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  • Dólar sobe e Bolsa cai com guerra no Irã e alta do petróleo em foco

    Dólar sobe e Bolsa cai com guerra no Irã e alta do petróleo em foco

    No começo da tarde, o Ibovespa, índice de referência do mercado brasileiro, caía 0,12%, a 183.210 pontos, apagando parte dos ganhos da manhã. Já o dólar avançava 0,14%, cotado a R$ 5,164

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar sobe nesta quarta-feira (11), conforme a incerteza em relação aos efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio impacta investidores e beneficia o setor petrolífero brasileiro.

    Durante o pregão, o petróleo volta a se valorizar com as tensões envolvendo EUA e Israel contra Irã. Analistas também acompanham o índice CPI, que mede a inflação dos EUA, e a pesquisa Genial/Quaest sobre as eleições presidenciais deste ano.

    Às 15h33, o Ibovespa, índice de referência do mercado brasileiro, caía 0,12%, a 183.210 pontos, apagando parte dos ganhos da manhã. No mesmo horário, o dólar avançava 0,14%, cotado a R$ 5,164.

    O ambiente de tensão no Oriente Médio continua impactando os preços. Nesta quarta, o Irã atacou pelo menos três navios mercantes no golfo Pérsico para reafirmar a decisão de manter o estratégico estreito de Hormuz fechado.

    “Se preparem para o petróleo a US$ 200 o barril, porque o preço depende da segurança regional que vocês desestabilizaram”, disse o porta-voz militar iraniano Ebrahim Zolfaqari.

    Com o ambiente mais bélico, o petróleo chegou a subir 5,87%, cotado a US$ 92,96 (R$ 479,63), após despencar 11,3% na terça-feira (10) em virtude de uma fala do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o fim da guerra no Irã.

    Na segunda-feira, o republicano afirmou que o conflito está “praticamente encerrado” e que Washington está “muito à frente” do prazo, inicialmente estimado entre quatro e cinco semanas. A declaração foi vista com alívio em meio às preocupações sobre o mercado de energia.

    Desde que Estados Unidos e Israel bombardearam o Irã no fim de fevereiro, o Oriente Médio vive um cenário de guerra regional, à medida que os ataques se espalharam por territórios vizinhos e passaram a dar sinais de que a área -estratégica para o comércio de petróleo do mundo- poderia estar diante de um gargalo energético.

    Na segunda, o petróleo chegou a ficar próximo de US$ 120 por barril. O maior temor diz respeito ao transporte de navios no estreito, localizado na costa iraniana e por onde trafega 20% da produção mundial de petróleo.

    Um bloqueio prolongado do estreito poderia gerar um efeito cascata na economia mundial, com repique na inflação e, por consequência, nas taxas de juros de países já avançados dos ciclos de afrouxamento.

    Para evitar que o cenário se agrave, ministros de energia dos países do G7 negociam a liberação de reservas estratégicas de petróleo. Na última terça-feira, uma reunião do bloco sobre o tema foi feita, mas um acordo ainda não foi fechado.

    Os ministros aguardam uma avaliação da AIE (Agência Internacional de Energia) para definir os próximos passos. Segundo a Reuters, a agência irá recomendar a liberação de 400 milhões de barris de petróleo em sua maior ação na história.

    Durante o pregão, também houve a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) de fevereiro. O índice subiu 0,3% no mês passado, depois de ter avançado 0,2% em janeiro, informou o Departamento do Trabalho. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,3%.

    Segundo Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, o conflito no Oriente Médio ainda não refletiu no índice. “O principal desafio está relacionado aos efeitos do conflito, especialmente nos preços dos combustíveis. A prolongação do conflito tende a restringir ainda mais o abastecimento de petróleo e seus derivados, o que pode retardar a desinflação dos EUA”.

    No radar dos investidores, há também a divulgação da pesquisa presidencial Genial/Quaest, que deve afetar as cotações. Segundo Datafolha divulgado no domingo, a disputa deve ir para o segundo turno e ser entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), empatados tecnicamente no pleito -com o senador marcando 43% ante 46% do presidente.

    No mercado de ações brasileiro, destaque para o setor petroleiro, que sobe em bloco. As ações ordinárias da Petrobras subiram até 4,7% durante o pregão; Prio e Brava avançam até 4,4% e 3,2%, respectivamente. Na ponta negativa, Raízen, que pediu recuperação extrajudicial, caía até 17,3% na mínima da sessão.

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  • Petrobras vai leiloar diesel no RS, em meio a relatos de escassez do produto

    Petrobras vai leiloar diesel no RS, em meio a relatos de escassez do produto

    Petrobras disponibilizará o combustível por meio de leilão após reclamações de transportadores e produtores sobre dificuldades no acesso ao diesel no Rio Grande do Sul. Setor aponta que distribuidoras não estariam atendendo parte dos pedidos feitos por revendedores

    A Petrobras vai leiloar 20 milhões de litros de diesel para entrega a partir de 16 de março, segundo fontes próximas ao assunto. O combustível será entregue em Canoas, no Rio Grande do Sul, e, de acordo com as fontes, atende a um pedido das chamadas Transportadoras-Revendedoras-Retalhistas (TRRs), que vendem diretamente para produtores rurais, indústrias e transportadoras.

    Na terça-feira (10), o sindicato das TRRs informou que se reuniu com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para relatar restrições no fornecimento de diesel pelas distribuidoras.

    “A entidade apresentou várias comprovações de solicitações de pedidos das associadas que não foram atendidos”, afirmou o sindicato.

    Segundo uma fonte do setor, que pediu anonimato, o problema não está relacionado à falta de combustível, mas ao atendimento das distribuidoras.

    “Não está faltando produto, mas houve reclamação das TRRs de que seus pedidos não estavam sendo atendidos pelas distribuidoras”, disse.

    Em nota, a Petrobras afirmou que a venda de combustíveis por meio de leilão é uma prática prevista nos contratos com as distribuidoras.

    “A venda de produtos por meio de leilão é uma prática comercial prevista nos contratos firmados com as distribuidoras, com o objetivo de complementar a oferta regular ou capturar oportunidades por meio da venda de volumes adicionais, de forma competitiva, transparente e isonômica”, informou a empresa.

    Produtores do Rio Grande do Sul já haviam alertado a ANP sobre dificuldades no acesso ao combustível. Segundo relatos do setor, a oferta teria sido impactada pelo agravamento da guerra entre Estados Unidos e Irã.

    Na segunda-feira (9), a ANP informou que equipes técnicas foram mobilizadas para verificar as instalações e as operações relacionadas ao abastecimento no Estado.
     
     

     

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  • Gigante do setor agroenegético, Raízen pede recuperação extrajudicial

    Gigante do setor agroenegético, Raízen pede recuperação extrajudicial

    Em um comunicado divulgado esta manhã, a companhia afirma que o objetivo do pedido é “assegurar um ambiente jurídico estável, protegido e adequado para a negociação e implementação da reestruturação das dívidas financeiras quirografárias do Grupo Raízen”

    Maior produtora mundial de etanol e biomassa de cana-de-açúcar e uma das gigantes do setor de agroenergia, a Raízen apresentou pedido de recuperação extrajudicial nesta quarta-feira (11). Segundo a companhia, a proposta de renegociação de suas dívidas, que superam os R$ 65,1 bilhões, foi acordada com seus principais credores.

    Em um comunicado divulgado esta manhã, a companhia afirma que o objetivo do pedido é “assegurar um ambiente jurídico estável, protegido e adequado para a negociação e implementação da reestruturação das dívidas financeiras quirografárias do Grupo Raízen”.

     

    Dívidas quirografárias são os créditos a receber não cobertos por uma chamada garantia real, como uma hipoteca, e que não gozam de preferência na ordem de pagamento. Assim, em caso de falência ou recuperação via judicial, os credores quirografários são os últimos a receber os valores que lhes são devidos.

    De acordo com a Raízen, o Plano de Recuperação Extrajudicial apresentado junto ao pedido distribuído à Comarca da Capital de São Paulo conta com a adesão de seus principais credores, titulares de mais de 47% das dívidas financeiras quirografárias – percentual superior ao quórum mínimo legal de um terço dos créditos afetados e suficiente para o ajuizamento do pedido de Recuperação Extrajudicial.

    “O Grupo Raízen dispõe do prazo de 90 dias, a contar do processamento da Recuperação Extrajudicial, para obter o percentual mínimo necessário à homologação do seu plano de recuperação extrajudicial, assegurando, assim, a vinculação de 100% dos créditos sujeitos aos novos termos e condições de pagamento a serem definidos no Plano”, explica a companhia em seu comunicado.

    Ainda segundo a companhia, a iniciativa tem escopo limitado, não abrangendo as dívidas e obrigações do Grupo Raízen com clientes, fornecedores, revendedores e outros parceiros de negócios, que permanecem vigentes, sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos.

    O plano de Recuperação Extrajudicial poderá envolver a capitalização do Grupo Raízen por seus acionistas; a conversão de parte dos Créditos Sujeitos em participação acionária na Companhia; a substituição de parte dos Créditos Sujeitos por novas dívidas; reorganizações societárias, destinadas à segregação de parcela dos negócios atualmente conduzidos pelo Grupo Raízen e a venda de ativos do grupo.

    Com mais de 45 mil colaboradores e 15 mil parceiros de negócios espalhados por todo o Brasil, o Grupo Raízen controla 35 usinas de produção de açúcar, etanol e bioenergia, tendo anunciado uma receita líquida de R$ 255,3 bilhões na safra 2024/2025.

    “As operações do Grupo Raízen seguem sendo conduzidas normalmente, no atendimento a clientes, na relação com fornecedores e na execução de seus planos de negócios. A Raízen manterá seus acionistas e o mercado informados acerca de quaisquer desdobramentos relevantes relacionados a este tema”, destacou a companhia, procurando tranquilizar seus acionistas e parceiros comerciais.

     

     

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  • Petróleo chega a subir mais de 5% após registrar maior queda em quatro anos com temores sobre guerra

    Petróleo chega a subir mais de 5% após registrar maior queda em quatro anos com temores sobre guerra

    A preocupação com o preço do petróleo impactou nas negociações da Bolsa, que refletiu a variação. De madrugada (em Brasília), quando o movimento era de queda no preço do barril, as principais Bolsas da Ásia fecharam em alta

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após dois dias de forte oscilação, o preço do petróleo começou a sessão de quarta-feira (11) em queda, reverteu a tendência e chegou a subir 5,87%, antes de diminuir o valor, mas seguir em alta em relação ao fechamento na terça-feira (10).

    As Bolsas da Ásia fecharam em alta, mas os principais índices da Europa operam em queda, enquanto o ouro está se desvalorizando.

    O barril Brent, referência mundial, começou o dia em queda e chegou a perder 1,72%, cotado a US$ 86,29 (R$ 445,21), às 1h30 (horário de Brasília). Aos poucos, ele passou a subir com a divulgação de novos ataques do Irã a navios-petroleiros e a ameaça de bombardeiros a bancos e outros setores econômicos de EUA e Israel.

    Em seu ápice, o contrato de maio do petróleo alcançou US$ 92,96 (R$ 479,63), alta de 5,87%, às 6h45. Depois da informação que Japão e Alemanha aceitaram liberar parte de seu estoque emergencial de petróleo, o preço do barril reduziu o valor, mas permanecia em valorização de 4,28%, a US$ 91,60 (R$ 472,61), às 9h35.

    Os altos e baixos desta quarta ocorrem após um dia de forte queda nessa terça, quando o petróleo chegou a desabar 18% e fechou a sessão com desvalorização de 11,3%, a US$ 87,80, maior perda diária desde março de 2022. Na segunda, o movimento foi justamente o contrário com o valor do barril chegando a disparar 28%, alcançando US$ 119,46, mas passou a cair na sessão e fechou a US$ 89,79.

    O barril WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, também começou em queda nesta quarta, chegou a subir 6,5% e diminuiu a alta para 4,41%, cotado a US$ 87,13 (R$ 449,55).

    Na noite de terça, o jornal The Wall Street Journal divulgou que a AIE (Agência Internacional de Energia) aceitou liberar cerca de 300 milhões de barris de petróleo para reestabelecer o fornecimento no mundo, impactado pela paralisação do tráfego marítimo no estreito de Hormuz, que passa pelo litoral iraniano e é a rota de 20% da produção mundial de petróleo e gás.

    A informação da liberação não foi oficializada pela AIE, mas os ministros de Finanças da Alemanha e do Japão divulgaram, horas depois, que vão liberar parte de suas reservas de petróleo. A quantidade não foi anunciada.

    Em nota aos clientes, os analistas do Goldman Sachs disseram que a liberação de estoque deste porte seria suficiente para compensar 12 dias da interrupção das exportações do Golfo, estimada pelo banco de investimentos em 15,4 milhões de barris por dia.

    Mas outros analistas mostraram-se céticos quanto à proposta da AIE e seu impacto sobre os preços do petróleo. “Movimentos como a liberação do SPR da AIE não são a solução para a crise. A evolução dos preços do petróleo dependerá da duração da guerra com o Irã”, afirmou Suvro Sarkar, líder da equipe do setor de energia do DBS.

    Trump tem dito repetidamente que os EUA estão preparados para escoltar navios-tanque pelo estreito de Hormuz quando necessário. No entanto, fontes disseram que o movimento ainda não ocorreu.

    BOLSAS DA ÁSIA SOBEM, MAS CAEM NA EUROPA E NOS EUA

    A preocupação com o preço do petróleo impactou nas negociações da Bolsa, que refletiu a variação. De madrugada (em Brasília), quando o movimento era de queda no preço do barril, as principais Bolsas da Ásia fecharam em alta, com destaque para Seul, que ganhou 1,4%, mesma variação em Tóquio. O índice SSEC, em Xangai, subiu 0,25%.

    Porém, de manhã, quando o petróleo subia, as Bolsas da Europa passaram a cair, com o índice Euro STOXX 600, referência na União Europeia, em queda de 0,89%, às 9h30. Outras Bolsas europeias também desvalorizavam como Frankfurt (-1,10%), Londres (-0,70%), Paris (-0,67%), Madri (-0,36%) e Milão (-0,87%).

    Já as Bolsas dos EUA subiam antes da abertura do mercado com Dow Jones em alta de 0,23%, mesma variação de S&P 500. A Nasdaq tinha valorização de 0,19%. O ouro, por sua vez, registrava queda de 0,89%, cotado a US$ 5.195,50 (R$ 26,81 mil).

    Petróleo chega a subir mais de 5% após registrar maior queda em quatro anos com temores sobre guerra

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  • Dólar tem leve alta após série de quedas; mercado está de olho na guerra no Oriente Médio

    Dólar tem leve alta após série de quedas; mercado está de olho na guerra no Oriente Médio

    Moeda americana avança após sequência de quedas frente ao real e acompanha a valorização global do dólar. Investidores monitoram a alta do petróleo em meio às tensões no Oriente Médio, além de indicadores econômicos divulgados no Brasil e no exterior

    O dólar operava em alta leve no mercado à vista por volta das 9h30 da manhã desta quarta-feira, 11, em ajuste técnico após acumular queda de 2,45% ante o real nas últimas três sessões e acompanhando o viés positivo da divisa americana no exterior frente outras moedas principais e as emergentes ligadas a commodities. O mercado segue de olho no avanço do petróleo em meio às incertezas com os desdobramentos e duração da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

    Na agenda do dia, as vendas do varejo no Brasil subiram 0,4% em janeiro ante dezembro, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. Na comparação anual, o avanço foi de 2,8%, com alta de 1,6% no acumulado em 12 meses. No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, as vendas cresceram 0,9% no mês e 1,1% em relação a janeiro de 2025, com estabilidade no acumulado em 12 meses.

    Pesquisa Realtime/Bigdata mostra Flávio Bolsonaro liderando no Rio de Janeiro com 40% das intenções de voto, contra 35% de Lula. Ratinho Jr. tem 6% e Romeu Zema 4%. Com Eduardo Leite, Flávio vai a 41% e Lula a 36%; com Ronaldo Caiado, Flávio mantém 40% e Lula 35%. Lula lidera em rejeição, com 51%, seguido de Flávio com 48%. Avaliação do governo mostra 56% de desaprovação e 38% de aprovação. Margem de erro é de 2 pontos.

    No exterior, a inflação anual medida pelo índice de preços ao consumidor (CPI) da OCDE caiu para 3,3% em janeiro de 2026, ante 3,6% em dezembro de 2025. Segundo a organização, a taxa recuou em 22 dos 35 países com dados disponíveis, ficou estável em oito e subiu em apenas cinco.

    Dólar tem leve alta após série de quedas; mercado está de olho na guerra no Oriente Médio

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  • Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

    Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

    Levantamento da revista Forbes reúne 70 brasileiros entre os bilionários do mundo. Eduardo Saverin lidera pelo terceiro ano seguido, seguido por nomes do setor financeiro e de grandes grupos empresariais, como André Esteves, Jorge Paulo Lemann e integrantes da família Moreira Salles

    (FOLHAPRESS) – O ranking anual de bilionários da Forbes divulgado nesta terça-feira (10) tem 70 brasileiros. No topo pelo terceiro ano consecutivo está o cofundador do Facebook (hoje Meta) Eduardo Saverin, com fortuna de US$ 35,9 bilhões (R$ 184,3 bilhões).

    Membros da família Moreira Salles, fundadora do Unibanco e hoje parte do Itaú, André Esteves, do BTG Pactual, além de Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira também marcam presença na lista dos dez mais riscos.

    Entre os nomes, a maioria (7) tem atividades nos setores bancário e de investimentos. A lista é elaborada com base nos preços de ações negociadas em Bolsa, com fechamento em 1º de março, além de itens como imóveis e obras de arte.

    Líder da lista, Saverin foi colega de Mark Zuckerberg na Universidade Harvard em 2004, quando fundaram, com outras três pessoas, a rede social Facebook. A fortuna do empresário brasileiro subiu de US$ 34,5 bilhões para US$ 35,9 bilhões de 2025 para 2026, um aumento de cerca de 4%.

    A alta acompanha o avanço das receitas da Meta, que registrou US$ 59,9 bilhões no quarto trimestre de 2025. A empresa tem intensificado os investimentos em IA.

    O patrimônio de Saverin o coloca distante do segundo lugar, o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, que registrou uma fortuna de US$ 20,2 bilhões no ranking.

    Entre as bilionárias, destaque para Ana Lucia Villela, membro do conselho de administração do Itaú que aparece na 30ª posição entre os ricos brasileiros, com fortuna de US$ 2,5 bilhões.

    A lista também traz a brasileira Amelie Voigt Trejes, 20, como uma das bilionárias mais jovens do mundo. A fortuna vem da herança de seu avô, Werner Ricardo Voigt, fundador da WEG, e totaliza US$ 1,1 bilhão.

    BRASILEIROS MAIS RICOS DE 2026, SEGUNDO A FORBES

    1. Eduardo Saverin (Facebook): US$ 35,9 bilhões
    2. André Esteves (BTG Pactual): US$ 20,2 bilhões
    3. Jorge Paulo Lemann e família (3G e Ambev): US$ 19,8 bilhões
    4. Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú): US$ 9,9 bilhões
    5. Pedro Moreira Salles (Itaú): US$ 9,1 bilhões
    6. Jorge Moll Filho e família (Rede D’Or): US$ 7,5 bilhões
    7. Max Van Hoegaerden Herrmann Telles (3G e Ambev): US$ 7,4 bilhões
    8. Carlos Alberto Sicupira e família (3G e Ambev): US$ 6,9 bilhões
    9. Miguel Krigsner (Boticário): US$ 6,8 bilhões
    10. Alex Behring (3G): US$ 5,8 bilhões

    Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

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  • Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

    Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

    Principais credores são os bancos; acordo foi fechado com Itaú e outros detentores de 46% da dívida; grupo reforçou que medida não afeta pagamento a fornecedores e que lojas funcionam normalmente

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A incerteza sobre a “continuidade operacional” do GPA (Grupo Pão de Açúcar), uma das maiores e mais tradicionais empresas do varejo brasileiro, que havia sido mencionada pela administração do grupo no último balanço, foi conhecida com mais detalhes nesta terça (10), quando a empresa anunciou acordo com os seus maiores credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial, que engloba dívidas de R$ 4,5 bilhões.

    Diferentemente do plano de recuperação judicial, pelo qual passa a Americanas, por exemplo, em que todas as dívidas do grupo (trabalhistas, com fornecedores, bancos etc.) são renegociadas na Justiça, na recuperação extrajudicial a empresa escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao judiciário.

    Segundo André Moraes, sócio do Moraes & Savaget Advogados, para iniciar o pedido extrajudicial, é necessária a adesão de credores que representem ao menos um terço das dívidas selecionadas,. Após o protocolo, a empresa tem um prazo de 90 dias para elevar esse apoio para a maioria simples (50% mais um), atingindo o quórum necessário para a validação.

    No caso do GPA, os maiores credores são os bancos. O acordo foi assinado com instituições que concentram 46% dos créditos sujeitos ao plano (R$ 2,1 bilhões), percentual superior ao quórum mínimo de um terço dos créditos afetados, conforme prevê a lei. São elas Itaú, Robobank, HSBC e BTG, apurou a reportagem.

    “Ficam expressamente excluídas obrigações correntes junto a fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas”, afirmou o grupo, em comunicado.

    As ações da empresa enfrentaram forte queda no pregão da B3 desta terça e chegaram a entrar em leilão logo no início das negociações, quando o tombo era de mais de 8%. Fecharam com perdas de 2,93%, a R$ 2,65.

    Segundo a companhia, o plano já produz efeitos imediatos e prevê a suspensão temporária das obrigações financeiras junto aos credores incluídos no processo. Com isso, a empresa tem 90 dias para ampliar a adesão ao acordo e negociar uma solução definitiva para sua estrutura de capital.

    O GPA afirmou que vai divulgar detalhes adicionais sobre o processo e os documentos da reestruturação em seu site de relações com investidores nas próximas semanas.

    EFEITO CASINO

    O período de 90 dias funciona como uma trégua nas cobranças enquanto a varejista tenta reorganizar o perfil de seu endividamento e buscar um equilíbrio financeiro. O que está sendo muito difícil, conforme apontam ex-executivos da empresa e fontes próximas ao atual comando, ouvidos pela reportagem.

    O Casino, que comandou o Pão de Açúcar entre 2012 e 2023, fez uma “limpa” nos ativos do grupo, na tentativa de aliviar o seu próprio endividamento na França. Entre 2012, quando passou às mãos do Casino, e 2023, quando os franceses deixaram o controle, o GPA encolheu 64% em receita bruta.

    Sob a gestão do Casino, o grupo usou o caixa da venda das Casas Bahia, em 2019, para comprar a varejista colombiana Éxito, o que, segundo essas fontes, era um ativo não estratégico para o Brasil. Foi uma compra da ordem de US$ 9 bilhões, desfeita cinco anos depois, por cerca de US$ 700 milhões. O restante do dinheiro de Casas Bahia teria sido dividido entre os sócios; já o GPA, que detinha 97% das ações do Éxito, ficou praticamente sem nada.

    De acordo com os executivos, esse capital poderia ter resolvido a dívida líquida do GPA. Mas os franceses seguiram abrindo mão dos ativos em negociações malfeitas, como a venda da CNova, o braço de comércio eletrônico do Casino, do qual o GPA detinha 33%.

    Por meio de sua assessoria de imprensa, o Casino respondeu que sua estrutura acionária e de governança “sofreu alterações significativas” desde abril do ano passado. As mudanças se referem à saída do ex-dono do Casino, Jean-Charles Naouri, que passou o controle do grupo para um consórcio liderado pelo bilionário tcheco Daniel Kretinsky. “Nesse contexto, o Casino não pretende comentar retrospectivamente sobre a gestão anterior do GPA.”

    Entre 2024 e o início de 2025, o Casino foi abrindo mão da sua participação, mas continuou como principal acionista. Essa posição, porém, mudou em maio do ano passado, quando a família Coelho Diniz, dedicada ao varejo no interior de Minas Gerais, se tornou o acionista mais relevante do grupo, somando 24,6% de participação.

    TENTATIVA DE MANTER A CONFIANÇA DOS FORNECEDORES

    A empresa fez questão de destacar no comunicado desta terça que o pagamento dos fornecedores segue normalmente. No último dia 3, o GPA enviou uma carta a fornecedores para tentar conter temores de ruptura no abastecimento das lojas. No documento, o CEO Alexandre Santoro afirmou que as negociações em curso envolviam apenas credores financeiros -principalmente bancos e detentores de dívida- e não afetariam os parceiros comerciais da rede.

    A carta veio no dia seguinte ao rebaixamento da nota do grupo de “A” para “CCC” pela agência de classificação de risco Fitch. A nota indica risco substancial de calote e capacidade muito fraca de pagamento. Foi o segundo corte consecutivo desde novembro, quando o grupo já tinha perdido o grau “AA”. A agência apontou o aumento do risco de refinanciamento das dívidas, a piora da liquidez e a expectativa de fluxo de caixa livre negativo nos próximos anos caso o endividamento não fosse reduzido.

    No comunicado desta terça, a varejista ressaltou estar em dia com pagamentos a fornecedores e parceiros comerciais -grupos que foram excluídos do plano justamente para evitar impactos na operação do negócio. A companhia disse ainda que a recuperação extrajudicial foi desenhada para preservar a operação das lojas. Segundo a empresa, as unidades seguem funcionando normalmente e o abastecimento não será afetado.

    O GPA afirmou que o objetivo da reestruturação é fortalecer o balanço e melhorar a sustentabilidade financeira no longo prazo. A decisão foi autorizada de forma unânime pelo conselho de administração e faz parte de negociações que vinham sendo conduzidas nas últimas semanas com instituições financeiras e detentores de títulos da empresa.

    BALANÇO INDICAVA ROMBO

    No final de fevereiro, a divulgação do balanço de 2025, em que a administração mencionava “incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da companhia”, já expôs a dimensão do problema. O GPA possui cerca de R$ 1,7 bilhão em dívidas com vencimento já em 2026 e terminou o último trimestre com capital de giro líquido negativo em aproximadamente R$ 1,2 bilhão. O endividamento total do grupo girava em torno de R$ 4 bilhões.

    Além disso, a companhia revelou a existência de R$ 15 bilhões em disputas tributárias classificadas como “perdas possíveis” -valores que não estão provisionados no balanço, mas que representam um risco potencial. Também existe um passivo trabalhista da ordem de R$ 17 bilhões. Mas essas duas dívidas que somam R$ 32 bilhões não entraram no pedido de recuperação extrajudicial.

    O excesso de discrição da família Coelho Diniz piora o cenário. Desde que se tornaram os principais acionistas do grupo, em maio do ano passado, no lugar do Casino, os Coelho Diniz não deram entrevistas. A família mineira controla uma rede de supermercados de mesmo nome, no leste de Minas Gerais. Faturam cerca de R$ 2 bilhões ao ano e passaram a dar as cartas em uma empresa que fatura mais de R$ 20 bilhões.

    A nova estrutura acionária do GPA foi um dos motivos que levaram ao rebaixamento da nota do grupo. “A Fitch ainda possui visibilidade limitada sobre a estratégia da companhia a médio e longo prazos, bem como em relação ao apetite por risco e à capacidade de executar as medidas necessárias para fortalecer seu perfil de crédito”, informou a agência.

    Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

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  • Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Faturamento foi R$ 1,39 trilhão, representando 10,8% do PIB; Demanda doméstica foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período

    No ano passado, a indústria brasileira de alimentos e bebidas apresentou um faturamento de R$ 1,39 trilhão, o que representou alta de 8,02% na comparação com o ano anterior. O montante representa 10,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para 2025.

    Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o grande destaque do ano foi o mercado interno, que respondeu por R$ 1,02 trilhão desse total, sendo que R$ 732 bilhões são decorrentes do varejo e o restante, do food service, que vem retomando sua fatia de participação.

    A demanda doméstica, diz a associação, também foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período. De acordo com a Abia, esse resultado reflete a recomposição gradual do consumo das famílias, o avanço do consumo fora do lar e também os ganhos de eficiência obtidos pelas empresas ao longo do ano. 

    Quanto às exportações, a indústria de alimentos e bebidas registrou um crescimento de 0,7% em 2025, somando US$ 66,73 bilhões. A Ásia foi o principal destino, alcançando US$ 27,4 bilhões. Já os Estados Unidos importaram US$ 4,9 bilhões em produtos brasileiros, um aumento de 9,2% no período, apesar das elevações tarifárias que foram aplicadas ao setor.

    O balanço apresentado pela associação também apontou que a força de trabalho direta alcançou 2,12 milhões de empregados, um crescimento de 2,4% em relação a 2024. Somando os empregos indiretos, a cadeia produtiva chegou a 10,6 milhões de postos de trabalho o que corresponde, de acordo com a Abia, a 10,3% de toda a força de trabalho ocupada do país.

    Perspectivas

    Para este ano, a Abia espera que as vendas reais cresçam entre 2% e 2,5%, impulsionadas pelo mercado doméstico e pela recuperação gradual do mercado internacional. A geração de empregos também deve crescer, com alta entre 1% e 1,5%.

    “Em 2026, a combinação de estabilidade da safra, redução gradual dos juros e um ambiente econômico de crescimento moderado, no Brasil e no mundo, cria condições mais previsíveis para o planejamento e o investimento. Ainda haverá desafios, especialmente do lado dos custos, mas o setor entra nesse ciclo com bases sólidas para crescer de forma sustentável, gerar empregos e seguir cumprindo seu papel estratégico no desenvolvimento do país”, disse João Dornellas, presidente executivo da Abia.

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

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  • Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Na tarde desta terça-feira (10), a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142; Bolsa avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta terça-feira (10), com investidores repercutindo declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o fim da guerra no Irã estar próximo.

    Na segunda-feira, o republicano afirmou que o conflito está “praticamente encerrado” e que Washington está “muito à frente” do prazo, inicialmente estimado entre quatro e cinco semanas. Com isso, o preço do petróleo chegou a desabar mais de 10%, e índices acionários em todo o mundo operam em alta.

    No Brasil, a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142, por volta das 15h30. A Bolsa, por outro lado, avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem, entre os destaques negativos.

    A declaração de Trump foi vista com alívio em meio às preocupações sobre o mercado de energia.

    Desde que Estados Unidos e Israel bombardearam o Irã no fim de fevereiro, o Oriente Médio vive um cenário de guerra regional, à medida que os ataques se espalharam por territórios vizinhos e passaram a dar sinais de que a área -estratégica para o comércio de petróleo do mundo- poderia estar diante de um gargalo em formação.

    Na segunda, o petróleo chegou a ficar próximo de US$ 120 por barril, com países cogitando cortar a produção depois que o Irã ameaçou incendiar navios que trafegassem pelo estreito de Hormuz, canal por onde passam 20% de todo petróleo e gás do mundo. A via também é fundamental para o transporte de fertilizantes, plásticos, carnes e grãos.

    Um bloqueio prolongado do estreito poderia gerar um efeito cascata na economia mundial, com repique na inflação e, por consequência, nas taxas de juros de países já avançados dos ciclos de afrouxamento.

    A fala de Trump, nesse sentido, tirou pressão dos mercados. Um desfecho rápido pode normalizar o tráfego pelo estreito e impedir que a disparada de preços seja profundamente sentida por consumidores em todo o mundo. O fim do conflito também permitiria que países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar retomassem a produção de petróleo paralisada.

    O barril do petróleo Brent, em resposta, viveu uma das sessões de maior volatilidade de sua história na segunda. O barril chegou a alcançar o pico de US$ 119,46 pela manhã, perdeu fôlego e rondou US$ 100 à tarde, até desabar para US$ 90 após a declaração de Trump. Nesta terça, a queda era de mais de 10%, a US$ 88.

    “Claramente, os comentários de Trump sobre uma guerra de curta duração acalmaram os mercados. Embora tenha havido uma reação exagerada para o lado positivo ontem, achamos que há uma reação exagerada para o lado negativo hoje”, avalia Suvro Sarkar, líder da equipe do setor de energia do DBS Bank, acrescentando que o mercado estava subestimando os riscos nesses níveis para o Brent.

    Ainda na segunda-feira, porém, após os comentários de Trump, a Guarda Revolucionária do Irã disse que irá determinar o fim da guerra e que Teerã não permitirá que um litro de petróleo seja exportado da região se os ataques dos EUA e de Israel continuarem.

    Nos mercados, prevaleceu o discurso de Trump. Mas especialistas em energia avaliam que a guerra no Irã já causou a maior disrupção na produção de petróleo da história e que os riscos de um efeito cascata na economia global dependem da duração do conflito.

    Grandes bancos, como Barclays e JPMorgan Chase, por exemplo, afirmam que o barril pode testar a casa de US$ 120 se o conflito persistir por mais algumas semanas. Para efeito de comparação, o Brent chegou à máxima de US$ 128 logo no início da guerra da Ucrânia, em março de 2022, o maior valor desde a crise financeira de 2008 (US$ 144 no pico).

    “Esses números podem parecer muito altos, especialmente considerando o pessimismo generalizado em relação às perspectivas do mercado de petróleo para este ano, mas reiteramos que os fundamentos são mais sólidos e os riscos são maiores do que no conflito entre Rússia e Ucrânia, quando vimos esses níveis se materializarem”, afirma o Barclays.

    No cenário mais pessimista, o Barclays vê o Brent em torno de US$ 150 por barril antes do final do mês.

    Diante do cenário de incertezas, Trump também considera reduzir sanções contra a Rússia, segundo três fontes familiarizadas com o planejamento.

    Países do G7, além disso, consideram liberar estoques emergenciais de petróleo para lidar com a crise de abastecimento, segundo a AIE (Agência Internacional de Energia).

    Em resposta à queda do petróleo, ações de empresas ligadas à commodity caíam no pregão da B3 desta terça. A Petrobras recuava 1%; Braskem e Prio, 5% e 2%, respectivamente.

    O Grupo Pão de Açúcar também estava nos destaques negativos, em queda de 0,73% após pedir recuperação extrajudicial. Nesse processo, a empresa escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao judiciário.

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

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  • Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

    Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

    Dono da Tesla e X (ex-Twiter) registra patrimônio de US$ 839 bilhões no ranking anual de bilionários; número de ricaços no mundo bate recorde pelo terceiro ano consecutivo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Elon Musk é o homem mais rico do mundo pelo segundo ano consecutivo, segundo lista da revista Forbes divulgada nesta terça-feira (10).

    O CEO da Tesla e da SpaceX e controlador do X (ex-Twitter) tem, segundo o ranking para 2026, uma fortuna de US$ 839 bilhões, um salto de 145% em relação aos US$ 342 bilhões no ano passado.

    O período foi marcado pelo envolvimento com o governo Donald Trump, sua posterior saída e pela aprovação, em novembro, de um bônus da Tesla que pode fazer de Musk o primeiro trilionário do mundo.

    A lista teve um novo recorde de bilionários pelo terceiro ano consecutivo. Foram 3.428 bilionários no mundo, 400 a mais do que em 2025. A soma das fortunas também estabeleceu um novo marco: um total de US$ 20,1 trilhões, alta de US$ 4 trilhões em relação ao ano passado.

    Os Estados Unidos têm o maior número de bilionários, com um recorde de 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. A China aparece em seguida, com 610, e a Índia ocupa o terceiro lugar, com 229 bilionários. O Brasil registrou 70 bilionários.

    A lista dos cinco mais ricos do mundo é também composta por Larry Page e Sergey Brin (cofundadores do Google), Jeff Bezos (fundador da Amazon) e Mark Zuckerberg (CEO da Meta).

    Entre os 10 mais ricos do ano, sete são do setor de tecnologia, o que reforça a concentração do poder econômico global no setor. A primeira mulher mencionada na lista, na 14ª posição, é Alice Walton, filha do fundador do Walmart, com fortuna estimada em US$ 134 bilhões.

    OS DEZ MAIORES BILIONÁRIOS DE 2026, SEGUNDO A FORBES

    1 – Elon Musk (Tesla): US$ 839 bilhões
    2 – Larry Page (Google): US$ 257 bilhões
    3 – Sergey Brin (Google): US$ 237 bilhões
    4 – Jeff Bezos (Amazon): US$ 224 bilhões
    5 – Mark Zuckerberg (Meta): US$ 222 bilhões
    6 – Larry Ellison (Oracle): US$ 190 bilhões
    7 – Bernard Arnault e família (LVMH): US$ 171 bilhões
    8 – Jensen Huang (Nvidia): US$ 154 bilhões
    9 – Warren Buffett (Berkshire Hathaway): US$ 149 bilhões
    10 – Amancio Ortega (Zara): US$ 148 bilhões

    Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

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