Categoria: MUNDO

  • Kremlin reforça a segurança de Putin em meio a temores de um golpe

    Kremlin reforça a segurança de Putin em meio a temores de um golpe

    Relatório de inteligência da UE revela novas medidas após assassinatos recentes.

    A segurança em torno de Vladimir Putin foi significativamente reforçada após uma série de assassinatos e crescentes temores de agitação interna, de acordo com um relatório da inteligência europeia divulgado à imprensa nas últimas semanas. O dossiê descreve novas e abrangentes precauções tomadas pelo Kremlin em meio a crescentes preocupações com a estabilidade da liderança russa.

    As medidas incluem triagem mais rigorosa para visitantes, restrições à movimentação de funcionários e maior vigilância sobre aqueles que mantêm contato próximo com o presidente. Assessores estariam proibidos de usar telefones com acesso à internet, enquanto o próprio Putin reduziu viagens e aparições públicas, passando a utilizar mais vídeos pré-gravados.

    As mudanças ocorrem após o assassinato de um general de alta patente em dezembro de 2025 e em meio às tensões contínuas relacionadas à guerra na Ucrânia. O relatório sugere uma crescente inquietação dentro do Kremlin, citando pressões econômicas, reveses no campo de batalha e sinais de dissidência como fatores que impulsionam o reforço dos protocolos de segurança.

    A revelação ressalta um clima de desconfiança e paranoia, com novas unidades supostamente encarregadas de proteger as fronteiras e combater a sabotagem. À medida que Putin reforça sua proteção pessoal, permanecem as dúvidas sobre o quão vulnerável o presidente da Rússia se sente. Clique para explorar a rede que protege o líder russo.

    Kremlin reforça a segurança de Putin em meio a temores de um golpe

  • Disparos contra navios dos Estados Unidos foram "de advertência"

    Disparos contra navios dos Estados Unidos foram "de advertência"

    Os disparos efetuados hoje pela marinha iraniana, incluindo de mísseis de cruzeiro, contra navios militares norte-americanos no estreito de Ormuz foram de advertência, informou a televisão estatal, citando um comunicado militar.

    Uma vez que os navios americano-sionistas [norte-americanos e israelenses] ignoraram nosso alerta inicial, a Marinha (…) lançou mísseis de cruzeiro, foguetes e drones de combate em sua direção”, afirmou a mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP).

    O Irã havia alertado que atacaria as forças dos Estados Unidos caso se aproximassem do estreito estratégico.

    O aviso de Teerã ocorreu após o anúncio, no domingo, do presidente norte-americano, Donald Trump, da iniciativa “Project Freedom” (Projeto Liberdade), destinada a ajudar centenas de navios retidos há dois meses no Golfo Pérsico.

    O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos negou a informação inicial das forças iranianas sobre disparos contra navios norte-americanos quando tentavam se aproximar do Estreito de Ormuz.

    “Nenhum navio norte-americano foi atingido. As forças dos Estados Unidos continuam a apoiar a operação ‘Project Freedom’ e o bloqueio naval dos portos iranianos”, informou o Comando Central, responsável pelas operações militares no Oriente Médio, citado pela agência espanhola EFE.

    Ao anunciar a iniciativa no domingo, Trump esclareceu que o objetivo é conduzir navios mercantes pelo estreito, mas sem incluir uma escolta militar formal das embarcações.

    Trump afirmou que qualquer interferência na operação destinada a permitir o trânsito de navios retidos no Golfo Pérsico devido à guerra seria “respondida com força”.

    Após a negativa do comando norte-americano, as forças armadas do Irã afirmaram que a Marinha realizou disparos de advertência porque os destróieres ignoraram avisos por rádio sobre o “risco de violação do cessar-fogo”.

    O Exército iraniano declarou que a operação desta segunda-feira teve como objetivo impedir qualquer tentativa de navegação no estreito que não seja coordenada com Teerã, em um momento em que Washington tenta reabrir a via marítima para a passagem de navios comerciais.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram, em 28 de fevereiro, uma ofensiva militar contra o Irã, que respondeu com ataques contra países da região.

    A guerra já causou milhares de mortes, principalmente no Irã e no Líbano, além de provocar uma crise nos preços do petróleo, após Teerã bloquear o estreito por onde passa cerca de um quinto do abastecimento dos mercados internacionais.

    O Irã e os Estados Unidos concordaram com um cessar-fogo que entrou em vigor em 8 de abril para tentar negociar o fim da guerra, mas sem sucesso até o momento.

    Disparos contra navios dos Estados Unidos foram "de advertência"

  • Irã nega passagem de navios no estreito de Ormuz e contradiz EUA

    Irã nega passagem de navios no estreito de Ormuz e contradiz EUA

    A Guarda Revolucionária do Irã negou hoje que qualquer navio mercante tenha transitado pelo estreito de Ormuz nas últimas horas, contrariando informações do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos.

    Em comunicado divulgado por meio do canal oficial no aplicativo Telegram, o exército ideológico da República Islâmica classificou como “infundadas e completamente falsas” as alegações dos Estados Unidos sobre a passagem de navios comerciais nessa rota estratégica.

    A reação ocorre após o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciar que dois navios mercantes com bandeira norte-americana haviam transitado “com sucesso” pelo estreito, com apoio de meios militares no âmbito da operação “Projeto Liberdade”.

    Segundo Washington, a operação “Projeto Liberdade” tem como objetivo garantir a passagem segura de embarcações comerciais afetadas pelo bloqueio imposto pelo Irã, em uma via por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial.

    O CENTCOM informou que a iniciativa envolve destróieres, mais de 100 aeronaves, drones e cerca de 15 mil militares, embora não tenha detalhado as condições específicas da travessia anunciada.

    A Guarda Revolucionária rejeitou essa versão, insistindo que não houve qualquer trânsito recente de navios comerciais no estreito.

    As declarações refletem o agravamento da disputa de informações e contra-informações entre Teerã e Washington, em um contexto de forte tensão militar e de bloqueio parcial do tráfego marítimo no Golfo Pérsico.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no domingo a operação “Projeto Liberdade”, apresentada como uma missão para assegurar a circulação de navios e apoiar tripulações retidas na região.

    Autoridades norte-americanas acusam o Irã de tentar restringir a liberdade de navegação, enquanto Teerã afirma estar preparado para responder a qualquer presença militar estrangeira no estreito.

    Fontes militares iranianas citadas por meios de comunicação estatais destacaram que o país “está totalmente preparado para qualquer cenário”, reiterando sua posição de controle sobre a via marítima.

    Irã nega passagem de navios no estreito de Ormuz e contradiz EUA

  • Polícia abate crocodilo de 4,5 metros que devorou empresário; vídeo

    Polícia abate crocodilo de 4,5 metros que devorou empresário; vídeo

    Durante a ação, um policial precisou ser içado por um helicóptero e descido por cordas até um rio infestado desses animais para auxiliar na recuperação do corpo. Imagens do momento passaram a circular nas redes sociais, mostrando o agente sendo levado até a água para imobilizar o réptil.

    Uma operação de alto risco mobilizou forças de segurança no nordeste da África do Sul após o desaparecimento de um empresário que, segundo suspeitas, teria sido atacado por um crocodilo. Durante a ação, um policial precisou ser içado por um helicóptero e descido por cordas até um rio infestado desses animais para auxiliar na recuperação do corpo. Imagens do momento passaram a circular nas redes sociais, mostrando o agente sendo levado até a água para imobilizar o réptil.

    O caso ocorreu nas proximidades do rio Komati, em uma área próxima ao Parque Nacional Kruger. O empresário desapareceu após tentar atravessar uma ponte baixa que estava alagada, quando seu veículo ficou preso. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram apenas o carro vazio. Inicialmente, a principal hipótese era de que ele tivesse sido arrastado pela correnteza ao tentar sair do automóvel.

     

    A partir disso, uma grande operação de busca foi montada, envolvendo mergulhadores, drones e apoio aéreo com helicópteros. Durante o monitoramento, os agentes identificaram uma pequena ilha no rio onde vários crocodilos estavam reunidos. Um deles chamou atenção por seu comportamento incomum.

    O capitão Johant “Pottie” Potgieter, responsável por uma unidade de mergulho da polícia, explicou ao site News24: “Além de estar com a barriga extremamente cheia, ele não se mexeu nem tentou entrar no rio, apesar do barulho dos drones e do helicóptero”. Segundo ele, essa atitude indicava que o animal poderia ter se alimentado recentemente.

    Diante da suspeita, o crocodilo foi abatido antes do início da etapa de resgate, descrita pelas autoridades como uma “operação altamente perigosa e complexa”. Nas imagens divulgadas, o policial aparece sendo baixado até a água para garantir a imobilização do animal, permitindo que ambos fossem retirados com segurança.

    “A extremidade afiada de um crocodilo não é o melhor lugar para se aproximar dele”, afirmou Potgieter.

    O animal media cerca de 4,5 metros e pesava aproximadamente 500 quilos. Após ser retirado do local e levado ao Parque Nacional Kruger, especialistas encontraram restos humanos em seu interior. Exames de DNA estão sendo realizados para confirmar se pertencem ao empresário desaparecido.

    Durante a análise, também foram encontrados seis tipos diferentes de sapatos dentro do crocodilo. Segundo Potgieter, isso pode indicar outros ataques, embora não haja confirmação. “Um crocodilo come ou engole qualquer coisa”, disse.

    A tenente-general Puleng Dimpane, chefe interina da polícia sul-africana, elogiou os agentes e ressaltou a complexidade da missão em uma área marcada pela forte presença de predadores.

    Polícia abate crocodilo de 4,5 metros que devorou empresário; vídeo

  • Três pessoas morrem em cruzeiro em meio a possível surto de hantavírus

    Três pessoas morrem em cruzeiro em meio a possível surto de hantavírus

    Caso da doença foi confirmada pela Organização Mundial da Saúde; um caso de infecção por hantavírus foi confirmado em laboratório enquanto os outros cinco mantêm status de casos suspeitos

    Três pessoas morreram e pelo menos outras três estão doentes em meio a um possível surto de hantavírus registrado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico. A informação foi confirmada na noite deste domingo (3) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Em nota, a entidade informou que, até o momento, um caso de infecção por hantavírus foi confirmado em laboratório enquanto os outros cinco mantêm status de casos suspeitos. Além das três mortes, uma pessoa segue em terapia intensiva em uma unidade de saúde na África do Sul.

    “Investigações detalhadas estão em andamento, incluindo testes laboratoriais adicionais e investigações epidemiológicas. Assistência médica e apoio estão sendo fornecidos aos passageiros e à tripulação. O sequenciamento do vírus também está em andamento”, destacou o comunicado.

    A OMS reforçou que infecções por hantavírus são tipicamente associadas à exposição ambiental, incluindo a exposição à urina ou a fezes de roedores infectados. “Embora rara, a transmissão do hantavírus entre pessoas pode levar a doenças respiratórias graves e requer monitoramento, apoio e resposta cuidadosos aos pacientes”.

    “A OMS está facilitando a coordenação entre Estados-membros e os operadores do navio para a evacuação médica de dois passageiros sintomáticos, bem como para a avaliação completa do risco à saúde pública e o apoio aos demais passageiros a bordo”, completou a nota.

    Três pessoas morrem em cruzeiro em meio a possível surto de hantavírus

  • Trump culpa democratas pelo estado de saúde crítico de ex-prefeito de NY

    Trump culpa democratas pelo estado de saúde crítico de ex-prefeito de NY

    Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, de 81 anos, foi internado em ‘estado crítico’ na Flórida. Aliado de Trump, ele não teve diagnóstico divulgado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Donald Trump sugeriu que os problemas de saúde do ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, que está internado, foram causados pelo “mau tratamento” dos democratas a ele.

    “Que tragédia ele ter sido tratado tão mal pelos lunáticos de esquerda radical”, declarou. Em publicação ontem na Truth Social, lamentou a internação do amigo e insinuou que os democratas teriam desgastado a saúde de Giuliani.

    Trump afirmou que políticos e eleitores do partido fizeram tudo o que podiam para destruir os EUA. “Eles fraudaram as eleições, fabricaram centenas de histórias, vejam só o Rudy. Que triste”, acrescentou.

    O presidente também chamou Giuliani de “melhor prefeito da história de Nova York”. Republicano disse que o homem foi um “verdadeiro guerreiro e que estava certo em tudo”.

    O ex-prefeito foi internado ontem, mas a causa não foi divulgada. “O prefeito Rudy Giuliani está atualmente hospitalizado, onde permanece em estado crítico, porém estável”, informou seu porta-voz Ted Goodman.

    O prefeito Giuliani é um lutador que enfrentou todos os desafios da sua vida com força inabalável, e está lutando com a mesma força neste momento. Pedimos que se unam a nós em oração pelo ‘Prefeito da América’, Rudy Giuliani. ComunicadoGiuliani é político e advogado nos Estados Unidos. Ele ficou conhecido por ter sido prefeito de Nova York (de 1994 a 2001) e por sua atuação recente na política nacional.

    Político liderou a cidade na época dos ataques de 11 de setembro. Por causa disso, chegou a ser chamado de “prefeito da América”.

    Giuliani tentou ser candidato à presidência americana em 2008. Após esse período, virou aliado próximo de Donald Trump. Foi acusado de espalhar informações falsas sobre fraude eleitoral, se envolveu em processos judiciais e perdeu a licença de advogado em alguns lugares.

    Trump concedeu perdão presidencial a aliado político. Ele foi acusado de envolvimento na tentativa de anular as eleições presidenciais de 2020, quando o republicano perdeu para Joe Biden.

    Trump culpa democratas pelo estado de saúde crítico de ex-prefeito de NY

  • Tiroteio em Oklahoma, nos EUA, deixa pelo menos 12 pessoas feridas

    Tiroteio em Oklahoma, nos EUA, deixa pelo menos 12 pessoas feridas

    Polícia de Edmond diz que busca suspeitos e tenta esclarecer a situação; equipes também procuraram vítimas e testemunhas em diferentes pontos da região metropolitana

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um tiroteio durante uma festa em um lago perto de Oklahoma, nos Estados Unidos, deixa pelo menos 12 pessoas feridas.

    Policiais de Edmond receberam relatos de disparos por volta das 21h de domingo, no horário local, em uma reunião de jovens perto do lago Arcadia. A porta-voz da polícia, Emily Ward, disse que até o fim da noite não havia prisões.

    Rede hospitalar informou que nove pacientes deram entrada no Integris Health Baptist Medical Center, em Oklahoma, e outros três no Integris Health Edmond Hospital. Um porta-voz disse que todos ainda passavam por avaliação.

    Polícia diz que busca suspeitos e tenta esclarecer o que ocorreu no local. “Esta é, obviamente, uma situação muito assustadora e entendemos a preocupação do público e dos envolvidos, e estamos trabalhando muito para encontrar os suspeitos”, afirmou Ward.

    Equipes também procuraram vítimas e testemunhas em diferentes pontos da região metropolitana. “Estamos meio que por toda a região metropolitana falando com vítimas e testemunhas”, disse a porta-voz.

    O lago Arcadia fica em Edmond, subúrbio de Oklahoma com cerca de 100 mil moradores. A área está a cerca de 21 quilômetros ao norte da cidade e é um reservatório artificial usado para controle de enchentes.

    Além da função de contenção, o local é conhecido por atividades de lazer. O lago costuma atrair visitantes para pesca, passeios de barco, piqueniques e camping.

    Após o tiroteio, um panfleto que circulou nas redes sociais indicava que havia um evento chamado “Sunday Funday” programado para a noite de domingo na região. A polícia não deu detalhes sobre a festa.

    Edmond já foi cenário de um dos ataques a locais de trabalho mais letais da história dos EUA. Em 20 de agosto de 1986, o funcionário dos correios Patrick Sherrill atirou em 20 colegas, matou 14 e depois se matou.

    Tiroteio em Oklahoma, nos EUA, deixa pelo menos 12 pessoas feridas

  • Ex-repórter da BBC diz ter descoberto identidade de Banksy e apagado provas

    Ex-repórter da BBC diz ter descoberto identidade de Banksy e apagado provas

    Jornalista teria filmado artista deixando um de seus murais; ele afirma que seus superiores optaram por esconder material

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um ex-repórter da BBC afirmou que a emissora britânica ocultou imagens que ele capturou de Bansky em um de seus murais em Nova York. Em uma publicação na rede Substack, Nick Bryant, ex-correspondente da BBC na cidade americana, detalhou seu suposto encontro com o artista britânico.

    Segundo Bryant, ele estabeleceu contato com a equipe do artista em 2013, quando cobria sua casa. Cinco anos mais tarde ,foi acordado por um telefonema vindo da Inglaterra. Era um aviso da equipe de relações públicas de Bansky de que, naquele dia, o artista revelaria uma nova obra em Nova York.

    Depois, o jornalista descobriu que a obra seria instalada no The Houston Bowery Wall, espaço ao ar livre conhecido por exibir murais de artistas renomados. “Nosso escritório no Lower Manhattan não ficava longe. Chegamos lá rapidamente, nos antecipando a todos”, escreveu Bryant.

    Quando chegou ao local, onde Bansky instalara um mural com uma imagem da artista curda Zehra Dogan, o repórter se deparou com um segurança próximo à calçada, que disse a ele que o público e figuras da mídia chegariam em breve. Foi então que Bryant perguntou se o segurança sabia quem era o artista.

    Segundo a publicação do jornalista, o segurança apontou para um homem de meia-idade, que deixava um café do outro lado da rua. Ele e seu cinegrafista correram até a figura encapuzada, mas só foram capazes de filmá-lo entrando em seu carro e saindo em alta velocidade.

    “Pegamos Bansky em flagrante. O homem que filmamos tinha até tinta fresca nos dedos”, teria dito Bryant aos seus chefes em Washington e Londres. Foi assim que, como descreve, se deparou com um dilema pessoal e institucional.
    Por um lado, não queria ferir princípios jornalísticos e esconder informações. Por outro, não queria ser ele o responsável por revelar a identidade de Bansky e, possivelmente, prejudicar a carreira dele, conhecida pela defesa de pautas sociais, e a sua influência política.

    Posteriormente, ele e seus superiores teriam chego à conclusão de que a decisão correta era “enterrar” as gravações. A identidade de Bansky é um assunto recorrente na mídia. No início desse ano, a agência de notícias Reuters afirmou que o artista seria Robin Gunningham, que teria mudado o seu nome para David Jones há alguns anos.

    Ex-repórter da BBC diz ter descoberto identidade de Banksy e apagado provas

  • Irã atinge navio de guerra dos EUA com mísseis no Estreito de Ormuz

    Irã atinge navio de guerra dos EUA com mísseis no Estreito de Ormuz

    Agência de comunicação ligada ao regime do Irã afirma que embarcação recuou após o ataque

    Na manhã desta segunda-feira (4), as Forças Armadas iranianas anunciaram que teriam impedido a entrada de navios de guerra americanos no Estreito de Ormuz ‘com um aviso firme e imediato’ para se afastarem, seguido de um ataque.

    A agência Fars informou que dois mísseis atingiram um navio da Marinha dos EUA perto da ilha de Jask, depois que este ignorou os avisos dos iranianos. Segundo fontes para a agência, a fragata americana não conseguiu prosseguir sua rota devido aos impactos e foi forçada a recuar e fugir da área.
    A Guarda Revolucionária iraniana alertou que as movimentações marítimas que violarem as regras por ela anunciadas enfrentarão sérios riscos e embarcações não autorizadas serão interceptadas ‘com o uso da força’,  informou a mídia estatal iraniana.

    Comunicado dos iranianos destaca que as empresas de navegação e as seguradoras de transporte devem estar atentas aos avisos da Guarda Revolucionária Islâmica.

    As afirmações corroboram com um alerta de um oficial militar que ‘qualquer força militar estrangeira, especialmente o exército invasor americano, será atacada’ caso tente se aproximar ou entrar no Estreito de Ormuz.

    O major-general Ali Abdollahi, comandante do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, o comando unificado das forças armadas iranianas, afirmou que o Irã protegerá a segurança do estreito ‘com todas as suas forças’, após os EUA prometerem guiar navios retidos através do ponto de estrangulamento para o transporte de petróleo. “Mantemos e gerenciamos com rigor a segurança do Estreito de Ormuz com todos os nossos recursos e alertamos a todos os navios mercantes e petroleiros que se abstenham de qualquer trânsito sem coordenação com as forças armadas estacionadas no Estreito de Ormuz, para que sua segurança não seja posta em risco”, disse.

    Abdollahi disse ainda que a região está sob o controle das forças armadas do Irã e qualquer ‘ação agressiva dos Estados Unidos para perturbar a situação só resultará em mais complicações e colocará em risco a segurança das embarcações’ na área.

    Irã atinge navio de guerra dos EUA com mísseis no Estreito de Ormuz

  • Mulher se recusa desligar telefone e interrompe viagem de avião

    Mulher se recusa desligar telefone e interrompe viagem de avião

    Mulher se recusou a seguir uma simples indicação de segurança e acabou obrigando todos os passageiros de um voo nos EUA a sair do avião

    Uma passageira de um voo da Delta obrigou o avião a regressar ao seu ponto de origem, e interrompeu a viagem, por se recusar a desligar o celular.

    Shannon Marie Harris, de 46 anos, foi aconselhada pelos assistentes de bordo de um voo entre Miami e Atlanta, a desligar o seu dispositivo móvel, para que pudessem levantar voo.

    A mulher, que estaria em uma chamada telefônica, se recusou a desligar, obrigando o piloto a interromper a sua ação e regressar ao ponto de origem por não estarem reunidas condições para fazer o voo.

    O momento causou revolta entre os restantes passageiros que rapidamente começaram a reclamar, apontando a sua frustração contra Shannon.

    Em imagens compartilhadas nas redes sociais, pode se ver um homem pedindo a Shannon que respeite todos os outros passageiros a bordo. Outros há, que começam a gritar: “sai do avião”.

    Segundo os meios de comunicação norte-americanos, o avião regressou à origem, local onde Shannon foi convidada a se retirar. Ela recusou fazendo com que o piloto acabasse por cancelar a viagem e obrigando todos os passageiros a abandonar a aeronave.

    Shannon acabou por ser presa à saída doa aeronave e acusada de invasão de propriedade privada. Acabou por ser libertada apos o pagamento de uma fiança de 500 dólares (cerca de R$ 2,5 mil).

    O NY Post destaca que após a confusão o voo entre o Miami International Airport e o Hartsfield-Jackson Atlanta International Airport acabou sendo retomado cerca de uma hora depois.

    Assista ao momento acima.

    Mulher se recusa desligar telefone e interrompe viagem de avião