Categoria: MUNDO

  • Milei republica imagem que retrata Brasil como favela e Argentina como futurística

    Milei republica imagem que retrata Brasil como favela e Argentina como futurística

    Em letras maiúsculas, a legenda da publicação diz que o povo sul-americano grita por liberdade. “Basta de socialismo empobrecedor”, afirma. O presidente argentino não escreveu comentários.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após a eleição à Presidência no Chile, vencida pelo ultradireitista José Antonio Kast, o presidente argentino, Javier Milei, republicou em suas redes sociais uma imagem que retrata o Brasil e outros países sul-americanos governados por líderes de esquerda como uma favela. A Argentina e as nações lideradas por políticos associados à direita, por sua vez, são retratadas como cidades futurísticas.

    A postagem polêmica ocorreu na segunda-feira (15), no dia seguinte à vitória de Kast sobre a governista Jeannette Jara, no segundo turno da eleição chilena. Milei republicou a imagem de uma página satírica nos stories do Instagram, que desaparecem depois de 24 horas.

    Em letras maiúsculas, a legenda da publicação diz que o povo sul-americano grita por liberdade. “Basta de socialismo empobrecedor”, afirma. O presidente argentino não escreveu comentários.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Redes Sociais  

    Milei ainda republicou outras imagens que mostram a América do Sul dividida. De um lado, aparecem Brasil, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Uruguai, Suriname e Venezuela, que são governados pela esquerda, com exceção da Guiana Francesa, que pertence à França, e que são retratados como subdesenvolvidos.

    De outro, estão Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai e Peru, que têm líderes de direita e aparecem como regiões desenvolvidas.

    O resultado no Chile ajudou a equilibrar o mapa ideológico na América do Sul, que agora tem o mesmo número de líderes alinhados à direita e à esquerda: seis para cada lado.

    Presidente mais à direita no Chile desde a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), Kast, 59, tentava, pela terceira vez, ser presidente. A ordem pública e o controle da imigração irregular foram temas decisivos para a vitória do ultradireitista no domingo.

    Próximo do atual presidente chileno Gabriel Boric, de esquerda, Lula parabenizou Kast em suas redes sociais. “Cumprimento Kast por sua eleição à Presidência do Chile e o povo chileno pela sua participação em um processo eleitoral democrático, transparente e ordenado”, escreveu o líder brasileiro.

    “Seguiremos trabalhando com o novo governo chileno em favor do fortalecimento das excelentes relações bilaterais, dos sólidos laços econômico-comerciais que unem Brasil e Chile, pela integração regional e pela manutenção da América do Sul como zona de paz”, continuou Lula.

    Outras eleições ocorreram na América do Sul neste ano. No Equador, o direitista Daniel Noboa foi reeleito presidente em abril. Antes escolhido para um governo-tampão, ele assumiu um mandato de quatro anos ao derrotar a opositora Luisa González, de esquerda.

    Na Guiana, Irfaan Ali, de centro-esquerda, foi reeleito em setembro. No Suriname, o Parlamento elegeu Jennifer Geerlings-Simons a primeira mulher presidente do país.

    Já no Peru, José Jerí, de direita, substituiu Dina Boluarte, que sofreu impeachment no último dia 10. Sétimo presidente do país desde 2016, ele prometeu adotar uma abordagem dura em relação ao crime.

    Na Bolívia, a vitória de Rodrigo Paz, de centro-direita, marcou em outubro o fim de quase 20 anos de domínio do MAS (Movimento ao Socialismo), partido cuja principal figura é Evo Morales.

    Milei republica imagem que retrata Brasil como favela e Argentina como futurística

  • Rússia diz ter impedido sabotagem ao oleoduto que fornece Europa ocidental

    Rússia diz ter impedido sabotagem ao oleoduto que fornece Europa ocidental

    Em comunicado, o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) informou que os suspeitos, com idades entre 14 e 17 anos, planejavam utilizar um artefato explosivo improvisado para danificar um trecho do oleoduto na cidade de Lebedyanski, em Lipetsk

    As autoridades da Rússia anunciaram nesta terça-feira que frustraram uma tentativa de sabotagem com explosivos contra o oleoduto Druzhba, um dos maiores do mundo e responsável pelo abastecimento de países da Europa Ocidental. A ação teria ocorrido na região de Lipetsk, no sudoeste do país.

    Em comunicado, o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) informou que os suspeitos, com idades entre 14 e 17 anos, planejavam utilizar um artefato explosivo improvisado para danificar um trecho do oleoduto na cidade de Lebedyanski, em Lipetsk.

    Segundo o FSB, os adolescentes buscavam “dinheiro fácil” e teriam entrado em contato, em outubro de 2025, com um suposto agente da inteligência ucraniana por meio do aplicativo Telegram. A partir desse contato, teriam recebido instruções para incendiar infraestruturas de energia e de transporte em território russo.

    As autoridades russas afirmaram que os envolvidos podem enfrentar penas de até 20 anos de prisão, conforme a legislação do país.

    Ainda de acordo com o FSB, os recrutadores ucranianos teriam como principal alvo jovens e até menores de idade, que muitas vezes não conhecem a lei nem têm plena consciência da gravidade dos crimes e das punições severas previstas, incluindo prisão perpétua em alguns casos.

    O oleoduto Druzhba, cujo nome significa “Amizade”, possui mais de quatro mil quilômetros de extensão e é uma das principais redes de transporte de petróleo da Europa. Ele abastece diretamente países como Belarus, Ucrânia, Polônia, Hungria, Eslováquia e República Tcheca, sendo considerado estratégico para a produção e a distribuição de energia no continente europeu.

     

    Rússia diz ter impedido sabotagem ao oleoduto que fornece Europa ocidental

  • Casal tentou evitar massacre em Sydney e morreu ao enfrentar terrorista

    Casal tentou evitar massacre em Sydney e morreu ao enfrentar terrorista

    Imagens mostram casal de idosos enfrentando um dos agressores no início do ataque em Bondi Beach. Boris e Sofia Gurman tentaram desarmar o atirador durante a celebração judaica, mas foram baleados e estão entre as vítimas fatais

    Um casal de idosos está entre as vítimas do ataque ocorrido na praia de Bondi, em Sydney, após tentar impedir a ação de um dos atiradores. Imagens que circulam nas redes sociais mostram os dois momentos antes de serem mortos, quando tentam, sem sucesso, desarmar o agressor.

    Nos vídeos, é possível ver um homem se aproximando de Sajid Akram e tentando retirar a arma de suas mãos, enquanto uma mulher acompanha a cena a poucos metros, no calçadão. Segundo relatos que acompanham as imagens, eles foram as primeiras pessoas a perceber a ameaça e reagiram de forma corajosa logo no início do ataque.

    “Muita gente não sabe que, logo no começo, duas pessoas avistaram um dos atiradores e tentaram desarmá-lo”, diz a legenda de uma das publicações. “Infelizmente, ambos foram baleados e mortos durante a tentativa”, completa o texto, que classifica o casal como heróis.

    As vítimas foram identificadas como Boris Gurman, de 69 anos, e Sofia Gurman, de 61. De acordo com informações do jornal The Australian, eles eram judeus de origem russa e participavam da celebração de Hanukkah realizada no local. O casal integra a lista das 16 pessoas mortas no ataque, que inclui também um dos próprios atiradores.

    Além deles, outro homem tem sido amplamente elogiado pela coragem demonstrada durante o ataque. Ele conseguiu confrontar o segundo agressor, retirar sua arma e impedir que mais pessoas fossem atingidas.

    O ataque aconteceu por volta das 18h40 do domingo, no horário local, quando dois homens armados com espingardas abriram fogo contra a multidão reunida em um parque próximo à praia de Bondi, uma das áreas mais movimentadas e turísticas de Sydney. Quatorze pessoas morreram no local, incluindo um dos atiradores. Outras duas vítimas, uma menina de dez anos e um homem de 40, morreram posteriormente no hospital. Ao menos 42 pessoas ficaram feridas, sete delas em estado crítico.

    O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o atentado parece ter sido motivado por ideologia extremista ligada ao Estado Islâmico. As autoridades já haviam classificado o ataque como antissemita, mas só recentemente passaram a detalhar as possíveis motivações dos criminosos.

    Segundo Albanese, há indícios de que os dois homens tenham se radicalizado antes de cometer o ataque, que ele descreveu como um assassinato em massa. O chefe de governo informou ainda que Naveed Akram, de 24 anos, havia sido avaliado pelos serviços de inteligência australianos em 2019, sem que, à época, fosse considerado uma ameaça imediata.
     
     

     

    Casal tentou evitar massacre em Sydney e morreu ao enfrentar terrorista

  • "Reiner morreu devido à raiva que causou nos outros", diz Trump

    "Reiner morreu devido à raiva que causou nos outros", diz Trump

    Em publicação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos comentou a morte do cineasta Rob Reiner e de sua esposa, Michele Singer Reiner, encontrados mortos em casa na Califórnia, e fez críticas ao diretor ao relacionar o caso à sua oposição política.

    O presidente dos Estados Unidos se manifestou nesta segunda-feira (15) sobre a morte do cineasta Rob Reiner e de sua esposa, Michele Singer Reiner. O casal foi encontrado sem vida no domingo, 14 de dezembro, na residência da família, na Califórnia.

    Em uma publicação na rede social Truth Social, Donald Trump comentou o caso com declarações ofensivas ao diretor. “Algo muito triste aconteceu ontem à noite em Hollywood. Rob Reiner, um diretor de cinema e estrela da comédia que enfrentava dificuldades, mas que já foi muito talentoso, morreu junto com sua esposa, Michele”, escreveu.

    Na sequência, Trump afirmou que a morte teria ocorrido “supostamente em razão da raiva que ele despertava nos outros por conta de uma enorme, inflexível e incurável aflição com uma doença mental incapacitante conhecida como Síndrome do Desequilíbrio de Trump, às vezes chamada de TDS”.

    O presidente também disse que Reiner era conhecido por “levar as pessoas à loucura com sua obsessão furiosa pelo presidente Donald J. Trump”, acrescentando que a paranoia do cineasta teria aumentado à medida que sua gestão “superava todas as metas e expectativas” e que os Estados Unidos viveriam uma “era de ouro”. Ao final da mensagem, desejou que “Rob e Michele descansem em paz”.

    Os corpos do casal foram localizados pela polícia no domingo à tarde, depois que o corpo de bombeiros foi acionado para uma casa no bairro de Brentwood, em Los Angeles, por volta das 15h30 no horário local, o equivalente às 18h30 em Brasília. No local, os agentes encontraram um homem de 78 anos e uma mulher de 68 anos já sem vida, posteriormente identificados como Rob Reiner e Michele Singer Reiner.

    De acordo com a revista People, Nick Reiner, um dos três filhos do casal, é o principal suspeito do duplo homicídio e foi detido pelas autoridades. O homem, de 32 anos, teria utilizado uma faca para matar os pais. Ainda segundo a publicação, ele enfrenta problemas de dependência química desde a adolescência, tendo sido internado pela primeira vez em uma clínica de reabilitação aos 15 anos. Desde então, passou por outras 17 internações.

    Rob Reiner foi um dos diretores mais influentes e prolíficos de Hollywood, com uma carreira marcada por sucessos nas décadas de 1980 e 1990. Entre seus filmes mais conhecidos estão Isto É Spinal Tap, Uma Questão de Honra, Um Amor Inevitável e A Princesa Prometida.

    Filho do lendário comediante Carl Reiner, o cineasta era casado com a fotógrafa Michele Singer Reiner desde 1989. Os dois se conheceram durante as filmagens de Um Amor Inevitável e tiveram três filhos juntos.

    "Reiner morreu devido à raiva que causou nos outros", diz Trump

  • Ditador da Belarus oferece asilo a Maduro em meio a tensão com Estados Unidos

    Ditador da Belarus oferece asilo a Maduro em meio a tensão com Estados Unidos

    Aleksandr Lukachenko afirma que pode receber venezuelano Nicolás Maduro caso deixe o cargo; oferta surge enquanto Donald Trump intensifica retórica contra regime em Caracas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ditador da Belarus, Aleksandr Lukachenko, afirmou que o ditador Nicolás Maduro será bem-vindo ao seu país caso deixe o cargo. Durante uma entrevista ao canal americano Newsmax, Lukachenko ainda disse, no entanto, que não teve nenhuma conversa nesse sentido com o venezuelano.

    A tensão entre os governos dos Estados Unidos e da Venezuela tem crescido, com um aumento da presença militar americana no sul do Caribe, ataques dos EUA a embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico e declarações do presidente americano, Donald Trump, de que operações terrestres podem começar em breve na Venezuela.

    O regime de Maduro, por outro lado, afirma que os EUA buscam sua queda para assumir o controle das vastas reservas de petróleo do país.

    Na última semana, tropas americanas capturaram um navio com petróleo venezuelano em águas próximas à Venezuela. A apreensão, condenada por Maduro, representou a mais recente escalada nas tensões entre Washington e Caracas.

    Trump tem reiteradamente mencionado a possibilidade de uma intervenção militar dos EUA no país latino, enquanto o regime venezuelano continua a fortalecer suas forças militares.

    Na sexta, o líder republicano voltou a afirmar que os EUA farão ataques em terra contra alvos relacionados ao tráfico de drogas. “Não são apenas ataques na Venezuela, são ataques a pessoas horríveis que estão trazendo drogas e matando o nosso povo”, disse ele.

    A relação entre Trump e Lukachenko também teve um novo desdobramento na última semana, quando a Belarus libertou 123 prisioneiros, entre eles Ales Bialiatski, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 2022, e a líder oposicionista Maria Kalesnikava, após dois dias de negociações com um enviado do presidente americano.

    Foi a maior libertação de prisioneiros determinada por Lukachenko desde que o governo Trump iniciou negociações este ano com o ditador, um aliado próximo do presidente russo, Vladimir Putin.

    Ditador da Belarus oferece asilo a Maduro em meio a tensão com Estados Unidos

  • Trump assina decreto que equipara fentanil a arma de destruição em massa

    Trump assina decreto que equipara fentanil a arma de destruição em massa

    Medida abre caminho para uso das Forças Armadas no combate ao tráfico e cita ‘terroristas estrangeiros’; decreto diz que o opioide, quando distribuído ilegalmente, é ‘mais parecido com arma química do que com narcótico’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou um decreto nesta segunda-feira (15) classificando o fentanil, principal analgésico que causa a crise de opioides nos EUA, de uma arma de destruição em massa. A categoria inclui, além de bombas atômicas, armas biológicas, como o antraz, ou químicas, como o gás sarin.

    O decreto permite que o Departamento de Defesa americano determine se incidentes de tráfico de fentanil justificam uso das Forças Armadas -na prática, liberando a atuação irrestrita dos militares no combate ao tráfico do opioide, uma vez que a gravidade do crime agora equivale ao contrabando de urânio, por exemplo.

    Nos Estados Unidos, o uso do Exército em operações de policiamento é ilegal, com poucas exceções. Se o decreto de Trump sobreviver a desafios na Justiça, o combate ao tráfico de fentanil se tornaria uma delas.

    Trump assina decreto que equipara fentanil a arma de destruição em massa

  • Eventos inesquecíveis de 2025 que chocaram e surpreenderam (para o bem e para o mal)

    Eventos inesquecíveis de 2025 que chocaram e surpreenderam (para o bem e para o mal)

    Um ano que abalou o mundo

    Sem dúvida, 2025 foi um ano notável em termos de eventos marcantes, incidentes memoráveis ​​e momentos inacreditáveis. O mundo testemunhou alguns acontecimentos verdadeiramente inesquecíveis este ano — alguns trágicos e perturbadores, outros triunfantes e inspiradores. Todos eles definiram um ano que, ao chegar ao fim, será lembrado e comentado por muito tempo. Então, quais foram os eventos mais memoráveis ​​que nos chocaram e surpreenderam em 2025?

    Clique e relembre as manchetes que abalaram o Brasil e o mundo.

    Eventos inesquecíveis de 2025 que chocaram e surpreenderam (para o bem e para o mal)

  • Donald Trump diz que Rob Reiner era 'atormentado' e 'obcecado' por ele

    Donald Trump diz que Rob Reiner era 'atormentado' e 'obcecado' por ele

    Rob Reiner e esposa Michele foramenontrados sem vida na residência da família, em Los Angeles, neste domingo. A polícia apura se o filho dos dois, de 32 anos, pode estar envolvido no caso, que ainda não teve detalhes oficiais confirmados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente americano Donald Trump chamou o diretor Rob Reiner de atormentado e disse que o cineasta era obcecado com ele.

    O diretor responsável por filmes como “Conta Comigo”, “Louca Obsessão” e “Harry e Sally – Feitos um para o Outro”, e sua mulher, a atriz e fotógrafa Michele Singer, de 70 anos, foram encontrados mortos em sua mansão em Los Angeles, nos Estados Unidos, neste domingo (14).

    “Uma coisa muito triste aconteceu ontem à noite em Hollywood. Rob Reiner, um atormentado e decadente diretor de cinema e estrela de comédia, mas que já foi muito talentoso, faleceu, junto com sua esposa, Michele, supostamente devido à raiva que ele causou em outros através de sua aflição massiva, inflexível e incurável com uma doença debilitante da mente conhecida como Síndrome de Desarranjo Mental por Trump”, escreveu o presidente americano na rede Truth Social.

    “Ele era conhecido por deixar as pessoas loucas por sua obsessão furiosa pelo presidente Donald J. Trump, com sua paranoia óbvia atingindo novos patamares à medida que o governo Trump superava todos os objetivos e expectativas de grandeza, e com a Era de Ouro da América sobre nós, talvez como nunca antes. Que Rob e Michele descansem em paz!”

    A polícia investiga as circunstâncias das mortes, que aparentam se tratar de homicídio, informou o Departamento de Polícia da cidade em comunicado à imprensa. Os corpos foram identificados com indícios de esfaqueamento.

    Nick Reiner, um dos três filhos do casal, foi preso pela polícia de Los Angeles e classificado como o principal suspeito do caso. A revista People, especializada na cobertura de Hollywood, diz ter ouvido de fontes próximas às investigações que Nick Reiner, filho do diretor, é o responsável pela morte do casal.

    Donald Trump diz que Rob Reiner era 'atormentado' e 'obcecado' por ele

  • Justiça de Portugal manda Parlamento reescrever lei de nacionalidade

    Justiça de Portugal manda Parlamento reescrever lei de nacionalidade

    Tribunal máximo considerou inconstitucionais trechos da legislação, aprovada inicialmente em outubro; nova lei dificulta vida de brasileiros e outros estrangeiros que queiram adquirir a cidadania portuguesa

    LISBOA, PORTUGAL (CBS NEWS) – O Tribunal Constitucional português acaba de devolver à Assembleia da República o texto da Lei na Nacionalidade, aprovada no último dia 28 de outubro, por julgar que havia artigos inconstitucionais. A lei agora voltará para os deputados, que terão que reescrevê-la e fazer uma nova votação -a qual, depois de ser novamente aprovada, deverá ser enviada para a sanção do presidente da República.

    A nova lei dificulta a vida dos estrangeiros que moram no país lusitano e pretendem adquirir a cidadania portuguesa. Integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) -que inclui os brasileiros e da Comunidade Europeia precisam comprovar sete anos de residência legal no país. Na lei anterior, eram apenas cinco. Para os demais estrangeiros, a norma é ainda mais restritiva. Eles só poderão pedir cidadania depois de dez anos morando legalmente em Portugal.

    A nova lei também torna mais difícil que crianças nascidas de pais estrangeiros sejam registradas como portuguesas. O regramento anterior permitia que isso acontecesse caso um dos pais comprovasse um ano de residência legal em Portugal. Agora são necessários cinco anos.

    As mudanças não se estendem, porém, à cidadania por ascendência. Filhos e netos de portugueses continuam tendo os mesmos direitos, mesmo que nunca tenham vivido em Portugal. Nessa área as regras ficaram mais brandas. Em determinadas circunstâncias, até um bisneto de portugueses pode pedir naturalização.

    A proposta, apresentada pela Aliança Democrática, coligação de partidos de centro-direita que governa Portugal, foi aprovada com os votos do Chega, o partido da ultradireita. No dia 19 de novembro, o Partido Socialista, de centro-esquerda, que votou contra a nova lei, pediu uma fiscalização preventiva ao Tribunal Constitucional.

    Vários dos questionamentos reproduziam a posição do PS durante a discussão parlamentar. A sigla de centro-esquerda criticou a ausência de regras de transição. Muitos imigrantes com pouco menos de cinco anos de residência legal no país já estavam reunindo os documentos e contratado advogados para dar início no processo, e seriam prejudicados com a mudança abrupta da lei.

    Outro ponto questionado era a contagem do tempo a partir do momento da oficialização da residência legal. Por morosidade da burocracia portuguesa, muitos imigrantes que já haviam apresentado todos os documentos exigidos estavam esperando há até três anos por uma entrevista. Para os deputados do Partido Socialista, esse tempo deveria ser considerado na contagem para a nacionalidade, dado que a responsabilidade pela demora não era do imigrante, mas do governo.

    O Partido Socialista pediu também a análise, por parte do Tribunal Constitucional, de artigos dúbios, como o que impunha restrições a quem revelasse “comportamentos que revelem rejeição da comunidade nacional”. Havia o temor que tal dispositivo interferisse na liberdade do imigrante de criticar o governo.

    O ponto mais polêmico era a punição, com perda de nacionalidade, dos que fossem condenados a pelo menos quatro anos de prisão. Apenas os que tivessem obtido nacionalidade há menos de dez anos seriam punidos. Isso geraria, na opinião de vários juristas, duas classes diferentes de cidadãos: os nascidos em Portugal e os naturalizados há menos de dez anos.

    A imigração tem sido assunto central no debate político em Portugal nos últimos meses. Em 16 de outubro, o presidente Marcelo Rebelo de Sousa promulgou a Lei dos Estrangeiros, que acabou com a possibilidade de um imigrante se regularizar a posteriori depois de entrar no país com visto de turista. Agora é necessário o visto consular no país de origem. A Lei dos Estrangeiros também endureceu as regras para o reagrupamento familiar de imigrantes.

    O tema tem surgido constantemente na campanha eleitoral que está em curso no país. O pleito que escolherá o novo presidente da República -que exerce o cargo de chefe de Estado; o chefe de governo é o primeiro-ministro- está marcado para 18 de janeiro. Entre os candidatos, André Ventura, do Chega, sigla da ultradireita, vem subindo o tom no discurso xenófobo. Na ausência de um candidato forte à esquerda -o socialista Antonio Seguro virou meme ao dizer que não era socialista nem de esquerda-, o independente Henrique Gouveia e Melo, almirante que nasceu em Moçambique e passou a juventude no Brasil, tem aparecido como um porta-voz moderado da causa da imigração.

    Justiça de Portugal manda Parlamento reescrever lei de nacionalidade

  • Mulher que fez 'vaquinha' após morte do filho é suspeita de o ter matado

    Mulher que fez 'vaquinha' após morte do filho é suspeita de o ter matado

    Raven Louise Broniecki foi presa cinco dias depois de criar uma página de donativos em nome do filho. Agora é acusada pelo homicídio involuntário da criança

    Uma mulher que criou uma página de arrecadação de dinheiro em nome do seu filho, de apenas dois anos, é agora acusada pelo homicídio da criança.

    Raven Louise Broniecki, de 29 anos, foi acusada, na semana passada, de homicídio involuntário, crueldade contra uma criança e negligência na morte do seu filho Keith Richard.

    Apenas cinco dias antes de ser detida, a mulher, que mora na Georgia, nos Estados Unidos da América (EUA), tinha criado uma página para arrecadar fundos, para segundo a  imprensa norte-americana tentar lucrar com a morte do próprio filho.

    “O meu querido bebê, o meu melhor amigo, o meu mundo morreu recentemente”, escrevia, em uma publicação onde referia que estava pedindo ajuda para juntar dinheiro para conseguir pagar as despesas referentes à morte do filho.

    “Gastamos todos os nossos fundos no funeral, nas urnas e em outras coisas para o nosso menino e agora ficamos com uma quantia considerável de contas para pagar e precisamos de ajuda para nos reerguermos”, escrevia, relatando que para além de estar de “coração partido”, estava também “muito stressada com a sua situação financeira.

    O menino foi hospitalizado em 22 de novembro com um ferimento de bala, tendo na ocasião se alegado que este tinha sido vitima de um tiroteio não intencional.

    Depois de ser presa, Raven saiu em liberdade após o pagamento de uma fiança. A página na plataforma Go Fund Me foi entretanto eliminada.

    Mulher que fez 'vaquinha' após morte do filho é suspeita de o ter matado