Categoria: MUNDO

  • Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A emissora estatal iraniana afirmou nesta quinta-feira (5) que drones disparados pela Guarda Revolucionária do Irã atingiram o porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, que participa da guerra operando no mar da Arábia, perto de Omã.

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    As Forças Armadas americanas não se pronunciaram sobre essa nova afirmação.

    Durante os combates com os rebeldes pró-Irã do Iêmen, porta-aviões americanos tiveram de ser defendidos por suas escoltas e caças diversas vezes contra drones e mísseis, mas nunca houve um impacto.

    Além do Lincoln, a guerra é apoiada pelo grupo do porta-aviões USS Gerald R. Ford, que está na costa mediterrânea de Israel.
    Ainda nesta quinta, o estreito de Hormuz, o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã foram classificados como “zona de guerra” pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores de todo o mundo. Essa designação concede direitos ampliados aos marinheiros, incluindo o de solicitar repatriação às custas das operadoras.

    Cerca de 20 mil marinheiros e 15 mil passageiros estão retidos no Golfo devido à guerra no Oriente Médio e à paralisação do estreito de Hormuz, afirmou à AFP o secretário-geral da OMI (Organização Marítima Internacional), o panamenho Arsenio Domínguez.

    A Guarda Revolucionária, força responsável pelas operações externas do Irã, afirmou na quarta-feira (4) ter o controle total de Hormuz, um corredor marítimo estratégico por onde passa um quinto do petróleo bruto mundial.

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

  • Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

    Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

    Até o Dalai Lama está envolvido em muitas coisas polêmicas!

    A internet está cheia de teorias conspiratórias. Enquanto algumas podem soar como um completo absurdo, outras realmente se mostraram verdadeiras com o passar do tempo.

    Teorias da conspiração que provaram ser verdadeiras

  • Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

    Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

    Após os últimos ataques contra o Hezbollah, que deixaram 102 mortos, de acordo com o Ministério de Saúde libanês, as forças israelenses vêm ampliando bombardeios na região sul da cidade, que está se tornando um novo palco do conflito no Oriente Médio.

    SIDNEY FONTINELE
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Milhares de pessoas estão tentando fugir de Beirute depois que o Exército de Israel emitiu ordens de retirada para a população da capital do Líbano nesta quinta-feira (5).

    Após os últimos ataques contra o Hezbollah, que deixaram 102 mortos, de acordo com o Ministério de Saúde libanês, as forças israelenses vêm ampliando bombardeios na região sul da cidade, que está se tornando um novo palco do conflito no Oriente Médio.

    Logo em seguida à emissão da ordem de retirada nas redes sociais, as ruas de Beirute ficaram congestionadas com carros buzinando enquanto moradores em pânico tentavam fugir da área conhecida como Dahiya, um aglomerado densamente povoado de bairros onde o Hezbollah há muito tempo exerce influência.

    A milícia disparou foguetes contra o norte de Israel no início desta semana, desencadeando a mais recente rodada de combates.

    “Acabei de ver a mensagem, mas não tenho para onde ir”, disse ao jornal The New York Times Amir Hattoum, um dos milhares que tentavam partir. Ele havia atravessado ruas secundárias em sua moto.

    Israel vem atacando partes de Dahiya desde segunda-feira (2), mas um ministro israelense de alto escalão, em um vídeo divulgado na quinta-feira nas redes sociais, ameaçou destruir totalmente a área.
    “Dahiya vai ficar igual a Khan Younis”, disse o ministro das  Finanças de Israel, o extremista Bezalel Smotrich, referindo-se à cidade em Gaza que foi devastada durante a campanha de bombardeio israelense. “Vocês queriam nos dar o inferno, mas trouxeram o inferno sobre vocês mesmos.”

    O exército israelense disse que as pessoas deveriam se dirigir ao norte ou leste da cidade, mas não deveriam ir para o sul, pois isso poderia “colocar suas vidas em perigo”. Nos últimos dias, o exército israelense emitiu amplos alertas de retirada de civis em todo o sul do Líbano, levantando preocupações de que possa estar prestes a lançar uma invasão terrestre.

    Muitas das centenas de milhares de pessoas que vivem em Dahiya já haviam deixado suas casas nos últimos dias, após Israel começar a realizar ataques aéreos na região.

    Muitos moradores se refugiaram nos prédios do governo e escolas que as autoridades converteram em abrigos improvisados, mas, com espaço limitado, alguns foram forçados a dormir em seus carros ou na rua.

    “Não há mais lugar seguro no Líbano”, disse Fatima Ibrahim ao The New York Times, que estava preparando o almoço em um dos abrigos quando a ordem de evacuação foi emitida. Ela disse que largou tudo e fugiu, juntando-se às multidões que lotavam as ruas enquanto as pessoas corriam em todas as direções. A Sra. Ibrahim planejava tentar chegar ao litoral da cidade, disse ela, esperando que pudessem estar mais seguros lá.

    Alertas de evacuação tão abrangentes como estes não foram emitidos durante a guerra mais recente entre Israel e Hezbollah, que terminou com um frágil cessar-fogo em novembro de 2024. A medida deixou muitos temendo o que pode vir a seguir.

    “Estamos com medo”, desabafou Ibrahim. “Para onde devemos ir?”

    Israel ordena retirada de civis e causa pânico em Beirute

  • Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

    Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

    O ataque, contudo, estava previsto para ocorrer em meados deste ano, e foi adiantado devido à evolução da crise entre EUA e Irã.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ministro Israel Katz (Defesa) disse que a decisão do Estado judeu de atacar e matar o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi tomada em novembro do ano passado. “Em novembro, nós nos reunimos com o primeiro-ministro [Binyamin Netanyahu] e ele estabeleceu a meta de eliminar Khamenei”, afirmou ao canal de TV israelense N12.

    O ataque, contudo, estava previsto para ocorrer em meados deste ano, e foi adiantado devido à evolução da crise entre EUA e Irã.

    Netanyahu decidiu matar Khamenei em novembro passado

  • Trump demite Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem

    Trump demite Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem

    Kristi Noem será substituída por Markwayne Mullin e passará a ser enviada especial para o Escudo das Américas. O anúncio foi feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira a substituição da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, por Markwayne Mullin, senador pelo estado de Oklahoma.

    A secretária, que atuava como “enviada especial” para a América Latina, será substituída em 31 de março pelo senador republicano Markwayne Mullin, informou o presidente americano na rede social Truth Social.

    Noem passará a exercer o cargo de “Enviada Especial para o Escudo das Américas, nossa nova Iniciativa de Segurança no Hemisfério Ocidental”.

    Trump agradeceu a Noem pelos seus serviços, destacando os “inúmeros e espetaculares resultados (especialmente na fronteira!)” obtidos durante o período em que esteve no cargo.

    “Markwayne trabalhará incansavelmente para manter nossas fronteiras seguras, impedir a entrada ilegal de imigrantes, assassinos e outros criminosos no nosso país, acabar com o flagelo das drogas ilegais e tornar a América novamente segura”, garantiu Trump.

    Trump demite Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem

  • Principal refinaria do Bahrein pega fogo após ataque do Irã

    Principal refinaria do Bahrein pega fogo após ataque do Irã

    Operada pela estatal Bapco, a unidade foi alvejada durante uma barragem a vários pontos do pequeno reino, que tem um histórico turbulento de relações com Teerã.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um ataque com mísseis balísticos de curto alcance do Irã atingiu nesta quinta (5) a principal refinaria do Bahrein, em Maameer.

    Operada pela estatal Bapco, a unidade foi alvejada durante uma barragem a vários pontos do pequeno reino, que tem um histórico turbulento de relações com Teerã.

    Em 2011, em meio à chamada Primavera Árabe, a população de maioria xiita rebelou-se contra a família real, que é do ramo muçulmano sunita.

    O governo culpou os iranianos pela agitação, dado que Teerã é o centro político do xiismo no mundo, e pediu assistência militar aos aliados da Arábia Saudita para reprimir duramente os protestos.

    Principal refinaria do Bahrein pega fogo após ataque do Irã

  • Corpo de brasileira desaparecida em 2023 é achado em floresta no Canadá

    Corpo de brasileira desaparecida em 2023 é achado em floresta no Canadá

    Corpo de Letícia Alves Oliveira foi encontrado por caçadores em uma área de mata em uma galeria pluvial de Coaticook. Segundo a ONG Unidentified Human Remains Canada, o corpo foi achado em 24 de abril de 2024, mas só foi identificado neste ano.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um corpo encontrado em uma região de mata de Quebec, no Canadá, em 2024 é de uma brasileira que desapareceu há mais de dois anos, afirmou uma organização não governamental do país.

    Polícia suspeita de que a mulher morreu por hipotermia. Letícia estava vestida com roupas de frio. No inverno, as temperaturas na região ficam negativas.

    Últimas notícias que Letícia deu à família foram de dezembro de 2023. Em uma mensagem divulgada pela ONG, o irmão da brasileira afirmou que ela parou de dar notícias no fim do ano e, em janeiro de 2024, apagou todas as suas redes sociais.

    Antes de sumir, a mulher estava morando em Boston, nos Estados Unidos, onde tinha ido ser missionária. Letícia deixou uma filha de 12 anos.

    Circunstâncias da morte da mulher ainda não foram esclarecidas. Na mensagem divulgada pela ONG, o irmão de Letícia criticou a falta de informações sobre o caso e disse que recebeu “muitas informações contraditórias” ao longo dos anos de busca.

    O corpo da mulher segue no Canadá. O UOL tenta contato com familiares de Letícia para saber se há previsão de repatriação.

    Itamaraty afirmou que acompanha o caso. Ao UOL, o Ministério das Relações Exteriores disse que presta assistência aos familiares de Letícia pelo Consulado-Geral do Brasil em Montreal.

    O UOL também buscou o Gabinete de Assuntos Internacionais de Goiás, estado onde ela nasceu, para saber se o estado vai dar algum suporte à família. O espaço será atualizado se houver posicionamento.

    Corpo de brasileira desaparecida em 2023 é achado em floresta no Canadá

  • Trump vai reunir fabricantes de armas e cobrar 'armamento de ponta'

    Trump vai reunir fabricantes de armas e cobrar 'armamento de ponta'

    O encontro acontece em meio a guerra travada contra o Irã e após o presidente americano ter reclamado que não estava satisfeito com o estoque do “armamento de ponta” dos americanos. A informação sobre a reunião foi confirmada à Folha por um funcionário da Casa Branca.

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, vai reunir fabricantes de armas nesta sexta-feira (6), na Casa Branca. O encontro acontece em meio a guerra travada contra o Irã e após o presidente americano ter reclamado que não estava satisfeito com o estoque do “armamento de ponta” dos americanos. A informação sobre a reunião foi confirmada à Folha por um funcionário da Casa Branca.

    Segundo ele, Trump tem reiterado que fabricantes de armas contratados precisam produzir dentro do prazo e do cronograma e priorizar os interesses da “segurança nacional da América”. Por isso, o presidente vai enfatizar essa mensagem durante o encontro com as empresas responsáveis pelo “armamento dos nossos homens e mulheres militares para manter nossa nação forte”, disse o funcionário.

    A reunião foi marcada após, na madrugada de terça-feira (3), Trump ter afirmado que o estoque dos armamentos de ponta está em um nível “bom”, mas que os EUA ainda não chegaram “aonde queremos”. “Muitas armas de alta qualidade adicionais estão armazenadas em países vizinhos”, disse ele.

    O republicano colocou a culpa, mais uma vez, na gestão de Joe Biden e afirmou que o ex-presidente “gastou todo o nosso dinheiro dando tudo para P. T. Barnum (Zelenski) da Ucrânia”. A referência pejorativa é a um famoso showman do século 19 conhecido por atrair multidões com grande habilidade de autopromoção.

    Ainda segundo Trump, Biden “distribuía equipamento de ponta (GRÁTIS!) e não se deu ao trabalho de repor”. “Felizmente, eu reconstruí as Forças Armadas no meu primeiro mandato e continuo fazendo isso”, afirmou o presidente.

    A guerra dos EUA e Israel contra o Irã entrou no sexto dia e, de acordo com o regime iraniano, ao menos 1.230 pessoas morreram. Do lado americano, seis militares tiveram óbito confirmado.

    Enquanto isso, paira a expectativa sobre a eleição de um novo líder supremo para substituir o aiatolá Ali Khamenei, morto em um ataque israelense no primeiro dia da guerra. As apostas estão no filho de Khamenei, Mojtaba, um clérigo linha-dura que trabalhava nos bastidores do governo do pai.

    Trump vai reunir fabricantes de armas e cobrar 'armamento de ponta'

  • Ataque do Irã nos Emirados Árabes deixa 3 mortos e 94 feridos

    Ataque do Irã nos Emirados Árabes deixa 3 mortos e 94 feridos

    Pelo menos três pessoas morreram e 94 ficaram feridas em ataques iranianos a alvos israelenses e norte-americanos nos Emirados Árabes Unidos desde o início da ofensiva ao Irã, no sábado, indicaram hoje as autoridades nacionais.

    Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos informou que foram detectados mais sete mísseis balísticos sobre o espaço aéreo do país nas últimas 24 horas. Seis deles foram interceptados, enquanto o sétimo atingiu o território emiradense.

    Além disso, foram registrados 131 drones lançados pelo Irã, dos quais 125 foram neutralizados, acrescentou o ministério.

    “Desde o início da flagrante agressão iraniana, foram detectados 196 mísseis balísticos, dos quais 181 foram destruídos, 13 caíram no mar e dois atingiram o território dos Emirados Árabes Unidos. Também foram detectados 1.072 drones iranianos, sendo que 1.001 foram interceptados, enquanto outros 71 atingiram o território dos Emirados. Também foram detectados e destruídos oito mísseis de cruzeiro”, afirmou o comunicado.

    Segundo o ministério, entre os mortos e feridos há pessoas de diversas nacionalidades, incluindo egípcios, etíopes, emiradenses, filipinos, paquistaneses, iranianos, indianos, bengalis, cingaleses, azeris, iemenitas, ugandeses, turcos, libaneses e eritreus, entre outros.

    O Ministério da Defesa dos Emirados declarou estar “totalmente preparado e disposto a enfrentar qualquer ameaça e responder firmemente a tudo o que tenha como objetivo abalar a segurança do Estado, garantindo a preservação de sua soberania, segurança e estabilidade, além de proteger seus interesses e capacidades nacionais”.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irã, durante o qual foi morto o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.

    Atualmente, o país é liderado pelo Conselho de Liderança Iraniano.

    Após os ataques, o Irã fechou o Estreito de Ormuz e lançou ofensivas de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

    Também foram registrados incidentes envolvendo projéteis iranianos em Chipre e na Turquia.

    Desde o início do conflito, mais de mil pessoas já morreram, a maioria delas iranianas.

    Ataque do Irã nos Emirados Árabes deixa 3 mortos e 94 feridos

  • Israel lança nova onda de ataques contra o Irã

    Israel lança nova onda de ataques contra o Irã

    Mísseis iranianos levaram milhões de israelenses a correr para abrigos; ministro das Relações Exteriores do Irã chamou de “atrocidade no mar” o naufrágio de um navio de guerra iraniano na costa do Sri Lanka

    Israel lançou uma grande onda de ataques contra Teerã nesta quinta-feira (5), visando o que disse ser infraestrutura pertencente às autoridades iranianas. Os mísseis iranianos levaram milhões de israelenses a correr para abrigos antiaéreos.

    À medida que a guerra entre os Estados Unidos (EUA) e o Irã entra em seu sexto dia, o conflito se alastra para além dos Estados do Golfo e chega à Ásia, causando convulsão nos mercados globais e levando milhares de turistas e moradores retidos a tentar fugir do Oriente Médio.

    O ministro das Relações Exteriores do Irã chamou de “atrocidade no mar” o naufrágio de um navio de guerra iraniano na costa do Sri Lanka nessa quarta-feira, que matou pelo menos 80 pessoas.Ele disse que a fragata iraniana Dena, convidada da Marinha indiana com quase 130 marinheiros a bordo, foi atingida sem aviso prévio em águas internacionais e alertou que Washington “se arrependerá amargamente” do precedente que estabeleceu.

    “Decidimos combater os norte-americanos onde quer que estejam”, disse o general Kioumars Heydari, comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, à TV estatal, acrescentando que o Irã não se importa com a duração da guerra.
    Hoje, a Guarda Revolucionária afirmou que havia atingido um petroleiro norte-americano na parte norte do Golfo e que o navio estava em chamas. Em comunicado divulgado pela mídia estatal, acrescentou que, em tempo de guerra, a passagem pelo Estreito de Ormuz estaria sob o controle da República Islâmica.

    As defesas aéreas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) destruíram um míssil balístico iraniano disparado ontem contra a Turquia, marcando a primeira vez que o membro da aliança que faz fronteira com a Ásia foi envolvido no conflito do Oriente Médio e aumentando a possibilidade de grande expansão envolvendo seus aliados do bloco.

    O Estado-Maior das Forças Armadas iranianas negou ter disparado mísseis contra a Turquia, afirmando que a República Islâmica respeita a soberania da “amiga” Turquia, de acordo com comunicado divulgado pela mídia iraniana.

    Em Washington, na noite de ontem, senadores republicanos bloquearam uma moção que visava interromper a campanha aérea dos EUA contra o Irã e exigir que a ação militar fosse autorizada pelo Congresso. Essa rejeição deixa o poder do presidente Donald Trump, de dirigir a guerra, amplamente irrestrito, conforme o conflito continua a se alastrar pelo Oriente Médio e além.

    O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse ao seu homólogo israelense, Israel Katz, por telefone: “Continue até o fim — estamos com vocês”, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Defesa de Israel.

    Israel lança nova onda de ataques contra o Irã