Categoria: MUNDO

  • Balão faz pouso inesperado em quintal de casa na Califórnia; assista

    Balão faz pouso inesperado em quintal de casa na Califórnia; assista

    Balão de ar quente com 13 pessoas precisou pousar às pressas após ficar sem combustível em Temecula. Moradores foram surpreendidos ao encontrar o equipamento no quintal, mas ninguém ficou ferido e não houve danos materiais.

    Um balão de ar quente de grande porte fez um pouso inesperado no quintal de uma casa em Temecula, no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, no último sábado.

    A aeronave levava 13 pessoas a bordo. Apesar do susto, ninguém ficou ferido e não houve danos materiais.

    De acordo com a emissora CBS, os moradores da casa foram surpreendidos ao sair e encontrar o balão “estacionado” no quintal. A reação inicial de espanto logo deu lugar ao alívio ao perceberem que todos estavam bem.

    Os ocupantes do balão, por sua vez, deixaram o local sorrindo, após o pouso forçado.

    Segundo o piloto, a descida de emergência foi necessária porque o balão ficou sem combustível. Ainda assim, ele conseguiu realizar o pouso de forma controlada, sem provocar prejuízos.
     

    Assista às imagens no vídeo acima.

    Balão faz pouso inesperado em quintal de casa na Califórnia; assista

  • Passageiro se esconde no local das malas para não pagar passagem; veja

    Passageiro se esconde no local das malas para não pagar passagem; veja

    Homem foi filmado dentro do bagageiro de um avião da Ryanair em voo entre Malta e Nápoles. Vídeos publicados por ele nas redes sociais mostram a ação e repercutiram, enquanto companhia reforça política de tolerância zero a comportamentos inadequados

    Um passageiro de um voo da Ryanair foi flagrado subindo no compartimento superior da aeronave, espaço destinado ao armazenamento de bagagens de mão.

    O episódio foi registrado em vídeo e publicado pelo próprio homem em sua conta no TikTok. Nas imagens, ele aparece dentro do compartimento, batendo com as mãos e gritando: “Napoli!” (Nápoles, em italiano).

    Na legenda da publicação, escreveu: “Como não pagar uma passagem de volta para Nápoles. Mas eles me pegaram…”.

    Em outro vídeo divulgado pelo mesmo usuário, ele surge visivelmente irritado e chega a empurrar uma divisória do avião. “Pessoal, perdemos o voo!”, diz na descrição.

    Não há confirmação sobre a data exata do ocorrido, apenas que o caso aconteceu em um voo da Ryanair que fazia o trajeto entre Malta e Nápoles. Procurada pela revista People, a companhia aérea não comentou o episódio.

    Em 8 de abril, a Ryanair divulgou um comunicado reforçando sua política de “tolerância zero” para comportamentos inadequados a bordo.

    “A Ryanair está comprometida em garantir que todos os passageiros e tripulantes viajem em um ambiente confortável e sem estresse, livre de perturbações desnecessárias causadas por um pequeno número de passageiros indisciplinados”, afirmou a empresa.

    “A Ryanair mantém uma política rigorosa de tolerância zero em relação à má conduta e continuará tomando medidas para combater comportamentos inadequados a bordo, em benefício da grande maioria dos passageiros que não causam problemas durante os voos”, acrescentou.
     
     

    Passageiro se esconde no local das malas para não pagar passagem; veja

  • Em 48h, Trump vai de “Irã concordou com tudo” a “país será destruído”

    Em 48h, Trump vai de “Irã concordou com tudo” a “país será destruído”

    Presidente dos EUA alterna tom sobre negociações com Teerã e faz declarações contraditórias em curto intervalo, passando de otimismo com acordo nuclear a ameaças diretas em meio à tensão no Oriente Médio

    Em menos de 48 horas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou de afirmar, com convicção, que o Irã “concordou com tudo”, incluindo a eliminação de suas reservas de urânio enriquecido, para ameaçar que, caso Teerã não assine um acordo, “o país inteiro vai ser destruído”.

    As declarações contraditórias foram feitas tanto em publicações na rede social Truth Social quanto em entrevistas e ligações telefônicas a jornalistas de diferentes veículos, chegando a apresentar versões opostas em um curto intervalo de tempo.

    Sexta-feira: “Irã concordou com tudo”

    Na sexta-feira, 17 de abril, Trump afirmou à CBS News, por telefone, que o Irã havia “concordado com tudo” em relação a um possível acordo de paz. Segundo ele, o país também aceitaria trabalhar com os Estados Unidos para eliminar todo o urânio enriquecido. Na ocasião, chegou a dizer que os EUA ficariam com esse material.

    O presidente também declarou que Teerã teria concordado em deixar de apoiar grupos como o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, na Faixa de Gaza, considerados organizações terroristas.

    Poucas horas depois, um representante do Ministério das Relações Exteriores do Irã respondeu, em nota, que “o urânio enriquecido é tão sagrado como o solo iraniano” e que não seria “transferido para lado nenhum e nenhuma circunstância”.

    Sexta-feira à noite: “Não acho que existam muitas diferenças”

    Ainda na sexta-feira, já à noite, Trump voltou a comentar o tema ao chegar a Phoenix. Na ocasião, disse acreditar que não havia “muitas diferenças significativas” entre os dois países.

    “Pode haver. Vamos ver o que acontece. Se houver, vamos ter de as resolver. Mas eu não acho que existam muitas diferenças significativas”, afirmou.

    Domingo: “Se o Irã não assinar, vai ser destruído”

    No sábado, o presidente não se pronunciou sobre o assunto. No domingo, 19 de abril, no entanto, adotou um tom completamente diferente.

    Em entrevista à Fox News, afirmou que “se o Irã não assinar este acordo, o país inteiro vai ser destruído”, acrescentando que as negociações em curso no Paquistão representariam “a última hipótese” para Teerã.

    Pouco depois, ao comentar a morte de um soldado francês, voltou a ameaçar o país, dizendo que poderia atacar infraestruturas estratégicas.

    “Nós estamos a oferecer um acordo justo e razoável e eu espero que eles aceitem, porque, senão, os Estados Unidos vão deitar abaixo todas as centrais elétricas e todas as pontes no Irão”, escreveu na Truth Social.

    Segunda-feira: “Muitas bombas vão explodir”

    Nesta segunda-feira, Trump voltou a alertar o Irã. Em entrevista à Bloomberg, afirmou que o cessar-fogo atual termina “quarta-feira à noite, na hora de Washington”.

    “É muito improvável que eu o prolongue. Eu não vou ser apressado a fazer um mau acordo. Temos todo o tempo do mundo”, disse.

    À PBS News, já havia declarado que, caso o cessar-fogo termine sem um acordo, “então, muitas bombas vão explodir”.

    O cessar-fogo teve início na noite de 7 de abril e foi estabelecido por um período de duas semanas. Sem prorrogação, a previsão inicial era que terminasse na noite de terça-feira, e não na quarta.
     
     

     

    Em 48h, Trump vai de “Irã concordou com tudo” a “país será destruído”

  • Israel vai encerrar passagens para Gaza na terça e quarta-feira

    Israel vai encerrar passagens para Gaza na terça e quarta-feira

    Fechamento temporário de passagens por Israel deve agravar crise humanitária em Gaza, onde milhões dependem de ajuda externa. Medida ocorre durante feriados e reduz ainda mais o fluxo de suprimentos em meio a denúncias de violações do cessar-fogo.

    Israel vai fechar, nesta terça e quarta-feira, as passagens por onde entra ajuda humanitária na Faixa de Gaza, o que deve agravar ainda mais a situação dos cerca de dois milhões de palestinos que vivem no território.

    “Informamos que as passagens fronteiriças entre Israel e a Faixa de Gaza permanecerão fechadas nesta terça e quarta-feira (21 e 22 de abril) por ocasião do Dia Nacional da Memória e do Dia da Independência de Israel”, informou, em comunicado, o COGAT, órgão militar israelense responsável pela administração dos territórios palestinos ocupados.

    O COGAT ressaltou que, mesmo com o fechamento, continuará o trabalho de distribuição da ajuda humanitária que já está dentro de Gaza.

    O órgão já havia interrompido o funcionamento das passagens durante as festividades judaicas da Páscoa, no início de abril. Além disso, também fechou os acessos no começo da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro, por dois dias — com exceção da passagem de Rafah, na fronteira com o Egito, utilizada para evacuações médicas de palestinos. Essa passagem só foi reaberta em 18 de março.

    Segundo o COGAT, cerca de 600 caminhões entram diariamente em Gaza, mas apenas aproximadamente 120 são de agências humanitárias. O restante corresponde a cargas comerciais, que a maioria da população local não tem condições de pagar.

    Em 7 de outubro de 2023, um ataque do grupo islamista palestino Hamas em Israel deixou cerca de 1.200 mortos, a maioria civis, além de 251 pessoas sequestradas.

    Em resposta, Israel iniciou uma ampla operação militar na Faixa de Gaza, que já causou mais de 72 mil mortes, segundo autoridades locais controladas pelo Hamas. O conflito também provocou a destruição de grande parte da infraestrutura do território e o deslocamento forçado de centenas de milhares de pessoas.

    Um cessar-fogo entrou em vigor em 10 de outubro de 2025, mas, de acordo com um relatório elaborado por cinco organizações não governamentais com participação da França, Israel não estaria cumprindo compromissos relacionados à entrada de ajuda humanitária, reconstrução, proteção de civis, liberdade de circulação e autogoverno.

    Desde o início da trégua, Israel e Hamas trocam acusações de violações do acordo. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, ligado ao Hamas, ataques israelenses já causaram 777 mortes e 2.193 feridos nesse período, incluindo mais de 180 crianças.

    Israel vai encerrar passagens para Gaza na terça e quarta-feira

  • Israel condena soldado do país que destruiu estátua de Jesus no Líbano

    Israel condena soldado do país que destruiu estátua de Jesus no Líbano

    O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a ação contraria valores judaicos e que o soldado será punido. “Fiquei chocado e triste ao saber que um soldado das Forças de Defesa de Israel danificou um ícone religioso católico no sul do Líbano. Condeno o ato nos termos mais veementes”, escreveu no X

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Israel condenou um soldado acusado de destruir um crucifixo em Debel, no sul do Líbano, após a divulgação de uma foto do episódio.

    Imagem publicada no fim de semana mostra um militar golpeando com um machado uma escultura de Jesus na cruz que estava caída. A Reuters confirmou que a foto foi feita em Debel, uma das poucas aldeias do sul do Líbano onde moradores permaneceram durante a campanha militar israelense na região.

    Padre da cidade disse que o crucifixo fazia parte de um pequeno santuário no jardim de uma família na periferia da vila. “Um dos soldados israelenses quebrou a cruz e fez essa coisa horrível, essa profanação de nossos símbolos sagrados”, afirmou Fadi Falfel.

    O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a ação contraria valores judaicos e que o soldado será punido. “Fiquei chocado e triste ao saber que um soldado das Forças de Defesa de Israel danificou um ícone religioso católico no sul do Líbano. Condeno o ato nos termos mais veementes”, escreveu no X.

    O ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, também pediu desculpas aos cristãos. “Pedimos desculpas por este incidente e a todos os cristãos cujos sentimentos foram feridos”, disse.

    Militares israelenses informaram que abriram investigação e classificaram o caso como grave. “As Forças de Defesa de Israel consideram o incidente extremamente grave e enfatizam que a conduta do soldado é totalmente incompatível com os valores esperados de suas tropas”, afirmou o Exército de Israel, em comunicado.

    Exército disse que vai ajudar a recolocar a estátua no local original. “As IDF estão trabalhando para auxiliar a comunidade na recolocação da estátua em seu local original.”, acrescentou a nota.

    Embaixador dos EUA em Israel também cobrou punição pública e rápida. “Consequências rápidas, severas e públicas são necessárias”, disse Mike Huckabee, na rádio X.

    Debel segue sob restrições apesar de cessar-fogo

    Debel está entre as dezenas de aldeias do sul do Líbano que, segundo a Reuters, vivem sob ocupação israelense de fato. Israel e Líbano concordaram na quinta-feira com um cessar-fogo mediado pelos EUA para tentar interromper os combates entre Israel e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.

    Moradores dizem que a trégua ainda não trouxe alívio na rotina da cidade. “Temos todo tipo de crise”, afirmou Falfel.

    Padre relatou que a população segue cercada e com circulação limitada. “Pensávamos que o cessar-fogo nos traria algum alívio, mas ainda estamos cercados, sem poder entrar e sair da cidade. Há algumas casas nos arredores da cidade às quais estamos proibidos de ter acesso.”, disse.

    Líbano segue com negociações de paz

    Presidente Joseph Aoun disse que dá continuidade às conversas com os EUA e Israel. Ele disse, inclusive, que elas acontecem mesmo com a incerteza do Irã de continuar negociando com os dois países.

    Segundo ele, o país só tem duas opções no momento: dar continuidade à guerra com as consequências humanitárias sociais, econômicas e soberanas, ou a negociação para pôr fim a ela e alcançar estabilidade.

    “Eu escolhi a negociação, cheio de esperança de que possamos salvar o Líbano”, disse o presidente do Líbano, Joseph Aoun.

    Aoun acrescentou ter tido bons retornos do presidente americano, Donald Trump, por meio do embaixador do Líbano no país, Simon Karam. “Ele expressou total compreensão e apoio à demanda do Líbano, intervindo junto a Israel para cessar o fogo e preparar o lançamento de um processo de negociação que ponha fim à situação.”

    Líbano, no entanto, já adiantou algumas de suas exigências. O governo pretende exigir o fim de “ações hostis”, fim à ocupação israelense das regiões do sul e o destacamento do exército até as fronteiras sul reconhecidas internacionalmente.

    Líbano está em cessar-fogo temporário com Israel. A trégua, que começou na última quinta-feira e deve durar 10 dias, ocorreu após um mês e meio de conflito entre o exército israelense e o movimento libanês pró-Irã Hezbollah.

    Israel condena soldado do país que destruiu estátua de Jesus no Líbano

  • Trump manda acelerar acesso a psicodélicos

    Trump manda acelerar acesso a psicodélicos

    Ordem executiva destina US$ 50 milhões para ampliar testes clínicos com psicodélicos, com foco em transtornos como TEPT. Medida conta com apoio de aliados e mira acelerar aprovação de novos tratamentos, especialmente para veteranos militares nos Estados Unidos

    (CBS NEWS) – Agora é oficial: o presidente dos EUA, Donald Trump, quer acesso rápido a substâncias psicodélicas para transtornos mentais. Ele assinou na manhã de sábado (18) ordem executiva destinando US$ 50 milhões (R$ 250 milhões) de contrapartida federal para duplicar investimentos em testes clínicos de novos medicamentos para tratar, por exemplo, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

    “Se for bom, queremos que seja totalmente aprovado rapidamente”, disse Trump na cerimônia de assinatura. “Ou funciona, ou não funciona. Eu imagino que já tenha havido muita pesquisa, pesquisa indireta, talvez, a pesquisa definitiva -pessoas que tomaram”, acrescentou, deixando evidente o valor que empresta à opinião individual.

    E fez piada, como registrou o boletim Psychedelic Alpha: “Vocês acham que o Biden conseguiria fazer isso?”

    Psicodélicos contam com apoiadores de peso em sua administração, como Robert Kennedy Jr., secretário de Saúde, e Marty Makary, diretor da agência reguladora de fármacos e alimentos, a FDA.

    Republicanos proeminentes como Rick Perry, que foi governador do Texas e secretário de Energia no primeiro governo Trump, fazem campanha para legalizar a ibogaína (substância derivada da raiz da planta africana Tabernanthe iboga) como tratamento para TEPT, condição por trás de 18 suicídios diários de veteranos de guerra.

    No comunicado sobre a ordem executiva, a Casa Branca destacou em maiúsculas o item “Acelerando tratamentos para beneficiar todos os americanos, especialmente nossos bravos veteranos militares”: “Os EUA há muito enfrentam dificuldades para lidar com o fardo das taxas de suicídio e de doenças mentais graves no país, sendo que nossos veteranos frequentemente sofrem em maior medida”.

    Bem atrás de Trump, na cerimônia, estava o podcaster Joe Rogan, um apoiador que passou a criticar sua política doméstica e internacional. Como seu programa tem mais de 16 milhões de seguidores, aparentemente o presidente quer agradá-lo num ano de eleições legislativas.

    A ibogaína tem sido mais usada para tratar dependência química, inclusive no Brasil, e por ordem de Trump recebe agora sinal verde para a FDA aceitar pedidos de licença como novo fármaco. Ela se popularizou entre ex-combatentes traumatizados, muitos dos quais viajam ao México em busca da droga.

    Também estava na assinatura o entusiasta Bryan Hubbard, da ONG Americans for Ibogaine, que deu um salve “a nossos irmãos e irmãs no Gabão” e caprichou na retórica: “A proibição federal da medicina psicodélica nos EUA chegou ao fim. Todos aqueles que lutaram por este dia, ao longo de décadas de luta monumental, sacrifício e sofrimento, podem agora declarar uma vitória seminal em prol da vida, da liberdade e da busca pela felicidade.”

    O tema ibogaína e veteranos esteve em debate na sexta (17) no primeiro dia da conferência Psychedelic Culture, realizada pelo Instituto Chacruna no Brava Theater de São Francisco, Califórnia (EUA). O psicólogo brasileiro Bruno Ramos Gomes, que acompanha pacientes de ibogaína tratados pelo médico Bruno Rasmussen Chaves no Brasil, participou de um debate sobre o documentário “In Waves and War”.

    Segundo Gomes, a discussão se deu principalmente em torno do fato de que os EUA não olham para outras vítimas de suas guerras, só para o próprio lado. Questionou-se, por exemplo, se esse destaque para a ibogaína não seria uma forma de apropriação cultural, de “recolonização”.

    De todo modo, não deixa de ser uma boa notícia, avalia a antropóloga Bia Labate, diretora executiva do Instituto Chacruna. “É interessante que a ibogaína, de certa maneira, seja uma substância menos conhecida, que tem menos estigma, carrega menos uma imagem de alucinógeno, de substância maligna [em comparação com LSD]. Isso ajuda a avançar o reconhecimento.”

    Não está claro se a ordem executiva vai apressar também outras substâncias, como MDMA (ecstasy) e psilocibina (contida em cogumelos alucinógenos), em teste para transtornos como depressão, ansiedade e obsessão compulsiva. O ecstasy para TEPT sofreu um golpe duro em agosto de 2024, quando a FDA rejeitou pedido da empresa Lykos.

    Mas pode ser que sim, em especial porque já terminou o teste clínico de fase 3 de psilocibina para depressão de outra companhia, Compass Pathways. Este será, provavelmente, o primeiro medicamento do tipo aprovado para uso clínico comercial nos EUA, cujos regulamentos biomédicos boa parte dos países tende a seguir.

    Curiosamente, a assinatura ocorreu na véspera do Dia da Bicicleta (19 de abril), data em que se comemora a primeira viagem lisérgica intencional, quando o químico suíço Albert Hofmann ingeriu a substância e voltou pedalando para casa, vendo tudo que era sólido se dissolver à sua volta.

    Trump manda acelerar acesso a psicodélicos

  • Catar anuncia retomada de voos de aéreas estrangeiras no aeroporto de Hamad

    Catar anuncia retomada de voos de aéreas estrangeiras no aeroporto de Hamad

    Autoridade de Aviação Civil do Catar emitiu um aviso oficial para liberar as operações. O comunicado, conhecido como “Aviso aos Aeronavegantes”, informa a liberação para o retorno das empresas estrangeiras ao país

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Autoridade de Aviação Civil do Catar anunciou que os voos das companhias aéreas estrangeiras voltarão a operar gradualmente no Aeroporto Internacional de Hamad.

    Autoridade de Aviação Civil do Catar emitiu um aviso oficial para liberar as operações. O comunicado, conhecido como “Aviso aos Aeronavegantes”, informa a liberação para o retorno das empresas estrangeiras ao país.

    A decisão ocorreu após uma avaliação detalhada em conjunto com órgãos nacionais. O governo afirma que o objetivo é garantir a rapidez e a eficiência das operações no Aeroporto Internacional de Hamad.

    Espaço aéreo do Catar está restrito desde o início da guerra no Oriente Médio. Após o bloqueio total, uma reabertura parcial permite pousos e decolagens apenas da companhia aérea nacional, a Qatar Airways, desde o dia 7 de março. Agora, a decisão surge em meio ao acordo de cessar-fogo firmado entre os EUA e o Irã na semana passada.

    Os voos vão seguir regras internacionais de segurança. A agência reguladora também se comprometeu com a adoção de medidas de precaução e proteção dos passageiros e dos funcionários das companhias aéreas.

    “A segurança de todos continua sendo a principal prioridade’, disse as Autoridades de Aviação Civil do Catar.

    Catar anuncia retomada de voos de aéreas estrangeiras no aeroporto de Hamad

  • Papa minimiza tensão com Trump e diz que não quer debater com ele

    Papa minimiza tensão com Trump e diz que não quer debater com ele

    O pontífice negou que a crítica a “um punhado de tiranos” tivesse Trump como alvo. “Foi preparado há duas semanas, muito antes de o presidente sequer comentar sobre mim e sobre a mensagem de paz que estou promovendo.”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O papa Leão 14 tentou reduzir a tensão com Donald Trump o afirmar que não tem interesse em debater com o presidente dos EUA.

    Leão disse que reportagens sobre suas falas na África não reproduziram tudo com precisão. Em conversa com jornalistas em inglês a bordo do voo para Angola no último sábado, ele afirmou que um discurso feito em Camarões foi interpretado fora de contexto.

    O pontífice negou que a crítica a “um punhado de tiranos” tivesse Trump como alvo. “Foi preparado há duas semanas, muito antes de o presidente sequer comentar sobre mim e sobre a mensagem de paz que estou promovendo.”

    O papa afirmou que não pretende transformar o episódio em uma disputa política com a Casa Branca. “Acontece que isso foi interpretado como se eu estivesse tentando debater com o presidente, o que não me interessa de forma alguma”, declarou no sábado.

    JD Vance, vice-presidente dos EUA, reagiu e agradeceu ao papa pelo esclarecimento. “Sou grato ao Papa Leão por dizer isso. Ele prega o evangelho, como deve fazer, e isso inevitavelmente significa que ele oferece suas opiniões sobre as questões morais do dia. O Presidente, e toda a administração, trabalha para aplicar esses princípios morais em um mundo confuso”, publicou no X.

    Vance também criticou a leitura de confronto feita por parte da imprensa. “Embora a narrativa da mídia constantemente fomente conflitos e sim, desentendimentos reais aconteceram e acontecerão, a realidade costuma ser muito mais complexa.”

    Entenda embate

    O presidente norte-americano passou a criticar o chefe da Igreja Católica na semana passada. “O papa Leão disse coisas incorretas. Ele foi muito contra o que estou fazendo em relação ao Irã, e não se pode ter um Irã nuclear. O papa não ficaria feliz com o resultado final”, disse Trump, acrescentando que o religioso é “muito fraco em relação ao crime e outras coisas.”

    Donald Trump se diz cristão, mas sem denominação religiosa. Apesar de não fazer parte de um grupo específico, ele tem forte interlocução religiosa, acumulando entre seus apoiadores, grupos religiosos conservadores católicos e evangélicos dos EUA.

    O republicano também disse que não quer um papa que considere aceitável o Irã ter uma arma nuclear. “Eu não quero um ‘Papa que ache tudo bem o Irã ter uma arma nuclear’”, escreveu. Apesar das falas de Trump, não há registros de que o papa Leão 14 tenha consentido que os iranianos tenham armas nucleares.

    Leão 14 virou alvo das falas de Trump após dizer que se sente próximo do “amado povo libanês” e pediu um cessar-fogo. O apelo ocorreu diante do conflito no Oriente Médio: “parem! É hora da paz. Sentem-se à mesa do diálogo e da mediação, não à mesa onde se planeja o rearmamento”, escreveu o pontífice, que também pediu o fim dos combates no Sudão.

    Depois disso, o líder católico disse que não tinha medo do governo Trump. “Não somos políticos, não lidamos com assuntos externos sob a mesma perspectiva que ele pode compreender, mas acredito na mensagem do Evangelho como promotor da paz”, completou.

    Papa prometeu manter uma postura firme contra conflitos armados no mundo. “Vou continuar me posicionando de forma firme contra a guerra, buscando promover a paz, incentivando o diálogo e relações multilaterais”, declarou durante voo para a África.

    Viagem do papa pela África

    Leão X está em uma viagem de dez dias pela África. Ela é descrita como uma das mais complexas já organizadas para um pontífice. com um roteiro que prevê paradas em 11 cidades e vilas em quatro países.

    Agenda inclui quase 18.000 km percorridos e 18 voos ao longo da turnê. Na viagem, o papa tem feito discursos mais incisivos, com críticas à guerra, à desigualdade e a líderes mundiais.

    Papa minimiza tensão com Trump e diz que não quer debater com ele

  • Brasileiro desaparecido na Argentina após encontro por app é achado morto

    Brasileiro desaparecido na Argentina após encontro por app é achado morto

    Brasileiro de 35 anos foi encontrado morto após encontro marcado por aplicativo em Buenos Aires. Polícia aponta possível descompensação por uso de drogas, enquanto amigos levantam dúvidas sobre identidade do contato e cobram investigação mais aprofundada do caso

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O brasileiro Danilo Neves Pereira, de 35 anos, que desapareceu em Buenos Aires, na Argentina, após sair para um encontro marcado por aplicativo, foi encontrado morto.

    Danilo avisou que encontraria uma pessoa supostamente chamada Ulysses na madrugada da última terça-feira e compartilhou o endereço, avenida de Mayo, 748.

    A polícia cita descompensação psicotrópica devido ao uso de cocaína como causa da morte. Os agentes apontam que Danilo havia sido internado em um hospital de Buenos Aires na quarta-feira, um dia após o encontro.

    A localização enviada fica em uma área turística e central da capital argentina.

    O prédio está em frente à Embaixada de Israel e perto do tradicional Café Tortoni, em uma região monitorada por câmeras de segurança.

    Amigos desconfiam da identidade do homem com quem Danilo se encontrou. Eles acreditam que Ulysses pode ser um nome falso. Os cobraram que os investigadores rastreiem o celular do brasileiro e analisem as imagens das câmeras de segurança da rua.

    Procurado, o Itamaraty disse que Consulado do Brasil em Buenos Aires prestou a assistência devida.

    Quem é o brasileiro

    Danilo trabalhava como professor de língua inglesa há 17 anos. Ele ministrava aulas no Centro de Línguas da UFG (Universidade Federal de Goiás) por 12 anos e se mudou para a Argentina há seis meses.

    O brasileiro tinha um currículo extenso no meio acadêmico. Danilo era mestre pela UFG, aluno de doutorado da UFRJ e já ensinou português na universidade americana Emory, na UFC e em programas de intercâmbio como o Fulbright.

    Ele também atuava como artista e escritor. Danilo dava vida à drag queen “Zelda, The Queen” e lançou sua primeira coletânea de contos, “Dividir-me-ei em três e outros contos”, em agosto de 2025.

    Brasileiro desaparecido na Argentina após encontro por app é achado morto

  • Brasileira morre após passar por cirurgias plásticas na Bolívia

    Brasileira morre após passar por cirurgias plásticas na Bolívia

    Brasileira viajou à Bolívia para realizar procedimentos estéticos e morreu após complicações no pós-operatório. Polícia local investiga o caso, enquanto família organiza campanha para trazer o corpo ao Pará e Itamaraty presta assistência

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A paraense Krisley Poliana Vieira da Silva, 36, morreu após passar por cirurgias plásticas em uma clínica particular na Bolívia no início do mês.

    Krisley viajou no final de março para Santa Cruz de la Sierra. A moradora de Itaituba (PA) planejava fazer procedimentos estéticos no país vizinho.
    Ela foi internada após complicações de saúde decorrentes das operações. A brasileira chegou a divulgar nas redes sociais que tinha concluído a primeira intervenção, de mastopexia com prótese.

    A polícia boliviana investiga as causas da morte da paciente, informou a imprensa local. Agentes da FELCC (Força Especial de Luta Contra o Crime) foram à clínica onde os procedimentos foram realizados para recolher o corpo e iniciar a apuração, de acordo com o canal boliviano Uno.

    O corpo da mulher foi levado ao necrotério judicial de La Pampa de la Isla. No local, os médicos devem realizar uma autópsia para determinar o motivo da morte, ainda de acordo com a emissora boliviana.

    Krisley não tem conhecidos no país vizinho. As autoridades aguardam a chegada dos familiares para liberar o corpo do necrotério, informa o Uno.

    Familiares fazem mobilização para custear o traslado. A família de Krisley organizou uma campanha de arrecadação para viabilizar o traslado do corpo de volta para Itaituba, onde ocorrerão o velório e o sepultamento.

    O Itamaraty diz que está ciente do caso. O ministério afirmou que “permanece em contato com as autoridades locais e com a família, a quem tem sido prestada a assistência consular devida”.
    ‘Realização de um sonho’

    Nas redes sociais, onde se apresentava como cozinheira e garimpeira, Krisley dizia que fazer as cirurgias era a “a realização de sonho”. Ela costumava compartilhar os avanços da conquista, como o deslocamento até o país vizinho e consultas médicas pré-operatórias já na Bolívia.

    Foi por lá também que ela divulgou ter realizado a primeira cirurgia, de mastopexia com prótese de silicone. A brasileira chegou a ser internada em razão dos problemas de saúde que apareceram após os procedimentos.

    No último vídeo postado por Krisley nas redes sociais, ela relatou complicações após as cirurgias. A paraense escreveu, no publicação, que estava “tentando sobreviver” ao pós-operatório.

    Brasileira morre após passar por cirurgias plásticas na Bolívia