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  • Preço do petróleo abre semana com maior valor desde março após Trump ameaçar aniquilar Irã

    Preço do petróleo abre semana com maior valor desde março após Trump ameaçar aniquilar Irã

    Escalada da guerra no Oriente Médio elevou o barril Brent ao maior valor de abertura desde março. Ataques com drones, ameaças de Donald Trump ao Irã e impasse sobre o estreito de Hormuz aumentaram a tensão no mercado global de petróleo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O preço do petróleo abriu a semana com uma alta de 0,92% neste domingo (17), alcançando o maior valor de abertura desde 23 de março.

    O barril Brent, referência global, abriu em US$ 110,26 e está cotado, às 22h10, a US$ 110,69. Na semana anterior, já houve alta de 7,80%.

    Ataques de drones aos Emirados Árabes Unidos, a uma usina nuclear nos Emirados Árabes, e ameaças do presidente americano Donald Trump impulsionam a alta do valor de venda da commodity. Trump demonstra dificuldades para encerrar o conflito no Oriente Médio; com isso, também fica difícil liberar o tráfego no estreito de Hormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo e gás.

    O WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, também registrou valorização de 2,30%, cotado a US$ 103,34.

    Neste domingo, Trump ameaçou novamente aniquilar o Irã, dois meses e meio após o início da ofensiva contra Teerã. Ao mesmo tempo, um drone caiu perto de uma instalação nuclear nos Emirados Árabes Unidos.

    Após mais de um mês de trégua, a perspectiva de uma solução para o conflito, que começou em 28 de fevereiro, permanece distante.

    Para o Irã, o tempo está se esgotando, e é melhor eles se mexerem, rápido, ou não restará nada deles”, alertou Trump em sua plataforma Truth Social.
    Emissários dos dois países não conversam diretamente desde uma reunião no Paquistão, em meados de abril.

    Antes mesmo da mensagem de Trump, Teerã havia emitido um alerta a Washington.

    “O presidente americano deveria saber que, se o Irã for agredido de novo, os recursos e o exército de seu país enfrentarão cenários inéditos, ofensivos, surpreendentes e tumultuados”, disse o porta-voz das forças armadas, Abolfazl Shekarchi.

    Neste domingo, um ataque com drone nas imediações da usina nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, provocou um incêndio, mas não deixou feridos, nem provocou o aumento da radioatividade, segundo anúncio das autoridades de Abu Dhabi.

    O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirmou que o drone que atingiu a usina nuclear de Barakah é um dos três aparelhos que entraram “pela fronteira ocidental”.

    O projétil atingiu “um gerador elétrico localizado fora do perímetro interno da usina nuclear de Barakah, na região de Al Dhafra”.

    No Iraque há grupos armados apoiados pelo Irã e equipados com drones, e os rebeldes huthis do Iêmen, aliados de Teerã, também possuem drones de combate.

    Preço do petróleo abre semana com maior valor desde março após Trump ameaçar aniquilar Irã

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  • Idosos têm direito aos R$1621 do INSS sem ter contribuído

    Idosos têm direito aos R$1621 do INSS sem ter contribuído

    O valor acompanha o salário mínimo nacional e, com os reajustes previstos, pode chegar a R$ 1.621 em 2026. Para receber, porém, é necessário cumprir algumas exigências estabelecidas pelo governo federal.

    Milhares de idosos brasileiros podem garantir um pagamento mensal do governo federal mesmo sem nunca terem contribuído para o INSS. O benefício é concedido por meio do BPC/Loas, programa assistencial voltado para pessoas em situação de baixa renda e que se tornou uma das principais formas de auxílio para idosos em vulnerabilidade social.

    O valor acompanha o salário mínimo nacional e, com os reajustes previstos, pode chegar a R$ 1.621 em 2026. Para receber, porém, é necessário cumprir algumas exigências estabelecidas pelo governo federal.

    Apesar de ser administrado pelo INSS, o BPC é diferente da aposentadoria tradicional. Isso porque o benefício não exige histórico de contribuição previdenciária. O programa foi criado justamente para atender idosos que não conseguiram contribuir ao longo da vida ou que não possuem tempo suficiente para se aposentar pela Previdência Social.

    O auxílio é destinado a pessoas com 65 anos ou mais, além de cidadãos com deficiência que comprovem situação de vulnerabilidade econômica. O pagamento sempre corresponde ao valor do salário mínimo vigente.

    Mesmo sem necessidade de contribuição ao INSS, existem critérios obrigatórios para ter acesso ao benefício. Um dos principais pontos analisados é a renda familiar por pessoa, já que o programa atende famílias de baixa renda. Além disso, o idoso precisa estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) e manter os dados atualizados.

    Outro fator importante é a avaliação social realizada pelo INSS, responsável por analisar as condições financeiras da família antes da aprovação do pagamento.

    Diferentemente das aposentadorias tradicionais, o BPC não dá direito ao décimo terceiro salário e também não gera pensão por morte para familiares. Ainda assim, o benefício representa a principal fonte de renda para milhões de idosos brasileiros.

    O pedido pode ser feito pela internet, através do aplicativo ou site Meu INSS, além das agências do instituto mediante agendamento prévio.

    Idosos têm direito aos R$1621 do INSS sem ter contribuído

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  • Suspeito de integrar grupo hacker ligado a Daniel Vorcaro é preso em Dubai

    Suspeito de integrar grupo hacker ligado a Daniel Vorcaro é preso em Dubai

    Um dos alvos da 6ª Operação Compliance Zero, deflagrada nesta semana, Sedlmaier é acusado de integrar Os Meninos, grupo hacker que a Polícia Federal descreve como o braço digital da organização do dono do Master.

    ADRIANA FERNANDES
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Suspeito de integrar a organização criminosa de Daniel Vorcaro, Victor Lima Sedlmaier foi preso neste sábado (16) em Dubai, nos Emirados Árabes.

    Um dos alvos da 6ª Operação Compliance Zero, deflagrada nesta semana, Sedlmaier é acusado de integrar Os Meninos, grupo hacker que a Polícia Federal descreve como o braço digital da organização do dono do Master.

    Ele está sendo deportado e chega neste sábado ao Brasil, segundo informou à reportagem uma pessoa da PF. Sedlmaier foi detido pela polícia de Dubai a partir de cooperação policial internacional, por meio da Interpol.

    Segundo os investigadores, os integrantes seriam responsáveis por ataques cibernéticos, invasões telemáticas, monitoramento ilegal e derrubada de perfis de pessoas consideradas adversárias de Daniel Vorcaro.

    O objetivo do grupo, segundo a investigação, era proteger a reputação online do empresário e vigiar críticos ligados ao Master e ao núcleo central da organização.

    Sedlmaier é descrito na decisão que embasou a operação como estudante de ciência da computação e desenvolvedor. Em depoimento, ele afirmou trabalhar com software de inteligência artificial, design, banco de dados e manutenção de computadores.

    Segundo o próprio relato reproduzido pela PF, suas funções incluíam conserto de computadores, deslocamento de veículos para oficina e colocação de créditos em celular.

    A investigação afirma que ele estava subordinado a David Henrique Alves, apontado como líder de Os Meninos. Segundo o STF, Alves receberia cerca de R$ 35 mil mensais para coordenar o núcleo hacker.

    De acordo com as investigações, eles receberam dinheiro para derrubar perfis de redes sociais de pessoas críticas a Vorcaro e ao Master, além de invadir dispositivos e contas de opositores.

    A 6ª fase da operação Compliance Zero foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça e deflagrada na última quinta-feira (14).

    Nessa fase, foi preso o pai do dono do Master, Henrique Vorcaro, apontado pela PF como responsável por fazer pagamentos a integrantes do esquema e por acioná-los.

    A investigação descreve dois núcleos principais: A Turma, voltada a ameaças presenciais, monitoramento e intimidação de desafetos, e o grupo Os Meninos.

    Suspeito de integrar grupo hacker ligado a Daniel Vorcaro é preso em Dubai

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  • Novo Desenrola pode retomar relação entre renda e consumo e impulsionar inflação

    Novo Desenrola pode retomar relação entre renda e consumo e impulsionar inflação

    O programa reduz o comprometimento da renda com o serviço da dívida, ampliando a capacidade de pagamento e a renda disponível. \”Isso pode se traduzir em maior consumo ou na contratação de novos empréstimos, a depender do conservadorismo dos bancos\”, afirma Alexandre Albuquerque, vice-presidente e analista sênior da Moody’s Ratings.

    Em meio à inadimplência recorde, os bancos têm adotado postura mais conservadora na concessão de crédito, o que contribuiu para um descasamento entre o crescimento da renda e do consumo. Especialistas ouvidos pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) avaliam, porém, que o Novo Desenrola pode restabelecer a relação entre alívio no orçamento das famílias e aumento da demanda por bens e serviços, com potencial de pressionar a inflação no curto prazo e voltar a exigir atenção do Banco Central (BC).

    O programa reduz o comprometimento da renda com o serviço da dívida, ampliando a capacidade de pagamento e a renda disponível. \”Isso pode se traduzir em maior consumo ou na contratação de novos empréstimos, a depender do conservadorismo dos bancos\”, afirma Alexandre Albuquerque, vice-presidente e analista sênior da Moody’s Ratings.

    Segundo ele, considerando a dinâmica dos últimos 18 a 24 meses, a tendência é que as instituições financeiras mantenham cautela, sobretudo em linhas de maior risco, como crédito pessoal. Albuquerque ressalta que, embora o tomador deixe de constar como negativado, a dívida não desaparece: \”Ela diminui, mas continua existindo\”.

    Na mesma direção, Luis Otavio Leal, economista-chefe da G5 Partners, observa que o crescimento da renda já aponta para aumento do consumo e avalia que o programa é desfavorável ao BC. \”Acho o Desenrola ruim para o Banco Central, pois impacta a inflação\”, resume.

    Antes mesmo do início do Novo Desenrola, a renda disponível bruta das famílias – renda do trabalho somada a transferências fiscais e benefícios, líquida de impostos – cresceu 11,1% em março, após alta de 9,5% em fevereiro, segundo cálculos do Goldman Sachs. Em relatório, Alberto Ramos, diretor de pesquisa econômica para a América Latina do banco, atribui o resultado a uma postura creditícia e fiscal/parafiscal \”altamente ativista\”, que manteria o hiato do produto em território positivo, pressionaria a inflação (especialmente a de serviços) e reduziria a eficácia da política monetária.

    No comunicado da reunião de abril, o Comitê de Política Monetária (Copom) também destacou como risco de alta \”uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada, em função de um hiato do produto mais positivo\”.

    Para Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, como o programa ainda não opera plenamente, os efeitos inflacionários permanecem mais teóricos. Ele aponta, contudo, um conflito de objetivos: o governo busca estimular a economia por instrumentos fiscais e parafiscais, enquanto o BC tenta conter a inflação e as expectativas. \”No fim, acho que teremos juros elevados por mais tempo, o que contraria o objetivo do Novo Desenrola\”, diz.

    Ainda assim, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, considera que, no curto prazo, fatores como o conflito no Irã, o câmbio e os preços de commodities – especialmente alimentos e petróleo – devem ter peso maior na condução da política monetária do que o programa. \”O Banco Central vai acompanhar e estimar os impactos, mas acreditamos que esse efeito tende a ser muito baixo\”, afirma.

    Enquanto isso, a inadimplência vem batendo recordes desde janeiro de 2025. O número de pessoas com o CPF registrado em cadastros de inadimplência atingiu 82,8 milhões em março, segundo a Serasa Experian.

    Novo Desenrola pode retomar relação entre renda e consumo e impulsionar inflação

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  • Ypê suspende Pix do detergente e diz que Brasil não adota limite para bactérias em produtos de limpeza

    Ypê suspende Pix do detergente e diz que Brasil não adota limite para bactérias em produtos de limpeza

    A medida foi tomada nesta sexta (15), após reunião com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que determinou que a produção e a venda de detergentes, sabão líquido e desinfetantes da marca Ypê continuem suspensas. A empresa também deve apresentar um plano de gerenciamento para lidar com cada um dos lotes de final 1 que já foram distribuídos. A Anvisa afirma que o reembolso ao consumidor não é da sua alçada; recomenda apenas que o público guarde os produtos e não os utilize.

    DANIELE MADUREIRA E GABRIELA CECCHIN
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Química Amparo vai suspender o reembolso de R$ 2,99 que estava sendo pago aos consumidores que compraram detergente da marca Ypê de lote 1, fabricado na sede da empresa, em Amparo (SP). O pagamento estava sendo feito via Pix após preenchimento do formulário no site da companhia, sem a necessidade de o consumidor apresentar nota fiscal ou fotos do lote.

    A medida foi tomada nesta sexta (15), após reunião com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que determinou que a produção e a venda de detergentes, sabão líquido e desinfetantes da marca Ypê continuem suspensas. A empresa também deve apresentar um plano de gerenciamento para lidar com cada um dos lotes de final 1 que já foram distribuídos. A Anvisa afirma que o reembolso ao consumidor não é da sua alçada; recomenda apenas que o público guarde os produtos e não os utilize.

    Em entrevista à Folha, o diretor jurídico da Química Amparo, Sergio Pompílio, afirmou que não existe divergência da companhia em relação às determinações da Anvisa. Mas sustenta que o Brasil não tem uma regulação para o nível microbiológico encontrado em produtos de limpeza.

    “Não é como em cosméticos e produtos de higiene pessoal, em que a regra [RDC 907/2024] proíbe a presença dessa bactéria [Pseudomonas aeruginosa]. Não existe um limite de bactérias para produtos de limpeza no Brasil”, afirmou Pompílio.

    A Química Amparo foi alvo de duas denúncias por parte da rival Unilever -dona de produtos como Omo, Comfort, Cif e Brilhante- que apontaram a contaminação microbiológica do lava-roupas Tixan Ypê e de detergentes Ypê, com a bactéria Pseudomonas aeruginosa, conforme revelado pela Folha. A Anvisa atestou a contaminação nos produtos e a não conformidade em processos produtivos no complexo industrial na sede da empresa.

    CONTAMINAÇÃO EM PRODUTOS DE LIMPEZA PODE LEVAR A SURTOS, DIZ ANVISA

    Questionada pela reportagem, a Anvisa confirmou que não existe um limite específico, mas se as boas normas de produção são seguidas, a contaminação microbiológica é evitada. As normas de boas práticas de fabricação (BPF), previstas, por exemplo, na RDC 47/2013, estabelecem o dever técnico da empresa de prevenir contaminação microbiológica”, afirma a agência.

    “Conforme o artigo 5º da norma, os produtos de limpeza devem ser fabricados para garantir a prevenção de contaminação, higiene industrial, validação de limpeza, qualidade da água, controle de matérias-primas e produto acabado.”
    A Anvisa não determinou ações de recolhimento dos produtos. A Ypê disse que pretende realizar testes nos lotes suspensos, fabricados entre 1º de janeiro e 31 de março deste ano, para comprovar que não há inconformidades e liberar novamente a autorização para venda e uso. Os produtos ficarão em quarentena.

    Isso significa que tudo o que foi produzido ou já vendido -e que esteja nos depósitos dos varejistas ou na casa dos consumidores- deve ser armazenado em separado e só comercializado ou usado após aprovação de laudos técnicos de laboratórios contratados pela Química Amparo, reconhecidos pela Anvisa.
    Mas o resultado desses laudos técnicos tem prazo de até 90 dias para ser apresentado. “São 120 milhões de unidades por mês vendidas apenas de detergente e lava-roupas líquido”, diz Pompílio. “Tudo ficará em quarentena até que um laudo aprove o seu uso e a empresa informe o varejista e o consumidor”. Com isso, afirma, a Química Amparo está tendo um custo médio de R$ 10 milhões por dia.

    “Como é um prazo muito longo, estamos pensando em contratar laboratórios até fora do Brasil, tendo em vista a grande quantidade de produtos”, diz. “Nossa prioridade é garantir a tranquilidade do mercado como um todo, da agência e principalmente dos nossos consumidores.”

    Com a suspensão da produção e venda das três categorias, a empresa afirma que o trabalho dos 3.000 funcionários destas linhas está direcionado à adequação do processo produtivo, de acordo com as determinações da Anvisa.

    A Química Amparo não entrou em detalhes, porém, sobre quais processos estão sendo revistos.

    A Ypê disponibilizou um SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para tirar dúvidas. Os telefones são 0800-002-6071 (atendimento 24h), 0800-278-0024 (de segunda a domingo, das 9h às 18h), ou 0800-130-0544 (de segunda a sexta, das 9h às 17h).

    Que produtos foram suspensos?
    De acordo com a Anvisa, os produtos líquidos do lote que termina com o número 1, fabricados em Amparo:
    Lava-louças Ypê Clear Care
    Lava-louças com enzimas ativas Ypê
    Lava-louças Ypê Toque Suave
    Lava-louças Concentrado Ypê Green
    Lava-louças Ypê Clear
    Lava-louças Ypê Green
    Lava-roupas Tixan Ypê Combate Mau Odor
    Tixan Ypê Cuida das Roupas
    Lava-roupas Tixan Ypê Antibac
    Lava-roupas Tixan Ypê Coco e Baunilha
    Lava-roupas Tixan Ypê Green
    Lava-roupas Ypê Express
    Lava-roupas Ypê Power Act
    Lava-roupas Ypê Premium
    Lava-roupas Tixan Maciez
    Lava-roupas Tixan Primavera
    Desinfetante Bak Ypê
    Desinfetante de uso geral Atol
    Desinfetante perfumado Atol
    Desinfetante Pinho Ypê
    Lava-roupas Tixan Power Act
    Atenção: a medida não inclui lava-roupas e louças em pó

    Como saber se meu produto está na lista?
    O consumidor deve verificar o número do lote na embalagem. Se o código terminar em 1, o item entra na determinação da Anvisa e o produto não deve ser utilizado. O número do lote costuma estar carimbado com a letra L (referente a lote).

    Ypê suspende Pix do detergente e diz que Brasil não adota limite para bactérias em produtos de limpeza

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  • Golpe usa site falso do Desenrola 2.0 para cobrar 'taxas' de vítimas

    Golpe usa site falso do Desenrola 2.0 para cobrar 'taxas' de vítimas

    O alerta foi divulgado pela própria pasta, que informou que os golpistas cobram valores indevidos prometendo ajudar consumidores a renegociar dívidas e “limpar o nome”. O governo reforçou que o programa não exige qualquer tipo de pagamento para participação.

    Criminosos estão aproveitando a popularidade do Novo Desenrola Brasil para aplicar golpes pela internet usando um site falso que imita páginas oficiais do Ministério da Fazenda. O alerta foi divulgado pela própria pasta, que informou que os golpistas cobram valores indevidos prometendo ajudar consumidores a renegociar dívidas e “limpar o nome”. O governo reforçou que o programa não exige qualquer tipo de pagamento para participação.

    Na página fraudulenta, os usuários recebem a promessa de regularizar a situação financeira em até cinco dias. Para isso, o site pede a consulta do CPF para verificar uma suposta elegibilidade ao programa e ainda utiliza um chat para coletar informações pessoais e detalhes das dívidas, como débitos de cartão de crédito. Depois disso, os criminosos condicionam a renegociação ao pagamento de taxas, solicitando transferências via Pix sob justificativas como “taxas administrativas” e “processamento eletrônico”.

    Em nota pública, o Ministério da Fazenda orientou que interessados em aderir ao programa procurem diretamente bancos e instituições financeiras com as quais possuem pendências para negociar as condições oferecidas.

    Lançado neste mês, o Novo Desenrola Brasil foi criado para facilitar a renegociação de dívidas e ampliar o acesso a crédito mais barato. O programa é voltado principalmente para pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 8.105.

    Além disso, estudantes com parcelas do Fies atrasadas há mais de 90 dias poderão renegociar débitos por meio do Desenrola Fies. Agricultores familiares inadimplentes, micro e pequenas empresas, servidores públicos, aposentados e pensionistas também estão incluídos na iniciativa.

    A expectativa da equipe econômica é renegociar até R$ 58 bilhões em dívidas, tanto recentes quanto antigas. O Desenrola 2.0 reúne diferentes modalidades, como o Desenrola Famílias, Desenrola Fies, Desenrola Empresas e Desenrola Rural.

    O programa também prevê descontos, limites para juros nas renegociações e incentivo à substituição de dívidas mais caras por opções com custos menores, buscando aliviar o orçamento dos consumidores.

    Golpe usa site falso do Desenrola 2.0 para cobrar 'taxas' de vítimas

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  • Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Juros no Japão, guerra e eleições no Brasil elevam aversão ao risco. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 177.284 pontos, com queda de 0,61%

    O dólar voltou a subir e fechou esta sexta-feira (15) acima de R$ 5, no maior nível em um mês. Já a bolsa brasileira encerrou o pregão em queda, em um dia de turbulências externas e domésticas. 

    O movimento de aversão global ao risco foi provocado pela guerra no Oriente Médio, pela pressão inflacionária internacional, que aumentou as chances de alta de juros no Japão, e pelo agravamento das tensões políticas no Brasil.

    A moeda estadunidense encerrou o dia vendido a R$ 5,067, com alta de R$ 0,081 (+1,63%). Em forte alta durante todo o dia, a cotação chegou a R$ 5,08 por volta das 13h, antes de desacelerar no fim da tarde.O dólar comercial acumulou alta de 3,48% na semana. Em 2026, no entanto, cai 7,70%. A divisa está no maior valor desde 8 de abril, quando fechou a R$ 5,10.

    O mercado de ações também teve um dia turbulento. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 177.284 pontos, com queda de 0,61%. 

    O Ibovespa operou sob pressão durante todo o pregão, refletindo o ambiente externo mais defensivo e o aumento das preocupações fiscais e políticas no cenário doméstico.

    O índice chegou a cair mais de 1% durante a manhã, mas reduziu parte das perdas ao longo do dia, sustentado principalmente pelas ações da Petrobras.

    Pressão externa

    A valorização do dólar refletiu uma combinação de fatores externos e internos. No cenário internacional, investidores aumentaram apostas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) poderá elevar os juros nos Estados Unidos diante da persistência da inflação global, pressionada principalmente pela alta do petróleo e pelas tensões geopolíticas envolvendo Irã e Estados Unidos.

    O movimento ganhou força após os juros dos títulos públicos do Japão dispararem durante a madrugada. Os papéis japoneses de dez anos atingiram o maior nível desde 1999, chegando a 2,37%, enquanto os títulos de 30 anos ultrapassaram os 4%. O avanço ocorreu após a inflação ao produtor no Japão acelerar para 4,9% em abril.

    A perspectiva de alta dos juros pelo Banco do Japão levou investidores a desmontarem parte das operações conhecidas como carry trade, nas quais recursos captados em países de juros baixos, como o Japão, são destinados a mercados com taxas mais elevadas, como o Brasil. Com a reversão desse fluxo, houve fortalecimento do dólar e retirada de capital de economias emergentes.

    No Brasil, o mercado também acompanhou os desdobramentos políticos envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro. Investidores avaliaram que o aumento das incertezas políticas ampliou a busca por proteção na moeda americana.

    Bolsa recua

    Em relação à bolsa, o desempenho negativo acompanhou o movimento das bolsas internacionais. Em Nova York, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) caiu 1,23%, diante da percepção de que juros mais altos poderão permanecer por mais tempo nos Estados Unidos.

    Além do cenário externo, os impactos políticos das revelações envolvendo Flávio Bolsonaro e Vorcaro aumentaram a cautela em relação aos ativos brasileiros. Nesta sexta, o site Intercept Brasil divulgou nova reportagem com as relações do deputado cassado Eduardo Bolsonaro com o Banco Master.

    Petróleo dispara

    Os preços do petróleo subiram mais de 3% diante do aumento das tensões no Oriente Médio e da falta de avanços nas negociações sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica responsável pelo transporte de cerca de 20% do petróleo mundial.

    O barril do Brent, referência para as negociações internacionais, fechou em alta de 3,35%, a US$ 109,26. O barril WTI, do Texas, avançou 4,2%, encerrando a US$ 105,42.

    O mercado reagiu a declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que sua paciência com o Irã estaria se esgotando. O chanceler iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que Teerã não confia nos americanos e que só negociará se houver seriedade por parte de Washington.

    O prolongamento da crise no Golfo Pérsico mantém elevada a preocupação com inflação global, pressionando juros e aumentando a volatilidade nos mercados financeiros.

    Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

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  • Ministério lança simulador de renegociações do Novo Desenrola

    Ministério lança simulador de renegociações do Novo Desenrola

    Ferramenta calcula descontos nas dívidas e uso do FGTS; ferramenta permite que pessoas com renda de até cinco salários mínimos consultem previamente condições estimadas de pagamentos

    O Ministério da Fazenda lançou nesta sexta-feira (15) uma calculadora online para simular renegociações de dívidas pelo programa Novo Desenrola Brasil – Famílias. A ferramenta permite que pessoas com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105, consultem previamente condições estimadas de pagamento antes de procurar uma instituição financeira.

    O simulador já está disponível no site oficial do ministério e foi desenvolvido para ampliar o acesso à informação e facilitar a organização financeira dos consumidores endividados.

    Como funciona

    A calculadora apresenta estimativas com base nas regras do programa, considerando critérios como: 

    • tempo de atraso das dívidas;
    • descontos mínimos previstos;
    • valor aproximado das parcelas;
    • possibilidade de quitação ou renegociação.

    O sistema também permite simular o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na renegociação.

    Uso do FGTS

    Pelas regras do Novo Desenrola, o trabalhador poderá utilizar:

    • até 20% do saldo disponível do FGTS;
    • ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor.

    O Ministério da Fazenda informou que a confirmação sobre a possibilidade de uso do fundo deverá ser feita diretamente com a instituição financeira participante do programa.

    Objetivo da medida

    De acordo com o governo federal, a ferramenta foi criada para oferecer mais transparência e segurança ao cidadão antes da contratação da renegociação.

    As condições definitivas, no entanto, dependerão da análise e aprovação dos bancos habilitados no programa.

    Ministério lança simulador de renegociações do Novo Desenrola

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  • Golpe usa Novo Desenrola como isca e cobra taxas falsas de vítima

    Golpe usa Novo Desenrola como isca e cobra taxas falsas de vítima

    Novo Desenrola é um programa de renegociação de dívidas, cuja fase recente começou em 4 de maio. Site falso usa nome do Ministério da Fazenda para prometer limpeza de nome em até cinco dias

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um golpe identificado recentemente tem usado o programa Novo Desenrola, do governo do Brasil, para enganar pessoas que querem renegociar dívidas.

    Uma página fraudulenta, que imita a do Ministério da Fazenda, oferece renegociação de dívida. Descoberta foi feita pela empresa de segurança Kaspersky, que cita que o golpe foi feito de modo a “transmitir credibilidade” devido à semelhança da página do governo.

    Site falso promete limpar nome em até cinco dias. Ao entrar na página fraudulenta, aparece uma um conteúdo que simula uma comunicação do Ministério da Fazenda, que cita a possibilidade de encerrar dívidas com promessas exageradas. Na sequência, vítima é convidada a verificar se o CPF dela é elegível a participar do programa governamental e interage com um chat, no qual a pessoa é convidada a especificar o tipo de dívida (por exemplo: cartão de crédito).

    O problema é que site condiciona a renegociação da dívida ao pagamento de uma taxa. Após seguir todo o processo, o site informa que para participar do programa é necessário pagar via Pix, por exemplo, R$ 92,80 referente a “taxas administrativas e processamento eletrônico”. Segundo a Kaspersky, o dinheiro vai para contas laranjas (em nome de pessoas físicas ou jurídicas), resultando em prejuízo financeiro para a vítima.

    “Qualquer oferta que pareça ‘boa demais para ser verdade’ ou a exigência de ‘taxas administrativas’ inesperadas para liberar benefícios são sinais de alerta. É fundamental que os usuários verifiquem sempre a autenticidade do site pelo seu endereço (URL) e consultem apenas os canais oficiais do programa antes de fornecer dados ou efetuar qualquer pagamento”, afirma Fabio Assolini, chefe de pesquisa da Kaspersky para a América Latina, em comunicado.

    Novo Desenrola é um programa de renegociação de dívidas, cuja fase recente começou em 4 de maio. Impulsionado pelo Governo Federal, ele tem com objetivo aliviar o endividamento das pessoas. Em alguns casos, poderá ser oferecido desconto de até 90% sobre dívidas antigas, além de prazo de quatro anos para pagar e juros reduzidos.

    Não existe taxa para aderir ao Novo Desenrola Brasil. Segundo o Ministério da Fazenda, as pessoas devem procurar os bancos e instituições financeiras onde possuem dívidas.

    TOME CUIDADO

    • Preste atenção no endereço dos sites que você acessa: página oficial do Novo Desenrola é A página falsa tinha um domínio “.org”;
    • Não existe taxa para aderir ao programa de renegociação: processo é feito pelos bancos e instituições financeiras onde você tem dívidas. Se alguém oferecer alguma taxa, desconfie;
    • Use apenas canais de comunicação oficiais: caso tenha alguma dúvida, procure canais de comunicação oficiais das instituições financeiras. Desconfie de mensagens via e-mail, SMS ou mensagens por WhatsApp que direcionem para sites desconhecidos

    Golpe usa Novo Desenrola como isca e cobra taxas falsas de vítima

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  • Caixa já renegociou R$ 820 milhões no novo Desenrola Brasil

    Caixa já renegociou R$ 820 milhões no novo Desenrola Brasil

    Programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal; nova fase da iniciativa terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e a possibilidade de uso do FGTS para abatimento de débitos

    O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, informou nesta sexta-feira (15) na capital paulista, que o banco já renegociou R$ 820 milhões em dívidas do novo Desenrola Brasil.

    O programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal LINK 1  e busca ajudar famílias, estudantes e pequenos empreendedores a renegociar dívidas, limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito. 

    A nova fase da iniciativa terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e a possibilidade de uso do FGTS para abatimento de débitos. Nesta semana, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, já havia informado que o programa Desenrola 2.0 estava perto de atingir R$ 1 bilhão em débitos renegociados.

    Em entrevista coletiva concedida nesta manhã para apresentação do balanço trimestral do banco, Vieira destacou que ainda há um “gap” para o uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no programa, ou seja, o fundo ainda não vem sendo utilizado nessas negociações com a Caixa. Mas, segundo a diretoria do banco, o uso do fundo para essa finalidade deverá ser iniciado em breve, a partir do dia 25 de maio.

    Ataques cibernéticos

    Ao anunciar o balanço da instituição, Vieira disse que o banco teve um prejuízo no ano passado de cerca R$ 20 milhões com o aplicativo Caixa Tem, segundo ele provocado por fraudes relacionadas a ataques cibernéticos.

    Por causa disso, informou, o banco vem reforçando os investimentos em tecnologia. Só neste ano, a expectativa é de que esses investimentos somem R$ 5,9 bilhões. 

    “Nós estamos agora com praticamente zero de ataques no Caixa Tem”, disse Vieira.

    Inadimplência

    A Caixa Econômica Federal registrou um lucro líquido recorrente de R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre do ano, queda de 34,4% em relação ao mesmo período do ano passado. 

    O resultado, que consta no balanço divulgado na noite de quinta-feira (14), foi impactado pelo forte aumento das provisões para perdas com crédito, que mais do que dobraram no período, em meio às novas regras regulatórias do Banco Central (BC) para cobertura de risco de inadimplência.

    Apesar da queda no lucro, a Caixa manteve crescimento da carteira de crédito, puxado principalmente pelo financiamento imobiliário, segmento no qual o banco segue líder no país. A carteira de crédito totalizou R$ 1,4 trilhão.

    A inadimplência encerrou o trimestre em 3,71%. Segundo a diretoria do banco, embora a Caixa esteja tranquila quanto aos níveis de inadimplência para as carteiras de crédito imobiliário e comercial pessoa física e pessoa jurídica, o setor do agro ainda traz alguma cautela e preocupação.

    “Nós temos uma expectativa de que, ainda este ano, tenhamos impactos na nossa ‌provisão relacionados ao agro”, ‌disse Henriete Sartori, vice-presidente de Riscos da Caixa. 

    “O cenário não é simples, mas nós já percebemos um arrefecimento da curva de crescimento [da inadimplência]”, completou.

    Atualmente, disse Sartori, o agro representa 5% da carteira total da Caixa.

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