Presidente do BCE afirma que a autoridade monetária pode reagir com mais rigor caso a inflação se afaste da meta por período prolongado, mas destaca que ainda é cedo para decisões sobre juros diante das incertezas provocadas pela guerra no Oriente Médio
O Banco Central Europeu (BCE) terá de responder de forma “enérgica” caso a inflação ameace ficar significativamente acima da meta por um período prolongado, como consequência da guerra no Oriente Médio, afirmou a presidente da instituição, Christine Lagarde, nesta quarta-feira (25).
Lagarde ressaltou, no entanto, que os juros da zona do euro não serão elevados até que haja informações “suficientes” para avaliar o impacto do conflito.
“Se esperarmos que a inflação se desvie de forma significativa e persistente da meta, a resposta deve ser adequadamente enérgica ou persistente”, disse a presidente do BCE.
Segundo ela, o cenário atual é de grande incerteza econômica, embora o choque nos preços de energia seja menor do que o registrado em 2022.
Lagarde também afirmou que ainda é “muito cedo” para definir quais medidas serão adotadas pelo BCE.
Lagarde diz que BCE terá de agir de forma 'enérgica' se inflação disparar
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