Categoria: POLÍTICA

  • Preço para desistir de candidatura é 'Bolsonaro livre, nas urnas', diz Flávio Bolsonaro

    Preço para desistir de candidatura é 'Bolsonaro livre, nas urnas', diz Flávio Bolsonaro

    O senador declarou que a escolha pelo seu nome como pré-candidato é “muito consciente” e “não tem volta”, diante do cenário atual, com o pai preso e inelegível. “A minha pré-candidatura à Presidência da República é muito consciente”, afirmou

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, em entrevista à TV Record, que o preço para desistir de sua candidatura à Presidência em 2026 é ter o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “livre, nas urnas”. Segundo a emissora, Flávio afirmou na entrevista que será exibida neste domingo, 7, que o “preço é justiça com quase 60 milhões de brasileiros que foram sequestrados, estão dentro de um cativeiro, neste momento, junto com Jair Messias Bolsonaro”.

    O senador declarou que a escolha pelo seu nome como pré-candidato é “muito consciente” e “não tem volta”, diante do cenário atual, com o pai preso e inelegível. “A minha pré-candidatura à Presidência da República é muito consciente”, afirmou.

    Mais cedo, Flávio havia dito que existia “um preço” para retirar a candidatura e que a anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 fazia parte da negociação. Ele ressaltou, porém, que não se tratava apenas da anistia, sem especificar outras eventuais condições.

    A nova exigência, “Bolsonaro livre e nas urnas”, surgiu quando ele foi questionado se a anistia seria suficiente para fazê-lo desistir. O senador rejeitou a possibilidade de renunciar à pré-candidatura em favor de outra chapa neste momento. “O nome Flávio Bolsonaro está colocado e não sai”, afirmou.

    Jair Bolsonaro cumpre pena após ser condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

    Preço para desistir de candidatura é 'Bolsonaro livre, nas urnas', diz Flávio Bolsonaro

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  • Filme sobre Jair Bolsonaro tem primeiras imagens vazadas na internet

    Filme sobre Jair Bolsonaro tem primeiras imagens vazadas na internet

    Nas filmagens, é possível ver Caviezel usando uma camisa verde e amarela com uma estampa em que se lê “meu partido é o Brasil”. Ele está em cima de um palanque, enquanto é ovacionado por dezenas de pessoas. Atrás dele, parte do público agita bandeiras com o rosto do político.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Circulam na internet imagens e vídeos que mostram o ator americano Jim Caviezel dando vida ao ex-presidente Jair Bolsonaro no filme “Dark Horse”, longa que deve narrar os momentos do ex-presidente após ser vítima de um esfaqueamento em Juiz de Fora (MG), em 2018.

    Nas filmagens, é possível ver Caviezel usando uma camisa verde e amarela com uma estampa em que se lê “meu partido é o Brasil”. Ele está em cima de um palanque, enquanto é ovacionado por dezenas de pessoas. Atrás dele, parte do público agita bandeiras com o rosto do político.

    Como mostrou a Folha, o filme começou a ser rodado em São Paulo em outubro. A primeira locação de filmagem foi no Hospital Indianópolis, na zona sul da capital paulista.

    O filme é dirigido por Cyrus Nowrasteh, cineasta americano de origem iraniana. Ele tem em seu currículo filmes como “Infidel”, “O Jovem Messias” e “O Apedrejamento de Soraya M.”, segundo o Internet Movie Database.

    O roteiro do filme contém a informação de que é baseado “em uma história real escrita por Mario Frias intitulado ‘Capitão do Povo’”.
    Segundo fontes ouvidas pela Folha, o filme tem produção de Eduardo Verástegui, que produziu “Som da Liberdade”, filme de 2023 que fez um enorme sucesso entre o público de direita e conservador.

    Filme sobre Jair Bolsonaro tem primeiras imagens vazadas na internet

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  • Flávio admite retirar candidatura: 'Tenho um preço para isso'

    Flávio admite retirar candidatura: 'Tenho um preço para isso'

    Questionado se esse “preço” estaria relacionado à votação da anistia, o senador respondeu de forma direta: “Está quente, está perto”.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de seu primeiro ato público após anunciar sua candidatura à Presidência da República e admitiu que pode desistir da disputa. Segundo ele, existe “um preço” para abrir mão do projeto. Durante a conversa com jornalistas, Flávio afirmou que ainda há possibilidade de não seguir até o fim da corrida eleitoral: “Tem uma possibilidade de eu não ir até o fim. Eu tenho preço para isso. Eu vou negociar. Eu tenho preço para não ir até o fim”.

    Questionado se esse “preço” estaria relacionado à votação da anistia, o senador respondeu de forma direta: “Está quente, está perto”. A declaração ocorreu dias após a divulgação de pesquisa Datafolha que mostrou baixa preferência do eleitorado por seu nome. Apenas 8% dos entrevistados consideram Flávio como o candidato que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria apoiar em 2026. Os principais nomes citados continuam sendo Michelle Bolsonaro, com 22%, e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), com 20%.

    Flávio Bolsonaro participou de um culto em Brasília e, após o evento, reafirmou que sua decisão de se lançar candidato foi tomada após conversas com o pai, que está preso. Ele afirmou que aguardava o momento em que Jair Bolsonaro se sentiria “confortável” para autorizar o anúncio oficial da pré-candidatura.

    Segundo o senador, o ex-presidente já o sondava “há bastante tempo” sobre a possibilidade de disputar a Presidência, considerando o cenário político atual e as dificuldades enfrentadas pelo grupo. Flávio disse que a decisão final ocorreu após uma reunião familiar realizada na última semana, na qual discutiram os rumos políticos e o momento considerado adequado para tornar pública a candidatura.

    Agora, afirmou o senador, o foco é ampliar alianças, reunir apoiadores e iniciar a construção do projeto de governo que pretende apresentar ao eleitorado caso siga na disputa presidencial.

    Flávio admite retirar candidatura: 'Tenho um preço para isso'

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  • Michelle foi quem mais visitou Bolsonaro na PF desde a prisão

    Michelle foi quem mais visitou Bolsonaro na PF desde a prisão

    Preso desde o dia 22, Bolsonaro já recebeu a visita de Michelle e dos filhos. Carlos Bolsonaro (PL-RJ), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Jair Renan (PL-SC) e a caçula Laura Bolsonaro visitaram o ex-presidente.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) foi quem mais visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.

    Preso desde o dia 22, Bolsonaro já recebeu a visita de Michelle e dos filhos. Carlos Bolsonaro (PL-RJ), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Jair Renan (PL-SC) e a caçula Laura Bolsonaro visitaram o ex-presidente.

    Desde a prisão, Michelle foi quem fez mais visitas. Na quinta, a ex-primeira-dama visitou o marido pela terceira vez, acompanhada da filha Laura – que viu o pai pela primeira vez na prisão.

    Com duas visitas, Flávio foi o segundo familiar que mais visitou Bolsonaro. O senador ainda não visitou o ex-presidente após a confirmação de sua candidatura à Presidência em 2026. Michelle e Flávio devem visitar o ex-presidente na próxima terça-feira.

    Jair Renan e Carlos visitaram o pai uma vez cada. Carlos poderia ter ido visitar o pai pela segunda vez na quinta, mas a defesa de Bolsonaro pediu mudança na data, alegando que o vereador já possuía viagem marcada para Santa Catarina. O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido.

    A PF prevê que visitas a presos na unidade só podem ocorrer às terças e quintas-feiras. Os encontros são individuais, com duração de 30 minutos.

    Bolsonaro cumpre pena por trama golpista
    Ex-presidente foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão. A condenação foi por cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

    Do total, Moraes defendeu que 24 anos e 9 meses sejam cumpridos em regime de reclusão. Os demais 2 anos e seis meses em regime de detenção, além de 124 dias-multa fixados em dois salários mínimos.

    Ex-presidente pode ter progressão de pena e ir para o regime semiaberto em 2033 e ter liberdade condicional apenas em 2037, segundo a Vara de Execução Penal. Já o término da pena será em 4 de novembro de 2052.

    Além do ex-presidente, outros sete réus foram condenados por tentativa de golpe de Estado. Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto terão de cumprir penas que vão de 2 a 27 anos de prisão.

    Michelle foi quem mais visitou Bolsonaro na PF desde a prisão

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  • Flávio Bolsonaro tem o pior desempenho contra Lula entre nomes da direita

    Flávio Bolsonaro tem o pior desempenho contra Lula entre nomes da direita

    Conforme o levantamento, nomes da família Bolsonaro também têm maior rejeição do eleitor do que governadores situados no campo da direita. O índice de rejeição aos governadores fica, em geral, na casa dos 20% enquanto a dos Bolsonaros supera os 35%.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o nome da direita cotado para disputar a Presidência da República em 2026 com pior desempenho em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mostrou pesquisa Datafolha divulgada ontem. Conforme o levantamento, nomes da família Bolsonaro também têm maior rejeição do eleitor do que governadores situados no campo da direita. O índice de rejeição aos governadores fica, em geral, na casa dos 20% enquanto a dos Bolsonaros supera os 35%.

    Caso disputasse a presidência, Flávio Bolsonaro, que anunciou anteontem pré-candidatura ao Palácio do Planalto, ficaria 15 pontos atrás do petista na disputa de um eventual segundo turno. Flávio marcaria 36% dos votos, enquanto Lula teria 51%. Os votos brancos e nulos somariam 12%. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. O filho de Jair Bolsonaro (PL) é rejeitado por 38% dos entrevistados na pesquisa.

    O desempenho de Flávio seria semelhante ao de outros membros da família Bolsonaro. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) teria 35% das intenções de voto em um segundo turno contra o atual presidente, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) teria 39%. Na margem de erro, os três estão praticamente empatados na rejeição pelos entrevistados pelo Datafolha: 37% disseram que não votariam de jeito nenhum em Eduardo, enquanto 35% afirmaram o mesmo sobre Michelle.

    Segundo a pesquisa, a rejeição a Lula chega a 44%. Caso pudesse disputar as eleições do próximo ano, Jair Bolsonaro seria o candidato com o maior índice de reprovação, 45%. Atualmente, o ex-presidente está inelegível por ter sido condenado por ter tramado um golpe após ter sido derrotado por Lula nas eleições de presidenciais de 2022.

    GOVERNADORES

    Em termos de potencial de votação, Lula mostra maior vantagem sobre os candidatos da família Bolsonaro, mas, de acordo com a pesquisa, a vitória no segundo turno seria mais apertada contra os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Paraná, Ratinho Jr. (PSD).

    Em um eventual segundo turno, o petista venceria o atual governador de São Paulo com 47% dos votos ante 42% de Tarcísio. Segundo o Datafolha, numa simulação com os nomes de Lula e Ratinho Jr., o atual mandatário teria 47% dos votos, enquanto o governador do Paraná teria 41%. Considerando a taxa de rejeição, o índice de Tarcísio de Freitas é de 20%, superior à do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), que registra 18%, e inferior às de Ratinho Jr, do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Tanto Ratinho Jr. quanto Zema têm 21% de rejeição.

    O Datafolha ouviu 2.002 eleitores de terça a quinta-feira, antes portanto do anúncio de Flávio. O levantamento foi feito em 113 municípios e entrevistou eleitores acima de 16 anos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos. Lula manteve a vantagem em relação aos adversários, considerando a pesquisa anterior do instituto, de julho.

    E COMO FICA O PT?

    O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), disse ontem que a direita está \”sem bússola\” desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e o ex-mandatário \”está certo\” ao escolher o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como seu pré-candidato ao Planalto.

    \”A divisão da direita fortalece o nosso campo. Com uma coisa dessa, Tarcísio vai deixar o governo de São Paulo? Acho difícil. Quem quer tudo termina sem nada\”, disse Guimarães. \”Eles estão sem bússola com a prisão de Bolsonaro. Não existe uma liderança da direita que os unifique. Bolsonaro não quer protagonismo de Tarcísio.\”

    O líder o governo mencionou ainda o que ele considerou outras \”contribuições\” da oposição ao governo Lula. \”Lá (no Ceará) Michelle foi e deu uma grande contribuição\”, afirmou, em referência ao episódio em que a ex-primeira-dama foi ao palanque do pré-candidato ao governo do Estado Eduardo Girão (Novo) e fez críticas a Ciro Gomes (PSDB), também pré-candidato ao cargo, que estava acertando uma aliança com o PL cearense. Após as críticas de Michelle, a aliança entre o PL e o PSDB no Ceará saiu dos trilhos.

    Guimarães definiu o RJ, SP e MG como os Estados cruciais para o PT na eleição de 2026. No Rio de Janeiro, a aliança do PT já está fechada. O partido lançará a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) ao Senado e apoiará a candidatura do prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), ao governo do Estado.

    Nos outros dois Estados, a situação é incerta. Em SP, o PT poderá lançar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para a disputa do Palácio dos Bandeirantes, ou apoiar o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Em Minas Gerais, o PT ainda está em busca de uma aliança para definir o nome que apoiará na disputa.

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Flávio Bolsonaro tem o pior desempenho contra Lula entre nomes da direita

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  • Lulistas querem aproveitar pré-candidatura de Flávio Bolsonaro para avançar sobre centrão

    Lulistas querem aproveitar pré-candidatura de Flávio Bolsonaro para avançar sobre centrão

    Embora se dividam sobre as reais intenções do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lançar o nome do filho, aliados de Lula enxergam uma oportunidade de flerte com partidos que hoje integram o governo, mas ameaçavam se unificar em torno do nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    CATIA SEABRA E CAIO SPECHOTO
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Integrantes do governo Lula (PT) avaliam que o lançamento de Flávio Bolsonaro (PL) para a disputa presidencial facilitará uma investida sobre os partidos do centrão, seja essa candidatura para valer ou não.

    Embora se dividam sobre as reais intenções do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lançar o nome do filho, aliados de Lula enxergam uma oportunidade de flerte com partidos que hoje integram o governo, mas ameaçavam se unificar em torno do nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Como mostrou a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, integrantes do centrão avaliam que a aposta de Bolsonaro em Flávio visa a sobrevivência política da família e pode culminar no isolamento do pré-candidato.

    Nesse cálculo, a dispersão da direita permitiria a costura de acordos ao menos pela neutralidade dos partidos do centro, a exemplo do que aconteceu com o PSD em 2022.

    Ministros de Lula trabalham com duas hipóteses para a decisão de Bolsonaro. Uma ala do governo avalia que o ex-presidente estaria interessado apenas em preservar seu cacife político até o ano que vem para negociar seu apoio a outro candidato em melhores condições. Nesse caso, Flávio também sairia ganhando ao manter seu nome em evidência desde já com vistas à campanha para tentar se reeleger ao Senado.

    Na equipe de Lula, há também quem aposte na veracidade da candidatura de Flávio como forma de manter todo o capital político dos Bolsonaros com a família, ainda que sob risco de derrota para Lula nas eleições. A estratégia seria impedir a diluição desse espólio entre candidatos de centro.

    Um setor dos lulistas que aposta na candidatura de Flávio em 2026 avalia que ela mira, na verdade, 2030. Esse raciocínio parte do pressuposto de que adversário que for com Lula para o segundo turno, caso o petista seja reeleito, liderará a oposição nos quatro anos seguintes e será um nome consolidado para a eleição posterior.

    Esses colaboradores de Lula concordam em um ponto: o nome de Bolsonaro voltou ao centro do debate eleitoral no momento em que Tarcísio monopolizava as atenções à direita.

    Aliados do presidente da República lembram que, em suas conversas, ele repete que não escolhe adversários. Mas a novidade exigirá uma mudança na sua comunicação.

    Hoje focada nas críticas à gestão de Tarcísio e na apresentação do governador de São Paulo como candidato do sistema, a estratégia irá enfatizar a comparação com o governo Bolsonaro.

    A tônica de não escolher adversário não impede que aliados do presidente se manifestem. O ministro da Secretaria Geral, Guilherme Boulos, por exemplo, provocou Flávio no X, antigo Twitter. “Lula derrotou Bolsonaro em 2022. Agora vamos derrotar o filho em 26. Só não vai desmaiar no debate, Flávio Bolsonaro!”, disse o ministro, em referência a debate na campanha de 2016.

    O PT, partido de Lula, hesita em começar a se organizar desde já para uma campanha eleitoral com Flávio como adversário porque a cúpula da legenda não tem certeza que ele irá mesmo concorrer a presidente.

    Dirigentes petistas avaliam que o grupo político bolsonarista passa por mudanças constantes. O mais prudente, para eles, seria esperar até as candidaturas estarem mais definidas, do meio para o fim do primeiro semestre do ano que vem, e aí decidir o que fazer.

    Caso o cenário com Flávio se consolide, os correligionários de Lula veem uma possibilidade maior de obter apoio de outras legendas para a candidatura do presidente à reeleição, já que o senador carregaria desde o início da campanha o alto nível de rejeição de Bolsonaro.

    Petistas também observam que candidatos a governador, senador e deputado aliados de Lula ganhariam mais força no Nordeste e no Pará, além do norte de Minas Gerais, com uma candidatura de Flávio. São regiões onde Bolsonaro perdeu o segundo turno em 2022 e que costumam rejeitar o grupo político do ex-presidente.

    Lulistas querem aproveitar pré-candidatura de Flávio Bolsonaro para avançar sobre centrão

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  • Responsáveis da minuta do golpe de Estado começam a ser julgados

    Responsáveis da minuta do golpe de Estado começam a ser julgados

    O julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, dos responsáveis pela elaboração da minuta do golpe de Estado, num processo que levou já à condenação do ex-Presidente Jair Bolsonaro, inicia-se na terça-feira.

    De acordo com o Ministério Público, os acusados também são responsáveis por monitorar a “proposta de neutralização violenta de autoridades”, como o presidente brasileiro Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes.

    Além disso, eles também estavam envolvidos na articulação dentro da Polícia Rodoviária Federal (PRF) “para dificultar o voto de eleitores da região Nordeste” durante o segundo turno das eleições presidenciais em outubro de 2022, numa região conhecida por votar majoritariamente em Lula da Silva.

    O grupo chamado de Núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado é composto por Fernando de Sousa Oliveira (delegado da Polícia Federal), Filipe Garcia Martins Pereira (ex-assessor internacional da Presidência da República), Marcelo Costa Câmara (coronel da reserva do Exército e ex-assessor da Presidência), Marília Ferreira de Alencar (delegada e ex-diretora de Inteligência da Polícia Federal), Mário Fernandes (general da reserva do Exército) e Silvinei Vasques (ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal).

    Durante o julgamento, que deve terminar em 17 de dezembro, os acusados respondem pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

    Os mesmos crimes que, em 11 de setembro, levaram à condenação de Jair Bolsonaro, que foi considerado também o líder da organização criminosa.

    De acordo com o STF, “já foram julgados e condenados 24 réus pela tentativa de golpe: oito do Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete ex-integrantes do governo; sete do Núcleo 4; e nove do Núcleo 3.”

    Responsáveis da minuta do golpe de Estado começam a ser julgados

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  • Lula bate Flávio Bolsonaro por 15 pontos e Tarcísio por 5 no 2º turno, diz Datafolha

    Lula bate Flávio Bolsonaro por 15 pontos e Tarcísio por 5 no 2º turno, diz Datafolha

    Outros nomes da direita, como os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR), marcam 5 e 6 pontos de desvantagem, respectivamente.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Anunciado como candidato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para ser o rival de Lula (PT) na eleição de 2026, seu filho Flávio ficaria 15 pontos atrás do petista se um eventual segundo turno fosse hoje.

    Outros nomes da direita, como os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR), marcam 5 e 6 pontos de desvantagem, respectivamente.
    O senador pelo PL do Rio divulgou sua unção pelo pai, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe após perder o pleito de 2022 para Lula e que só poderá voltar a concorrer com 105 anos de idade, nesta sexta-feira (5).

    A indicação foi vista pelo centrão, pelo MDB e pelo PSD, a amálgama que está no governo Lula e também tem nomes para desafiá-lo, com desagrado. Os números da mais recente pesquisa do Datafolha sobre a sucessão do ano que vem colocam mais água nesse moinho.

    O instituto ouviu 2.002 eleitores de terça (2) a quinta (4), antes, portanto, do anúncio feito por Flávio. O levantamento foi feito em 113 municípios com maiores de 16 anos. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou menos.

    Começando pelo segundo turno, dado que a pulverização e a rejeição dos principais nomes na praça indicam que a fatura não deverá ser encerrada na primeira rodada, o que se vê é uma ampliação marginal do domínio de Lula ante o levantamento anterior, do fim de julho.

    No cenário contra Flávio, Lula marca 51% ante 36%; antes, ganhava de 48% a 37%. O sobrenome Bolsonaro é pesado no contexto.

    O Datafolha também testou o eventual nome do ex-presidente contra o sucessor, dado que até ter sua candidatura rejeitada pela Justiça Eleitoral Bolsonaro pode fazer campanha, como Lula então preso e inelegível fez em 2018 até lançar seu vice, Fernando Haddad (PT). O instituto procedeu da mesma forma naquele ano.

    A vantagem de Bolsonaro caiu no período, que coincidiu com sua condenação e prisão. Perdia por 47% a 43%, e agora por 49% a 40%. Mas as chances de ele disputar a eleição são, no horizonte visível, nulas.

    Já no mais pulverizado primeiro turno, Lula manteve sua vantagem, usual para quem busca a reeleição. O Datafolha testou cinco cenários, um deles com Jair Bolsonaro. Nos quatro que são factíveis hoje, Flávio e seu irmão têm o pior desempenho no embate familiar contra Lula.

    O presidente marca 41% das preferências, ante 18% do senador, 12% de Ratinho Jr., 7% do governador Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e 6% do chefe do Executivo de Minas, Romeu Zema (Novo).

    Na simulação em que Flávio dá lugar a Eduardo, que está nos Estados Unidos em ora minguante campanha contra as instituições brasileiras no que chama de perseguição ao pai, o resultado é idêntico.

    Já quando a madrasta deles entra em campo, há uma melhora para a família: Lula segue com 41%, ante 24% de Michelle, 10% de Ratinho Jr., 6% de Caiado e 5% de Zema.

    Na configuração com Tarcísio candidato, Lula novamente tem 41%, enquanto o governador chega a 23%. Ratinho Jr. tem 11%, Caiado, 6%, e Zema, 3%. Por óbvio esses cenários pressupõem uma desunião total da direita contra o nome óbvio do Planalto, sendo assim factível assumir que desistências possam ser incorporadas a candidaturas mais viáveis.

    Ocorre que a lógica política não prevê isso, e sim esperar o segundo turno para vender caras alianças. Nesse sentido, o que salta aos olhos é a toxicidade do sobrenome Bolsonaro nas opções para a rodada final.
    Rejeição

    Ela também fica explicitada na rejeição aferida dos candidatos, o segundo item mais importante na composição do índice de viabilidade de um projeto eleitoral.

    O patriarca do clã pontifica com 45% de eleitores que dizem que nunca votariam nele, empatado com Lula, 44%, considerando a margem de erro. Sem nunca ter disputado uma eleição nacional, contudo, já registram taxas altíssimas de rejeição o senador Flávio, com 38%, o deputado Eduardo, com 37%, e Michelle, com 35%.

    Bem mais abaixo vêm os governadores da direita, em sua maioria com avaliações de razoáveis a boas em seus estados, mas desconhecidos no nível federal. Zema e Ratinho Jr. têm 21% de rejeição, Tarcísio registra 20% e Caiado, 18%.

    Isso tudo coloca em perspectiva a escolha de Bolsonaro, vista como uma forma de buscar manter seu sobrenome relevante como o mais fote da direita, algo duvidoso dia após dia.

    Ainda há muito a ser jogado, mas por ora o cenário favorece Lula, embora sua alta rejeição e reprovação de 38%, ante 32% de uma aprovação estagnada nesta rodada do Datafolha, sejam motivos mais do que suficientes para acender alertas no Planalto para o tira-teima de 25 de outubro de 2026.

    Lula bate Flávio Bolsonaro por 15 pontos e Tarcísio por 5 no 2º turno, diz Datafolha

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  • Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    BRUNO RIBEIRO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) confirmou que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), indicou seu irmão Flávio para disputar a Presidência no ano que vem e criticou a reação negativa do mercado ao anúncio.

    “O mercado está muito bem, quase 15% ou mais de 15% de juros. E, quando você traz algum nome que possa reduzir essa margem de lucros, é lógico que o mercado fica preocupado. O mercado está preocupado com o dinheiro, não está preocupado com o público”, afirmou.

    O dólar fechou em disparada de 2,33% e a Bolsa caiu 4,30% nesta sexta-feira (5), após a notícia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu o filho Flávio, senador do Rio de Janeiro pelo PL, como seu candidato presidencial nas eleições de 2026.

    Carlos, que estava em São Paulo para receber uma homenagem da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) com o deputado federal Mário Frias (PL-SP), disse não ter detalhes sobre a indicação do irmão.

    “Eu só sei que meu pai decidiu e a gente vai apoiar. E é por aí, mas detalhes eu não posso dar para vocês porque, infelizmente, eu não tenho informação”, disse.

    “Fiquei sabendo pelo advogado do meu pai que meu pai deu essa decisão lá de Brasília”, completou.

    O vereador disse que não está preocupado com reações negativas à indicação do irmão por parte dos partidos do centrão. “Não estou preocupado com o centrão, não. O que o Bolsonaro decidir está decidido”, afirmou.

    Ele chamou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de amigo e disse que estarão juntos.

    “Eu tenho certeza de que o Tarcísio é um aliado nosso, é um amigo nosso, e acho que, se tiver algum problema -ou se tiver, acredito que não tenha-, todo mundo vai se alinhar para uma linha como o Tarcísio”, afirmou. “Deixo um grande abraço para ele.”

    O governador era cotado para receber a indicação de Bolsonaro para concorrer à Presidência, embora diga que tentará a reeleição em São Paulo.

    Antes da entrevista, durante o evento, ao fazer seu discurso de agradecimento, Frias disse que a indicação de Flávio era uma notícia “muito importante” e cobrou união da direita ao redor do senador.

    “O recado [com a indicação] é o seguinte: união, sim, desde que seja em torno de Jair Bolsonaro”, disse.
    Irmão do vereador, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi tratado como “exilado político que merece todo o nosso apoio” no início da cerimônia, durante discurso do deputado estadual Gil Diniz (PL).

    Pouco antes de o evento começar, cerca de 20 estudantes fizeram um protesto contra a concessão da homenagem ao vereador, gritando frases contra a anistia a Jair Bolsonaro.

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

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  • Alcolumbre recebeu Monjauro de empresário investigado pela PF, diz portal

    Alcolumbre recebeu Monjauro de empresário investigado pela PF, diz portal

    O empresário Roberto Leme teria presenteado o senador Davi Alcolumbre com canetas do produto, indicado para tratamento de diabetes e que é comumente utilizado para perda de peso

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), recebeu Monjauro do empresário Roberto Leme, conhecido como Beto Louco, investigado pela Polícia Federal na Operação Carbono Oculto, segundo reportagem do portal UOL.

    Mensagens trocadas entre Leme e um motorista particular de Brasília mostram, de acordo com a publicação, que o empresário presenteou o senador com canetas do produto, indicado para tratamento de diabetes e que é comumente utilizado para perda de peso.

    A Folha de S.Paulo procurou Alcolumbre, via assessoria, e ainda aguarda retorno. A reportagem do UOL também procurou o presidente do Senado desde a tarde de quarta (3), mas não houve resposta.

    Leme está foragido e é apontado pela PF como líder de um esquema de fraude em combustíveis e lavagem de dinheiro. Ele também é alvo de mais duas operações: Tank e Quasar. Uma das suspeitas envolve a ligação de postos de gasolina investigados com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

    O caso das canetas Monjauro teria acontecido por volta de agosto de 2024, quando Alcolumbre já era o favorito à sucessão na presidência da Casa, no lugar de Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

    Ao saber do interesse do senador no medicamento, sob o relato de dificuldades para acessar o produto no Brasil, Beto Louco teria prometido a Alcolumbre arrumar algumas canetas com um contato em São Paulo e entregá-las rapidamente em Brasília, de acordo com o UOL.

    O motorista de Alcolumbre, Janduí Nunes Bezerra Filho, confirmou ao portal que se lembrava da entrega feita e confirmou conhecer o motorista de Beto Louco que entregou o medicamento.

    A defesa de Beto Louco disse à reportagem do Uol desconhecer os fatos. Também negou que o empresário tenha relação com o PCC.

     

    Alcolumbre recebeu Monjauro de empresário investigado pela PF, diz portal

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