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  • Cartão de crédito: veja como controlar gastos e evitar dívidas

    Cartão de crédito: veja como controlar gastos e evitar dívidas

    Acompanhar a fatura, limitar parcelamentos e evitar o pagamento mínimo estão entre as principais medidas para usar o cartão sem comprometer o orçamento. Aplicativos bancários também ajudam no controle das despesas do dia a dia

    O cartão de crédito pode facilitar pagamentos, ajudar na organização financeira e oferecer benefícios como cashback e programas de pontos. Mas o uso sem controle também pode virar uma fonte de dívidas, principalmente por causa dos juros altos do crédito rotativo.

    Para evitar problemas, o primeiro passo é entender quanto entra e quanto sai do orçamento todos os meses. Ter clareza sobre despesas fixas, gastos variáveis e parcelas já assumidas ajuda a definir um valor seguro para usar no cartão.

    Aplicativos bancários e planilhas financeiras também podem ajudar no acompanhamento dos gastos e evitar surpresas na fatura.

    Outro cuidado importante é não considerar o limite liberado pelo banco como dinheiro disponível. O ideal é estabelecer um teto pessoal para os gastos mensais, compatível com a renda e com os compromissos financeiros já existentes.

    Também é recomendável evitar o pagamento mínimo da fatura. Quando isso acontece, o valor restante entra no crédito rotativo, modalidade que possui alguns dos juros mais altos do mercado. Para manter as contas em ordem, a orientação é pagar o valor total até a data de vencimento.

    Alguns hábitos simples ajudam no controle financeiro:

    • acompanhar os gastos pelo aplicativo do banco;
    • consultar a fatura regularmente;
    • ativar notificações de compras em tempo real;
    • programar débito automático;
    • escolher uma data de vencimento próxima ao recebimento do salário;
    • monitorar cobranças indevidas ou suspeitas.

    O parcelamento de compras também exige atenção. Apesar de ajudar em aquisições de maior valor, o excesso de parcelas pode comprometer o orçamento dos meses seguintes sem que a pessoa perceba.

    Antes de dividir uma compra, vale avaliar se ela é realmente necessária, quantas parcelas já estão em andamento e se o valor continuará cabendo no orçamento futuramente.

    Concentrar os gastos em um único cartão também costuma facilitar a organização financeira. Além de reduzir o risco de esquecer vencimentos, isso ajuda no acompanhamento da fatura e no controle do consumo mensal.

    Usado com planejamento e acompanhamento frequente, o cartão de crédito pode funcionar como uma ferramenta de organização financeira sem comprometer o orçamento.
     
     O parcelamento também exige atenção. Embora possa ser útil em compras de maior valor, o acúmulo de parcelas reduz a renda disponível nos meses seguintes e pode comprometer o orçamento sem que o consumidor perceba.

    Antes de parcelar, vale avaliar se a compra é realmente necessária, quantas parcelas já estão em andamento e se o valor continuará cabendo no orçamento futuramente.

    Outra orientação comum é concentrar os gastos em um único cartão. Segundo especialistas, usar muitos cartões dificulta o controle financeiro, aumenta o risco de atrasos e favorece compras impulsivas.

    Além de facilitar o acompanhamento da fatura, concentrar despesas em apenas um cartão também pode melhorar o acúmulo de pontos e cashback.

    Manter a disciplina e monitorar os gastos frequentemente são as principais formas de usar o cartão de crédito de maneira saudável e evitar o endividamento.
     
     

     

    Cartão de crédito: veja como controlar gastos e evitar dívidas

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  • Vídeos mostram caos em Kiev após chuva de mísseis e drones russos

    Vídeos mostram caos em Kiev após chuva de mísseis e drones russos

    A polícia ucraniana revelou as imagens das câmaras corporais onde é possível ver os primeiros minutos depois de Kiev ser atingida por intensos bombardeamentos russos, no domingo. Segundo a Força Aérea da Ucrânia, a Rússia utilizou mais de 600 drones e mísseis de vários tipos.

    A polícia da Ucrânia divulgou vídeos gravados por câmeras corporais de agentes que mostram os primeiros momentos após os bombardeios russos que atingiram Kiev na madrugada de domingo. Segundo a Força Aérea ucraniana, a ofensiva envolveu mais de 600 drones e mísseis de diferentes tipos.

    As imagens foram publicadas nas redes sociais por Oleksiy Biloshytskyi, vice-chefe do Departamento de Polícia de Patrulha da Ucrânia. Na publicação, ele afirmou que os policiais estiveram entre os primeiros a chegar aos locais atingidos na capital e ajudaram vítimas ao lado de equipes de resgate, bombeiros e paramédicos.

    Os vídeos mostram cenários de destruição, com fumaça, escombros espalhados pelas ruas e incêndios em áreas residenciais. Também é possível ver moradores feridos recebendo atendimento e pessoas sendo retiradas de apartamentos danificados. Em um dos resgates, vítimas são retiradas pela janela com a ajuda de tábuas de madeira improvisadas.

    Segundo autoridades ucranianas, esta foi a terceira vez que a Rússia utilizou um míssil com capacidade para transportar ogivas nucleares ou convencionais durante a guerra.

    O ataque aconteceu durante a madrugada de domingo e teve Kiev como principal alvo. De acordo com autoridades locais, ao menos quatro pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na capital e em regiões próximas.

    A Força Aérea da Ucrânia informou ter derrubado 549 drones russos e interceptado 55 mísseis durante a ofensiva. Entre os armamentos utilizados por Moscou estavam mais de 30 mísseis balísticos e 54 mísseis de cruzeiro.

    O governo russo afirmou que os bombardeios foram uma resposta ao ataque realizado por Kiev na quinta-feira contra uma residência estudantil em Lugansk, região ocupada pela Rússia. Segundo Moscou, o episódio deixou ao menos 21 mortos e mais de 40 feridos.
     
     

     

    Vídeos mostram caos em Kiev após chuva de mísseis e drones russos

  • Flávio Bolsonaro viaja aos EUA e aposta em encontro com Trump

    Flávio Bolsonaro viaja aos EUA e aposta em encontro com Trump

    Senador desembarcou em Washington em meio à crise provocada pelas revelações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Aliados temem que negociações de Donald Trump com o Irã levem ao cancelamento ou adiamento da reunião prevista para esta semana

    Flávio Bolsonaro (PL-RJ) iniciou nesta segunda-feira (25) uma viagem aos Estados Unidos mirando um encontro com Donald Trump, previsto para acontecer nos próximos dias na Casa Branca. A reunião, porém, ainda não foi oficialmente confirmada pelo governo americano e já gera apreensão entre aliados do senador brasileiro.

    Nos bastidores, integrantes da equipe de Flávio admitem preocupação com a possibilidade de Trump mudar a agenda de última hora por causa das negociações envolvendo o Irã. O presidente americano vem concentrando esforços em um acordo diplomático com o regime iraniano e decidiu permanecer em Washington no fim de semana justamente para acompanhar o avanço das tratativas.

    O gesto acendeu um alerta entre auxiliares do senador depois que Trump cancelou a participação no casamento do próprio filho, que aconteceria na Flórida. A avaliação no entorno de Flávio é de que a crise internacional pode acabar ocupando totalmente a agenda da Casa Branca nos próximos dias.

    A expectativa do parlamentar é usar a viagem para ampliar sua exposição internacional em meio ao desgaste provocado pelas recentes revelações sobre suas conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A estratégia da equipe é transformar a aproximação com Trump em uma demonstração de força política e prestígio no exterior.

    Segundo aliados, o convite para o encontro teria partido da própria Casa Branca, embora o compromisso ainda dependa de confirmação definitiva.

    Além da tentativa de reunião com Trump, Flávio também deve se encontrar com integrantes do Departamento de Estado e representantes do governo americano ligados à política externa e à segurança internacional.

    Flávio Bolsonaro viaja aos EUA e aposta em encontro com Trump

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  • Demitido pelo São Paulo, Hernán Crespo vira prioridade para assumir Racing

    Demitido pelo São Paulo, Hernán Crespo vira prioridade para assumir Racing

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Racing tem Hernán Crespo como prioridade para assumir o comando da equipe após a saída de Gustavo Costas.

    CRESPO NA MIRA

    A diretoria trabalha para aproveitar a pausa para a Copa e definir um novo treinador, e vê o ex-São Paulo como alvo principal para o cargo.

    A mudança acontece após o fim da terceira passagem de Costas pelo clube. O treinador de 63 anos não resistiu ao empate por 2 a 2 com o Caracas, resultado que selou a eliminação precoce do Racing ainda na fase de grupos da Copa Sul-Americana.

    Além da campanha continental ruim, também pesou a trajetória irregular no Torneo Apertura, em que a equipe avançou aos playoffs apenas em oitavo lugar e caiu nas quartas de final.

    Internamente, a avaliação é de que o período sem jogos durante a pausa para a Copa pode ser determinante para reorganizar o projeto esportivo e iniciar um novo ciclo no comando técnico.

    O UOL ouviu de fontes ligadas ao negócio que operação é considerada “difícil” nos bastidores.

    Costas deixa o Racing com dois títulos conquistados em dois anos e meio: a Copa Sul-Americana de 2024 e a Recopa Sul-Americana de 2025, vencida justamente sobre o Botafogo.

    Livre no mercado desde março, Hernán Crespo deixou o comando do São Paulo e acabou substituído por Roger Machado, escolhido pela diretoria após a eliminação na semifinal do Paulista, mesmo com o time na parte de cima do Brasileirão no início da temporada.

    A troca, porém, não surtiu efeito: Roger permaneceu apenas cerca de dois meses no cargo, caiu após eliminação precoce na Copa do Brasil e abriu espaço para uma nova mudança, com a chegada de Dorival Júnior.

    Técnico da seleção brasileira aposta na capacidade de adaptação dentro e fora de campo para conduzir o Brasil na Copa. Perfil “camaleônico” de Ancelotti ganhou destaque após a decisão de convocar Neymar, mesmo diante das dúvidas sobre o atacante

    Folhapress | 04:45 – 25/05/2026

    Demitido pelo São Paulo, Hernán Crespo vira prioridade para assumir Racing

  • China lança missão Shenzhou-23; astronauta ficará um ano no Espaço

    China lança missão Shenzhou-23; astronauta ficará um ano no Espaço

    Missão Shenzhou-23 levará três astronautas à estação espacial Tiangong, onde um deles passará um ano inteiro em órbita pela primeira vez. Experiência será usada pela China para estudar os efeitos da longa permanência no espaço antes de futuras viagens à Lua e Marte

    A China deu mais um passo em sua corrida espacial neste domingo (24) ao lançar a missão Shenzhou-23, considerada estratégica para os planos do país de enviar astronautas à Lua até 2030.

    O foguete Longa Marcha 2F decolou do Centro de Lançamento de Jiuquan, no deserto de Gobi, no noroeste chinês, levando três astronautas rumo à estação espacial Tiangong, conhecida como “Palácio Celestial”.

    A missão marca um momento histórico para o programa espacial chinês: pela primeira vez, um astronauta do país deverá permanecer um ano inteiro no espaço. Até agora, as estadias na estação espacial chinesa duravam cerca de seis meses.

    A longa permanência em órbita será usada para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano, etapa considerada essencial para futuras viagens tripuladas à Lua e até mesmo para missões a Marte.

    Entre os tripulantes está Li Jiaying, de 43 anos, que se tornou o primeiro astronauta de Hong Kong a participar de uma missão espacial chinesa. Antes de entrar para o programa espacial, ele trabalhava como policial no território semiautônomo.

    A tripulação também é formada por Zhu Yangzhu, engenheiro aeroespacial de 39 anos, e Zhang Zhiyuan, ex-piloto da força aérea chinesa, que fará sua primeira viagem ao espaço.

    Segundo a Agência Espacial Tripulada da China (CMSA), ainda não foi definido qual dos astronautas permanecerá um ano completo na Tiangong. A decisão dependerá do andamento da missão.

    Além dos estudos sobre permanência prolongada no espaço, os astronautas realizarão experimentos ligados à medicina, física, materiais e ciências biológicas.

    Os cientistas pretendem analisar efeitos como perda de densidade óssea, atrofia muscular, exposição à radiação, distúrbios do sono e desgaste psicológico.

    “O maior desafio será justamente o impacto sobre o corpo humano”, explicou à agência AFP o astrofísico Richard de Grijs, professor da Universidade Macquarie, na Austrália.

    O especialista também destacou a importância da confiabilidade dos sistemas de reciclagem de água e ar, além da capacidade de lidar com emergências médicas longe da Terra.

    “A China se tornou muito competente nessas áreas, mas passar um ano no espaço coloca os equipamentos e a tripulação em um nível operacional completamente diferente das missões mais curtas”, afirmou.

    O lançamento faz parte da estratégia chinesa de ampliar sua presença espacial e disputar protagonismo com os Estados Unidos, que desenvolvem o programa Artemis para retornar à superfície lunar.

    Pequim trabalha atualmente no desenvolvimento da espaçonave Mengzhou, chamada de “Nave dos Sonhos”, que deverá substituir a atual Shenzhou nas futuras missões tripuladas à Lua.

    O governo chinês também planeja construir até 2035 a primeira parte de uma base científica permanente na Lua, batizada de Estação Internacional de Pesquisa Lunar (ILRS).

    Nas últimas décadas, a China acelerou fortemente seus investimentos espaciais. Em 2019, o país se tornou o primeiro do mundo a pousar uma sonda no lado oculto da Lua. Dois anos depois, conseguiu colocar um robô em Marte.

    A criação da estação espacial Tiangong ganhou força após a China ser excluída da Estação Espacial Internacional em 2011, quando os Estados Unidos proibiram a Nasa de cooperar com o programa espacial chinês.
     
     

     

    China lança missão Shenzhou-23; astronauta ficará um ano no Espaço

  • Jornalista confunde tiros com fogos e vira meme após tiroteio nos EUA

    Jornalista confunde tiros com fogos e vira meme após tiroteio nos EUA

    Reação da repórter da NBC News durante troca de tiros perto da Casa Branca viralizou nas redes sociais. Internautas criticaram a aparente calma da jornalista, enquanto outros defenderam que ela não identificou imediatamente os disparos

    A jornalista da NBC News Julie Tsirkin virou alvo de críticas e memes nas redes sociais após a reação que teve durante um tiroteio registrado perto da Casa Branca, em Washington, no último sábado.

    Tsirkin fazia uma entrada ao vivo nos jardins da Casa Branca quando os disparos começaram a ser ouvidos ao fundo. Nas imagens que rapidamente viralizaram, a repórter demonstra confusão ao tentar entender o que estava acontecendo, mas sem reagir imediatamente como quem percebe uma situação de perigo.

    “O que é isso?”, perguntou ela a integrantes da equipe.

    Logo depois, alguém respondeu: “Parece fogos de artifício.”

    A jornalista então olha na direção da Casa Branca e chega a dar alguns passos em direção ao local de onde vinham os tiros. Pouco depois, recua e permanece parada diante da câmera, ainda sem deixar a área.

    Mais tarde, em entrevista à NBC News, Tsirkin contou que ouviu entre 20 e 30 disparos.

    “Acabei correndo dali. Vi um agente do Serviço Secreto saindo da cabine de segurança com armas em punho e mandando que todos nós, que estávamos ali perto, corrêssemos para dentro da sala de imprensa”, relatou.

    O vídeo da reação da jornalista ultrapassou milhões de visualizações e gerou uma onda de comentários nas redes sociais.

    “Essa jornalista tem instinto de sobrevivência de um lemingue”, escreveu um usuário no X, antigo Twitter.

    Outro comentou: “Zero noção.”

    A comparação mais frequente foi com a correspondente da ABC News Selina Wang, que também estava nos arredores da Casa Branca durante os disparos e se abaixou imediatamente para se proteger.

    Apesar das críticas, Tsirkin também recebeu apoio de internautas que afirmaram entender sua reação.

    “Eu não cresci perto de tiroteios e só ouvi tiros pela primeira vez depois dos 30 anos. Se você nunca passou por isso, não identifica imediatamente o som”, escreveu um usuário.

    O episódio acabou se transformando em meme. Internautas começaram a substituir o cenário da Casa Branca por ambientes ainda mais perigosos, como zonas de guerra, explosões e montagens humorísticas envolvendo o ex-presidente Joe Biden

    A própria jornalista entrou na brincadeira e compartilhou uma foto assistindo aos memes no computador.

    “Fico feliz por ter feito esse sacrifício pela equipe, já que o Saturday Night Live está em férias. Obrigada pelos memes, internet. Espero que continuem acompanhando as reportagens”, escreveu ela.


     

    O tiroteio aconteceu após um homem abrir fogo contra agentes em um posto de segurança próximo à Casa Branca. Segundo o Serviço Secreto dos Estados Unidos, os agentes reagiram aos disparos e atingiram o suspeito, que chegou a ser levado para um hospital, mas não resistiu.

    Uma pessoa que passava pelo local também ficou ferida durante a troca de tiros. O estado de saúde dela não foi divulgado oficialmente, mas, segundo a NBC News, a vítima estaria em estado grave.

    As autoridades informaram que entre 15 e 30 tiros foram disparados em uma esquina localizada a cerca de um quarteirão da residência oficial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
     

     
     

    Jornalista confunde tiros com fogos e vira meme após tiroteio nos EUA

  • WhatsApp prepara recurso para mostrar quem está online no app

    WhatsApp prepara recurso para mostrar quem está online no app

    Nova função em teste no WhatsApp para iPhone reunirá em uma única área os contatos que estiveram ativos recentemente. Ferramenta também permitirá destacar favoritos e seguirá respeitando as configurações de privacidade dos usuários

    O WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso na versão beta do aplicativo para iPhone que permitirá aos usuários visualizar quais contatos estão online ou estiveram ativos recentemente.

    A novidade foi identificada pelo site WABetaInfo, especializado em acompanhar atualizações da plataforma. Segundo a publicação, o aplicativo ganhará uma nova área dedicada a mostrar quais contatos estão disponíveis para conversar naquele momento.

    Atualmente, o WhatsApp já permite saber se uma pessoa está online. Para isso, basta abrir a conversa com o contato e verificar se aparece a indicação “online” abaixo do nome do usuário.

    O problema é que, para conferir a disponibilidade de vários contatos, é necessário abrir conversa por conversa. Com a nova funcionalidade, essa verificação ficará centralizada em um único espaço dentro do aplicativo.

    “Essa área mostrará contatos que estiveram online recentemente, facilitando saber quem está disponível”, informou o WABetaInfo.

    Segundo o site, o recurso ficará localizado nas configurações do aplicativo, logo abaixo da foto de perfil do usuário.

    “Dentro dessa área, os usuários encontrarão seus contatos favoritos para acesso rápido. O WhatsApp exibirá até quatro contatos favoritos nesse espaço. Esse layout tornará mais prática a comunicação com os contatos favoritos”, acrescentou a publicação.

    A ferramenta também permitirá personalizar quais contatos aparecerão nessa área. Além disso, os usuários continuarão podendo ocultar suas informações de atividade para outras pessoas.

    “Como resultado, a visibilidade nessa área de contatos dependerá sempre das configurações de privacidade”, destacou o WABetaInfo.

    Por enquanto, o recurso segue em fase de testes na versão beta do WhatsApp para iPhone e ainda não há previsão oficial para o lançamento da novidade para todos os usuários.
     

     
     

    WhatsApp prepara recurso para mostrar quem está online no app

  • Ancelotti dobra aposta em perfil ‘camaleônico’ na luta pelo hexacampeonato

    Ancelotti dobra aposta em perfil ‘camaleônico’ na luta pelo hexacampeonato

    (FOLHAPRESS) – Carlo Ancelotti, 66, costuma citar sua experiência no Carnaval do Rio de Janeiro quando fala sobre futebol, relacionando o sucesso dentro de campo à mistura de ginga, criatividade e disciplina. O italiano, que assumiu a seleção brasileira em 2025, assistiu no Sambódromo da Marquês de Sapucaí à primeira noite de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial deste ano e ficou impressionado.

    O desfile mais elogiado daquela noite foi o da Imperatriz Leopoldinense, com o enredo “Camaleônico”, homenagem ao cantor Ney Matogrosso. O título acabou servindo também para definir o perfil de Ancelotti, conhecido justamente pela capacidade de se adaptar a diferentes contextos e estilos ao longo da carreira.

    Carletto construiu sua trajetória como um técnico maleável, disposto a ajustar o modelo de jogo conforme os jogadores disponíveis. Enquanto o futebol europeu viveu debates entre o jogo de posse de Pep Guardiola, a retranca de José Mourinho e a pressão intensa de Jürgen Klopp, Ancelotti conquistou títulos adotando diferentes estilos, sem se prender a um único modelo.

    “Meu estilo é vencer”, costuma brincar o treinador, em uma frase que mistura confiança e ironia.

    Nos últimos dias, os brasileiros descobriram que essa capacidade de adaptação vai além da parte tática. E foi justamente isso que abriu espaço para a convocação de Neymar.

    Até poucos dias antes da divulgação da lista para a Copa do Mundo, pessoas próximas ao treinador consideravam improvável a presença do camisa 10 entre os convocados. O entendimento era de que Neymar, pelas condições físicas e pelo histórico recente de lesões, não se encaixava no planejamento técnico. Também havia dúvidas sobre sua influência no grupo.

    Mas, diante da pressão popular, da repercussão midiática e até de manifestações públicas de outros jogadores, Ancelotti mudou de ideia. João Pedro, de 24 anos, chegou a fazer campanha pela presença do ídolo e acabou perdendo a vaga para ele.

    “Futebol não é uma ciência exata”, afirmou Ancelotti ao justificar a convocação de Neymar, que pouco atuou nas últimas temporadas e voltou a sofrer problemas físicos.

    “Não dá para dizer que uma opinião está certa e outra errada. Na medicina, o médico consegue dizer o que é correto. No futebol, não funciona assim”, explicou.

    As críticas vieram rapidamente. Parte da torcida e da imprensa questionou a escolha, enquanto surgiram teorias ligando a convocação à renovação contratual do treinador até a Copa de 2030 e à influência de patrocinadores.

    Ancelotti, porém, demonstrou tranquilidade diante da repercussão.

    “Todo mundo pode ter opiniões diferentes. No fim, sou eu quem precisa tomar a decisão. Felizmente, hoje ninguém pode dizer que o treinador errou. É preciso esperar até o fim de julho”, afirmou, repetindo sua tradicional expressão de levantar a sobrancelha esquerda.

    Além do carisma, o italiano possui um currículo praticamente incontestável. É o técnico com mais títulos da Liga dos Campeões, com cinco conquistas, além de ter vencido os campeonatos nacionais das cinco principais ligas da Europa: Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França.

    Em um de seus livros, “Quiet Leadership” (“Liderança Silenciosa”), lançado em 2016, Ancelotti define sua forma de comandar baseada em três pilares: escuta, respeito e gestão de egos. É essa combinação que ajuda a explicar tanto o retorno de Neymar quanto a capacidade do treinador de potencializar jogadores de perfis completamente diferentes, como Kaká e Cristiano Ronaldo.

    No desfile da Imperatriz, o carnavalesco Leandro Vieira definiu Ney Matogrosso como alguém de muitas formas, incluindo “um xamã tupiniquim ornado de miçangas, penas de papagaio e delírios quiméricos”.

    Já no evento organizado pela CBF para a convocação da seleção, realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Ancelotti entrou no clima brasileiro e dançou discretamente conforme a música.

    Agora, a expectativa dos torcedores é que a versatilidade do treinador também se transforme em resultados dentro de campo e ajude o Brasil na busca pelo hexacampeonato mundial.Raio-X
    Carlo Ancelotti, 66

    Nome
    Carlo Michelangelo Ancelotti
    Nascimento
    10 de junho de 1959, em Reggiolo (ITA)

    Clubes como treinador

    Reggiana, Parma, Juventus, Milan, Chelsea, PSG, Real Madrid, Bayern, Napoli e Everton

    Jogos à frente da seleção brasileira
    10

    Copas no currículo
    1986 (jogador), 1990 (jogador) e 1994 (auxiliar)

    Convocados por Carlo Ancelotti e outros brasileiros disputam prêmio de melhor sub-21 da Europa

    Folhapress | 04:10 – 22/05/2026

    Ancelotti dobra aposta em perfil ‘camaleônico’ na luta pelo hexacampeonato

  • Trump diz que não há pressa para acordo com Irã

    Trump diz que não há pressa para acordo com Irã

    Donald Trump afirmou que os Estados Unidos não têm pressa para fechar um acordo com o Irã e avisou que o bloqueio naval contra o país seguirá em vigor até a assinatura de um entendimento final. Negociações incluem o destino do urânio enriquecido iraniano e a possível flexibilização de sanções econômicas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Donald Trump disse que orientou seus representantes a não se apressarem para fechar um acordo com o Irã e afirmou que o bloqueio naval dos EUA vai continuar até a assinatura de um texto final.

    Trump afirmou que o bloqueio dos EUA a navios e portos iranianos seguirá em vigor até um acordo ser alcançado, certificado e assinado. Em publicação na rede Truth Social, ele disse que “ambos os lados devem levar seu tempo e fazer as coisas direito”.

    O presidente dos EUA disse que ‘não há pressa’ para concluir o entendimento e que o tempo joga a favor de Washington. Segundo a agência Reuters, uma autoridade sênior do governo dos EUA disse que a Casa Branca não esperava um acordo neste domingo, e que um anúncio poderia levar dias por depender de aval de autoridades iranianas, incluindo o líder supremo, Mojtaba Khamenei.

    Um esboço de proposta em negociação prevê que Teerã entregue o urânio enriquecido que mantém hoje. Segundo uma autoridade regional citada pela Associated Press, o destino do material seria definido em novas rodadas em um prazo de 60 dias, com a possibilidade de diluição de parte do estoque e envio do restante a um terceiro país.

    A Agência Internacional de Energia Atômica afirma que o Irã tem 440,9 kg de urânio enriquecido a 60%. Esse nível, de acordo com a agência, está a um passo técnico do patamar de 90% considerado grau de armamento.

    O texto em discussão também inclui medidas sobre navegação e sanções. Autoridades disseram que o Estreito de Hormuz seria reaberto de forma gradual em paralelo ao fim do bloqueio dos EUA, e que Washington poderia permitir que o Irã volte a vender petróleo com dispensas de sanções e negociar a liberação de recursos iranianos congelados no exterior.

    PONTOS QUE AINDA TRAVAM AS NEGOCIAÇÕES

    A questão nuclear deve ficar para uma etapa posterior, segundo autoridades americanas e iranianas. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que não é possível resolver um compromisso nuclear “em 72 horas”, e o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, afirmou que o tema não faz parte desta etapa.

    Israel pressiona por exigências mais duras e diz que um acordo final precisa eliminar ‘a ameaça nuclear’. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que isso envolve desmantelar instalações de enriquecimento e retirar o material nuclear enriquecido do território iraniano, além de manter “liberdade de ação” contra ameaças, inclusive no Líbano.

    Um cessar-fogo entre Irã e EUA está em vigor desde 8 de abril, mas é descrito como frágil. Trump tem dito que busca um acordo para encerrar o conflito iniciado em 28 de fevereiro, e autoridades americanas afirmam que a negociação dos detalhes sobre medidas nucleares levaria mais tempo.

    O rascunho citado pela Associated Press também menciona o fim da guerra entre Israel e Hezbollah e um compromisso de não interferência na região. Em discurso na TV, o líder do Hezbollah, Naim Qasem, disse esperar um acordo que inclua uma trégua no Líbano e afirmou que o desarmamento do grupo é inaceitável.

    Trump diz que não há pressa para acordo com Irã

  • Petróleo abre a semana abaixo de US$ 100 diante de possível acordo entre Irã e EUA

    Petróleo abre a semana abaixo de US$ 100 diante de possível acordo entre Irã e EUA

    Na abertura do pregão, às 19h deste domingo (24), o barril do tipo Brent -referência mundial- estava sendo negociado a US$ 99, queda de 5% em relação ao fechamento do mercado na sexta-feira (22)

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O preço do petróleo abriu a semana em queda com o mercado internacional repercutindo um possível acordo entre o Irã e os Estados Unidos para o fim da guerra.

    Na abertura do pregão, às 19h deste domingo (24), o barril do tipo Brent -referência mundial- estava sendo negociado a US$ 99, queda de 5% em relação ao fechamento do mercado na sexta-feira (22).

    O petróleo WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, abriu a semana cotado em US$ 92, valor 5% inferior ao do encerramento do mercado na sexta.

    Ambos os contratos de petróleo atingiram o menor nível desde 7 de maio.

    Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o bloqueio americano no estreito de Hormuz continuaria em vigor enquanto um acordo com o Irã não fosse “alcançado, certificado e assinado”.

    “As negociações estão procedendo de forma ordenada e construtiva, e informei meus representantes que não se precipitassem porque o tempo está ao nosso lado. O bloqueio continuará em força e efeito total até que um acordo seja alcançado, certificado e assinado”, escreveu Trump em publicação na rede Truth Social.

    Segundo a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim, um possível acordo para o fim da guerra levaria o número de navios autorizados a transitar pelo estreito de Hormuz a normalizar em 30 dias.

    O bloqueio naval deve ser completamente suspenso em 30 dias, de acordo com um memorando de entendimento, disse a Tasnim, acrescentando que parte dos fundos congelados do Irã deve ser liberada na primeira fase.

    No sábado (23), Trump disse que o acordo com o país persa estava nos detalhes finais. A declaração deste domingo parece contradizer o sinal de avanço do dia anterior, mas a leitura no mercado internacional de petróleo indica otimismo com a normalização de Hormuz.

    De acordo com agências de notícias do Omã, autoridades do país e do Irã se reuniram neste domingo para discutir princípios para uma governança da liberdade de navegação em Hormuz.

    O país da península arábica foi um dos menos atingidos por ataques retaliatórios iranianos, que miraram em particular outros países árabes da região com forte presença americana em bases militares, como Qatar e Emirados Árabes Unidos.

    O analista da MST Marquee Saul Kavonic disse que, apesar de todas as ressalvas e riscos que ainda cercam o acordo de paz, agora há alguma luz no fim do túnel, o que deve trazer um alívio de curto prazo para os preços do petróleo.

    No entanto, analistas esperam que sejam necessários meses para que os fluxos de petróleo pelo estreito voltem ao normal e para que instalações danificadas sejam reparadas.

    Petróleo abre a semana abaixo de US$ 100 diante de possível acordo entre Irã e EUA

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