Categoria: MUNDO

  • Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

    Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

    O ex-presidente dos Estados Unidos veio garantir, mais uma vez, que não viu “qualquer prova” de que os extraterrestres são reais durante os seus mandatos na Casa Branca. A explicação ocorre depois de declarações de Barack Obama numa entrevista.

    Depois de afirmar, sem rodeios, que os extraterrestres “são reais”, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, voltou atrás para esclarecer suas próprias declarações.

    Em uma publicação no Instagram, na legenda do mesmo trecho que viralizou, Obama escreveu: “Eu estava tentando manter o espírito da rodada rápida, mas já que isso ganhou atenção, deixe-me esclarecer”.

    “Estatisticamente”, começou explicando o ex-presidente, “o universo é tão vasto que as chances de existir vida em algum lugar são grandes”. No entanto, ponderou: “As distâncias entre os sistemas solares são tão enormes que a probabilidade de termos sido visitados por alienígenas é pequena”.

    Obama também fez questão de reforçar — como já havia dito no podcast em que falou inicialmente sobre o tema — que nunca viu “qualquer prova” da existência de aliens enquanto esteve na Casa Branca.

    “Eu não vi qualquer evidência durante a minha presidência de que extraterrestres tenham feito contato conosco. Mesmo!”, garantiu.

     
     
     

     
     
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    As declarações iniciais do ex-presidente surgiram em entrevista ao youtuber e podcaster Brian Tyler Cohen, compartilhada no sábado, 14 de fevereiro.

    No fim do quadro de perguntas em “formato relâmpago”, Cohen perguntou: “Os alienígenas são reais?”.

    Obama respondeu, de forma categórica: “São reais, mas eu não os vi. E não estão sendo mantidos na Área. Não existe nenhuma instalação subterrânea, a menos que haja uma grande conspiração e tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos”, brincou.

    Logo depois, o youtuber perguntou qual foi a “pergunta que ele mais quis ver respondida ao se tornar presidente”. Ainda no clima da conversa sobre extraterrestres, Obama respondeu, rindo: “Onde estão os aliens?”.

    De onde vem a teoria sobre aliens na Área 51?
    A Área 51 é uma instalação militar da Força Aérea dos Estados Unidos localizada em Groom Lake, no sul do estado de Nevada.

    O complexo “não é acessível ao público e funciona sob vigilância 24 horas por dia”. Segundo a Enciclopédia Britânica, os funcionários da Área 51 chegam ao local de avião, partindo de um terminal restrito no Aeroporto Internacional McCarran, em voos não identificados autorizados a cruzar o espaço aéreo da região. Para aumentar o sigilo, imagens de satélite da instalação foram censuradas até 2018.

    Atualmente, a Área 51 pode ser vista no Google Maps. Ainda assim, seu único uso oficialmente confirmado é como centro de testes de voo. Mas como os extraterrestres entraram nessa história?

    A explicação remonta a 1989, quando Robert Lazar afirmou ter trabalhado com tecnologia extraterrestre no complexo. Ele contou ao jornalista George Knapp que teria visto fotografias de autópsias de alienígenas dentro das instalações e alegou que o governo dos Estados Unidos utilizava o local para examinar naves alienígenas recuperadas.

    Apesar de Lazar ter sido desmentido, suas declarações alimentaram uma onda de teorias da conspiração envolvendo o governo norte-americano — a maioria relacionada à vida extraterrestre.

    “De acordo com a CIA, os voos de teste do U-2 e de outras aeronaves militares posteriores são responsáveis por muitos dos avistamentos de OVNIs na região. Não há evidências de contato extraterrestre na Área 51 nem em qualquer outro lugar”, destaca a mesma fonte.

    Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

  • Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

    Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

    Em meio à segunda rodada de negociações em Genebra, líder iraniano critica exigências de Washington, reage a ameaças militares dos EUA e reafirma que Teerã não aceitará limitar totalmente seu programa nuclear e de mísseis.

    O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, criticou nesta segunda-feira a postura dos Estados Unidos nas negociações sobre o programa nuclear iraniano e afirmou que o presidente Donald Trump não conseguirá enfraquecer a República Islâmica.

    Durante encontro em Teerã com representantes da província do Azerbaijão Oriental, Khamenei afirmou que Washington tenta impor previamente o resultado das conversas. “Eles dizem: ‘Vamos negociar sobre a energia nuclear de vocês, mas o resultado precisa ser que vocês não tenham essa energia’”, declarou. Para o aiatolá, estabelecer condições antes do diálogo é “um ato incorreto e estúpido”.

    Irã e Estados Unidos realizam em Genebra a segunda rodada de negociações nucleares, em meio a um clima de tensão. O governo norte-americano reforçou sua presença militar na região, com o envio de um porta-aviões ao Golfo Pérsico e a mobilização de outra embarcação.

    Khamenei mencionou as ameaças militares e acusou Trump de tentar “dominar o povo iraniano”. Segundo ele, a própria declaração do presidente norte-americano de que, após 47 anos da Revolução Islâmica de 1979, os EUA não conseguiram derrubar o regime, é uma admissão de fracasso. “Ele disse que ainda não conseguiram destruir a República Islâmica. Eu digo: você também não conseguirá”, afirmou.

    O líder iraniano também rebateu declarações sobre o poderio militar dos EUA. “Um porta-aviões é certamente uma máquina perigosa, mas mais perigosa é a arma capaz de enviá-lo ao fundo do mar”, disse, acrescentando que forças militares consideradas poderosas podem sofrer golpes dos quais não se recuperam.

    As declarações ocorrem enquanto o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, participa em Genebra de conversas indiretas com a delegação norte-americana, liderada pelo enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, e por Jared Kushner.

    Este é o segundo encontro entre Teerã e Washington desde a retomada das negociações, no início do mês, em Mascate, Omã, após a guerra de 12 dias registrada em junho de 2025.

    As posições seguem distantes. O Irã afirma que não aceitará interromper totalmente o enriquecimento de urânio nem limitar seu programa de mísseis balísticos, enquanto os Estados Unidos defendem restrições mais amplas como condição para um acordo.
     

    Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

  • Vídeo mostra tentativa de sequestro de bebê em supermercado na Itália

    Vídeo mostra tentativa de sequestro de bebê em supermercado na Itália

    Homem de 37 anos foi preso após agarrar menina de 18 meses na saída de supermercado, em Bérgamo. Criança sofreu fratura no fêmur e suspeito responderá por sequestro e agressão qualificados.

    Um homem de 37 anos, de nacionalidade romena, foi preso após tentar sequestrar uma menina de 18 meses na saída de um supermercado em Bérgamo, no norte da Itália. O caso aconteceu no sábado, por volta das 13h, em plena luz do dia e diante de clientes que estavam no local.

    De acordo com a emissora italiana Rai, a criança caminhava de mãos dadas com a mãe quando foi agarrada pelo suspeito. A Polícia de Estado informou que a família deixava o supermercado no momento em que o homem, descrito como morador de rua e sem antecedentes criminais, se aproximou.

    Segundo as autoridades, o agressor puxou a menina pelas pernas com força, tentando tirá-la dos braços da mãe e arrastá-la de volta para o interior do estabelecimento. A ação foi registrada pelas câmeras de segurança.

    As imagens mostram a mãe reagindo imediatamente, segurando a filha e pedindo ajuda. O pai da criança, que estava próximo, correu para auxiliar, assim como outras pessoas e seguranças do supermercado. O suspeito foi contido por populares até a chegada da polícia.

    A menina foi levada a um hospital da região e, segundo informações médicas divulgadas pela Rai, sofreu fratura no fêmur.

    O homem foi autuado por sequestro qualificado e agressão qualificada e permanece preso preventivamente à disposição da Justiça.

    Vídeo mostra tentativa de sequestro de bebê em supermercado na Itália

  • Trump ameaça Irã e fala em “consequências se não houver acordo”

    Trump ameaça Irã e fala em “consequências se não houver acordo”

    Presidente dos Estados Unidos pressiona Teerã antes de nova rodada de negociações em Genebra e afirma que prefere acordo diplomático, mas não descarta medidas mais duras caso as tratativas sobre o programa nuclear fracassem

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã antes da segunda rodada de negociações sobre o programa nuclear de Teerã e alertou para as “consequências” caso não haja um acordo.

    “Participarei dessas discussões, indiretamente, e elas serão muito importantes. Vamos ver o que pode acontecer. O Irã é um negociador difícil”, afirmou Trump na segunda-feira, durante conversa com jornalistas a bordo do avião presidencial, a caminho de Washington.

    O republicano disse esperar que as tratativas avancem e declarou preferir um entendimento diplomático a uma ação militar. “Espero que sejam mais razoáveis. Querem fechar um acordo. Não creio que queiram assumir a responsabilidade pelas consequências de não se chegar a um acordo”, afirmou, mencionando a possibilidade de envio de bombardeiros B-2 para atingir instalações nucleares iranianas.

    O chanceler iraniano, Abbas Araqchi, já está em Genebra, na Suíça, onde ocorrerá a reunião. A delegação americana é liderada por Steve Witkoff, enviado especial da Casa Branca, e por Jared Kushner, genro de Trump. O encontro será realizado na embaixada de Omã, com o ministro das Relações Exteriores do país, Badr bin Hamad al-Busaidi, atuando como intermediário.

    Omã também sediou a primeira rodada de conversas indiretas entre Estados Unidos e Irã, em 6 de fevereiro. Negociações semelhantes já haviam ocorrido no ano passado, mas fracassaram após a escalada militar envolvendo Israel e Irã, que resultou em bombardeios contra instalações nucleares iranianas, inclusive com participação dos EUA.

    Enquanto as conversas diplomáticas avançam, a tensão militar segue elevada. Trump determinou o envio de um porta-aviões adicional à região. Já o Irã anunciou um novo exercício naval, o segundo em poucas semanas, segundo a televisão estatal iraniana. A operação envolve a Guarda Revolucionária e ocorre em áreas estratégicas como o Estreito de Hormuz, o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã — rotas por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo.

    Autoridades iranianas informaram que o exercício testa capacidades de inteligência e operação em vias marítimas consideradas essenciais para o comércio internacional. Durante manobras anteriores, no fim de janeiro, o Comando Central das Forças Armadas dos EUA emitiu um alerta formal a Teerã.

    O governo Trump busca um novo acordo que limite o programa nuclear iraniano e impeça o desenvolvimento de armas atômicas. No domingo, o vice-chanceler iraniano, Majid Takht-Ravanchi, sinalizou que Teerã pode estar aberto a compromissos, desde que haja alívio nas sanções internacionais lideradas por Washington.

    Trump ameaça Irã e fala em “consequências se não houver acordo”

  • Vídeo e fotos mostram o momento do tiroteio em partida de hóquei nos EUA

    Vídeo e fotos mostram o momento do tiroteio em partida de hóquei nos EUA

    Disparos interromperam jogo juvenil em Rhode Island, deixando ao menos três mortos, incluindo o atirador. Imagens registram jogadores e torcedores tentando fugir enquanto tiros são ouvidos dentro da arena

    Pelo menos três pessoas morreram nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, após um tiroteio durante uma partida de hóquei no gelo em Rhode Island, nos Estados Unidos. Outras pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas a hospitais da região.

    De acordo com as autoridades, uma das vítimas fatais é o próprio atirador, que ainda não teve a identidade divulgada. A polícia informou que o caso teria sido um ataque direcionado, motivado por um conflito familiar.

    O crime ocorreu por volta das 14h, no horário local, na Arena Lynch, em Pawtucket, onde acontecia uma partida de hóquei juvenil. Entre os mortos está uma criança, conforme confirmou a prefeitura da cidade. As identidades das demais vítimas não foram divulgadas, e o estado de saúde dos feridos ainda não foi detalhado.

    Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que os disparos interrompem o jogo. Assim que os tiros são ouvidos, jogadores que estavam nos bancos se abaixam e, em seguida, tentam deixar o local. Parte dos atletas retorna ao gelo para escapar pelo lado oposto do rinque. Nas arquibancadas, é possível ouvir gritos enquanto o público corre em busca de abrigo.

    . Veja o vídeo abaixo:

    O governador de Rhode Island, Dan McKee, informou que acompanha o caso de perto. Já o chefe das autoridades locais, Don Cowart, classificou o ocorrido como um “incidente grave” na arena. “As informações ainda estão sendo apuradas, e estamos trabalhando ativamente com a equipe do evento e com as forças de segurança para entender o que aconteceu”, afirmou, em mensagem enviada às famílias.

    Do lado de fora do ginásio, familiares choravam enquanto jogadores, ainda com uniforme, aguardavam sob forte esquema de segurança. Viaturas policiais cercaram a área, e helicópteros sobrevoavam a região.

    Há dois meses, um homem de origem portuguesa matou duas pessoas a tiros na Universidade Brown, na cidade vizinha de Providence.
     

    Vídeo e fotos mostram o momento do tiroteio em partida de hóquei nos EUA

  • Rússia ataca várias regiões da Ucrânia com mísseis antes do início de negociações

    Rússia ataca várias regiões da Ucrânia com mísseis antes do início de negociações

    Kiev relata uso intenso de mísseis e drones em ofensiva que atingiu várias regiões, incluindo Odessa. Escalada ocorre horas antes de rodada de negociações em Genebra entre russos, ucranianos e norte-americanos.

    As Forças Armadas da Rússia lançaram nesta terça-feira um novo ataque em larga escala contra diferentes regiões da Ucrânia, poucas horas antes do início de mais uma rodada de negociações diplomáticas. De acordo com Kiev, o volume de mísseis e drones utilizados foi superior ao registrado em ofensivas recentes.

    A Força Aérea ucraniana informou, por meio do Telegram, que a Rússia disparou mísseis de cruzeiro contra áreas do norte, centro, sul e oeste do país. Além disso, diversos grupos de drones foram lançados ao longo da madrugada.

    A cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, também foi atingida. Segundo autoridades locais, houve danos a infraestruturas ainda não especificadas e a um prédio civil. Duas pessoas ficaram feridas. Até o momento, Kiev não detalhou a extensão total dos estragos provocados pelos ataques.

    Do lado russo, o Ministério da Defesa afirmou ter abatido mais de 150 drones ucranianos, incluindo 38 sobre a Crimeia, 50 sobre o Mar Negro e 29 sobre o Mar de Azov.

    Em Sebastopol, importante cidade portuária da Crimeia anexada por Moscou em 2014, o governador Mikhail Razvozhayev classificou a ofensiva como “um dos ataques mais longos dos últimos tempos”. Segundo ele, mais de 24 drones foram interceptados nos arredores da cidade, e há registro de feridos, entre eles uma criança.

    Na região de Krasnodar, no sul da Rússia, autoridades informaram que 18 drones foram neutralizados. O alvo teria sido uma refinaria de petróleo, onde um tanque de armazenamento foi danificado. Um incêndio atingiu cerca de 700 metros quadrados da instalação, e 72 bombeiros foram mobilizados para controlar as chamas.

    A escalada militar ocorre às vésperas de uma nova rodada de negociações em Genebra, na Suíça, que reúne representantes da Rússia, Ucrânia e Estados Unidos. A delegação russa, liderada pelo conselheiro presidencial Vladimir Medinsky, chegou à cidade suíça nas primeiras horas do dia, segundo a agência estatal TASS.

    Na segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “a Ucrânia faria bem em sentar-se à mesa das negociações, e rapidamente”. Já o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, declarou que as questões pendentes são amplas e que o desfecho das conversas é imprevisível. Moscou defende não apenas uma pausa nos combates, mas um acordo duradouro que trate das causas do conflito.

    A guerra teve início em 24 de fevereiro de 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia, alegando que a possível adesão de Kiev à Otan representava ameaça à sua segurança nacional.

    Também na segunda-feira, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que não repetirá “os mesmos erros” ao ceder território e defendeu que as ambições do Kremlin só podem ser contidas com “sanções totais” contra a Rússia.
     
     

     

    Rússia ataca várias regiões da Ucrânia com mísseis antes do início de negociações

  • A América não é apenas um país, mas um continente: Fatos surpreendentes

    A América não é apenas um país, mas um continente: Fatos surpreendentes

    Das civilizações antigas à cultura pop global, o Hemisfério Ocidental está repleto de conexões surpreendentes.

    Estendendo-se do Círculo Polar Ártico até o extremo sul da Patagônia, a América abrange vastas paisagens, culturas e histórias. Apesar de sua diversidade, os países de todo o enorme continente (comumente dividido em América do Norte, América Central e América do Sul) compartilha línguas, tradições religiosas, mudanças econômicas e desafios sociais em comum. Da herança indígena e das mudanças demográficas à música, ao cinema e ao esporte, forças poderosas conectam o norte e o sul. Essas curiosidades notáveis ​​revelam como o passado e o presente da região se entrelaçam.

    Clique para explorar fatos surpreendentes sobre as Américas hoje.

    A América não é apenas um país, mas um continente: Fatos surpreendentes

  • Brasileira morta por ex nos EUA enfrentava divórcio e tinha ordem de restrição contra ele

    Brasileira morta por ex nos EUA enfrentava divórcio e tinha ordem de restrição contra ele

    Segundo a amiga Pollyana Belo, poucos dias antes de ser morta, Adriana havia obtido na Justiça uma medida protetiva contra o ex-marido, após relatar episódios recorrentes de intimidação. A separação teria ocorrido há cerca de dois anos após uma traição de Marcos, que não aceitava o fim do casamento, ainda segundo o relato da amiga.

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – A brasileira Adriana Barbosa, 46, morreu após ser esfaqueada pelo ex-marido, Marcos Marques-Leal, 57, na noite da última quinta-feira (12), em Farmingville, na região de Long Island, no estado de Nova York, de acordo com a polícia. O casal tinha duas filhas e atravessava um processo de separação marcado por conflitos.

    Segundo a amiga Pollyana Belo, poucos dias antes de ser morta, Adriana havia obtido na Justiça uma medida protetiva contra o ex-marido, após relatar episódios recorrentes de intimidação. A separação teria ocorrido há cerca de dois anos após uma traição de Marcos, que não aceitava o fim do casamento, ainda segundo o relato da amiga.

    A reportagem não conseguiu acesso à defesa de Marcos.

    Durante o processo de divórcio, as disputas se intensificaram, sobretudo em torno da divisão de bens do ex-casal, incluindo a casa onde Adriana vivia com as filhas. De acordo com Pollyana, mesmo após ser retirado do imóvel por ordem judicial, Marcos continuava a frequentar o local e a ameaçar a ex-mulher.

    “Ela me disse que tinha medo de ele matá-la”, afirmou a amiga. Ela conta que tentou alertá-la sobre os riscos, mesmo após a concessão da medida judicial. “Ele ficava o tempo todo ali, brigando, xingando, ameaçando.”

    No dia do crime, a polícia encontrou uma adolescente ferida dentro da residência. A jovem, que seria uma das filhas do casal, foi encaminhada ao hospital para atendimento médico e não corria risco de vida. Marcos também foi levado a uma unidade hospitalar com ferimentos graves. Suspeita é que ele tenha tentado se matar após atacar a ex. Até a publicação desta reportagem, não havia informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

    “Eu tinha um amor muito grande por ela, porque nós tivemos uma amizade muito forte”, afirmou Pollyana, que lembra que a felicidade de Adriana era ir até a igreja. “Ninguém acredita que isso aconteceu”. Segundo ela, Adriana demonstrava alívio nos dias anteriores ao crime por ter conseguido a ordem judicial, mas ainda temia possíveis represálias. “Ela achava que, com a decisão da Justiça, as coisas poderiam se acalmar”, disse.

    O assassinato causou comoção entre a comunidade brasileira da região. Adriana frequentava uma igreja evangélica local e era descrita por amigos como uma mulher reservada e muito religiosa.
    Após a morte, a igreja que ela frequentava, Brazil Gospel Church, organizou uma vaquinha on-line para custear o sepultamento, uma cerimônia em sua homenagem e oferecer apoio financeiro às filhas, que permanecem nos Estados Unidos. Até a noite desta segunda-feira (16), a campanha havia arrecadado mais de US$ 21 mil, cerca de R$ 110 mil.

    No texto, Adriana é descrita como uma pessoa com coração “grande o suficiente para acolher a dor de todos e se portava com graça mesmo nas tempestades mais difíceis da vida”. “Ela amava profundamente, dava generosamente e sempre colocava os outros em primeiro lugar. Conhecê-la era sentir-se seguro, valorizado e compreendido”, descreve a igreja.

    “A tragédia inimaginável de sua morte deixou sua família e amigos em profunda tristeza. Nenhuma palavra pode capturar a dor de perder alguém tão precioso de uma forma tão violenta e sem sentido. O que permanece é o amor que ela derramou neste mundo –um amor que jamais se apagará”, completa.

    Em nota, a Polícia do Condado de Suffolk informou que Marcos Marques-Leal foi preso e responderá por homicídio em segundo grau, desacato criminal e por colocar em risco o bem-estar de uma criança. Ele deverá ser apresentado à Justiça em data a ser definida. A polícia afirma que as investigações continuam em andamento.

    Brasileira morta por ex nos EUA enfrentava divórcio e tinha ordem de restrição contra ele

  • Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

    Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

    Os documentos mostram que, mesmo depois de condenado em 2008 por crimes sexuais contra meninas, Epstein continuou cercado por algumas das pessoas mais poderosas do mundo.

    FERNANDA MENA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bilionários, príncipes e presidentes estão citados dezenas, centenas e até milhares de vezes nos mais de 3 milhões de arquivos reunidos na investigação do caso de Jeffrey Epstein divulgadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no último dia 30 de janeiro.

    Os documentos mostram que, mesmo depois de condenado em 2008 por crimes sexuais contra meninas, Epstein continuou cercado por algumas das pessoas mais poderosas do mundo.

    Nos documentos aparecem nomes como Donald Trump, o ex-presidente Bill Clinton, os magnatas da tecnologia Bill Gates e Elon Musk, o ideólogo da ultradireita Steve Bannon e o príncipe Andrew, do Reino Unido – além de políticos, CEOs, celebridades e membros da realeza europeia.

    Estar citado nos arquivos não significa ter cometido crime. Mas significa ter circulado no entorno de Epstein. Os registros mostram encontros, viagens em seu jatinho, festas, negócios e favores.

    Epstein era um financista que acumulou fortuna e uma rede de influência junto à elite global.

    Preso em 2008, fez um acordo judicial e deixou a prisão após 13 meses, registrado num sistema federal de agressores sexuais.
    Em 2019, no primeiro governo Trump, voltou a ser preso, acusado de exploração sexual e tráfico de meninas. Morreu semanas depois na prisão. A morte foi considerada suicídio, mas gerou dúvidas e ampliou o alcance do escândalo.

    Mensagens, fotos e vídeos reunidos na investigação trazem indícios sinistros de abuso, pedofilia e tráfico humano. Há também a suspeita de que Epstein registrava imagens comprometedoras envolvendo homens poderosos e meninas exploradas para futuras chantagens. Isso ajudaria a explicar o silêncio e a proteção que o cercaram até a sua morte.

    Sobreviventes afirmam que, na divulgação dos documentos, o Departamento de Justiça ocultou nomes de abusadores influentes, enquanto manteve visíveis dados pessoais e detalhes íntimos das vítimas – o que, segundo elas, reforça a impunidade e provoca nova violência.

    O Brasil também aparece nos arquivos, seja em um CPF ativo do criminoso, seja em trocas de e-mails que indicam interesse de Epstein em adquirir uma agência de modelos no país para facilitar seu acesso a garotas brasileiras.

    Na Europa, o caso já derrubou diplomatas e ministros. Nos Estados Unidos, o impacto político ainda está em andamento, e as consequências são incertas.

    Arquivos expõem como elite global circulou ao redor de Epstein

  • Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

    Apresentadora pede libertação da mãe enquanto FBI analisa DNA

    Apresentadora faz novo apelo pela libertação da mãe, desaparecida há duas semanas. FBI analisa DNA encontrado perto da casa da vítima e dobrou recompensa para US$ 100 mil por informações que levem ao paradeiro dela

    Duas semanas após o desaparecimento da mãe, a apresentadora norte-americana Savannah Guthrie voltou a fazer um apelo público por informações que levem ao paradeiro dela. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou que a família mantém a esperança e pediu que eventuais envolvidos revelem o que sabem.

    “Já se passaram duas semanas desde que a nossa mãe foi levada e eu só queria vir aqui e dizer que ainda temos esperança e ainda acreditamos. Queria dizer a quem quer que a tenha ou saiba onde ela está, que nunca é tarde demais para fazer a coisa certa. Nós estamos aqui e acreditamos na bondade dos seres humanos”, declarou.

    O caso é investigado pelo FBI, que analisa o DNA encontrado em uma luva recolhida próximo à residência de Nancy Guthrie. O item passou a integrar as provas após parecer semelhante ao usado por um suspeito flagrado por câmera de segurança da campainha da casa.

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    As imagens mostram um homem usando máscara de esqui, luvas pretas e mochila se aproximando da porta da residência. Ele aparentava estar armado. Segundo o FBI, o suspeito tem entre 1,75 m e 1,77 m de altura.

    De acordo com as autoridades, Nancy foi sequestrada nas primeiras horas do dia 1º de fevereiro. Ela havia sido vista pela última vez em 31 de janeiro, quando foi deixada em casa por um familiar, após visitar a filha Annie.

    Desde então, operações de busca foram realizadas, dois homens chegaram a ser detidos e posteriormente liberados, e houve ao menos duas tentativas de pedido de resgate. Até o momento, não há confirmação de que a vítima esteja viva. Vestígios de sangue foram encontrados na entrada da residência.

    O FBI anunciou que dobrou a recompensa por informações que levem ao paradeiro de Nancy, elevando o valor de US$ 50 mil para US$ 100 mil.

     

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