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  • UE avalia com preocupação reflexos de novas tarifas impostas por Trump

    UE avalia com preocupação reflexos de novas tarifas impostas por Trump

    Pelos planos norte-americanos, produtos fabricados com metais importados serão taxados em 25%. Uma tarifa de 50% continuará sendo aplicada a metais como aço, alumínio e cobre, enquanto produtos com menos de 15% desses metais em peso estarão sujeitos a uma tarifa mínima global de 10%, estabelecida por Trump separadamente.

    A União Europeia (UE) está monitorando de perto e avaliando as consequências da decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reformular as tarifas sobre aço, alumínio e cobre. Uma porta-voz da Comissão Europeia afirmou que o grupo analisa os desdobramentos para as exportações europeias, que afetam uma grande quantidade de itens, incluindo latas de cerveja, cosméticos, máquinas, peças, equipamentos agrícolas e motocicletas.

    Pelos planos norte-americanos, produtos fabricados com metais importados serão taxados em 25%. Uma tarifa de 50% continuará sendo aplicada a metais como aço, alumínio e cobre, enquanto produtos com menos de 15% desses metais em peso estarão sujeitos a uma tarifa mínima global de 10%, estabelecida por Trump separadamente.

    A Comissão ressaltou que tem mantido contato constante com autoridades dos EUA para manifestar preocupação e buscar alívio para os exportadores da UE. O objetivo é reduzir as tarifas em conformidade com o acordo comercial político alcançado entre as duas partes em julho de 2025.

    O bloco também examina detalhadamente os planos de Washington de impor tarifas de até 100% sobre medicamentos de marca. A UE, no entanto, espera manter uma tarifa máxima de 15%, refletindo o teto estabelecido para produtos europeus no acordo do ano passado. \”Nossa prioridade continua sendo preservar um ambiente de comércio transatlântico estável e previsível\”, declarou a porta-voz.

    Fonte: Dow Jones Newswires

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  • Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes

    Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes

    De acordo com dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), divulgados no início desta semana, a defasagem dos preços nas refinarias da Petrobras atingiu R$ 3,05 por litro para o óleo diesel e R$ 1,61 para a gasolina

    A Petrobras afirmou que segue a sua estratégia comercial para preços de combustíveis e negou estimativas divulgadas na imprensa sobre uma defasagem relevante em relação ao mercado internacional. A manifestação foi feita em resposta a um ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que questionou a companhia após notícias apontarem interferência política na política de preços.

     

    O pedido de esclarecimento teve como base, as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a necessidade de evitar repasses ao consumidor dos efeitos da alta internacional do petróleo, em meio às tensões no Oriente Médio. A estatal também rebate cálculos de agentes de mercado, indicando que diesel e gasolina estariam sendo vendidos com descontos expressivos frente à paridade internacional.

    De acordo com dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), divulgados no início desta semana, a defasagem dos preços nas refinarias da Petrobras atingiu R$ 3,05 por litro para o óleo diesel e R$ 1,61 para a gasolina.

    Em sua defesa, a Petrobras reitera que os reajustes de preços não seguem periodicidade fixa e são realizados com base em análises técnicas, levando em conta condições de refino, logística e o objetivo de reduzir a volatilidade no mercado interno. A empresa afirma ainda que sua política atual, anunciada em 2023, “busca evitar o repasse automático de oscilações externas”.

    A estatal cita também medidas recentes, como o aumento de R$ 0,38 por litro no preço do diesel A para distribuidoras, além da adesão a um programa federal de subvenção que adiciona R$ 0,32 por litro. Segundo a empresa, o efeito combinado equivale a R$ 0,70 por litro.

    Sobre os números divulgados por analistas – que apontavam perdas potenciais bilionárias caso a defasagem persistisse -, a estatal afirma não reconhecer tais estimativas. E reforça o seu compromisso com a sustentabilidade financeira e declarou que sua governança e deveres fiduciários estão sendo plenamente observados.

    Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes

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  • Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

    Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

    Presidente critica relatório dos EUA que vê sistema como barreira comercial e afirma que país não cederá a pressões externas, defendendo a importância do Pix para a população e sinalizando apenas possíveis melhorias no serviço

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu ao relatório anual do USTR, que aponta o Pix como uma das principais barreiras comerciais impostas pelo Brasil aos interesses dos Estados Unidos. Segundo Lula, o país não pretende alterar o sistema de pagamentos.

    “Os Estados Unidos fizeram um relatório, nesta semana, sobre o Pix, e disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque, acho que, cria problemas para a moeda deles. É importante dizer a quem quiser nos ouvir: o Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix pelo serviço que ele presta à sociedade brasileira. O que podemos fazer é aprimorar o Pix para que, cada vez mais, atenda às necessidades de mulheres e homens deste país”, afirmou.

    A declaração foi feita durante agenda em Salvador (BA). Já no fim do discurso, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, se aproximou e sugeriu: “Fala o negócio do Pix”.

    Além do sistema de pagamentos, o relatório do USTR cita a chamada “taxa das blusinhas” e propostas de regulação das redes sociais como entraves ao comércio americano.

    Sobre o Pix, o documento afirma que o Banco Central “criou, detém, opera e regula” o sistema, o que levantaria preocupações sobre possível favorecimento à plataforma pública em relação a empresas estrangeiras.

    O relatório integra a chamada Seção 301, legislação americana usada para investigar práticas comerciais consideradas desleais e que podem resultar em sanções, como tarifas adicionais.

    Durante o mesmo evento, Lula também fez declarações em tom político e afirmou que a oposição terá que “sofrer muito” para vencê-lo na eleição presidencial de outubro.

     
     
     

    Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

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  • EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

    EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

    Documento dos EUA critica sistema de pagamentos, regras para plataformas digitais e tributação de importados, além de apontar entraves estruturais, e pode abrir caminho para sanções comerciais contra o Brasil

    O relatório anual do USTR aponta o Pix, propostas de regulação de plataformas digitais e a chamada “taxa das blusinhas” entre as principais barreiras impostas pelo Brasil aos interesses comerciais dos Estados Unidos.

    No caso do Pix, o documento afirma que o Banco Central “criou, detém, opera e regula” o sistema de pagamentos instantâneos, levantando preocupações sobre um possível tratamento preferencial à plataforma pública em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros.

    O USTR também critica o projeto de lei que amplia os poderes do Cade sobre mercados digitais. A proposta prevê regras mais rígidas para grandes plataformas, que poderão ser classificadas como empresas de “relevância sistêmica” e passar a cumprir exigências antecipadas, como limitações a determinadas práticas comerciais e obrigações de interoperabilidade. Na avaliação americana, essas medidas podem afetar de forma desproporcional empresas dos EUA, com risco de multas de até 20% do faturamento global.

    No comércio eletrônico, o relatório destaca a tributação sobre remessas internacionais, apelidada de “taxa das blusinhas”. Segundo o USTR, o Brasil aplica uma taxa linear de 60% sobre encomendas expressas importadas no regime simplificado, além de impor limites anuais para importadores.

    O documento também reforça críticas recorrentes a entraves estruturais, como a lentidão no registro de patentes, fragilidades na proteção à propriedade intelectual, tarifas sobre etanol, restrições sanitárias à carne suína dos EUA e exigências de conteúdo local no setor audiovisual.

    No campo tarifário, o USTR classifica como elevadas as alíquotas brasileiras, com média de 12,5% para bens industriais e 9% para produtos agrícolas, além de apontar divergências entre as tarifas consolidadas na OMC e as efetivamente aplicadas.

    As conclusões fazem parte de uma investigação conduzida sob a Seção 301 da legislação comercial americana, que pode embasar a adoção de tarifas adicionais contra produtos brasileiros nos próximos meses.

    EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

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  • IBGE: indústria opera 3,2% acima do patamar de fev/2020, no pré-pandemia

    IBGE: indústria opera 3,2% acima do patamar de fev/2020, no pré-pandemia

    Os níveis mais elevados em relação ao patamar de fevereiro de 2020 foram os registrados pelas atividades de produtos do fumo (28,6%), outros equipamentos de transporte (26,6%) e indústrias extrativas (14,8%)

    A indústria brasileira chegou a fevereiro operando 3,2% acima do patamar de fevereiro de 2020: 11 das 25 atividades investigadas estão operando em nível superior ao pré-crise sanitária. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em fevereiro, os níveis mais elevados em relação ao patamar de fevereiro de 2020 foram os registrados pelas atividades de produtos do fumo (28,6%), outros equipamentos de transporte (26,6%), indústrias extrativas (14,8%) e produtos alimentícios (6,0%).

    No extremo oposto, os segmentos mais distantes do patamar pré-pandemia são vestuário e acessórios (-25,5%), móveis (-21,9%), produtos diversos (-14,8%) e impressão e reprodução de gravações (-13,7%).

    Entre as categorias de uso, a produção de bens de capital está 7,6% acima do nível de fevereiro de 2020. A fabricação de bens intermediários está 6,0% acima do pré-covid. Os bens duráveis estão 9,7% abaixo do pré-pandemia, e os bens semiduráveis e não duráveis estão 2,4% aquém do patamar de fevereiro de 2020.

    IBGE: indústria opera 3,2% acima do patamar de fev/2020, no pré-pandemia

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  • Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

    Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

    Em críticas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), Haddad sugeriu que haveria “pouca preocupação com o trabalhador” na discussão sobre o fim da chamada escala 6×1

    O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, disse que não dispensa “fazer contas” sobre os impactos do eventual fim da chamada escala 6×1. “Tem que fazer conta, o próprio presidente pediu para a área econômica. Mas o presidente está convencido que temos um caminho a trilhar nesse campo”.

    Em críticas à gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), Haddad sugeriu que haveria “pouca preocupação com o trabalhador” na discussão sobre o fim da chamada escala 6×1. Para ele, o governador de São Paulo tem visão de mundo “desequilibrada”, favorecendo “só o capital”. “Essa visão atrasada de favorecer só o capital não funciona”, avaliou, em entrevista ao ICL News.

    Haddad também comentou sobre a discussão de eventualmente reverter a autorização das bets ou limitar as ações desse setor. “Não sei se os bolsonaristas no Congresso querem, ele são a favor e liberaram bets para crianças”, declarou.

    Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

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  • Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível

    Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível

    Informação é do vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin; a medida do Governo Federal busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra dos Estados Unidos e Israel no Oriente Médio

    Apenas os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia indicaram que não vão aderir à proposta de subsídio ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel importado, apresentada pelo governo federal. A informação é do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, em entrevista a jornalistas, nesta quinta-feira (2).

    Segundo ele, 90% dos estados já aderiram à subvenção e dois ou três ainda avaliam a proposta e devem dar a resposta hoje ou amanhã (3). A medida busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

    De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses.

    Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto fiscal total é estimado em R$ 3 bilhões, R$ 1,5 bilhão por mês.O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcado pela União e R$ 0,60, pelas unidades da federação. A equipe econômica apresentou a proposta aos estados após resistência dos governadores em zerar o ICMS sobre a importação do combustível.A nova ajuda se soma a outras medidas anunciadas pelo governo no último dia 12: o subsídio de R$ 0,32 por litro a produtores e importadores e o corte no PIS e Confins sobre a importação e comercialização do diesel.

    Com o PIS e Cofins zerado para o diesel, o governo espera perder R$ 20 bilhões em arrecadação. Já a subvenção ao diesel deve ter um impacto de R$ 10 bilhões no caixa da União.

    Alckmin reuniu a imprensa para apresentar um balanço da sua gestão à frete do MDIC. Ele vai disputar a reeleição para a Vice-Presidência em outubro, na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para isso, pode seguir na cadeira da Vice-Presidência, mas precisa se desincompatibilizar da função de ministro do Executivo.

    Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível

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  • Toffoli voou em avião de empresa de Vorcaro para ir ao Tayayá, diz jornal

    Toffoli voou em avião de empresa de Vorcaro para ir ao Tayayá, diz jornal

    Dados da Anac indicam 10 voos de jatinho por ministro do Supremo Tribunal Federal em 2025; ministro Dias Toffoli foi procurado para comentar o assunto, mas não respondeu

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli voou num avião da Prime Aviation, que tinha como sócio o banqueiro Daniel Vorcaro, em 4 de julho de 2025. É o que indicam documentos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea), em reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo. Procurados pelo jornal, o ministro e a defesa do banqueiro não se pronunciaram.

    De acordo com o jornal, o ministro entrou no terminal executivo do aeroporto de Brasília às 10h naquele dia, conforme consta em registros da Anac. Às 10h10, segundo dados do Decea, um avião da Prime Aviation, com prefixo PR-SAD, decolou para Marília (SP), cidade natal de Toffoli.

    Na mesmo dia, seguranças do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo foram deslocados para Ribeirão Claro (PR), onde está localizado o resort Tayayá. De acordo com a Corte, o deslocamento ocorreu a pedido do STF para atender a uma autoridade. A cidade onde está o Tayayá fica a 150 quilômetros de Marília.

    Conforme a reportagem, documentos da Anac mostram dez registros de entrada de Toffoli em 2025 no terminal executivo do aeroporto da capital federal, destinado a aviões particulares.

    O cruzamento com os dados do Decea permite identificar o avião que teria sido utilizado pelo ministro em seis ocasiões, uma vez que não há outras decolagens e pousos em horários próximos. Em cinco desses casos, o avião pertencia a empresários.

    A Prime informou que “por questões de confidencialidade dos contratos, e em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados, não divulga dados sobre os usuários das aeronaves do seu portfólio, sejam eles cotistas e seus convidados ou clientes de fretamento do serviço de táxi aéreo”.

    Como revelou o Estadão, o pastor da igreja Lagoinha Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, era o único cotista do fundo de investimentos Leal, administrado pela Reag Investimentos – investigada pela Polícia Federal no caso Master. O Leal, por sua vez, é o único cotista do fundo Arleen, usado para comprar a participação da família Toffoli no resort no Paraná.

    Em janeiro, quando o Estadão revelou que Zettel era o cotista do fundo Leal, o pastor afirmou ter deixado o fundo em 2022. Os papéis do próprio Leal e as mensagens com Vorcaro mostram que, na verdade, ele continuou como cotista e manteve aportes no Tayayá por meio do fundo. Em maio de 2024, Vorcaro perguntou por mensagem de WhatsApp a Zettel sobre a situação dos repasses ao resort do ministro.

    Toffoli era relator do caso Master no STF. Um dia após vir à tona a existência de um relatório da Polícia Federal com conversas e menções a Toffoli no celular de Vorcaro, o ministro deixou a relatoria do caso Master no Supremo. O inquérito foi redistribuído e agora está nas mãos do ministro André Mendonça.

    Moraes viajou em aeronaves de Vorcaro

    Além de Toffoli, o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, pegaram voos em aeronaves particulares da empresa ligada ao dono do Master.

    A informação foi revelada pela Folha de S.Paulo e confirmada pelo Estadão. Moraes e Viviane pegaram ao menos oito voos entre maio e outubro de 2025. Sete deles foram da empresa Prime Aviation, na qual Vorcaro tinha uma participação societário, e um outro foi em uma aeronave do cunhado dele, Fabiano Zettel.

    O gabinete de Moraes classificou a informação como ilação e afirmou que o ministro “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece”. O escritório de Viviane afirmou em nota que contrata diversos serviços de táxi aéreo e que, entre eles, já foi contratada a empresa Prime Aviation, ligada a Vorcaro. Disse ainda que nem Vorcaro nem seu cunhado estiveram presentes nos voos.

    Toffoli voou em avião de empresa de Vorcaro para ir ao Tayayá, diz jornal

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  • Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa

    Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa

    Os boletos de cobrança e contas como água, energia e telefone com vencimento no feriado podem ser pagos, sem acréscimo, no próximo dia útil; o próximo dia 21 de abril, uma terça-feira, também é feriado, de Tiradentes

    As agências bancárias de todo o país estarão fechadas para atendimento presencial nesta sexta-feira (3), feriado nacional de celebração da Paixão de Cristo. As compensações bancárias, incluindo as TEDs, não serão efetivadas na data, mas o Pix, que funciona 24 horas todos os dias, poderá ser feito normalmente.

    De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os boletos de cobrança e contas como água, energia e telefone com vencimento no feriado podem ser pagos, sem acréscimo, no próximo dia útil.

    Já o pagamento de tributos e impostos que vencem nesta sexta deve ser antecipado, para evitar a cobrança de juros e multas. Nesta quinta-feira (2), os bancos têm expediente normal.Sites e aplicativos de bancos e caixas eletrônicos também podem ser usados para pagamento de contas e transferências, entre outros serviços. Banco por telefone e correspondente também estão entre as alternativas de atendimento.

    A Febraban já lembra que o próximo dia 21 de abril, uma terça-feira, também é feriado, de Tiradentes. Da mesma forma, as agências estarão fechada para atendimento ao público neste dia.

    Na segunda-feira, dia 20, o expediente bancário segue normalmente nas localidades onde não há feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo.

    Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa

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  • Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA

    Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA

    Presidente Lula afirmou em Salvador que o sistema do BC deve ser aprimorado

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu, nesta quinta-feira (2), críticas ao sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, o Pix, feitas em um relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. Em evento em Salvador (BA), Lula afirmou que o Pix deve ser aprimorado para atender às necessidades dos brasileiros.

    “O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando a sociedade brasileira”, disse Lula, sobre o sistema do Banco Centra (BC).

    De acordo com o relatório anual do comércio estadunidense, as empresas daquele país temem que Banco Central dê tratamento preferencial ao sistema do Pix, em detrimentos de outros sistemas de pagamentos. 

    “O Banco Central do Brasil criou, detém, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Nos Estados Unidos, partes interessadas expressaram preocupação com o fato de o Banco Central do Brasil conceder tratamento preferencial ao Pix, que desfavorece os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos Estados Unidos. O Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas”, diz o documento.Investigação

    No ano passado, o país governado por Donal Trump abriu uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix. Um dos motivos especulados para a medida é de que o BC teria favorecido o Pix em detrimento do WhatsApp Pay em 2020. O aplicativo é da empresa Meta, do empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump.

    Na ocasião, o Ministério das Relações Exteriores respondeu que o Pix visa a segurança do sistema financeiro, sem discriminar empresas estrangeiras. A defesa brasileira destacou que a administração pelo BC garante neutralidade ao sistema de pagamentos instantâneos e que outros bancos centrais, inclusive o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) testam ferramentas parecidas.

    O Pix foi lançado oficialmente no Brasil no dia 16 de novembro de 2020, mas os estudos para a implementação do novo sistema de pagamento existiam pelo menos desde maio de 2018.

    O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, dos Estados Unidos, foi divulgado no último dia 31 de março e trata sobre questões de diversos países que podem significar “barreiras” ao comércio exterior dos Estados Unidos.

    Sobre o Brasil, o documento ainda aborda temas como mineração ilegal de ouro, extração ilegal de madeira, as leis trabalhistas brasileiras, legislações sobre plataformas digitais, a Lei Geral de Proteção de Dados, taxa de uso de rede e satélites.

    VLT de Salvador

    Lula participou hoje de entregas do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de mobilidade urbana em Salvador, na Bahia, e visitou obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da capital baiana. Um trecho do transporte público já funciona em testes operacionais.

    O projeto do VLT concentra R$ 1,1 bilhão de investimentos do governo federal. Também foram autorizados editais e estudos já para a ampliação do sistema sobre trilhos.

    O evento também foi o último ato como ministro do chefe da Casa Civil, Rui Costa, que deixa o cargo nesta quinta-feira. Ele deve disputar uma vaga no Senado nas próximas eleições e, para isso, precisa se desincompatibilizar da função no Executivo. A secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, assumirá o posto.

    Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA

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