Categoria: POLÍTICA

  • Bolsonaro é encaminhado ao centro cirúrgico para novo procedimento para amenizar soluços

    Bolsonaro é encaminhado ao centro cirúrgico para novo procedimento para amenizar soluços

    Bolsonaro está internado em Brasília, onde passou por uma cirurgia no dia 25 de dezembro e por outros procedimentos para corrigir o quadro recorrente de soluços que tem

    O ex-presidente Jair Bolsonaro foi encaminhado ao centro cirúrgico no início da tarde desta terça-feira, 30, para um novo procedimento para amenizar o quadro recorrente de soluços que ele sofre. A informação foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em sua conta no Instagram.

    “Meu amor apresentou quadro de soluços às 10h da manhã, que não cessaram até o momento. Diante disso, a equipe médica optou pela realização de um reforço no bloqueio do nervo frênico. Ele acaba de ser encaminhado ao centro cirúrgico”, afirmou Michelle na publicação.

    O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro já havia informado, na manhã desta terça, em publicação no X, que seu pai continuava com o quadro de soluços, apesar do procedimento realizado no dia anterior.

    Este será o terceiro bloqueio anestésico do nervo frênico ao qual Bolsonaro é submetido desde que passou por cirurgia recente. O primeiro procedimento foi realizado no sábado, 27, após uma crise intensa de soluço na noite anterior, que provocou dificuldades para dormir. Na ocasião, o bloqueio foi feito no lado direito do nervo.

    Na segunda-feira, 29, foi realizado um novo procedimento para o bloqueio, desta vez direcionado ao lado esquerdo. Michelle não informou como seria a aplicação nesta terça-feira. A equipe médica de Bolsonaro não se pronunciou até o momento.

    Jair Bolsonaro está internado no hospital DF Star, em Brasília. Ele passou por uma cirurgia no dia 25 de dezembro e por outros procedimentos para corrigir o quadro recorrente de soluços que tem. A previsão, segundo os médicos informaram na tarde de segunda-feira, 29, é que o ex-presidente possa ter alta no dia 1º de janeiro. Assim que isso acontecer, ele retornará à superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena após ser condenado por tentar da um golpe de Estado no País.

    Bolsonaro é encaminhado ao centro cirúrgico para novo procedimento para amenizar soluços

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • PGR descarta ilicitude e arquiva pedido para investigar Moraes

    PGR descarta ilicitude e arquiva pedido para investigar Moraes

    Jornalistas e publicações da TV Globo divulgaram diversos artigos acusando o ministro de supostamente interferir em negociações envolvendo o Banco Master

    O procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar o pedido para investigar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moares e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moares, no caso do Banco Master. O despacho foi publicado no último sábado (27).

    O pedido de investigação foi feito pelo advogado Enio Martins Murad. Na representação, ele cita que, conforme divulgado pela mídia, Moraes teria mantido interlocução com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor de interesses privados do Banco Master.

    O advogado aponta, ainda, que a esposa do ministro mantinha contrato de serviços advocatícios com o banco para a defesa dos interesses da instituição financeira. Por fim, Murad suscita a prática dos crimes de tráfico de influência e de advocacia administrativa, além de violação aos princípios da administração pública. 

    Falta de lastro

    Ao arquivar o pedido de investigação, Gonet cita “absoluta ausência de lastro probatório mínimo que sustente a acusação formulada”. “Veículos de imprensa não apresentaram elementos concretos ou indícios materiais que corroborem a tese de intimidação, permanecendo a narrativa no campo das suposições”, argumenta.

    Acrescenta que “a própria natureza da narrativa jornalística, ademais, impõe limitações intransponíveis à persecução estatal. O sigilo da fonte, garantia fundamental insculpida no texto constitucional, impede que a apuração avance sobre o detalhamento de relatos fornecidos por interlocutores anônimos, os quais constituem o único alicerce da notícia”, completou.

    Ainda segundo o procurador-geral, no que diz respeito ao contrato mencionado entre Viviane e o Banco Master, não se vislumbra, a priori, qualquer ilicitude que justifique intervenção. “Os relatos apresentados, portanto, são desprovidos de elementos informativos mínimos capazes de indicar a materialidade de ilícitos cíveis, penais ou administrativos”.

    “A representação fundamenta-se estritamente em matérias jornalísticas – fontes secundárias destituídas de confirmação probatória autônoma – e carece de diligências prévias que lhes confiram consistência jurídica”, concluiu Gonet.

    Manifestação

    Na última terça-feira (23), Moraes afirmou que as reuniões que teve com Galípolo foram realizadas para tratar exclusivamente da Lei Magnitsky, aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra o magistrado.

    A manifestação do ministro foi divulgada um dia após o jornal O Globo divulgar reportagem na qual afirma que Moraes teria defendido a aprovação da compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB), instituição financeira pública ligada ao Governo do Distrito Federal, durante reuniões com Galípolo.

    As reuniões teriam ocorrido antes da decisão do Banco Central, que, no mês passado, decretou a liquidação do Master por suspeitas de fraude.

    A investigação também levou à prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, um dos sócios do banco. Dias depois, Vorcaro foi beneficiado por um habeas corpus concedido pela Justiça Federal, e responde às acusações em liberdade.

    Antes da liquidação determinada pelo BC, o escritório de advocacia Barci de Moraes prestou serviços ao Banco Master.

    PGR descarta ilicitude e arquiva pedido para investigar Moraes

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Soluços de Bolsonaro voltaram após procedimentos, diz Carlos Bolsonaro

    Soluços de Bolsonaro voltaram após procedimentos, diz Carlos Bolsonaro

    Carlos disse que apesar de cirurgias, o ex-presidente Bolsonaro voltou a ter soluços nesta terça-feira (30)

    O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro disse que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, voltou a ter soluços na manhã desta terça-feira, 30, após a realização de procedimentos para acabar com o problema que o acomete nos últimos dias.

    Em publicação na rede social X, Carlos afirmou que seu pai iniciou o tratamento para apneia do sono na última noite e está em fase de adaptação.

    “Dormi com meu pai esta noite (terça-feira, 30). Ele iniciou o tratamento para apneia do sono com aparelho próprio e está em fase de adaptação. Sua flora digestiva apresenta boa evolução após as novas cirurgias de hérnias realizadas no último dia 25, e sua pressão segue sendo monitorada após novos picos”, disse o filho do ex-presidente.

    “Seus soluços, infelizmente, novamente voltaram nesta manhã após dois procedimentos para correção. Os níveis de ferro no sangue continuam sendo controlados devido à sua ineficiência”, completou.

    Jair Bolsonaro está internado no hospital DF Star, em Brasília. Ele passou por uma cirurgia no dia 25 de dezembro e por outros procedimentos para corrigir o quadro recorrente de soluços que tem. A previsão, segundo os médicos informaram na tarde de segunda-feira, 29, é que o ex-presidente possa ter alta no dia 1º de janeiro. Assim que isso acontecer, ele retornará à superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena após ser condenado por tentar da um golpe de Estado no País.

    Soluços de Bolsonaro voltaram após procedimentos, diz Carlos Bolsonaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Tenente-coronel condenado pela trama golpista se entrega à PF em Goiás

    Tenente-coronel condenado pela trama golpista se entrega à PF em Goiás

    Militar Guilherme Marques Almeida foi sentenciado a 13 anos e seis meses de prisão e teve a domiciliar decretada após tentativa de fuga de Silvinei Marques

    O tenente-coronel do Exército Guilherme Marques Almeida, condenado a 13 anos e seis meses de prisão por integrar o chamado núcleo 4 da trama golpista, se entregou à Polícia Federal neste domingo, 28. Ele foi detido ao desembarcar no aeroporto de Goiânia, onde já era aguardado por agentes da corporação, segundo informações da PF.

    Marques Almeida está entre os condenados que tiveram a prisão domiciliar decretada no sábado, 27, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A medida foi adotada após a tentativa de fuga do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, flagrado ao tentar embarcar para El Salvador depois de romper a tornozeleira eletrônica.

    Assim como os demais alvos da decisão, o tenente-coronel ficará submetido a uma série de medidas cautelares. Ele deverá usar tornozeleira eletrônica, está proibido de utilizar redes sociais, manter contato com outros investigados e receber visitas. Também terá de entregar o passaporte às autoridades.

    Durante a Operação Tempus Veritatis, o militar chegou a desmaiar ao receber a Polícia Federal em fevereiro.

    De acordo com as investigações, em um áudio obtido pela PF, ele sugeriu “sair das quatro linhas” para viabilizar um golpe de Estado após as eleições de 2022.

    “Esse é o nosso mal, a gente não está saindo das quatro linhas. Vai ter uma hora que a gente vai ter que sair ou então eles vão continuar dominando a gente. É isso, cara, infelizmente é isso”, afirmou o tenente-coronel na gravação. O material foi extraído de celulares e computadores apreendidos durante a investigação.

    O único foragido é Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal (IVL). Ele foi condenado a sete anos e seis meses de prisão por participação na trama golpista. Segundo a acusação, sua atuação se concentrou na produção e divulgação de um relatório falso que apontava supostas falhas nas urnas eletrônicas, visando embasar a contestação do resultado das eleições.

    Rocha foi condenado por dois dos cinco crimes imputados pela Procuradoria-Geral da República (PGR): organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

    Tenente-coronel condenado pela trama golpista se entrega à PF em Goiás

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Globo é detonada após Justiça negar acusações contra Moraes

    Globo é detonada após Justiça negar acusações contra Moraes

    Jornalistas e publicações da emissora divulgaram diversos artigos acusando o ministro de supostamente interferir em negociações envolvendo o Banco Master

    Na última semana, a jornalista Malu Gaspar divulgou em coluna no jornal ‘O Globo’ e em edições em telejornais da GloboNews que o ministro do STF, Alexandre de Moraes, teria feito “pressão” sobre o presidente do Banco Central Gabriel Galípolo, no caso Banco Master. 

    A jornalista afirmou que “Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Banco Master”, sugerindo que a ‘interferência’ teria acontecido pelo motivo que a esposa do ministro, a advogada Viviane Barci, teria contrato com o banco.

    Em vários telejornais da emissora foi divulgado que enquanto o Banco Central analisava a liquidação do Master, em julho de 2025, “ocorreu uma reunião em que o ministro do STF Alexandre de Moraes pediu a Galipolo pelo Master”. 

    Procurado para comentar o caso, o ministro disse que apenas procurou Galípolo para tratar das sanções contra ele e a esposa pela Lei Magnitsky, imposta pelo governo de Donald Trump, dos Estados Unidos.

    No entanto, após a repercussão da suposta interferência do ministro nas negociações do banco, diversos pedidos de investigação e até impeachment de Alexandre de Moraes surgiram na Justiça.

    Nesta terça-feira (30), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar um pedido para investigar a atuação de Moraes no caso ligado ao banco. O pedido de investigação foi apresentado pelo advogado Enio Murad e não tem relação direta com os processos sobre o tema que tramitam na Suprema Corte.

    O advogado relatou as informações divulgadas pela imprensa, principalmente pelo grupo Globo, citando que a esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes, mantinha contrato de serviços advocatícios com o referido banco privado.

    O pedido visava a instauração de investigação com base nos crimes de tráfico de influência e violação aos princípios da Administração Pública.

    Gonet arquivou o pedido e citou que é “imperativo sublinhar a absoluta ausência de lastro probatório mínimo que sustente a acusação formulada” seja contra Galípolo ou Moraes.

    “Não obstante a repercussão midiática do caso, os veículos de imprensa não apresentaram elementos concretos ou indícios materiais que corroborem a tese de intimidação, permanecendo a narrativa no campo das suposições”, diz o PGR em documento assinado em 27 de dezembro.

    Paulo Gonet cita que o sigilo de fonte, que consta nas reportagens publicadas, impõe limitação de apuração do caso.

    Reações nas redes sociais

    Após a decisão da PGR por falta de sustentação nas acusações contra o ministro, a emissora passou a ser duramente criticada nas redes sociais: “Malu Gaspar se enrolou na própria mentira. 1 – Admitiu que não tem provas contra Alexandre de Moraes. 2 – Não existe contrato de R$ 124 milhões entre a esposa de Moraes e o banco master. 3 – Não vai haver golpe contra Alexandre de Moraes e ela tem que se preparar para consequências de suas mentiras”, publicou um internauta no ‘X’.

    “A senhora Malu Gaspar tá bem queimada, e depois de mentir descaradamente, agora vai sumir por um bom tempo para ‘preservar’ o jornal para o qual mente, quero dizer, trabalha”, publicou outro internauta.

    “A lavajatista Malu Gaspar, que tinha Sergio Moro como ídolo, quer queimar Alexandre de Moraes sem apresentar prova nenhuma. Apenas cita alguém que disse para alguém, que disse para outra pessoa, sobre um escândalo envolvendo um ministro. Mas cadê o bom jornalismo? Como a Globo permite isso?”, questionou outro.

    O deputado Rogério Correia também se manifestou sobre o caso: “Eu avisei. Malu Gaspar não tinha provas, só meia dúzia de “fontes” que não se sustentaram. Agora voltou atrás e admitiu que NÃO houve qualquer pressão do ministro Alexandre de Moraes sobre Gabriel Galípolo, presidente do BC, no caso do Banco Master. O bom jornalismo, assim como a Justiça, exige compromisso com a busca da verdade, checagem rigorosa das informações e questionamento das fontes. Exatamente o que faltou na era Sérgio Moro ou lavajatista, quando convicções viraram manchetes e boatos viraram processos”, afirmou.

    Globo é detonada após Justiça negar acusações contra Moraes

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Bolsonaro deve passar o Réveillon no hospital após procedimento contra soluços

    Bolsonaro deve passar o Réveillon no hospital após procedimento contra soluços

    Equipe médica diz que ex-presidente voltou a registrar hipertensão e tem quadro severo de apneia do sono; ele já havia passado por uma cirurgia de correção de hérnia inguinal e seu quadro é estável

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por liderar a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023, passou por um novo procedimento médico na tarde desta segunda-feira (29) para tratar de sua crise de soluços.

    Segundo a equipe médica, o procedimento aconteceu sem intercorrências e seu quadro é estável. Paralelamente, Bolsonaro sofre de uma apneia do sono severa e voltou a registrar picos de hipertensão.

    “Foi super tranquilo o procedimento, durou cerca de uma hora mais ou menos”, disse Mateus Saldanha, médico o responsável pela intervenção.

    Segundo Claudio Birolini, que acompanha Bolsonaro em todos esses procedimentos, o ex-presidente irá ficar ao menos até o dia 1º de janeiro de 2026 internado.

    A gente precisa de pelo menos 48 horas para avaliação dos resultados, complicações, etc. Então esse tempo será aguardado, independente de qualquer coisa, e ainda está prevista a realização de uma nova endoscopia digestiva alta”, afirmou.

    Segundo Brasil Caiado, cardiologista da equipe, o quadro de Bolsonaro é chamado de “soluços persistentes”, é extremamente raro e decorre de problemas que o ex-presidente já teve no passado, como, por exemplo, as cirurgias no abdômen decorrentes da facada que ele levou durante a campanha eleitoral de 2018.

    Birolini ressaltou ainda que, na madrugada desta segunda, Bolsonaro passou por novos exames de sono, que revelaram que ele teve até 50 episódios de apneia por hora.

    “O exame realmente mostrou que ele tem uma apneia de sono severa”, afirmou. Ele deve usar equipamentos para tentar reduzir a obstrução. “A chamada apneia obstrutiva do sono é um fator que piora a hipertensão”, completou Caiado.

    Ele explica que o ex-presidente vem melhorando, mas que ainda não obteve o resultado esperado.

    “O presidente que já é um portador da doença hipertensão arterial, já estava medicado e controlada essa pressão. Mas no sábado [27] ele apresentou um pico hipertensivo. Nós dobramos a dose do medicamento, adequou praticamente no domingo [28] pela manhã e hoje durante o procedimento e imediatamente após ele teve novamente uma crise hipertensiva”, disse.

    “Nós tivemos que usar medicamento na veia […]. Só saímos do centro cirúrgico uma hora após o procedimento, aguardando a resposta do medicamento”, afirmou.

    A cirurgia terminou por volta de 15h segundo a esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro. “Procedimento finalizado. Graças a Deus, agora aguardando ele [Bolsonaro] subir para o quarto”, publicou ela por volta deste horário.

    Mais cedo nesta segunda, o filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro, afirmou que o quadro de seu pai havia piorado e que sua vida estava “seriamente ameaçada”.

    “O início da madrugada de hoje foi de muita preocupação ao acompanhar meu pai. Sua pressão arterial estava altíssima e, mais uma vez, os médicos precisaram intervir para controlar o quadro e avaliar a possibilidade de uma nova cirurgia hoje para tentar cessar os soluços. Também foi iniciado o tratamento para a apneia do sono”, publicou.

    Este já é o terceiro procedimento pelo qual o ex-presidente passa desde que foi internado na última quarta-feira (24), inicialmente para tratamento de uma hérnia.

    O procedimento médico precisou ser autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, já que Bolsonaro atualmente cumpre pena por tentativa de golpe de Estado na carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

    Na quinta-feira (25), dia do Natal, o ex-presidente passou por uma cirurgia, para tratar a hérnia.

    Após essa intervenção, seus médicos decidiram realizar um novo procedimento, desta vez para tentar controlar os seus soluços.

    O primeiro procedimento, para bloqueio do nervo frênico direito, foi realizado no último sábado (27), e durou entre 45 minutos e 1 hora.

    Segundo o boletim médico divulgado no domingo (28), Bolsonaro voltou a ter crises de soluços e registrou elevação da pressão arterial -seu quadro depois se estabilizou.

    A equipe médica avaliou ser necessário realizar também o bloqueio do nervo frênico esquerdo, razão pela qual Bolsonaro foi novamente submetido ao procedimento nesta segunda.

    O procedimento é realizado com a aplicação de anestésico e corticoide em um nervo do diafragma, próximo à região cervical, de acordo com a equipe médica.

    Bolsonaro deve passar o Réveillon no hospital após procedimento contra soluços

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • TSE acumula casos de cassação sem julgamento e chega a 2026 com pendências de 2022

    TSE acumula casos de cassação sem julgamento e chega a 2026 com pendências de 2022

    Os governadores Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, e Antônio Denarium (PP), de Roraima, o senador Jorge Seif (PL-SC) e o deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) enfrentam processos de cassação na corte

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vai entrar em 2026, ano de eleições gerais, com julgamentos ainda pendentes das eleições de 2022. A corte manteve nos últimos meses uma pauta esvaziada, com poucos processos de destaque, e deixou sem conclusão casos com potencial impacto no ano que vem.

    Há ações abertas contra dois governadores e ao menos dois parlamentares, além de consultas sobre regras eleitorais ainda não analisadas. A indefinição pode ter efeitos sobre as estratégias dos candidatos e sobre a formação de palanques nos estados envolvidos.

    Os governadores Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, e Antônio Denarium (PP), de Roraima, o senador Jorge Seif (PL-SC) e o deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) enfrentam processos de cassação na corte.

    Há também outras discussões a serem concluídas, como acusações de fraude de cota de gênero. No fim de dezembro a corte voltou a debater se essa infração invalida a votação de toda a chapa de candidatos, inclusive das mulheres eleitas. A análise foi interrompida por um pedido de vista.

    As audiências públicas para debater regras para as campanhas também ficaram para as vésperas das próximas eleições. Essas normas têm que ser aprovadas até março do ano eleitoral. As resoluções sobre as eleições gerais de 2022 e 2018, por exemplo, foram feitas no mês de novembro anterior.

    A ministra Cármen Lúcia preside a corte até agosto de 2026, quando será sucedida por Kassio Nunes Marques.

    Historicamente, perto da metade dos anos eleitorais, o TSE passa a atuar em função das eleições. Nesses momentos, a corte costuma reduzir a temperatura e evitar casos mais rumorosos para se preservar de acusações de interferência no processo eleitoral, manipulação ou incitação à polarização.

    Assessores e advogados que acompanham a rotina da corte dizem que observaram uma mudança recente no padrão das sessões do plenário, na gestão de Cármen Lúcia.

    Normalmente, quando a análise do ministro relator de um caso era concluída, o processo era enviado à assessoria de plenário e previsto para a sessão seguinte.

    Na presidência de Cármen Lúcia, no entanto, a pauta passou a ser selecionada. Ao contrário do STF (Supremo Tribunal Federal), o TSE não tem um volume alto de processos represados. Assim, ainda que a definição da pauta seja uma prerrogativa do presidente, não era a praxe da corte eleitoral haver uma seleção de ações para cada sessão.

    No encerramento do primeiro semestre de 2025, Cármen fez um balanço e destacou que a corte teve um índice de julgamentos superior ao de anos eleitorais anteriores, o que foi feito também por meio do plenário virtual.

    Casos de grande dimensão, no entanto, ainda não foram concluídos. Os políticos permanecem nos cargos enquanto aguardam a análise da última instância da Justiça Eleitoral.

    O de Castro começou a ser apreciado no início de novembro, dias depois da operação nos complexos da Penha e do Alemão. A ação havia sido liberada em junho.

    Na ocasião, Isabel Gallotti, então corregedora eleitoral, votou pela cassação do governador por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

    Na sequência, o ministro Antonio Carlos pediu vista -mais tempo para análise-, suspendendo as deliberações. O magistrado pediu prorrogação da vista, mas, nos bastidores, a expectativa é que ele libere o processo ainda no início de fevereiro.

    Denarium e o vice, Edison Damião (Republicanos), têm dois votos pela cassação. O julgamento começou em agosto e teve dois pedidos de vista, de André Mendonça e de Kassio.

    Jorge Seif teve o julgamento iniciado em abril de 2024, mas o tribunal o suspendeu e ainda não retomou a análise da ação sobre abuso de poder econômico na campanha de 2022.

    O pedido do TSE por mais informações ao processo adiou a conclusão do caso num período em que o tribunal era pressionado a não aumentar os desgastes com o Senado.

    Parte da cúpula do Congresso atuou pela absolvição do bolsonarista. A movimentação envolveu aliados de Bolsonaro e parlamentares não alinhados a ele sob o entendimento de que a cassação de um senador seria traumático -e poderia acirrar a crise entre o Legislativo e o Judiciário.

    Já a ação contra o deputado Marcon entrou na pauta em 11 de dezembro, teve dois votos pela perda do mandato e foi suspensa por pedido de vista.

    Casos que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro também seguem para o ano que vem, sem definição.

    Bolsonaro já foi declarado inelegível pelo TSE até 2030 em duas ações, sobre reunião com embaixadores e abuso de poder no 7 de Setembro, e ficou impedido de disputar eleições até 2062 devido à condenação no STF.

    Há outras ações que incluem atores importantes do bolsonarismo, como uma sobre ataques ao processo eleitoral e disseminação de fake news. Esta mira, além de Bolsonaro e do então candidato a vice Walter Braga Netto, os parlamentares do PL Flávio Bolsonaro (RJ), Eduardo Bolsonaro (SP), Carla Zambelli (SP), Bia Kicis (DF), Nikolas Ferreira (MG), Gustavo Gayer (GO) e Magno Malta (ES).

    A coligação encabeçada pelo PT em 2022 tem uma lista de ações ainda não julgadas. Há, por exemplo, um processo sobre o chamado “pacote das bondades” do governo Bolsonaro, incluindo aumento do Auxílio Brasil no final do mandato, uma sobre atos antidemocráticos e outra sobre o uso dos palácios da Alvorada e do Planalto para atos de campanha eleitoral.

    TSE acumula casos de cassação sem julgamento e chega a 2026 com pendências de 2022

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Derrite quer presidir comissão de olho em eleição, após ser pivô de crise com governo

    Derrite quer presidir comissão de olho em eleição, após ser pivô de crise com governo

    O deputado de extrema-direita atua nos bastidores para assumir a presidência da Comissão de Segurança Pública e se manter em evidência durante o ano eleitoral de 2026

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Pivô de uma crise aguda entre o governo Lula (PT) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) atua nos bastidores para assumir a presidência da Comissão de Segurança Pública e se manter em evidência durante o ano eleitoral de 2026.

    A reportagem apurou que a presidência da comissão é prioridade para o PP, partido ao qual Derrite se filiou para disputar a eleição para o Senado. Nos últimos anos, o colegiado foi comandado por deputados do PL, que usaram o posto para pressionar o governo Lula na pauta da segurança pública, tema considerado o mais frágil do petista eleitoralmente.

    Derrite, de acordo com interlocutores, pretende usar esse espaço para reforçar sua campanha ao Senado ao longo do ano, após se afastar antecipadamente da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo para retomar o mandato na Câmara. A comissão trata dos projetos relacionados à área e tem o poder de convocar o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, para dar explicações.

    Derrite deve enfrentar, no entanto, resistência de seu antigo partido, o PL. Num acordo interno no ano passado, a sigla decidiu que Paulo Bilynskyj (SP) presidiria a comissão em 2025 e que Coronel Meira (PE) ficaria no comando em 2026. A sigla tem a preferência para escolha das comissões, por ser a maior bancada da Câmara. Meira não retornou os contatos da reportagem para comentar.

    Já o PT não vê a situação como um problema, e entende que os principais projetos da segurança pública serão mais discutidos fora da comissão do que nela. As apostas do presidente para mostrar resultados nessa área são a PEC (Proposta de Emenda à Constitução) da Segurança Pública, que está numa comissão especial, e o projeto de lei Antifacção, debatido direto no plenário.

    Entre os petistas, há inclusive quem acredite que a presidência da comissão pode ser um trunfo para convencer Motta a não nomear novamente Derrite relator do projeto antifacção, agora que o projeto retornou à Câmara após ser modificado pelo Senado. Presidir o colegiado que trata sobre o tema poderia funcionar como um prêmio de consolação, caso a estratégia dê certo.

    Foi esse o projeto que provocou uma das mais graves crises entre o presidente da Câmara e o governo, com troca de acusações públicas e um rompimento de Motta com o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ).

    A escolha de Derrite como relator, função responsável por negociar as alterações no texto, irritou Lula e o PT por se tratar do então secretário de Tarcísio, visto na época como provável adversário do petista na eleição presidencial de 2026, antes de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lançar sua candidatura.

    Derrite transformou o texto num novo arcabouço legal e rebatizou de Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, com uma série de novos tipos penais e a tentativa de classificar grupos como o PCC (Primeiro Comando da Capital) como terroristas. A proposta foi criticada por especialistas por enfraquecer a atuação da Polícia Federal e desorganizar o papel das polícias estaduais, e o parlamentar acabou recuando.

    O projeto foi aprovado sob protestos do governo em novembro, após seis versões diferentes em menos de duas semanas. Foram 370 votos favoráveis e 110 contrários. Derrite fez alterações no texto e optou por criar uma lei autônoma sobre organizações criminosas ultraviolentas, afastando-se da proposta original do Executivo de apenas atualizar a legislação vigente.

    Esse foi um dos pontos modificados pelo Senado. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) retomou a ideia de atualizar a legislação atual, aproveitando parte do texto da Câmara e sugestões dos senadores. A proposta cria a categoria de “facções criminosas” e regras específicas para a integração entre as forças federais e estaduais, limita as possibilidades de progressão e endurece as penas.

    Como o projeto foi modificado, a Câmara terá que votar agora se concorda com as alterações ou as rejeita. O PT defende aprovar a versão do Senado, enquanto o PL quer retomar o texto de Derrite. Por isso, a discussão acabou adiada para 2026.

    Derrite quer presidir comissão de olho em eleição, após ser pivô de crise com governo

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Tornozeleira eletrônica de Silvinei estava em banheiro de rodoviária, diz polícia do Paraguai

    Tornozeleira eletrônica de Silvinei estava em banheiro de rodoviária, diz polícia do Paraguai

    Autoridades do país vizinho informaram que aparelho foi encontrado na madrugada desta segunda-feira (29); ex-diretor-geral foi preso na sexta-feira (26) no Paraguai enquanto tentava fugir

    BRASÍLIA, DF, E CURITIBA, PR (CBS NEWS) – A polícia do Paraguai informou às autoridades brasileiras ter encontrado a tornozeleira eletrônica do ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques no banheiro da rodoviária municipal de Cidade do Leste.

    O ex-diretor-geral foi preso nesta sexta-feira (26) no Paraguai enquanto tentava fugir, segundo a Polícia Federal.

    O aparelho foi encontrado pouco depois das 4h da madrugada desta segunda-feira (29), de acordo com o registro da polícia do país vizinho.

    No ofício da polícia paraguaia, constam informações como o código de barras da tornozeleira eletrônica, a empresa que fabricou o aparelho e o número do equipamento na Anatel.

    A reportagem apurou que o dispositivo foi enviado para o Comando Tripartite, onde serão feitos os procedimentos para devolução dele para as autoridades brasileiras.

    Silvinei foi preso no aeroporto de Assunção quando tentava embarcar em voo internacional para El Salvador com um passaporte paraguaio falso. Silvinei teria usado um carro alugado para sair do prédio em que morava, na cidade de São José (SC), em direção ao Paraguai.

    Segundo integrantes da PF, quando o equipamento foi rompido, a corporação acionou o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e houve a decretação da prisão preventiva.

    A PF detectou uma falha no monitoramento às 3h de quinta-feira (25), dia do Natal. De acordo com relatos dos agentes, naquele horário, a tornozeleira parou de transmitir o sinal de GPS.

    Vasques foi condenado neste mês a 24 anos e seis meses de prisão pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) como participante de um dos núcleos da trama golpista do governo Jair Bolsonaro (PL).

    Os ministros o consideraram culpado de cinco crimes, inclusive o de tentativa de golpe de Estado, após ele promover blitze em locais com predominância de eleitores de Lula (PT) no dia do segundo turno das eleições de 2022.

    Tornozeleira eletrônica de Silvinei estava em banheiro de rodoviária, diz polícia do Paraguai

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Datafolha: PT é partido preferido de 24% dos eleitores, e PL fica em segundo, com 12%

    Datafolha: PT é partido preferido de 24% dos eleitores, e PL fica em segundo, com 12%

    Mais citada desde final da década de 1990, sigla de esquerda se mantém estável durante o governo Lula; PL tem índice recorde e crescimento expressivo comparado a 2021, quando Bolsonaro se filiou à legenda

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua na dianteira como a sigla preferida dos brasileiros, agora acompanhado pelo PL, legenda alavancada na memória nacional pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, mostra nova pesquisa Datafolha.

    O partido de esquerda segue como o mais lembrado, feito que mantém desde o final da década de 1990. Atualmente ele é citado por 24% dos brasileiros, contra 12% do PL, a segunda sigla preferida dos brasileiros.

    O cenário é de estabilidade para o PT no terceiro governo Lula, cujos índices variaram de 23% a 27%. Já a legenda de Bolsonaro alcançou índice recorde na série histórica, iniciada em 1989.

    Os dados vêm de pergunta que aceitou respostas espontâneas e únicas no Datafolha, feito com 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 2 e 4 de dezembro, em 113 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

    Considerando dados desde dezembro de 2021, quando o PL passou a ser citado de maneira consistente nas pesquisas, o ponto máximo do PT ocorreu em setembro de 2022, quando a sigla foi lembrada por 31% dos brasileiros.

    Na época, Jair Bolsonaro governava o país, fazendo oposição direta ao PT. Atualmente inelegível e preso, Bolsonaro já declarou querer reeditar a disputa com Lula pessoalmente ou por meio de um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

    Considerando toda a série histórica do Datafolha, com dados para esta pergunta desde 1989 (ano das primeiras eleições diretas para presidente após a ditadura militar), o PT só perdeu como a sigla mais lembrada para o PMDB. A legenda, que antes de 1980 tinha o nome MDB, recuperado em 2017, chegou a ter 19% das menções em 1992 e 1993. Hoje, registra 2%.

    A posição mudou no final da década de 1990, quando o PT entrou e nunca mais saiu da dianteira.

    Desde o início da série histórica, porém, o maior índice entre os brasileiros é daqueles que dizem não ter preferência de partido. A opção nunca teve índice menor que 40%.

    O PSDB, que já foi considerado um dos principais opositores do PT, começou a série histórica em 1989 com 1% e teve pico de 9% em junho de 2015, época de protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT) que levaram ao impeachment da então presidente.

    Esse período, de fevereiro de 2015 a dezembro de 2016, também é um dos piores para o PT desde que ele ascendeu no final da década de 1990. Em março de 2015 e dezembro de 2016, a sigla, acostumada a dois dígitos, fez 9%.

    PSDB e PMDB/MDB disputaram o segundo lugar da preferência partidária na maior parte das duas primeiras décadas dos anos 2000, até que o PSL começou a ultrapassar as legendas em outubro de 2018.

    A época é antecedida pela facada levada, em 6 de setembro daquele ano, por Jair Bolsonaro durante campanha presidencial. O político era do PSL, que teve pico de menção de 7% em outubro de 2018 e depois caiu.

    Já o PL passou a ser lembrado com consistência a partir de dezembro de 2021, sendo citado por ao menos 1% dos brasileiros. Bolsonaro foi para a legenda em 30 de novembro daquele ano.

    Desde então, o partido foi subindo nas pesquisas, chegando a uma porcentagem com duas casas em outubro de 2022, quando Bolsonaro foi para o segundo turno com Lula, para quem perdeu.

    Embora chame a atenção para a legenda na qual se encontra, Bolsonaro tem também rejeição para seu nome e de familiares, como mostra o Datafolha.

    Na análise por segmento, o último levantamento sobre preferência partidária mostra que o PT tem taxas de menções mais altas entre aqueles com ensino fundamental (31%), entre os moradores do Nordeste (31%), católicos (30%), os que avaliam o STF como ótimo ou bom (48%) e os que votaram em Lula em 2022 (50%).

    Por sua vez, o PL se destaca entre os que têm renda familiar mensal de 5 a 10 salários mínimos (19%), com ensino médio e superior (14% cada), que avaliam o STF como ruim ou péssimo (30%) e votaram em Bolsonaro em 2022 (29%).

    Datafolha: PT é partido preferido de 24% dos eleitores, e PL fica em segundo, com 12%

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política