Categoria: MUNDO

  • Morreu Lazare, provavelmente o cão mais velho do mundo, aos 30 anos

    Morreu Lazare, provavelmente o cão mais velho do mundo, aos 30 anos

    O animal passou a maior parte da vida com a mesma dona e foi entregue a uma associação após a morte dela. Foi depois adotado por uma segunda família, com quem viveu apenas um mês.

    Lazare, um spaniel francês considerado “o cachorro mais velho do mundo”, morreu na quinta-feira, aos 30 anos, na cidade de Annecy. O anúncio foi feito pela dona nas redes sociais.

    “Você era o nosso vovozinho, com seus olhinhos doces, sua necessidade de carinho, sua curiosidade, sua personalidade afetuosa e ainda tão cheio de vida, apesar da idade avançada”, escreveu Ophélie Boudol, de 29 anos, em uma mensagem publicada no Instagram.

    Lazare nasceu em 4 de dezembro de 1995, de acordo com Anne-Sophie Moyon, agente de proteção animal do abrigo Annecy-Marlioz, em Haute-Savoie.

    Segundo a Agência France-Presse (AFP), o animal passou a maior parte da vida com a mesma dona e foi entregue à associação após a morte dela. Ele foi adotado há um mês por Ophélie, que inicialmente procurava um animal de estimação para a mãe, mas acabou se apaixonando por Lazare e o levou para casa, apesar de já ter dois gatos.

    Segundo Ophélie, o animal partiu “para se juntar à sua dona, que tanto o amou e cuidou dele” ao longo de tantos anos.

    “Em apenas um mês, você virou nossas vidas de cabeça para baixo”, escreveu ainda. “Sou muito grata por ter cruzado seu caminho, por ter acolhido você e estado ao seu lado até o fim. Nunca vou me arrepender de ter aberto nossa porta e nossos corações para você. Se pudesse fazer tudo de novo, faria mil vezes.”

     
     
     

     
     
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    Morreu Lazare, provavelmente o cão mais velho do mundo, aos 30 anos

  • Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

    Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

    Acompanhe aqui AO MINUTO os desenvolvimentos sobre a guerra no Médio Oriente.

    Israel e o Líbano concordaram, nesta sexta-feira, em prorrogar o cessar-fogo por mais 45 dias após dois dias de negociações “altamente produtivas” mediadas pelos Estados Unidos, anunciou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.

    Pigott afirmou que o departamento retomará as negociações pela “via política” nos dias 2 e 3 de junho, enquanto uma “via de segurança” será iniciada no Pentágono em 29 de maio, com delegações militares israelenses e libanesas.

    Apesar disso, neste sábado surgiram informações de que os Estados Unidos e Israel estão realizando preparativos mais intensos para novos ataques contra o Irã.

    Irã “relutante quanto às verdadeiras intenções dos norte-americanos”

    O Irã afirmou que a falta de confiança é o maior obstáculo nas negociações para encerrar a guerra com os Estados Unidos, dizendo, na sexta-feira, que Teerã estaria aberto a ajuda diplomática para aliviar as tensões.

    Em declarações a jornalistas em Nova Délhi, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que mensagens contraditórias fazem com que Teerã fique “relutante quanto às verdadeiras intenções dos norte-americanos”.

    “Temos dúvidas sobre a seriedade deles”, declarou Araghchi, acrescentando que as negociações avançariam se Washington estivesse preparado para um “acordo justo e equilibrado”.

    EUA e Israel “preparam novos ataques contra o Irã”

    Os Estados Unidos e Israel estão realizando preparativos para novos e mais intensos ataques contra o Irã, informou o jornal The New York Times.

    Uma das opções inclui, supostamente, o envio de tropas terrestres com o objetivo de recuperar material nuclear enterrado sob os escombros, segundo autoridades norte-americanas. Porém, outras fontes afirmam que uma operação desse tipo exigiria milhares de militares de apoio para criar um perímetro de segurança em torno da área de operações.

    Dois representantes do Oriente Médio afirmaram que os dois países pretendem estar prontos já na próxima semana.

    Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

  • Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

    Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

    O presidente russo, Vladimir Putin, vai realizar uma visita à China na terça e quarta-feira para reforçar a “parceria” e “cooperação” entre os dois países, anunciou hoje o Kremlin em comunicado.

    Durante a visita, que ocorrerá poucos dias após a do Presidente americano, Donald Trump, o líder russo discutirá com chinês, Xi Jinping, formas de “fortalecer ainda mais a parceria global e a cooperação estratégica” entre a Rússia e a China, lê-se no documento.

    Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

  • Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

    Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

    O chefe da diplomacia da China, Wang Yi, declarou que os Estados Unidos (EUA) compreendem a posição de Pequim e rejeitam a independência de Taiwan, e pediu a Washington “medidas concretas” para garantir a paz.

    Após a partida do presidente norte-americano, Donald Trump, que esteve menos de 48 horas em Pequim, o ministro das Relações Exteriores da China reiterou, na sexta-feira, que a questão de Taiwan é “a questão mais importante nas relações entre China e Estados Unidos”.

    “Manter a paz e a estabilidade no estreito de Taiwan é o maior interesse em comum entre os dois lados. O pré-requisito para isso é nunca apoiar ou tolerar a ‘independência de Taiwan’”, afirmou Wang, em declarações à imprensa.

    O ministro indicou que, durante o encontro com o líder chinês Xi Jinping, ficou claro que os Estados Unidos compreendem a posição da China e valorizam as preocupações chinesas.

    Horas antes, Donald Trump afirmou que não está incentivando Taiwan a buscar independência da China e garantiu que não deseja uma guerra com Pequim por causa do tema.

    “Não quero que ninguém se torne independente. E quer saber de uma coisa? Será que vamos viajar 15.300 quilômetros para travar uma guerra? Não quero isso”, destacou o republicano em entrevista à emissora norte-americana Fox News.

    Trump acrescentou que conversou com o líder chinês sobre Taiwan “durante toda a noite” e sugeriu que, quando deixar a presidência dos Estados Unidos, Xi provavelmente tentará “assumir o controle” da ilha.

    Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi Jinping teria alertado Trump de que uma “má condução” da questão pode levar China e Estados Unidos a um confronto ou até mesmo a um ataque.

    Donald Trump confirmou na sexta-feira ter discutido com Xi Jinping a eventual venda de armas norte-americanas para Taiwan, mas descartou a possibilidade de um conflito iminente.

    O presidente norte-americano afirmou que ainda não tomou uma decisão sobre a venda de armamentos para Taiwan, medida fortemente criticada por Pequim, acrescentando que deve decidir “em breve”.

    Trump, porém, recusou-se a esclarecer se os Estados Unidos defenderiam militarmente Taiwan em caso de conflito com a China.

    “Isso é algo que só uma pessoa sabe: eu”, disse Trump, revelando que Xi lhe fez diretamente essa pergunta durante as conversas em Pequim.

    “Ele me perguntou, e eu disse que não falo sobre isso”, afirmou Trump.

    Há mais de sete décadas, os Estados Unidos são um ator central no contexto das disputas entre Pequim e Taipé. Washington está legalmente comprometida a fornecer a Taiwan os meios necessários para sua autodefesa e, embora não mantenha relações diplomáticas com a ilha, poderia defendê-la em caso de conflito com a China.

    Pequim considera Taiwan uma província rebelde e uma “parte inalienável” do território chinês, e não descarta o uso da força para assumir o controle da ilha, algo que o governo taiwanês condena veementemente.

    Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

  • Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

    Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

    Conversas entre representantes dos dois países em Washington foram descritas como ‘altamente produtivas’. Novo ciclo de negociações está previsto para os dias 2 e 3 de junho na capital americana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Israel e Líbano concordaram em estender por mais 45 dias o cessar-fogo anunciado pelo presidente Donald Trump em 16 de abril. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (15) primeiro pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que atuam como mediador, apesar da continuidade de bombardeios que evidenciam a fragilidade da trégua.

    Segundo o porta-voz da pasta, Tommy Piggott, a prorrogação do acordo busca abrir espaço para mais avanços nas negociações. Pouco antes, o Departamento de Estado americano havia descrito como “altamente produtivas” as conversas feitas por representantes israelenses e libaneses em Washington na quinta (14) e nesta sexta-feira (15). Um novo ciclo de diálogos está previsto para os dias 2 e 3 de junho.

    As reuniões desta semana marcaram o terceiro encontro de autoridades dos dois lados desde que Israel intensificou as ofensivas contra o Líbano. As ações foram respostas aos ataques do Hezbollah contra o território israelense em 2 de março, três dias após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

    Os diálogos expuseram divisões políticas no Líbano. O presidente do país, Joseph Aoun, determinou que seus representantes continuassem as conversas nos EUA a despeito da oposição do Hezbollah, favorável à continuidade do conflito. E o premiê Nawaf Salam disse, após a extensão do cessar-fogo, acreditar que só o Exército libanês deve possuir armas, numa crítica indireta ao grupo extremista apoiado pelo Irã.

    Embora Trump tenha anunciado o cessar-fogo em abril, o conflito entre Israel e Hezbollah continuou, ainda que com intensidade reduzida. Os confrontos têm se concentrado principalmente no sul do Líbano.

    Tel Aviv justifica as ofensivas apontando supostas violação por parte do Hezbollah, em acusação que tem sido frequente de ambos os lados ao longo do conflito. Pelos termos do acordo, Israel mantém o direito de agir contra ataques considerados “planejados, iminentes ou em andamento”.

    Poucas horas após o anúncio da trégua, um ataque atingiu um prédio na cidade de Tiro, no sul libanês. Um correspondente da agência de notícias AFP testemunhou o impacto depois que autoridades israelenses emitiram um alerta para que a estrutura fosse esvaziada.

    E segundo a agência estatal de notícias do Líbano, pelo menos seis pessoas foram mortas, incluindo três paramédicos, e outras 22 ficaram feridas em um ataque israelense contra um centro de defesa civil, também no sul libanês.

    Bombardeios foram registrados também momentos antes do novo acordo. O Exército de Israel comunicou ter atacado alvos do Hezbollah na mesma região. Tel Aviv anunciou ainda a morte de um soldado. Segundo os militares, o sargento Negev Dagan morreu em combate. Com isso, chega a 20 o número de israelenses mortos em território libanês desde março.

    Em paralelo, o Hezbollah afirmou ter lançado drones, também nesta sexta, contra o quartel de Liman, ao norte da cidade israelense de Nahariya. Militares israelenses disseram que vários dos equipamentos caíram em áreas do norte de Israel, sem registro de feridos.

    Do lado libanês, o Ministério da Saúde afirma que os bombardeios israelenses já deixaram mais de 2.800 mortos desde o início da guerra, entre eles ao menos 200 crianças. Considerando o período após o início da trégua, em abril, os ataques de Israel no Líbano mataram 380 pessoas, segundo dados divulgados na terça-feira (12) pelo Ministério da Saúde de Beirute à AFP.

    Apesar da violência, as delegações libanesa e israelense escreveram em comunicados que a rodada de encontros na capital americana foi positiva. A mediação conduzida pelos EUA ocorre em paralelo a esforços diplomáticos ligados ao conflito entre Washington e Teerã. O Irã afirma que o fim da guerra de Israel no Líbano é uma de suas exigências em eventuais negociações mais amplas.

    A delegação libanesa afirma priorizar o fim das hostilidades e tenta transformar o cessar-fogo em um acordo de paz permanente. Já Israel diz que o Hezbollah deve ser desarmado como condição para qualquer entendimento duradouro.

    As reuniões em Washington representam o mais alto nível de contato entre Líbano e Israel em décadas e passaram a incluir também autoridades militares e de segurança. Segundo Pigott, um novo “eixo de segurança” das negociações será lançado no Pentágono em 29 de maio.

    “Esperamos que as discussões avancem rumo a uma paz duradoura entre os países, com reconhecimento pleno da soberania e da integridade territorial de ambos, além do estabelecimento de segurança real ao longo da fronteira comum”, disse Pigott, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

    Já a ONU afirmou nesta sexta que as negociações representam uma “oportunidade única” para encerrar o conflito e “interromper a violência”. Imran Riza, coordenador humanitário das Nações Unidas para o Líbano, disse esperar que as conversas em andamento “abram caminho para uma solução política”.

    Riza, entretanto, também criticou a continuidade dos ataques. “Bombardeios aéreos e demolições continuam diariamente, com um impacto inaceitável sobre civis e infraestrutura civil”, afirmou.

    Pelo menos dois brasileiros foram mortos em território libanês. As vítimas, mãe e filho, foram atingidos num ataque atribuído a Israel e ocorrido em 26 de abril. O pai da família é libanês e também foi morto. Outro filho do casal, brasileiro, foi hospitalizado, segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Além das mortes, ao menos 1 milhão de pessoas tiveram de ser deslocadas devido às ofensivas, que configuram uma catástrofe humanitária, de acordo com as Nações Unidas.

    Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

  • Cinco italianos morrem em mergulho nas Maldivas, e equipe faz busca de alto risco

    Cinco italianos morrem em mergulho nas Maldivas, e equipe faz busca de alto risco

    Vítimas estariam explorando cavernas a cerca de 50 metros de profundidade em Vaavu. Apenas um corpo havia sido recuperado até esta sexta (15), segundo governo da Itália, que anunciou os óbitos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Equipes de resgate fazem buscas nesta sexta-feira (15), em operações descritas como complexas e perigosas, pelos corpos de cidadãos da Itália que morreram durante mergulho nas Maldivas. O caso ocorreu em Vaavu, região de ilhas de coral conhecida por atrair mergulhadores de todo o mundo.

    No total, cinco italianos morreram, segundo o Ministério das Relações Exteriores do país europeu. A pasta informou que, de acordo com informações preliminares, os mergulhadores estavam explorando um conjunto de cavernas a cerca de 50 metros de profundidade. Segundo funcionários locais mencionados pela agência de notícias AFP, este pode ter sido o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas.

    Até a tarde desta sexta, apenas um corpo havia sido recuperado, e as circunstâncias do acidente não tinham sido esclarecidas. O governo italiano informou que uma investigação está em andamento.

    As autoridades não divulgaram as identidades das vítimas. No entanto, a Universidade de Gênova informou que entre os mortos estão um professor de biologia marinha, a filha dele e dois pesquisadores.

    Em nota, o Ministério das Relações Exteriores italiano afirmou que a embaixada do país no Sri Lanka está em contato com as famílias das vítimas e prestando assistência consular.

    Nesta sexta, autoridades lançaram uma ampla operação de resgate com barcos, aeronaves e equipes de mergulho. A ação é classificada de “alto risco” devido ao mau tempo e local de difícil acesso.

    As Maldivas são um arquipélago formado por 1.192 ilhas de coral, espalhadas ao longo de cerca de 800 quilômetros no oceano Índico. O destino é conhecido pelo turismo de luxo e pelas condições favoráveis ao mergulho em águas profundas.

    Cinco italianos morrem em mergulho nas Maldivas, e equipe faz busca de alto risco

  • Pandemia de Covid causou 22,1 milhões de mortes, o triplo do registrado inicialmente, diz OMS

    Pandemia de Covid causou 22,1 milhões de mortes, o triplo do registrado inicialmente, diz OMS

    Inédita, estatística inclui causas indiretas ligadas aos óbitos, como sobrecarga nos sistemas de saúde. Relatório reúne dados de 2020 a 2023 e mostra letalidade maior entre homens, idosos e asiáticos

    CAMPINAS, SP (CBS NEWS) – O Relatório de Estatísticas Mundiais de Saúde 2026, publicado na quarta-feira (13) pela OMS (Organização Mundial de Saúde), traz notícias amargas para a saúde global, resultantes principalmente da crise do coronavírus.

    A começar pelo número de mortos em razão da pandemia: 22,1 milhões de pessoas, segundo a organização. Esta estimativa, inédita, é três vezes o número oficial, de 7 milhões de mortos pela Covid-19 entre 2020 e 2023.

    É como se duas cidades de São Paulo tivessem desaparecido em quatro anos. Os números, contudo, não incluem apenas mortes causadas diretamente pelo coronavírus. Há fatores indiretos citados como propulsores.

    O principal deles, diz o relatório, foi a interrupção e a sobrecarga nos sistemas de saúde. Isso teria dificultado o acesso de pacientes com outras condições graves, que não conseguiram atendimento imediato ou leitos hospitalares por causa da superlotação. Em razão de possível subnotificação em países de baixa renda, o contingente de mortos pode ser ainda maior.

    Atrasos em intervenções e interrupção de serviços essenciais também contribuíram para alavancar as taxas de mortalidade. Cortes em assistência e financiamento podem ter reduzido o acesso a medicamentos e vacinas, por exemplo.

    Outro ponto são as doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, cujos tratamentos foram impactados por falta de acompanhamento. Cânceres e condições cardiovasculares também estão neste grupo, na esteira das interrupções dos serviços.

    O texto destaca que os países responderam ao avanço dos casos graves de Covid escanteando, naturalmente, as demais frentes de atendimento.

    Fatores socioeconômicos e comportamentais integram a conta, sob a ótica ampliada dos impactos. A crise afetou, por exemplo, a subsistência das populações, o que novamente impacta saúde e mortalidade.

    O marco temporal de 2020 a 2023 refere-se aos anos em que a pandemia fora considerada uma emergência de saúde pública internacional.

    A OMS afirma que o ápice ocorreu em 2021, com 10,4 milhões de mortes excedentes, impulsionadas por variantes como a delta. O excesso cai para 3,3 milhões em 2023. O ano de 2022 é tratado como ponto de desaceleração entre os dois extremos.

    Para chegar ao excedente de mortalidade, pesquisadores analisaram quantos óbitos ocorreram em anos antes da pandemia para criar uma base de quantas pessoas morreriam naturalmente por diversas causas.

    Depois, contabilizaram o número de mortes durante os anos de pandemia, e a diferença entre os dois números é o excedente. Se em um ano comum morreriam 100 pessoas e em 2021 morreram 120, o excedente é de 20 vidas perdidas, por exemplo.

    O cálculo utilizou boletins hospitalares, registros de óbitos e de estatísticas vitais dos países.

    PERFIL

    De acordo com os resultados, sexo, idade e geografia determinaram o risco. Os homens foram os mais atingidos, representando 57% das vítimas globais; no ápice da crise, em 2021, a mortalidade masculina chegou a ser 50% superior à feminina.

    A idade avançada consolidou-se como o maior fator de risco, com 65% dos óbitos concentrados em pessoas com 65 anos ou mais. Neste grupo, os idosos com mais de 85 anos enfrentaram um risco de morte dez vezes maior do que adultos na faixa dos 55 a 59 anos, por exemplo.

    Geograficamente, o sudeste asiático registrou a maior parcela da mortalidade mundial (27%), enquanto as Américas foram a região mais duramente impactada pelo recuo na expectativa de vida.

    RECUPERAÇÃO

    Segundo a OMS, o impacto da Covid-19 representou um retrocesso de proporções históricas, apagando em um intervalo de dois anos quase uma década de progresso na longevidade global.

    A expectativa de vida mundial, que havia atingido 73 anos em 2019, despencou para 71 anos em 2021, retornando aos níveis registrados em 2011.

    Embora o indicador tenha se recuperado em 2023, o restabelecimento total ainda é incompleto e desigual. Apenas a expectativa de vida feminina retornou globalmente aos patamares pré-pandemia, enquanto a masculina e a expectativa de vida saudável permaneciam ligeiramente abaixo dos marcos de 2019 até o final de 2023

    Para garantir uma retomada sustentável e proteger esses ganhos contra futuros choques, a OMS destaca como cruciais o fortalecimento dos sistemas de saúde orientados à atenção primária, a expansão da cobertura universal de saúde e o investimento urgente em sistemas de dados precisos de mortalidade.

    Pandemia de Covid causou 22,1 milhões de mortes, o triplo do registrado inicialmente, diz OMS

  • Viralizou: Trump faz careta ao beber champanhe oferecido por Xi Jinping

    Viralizou: Trump faz careta ao beber champanhe oferecido por Xi Jinping

    Donald Trump foi flagrando fazendo careta, como se tivesse ânsia, durante um jantar de Estado na China ao beber um champanhe oferecido por Xi Jinping, em visita oficial

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem uma regra que nunca costuma quebrar – não beber álcool. Mas, um vídeo do norte-americano durante um jantar de Estado na China está levantando dúvidas: Será que Trump quebrou a sua própria regra?

     
    Nas redes sociais, um vídeo de Donald Trump fazendo careta durante um brinde com uma taça de champanhe viralizou. Em determinado momento, parece que o norte-americano fica enjoado. 

    O vídeo mostra Trump recebendo uma taça de champanhe e, posteriormente, fazendo um brinde com quem estava presente no jantar de Estado oferecido pelo presidente chinês, Xi Jinping, que se realizou no Grande Salão do Povo. Em seguida, o norte-americano dá um pequeno gole.

    As imagens, amplamente compartilhadas nas redes sociais, levantaram algumas questões aos internautas. Desde logo, pelo fato de Donald Trump já ter dito publicamente que não bebe álcool, como pela careta.

    No entanto, vale destacar, não é certo que o presidente dos Estados Unidos tenha, de fato, bebido champanhe, uma vez que tal não foi confirmado. 

    Veja o vídeo do momento acima!

    Os internautas começaram a especular se o líquido seria ou não champanhe. Aliás, o ex-conselheiro de Donald Trump escreveu que “não é álcool”. “Falo pelo presidente”, disse. 

    O perfil MAGA Voice também compartilhou o vídeo na rede social X e referiu que Trump “não bebe”, mas fez um “brinde como sinal de respeito pelo presidente Xi”.

    Afinal, porque é que Trump não bebe álcool?

    Donald Trump já afirmou nunca ter bebido álcool. Segundo o próprio, esta decisão está ligada a um assunto familiar, uma vez que o seu irmão mais velho, Fred Trump Jr., lutou contra o vício do álcool, tendo morrido aos 43 anos. 

    O presidente norte-americano já falou várias vezes acerca da morte do irmão e de como esse episódio fez com que decidisse evitar o álcool e cigarros.

    “Nunca bebi”, disse Trump em uma entrevista à Fox News em novembro do ano passado, acrescentando que a morte do irmão mais velho “foi um período muito difícil”.

    Na ótica de Donald Trump, “se não começar [a beber], nunca terá um problema”. “Se começa, poderá ter e é um problema difícil de parar”, destacou.

    Sabe-se ainda que o presidente dos EUA também teria pedido aos filhos para seguirem o seu exemplo. “Tenho sido muito rigoroso com os meus filhos em relação ao álcool”, afirmou. 

    Visita de Trump à China

    Há mais de dez anos que um presidente norte-americano não ia à China. Donald Trump quebrou o ciclo e esteve no país para uma visita oficial de três dias. 

    Entre vários temas discutidos, Trump e Xi Jinping falaram sobre a guerra no Irã e defenderam a abertura do Estreito de Ormuz. 

    A visita oficial, que contou com uma delegação de grandes empresários, terminou esta sexta-feira (15), tendo insistido que as relações entre as duas maiores potências mundiais “são boas e estão a melhorar”, ainda que existam divergências profundas.

     

    Viralizou: Trump faz careta ao beber champanhe oferecido por Xi Jinping

  • Ex-espião russo diz que fugiu de agentes de Putin dentro de vaca morta

    Ex-espião russo diz que fugiu de agentes de Putin dentro de vaca morta

    Ex-agente do serviço secreto russo afirmou ter cruzado a fronteira com o Cazaquistão escondido dentro da carcaça de uma vaca para escapar de uma suposta operação do Kremlin após ser acusado de traição pelo governo de Vladimir Putin

    Um ex-agente do serviço secreto russo afirmou ter escapado de uma suposta operação ordenada pelo governo de Vladimir Putin usando um método improvável: escondido dentro da carcaça de uma vaca morta.

    Segundo reportagem do jornal britânico Telegraph, Dmitry Senin, de 47 anos, era um alto funcionário do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) quando passou a ser acusado de traição pelo Kremlin após investigar um policial suspeito de corrupção em 2017.

    O ex-espião afirmou que passou anos tentando limpar o próprio nome, mas decidiu fugir definitivamente após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

    De acordo com Senin, a fuga foi planejada com ajuda de contrabandistas e contatos próximos. O plano envolveu atravessar clandestinamente a fronteira entre Rússia e Cazaquistão escondido dentro do corpo de uma vaca morta.

    Antes da operação, ele disse ter vestido uma roupa de borracha, colocado uma máscara de gás e se enrolado em papel-alumínio para evitar ser detectado por câmeras térmicas.

    Os contrabandistas teriam então se disfarçado de fazendeiros e transportado a carcaça em um trator até a região de fronteira.

    “Eu só precisava que me jogassem para o outro lado da fronteira”, afirmou o ex-agente.

    Segundo ele, a carcaça foi deixada em um local usado como “cemitério” de animais após a travessia.

    Senin contou que permaneceu dentro da vaca por cerca de uma hora para evitar ser encontrado pelos guardas russos.

    “Sou um soldado. O medo é uma emoção que você precisa controlar. Avaliei o risco e sabia que ninguém iria atirar na vaca”, disse.

    O ex-espião revelou ainda que o plano levou cerca de dois meses para ser organizado e que escolheu o período mais frio do inverno justamente para evitar que os restos do animal estivessem infestados por larvas.

    Depois de sair da carcaça, Senin teria caminhado até um ponto de encontro combinado previamente, onde recebeu ajuda de um ex-oficial da KGB para deixar a região e fugir para Montenegro.

    “Não tive ajuda de serviços secretos estrangeiros, não existia uma rota pronta e minha mochila tinha apenas itens pessoais básicos”, afirmou.

    Ex-espião russo diz que fugiu de agentes de Putin dentro de vaca morta

  • Trump anuncia acordo bilionário com China para petróleo, soja e Boeing

    Trump anuncia acordo bilionário com China para petróleo, soja e Boeing

    Presidente dos Estados Unidos afirmou que Xi Jinping aceitou ampliar compras chinesas de petróleo, soja e aviões da Boeing após reunião em Pequim. Trump também disse que líder chinês se mostrou disposto a ajudar na crise envolvendo o Estreito de Ormuz

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a China concordou em ampliar a compra de petróleo, soja e aviões da Boeing fabricados nos EUA após reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, realizada em Pequim, na quinta-feira.

    Em entrevista à emissora norte-americana Fox News, Trump disse que um dos principais avanços nas negociações foi o compromisso chinês com a compra de petróleo americano.

    “Uma das coisas em que acho que vamos chegar a um acordo é que eles concordaram em comprar petróleo dos Estados Unidos”, declarou.

    Segundo o republicano, a expectativa é que as exportações sejam direcionadas principalmente para Estados como Texas, Louisiana e Alasca.

    “Eles vão para o Texas. Vamos começar a enviar navios chineses para o Texas, Louisiana e Alasca. Isso é muito importante”, afirmou Trump, sem detalhar os termos do possível acordo.

    O presidente norte-americano também disse que a China deverá ampliar significativamente as compras de soja dos EUA, produto considerado estratégico para agricultores do Meio-Oeste americano.

    “Eles vão investir muito em soja”, afirmou Trump, acrescentando que as compras chinesas deverão ser “maiores do que antes”.

    Outro ponto destacado pelo republicano foi um possível acordo envolvendo a Boeing. Segundo Trump, Xi Jinping teria concordado com a compra de 200 aviões comerciais da empresa americana.

    “Xi concordou em comprar 200 aviões. Isso é enorme. São 200 aviões grandes. Isso vai gerar muitos empregos”, declarou.

    Trump afirmou ainda que a Boeing esperava inicialmente vender 150 aeronaves, mas o número teria sido ampliado durante as conversas. Analistas do setor, porém, estimavam uma negociação envolvendo até 500 aviões.

    O presidente da Boeing, Kelly Ortberg, integrou a delegação empresarial que acompanhou Trump na viagem à China.

    Os dois líderes devem voltar a se reunir nesta sexta-feira antes da saída de Trump de Pequim rumo aos Estados Unidos. O presidente americano também participa de um almoço com Xi Jinping em Zhongnanhai, complexo governamental localizado ao lado da Cidade Proibida e considerado um dos centros do poder político chinês.

    A entrada de líderes estrangeiros no local é rara e costuma ser interpretada como um gesto de aproximação diplomática por parte do governo chinês.

    Esta é a segunda visita oficial de Trump à China desde sua primeira passagem pelo país, em 2017, durante seu primeiro mandato presidencial. Também é a primeira viagem do republicano ao território chinês desde o retorno à Casa Branca, em janeiro de 2025.

    Durante a entrevista à Fox News, Trump também afirmou que Xi Jinping demonstrou disposição para ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz, que permanece sob ameaça militar iraniana há seis semanas.

    “O presidente Xi gostaria de ver um acordo. Ele disse: ‘Se eu puder ajudar de alguma forma, terei prazer em ajudar’”, relatou Trump.

    A China é atualmente a principal compradora do petróleo iraniano e mantém parceria estratégica com o Irã, que passou a ameaçar o Estreito de Ormuz após o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e forças iranianas em fevereiro deste ano.
     
     

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