Categoria: MUNDO

  • Mulher se recusa desligar telefone e interrompe viagem de avião

    Mulher se recusa desligar telefone e interrompe viagem de avião

    Mulher se recusou a seguir uma simples indicação de segurança e acabou obrigando todos os passageiros de um voo nos EUA a sair do avião

    Uma passageira de um voo da Delta obrigou o avião a regressar ao seu ponto de origem, e interrompeu a viagem, por se recusar a desligar o celular.

    Shannon Marie Harris, de 46 anos, foi aconselhada pelos assistentes de bordo de um voo entre Miami e Atlanta, a desligar o seu dispositivo móvel, para que pudessem levantar voo.

    A mulher, que estaria em uma chamada telefônica, se recusou a desligar, obrigando o piloto a interromper a sua ação e regressar ao ponto de origem por não estarem reunidas condições para fazer o voo.

    O momento causou revolta entre os restantes passageiros que rapidamente começaram a reclamar, apontando a sua frustração contra Shannon.

    Em imagens compartilhadas nas redes sociais, pode se ver um homem pedindo a Shannon que respeite todos os outros passageiros a bordo. Outros há, que começam a gritar: “sai do avião”.

    Segundo os meios de comunicação norte-americanos, o avião regressou à origem, local onde Shannon foi convidada a se retirar. Ela recusou fazendo com que o piloto acabasse por cancelar a viagem e obrigando todos os passageiros a abandonar a aeronave.

    Shannon acabou por ser presa à saída doa aeronave e acusada de invasão de propriedade privada. Acabou por ser libertada apos o pagamento de uma fiança de 500 dólares (cerca de R$ 2,5 mil).

    O NY Post destaca que após a confusão o voo entre o Miami International Airport e o Hartsfield-Jackson Atlanta International Airport acabou sendo retomado cerca de uma hora depois.

    Assista ao momento acima.

    Mulher se recusa desligar telefone e interrompe viagem de avião

  • Acidente com 'monster truck' deixa dois mortos e 37 feridos na Colômbia

    Acidente com 'monster truck' deixa dois mortos e 37 feridos na Colômbia

    Um acidente com um ‘monster truck’ em Popayán, Colômbia, resultou na morte de duas pessoas, incluindo uma criança de 10 anos, e deixou 37 feridos. O incidente ocorreu durante um evento no domingo (3)

    Pelo menos duas pessoas morreram, incluindo uma menina de 10 anos, e 37 ficaram feridas após um incidente com um ‘monster truck’ na tarde de domingo, 3 de maio, em Popayán, na Colômbia. 

    Um ‘monster truck’ é um grande veículo modificado, normalmente com pneus elevados e suspensão de alta resistência, para participar em eventos e competições, conseguindo passar por cima de obstáculos, como carros esmagados, e fazer saltos e acrobacias. 

    O acidente ocorreu no evento Monster Truck 2026, quando a condutora perdeu o controle do veículo depois de passar por um obstáculo, segundo o jornal El Espectador.

    Segundo as autoridades locais, uma menina de 10 anos morreu no local, enquanto outra pessoa – não identificada – morreu no Hospital Susana López de Valência.

    O governador do departamento de Cauca, Octavio Guzmán, lamentou o incidente e expressou “solidariedade às famílias dos afetados pelo trágico acidente”.

    “Lamentamos profundamente o acidente ocorrido esta tarde, domingo, no troço do Boulevard Rose, que fez 37 feridos e pelo menos 2 mortos”, escreveu na rede social X, acrescentando que a Secretaria de Saúde “mobilizou toda a sua capacidade institucional e está em coordenação com a rede de hospitais públicos e privados, bombeiros e serviço de ambulâncias para fazer face à situação”.

    “Expressamos a nossa solidariedade às famílias dos afetados por este trágico acidente, bem como à nossa capital, Popayán”, acrescentou.

    Acidente com 'monster truck' deixa dois mortos e 37 feridos na Colômbia

  • Doente com câncer se casa em cama de hospital em Manaus: "Me deu força"

    Doente com câncer se casa em cama de hospital em Manaus: "Me deu força"

    Um homem casou-se em uma cama do Hospital Rio Negro, em Manaus, depois de ter sido internado para ser submetido a um tratamento contra o câncer, no dia 30 de abril

    Um homem de 63 anos se casou em uma cama do Hospital Rio Negro, em Manaus, onde foi internado para ser submetido a um tratamento contra um câncer, na última quarta-feira, dia 30 de abril.

    “O casamento já estava nos nossos planos. Quando tudo mudou, não queria adiar mais”, confessou João dos Santos Araújo ao Rede Amazônica.

    O funcionário público de carreira destacou que a cerimônia refletiu o caminho percorrido com a companheira, tendo sido uma forma de lhe conceder força para a terapêutica a que teria de ser submetido.

    “Fazer isto aqui dentro foi importante pra mim, me deu força e me deixou mais tranquilo”, disse.

    A direção da unidade hospitalar deu conta de que o pedido foi feito pela agora esposa do doente, que questionou se seria possível levar o casamento ser realizado no cartório, tal como planejado.

    “Nos procuraram e explicaram que o casamento já estava todo organizado. Como ele foi internado e não tinha previsão de alta, começamos a procurar uma forma de viabilizar o momento aqui dentro”, disse a assistente social Renata Santana Gomes.

    A organização envolveu diferentes áreas do hospital e exigiu que houvesse sintonia entre a equipa assistencial e de gestão, assim como entre a família e o cartório, por forma a garantir que a cerimônia decorria com segurança, sem interferir na rotina hospitalar.

    Doente com câncer se casa em cama de hospital em Manaus: "Me deu força"

  • Disputa do TikTok ou discussão? Jovem de 17 anos morre esfaqueado nos EUA

    Disputa do TikTok ou discussão? Jovem de 17 anos morre esfaqueado nos EUA

    Um jovem de 17 anos foi esfaqueado em Nova York, nos Estados Unidos, supostamente, devido a uma disputa no TikTok. A situação teria ocorrido durante um confronto entre o menor e um criador de conteúdos da rede social.

    Um criador de conteúdo da rede social TikTok foi acusado de homicídio após esfaquear um adolescente de 17 anos nas costas, durante a tarde de quarta-feira, 29 de abril, em Nova York, nos Estados Unidos.

    Segundo a ABC News, o problema teria surgido por conta de uma disputa iniciada na plataforma entre Andrew Tollinche e Jonathan Melo. Tollinche, supostamente, cria conteúdos provocando outras pessoas na rede social, o que lhe rendeu má reputação e chegou a fazer com que, recentemente, grupos de adolescentes esperassem por ele na porta de sua casa, no bairro do Bronx.

    Melo teria feito parte de um desses grupos que, na quarta-feira, foi até a casa de Tollinche, batendo à porta e chamando-o para fora para confrontá-lo sobre os conteúdos considerados provocativos e ofensivos. De acordo com o mesmo veículo, citando a polícia, a tensão aumentou durante o confronto, e Tollinche entrou em casa para buscar uma faca. Ao voltar, teria usado a arma branca para esfaquear Melo nas costas.

    A emissora local WABC, no entanto, apresenta uma versão diferente, baseada no relato da mãe de Melo, Raquel Melo.

    Segundo ela, o filho estava andando de scooter com amigos quando o grupo encontrou Tollinche, que discutia com alguém dentro de um carro. Em seguida, Tollinche teria ido até sua casa, nas proximidades, e retornado com uma faca, atacando o jovem sem qualquer provocação.

    “Eu não sei que narrativas estão sendo espalhadas sobre o meu filho estar envolvido em uma disputa nas redes sociais com esse homem. Não há qualquer prova disso. São pessoas espalhando informações baseadas em vídeos diferentes”, afirmou Raquel Melo.

    Tollinche é acusado de homicídio, homicídio culposo e posse ilegal de arma. Anteriormente, o criador de conteúdo já havia sido detido sob suspeita de abusar de uma menor em 2025 (mas não foi formalmente acusado). Além disso, seu histórico mostra outros episódios envolvendo a polícia, alguns relacionados ao tipo de conteúdo que publica nas redes sociais.

    Disputa do TikTok ou discussão? Jovem de 17 anos morre esfaqueado nos EUA

  • Pelo menos 5 mortos e 11 feridos em novos ataques israelenses no Líbano

    Pelo menos 5 mortos e 11 feridos em novos ataques israelenses no Líbano

    Pelo menos cinco pessoas morreram hoje, incluindo dois sírios e um egípcio, e outras 11 ficaram feridas em novos ataques aéreos israelitas contra várias cidades no sul do Líbano, segundo fontes oficiais libanesas.

    Um ataque aéreo contra a cidade de Al Maalia, ao sul de Tiro, matou dois trabalhadores sírios e um egípcio. Já em Haris, em Nabatieh, uma pessoa morreu quando um projétil atingiu sua moto, segundo as mesmas fontes.

    O Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde informou, em comunicado, que “um ataque israelense contra a cidade de Arab Salim, em Nabatieh, deixou um morto e três feridos, incluindo uma criança”.

    Também foi informado que cinco pessoas ficaram feridas em ataques semelhantes contra a cidade de Srifa, em Tiro, incluindo quatro paramédicos da Autoridade de Saúde, atingidos em um ataque próximo ao centro de saúde.

    A agência oficial de notícias libanesa, NNA, relatou que outras três pessoas ficaram feridas em um ataque contra Safad al-Batikh, também em Nabatieh, e informou sobre bombardeios e demolições em várias outras cidades do sul do Líbano.

    Essas mortes se somam às mais de 2.600 causadas pela ofensiva militar israelense no país mediterrâneo nos últimos dois meses.

    Israel intensificou os ataques contra o que afirma serem infraestruturas do grupo xiita libanês Hezbollah em várias cidades do Líbano desde que o grupo começou a lançar projéteis contra Israel no início de março, em apoio ao Irã em sua guerra contra os Estados Unidos e Israel.

    Esses bombardeios e a ofensiva terrestre do exército israelense se intensificaram apesar do cessar-fogo anunciado pelos Estados Unidos, que entrou em vigor em 17 de abril, com o objetivo de avançar nas negociações de paz entre os dois países.

    Pelo menos 5 mortos e 11 feridos em novos ataques israelenses no Líbano

  • Caso "trágico" na Austrália: Suspeito é acusado de morte de menina

    Caso "trágico" na Austrália: Suspeito é acusado de morte de menina

    A polícia australiana anunciou hoje a acusação do suspeito do homicídio de uma menina de uma comunidade aborígene, num caso que provocou grande comoção e foi marcado por confrontos com as forças policiais.

    Investigadores encontraram, na quinta-feira, perto da cidade de Alice Springs, no centro da Austrália, o corpo de uma menina que foi identificado como sendo o de Kumanjayi Little Baby, de cinco anos, que estava desaparecida.

    Pouco depois, a polícia prendeu Jefferson Lewis, um australiano de 47 anos. O homem havia sido espancado até perder a consciência após se render a membros da comunidade indígena, sendo posteriormente levado ao hospital.

    Lewis agora responde a uma acusação de homicídio e duas de estupro, segundo informou a polícia do estado do Território do Norte.

    “Este é um caso profundamente comovente”, declarou o comissário de polícia Martin Dole, que também expressou condolências à família da vítima.

    Durante confrontos violentos nos arredores do hospital de Alice Springs — onde o suspeito foi internado no fim de semana — vários policiais, paramédicos e um bombeiro ficaram feridos.

    Imagens mostram nuvens de gás lacrimogêneo, uma viatura policial em chamas e uma multidão revoltada gritando contra agentes armados que tentavam conter a situação.

    Segundo a emissora pública ABC, os manifestantes exigiam que o homem fosse libertado para ser submetido a uma punição tradicional praticada por comunidades indígenas da região central do país.

    O desaparecimento da menina mobilizou grandes operações de busca, acompanhadas com apreensão por todo o país.

    “É o desfecho trágico que todos esperávamos evitar”, afirmou o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese.

    Já Robin Granites, porta-voz da família e membro do grupo indígena Warlpiri, fez um apelo por calma.

    “Este é o momento de fazer nosso luto, homenagear nossa família e nos permitir chorar e lembrar”, disse em comunicado.

    “Precisamos ser fortes uns pelos outros, respeitar a família e as práticas culturais”, concluiu.

    Caso "trágico" na Austrália: Suspeito é acusado de morte de menina

  • Pelo menos três mortos em ataques russos e Kiev bombardeia petroleiros

    Pelo menos três mortos em ataques russos e Kiev bombardeia petroleiros

    Pelo menos três pessoas morreram entre a noite de sábado e hoje na Ucrânia devido a ataques de Moscou, enquanto as forças ucranianas atingiram dois petroleiros russos no mar Negro, segundo o Presidente ucraniano.

    A Rússia voltou a atacar infraestruturas civis e portuárias na região de Odessa, no sul da Ucrânia, na madrugada deste domingo, em um bombardeio que deixou duas pessoas mortas e outras cinco feridas.

    De acordo com o chefe da Administração Militar Regional de Odessa, Oleg Kiper, drones russos atingiram três prédios residenciais na região, enquanto outros dois ficaram danificados. A infraestrutura portuária também foi atingida, provocando um incêndio que acabou sendo controlado pelas equipes de resgate.

    Ainda nesta manhã, a Rússia atacou um carro civil com um drone na cidade de Kherson, também no sul do país, matando uma pessoa. Pouco depois, uma ambulância foi alvo de bombardeio, segundo a Procuradoria local.

    Nas últimas horas, a Rússia lançou 268 drones contra a Ucrânia e também atacou a cidade de Mykolaiv com um míssil balístico Iskander-M, conforme informações da Força Aérea ucraniana e autoridades locais.

    O chefe da Administração Militar Regional de Mykolaiv, Vitaliy Kim, informou na rede social Telegram que duas pessoas ficaram feridas no ataque com o míssil.

    Já o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que forças ucranianas atingiram dois petroleiros russos próximos ao porto de Novorossiysk, no Mar Negro.

    “Nossos guerreiros continuam impondo sanções à frota clandestina de petróleo da Rússia: dois desses navios foram atingidos nas águas próximas ao porto de Novorossiysk”, escreveu Zelensky na rede social X.

    Segundo ele, os navios eram utilizados “ativamente” para o transporte de petróleo.

    Zelensky também afirmou que os ataques de longo alcance da Ucrânia contra alvos russos continuarão “por mar, ar e terra”. A operação foi conduzida pelo chefe do Estado-Maior, Andriy Gnatov, com apoio da contrainteligência do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) e da Marinha.

    Pelo menos três mortos em ataques russos e Kiev bombardeia petroleiros

  • China ignora sanções dos EUA contra empresas chinesas por ligação ao Irã

    China ignora sanções dos EUA contra empresas chinesas por ligação ao Irã

    Pequim bloqueou a aplicação das sanções de Washington contra cinco empresas chinesas devido às supostas ligações com o comércio de petróleo iraniano, através de uma ordem que proíbe pessoas e entidades de cumprir, reconhecer ou executar essas medidas.

    O Ministério do Comércio da China explicou, no sábado, que a nova ordem — conhecida como “blocking ban” — tem como objetivo neutralizar, dentro do país, os efeitos das sanções impostas pelos Estados Unidos, impedindo que empresas ou indivíduos cumpram essas medidas ou colaborem com sua aplicação.

    De acordo com o comunicado oficial, as ações adotadas por Washington — que incluem inclusão em listas de sanções, congelamento de ativos e proibição de transações — interferem nas “atividades comerciais normais” entre empresas chinesas e países terceiros, além de violarem “o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”.

    A ordem se baseia no arcabouço jurídico chinês contra a aplicação extraterritorial de leis estrangeiras, desenvolvido nos últimos anos e reforçado recentemente, em abril, com novas regras que ampliam a capacidade de Pequim de reagir a sanções impostas por outros países.

    As autoridades chinesas também reiteraram sua oposição a sanções unilaterais sem o respaldo das Nações Unidas e destacaram que a medida não compromete o cumprimento das obrigações internacionais do país nem a proteção dos direitos de empresas estrangeiras que atuam na China.

    A decisão foi tomada após Washington sancionar, na semana passada, dezenas de empresas e indivíduos por suposta participação em redes financeiras ligadas ao petróleo iraniano, dentro da política de pressão sobre Teerã.

    Entre os atingidos estão várias refinarias e grupos petroquímicos chineses, apontados pelos Estados Unidos por seu suposto envolvimento na comercialização de petróleo iraniano — fluxo que Washington considera essencial para o financiamento de atividades militares e de grupos aliados do Irã.

    A medida de Pequim também ocorre em meio à preocupação da China com o impacto do conflito envolvendo o Irã na estabilidade energética global, especialmente em relação ao estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o transporte de petróleo bruto.

    China ignora sanções dos EUA contra empresas chinesas por ligação ao Irã

  • Manifestante escala ponte em protesto contra Trump e IA

    Manifestante escala ponte em protesto contra Trump e IA

    Guido Reichstadter tem 45 anos e na sexta-feira escalou uma ponte em Washington DC para protestar contra a guerra no Oriente Médio e também contra a Inteligência Artificial.

    Um homem subiu em uma ponte em Washington, D.C., nos Estados Unidos, para protestar contra a guerra no Oriente Médio, a administração Trump e também contra a Inteligência Artificial.

    O caso ocorreu na ponte Frederick Douglass Memorial, uma estrutura localizada a cerca de 12 metros acima do rio Anacostia.

    O episódio aconteceu na sexta-feira, e o homem usou as redes sociais para explicar o motivo do protesto.

    “Apelo para que os Estados Unidos coloquem um fim imediato à guerra ilegal do regime Trump contra o Irã”, escreveu o homem, identificado como Guido Reichstadter, na rede social X (antigo Twitter).

    “Também quero alertar com urgência os EUA e o mundo sobre o perigo iminente de ultrapassarmos um ponto sem retorno no desenvolvimento da inteligência artificial, que representa risco de danos catastróficos para a humanidade, incluindo a extinção humana”, acrescentou, pedindo que governos de todo o mundo tomem “medidas imediatas”.

    Essa não é a primeira vez que o homem, de 45 anos, realiza um protesto desse tipo, interrompendo o trânsito. Em 2022, ele subiu na mesma ponte e permaneceu lá por 28 horas para protestar contra a decisão da Suprema Corte dos EUA de revogar o caso Roe vs. Wade.

    Essa decisão, tomada em junho daquele ano, fez com que o aborto deixasse de ser considerado um direito constitucional nos Estados Unidos, permitindo que cada estado passasse a definir suas próprias regras sobre o tema.

    Manifestante escala ponte em protesto contra Trump e IA

  • Irã diz que deve retomar guerra com os EUA após falta de acordo

    Irã diz que deve retomar guerra com os EUA após falta de acordo

    Militares acreditam que os Estados Unidos não estão comprometidos com nenhum acordo. A informação foi dada em uma declaração do vice-comandante do Estado-Maior das Forças Armadas, Mohammad Jafar Asadi, divulgada pela agência de notícias estatal Fars.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – As Forças Armadas do Irã afirmaram na manhã deste sábado (2) que é “provável” que o embate entre os dois países seja retomado em breve. Os confrontos entre os dois lados foram suspensos há quase um mês após um cessar-fogo temporário.

    Militares acreditam que os Estados Unidos não estão comprometidos com nenhum acordo. A informação foi dada em uma declaração do vice-comandante do Estado-Maior das Forças Armadas, Mohammad Jafar Asadi, divulgada pela agência de notícias estatal Fars.

    Os Estados Unidos medem suas ações “motivadas pela mídia” e pensando no preço do petróleo, afirmou Asadi. Ele disse, ainda, que o país ocidental quer “se livrar do problema que criou”.

    “As Forças Armadas estão totalmente preparadas para quaisquer novas aventuras ou imprudências dos americanos”, disse Mohammad Jafar Asadi em comunicado.

    Oficialmente, os Estados Unidos não comentaram sobre o assunto até o momento. Em um evento na Flórida ontem, porém, Trump afirmou que “talvez seja melhor não fazer um acordo” com os iranianos.

    CESSAR-FOGO FRÁGIL

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 7 de abril um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. Os ataques foram suspensos por duas semanas e a trégua começou imediatamente, informou ele em publicação na Truth Social

    A declaração de cessar-fogo ocorreu após pedido do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que intermediava as conversas. O primeiro-ministro solicitou uma trégua de duas semanas na guerra no Oriente Médio.

    O Irã também aceitou a proposta apresentada pelo Paquistão e os dois países se encontraram pessoalmente para debater a paz permanente. A reunião aconteceu em Islamabade em 21 de abril, mas, após mais de 20 horas de conversa, ela foi finalizada sem um acordo.

    Trump ampliou de forma unilateral um cessar-fogo de duas semanas na terça-feira (21), dia final do cessar-fogo provisório. O objetivo é dar mais tempo para que os negociadores tentem um acordo no Paquistão, mas as repetidas tentativas de uma nova reunião entre os dois países não avançaram desde então.

    O norte-americano tem batido na tecla de que o Irã precisa desistir do seu projeto nuclear para as negociações avançarem. Anteontem, o líder supremo iraniano fez um pronunciamento informando que os cidadãos vão se empenhar em proteger as suas capacidades nucleares.

    Irã diz que deve retomar guerra com os EUA após falta de acordo