Categoria: MUNDO

  • Congo confirma 100 mortes por ebola, e Seis norte-americanos são monitorados

    Congo confirma 100 mortes por ebola, e Seis norte-americanos são monitorados

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou, no sábado (16), a crise como ‘emergência de saúde pública de importância internacional’; este é o 17º surto de ebola registrado no Congo desde 1976

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Seis cidadãos dos EUA estão sendo monitorados após terem sido expostos ao ebola na República Democrática do Congo (RDC). A doença já matou pelo menos 100 pessoas no país nos últimos dias. A região enfrenta um novo surto da doença, com mais de 390 casos suspeitos já registrados. No sábado (16), a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a crise como “emergência de saúde pública de importância internacional”.

    A cepa atual de ebola que atinge a RDC é causada pelo vírus Bundibugyo, para o qual não existem medicamentos ou vacinas aprovados. Autoridades congolesas alertam para o risco de transmissão transfronteiriça, destacando que o deslocamento populacional e o conflito no leste do país podem atuar como fatores que aumentam a chance de disseminação da doença.

    De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), há pelo menos seis casos de cidadãos norte-americanos que foram expostos à doença, com um deles apresentando sintomas. Segundo informações da rede britânica BBC, o grupo pode ter sido levado para uma base militar nos Estados Unidos, mas não há confirmação.

    Este é o 17º surto de ebola registrado no Congo desde 1976. O surto anterior terminou em dezembro do ano passado.

    OMS, Centro de Controle de Doenças da África e Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA coordenam esforços de resposta ao surto. As ações incluem vigilância, testes laboratoriais, rastreamento de contatos e implantação de equipes de emergência.

    Sintomas de ebola podem surgir entre dois e 21 dias após a infecção com o vírus. Segundo o sistema de saúde britânico, os sinais incluem febre alta, cansaço extremo e dor de cabeça, semelhantes aos de uma gripe.

    Congo confirma 100 mortes por ebola, e Seis norte-americanos são monitorados

  • Trump diz que suspendeu novo ataque ao Irã após pedido de líderes árabes

    Trump diz que suspendeu novo ataque ao Irã após pedido de líderes árabes

    Os líderes árabes teriam dito ao presidente dos EUA um acordo “muito aceitável” poderá ser alcançado; suspensão do ataque foi anunciada em uma rede social por Donald Trump

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou hoje que suspendeu um novo ataque contra o Irã para terça-feira (19) após pedidos de lideranças árabes.

    Suspensão do ataque foi anunciada em uma rede social por Trump. O presidente afirmou que conversou com emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed Bin Salman, e com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan.

    Negociações sérias estão em andamento, afirmou Trump. Os líderes árabes teriam dito ao presidente dos EUA um acordo “muito aceitável” poderá ser alcançado.

    Acordo deve incluir a proibição de armas nucleares para o Irã. “Com base no meu respeito pelos líderes mencionados, instruí o secretário da Guerra, Pete Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Daniel Caine, e as Forças Armadas dos Estados Unidos, de que NÃO realizaremos o ataque programado contra o Irã amanhã”, escreveu Trump.

    O republicano declarou que militares dos EUA estão preparados para um ataque em grande escala. Caso acordo não seja firmado “instruí ainda a estarem preparados para prosseguir com um ataque em grande escala contra o Irã, a qualquer momento”, advertiu Trump.

    A trégua entre os dois países entrou em vigor no começo de abril e foi prolongada unilateralmente pelos EUA desde então. Os dois países chegaram a se encontrar no Paquistão, país mediador dos contatos, após o cessar-fogo, mas não chegaram a um consenso.

    CESSAR-FOGO FRÁGIL

    Movimentação nas negociações acontece após Trump chamar outra proposta do Irã para o fim da guerra de ‘totalmente inaceitável’. Donald Trump falou sobre o assunto em uma publicação na rede social Truth.

    Proposta americana tem exigências nucleares, o que segue sendo o maior impasse entre os dois lados. Os EUA demandam que o Irã interrompa o enriquecimento de urânio por pelo menos 12 anos e entregue seu estoque de 440 kg de urânio enriquecido a 60%. Em troca, haveria suspensão gradual de sanções, liberação de ativos congelados e fim do bloqueio naval.

    Ministério das Relações Exteriores iraniano, por sua vez, diz não estar exigindo nenhuma concessão. “Nossa exigência é legítima: o fim da guerra, o levantamento do bloqueio [dos EUA] e da pirataria, e a liberação dos ativos iranianos que foram injustamente congelados em bancos devido à pressão dos EUA”, falou o porta-voz Esmaeil Baghaei em coletiva hoje. “Os pontos apresentados são exigências iranianas que têm sido firmemente defendidas pela equipe iraniana em cada rodada de negociações”, ressaltou.

    Governo iraniano também cobra garantias para a navegação no Estreito de Hormuz. “A passagem segura pelo Estreito de Hormuz e o estabelecimento da segurança na região e no Líbano foram outras exigências do Irã, consideradas uma oferta generosa e responsável para a segurança regional”, afirmou o porta-voz.

    Trump diz que suspendeu novo ataque ao Irã após pedido de líderes árabes

  • Mais de 100 mil crianças foram separadas das famílias em ações do ICE

    Mais de 100 mil crianças foram separadas das famílias em ações do ICE

    Relatos de agências e organizações indicam que a maior parte das crianças não vai para abrigos; grupos que atuaram nas separações na fronteira em 2018 relatam aumento de pedidos de ajuda em detenções no interior

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Mais de 100 mil crianças foram separadas de seus pais durante a ofensiva migratória do governo Trump, segundo estimativas do Brookings Institution divulgadas pelo The New York Times.

    Estimativa aponta que cerca de três em cada quatro crianças afetadas são cidadãs dos EUA. O levantamento calcula que aproximadamente 205 mil crianças tiveram ao menos um dos pais detido, incluindo cerca de 145 mil cidadãos americanos.

    Diferença em relação aos números oficiais é atribuída à forma como o governo coleta as informações. Pesquisadores sustentam que estatísticas do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) subestimam o total porque pais não são perguntados de forma consistente ou evitam revelar que têm filhos por medo de consequências.

    O DHS não respondeu diretamente às perguntas sobre o total de pais detidos e a análise do Brookings. Em nota, o órgão disse que os pais podem escolher ser removidos com os filhos ou indicar um responsável para ficar com crianças nascidas nos EUA.

    Casos individuais ilustram o impacto da política de detenções no interior do país. Ledy Ordonez, mãe solo, foi presa em julho passado durante uma operação em um atacadista de frutos do mar em San Antonio e segue detida no Texas, separada do filho Alonzo, de dois anos, nascido nos EUA e hoje sob cuidados de uma amiga.

    Ordonez diz que perdeu marcos importantes do desenvolvimento do filho enquanto está presa. “Ele já anda e fala agora. Eu perdi tanta coisa”, afirmou, de um centro de detenção no Texas.

    Pesquisadoras do Brookings dizem que o problema é amplo e tende a crescer. 

    “De qualquer forma que você olhe, há dezenas de milhares de crianças que passaram pela detenção de um dos pais desde que este presidente assumiu. A maioria é cidadã dos EUA”, disse Tara Watson ao The New York Times.

    O estudo usa análise estatística para estimar quantos filhos os detidos provavelmente têm. A equipe cruzou dados do Censo e informações sobre prisões feitas pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês), levando em conta status migratório, sexo, idade, nacionalidade e estado civil.

    Os autores também criaram uma ferramenta interativa para simular cenários de fiscalização e impacto sobre famílias. A estimativa mais conservadora aponta cerca de 117.400 crianças nascidas nos EUA com um dos pais detido, e a mais alta chega a aproximadamente 175 mil.

    O Brookings considera 145 mil como o número mais provável de crianças cidadãs afetadas. As pesquisadoras projetam alta adiante, citando a destinação de US$ 45 bilhões no projeto “One Big Beautiful Bill” para ampliar a capacidade de detenção.

    Os números contrastam com dados divulgados pelo DHS. O órgão afirma que os pais de cerca de 60 mil crianças nascidas nos EUA foram presos no mesmo período.

    Relatos de agências e organizações indicam que a maior parte das crianças não vai para abrigos. “Descobrimos que, de forma impressionante, poucas acabam em lares temporários; a maioria fica com amigos e familiares que não têm obrigação legal de cuidar dessas crianças”, disse Maria Cancian ao The New York Times.

    Grupos que atuaram nas separações na fronteira em 2018 relatam aumento de pedidos de ajuda em detenções no interior. “Quase todos os dias somos procurados por uma mãe em detenção que foi presa e tirada dos filhos. Desta vez, a crueldade muitas vezes está sendo infligida a crianças cidadãs dos EUA”, disse Casey Revkin, diretora da Each Step Home, ao The New York Times.

    Mais de 100 mil crianças foram separadas das famílias em ações do ICE

  • Única sobrevivente de mergulho nas Maldivas desistiu no último minuto

    Única sobrevivente de mergulho nas Maldivas desistiu no último minuto

    Jovem estudante da Universidade de Gênova é a única sobrevivente do grupo da universidade italiana que viajou para as Maldivas para participar em uma excursão subaquática

    A viagem de um grupo de italianos às Maldivas para participar em um atividade de mergulho acabou da pior forma com cinco deles perdendo a vida enquanto exploravam cavernas subaquáticas. Uma sexta pessoa que viajou com o grupo acabou por se salvar, porque recusou ir na expedição à ultima hora.

    Segundo o La Repubblica, a mulher seguia na mesma viagem de barco que os companheiros, mas no momento do mergulho optou por permanecer a bordo da embarcação, junto ao Atol de Vaavu.

    A sua decisão de última hora salvou-lhe a vida, dado que nenhum dos amigos sobreviveu ao mergulho.

    O que a teria feito tomar esta decisão, ainda não foi esclarecido. A identidade desta jovem também não foi ainda revelada, mas seria a única pessoa do grupo da Universidade de Gênova que viajou para as Maldivas que irá regressar a casa com vida.

    Vale lembrar que um grupo de cinco mergulhadores italianos morreu enquanto explorava uma gruta a uma profundidade de cerca de 50 metros no Atol de Vaavu, na quinta-feira, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano. Um dos corpos foi recuperado no mesmo dia.

    Durante os trabalhos de resgate também um socorrista acabou perdendo a vida.

    Já esta segunda-feira (18), os corpos dos quatro turistas foram localizados. 

    Os corpos agora recuperados pertencem à professora de Ecologia da Universidade de Génova, Monica Montefalcone, à sua filha Giorgia Sommacal, que também era aluna da universidade, à investigadora Muriel Oddenino e ao biólogo marinho Federico Gualtieri.

    Vale lembrar que havia uma quinta vítima, cujo corpo já havia sido retirado da água. Este pertencia a Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho natural de Pádua e gerente de operações da Albatros Top Boat.

    Os corpos desaparecidos “foram localizados no interior da gruta no Atol de Vaavu durante uma operação conjunta de busca e salvamento”, explicou, em comunicado, a Força de Defesa Nacional das Maldivas, órgão tutelado pelo Ministério da Defesa do país.

    Os quatro italianos encontrados mortos ainda não foram trazidos à superfície, mas as autoridades Maldivas garantiram que “serão realizados [novos mergulhos] nos próximos dias para recuperar os corpos”.

    O acidente de mergulho foi considerado o pior que já aconteceu neste destino turístico do Oceano Índico.

    Única sobrevivente de mergulho nas Maldivas desistiu no último minuto

  • OMS declara emergência global por surto de ebola em dois países africanos

    OMS declara emergência global por surto de ebola em dois países africanos

    Sintomas de ebola podem surgir entre dois e 21 dias após a infecção. Segundo o sistema de saúde britânico, os sinais incluem febre alta, cansaço extremo e dor de cabeça, semelhantes aos de uma gripe

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou emergência de saúde pública de importância internacional após o surto de ebola na República Democrática do Congo e em Uganda registrar 246 casos suspeitos e mais de 80 mortes.

    O surto está ligado à cepa Bundibugyo do vírus. Autoridades de saúde da República Democrática do Congo alertam para o risco de transmissão transfronteiriça, deslocamento populacional e conflito no leste do país, fatores que aumentam a chance de disseminação da doença.

    Uganda confirmou um caso importado fatal. Um paciente congolês viajou a Kampala para tratamento e morreu da doença, segundo autoridades ugandenses.

    O Centro de Controle de Doenças da África alertou para transmissão comunitária ativa. Equipes de saúde intensificam triagem e rastreamento de contatos para conter a disseminação do vírus.

    Jean Marc Asimwe, morador de Bunia, cidade da República Democrática do Congo, relatou mortes diárias na região. “Todos os dias pessoas estão morrendo e isso já dura cerca de uma semana. Em um único dia, enterramos duas, três ou até mais pessoas. Neste momento, realmente não sabemos que tipo de doença é”, disse ao jornal britânico The Guardian.

    Este é o 17º surto de ebola registrado no Congo desde 1976. O surto anterior terminou em dezembro do ano passado.

    OMS, Centro de Controle de Doenças da África e Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA coordenam esforços de resposta. As ações incluem vigilância, testes laboratoriais, rastreamento de contatos e implantação de equipes de emergência.

    Sintomas de ebola podem surgir entre dois e 21 dias após a infecção. Segundo o sistema de saúde britânico, os sinais incluem febre alta, cansaço extremo e dor de cabeça, semelhantes aos de uma gripe.

    OMS declara emergência global por surto de ebola em dois países africanos

  • Tragédia nas Maldivas: corpos de mergulhadores italianos são achados

    Tragédia nas Maldivas: corpos de mergulhadores italianos são achados

    Autoridades das Maldivas localizaram os corpos de quatro turistas italianos que desapareceram durante um mergulho em cavernas submarinas. Segundo investigadores, o grupo explorava uma área a cerca de 50 metros de profundidade no que já é considerado o pior acidente de mergulho do país.

    As autoridades das Maldivas localizaram os corpos de quatro turistas italianos que morreram na semana passada durante uma expedição de mergulho no país.

    O grupo perdeu a vida enquanto explorava cavernas submarinas a cerca de 50 metros de profundidade.

    Os corpos encontrados pertencem à professora de Ecologia da Universidade de Gênova, Monica Montefalcone, à filha dela, Giorgia Sommacal, que também estudava na instituição, à pesquisadora Muriel Oddenino e ao biólogo marinho Federico Gualtieri.

    Uma quinta vítima já havia sido retirada da água anteriormente. Trata-se de Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho da cidade de Pádua e gerente de operações da empresa Albatros Top Boat.

    As autoridades locais acreditam que o grupo morreu durante a tentativa de exploração das cavernas submersas.

    Segundo os investigadores, este foi o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas.
     
     

    Tragédia nas Maldivas: corpos de mergulhadores italianos são achados

  • Trump ameaça Irã: “Não sobrará nada” se acordo não avançar

    Trump ameaça Irã: “Não sobrará nada” se acordo não avançar

    Presidente dos Estados Unidos voltou a endurecer o discurso contra Teerã após conversa com Benjamin Netanyahu. Segundo imprensa internacional, Washington e Israel avaliam retomar ataques ao Irã diante do impasse nas negociações de paz

    Donald Trump voltou a fazer ameaças ao Irã neste domingo e afirmou que, caso Teerã não avance rapidamente nas negociações de paz, “não sobrará nada” do país.

    A declaração foi publicada por Trump na rede social Truth Social poucas horas após uma conversa telefônica com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

    “Para o Irã, o tempo está acabando. É melhor que eles se apressem, rapidamente, ou não sobrará nada deles. O tempo é essencial!”, escreveu Trump.

    Segundo o jornal The Times of Israel, que citou fontes do gabinete de Netanyahu, os dois líderes discutiram a possibilidade de retomada da ofensiva militar contra o Irã.

    Durante a ligação, Trump também teria comentado sobre sua recente viagem à China.

    Horas antes da ameaça, o presidente americano publicou outra mensagem nas redes sociais com uma imagem em que aparece comandando um navio de guerra acompanhada da frase: “Foi a calma antes da tempestade”, em uma possível referência ao atual cessar-fogo envolvendo Irã e Israel

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    No sábado, o jornal The New York Times informou que Estados Unidos e Israel estariam se preparando para retomar os ataques contra o Irã “já na próxima semana”. A publicação citou dois altos representantes do Oriente Médio sob condição de anonimato.

    A informação também foi divulgada pelo canal israelense Channel 12, segundo o qual o governo israelense estaria reorganizando estratégias militares para reiniciar a guerra contra Teerã.

    O cessar-fogo entre Estados Unidos, Israel e Irã entrou em vigor em 8 de abril, após meses de confrontos iniciados em fevereiro, quando forças americanas e israelenses lançaram um ataque conjunto contra Teerã.

    Na ocasião, vários integrantes da cúpula iraniana morreram, incluindo o então líder supremo do país.

    Desde o início da trégua, Washington e Teerã tentam negociar um acordo de paz definitivo, mas as conversas seguem sem consenso.

    Segundo a agência estatal iraniana, a proposta mais recente apresentada pelo Irã rejeita qualquer negociação sobre o programa nuclear do país e exige o fim completo das ações militares.

    O governo iraniano também pede a retirada das sanções econômicas impostas ao país, a liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior e compensações financeiras pelos danos causados durante a guerra.

    Trump reagiu duramente ao documento iraniano e classificou a proposta como “lixo” e “inaceitável”.

    Segundo a agência Fars News Agency, a contraproposta dos Estados Unidos exige que o Irã entregue estoques de urânio altamente enriquecido e limite seu programa nuclear a apenas uma instalação ativa para que as negociações avancem.

    Washington também teria exigido que Teerã abra mão de qualquer pedido de indenização relacionado aos danos provocados pela guerra.
     
     

     

    Trump ameaça Irã: “Não sobrará nada” se acordo não avançar

  • Relógio de luxo por “preço baixo” gera caos e filas gigantes no mundo

    Relógio de luxo por “preço baixo” gera caos e filas gigantes no mundo

    Nova coleção da Swatch em parceria com a Audemars Piguet provocou tumultos, filas quilométricas e até ação policial em vários países. Modelos vendidos por até 400 euros já aparecem na internet por preços muito mais altos

    Swatch lançou neste fim de semana uma nova coleção de relógios de bolso criada em parceria com a tradicional relojoaria suíça Audemars Piguet, mas o lançamento acabou marcado por filas gigantes, tumultos e confusões em diferentes países.

    Dias antes da chegada oficial dos produtos às lojas, consumidores já acampavam em frente às unidades da marca ao redor do mundo para tentar garantir uma peça da coleção limitada.

    Na abertura das lojas, cenas de empurra-empurra e correria foram registradas em várias cidades europeias, incluindo Lisboa. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram clientes tentando furar filas e forçar a entrada nos estabelecimentos.

    No Reino Unido, houve registros de tumulto em lojas localizadas em Manchester, Cardiff, Birmingham, Liverpool e Sheffield.

    Em algumas cidades, clientes chegaram a discutir e trocar empurrões durante a corrida pelos relógios. Em Birmingham, a polícia precisou intervir e ordenar a dispersão do público. Já em Cardiff, uma pessoa foi detida pelas autoridades após os tumultos.
     

     

    Na França, algumas unidades da Swatch chegaram a cancelar a abertura das lojas e a venda da nova coleção por questões de segurança. Em Lille, por exemplo, a marca decidiu suspender a comercialização dos relógios após avaliar que não havia condições adequadas para controlar o público e evitar confusões.
     

    Em Paris, segundo a Associated Press, a polícia chegou a usar gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. As autoridades admitiram posteriormente que subestimaram o esquema de segurança necessário para o lançamento da coleção.

    A confusão também se repetiu em outros países da Europa. Em Milão, houve discussões e empurra-empurra na porta da loja da Swatch no momento da abertura.

    Já nos Países Baixos, a polícia precisou intervir em um shopping de Haia. As unidades da marca em Amsterdã e Utrecht nem chegaram a abrir as portas diante da falta de segurança e do risco de novos tumultos.

    .Clima di tensione davanti ai negozi Swatch di Milano, in corso Vittorio Emanuele e in piazza Gae Aulenti, dove il 16 maggio è iniziata la vendita della nuova collezione “Royal Pop”, nata dalla collaborazione tra Swatch e Audemars Piguet
    anastasiyataran pic.twitter.com/nv9kyYyoty

    E em Portugal
     
    Em Portugal, a situação também chamou atenção. No sábado (16), consumidores enfrentaram filas enormes no Centro Colombo, em Lisboa, para tentar comprar os relógios da nova coleção da Swatch.

    Uma pessoa que esteve no shopping contou ao Notícias ao Minuto que ficou impressionada com o tamanho da fila, que ocupava boa parte do corredor do centro comercial.

    “As pessoas são loucas”, afirmou ao descrever a movimentação no local.

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    Nova Yorque também não escapou

    Em Nova York, as filas para comprar a coleção começaram cerca de uma semana antes do lançamento oficial, segundo o jornal New York Post.

    No dia da estreia dos relógios, centenas de consumidores tentaram invadir lojas da Swatch nos bairros do SoHo e da Times Square.

    Diante da confusão, várias unidades acabaram fechando as portas por questões de segurança. O lançamento da coleção chegou a ser classificado como “desastroso” por parte da imprensa americana e de pessoas que estavam no local

    .Swatch x AP in Times Square line is getting cancelled they saying the drop is cancelled but folks not moving. pic.twitter.com/VU94Qs3QcH

    Qual é a febre?

    Por trás da corrida pelos relógios está a parceria entre a Swatch e a tradicional relojoaria de luxo Audemars Piguet.

    Relógios da Audemars Piguet costumam custar milhares de euros, mas os modelos lançados em colaboração com a Swatch estão sendo vendidos por valores entre 385 e 400 euros (Cerca de 24 mil reais).

    A estratégia transformou a coleção em uma oportunidade para consumidores que sonham em ter um produto ligado à marca de luxo, mas sem precisar pagar os preços normalmente cobrados pela fabricante suíça.

    Além dos fãs e colecionadores, muita gente também entrou nas filas pensando em revenda. Isso porque vários compradores começaram a anunciar os relógios em plataformas online por preços muito acima do valor original logo após o lançamento.

    Batizada de “Royal Pop”, a coleção mistura elementos do clássico modelo Royal Oak, da Audemars Piguet, com a linha POP da Swatch.

    Segundo a marca, os relógios unem “ousadia alegre e provocação positiva” ao universo da alta relojoaria suíça.

    Relógio de luxo por “preço baixo” gera caos e filas gigantes no mundo

  • Homem se oferece para ajudar jovem a urinar e acaba preso por abuso

    Homem se oferece para ajudar jovem a urinar e acaba preso por abuso

    Justiça espanhola condenou acusado a quatro anos de prisão por violência sexual após considerar comprovado que ele abusou de uma jovem de 21 anos enquanto fingia ajudá-la durante a madrugada em Ávila

    A Justiça da Espanha condenou um homem a quatro anos de prisão por violência sexual após considerar comprovado que ele aproveitou um momento em que estava sozinho com uma jovem de 21 anos para abusá-la sem consentimento na cidade de Ávila.

    O caso aconteceu na madrugada de 14 de junho de 2024. Segundo o processo, a vítima havia consumido bebida alcoólica e estava do lado de fora de um estabelecimento acompanhada do acusado, que conheceu pouco antes.

    De acordo com a investigação, a jovem disse que precisava urinar e o homem se ofereceu para ajudá-la. Ele então a levou até uma rua da cidade e, sob o pretexto de auxiliá-la a retirar a roupa íntima, introduziu os dedos na vagina da vítima sem autorização.

    Ainda segundo os autos, o abuso só terminou quando a mulher conseguiu se levantar e impedir a continuidade do ato.

    O tribunal considerou o depoimento da vítima “coerente, lógico e consistente” em todas as etapas do processo. Os juízes também destacaram que não existia qualquer relação anterior entre os dois que pudesse indicar motivação para uma falsa acusação.

    Além do relato da jovem, a decisão apontou que testemunhas e policiais reforçaram a versão apresentada por ela.

    A defesa do acusado pediu absolvição alegando que ele apenas tentava ajudar a mulher para que ela não sujasse a roupa, mas o argumento foi rejeitado pela Justiça espanhola.

    Além da pena de prisão, o condenado recebeu uma medida protetiva de nove anos, ficando proibido de se aproximar ou manter contato com a vítima. Após cumprir a pena, ele ainda deverá permanecer cinco anos em liberdade vigiada.

    Homem se oferece para ajudar jovem a urinar e acaba preso por abuso

  • Netanyahu afirma estar "preparado para qualquer cenário"

    Netanyahu afirma estar "preparado para qualquer cenário"

    O primeiro-ministro israelense afirmou hoje que o país está “preparado para qualquer cenário” sobre um possível avanço do cessar-fogo com o Irã e que vai conversar com o Presidente dos Estados Unidos nas próximas horas.

    Estamos acompanhando de perto a situação com o Irã. Hoje, como faço a cada poucos dias, vou falar com o nosso amigo, o presidente Trump. Certamente ouvirei as impressões dele sobre a viagem à China e talvez também sobre outros assuntos”, afirmou Benjamin Netanyahu no início de uma reunião especial do governo realizada no Knesset (parlamento) para marcar o Dia de Jerusalém.

    “É claro que existem muitas possibilidades. Estamos preparados para qualquer cenário”, acrescentou o primeiro-ministro israelense, citado em comunicado divulgado pelo seu gabinete.

    Sobre os ataques em andamento no Líbano, Netanyahu afirmou que Israel está “conquistando e limpando” território em solo libanês, além de “defender” cidades israelenses próximas da fronteira e atacar militantes do Hezbollah.

    “Hoje enfrentamos o desafio de neutralizar os drones de fibra óptica. Este é um tipo específico de ameaça”, reconheceu o premiê, acrescentando que pediu ao Ministério da Defesa e a outras entidades do setor que encontrem uma solução para esse tipo de ataque, sem “restrições orçamentárias”.

    No Líbano, desde o início dos ataques israelenses, em 2 de março, no contexto da Guerra Irã-Iraque, o número de mortos chegou a 2.960, informou no sábado o Ministério da Saúde Pública libanês.

    Israel continua concentrando os ataques nos subúrbios ao sul de Beirute, considerados um reduto do Hezbollah, além do sul do Líbano, onde o Exército israelense ocupou durante anos uma faixa de território na fronteira.

    Netanyahu afirma estar "preparado para qualquer cenário"