Categoria: MUNDO

  • Governo Trump vê CV e PCC como ameaça regional, mas não confirma classificação de terrorista

    Governo Trump vê CV e PCC como ameaça regional, mas não confirma classificação de terrorista

    O governo dos Estados Unidos considera que as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital são ameaças significativas à segurança regional devido ao tráfico, a violência e o crime transnacional

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O governo de Donald Trump considera que as facções criminosas brasileiras CV (Comando Vermelho) e PCC (Primeiro Comando da Capital) são ameaças significativas à segurança regional devido ao seu envolvimento com o tráfico de drogas, a violência e o crime transnacional.

    A descrição é de um porta-voz do Departamento de Estado, que tem função semelhante ao Ministério das Relações Exteriores. De acordo com uma reportagem do UOL, Washington já decidiu classificar as facções como terroristas.

    Em nota à Folha de S.Paulo, a pasta não descarta a possibilidade, mas afirma que não antecipa possíveis designações de terrorismo e nem deliberações “relacionadas a essas designações”. “Estamos plenamente comprometidos em tomar as medidas apropriadas contra grupos estrangeiros que se envolvam em atividades terroristas”, diz o departamento.

    O governo Lula (PT) trabalha para evitar esta classificação, que já vem sendo estudada desde o ano passado. À Folha de S.Paulo, uma autoridade brasileira que se encontrou com integrantes do governo Trump disse que os americanos estiveram no Brasil no ano passado para coletar informações sobre as facções.

    Segundo este funcionário, os americanos não deram espaço para o Brasil apresentar qual a sua interpretação em relação ao terrorismo e solicitaram informações a respeito do funcionamento das facções. Por isso, a mudança na classificação não é considerada uma surpresa na gestão Lula.

    Nos Estados Unidos, a reportagem conversou com três funcionários que trabalham na diplomacia brasileira e solicitaram anonimato. Eles disseram que, apesar de existir a presença de integrantes das facções em território americano, o objetivo dos criminosos é principalmente a lavagem de dinheiro, mas há registro de tráfico de drogas nos Estados Unidos.

    Flórida e Massachusetts são os estados com a maior presença de membros das duas facções -são também os que concentram a maior parcela da população brasileira em solo americano.

    Lula disse nas últimas semanas que pretende visitar Trump, em Washington, mas ainda não há data para que isso aconteça. A expectativa é que o tema possa ser debatido na conversa.

    O presidente brasileiro disse diversas vezes que quer negociar com o homólogo americano um projeto que apresentou ao Departamento do Estado para que os dois países combatam o crime organizado em parceria. De acordo com uma pessoa ligada ao governo americano, Washington recusou a proposta porque ela classifica as facções como narcoterroristas.

    Apesar dos esforços do governo federal, no ano passado, parlamentares e governadores da direita brasileiros solicitaram ao governo Trump a classificação do Comando Vermelho como grupo terrorista. O governo Cláudio Castro (PL) chegou a enviar um documento para Washington com o pedido. A facção tem origem no Rio de Janeiro.

    A possível decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras como terroristas teria efeitos práticos limitados, segundo avaliação de Douglas Farah, especialista em crime transnacional, que assessorou o Departamento de Estado durante os governos de Barack Obama, Joe Biden (ambos democratas) e o primeiro mandato de Donald Trump (que é do Partido Republicano).

    Para ele, a medida ampliaria principalmente as ferramentas legais e de inteligência disponíveis para autoridades americanas, permitindo monitorar movimentações financeiras, rastrear integrantes e aplicar sanções. No entanto, o impacto direto sobre esses grupos seria restrito, já que eles não têm presença significativa nem estruturas financeiras formais dentro do território americano.

    Na avaliação do especialista, há também um risco de banalização do uso da categoria “terrorismo”. “Se tudo passa a ser classificado como organização terrorista, nada mais é de fato terrorismo”, afirma.

    Ele argumenta que facções como PCC e CV se enquadram mais claramente na lógica do crime organizado: utilizam violência para controlar mercados ilegais, mas não têm como objetivo central produzir terror com fins políticos ou atacar os Estados Unidos, como ocorreu com grupos como a Al-Qaeda, responsável pelo 11 de Setembro.

    Farah ressalta ainda que a designação não abriria automaticamente caminho para operações americanas em território brasileiro. Qualquer ação desse tipo dependeria da autorização do governo brasileiro, algo que ele considera improvável no atual contexto político.

    “Mesmo quando houve operações contra cartéis em outros países, os EUA fizeram questão de apresentá-las como ações conjuntas com os governos locais”, diz. No caso do Brasil, uma intervenção unilateral teria alto custo diplomático e econômico, dado o peso do país na região.

    Para ele, a tendência mais provável é que uma eventual designação gere repercussão política e midiática no curto prazo, mas com poucas mudanças concretas no combate às facções.

    O especialista também vê na atual política externa americana uma tentativa de militarizar novamente o combate ao narcotráfico, estratégia que ganhou força nos anos 1980 e que, segundo ele, produziu resultados limitados e efeitos colaterais graves, como violações de direitos humanos e aumento da influência política das Forças Armadas em países da região.

    Governo Trump vê CV e PCC como ameaça regional, mas não confirma classificação de terrorista

  • Deslizamento de lixo em aterro sanitário da Indonésia deixa sete mortos

    Deslizamento de lixo em aterro sanitário da Indonésia deixa sete mortos

    Um deslizamento de lixo matou sete pessoas depois de fortes chuvas durante a noite terem provocado o colapso do maior aterro sanitário da Indonésia, disseram as autoridades do país nesta segunda-feira (9)

    Mais de 300 equipes de busca e salvamento, com recurso de máquinas pesadas e cães farejadores, foram mobilizadas para o extenso aterro sanitário no final da noite de domingo, na Estação Integrada de Tratamento de Resíduos de Bantargebang, em Bekasi, uma cidade nos arredores de Jacarta.

    Agentes de resgate trabalharam com cautela no meio de montes instáveis de lixo, disse a chefe da Agência de Busca e Salvamento da capital, Desiana Kartika Bahari.

    Bahari disse que entre as vítimas estavam dois motoristas de caminhões, três funcionários da recolha do lixo e dois vendedores de comida que estavam trabalhando ou descansando perto do aterro, enquanto seis pessoas conseguiram escapar ao desastre.

    Nenhuma outra pessoa desaparecida foi relatada pelas famílias até à manhã desta terça-feira (10), acrescentou a agência, que suspendeu definitivamente as buscas.

    Fotos e vídeos divulgados pela Agência Nacional de Busca e Salvamento da Indonésia mostraram escavadoras trabalhando no monte de lixo que ruiu, onde ficaram soterrados vários caminhões de lixo e carrinhos de comida.

    O porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, na sigla em indonésio), Abdul Muhari, tinha pedido protocolos de segurança rigorosos durante a busca, referindo que havia previsão de chuva na área e que novos movimentos nos montes de lixo poderiam colocar em risco as equipes de resgate.

    Segundo a imprensa local, o deslizamento de terras ocorreu após várias horas de chuvas fortes na região, em um período de chuvas particularmente intensas este ano.

    Para reduzir a intensidade das chuvas, a BNPB anunciou que iria utilizar helicópteros para semear nuvens com cloreto de sódio, provocando chuvas antecipadas no mar, em vez de sobre a capital.

    O desabamento fatal de domingo renovou críticas contra Bantargebang, um aterro sanitário crítico, sobrecarregado, que recebe a maior parte do lixo doméstico diário da Grande Jacarta.

    Jacarta e as cidades vizinhas suportam 42 milhões de pessoas que produzem 14 mil toneladas de lixo por dia.

    Bantargebang, uma das maiores lixeiras a céu aberto do mundo, cobre mais de 110 hectares e contém cerca de 55 milhões de toneladas de lixo, segundo um responsável local.

    Os repetidos alertas sobre a capacidade do aterro levou a esforços para reformular o sistema de gestão de resíduos da Indonésia.

    No final de 2025, o Governo anunciou um prazo de dois anos para limpar Bantargebang através de um projeto acelerado de conversão de resíduos em energia, para reduzir a dependência excessiva crônica da eliminação a céu aberto.

    A iniciativa, apoiada por uma nova regulamentação presidencial destinada a simplificar o licenciamento e a incentivar o investimento, prevê a conversão de resíduos em energia elétrica ou térmica.

    Deslizamento de lixo em aterro sanitário da Indonésia deixa sete mortos

  • Tartaruga “foge” de instituto e mobiliza polícia nos EUA

    Tartaruga “foge” de instituto e mobiliza polícia nos EUA

    Animal percorreu uma distância considerada surpreendente após sair do Bradwell Institute, na Geórgia. Moradores acionaram o serviço de emergência e policiais precisaram trabalhar em equipe para devolver a tartaruga ao local onde vive

    Uma tartaruga virou personagem de uma história curiosa nos Estados Unidos após protagonizar uma “fuga” inesperada. O episódio foi compartilhado pelo Departamento de Polícia de Hinesville, no estado da Geórgia, que contou nas redes sociais a aventura do animal.

    Segundo a publicação feita no Facebook, a tartaruga que vive no Bradwell Institute decidiu aproveitar o clima agradável para sair do local e explorar a região.

    “Um pouco de humor de domingo para todos”, escreveu a polícia na postagem. “Hoje, a tartaruga residente de Bradwell decidiu que, com o tempo bom, era o dia perfeito para escapar.”

    De acordo com os agentes, o animal percorreu uma distância considerada surpreendente antes de ser notado por moradores da área, que acabaram acionando o número de emergência 911, equivalente ao 190 no Brasil.

    A polícia informou que foi necessário trabalho em equipe para conseguir devolver o animal ao local de origem. “Com um pouco de cooperação e muito esforço físico, os agentes da D-Watch conseguiram colocar o enorme, determinado e incrivelmente pesado ‘dinossauro’ de volta em segurança”, brincou a corporação.

    Mantendo o tom bem-humorado, os policiais disseram que garantiram que o portão do local estivesse bem fechado para evitar novas tentativas de fuga.

    “Também agradecemos pelo exercício inesperado. Da próxima vez, vamos alongar antes de levantar peso”, escreveram.

    A publicação foi acompanhada de fotos que mostram os policiais transportando a tartaruga de volta ao Bradwell Institute.
     

    Tartaruga “foge” de instituto e mobiliza polícia nos EUA

  • Polícia investiga disparos perto do consulado dos EUA em Toronto

    Polícia investiga disparos perto do consulado dos EUA em Toronto

    Polícia canadense foi acionada após relatos de tiros perto do consulado norte-americano. Agentes encontraram evidências de disparos no local, mas confirmaram que não houve feridos. Parte da avenida onde fica o prédio diplomático permanece interditada enquanto as autoridades investigam o caso

    A polícia de Toronto informou nesta terça-feira que investiga disparos de arma de fogo registrados nas proximidades do consulado dos Estados Unidos na cidade canadense. Apesar do incidente, não houve vítimas.

    O chamado foi registrado por volta das 5h29 da manhã no horário local. Agentes foram enviados ao local e encontraram indícios de que tiros foram disparados na área, mas confirmaram que ninguém ficou ferido.

    “Evidências de disparos de arma de fogo foram encontradas”, informou a polícia de Toronto em publicação na rede social X.

    Até o momento, nenhum suspeito foi preso. As autoridades continuam no local realizando diligências e recolhendo possíveis provas.

    Por causa da investigação, parte da Avenida University, em frente ao consulado norte-americano, permanece interditada.

    Incidente ocorre dias após explosão na Noruega
    O episódio acontece apenas três dias depois de uma explosão nas proximidades da embaixada dos Estados Unidos em Oslo, capital da Noruega.

    Segundo autoridades norueguesas, uma forte explosão foi registrada no local durante a madrugada de domingo. Equipes de segurança e serviços de emergência foram acionadas imediatamente.

    Assim como no caso ocorrido em Toronto, ninguém ficou ferido.

    Testemunhas relataram ter ouvido um forte estrondo seguido de uma coluna de fumaça próxima à área da representação diplomática.

    A polícia norueguesa informou que a investigação ainda está em andamento e que uma das hipóteses analisadas é a de ataque terrorista.

    “Temos uma grande mobilização de recursos para garantir a segurança na área da embaixada. Ainda não sabemos exatamente o que aconteceu nem quem pode estar envolvido”, afirmou Frode Larsen, chefe da unidade de investigação da polícia, em entrevista à emissora pública NRK.

    Os episódios ocorrem em meio ao aumento da tensão internacional após os Estados Unidos e Israel lançarem, em 28 de fevereiro, uma ofensiva militar contra o Irã.
     

     
     

    Polícia investiga disparos perto do consulado dos EUA em Toronto

  • Mulher é morta com 16 facadas; acusado diz que ela caiu sobre faca

    Mulher é morta com 16 facadas; acusado diz que ela caiu sobre faca

    Paula morreu em 2023 após ser atingida por 16 golpes de faca no apartamento onde vivia com o então namorado. Defesa afirma que a vítima caiu sobre a arma durante uma discussão, versão contestada pela acusação

    Começou nesta semana o julgamento de Marco, acusado de matar a então companheira, Paula, em maio de 2023. A jovem morreu dentro do apartamento que dividia com o réu após sofrer 16 golpes de faca.

    Durante a audiência, Marco reconheceu que foi responsável pela morte da mulher, mas afirmou que o caso não passou de um acidente ocorrido durante uma discussão entre os dois.

    Segundo o acusado, a própria Paula estaria com a faca nas mãos durante o conflito. Ele alegou que tentou retirar a arma da companheira e que, nesse momento, acabou se ferindo.

    O réu também afirmou que a discussão teria começado após um episódio de ciúmes da vítima. De acordo com seu relato, em determinado momento ele tentou imobilizar Paula segurando seu pescoço para retirar a faca. Durante a tentativa, os dois teriam tropeçado e caído.

    Ainda segundo Marco, foi nessa queda que Paula teria se ferido fatalmente ao cair sobre a arma branca.

    A versão apresentada pelo acusado gerou revolta entre familiares da vítima presentes no tribunal, que classificaram o relato como inverossímil.

    O laudo da autópsia indica que Paula morreu em decorrência de choque hipovolêmico, provocado por grande perda de sangue após os golpes de faca. Das 16 perfurações identificadas, duas foram consideradas fatais, uma nas costas e outra no lado direito do corpo.

    O Ministério Público sustenta que o crime foi intencional. Para a acusação, Marco matou a companheira após ela decidir encerrar o relacionamento.

    De acordo com as investigações, o casal tinha um filho e vivia uma relação marcada por episódios de violência. Seis dias antes da morte, Paula teria denunciado que o companheiro a ameaçou com uma faca de cozinha, a mesma arma que teria sido usada no crime.

    Durante o julgamento também foram lembrados outros episódios de comportamento agressivo do acusado. Testemunhas relataram que Marco controlava a vida da companheira e demonstrava atitudes possessivas, como impedir que ela saísse maquiada ou destruir a porta de um banheiro de bar onde ambos trabalhavam por suspeitar que ela estivesse com outro homem.

    Segundo o Ministério Público espanhol, Paula foi vítima de anos de maus-tratos que culminaram em sua morte. O julgamento segue em andamento.
     
     

    Mulher é morta com 16 facadas; acusado diz que ela caiu sobre faca

  • 'Hoje vai ser o dia de maiores ataques ao Irã', diz secretário de Defesa dos EUA

    'Hoje vai ser o dia de maiores ataques ao Irã', diz secretário de Defesa dos EUA

    Ao mesmo tempo, disse que nas últimas 24 horas o Irã lançou o menor número de mísseis desde o início do conflito, apesar de ter capacidade para disparar mais.Ele ainda ressaltou que “isso não é 2003”, em referência à Guerra do Iraque.

    (CBS NEWS) – O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que esta terça-feira (10) vai ser o dia com maiores ataques dentro do Irã.
    Hegseth afirmou que a operação conta com o maior número de caças, bombardeiros e ataques já mobilizados, além de um sistema de inteligência “mais refinado e eficaz do que nunca”. Ao mesmo tempo, disse que nas últimas 24 horas o Irã lançou o menor número de mísseis desde o início do conflito, apesar de ter capacidade para disparar mais.

    Ele ainda ressaltou que “isso não é 2003”, em referência à Guerra do Iraque. Segundo o secretário, a atual geração de militares não permitirá a repetição do conflito que levou anos, nem o presidente, que “fez campanha claramente contra missões intermináveis e sem objetivos definidos”. “Esses dias acabaram”, disse.

    'Hoje vai ser o dia de maiores ataques ao Irã', diz secretário de Defesa dos EUA

  • Mulher diz estar com medo antes de cair de tobogã e morrer na Colômbia

    Mulher diz estar com medo antes de cair de tobogã e morrer na Colômbia

    Camila García Manrique, de 28 anos, caiu de uma altura de cerca de 4,5 metros durante a descida em uma atração radical na cidade de Chinácota. Caso gerou repercussão nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a segurança do brinquedo

    Uma jovem de 28 anos morreu após sofrer um grave acidente em uma atração de parque de diversões na cidade de Chinácota, no departamento de Norte de Santander, na Colômbia. A vítima, identificada como Camila García Manrique, utilizava um brinquedo conhecido como “tobogã radical”, que consiste em uma descida rápida feita sobre uma boia inflável.

    Imagens que passaram a circular nas redes sociais mostram Camila se preparando para iniciar o percurso. No vídeo, ela aparenta estar apreensiva e questiona se alguém estaria no final da estrutura para ajudá-la. Um funcionário do local responde que sim e tenta tranquilizá-la.

    Logo após iniciar a descida, a jovem ganha velocidade ao percorrer a estrutura. Durante uma das curvas do trajeto, no entanto, ela acaba sendo projetada para fora do tobogã.

    Segundo informações publicadas pelos jornais colombianos La Prensa e El Tiempo, Camila caiu de aproximadamente 4,5 metros de altura. Pessoas que estavam próximas ao local reagiram imediatamente ao acidente, e a vítima foi socorrida.

    Ela chegou a ser levada para um hospital da região, mas morreu antes de receber atendimento médico. De acordo com o El Tiempo, os ferimentos incluíam traumatismo craniano e lesões graves na região do tórax e do abdômen.

    O caso teve grande repercussão nas redes sociais e voltou a levantar debates sobre as condições de segurança em atrações radicais e parques de diversão no país.

    A empresa responsável pela atração informou que o brinquedo havia sido inaugurado em fevereiro deste ano e que passou por inspeções iniciais de segurança antes de começar a funcionar.

    A polícia local abriu uma investigação para esclarecer as circunstâncias do acidente e verificar se o equipamento atendia às normas exigidas para esse tipo de atividade.
     
     

     

    Mulher diz estar com medo antes de cair de tobogã e morrer na Colômbia

  • De robô a meteorito: itens em bagagens não reclamadas nos EUA

    De robô a meteorito: itens em bagagens não reclamadas nos EUA

    Relatório da empresa Unclaimed Baggage revela objetos curiosos encontrados em malas que nunca foram recuperadas por passageiros nos aeroportos dos Estados Unidos, incluindo robô, barra de ouro, espadas de samurai e até um fragmento de meteorito

    Todos os anos, milhares de passageiros ao redor do mundo acabam deixando para trás bagagens que nunca são recuperadas. Nos Estados Unidos, essas malas perdidas podem acabar nas mãos da empresa Unclaimed Baggage, a única autorizada a vender oficialmente objetos encontrados em bagagens não reclamadas. A empresa, sediada no estado do Alabama, divulgou um relatório com alguns dos itens mais curiosos encontrados nas malas esquecidas pelos viajantes.

    O documento mais recente, o terceiro relatório anual divulgado pela empresa, reúne objetos surpreendentes que apareceram dentro dessas bagagens. Entre os achados estão itens bastante inusitados, como um robô, um joelho biônico, uma dentadura decorada com diamantes, espadas de samurai e até um fragmento de meteorito.

    Segundo a Unclaimed Baggage, a equipe abre todos os anos milhares de malas que não foram recuperadas pelos donos e se depara com uma variedade impressionante de objetos.

    “Cada mala que chega até nós é como uma cápsula do tempo. Elas revelam um pouco da vida, dos hábitos e das histórias de quem viajou”, explica a empresa. “Alguns itens são luxuosos, outros são curiosos ou até engraçados, mas todos acabam contando uma história.”

    Entre os dez objetos mais curiosos encontrados nas bagagens estão:

    Robô
    Joelho biônico
    Dentadura com diamantes
    Fragmento de meteorito
    Par de fire poi (equipamento usado em apresentações com fogo)
    Barra de ouro da Austrália
    Espadas de samurai
    Roupa de apicultor
    Conjunto de tacos de golfe banhados a ouro
    Didgeridoo, instrumento musical tradicional australiano

    O relatório também destaca os itens de maior valor encontrados dentro das malas. No topo da lista aparecem um par de brincos de diamante, seguido por um relógio da marca Rolex, um clarinete e um casaco de pele da grife Balenciaga.

    Apesar dessas descobertas inusitadas, os objetos mais comuns encontrados nas bagagens são bem mais simples. De acordo com a empresa, camisetas lideram a lista, com mais de 209 mil unidades recuperadas. Em seguida aparecem calças, com mais de 128 mil peças, e joias, com cerca de 57 mil itens encontrados nas malas esquecidas pelos passageiros.

    Pode consultar o relatório na íntegra – através deste link.

    De robô a meteorito: itens em bagagens não reclamadas nos EUA

  • Trump sobre Cuba: “Pode ser uma tomada de poder amigável, pode não ser”

    Trump sobre Cuba: “Pode ser uma tomada de poder amigável, pode não ser”

    Presidente dos Estados Unidos afirmou que a ilha enfrenta uma grave crise humanitária e disse que o secretário de Estado, Marco Rubio, acompanha a situação. Trump também declarou que Cuba estaria sem recursos, energia e dinheiro

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (9) que Cuba enfrenta uma grave crise humanitária e sugeriu que o país pode passar por uma mudança de poder. A declaração foi feita durante uma entrevista coletiva na Flórida.

    Segundo Trump, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, está acompanhando a situação na ilha. O presidente afirmou que uma eventual mudança política poderia ocorrer de forma pacífica, embora não tenha descartado outros cenários.

    “Ele está lidando com isso e pode ser uma tomada de poder amigável, pode não ser. Não faria muita diferença, porque eles estão praticamente sem recursos. Não têm energia e não têm dinheiro”, declarou Trump.

    A fala ocorre em meio à grave crise econômica e energética enfrentada por Cuba. O país sofre com escassez de combustível, dificuldades para importar produtos básicos e forte pressão de sanções econômicas dos Estados Unidos, que se intensificaram nos últimos anos.

    Nos últimos dias, Trump também voltou a sugerir que o governo cubano pode enfrentar uma mudança política em breve. Segundo o presidente, Havana teria interesse em negociar com Washington.

    Em declarações anteriores, ele afirmou que Cuba pode “cair muito em breve” e indicou que Marco Rubio, que é filho de imigrantes cubanos, poderia conduzir eventuais negociações com autoridades da ilha.

    Nos bastidores, relatos da imprensa internacional apontam que autoridades norte-americanas teriam mantido contatos informais com integrantes da família do ex-presidente cubano Raúl Castro, embora o governo de Cuba negue a existência de negociações oficiais de alto nível com Washington.

    As declarações de Trump ocorrem em um momento de grande tensão internacional, marcado também pelo conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que tem dominado a agenda de política externa do governo norte-americano.

    Trump sobre Cuba: “Pode ser uma tomada de poder amigável, pode não ser”

  • Trump ameaça: "Se cometerem um erro, será o fim do Irã"

    Trump ameaça: "Se cometerem um erro, será o fim do Irã"

    Presidente dos Estados Unidos afirmou em entrevista que forças iranianas teriam sido fortemente enfraquecidas após ataques liderados por Washington e Israel. Conflito já deixou mais de mil mortos no Irã e sete soldados norte-americanos mortos

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que a guerra contra o Irã pode estar “praticamente concluída”. A declaração foi dada em entrevista por telefone à emissora norte-americana CBS.

    Segundo Trump, as forças militares iranianas teriam sido severamente enfraquecidas após os ataques realizados por Estados Unidos e Israel.

    “Acho que a guerra está praticamente concluída. Eles não têm marinha, não têm comunicações e não têm força aérea. Os mísseis estão espalhados por todos os lados. Os drones estão sendo destruídos em todo lugar, inclusive nas fábricas onde são produzidos”, afirmou.

    De acordo com o governo norte-americano, mais de três mil alvos iranianos já foram atingidos apenas na primeira semana desde o início do conflito.

    “Se você observar, eles não têm mais nada. Não resta praticamente nada em termos militares”, disse o presidente.

    Trump também declarou que a operação militar estaria avançando mais rapidamente do que o previsto. Inicialmente, segundo ele, a expectativa era que o conflito durasse cerca de um mês.

    Questionado sobre Mojtaba Khamenei, apontado como novo líder supremo do Irã após a morte de seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, durante os primeiros ataques realizados por Israel e pelos Estados Unidos, Trump evitou comentar.

    “Não tenho nenhuma mensagem para ele. Absolutamente nenhuma”, afirmou.

    Em declarações anteriores, o presidente norte-americano já havia criticado a escolha do novo líder iraniano, afirmando estar “nada satisfeito” com a decisão e sugerindo que Khamenei “não deve permanecer muito tempo” no cargo.

    Durante a entrevista, Trump também comentou a situação no estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte de petróleo no mundo, por onde passa cerca de 20% das exportações globais de petróleo.

    Desde o início do conflito, o número de navios que cruzam a região diminuiu significativamente.

    Trump afirmou que o estreito permanece aberto e que a navegação continua ocorrendo, mas disse estar avaliando a possibilidade de os Estados Unidos assumirem o controle da área.

    “Estamos pensando em assumir o controle da região. Os Estados Unidos podem fazer muita coisa em relação a isso”, declarou.

    O presidente também fez um alerta ao Irã sobre a possibilidade de fechamento do estreito.

    “Eles já dispararam tudo o que tinham para disparar, e é melhor não tentarem nada precipitado, ou será o fim daquele país. Se cometerem um erro, isso será o fim do Irã. Nunca mais se ouviria falar desse país”, disse.

    Os Estados Unidos e Israel iniciaram em 28 de fevereiro uma ofensiva militar contra o Irã, alegando o objetivo de eliminar ameaças consideradas iminentes do regime iraniano.

    Em resposta, o Irã realizou ataques contra alvos em Israel, bases militares norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Também foram registrados incidentes envolvendo projéteis iranianos em países como Chipre, Azerbaijão e Turquia.

    Segundo estimativas divulgadas até agora, o conflito já deixou mais de mil mortos no Irã e sete soldados norte-americanos mortos.

    Trump ameaça: "Se cometerem um erro, será o fim do Irã"