à saída de audiências, sob o olhar da imprensa, também presente todos os dias.

    Várias cenas de confrontos com a polícia e famílias separadas deram a volta ao mundo, tornando o nº 26 da Federal Plaza um local emblemático do endurecimento da política da Administração do Presidente Donald Trump em relação aos migrantes em situação irregular no país.

    Não se sabe o que motivou a escolha dos oito juízes demitidos, que se juntam a cerca de outros 90, segundo um cálculo do New York Times, demitidos durante o ano em todo o país (de um total de cerca de 600 com responsabilidades semelhantes).

    Para as associações de defesa dos migrantes, essas demissões visam substituir os juízes cessantes por profissionais mais alinhados com a política governamental.

    Este anúncio surge depois de, durante o fim de semana, várias dezenas de pessoas se terem reunido em Manhattan para impedir uma possível intervenção da Immigration and Costums Enforcement (ICE, polícia de imigração) contra vendedores ambulantes. A polícia de Nova York procedeu a várias prisões.

    No final de outubro, uma operação semelhante da polícia federal na muito turística Canal Street também provocou manifestações de pessoas que tentaram opor-se à mesma.

    “Cidade santuário” para os migrantes, Nova York tem limitado a cooperação entre as autoridades locais e os serviços federais de imigração.

    EUA: Departamento de Justiça demite 8 juizes que trabalhavam em imigração

  • Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

    Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

    Com mais de 650 desaparecidos e centenas de milhares de desabrigados, o governo indonésio é cobrado a decretar estado de emergência, enquanto organizações humanitárias afirmam que a medida é essencial para ampliar a resposta ao desastre.

    As inundações que devastaram a ilha de Sumatra, na Indonésia, alcançaram um número de vítimas ainda mais alarmante. A Agência Nacional de Gestão de Desastres do país (BNPB) informou nesta quarta-feira que o total de mortos subiu para 804, um salto significativo em relação ao balanço anterior, que contabilizava 631 vítimas. Mais de 650 pessoas seguem desaparecidas e centenas de milhares foram obrigadas a deixar suas casas.

    Mesmo diante da tragédia, que inclui milhares de feridos e destruição generalizada em várias regiões de Sumatra, o governo indonésio ainda resiste às pressões para decretar estado de emergência. A medida é considerada essencial por especialistas e organizações humanitárias, que afirmam que isso permitiria ampliar recursos e melhorar a coordenação dos esforços de assistência.

    A Indonésia decretou estado de emergência apenas em três ocasiões desde que existem registros: durante o terremoto e tsunami de 1992, no tsunami de 2004 que deixou dezenas de milhares de mortos e na pandemia de covid-19.

    A comparação com o Sri Lanka, que enfrenta enchentes e já declarou estado de emergência solicitando ajuda internacional, tem aumentado a cobrança sobre Jacarta. A Amnistia Internacional na Indonésia afirmou que a medida é “urgentemente necessária” para mobilizar forças nacionais e internacionais no apoio às vítimas.

    Segundo as autoridades locais, a catástrofe foi agravada pelo volume excepcional de chuva que atingiu a região por um período prolongado, levando rios ao transbordamento e causando destruição em larga escala.
     
     

    Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

  • Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

    Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

    Vídeo em que Patrizio Pazzani insulta clientes viralizou e gerou reação internacional. Empresário pediu desculpas após repercussão, enquanto autoridades locais criticaram o comportamento e tentam reparar o desgaste diplomático.

    Patrizio Pazzani, 58, irmão do ex-jogador italiano Giampaolo Pazzini, provocou uma polêmica internacional após gravar e publicar um vídeo em que insulta turistas de Taiwan dentro de sua pizzaria em Montecatini Terme, na Toscana. O episódio ocorreu no início de novembro, quando um grupo de 16 visitantes pediu cinco pizzas e três cervejas, pedido que irritou o empresário e o levou a registrar a cena com comentários ofensivos.

    Segundo o jornal La Nazione, os turistas, que não falavam italiano, sorriram ao perceber que estavam sendo filmados porque imaginaram se tratar de um material promocional. No vídeo, Pazzani reclama: “São 16 pessoas, mas só pediram cinco pizzas e três cervejas. Que absurdo. Isso é demais.” Ele também teria afirmado que as pizzas eram “um pouco pequenas” e pedido que o grupo deixasse o estabelecimento enquanto comia. Em outro momento, segundo a imprensa italiana, o empresário usa a expressão “chineses de m*” para se referir aos visitantes. A gravação, posteriormente excluída, viralizou rapidamente e repercutiu na mídia taiwanesa.

    @simonapeselli #simonapeselli #intervistaapatriziopazzini #ilristoratorechiedescusa #nonvolevooffendereilpopolocinese #montecatiniterme suono originale – Simona Peselli

    O caso ganhou ainda mais repercussão porque Pazzani insistiu em relacionar China e Taiwan de forma depreciativa ao longo do vídeo. Diante da pressão internacional, ele publicou em 16 de novembro um pedido de desculpas no TikTok. “Não tive a intenção de insultar ninguém. Nós, italianos, somos um povo brincalhão. Já viajei para o Oriente, para a China, lugares lindos com pessoas maravilhosas”, afirmou. O vídeo de retratação já ultrapassa 880 mil visualizações.

    O prefeito de Montecatini, Claudio Del Rosso, também se pronunciou sobre o episódio. Ele declarou: “Todos nós conhecemos o protagonista deste vídeo e sabemos que ele é alguém que pode fazer piadas em qualquer situação e com qualquer pessoa. Tenho certeza de que não havia intenção de ofender, mas ele cometeu um erro, um erro grave. As desculpas são necessárias.” O prefeito reforçou que reconhece China e Taiwan como países distintos e informou que convidaria representantes diplomáticos asiáticos para um encontro a fim de reafirmar o espírito de hospitalidade da cidade.

    Nas redes sociais, internautas criticaram duramente o comportamento de Pazzani e defenderam os turistas. Usuários relataram que dividir pizzas é prática comum em restaurantes italianos. Uma pessoa escreveu: “A pizzaria deveria ser fechada, a falta de respeito foi ofensiva demais.” Outra comentou: “Meu marido e eu nunca conseguimos comer uma pizza inteira. Sempre pedimos uma e dividimos.”

    Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

  • Mulher chora em voo após passageiro enviar mensagem cruel sobre ela

    Mulher chora em voo após passageiro enviar mensagem cruel sobre ela

    Vanessa, passageira de um voo da Delta Airlines, relatou ter chorado por quase duas horas após ver uma mensagem cruel enviada pelo homem ao seu lado, que a chamou de “mulher enorme”. Em processo de perda de peso, ela disse que o comentário abalou sua autoestima.

    Uma mulher contou nas redes sociais como uma mensagem enviada por um passageiro ao seu lado arruinou sua viagem de avião e a fez chorar durante quase duas horas. A situação, segundo ela, mostrou como a crueldade de alguém pode afetar profundamente outra pessoa de forma inesperada.

    A passageira, Vanessa, viajava de Tampa, na Flórida, para Nova York em um voo da Delta Airlines quando o episódio aconteceu. “Acabamos de decolar e eu não consigo parar de chorar”, relatou ao descrever o que viu.

    De acordo com Vanessa, o homem sentado ao lado dela enviou uma mensagem dizendo “urgh, uma mulher enorme sentou ao meu lado”. “Eu vi, porque tenho olhos na cara, e agora me sinto presa pelas próximas duas horas”, contou.

    Ela explicou que está em processo de perda de peso nos últimos meses e que aquele comentário acabou abalando sua autoestima. “Perdi 60 libras [27 quilos] e estava me sentindo muito bem comigo mesma”, escreveu em um vídeo no TikTok, no qual pediu palavras de carinho aos seguidores.

    @soberspouse

     

    original sound – DJ Rehab

    Em publicações posteriores, Vanessa disse que o homem percebeu que ela tinha visto a mensagem e começou a digitar rapidamente outras frases para empurrar o comentário para fora da tela. “Viajar sendo uma pessoa gorda é muito difícil”, desabafou.

    O relato, publicado em 26 de novembro, viralizou e recebeu apoio de milhares de pessoas contrárias ao body shaming, prática de humilhar alguém com comentários sobre sua aparência física. Vanessa agradeceu o acolhimento e afirmou que o apoio recebido a ajudou a recuperar a confiança para seguir sua jornada de perda de peso.

     

     

    Mulher chora em voo após passageiro enviar mensagem cruel sobre ela

  • Não estamos mais próximos da paz na Ucrânia, diz Rússia após reunião com EUA

    Não estamos mais próximos da paz na Ucrânia, diz Rússia após reunião com EUA

    Apesar do governo russo classificar as negociações como úteis e construtivas para um acordo de paz, as questões territoriais continuam sendo um obstáculo entre os dois países

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após cinco horas de conversas entre Rússia e Estados Unidos em Moscou, o assessor internacional de Vladimir Putin disse à imprensa que a paz na Ucrânia não está mais próxima -mas tampouco está mais distante. Segundo Iuri Uchakov, os dois lados não conseguiram chegar a um acordo a respeito de questões como a transferência de território.

    Pelos primeiros sinais disponíveis, o pêndulo da negociação parece ter voltado para o lado do Kremlin, dado que Putin passou o dia asseverando uma posição de força militar no país que invadiu em 2022, enquanto Volodimir Zelenski pedia para que a Ucrânia não fosse deixada de lado no debate.

    Pelo lado americano, participaram do encontro o enviado Steve Witkoff e o genro de Donald Trump Jared Kushner, que costuma envolver-se em acordos que possam gerar oportunidades de negócios apesar de não ter cargo formal. Já Putin estava acompanhado do negociador Kirill Dmitriev e do assessor internacional Iuri Uchakov.

    Em um evento mais cedo, Putin havia dito que a versão revisada da proposta de paz que havia sido desenhada por Witkoff e Dmitriev, favorável ao Kremlin, incluía pontos sugeridos pela Europa “absolutamente inaceitáveis”.

    Se os aliados de Zelenski quiserem sentar à mesa, disse, terão de aceitar as demandas maximalistas do Kremlin: concessão e reconhecimento territorial e neutralidade militar da Ucrânia, para começar.

    Os chefes das diplomacias de ambos os lados, Marco Rubio e Serguei Lavrov, estavam ausentes, o que vai alimentar o moinho de especulações acerca de seu peso no debate e as sugestões, no caso do americano, de que Witkoff e Kushner jogam em favor do Kremlin.

    Putin encontrou-se com os enviados no Kremlin, na sua sexta reunião com Witkoff neste ano, logo após dar declarações belicosas visando isolar os EUA dos aliados europeus de Volodimir Zelenski. O russo disse que “se a Europa quiser lutar contra nós, estamos prontos agora mesmo”.

    O russo busca uma posição de força, ao gosto da política defendida por Trump. Na véspera, anunciou avanços militares na Ucrânia e a tomada de um centro logístico vital para Kiev na região de Donetsk, 1 das 4 que quer ver reconhecidas como russas.

    Nesta terça, disse ter tomado mais duas vilas no sul do vizinho. E também ameaçou “isolar a Ucrânia do mar” após dois ataques contra petroleiros russos em poucos dias, e sugeriu que iria “tomar medidas” contra petroleiros de nações que apoiam Kiev, mas sem especificar quais.

    A Ucrânia negou a perda de cidade de Pokrovsk, que analistas de ambos os lados sugerem ter ocorrido. Seja como for, o clima otimista, verdadeiro ou não, esperava os americanos em Moscou com o presidente convencido pela linha-dura do Kremlin que pode impor condições por ter a melhor posição militar.

    Antes de se encontrar com Putin, a dupla americana se reuniu com Dmitriev. Fiel a seu estilo mascate, o russo postou nesta terça um vídeo defendendo o “túnel Putin-Trump”, uma obra que ligaria o Alasca à Rússia. Foi uma referência pouco sutil à sua defesa de oportunidades de negócios caso haja paz.

    Zelenski e os europeus temem ser escanteados novamente da discussão. Antes do encontro, ele havia dito que temia o desinteresse americano no conflito caso as negociações travassem, como já ocorreram em outras ocasiões desde que Trump mudou o sinal da política americana para a guerra e abriu contato com Putin.

    Nos EUA, Rubio confirmou a expectativa repetindo que “esta não é nossa guerra”. Já Trump afirmou a repórteres: “Não é uma situação fácil, posso te falar. Que confusão”. Ainda não houve manifestações após a longa reunião.

    O ucraniano havia reagido ao plano inicial, desenhado por Witkoff e Dmitriev, com apoio de aliados europeus, e conseguiu fazer o que chamou nesta terça de versão refinada em duas etapas, ocorridas nos dois últimos domingos em Genebra e, depois, na Flórida.

    Ele, que estava na Irlanda após visitar a França, escreveu no X que é vital manter os parceiros do continente à mesa nas negociações, algo a que Trump dá pouca importância.

    Para agravar sua situação, Zelenski enfrenta um enorme escândalo de corrupção no setor de energia de seu governo. A principal vítima até aqui foi seu poderoso chefe de gabinete, Andrii Iermak, que liderava as negociações de paz.

    Nesta terça, Zelenski disse que “esta é a melhor oportunidade para a paz” e que está pronto para discutir com os americanos os termos debatidos em Moscou. Ao mesmo tempo, afirmou que não haverá acordo sem “decisões difíceis” e que não permitirá que sejam feitos arranjos “pelas costas da Ucrânia”.

    Não estamos mais próximos da paz na Ucrânia, diz Rússia após reunião com EUA