Categoria: MUNDO

  • Ex-Miss é presa por se passar por médica e deixar pacientes desfigurados

    Ex-Miss é presa por se passar por médica e deixar pacientes desfigurados

    Segundo informações divulgadas pelo site Radar Online nesta sexta-feira (1º), ela teria provocado ferimentos graves em pacientes, deixando alguns deles “desfigurados”.

    Jenny Rahmadi Fitri, que já participou do Puteri Indonésia, um dos concursos de beleza mais importantes do país, acabou presa após ser acusada de se passar por médica e realizar cirurgias plásticas ilegais. Segundo informações divulgadas pelo site Radar Online nesta sexta-feira (1º), ela teria provocado ferimentos graves em pacientes, deixando alguns deles “desfigurados”.

    Natural da região de Riau, Fitri não possui formação na área da saúde, mas ainda assim operou por mais de cinco anos à frente da própria clínica, a Arauana Beauty Aesthetic Clinic, sem qualquer autorização legal. Apresentando-se como especialista em procedimentos estéticos, ela atraía clientes oferecendo preços reduzidos e condições vantajosas.

    Um dos casos relatados envolve uma paciente que pagou por um facelift, mas enfrentou complicações sérias após o procedimento. A vítima apresentou sangramentos intensos e infecções durante o período de recuperação, necessitando de atendimento médico posterior.

    Ade Kuncoro, diretor do departamento de investigação da Polícia de Riau, afirmou: “A vítima teve feridas e inchaço severo, o que exigiu tratamento adicional e cirurgias em várias unidades de saúde em Batam”. Apesar de não correr risco de vida, a paciente ficou “permanentemente desfigurada” e possui cicatrizes que impedem o crescimento de cabelo em determinadas áreas da cabeça.

    De acordo com as autoridades, pelo menos 15 pessoas foram afetadas, mas esse número pode aumentar conforme o avanço das investigações. Entre as principais queixas registradas estão “trauma psicológico, desfiguração e sequelas permanentes”, indicando a gravidade dos danos causados pelas intervenções realizadas ilegalmente.

    Ex-Miss é presa por se passar por médica e deixar pacientes desfigurados

  • Nobel da Paz iraniana, Narges Mohammadi é hospitalizada: "Deterioração"

    Nobel da Paz iraniana, Narges Mohammadi é hospitalizada: "Deterioração"

    A Nobel da Paz Narges Mohammadi foi hospitalizada de urgência na sexta-feira (1º), depois de ter desmaiado pelo menos duas vezes na prisão na qual está detida. Estado de saúde está em “deterioração catastrófica”.

    A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz iraniana Narges Mohammadi foi hospitalizada às pressas no noroeste do Irã, na sexta-feira, após desmaiar duas vezes na prisão onde está detida, na cidade de Zanjan.

    A informação foi divulgada pela Fundação Narges Mohammadi, que afirmou que a internação ocorreu após uma “deterioração catastrófica” do estado de saúde da ativista, incluindo dois desmaios e crises cardíacas graves.

    “A família dela, que há semanas luta por sua transferência para instalações adequadas, descreveu essa medida como uma ação desesperada, de última hora, que pode ter chegado tarde demais para atender às suas necessidades críticas”, diz o comunicado.

    O que aconteceu?

    De acordo com seus advogados, acredita-se que Narges Mohammadi tenha sofrido um ataque cardíaco no fim de março. Eles a visitaram alguns dias depois e relataram que ela estava pálida, havia perdido peso e precisava de ajuda para caminhar.

    A fundação afirma que a transferência para o hospital ocorreu “após 140 dias de negligência médica sistemática”, desde sua prisão em 12 de dezembro.

    A pressão arterial perigosamente alta e a rápida perda de cerca de 20 quilos colocaram sua vida em “perigo iminente”.

    Segundo a fundação, a pressão já estava elevada havia três dias. A ativista, de 54 anos, também sentia dores no peito. Sua irmã relatou que Mohammadi vomitou várias vezes antes de desmaiar pela primeira vez na sexta-feira.

    Inicialmente, ela teria recusado ser transferida para o hospital em Zanjan, alegando que cardiologistas já haviam informado que a unidade não tinha estrutura adequada para tratá-la. No entanto, após o segundo desmaio, acabou sendo levada para o local.

    Narges Mohammadi, ativista de direitos humanos e vencedora do Nobel da Paz, tem sido presa em diferentes períodos desde 2016 por sua oposição à pena de morte e ao uso obrigatório do véu.

    Ela foi novamente detida após ser condenada, em 8 de fevereiro, a sete anos e meio de prisão por acusações como conspiração contra a segurança do Estado e propaganda.

    Apesar de um médico legista iraniano ter confirmado a necessidade de pelo menos um mês de cuidados cardíacos especializados, os promotores de Teerã recusaram conceder a suspensão temporária da pena, segundo o relatório da fundação.

    Nobel da Paz iraniana, Narges Mohammadi é hospitalizada: "Deterioração"

  • EUA anunciam retirada de 5.000 soldados da Alemanha

    EUA anunciam retirada de 5.000 soldados da Alemanha

    O secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, ordenou a retirada de cerca de 5.000 soldados da Alemanha no espaço de um ano, anunciou o Pentágono na sexta-feira (1º).

    A retirada representa cerca de 15% das forças norte-americanas estacionadas no país europeu.

    “Esperamos que a retirada esteja concluída nos próximos seis a doze meses”, afirmou o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, em comunicado.

    Atualmente, cerca de 35 mil soldados americanos estão posicionados na Alemanha.

    Na última quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — que tem demonstrado repetidamente insatisfação com a OTAN por não colaborar com os EUA na guerra contra o Irã — anunciou que sua administração estava “avaliando e analisando a possível redução de tropas na Alemanha”.

    Na quinta-feira, ele admitiu que a redução pode ser ampliada para outros países da aliança, como Espanha e Itália.

    EUA anunciam retirada de 5.000 soldados da Alemanha

  • Japão adquire pela primeira vez petróleo russo desde encerramento de Ormuz

    Japão adquire pela primeira vez petróleo russo desde encerramento de Ormuz

    A petrolífera japonesa Taiyo Oil adquiriu um carregamento de petróleo bruto russo, informaram hoje os meios de comunicação dos dois países, na primeira compra de crude de Tóquio a Moscou desde o encerramento do estreito de Ormuz.

    Um petroleiro proveniente do projeto russo Sakhalin-2 deve chegar em breve ao arquipélago japonês, afirmou um representante do Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão à agência de notícias Kyodo.

    A mesma fonte explicou que a compra — parte da estratégia de Tóquio para diversificar o abastecimento energético — ocorre no contexto da suspensão temporária de sanções dos Estados Unidos ao petróleo russo.

    O jornal japonês Nikkei informou que a aquisição pela Taiyo Oil, a quarta maior refinaria do Japão, é, por enquanto, uma medida pontual solicitada pela Agência de Recursos Naturais e Energia do país.

    De acordo com um comunicado da refinaria, citado pela agência russa Tass, “não foi tomada nenhuma decisão sobre futuras compras de petróleo bruto” proveniente de Sakhalin-2.

    O início da guerra envolvendo Israel e os Estados Unidos contra o Irã, em 28 de fevereiro, somado ao fechamento quase total do Estreito de Ormuz pelo Irã e ao bloqueio naval norte-americano contra navios e portos iranianos, provocou uma forte instabilidade no fornecimento global de petróleo, afetando especialmente a Ásia.

    O Japão, que importa cerca de 90% do petróleo da região impactada pelo conflito, vem buscando nas últimas semanas diversificar suas fontes de energia. O país também liberou milhões de barris de suas reservas estratégicas e concedeu subsídios às empresas do setor para reduzir os preços dos combustíveis.

    O governo japonês começou a disponibilizar no mercado o equivalente a 20 dias de consumo de suas reservas estatais de petróleo na sexta-feira, apesar de ter registrado um atraso devido ao mau tempo. Essa é a segunda liberação de reservas desde o início do conflito.

    Japão adquire pela primeira vez petróleo russo desde encerramento de Ormuz

  • Freira é espancada por judeu em Israel; homem foi detido

    Freira é espancada por judeu em Israel; homem foi detido

    Um homem de 36 anos foi detido em Jerusalém, Israel, após agredir uma freira francesa no meio da rua. O ataque ocorreu em frente ao Cenáculo (um local sagrado para católicos e judeus) na terça-feira e foi registado em vídeo.

    Um homem foi detido em Jerusalém após agredir uma freira de nacionalidade francesa nas ruas da capital de Israel.

    O caso aconteceu na tarde de terça-feira, mas só veio a público dois dias depois, na quinta-feira, quando a polícia israelense divulgou imagens do ataque em suas redes sociais.

    No vídeo, é possível ver o homem — identificado como judeu — correndo em direção à mulher, que estava de costas, e a empurrando, fazendo com que ela caísse no chão. Em seguida, ele começa a se afastar sem olhar para a freira, que permanece caída e aparentemente ferida. Pouco depois, muda de direção, volta até a vítima e passa a chutá-la. A agressão só termina com a intervenção de pessoas que estavam no local.

    O ataque ocorreu em frente ao Cenáculo, um edifício localizado no Monte Sião, em Jerusalém, considerado sagrado tanto para cristãos quanto para judeus.

    A polícia também divulgou outro vídeo mostrando o momento da prisão do suspeito, além de imagens dos ferimentos da freira, que sofreu um hematoma na têmpora direita.

    Em comunicado, as autoridades informaram que o homem tem 36 anos e foi “identificado e posteriormente detido” no mesmo dia do ataque. A nacionalidade não foi divulgada.

    “Condenamos veementemente este ataque desprezível. A violência contra pessoas inocentes, especialmente contra membros de comunidades religiosas, não tem lugar em nossa sociedade”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores de Israel, que também garantiu que o país está “firmemente comprometido em proteger a liberdade religiosa e de culto para todas as religiões”.

    Tensão com católicos tem vindo a aumentar

    A tensão com a comunidade católica em Israel parece ter crescido nos últimos meses. No fim de março, a polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém e um padre da Igreja do Santo Sepulcro de entrarem no local para celebrar a missa de Domingo de Ramos — algo que, segundo relatos, não ocorria havia séculos.

    “Ambos foram barrados no caminho, enquanto se deslocavam de forma privada […] e foram obrigados a voltar”, informou um comunicado conjunto do Patriarcado Latino de Jerusalém e da Custódia da Terra Santa, liderada por Pierbattista Pizzaballa.

    “Consequentemente, e pela primeira vez em séculos, os líderes da Igreja foram impedidos de celebrar a missa de Domingo de Ramos na Igreja do Santo Sepulcro”, acrescenta o texto, em meio ao fechamento de locais sagrados na Cidade Velha de Jerusalém Oriental por razões de segurança.

    Recentemente, também houve um episódio de vandalismo envolvendo uma estátua de Jesus Cristo crucificado. Imagens divulgadas nas redes sociais mostravam um soldado golpeando o rosto da escultura com um martelo. A estátua foi posteriormente substituída, e os dois soldados envolvidos foram punidos.

     
     

    Freira é espancada por judeu em Israel; homem foi detido

  • Trump diz ao Congresso dos EUA que 'hostilidades' contra o Irã 'terminaram'

    Trump diz ao Congresso dos EUA que 'hostilidades' contra o Irã 'terminaram'

    Texto contorna o prazo legal de 1º de maio que o republicano tinha para obter a aprovação dos membros do Congresso para continuar a guerra com o Irã. A Lei de Poderes de Guerra norte-americana afirma que o presidente deve buscar a aprovação do Congresso para conflitos militares que durem mais de 60 dias, como é o caso do conflito com o Irã, iniciado em 28 de fevereiro, informou a AP (Associated Press) e a Axios.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Casa Branca afirmou, em carta enviada ontem ao Congresso americano, que as “hostilidades” com o Irã “terminaram”, mesmo com a presença de forças armadas do país na região.

    Texto contorna o prazo legal de 1º de maio que o republicano tinha para obter a aprovação dos membros do Congresso para continuar a guerra com o Irã. A Lei de Poderes de Guerra norte-americana afirma que o presidente deve buscar a aprovação do Congresso para conflitos militares que durem mais de 60 dias, como é o caso do conflito com o Irã, iniciado em 28 de fevereiro, informou a AP (Associated Press) e a Axios.

    Com a declaração do fim das hostilidades, Trump estaria reiniciando a contagem do prazo limite. Isso pode dificultar que o Congresso norte-americano conteste a autoridade do republicano ou bloqueie novas ações através de uma resolução sobre os poderes de guerra.

    No texto, o republicano aponta que ordenou um cessar-fogo de duas semanas em 7 de abril. “O cessar-fogo foi prorrogado desde então. Não houve troca de tiros entre as forças dos Estados Unidos e o Irã desde 7 de abril de 2026”, escreveu Trump ao presidente da Câmara, Mike Johnson.

    “As hostilidades que começaram em 28 de fevereiro de 2026 terminaram”, disse Donald Trump, em carta ao Congresso dos EUA.

    Apesar da declaração, a carta deixa claro que pode haver novas ações militares futuramente contra o Irã. “O Departamento de Guerra continua a atualizar o posicionamento de suas forças na área de responsabilidade (em países selecionados), conforme necessário e apropriado, para lidar com as ameaças do Irã e de forças aliadas iranianas e para proteger os Estados Unidos, seus aliados e parceiros.” “Essas alterações estão detalhadas no anexo confidencial desta carta”, concluiu.

    Trump diz ao Congresso dos EUA que 'hostilidades' contra o Irã 'terminaram'

  • Os empregos dos líderes mundiais antes da política

    Os empregos dos líderes mundiais antes da política

    Alguns eram trabalhadores como todos nós

    Em 2023, Luiz Inácio Lula da Silva iniciou o seu terceiro mandato como presidente do Brasil. Apesar de ter estado no mais importante cargo do país outras duas vezes, Lula também já trabalhou batendo cartão como a maioria de nós, assim como outros presidentes e primeiros-ministros ao redor do mundo.

    Os empregos dos líderes mundiais antes da política

  • Governo Trump diz que cessar-fogo suspendeu prazo de 60 dias da guerra

    Governo Trump diz que cessar-fogo suspendeu prazo de 60 dias da guerra

    A explicação é do secretário de Defesa do país, Pete Hegseth, em audiência no Comitê de Serviços Armados do Senado, onde o representante da Casa Branca compareceu nesta quinta-feira (30).

    O prazo de 60 dias para promover uma guerra sem autorização do Congresso dos Estados Unidos (EUA) termina nesta sexta-feira (1) e o governo de Donald Trump alega que o conflito com o Irã está suspenso, uma vez que foi negociado um cessar-fogo no dia 7 de abril.

    A explicação é do secretário de Defesa do país, Pete Hegseth, em audiência no Comitê de Serviços Armados do Senado, onde o representante da Casa Branca compareceu nesta quinta-feira (30).

    “Estamos em um cessar-fogo neste momento, o que, segundo nosso entendimento, significa que o prazo de 60 dias fica suspenso ou interrompido durante um cessar-fogo”, disse Hegseth.

     

    O prazo de 60 dias que termina hoje pode ser prorrogado por mais 30 dias, caso o presidente certifique o Legislativo por escrito que há uma “necessidade militar inevitável em relação à segurança das Forças Armadas dos EUA”, segundo a Resolução dos Poderes de Guerra dos EUA, de 1973.

    O senador democrata Tim Kaine, da Virgínia, questionou o argumento da Casa Branca, dizendo que o prazo termina nesta sexta-feira.  

    “Penso que o prazo de 60 dias termina na sexta, e isso vai representar uma questão jurídica muito importante para o governo”, respondeu o senador da oposição.

    Os parlamentares democratas, e alguns republicanos, têm cobrado que o governo peça a prorrogação da guerra e justifique esse pedido.

    Pelo menos seis tentativas de barrar o conflito foram rejeitadas no Congresso pela maioria republicana, que segue dando cobertura para guerra de Trump no Oriente Médio.

    O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson (republicano da Louisiana), afirmou na quinta-feira que os EUA “não estão em guerra” com o Irã.

    “Não creio que tenhamos um bombardeio militar ativo, disparos ou algo do gênero. No momento, estamos tentando negociar a paz”, disse Johnson à emissora NBC News.

    Judicialização

    O professor de história da Universidade de Brown, dos EUA, James N. Green, disse à Agência Brasil que vários juristas questionam essa interpretação do governo e que a questão deve ser judicializada até chegar à Suprema Corte, de maioria conservadora.

    “Pode ser que a Suprema Corte decida a favor do Trump, mas isso, mais uma vez, fortalece o sentimento antiguerra, que é a bandeira dos democratas, e reforça suas possibilidades de vitórias maciças nas eleições de novembro”, disse o especialista.

    Os EUA vão às urnas em novembro para eleger uma nova Câmara e parte do Senado, o que pode tirar a pequena maioria que Trump mantém hoje nas duas casas.

    O professor Green acrescentou que, apesar dos republicanos seguirem dando apoio à Trump, cresce a insatisfação dentro do partido do presidente devido à impopularidade da guerra e ao aumento do preço dos combustíveis, motivado pelo fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã.

    “A senadora republicana Susan Collins mudou de opinião e votou agora a favor dessa restrição dos poderes presidenciais porque ela tem medo de perder as eleições em Maine, para o Senado, em novembro”, destacou o historiador, que também preside o Washington Brazil Office (WBO).

    Na sessão do Senado desta quinta-feira – que rejeitou mais uma tentativa de bloquear os poderes de guerra de Trump –, Collins juntou-se ao senador republicano Rand Paulo, do Kentucky, divergindo da liderança do partido de Trump. A resolução, porém, foi rejeitada por 50 votos contra 47.

    Na audiência com o secretário de defesa, Pete Hegseth, a senadora Collins afirmou que não há evidências de que os EUA estão sob ameaça do Irã ou que estão mais seguros por causa da guerra.

    “Não tínhamos nenhuma prova de que o Irã pretendesse atacar este país iminentemente, de qualquer forma. Portanto, discordo da sua avaliação de que estamos sob ameaça”, disse a senadora republicana.

    Opinião pública

    Pesquisas de opinião dos EUA estimam que mais de 60% da população é contra a guerra no Irã. O professor James N. Green explicou que as pessoas estão “apavoradas” com o preço dos combustíveis.

    “A sociedade americana, infelizmente, depende do carro, e muitas pessoas, inclusive trabalhadores, trabalham longe do seu emprego e precisam de carro para chegar e estão gastando uma fortuna para encher um tanque de gasolina nesse momento”, apontou.

    A média do preço do galão nos EUA estava em US$ 4,39 nesta sexta-feira, segundo o portal especializado AAA Fuel Prices. O valor representa aumento de 34% em relação ao mesmo período do ano passado, com o galão chegando a cusar US$ 6,06 na Califórnia.  

    “Os preços da gasolina atingiram seu nível mais alto em quatro anos, visto pela última vez no final de julho de 2022”, diz a publicação estadunidense.

     

    Governo Trump diz que cessar-fogo suspendeu prazo de 60 dias da guerra

  • Polícia do Reino Unido indicia homem que esfaqueou dois judeus em Londres

    Polícia do Reino Unido indicia homem que esfaqueou dois judeus em Londres

    Duas das acusações de tentativa de homicídio se referem aos ataques feitos contra Norman Shine, 76, e Shloime Rand, 34, na quarta-feira (29), em Golders Green. As vítimas sofreram, respectivamente, ferimentos no pescoço e perfurações no pulmão, mas estão em condições estáveis. A polícia britânica classificou o ato de terrorista.

    LONDRES, INGLATERRA (CBS NEWS) – A polícia do Reino Unido anunciou nesta sexta-feira (1º) o indiciamento de um homem que esfaqueou duas pessoas em Golders Green, bairro ao noroeste de Londres com grande população judaica. Essa Suleiman, 45, cidadão britânico nascido na Somália, foi acusado por três tentativas de homicídio e posse de objeto cortante em local público.

    Duas das acusações de tentativa de homicídio se referem aos ataques feitos contra Norman Shine, 76, e Shloime Rand, 34, na quarta-feira (29), em Golders Green. As vítimas sofreram, respectivamente, ferimentos no pescoço e perfurações no pulmão, mas estão em condições estáveis. A polícia britânica classificou o ato de terrorista.

    Rand estava em uma sinagoga e vestia “roupas tradicionais associadas a um judeu ortodoxo” quando Suleiman teria corrido em sua direção e o esfaqueado, diz a promotora Emma Harraway. Em seguida o suspeito teria atacado Shine, que também vestia trajes judaicos tradicionais, em um ponto de ônibus.

    A terceira denúncia está relacionada a um incidente ocorrido no sul de Londres no mesmo dia, antes dos ataques em Golders Green, quando Suleiman teria ido à casa de um homem e tentado esfaqueá-lo, segundo Harraway. O suspeito também tentou atingir policiais e possui “antecedentes de violência grave e problemas psicológicos”, disse o chefe da polícia londrina, Mark Rowley, na quarta, após o ataque.

    Nesta sexta, Suleiman compareceu ao Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres, e falou apenas para confirmar seu nome e sua data de nascimento, sem declarar-se sobre as acusações. O tribunal foi informado pela promotoria que seu endereço seria uma unidade de saúde mental no sul da capital britânica. O homem permanecerá sob custódia até a próxima audiência, marcada para 15 de maio.

    Na quinta-feira (30), o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, prometeu reforçar a segurança dos judeus, e o Ministério do Interior elevou o nível de ameaça terrorista do país para “grave”, o segundo mais alto em um sistema de cinco patamares. Isso significa que outro ataque “é muito provável nos próximos seis meses”.

    Cerca de 30 pessoas foram presas recentemente em investigações sobre incêndios contra locais ligados à comunidade judaica em Londres.

    Um grupo até agora pouco conhecido, o Hayi (Harakat Ashab al-Yamin al-Islamiyya), classificado como pró-Irã, reivindicou vários desses incidentes, assim como outros ocorridos na Europa. Na quarta-feira, o Hayi elogiou o ataque com faca em Golders Green e o atribuiu a seus “lobos solitários”.

    Polícia do Reino Unido indicia homem que esfaqueou dois judeus em Londres

  • Trump afirma que aplicará tarifa de 25% sobre automóveis da União Europeia

    Trump afirma que aplicará tarifa de 25% sobre automóveis da União Europeia

    Trump afirmou em postagem online que a UE \”não está cumprindo o acordo comercial\”, embora não tenha detalhado suas objeções.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 1°, que aumentará para 25% as tarifas cobradas sobre carros e caminhões provenientes da União Europeia na próxima semana. A medida pode abalar a economia mundial em um momento delicado.

    Trump afirmou em postagem online que a UE \”não está cumprindo o acordo comercial\”, embora não tenha detalhado suas objeções.

    Trump e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, haviam chegado a um acordo sobre um tratado comercial em julho passado. Na ocasião, ficou estabelecida uma tarifa de 15% sobre a maioria dos produtos importados da UE.

    Tanto os EUA quanto a UE haviam confirmado anteriormente o compromisso de preservar a estrutura do tratado comercial, conhecido como Acordo de Turnberry, que recebeu esse nome em homenagem ao campo de golfe de Trump na Escócia.

    Mas a validade do acordo de 2025 foi colocada em dúvida pela primeira vez depois que a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, neste ano, que o presidente republicano não tinha autoridade legal para declarar uma emergência econômica e cobrar tarifas sobre produtos da UE.

    O acordo inicial previa um teto tarifário de 15% sobre produtos da UE, mas a decisão da Suprema Corte reduziu esse valor para 10%, já que o governo Trump lançou um novo conjunto de impostos de importação com base em outras leis.

    Trump afirma que aplicará tarifa de 25% sobre automóveis da União Europeia