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  • Daniel Vorcaro, do Banco Master, é preso em nova fase da operação Compliance Zero

    Daniel Vorcaro, do Banco Master, é preso em nova fase da operação Compliance Zero

    Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de fiscalização do BC, e servidor Belline Santana foram alvo de busca e terão que usar tornozeleira eletrônica; Polícia Federal encontrou no celular do ex-banqueiro mensagens que citam intenção de forjar um assalto contra o jornalista Lauro Jardim

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) em nova fase da Operação Compliance Zero.
    A determinação de prisão preventiva (sem tempo determinado) é do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que se tornou relator dos inquéritos relacionados ao caso.

    A decisão foi tomada, entre outros motivos, porque a Polícia Federal encontrou no celular do empresário mensagens que citam intenção de forjar um assalto contra o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, como forma de intimidação.

    “Esse Lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto”, disse Vorcaro em uma mensagem.

    Outro alvo de mandado de prisão foi Fabiano Zettel, pastor e marido da irmã de Vorcaro. Ele é apontado como um dos principais operadores do banqueiro.
    Também foram presos Luiz Phillipe Machado de Moraes Mourão, apontado como operador financeiro do grupo, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva.

    A PF disse ao ministro que “há vasta prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria, bem como se encontra devidamente evidenciado o perigo concreto gerado pelos investigados se permanecerem em liberdade”.

    Segundo a decisão de Mendonça, “identificou-se a emissão de ordens diretas de Daniel Vorcaro para que fossem praticados atos de intimidação de pessoas (dentre as quais, concorrentes empresariais, ex-empregados e jornalistas) que seriam vistas como prejudiciais aos interesses da organização, e com vistas à obstrução da justiça”.

    O Globo divulgou nota de repúdio às iniciativas criminosas planejadas contra o colunista. “A ação, como destacado pelo ministro André Mendonça, visava ‘calar a voz da imprensa’, pilar fundamental da democracia. Os envolvidos nessa trama criminosa devem ser investigados e punidos com o rigor da lei. O Globo e seus jornalistas não se intimidarão com ameaças e seguirão acompanhando o caso e trazendo luz às informações de interesse público”, afirma.

    Também foram identificados registros que indicam que Vorcaro “teve acesso prévio a informações relacionadas à realização de diligências investigativas, tendo realizado anotações e comunicações relativas a autoridades e procedimentos associados às investigações em andamento”.

    A PF também fez operação de busca e apreensão na casa do ex-diretor de fiscalização do BC (Banco Central) Paulo Sérgio Neves de Souza e do servidor Bellini Santana. Ambos já estavam afastados de suas funções na autoridade monetária, decisão agora reforçada por ser judicial.

    A decisão de Mendonça diz que Vorcaro “manteve interlocução direta e frequente com servidores do

    Banco Central do Brasil responsáveis pela supervisão bancária, discutindo temas relacionados à situação regulatória da instituição financeira e encaminhando documentos e minutas destinados à autarquia
    supervisora para análise prévia”.

    “Nesse contexto, foram identificadas comunicações nas quais o investigado solicitava orientações estratégicas sobre a condução de reuniões institucionais, a elaboração de documentos e a abordagem de temas sensíveis perante autoridades regulatórias.”

    A defesa de Vorcaro foi procurada pela reportagem, mas ainda não se manifestou.

    Os advogados de Fabiano Zettel, Maurício Campos e Juliano Brasileiro, disseram que seu cliente se apresentou à Polícia Federal. “Em que pese não ter tido acesso ao objeto das investigações, Fabiano está à inteira disposição das autoridades”, diz a defesa, em nota.

    A ordem de prisão não chegou a ser requisitada pela PGR (Procuradoria-Geral da República), que pediu mais tempo para se manifestar, e disse que não via perigo iminente para que as medidas fossem tomadas com urgência.

    “Não se entrevê no pedido, nem no encaminhamento dos autos à Procuradoria-Geral da República, a indicação de perigo iminente, imediato, que induza a extraordinária necessidade de tão rápida e necessariamente sucinta análise do pleito”, disse a PGR.

    “Assinalo que antes dessa análise, a Procuradoria-Geral da República não pode ser favorável aos pedidos cautelares, não podendo aboná-los.” Mendonça disse que deu prazo de 72 horas para a análise.

    Foi constatada invasão indevida de sistemas, inclusive da própria PF, do Ministério Público Federal e falsificação de documentos públicos. Foi simulada a assinatura de membro do Ministério Público, segundo as investigações.

    Um grupo chamado de “A Turma”, liderado por Mourão, que tinha o apelido “Sicário”, fez ameaças a integridade física também de outras pessoas consideradas oponentes.

    Foram cumpridos os quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão em São Paulo e de Minas Gerais. As investigações tiveram o apoio do Banco Central.

    Também foram determinadas ordens de sequestro e de bloqueio de bens, no valor de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e de preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas, segundo a PF.

    De acordo com a Polícia Federal, são investigadas suspeitas da prática de crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos praticados por organização criminosa.

    Vorcaro havia sido preso pela primeira vez na noite de 17 de novembro, em São Paulo, quando se preparava para embarcar num voo para o exterior. Foi solto dez dias depois.

    Daniel Vorcaro, do Banco Master, é preso em nova fase da operação Compliance Zero

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  • Ator José Dumont é preso por estupro de menino de 11 anos

    Ator José Dumont é preso por estupro de menino de 11 anos

    Ator José Dumont foi preso na noite de terça-feira, 3 de março, pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro; artista foi condenado por estupro de vunerável

    Na noite desta terça-feira (3), a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu o ator José Dumont. O artista, de 75 anos, irá cumprir pena após ter sido condenado por estupro de um menor de 11 anos. 

    O caso

    José Dumont é acusado de ter levado, em 2022, um menor para dentro de seu apartamento. O menino era filho de uma vendedora ambulante que vendia cuscuz à porta do prédio do ator.

    José Dumont foi supostamente denunciado por vizinhos, que contaram ter visto a criança entrar mais do que uma vez em sua casa. 

    O ator teria oferecido ao menino ajuda financeira e presentes. Segundo a investigação, o ator aproveitou-se da vulnerabilidade da vítima e se fez valer do seu prestígio para concretizar o crime. 

    A investigação aponta investidas como beijos na boca e carícias íntimas foram captadas por câmeras de vigilância.

    José Dumont foi condenado a uma pena de nove anos e quatro meses transitada em julgado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

    O ator já havia sido condenado pelo armazenamento de arquivos de pornografia infantil. O artista conheceu a sentença em 3 de julho de 2023, tendo sido ditada uma pena de prisão de um ano e o pagamento de uma multa.

    Ator José Dumont é preso por estupro de menino de 11 anos

  • Rayssa, João Fonseca, Yago Dora e Gabriel Araújo concorrem ao Laureus

    Rayssa, João Fonseca, Yago Dora e Gabriel Araújo concorrem ao Laureus

    Os atletas brasileiros Rayssa Leal (skate), Yago Dora (surfe), João Fonseca (tênis) e Gabriel Araújo, o Gabrielzinho (natação paralímpica) estão entre os indicados ao prêmio Laureus World Sports Awards, considerado o Oscar do esporte, em categorias diversas. A lista, divulgada nesta terça-feira (3), elenca os melhores na temporada de 2025. Os vencedores serão definidos pelo juri da Academia Laureus, formado por grandes nomes do esporte (recordista mundiais e detentores de títulos olímpicos). A entrega do troféu ocorrerá em 20 de abril, durante cerimônia em Madri (Espanha).

    No ano passado, a ginasta paulista Rebeca Andrade faturou o Laureus na categoria “retorno do ano”, por ter subido ao pódio na Olimpíada de Paris 2024 (ouro no solo, prata no individual geral e no salto, além de bronze por equipes)  após superar uma série de lesões. 

    A skatista Rayssa Leal, de 18 anos, concorre pela quarta vez ao troféu Laureus – as anteriores foram em 2020, 2023 e 2024. Maranhense da cidade de Imperatriz, ela foi indicada na categoria “melhor atleta de ação”. No ano passado, a medalhista olímpica (prata em Tóquio 2020 e bronze em Paris 2024) foi tetracampeã da Liga Internacional de skate street (Street League Skateboarding-SLS). 

    Na mesma categoria que Rayssa está o compatriota Yago Dora. O surfista catarinense recebeu a primeira indicação ao Laureus na carreira, após faturar o título inédito do circuito mundial de surfe e, de quebra, encerrar 2025 na liderança do ranking mundial.Quem também entrou na lista pela primeira vez foi o tenista carioca João Fonseca, de 19 anos, que concorrerá na categoria “revelação do ano”. Após iniciar 2025 em 145º lugar no ranking mundial, o brasileiro subiu 121 posições e fechou o ano entre os melhores 24 tenistas do planeta. A subida meteórica ocorreu após a conquista de títulos (ATP 250 de Buenos Aires e ATP 500 da Basileia) e incríveis vitórias sobre os experientes Andrey Rublev (Rússia),Hubert Hurkacz (Polônia) e Denis Shapovalov (Canadá).

    Também estreante na lista de indicados ao Laureus, o multicampeão paralímpico Gabriel Araújo (três ouros em Paris 2024 e dois em Tóquio 2020) concorre na categoria “melhor atleta com deficiência”. Na temporada passada, ele foi tricampeão mundial paralímpico no nado livre, classe S2 (limitações físico-motoras) nos 50m, 100m e 200m.

    O nadador paralímpico Daniel Dias é o brasileiro que mais conquistou prêmios Laureus para o Brasil. Ele soma três troféus como “melhor paratleta do ano”, nas edições de 2009, 2013 e 2016. Em 2002, o jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno, foi o primeiro atleta do país a se contemplado. No ano seguinte, o skatista carioca Bob Burnquist venceu na categoria melhor atleta de esportes ação. 

    Em 2003, Ronaldo Nazário (BRA) foi o primeiro do país a obter a distinção. Coincidentemente na mesma categoria de Rebeca Andrade: Retorno do Ano. Também em 2003, o Laureus premiou a seleção brasileira masculina adulta de futebol como a equipe do ano, pelo pentacampeonato mundial conquistado no ano anterior.

    Indicados

    MELHOR ATLETA HOMEM DO ANO

    Carlos Alcaraz (Espanha) – tênis

    Ousmane Dembélé (França) – futebol

    Armand Duplantis (Suécia) – salto com vara

    Marc Márquez (Espanha) – motociclismo

    Tadej Podacar (Eslovênia) – ciclismo

    Jannik Sinner (Itália) – tênis

    MELHOR ATLETA MULHER DO ANO

    Aitana Bonmatí (Espanha) – futebol

    Melissa Jefferson-Wooden (Estados Unidos) – atletismo

    Faith Kipyegon (Quênia) – atletismo

    Katie Ledecky (Estados Unidos) – natação

    Sydney McLaughlin-Levrone (Estados Unidos) – atletismo

    Aryna Sabalenka (Bielorrússia) – tênis

    MELHOR EQUIPE DO ANO 

    Seleção feminina de futebol da Inglaterra

    Equipe europeia da Ryder Cup – golfe (torneio masculino)

    Seleção feminina de críquete da Índia

    McLaren – Fórmula 1

    Oklahoma City Thunder – NBA

    Paris Saint-Germain – futebol (equipe masculina)

    REVELAÇÃO DO ANO 

    João Fonseca (Brasil) – tênis

    Désiré Doué (França) – futebol

    Shai Gilgeous-Alexander (Canadá) – basquete

    Luke Littler (Reino Unido) – dardos

    Lando Norris (Reino Unido) – Fórmula 1

    Yu Zidi (China) – natação

    RETORNO DO ANO

    Amanda Anisimova (Estados Unidos) – tênis

    Egan Bernal (Colômbia) – ciclismo

    Rory McIlroy (Reino Unido) – golfe

    Yulimar Rojas (Venezuela) – salto triplo

    Leah Williamson (Reino Unido) – futebol

    Simon Yates (Reino Unido) – ciclismo

    MELHOR ATLETA NOS ESPORTES DE AÇÃO

    Yago Dora (Brasil) – surfe

    Rayssa Leal (Brasil) – skate

    Kilian Jornet (Espanha) – ultramaratona

    Chloe Kim (Estados Unidos) – snowboard

    Molly Picklum (Austrália) – surfe

    Tom Pidcock (Reino Unido) – ciclismo

    MELHOR ATLETA COM DEFICIÊNCIA 

    Gabriel Araújo (Brasil) – natação

    Simone Barlaam (Itália) – natação

    Catherine Debrunner (Suíça) – atletismo

    Kelsey DiClaudio (Estados Unidos) – hóquei no gelo

    David Kratochvíl (República Tcheca) – natação

    Kiara Rodríguez (Equador) – salto em distância

    PRÊMIO ESPORTE PARA O BEM

    A.S.D. Gruppo Sportivo Valanga (Itália) – oferece oportunidades educacionais por meio da combinação de atividades esportivas e psicologia;

    Fútbol Más (projeto global) – promove inclusão, trabalho em equipe e respeito por meio de torneios de futebol;

    Kings County Tennis League (Estados Unidos) – reduz barreiras econômicas que impedem jovens locais de ter acesso ao tênis;

    MindLeaps (projeto global) – desenvolve competências cognitivas por meio de um programa inovador, que combina aulas de dança e ensino acadêmico;

    Rugby for Good (Hong Kong) – promove equidade social e de gênero para crianças com TDAH;

    Transformación Social TRASO (México) – oferece aulas de boxe e artes marciais duas vezes por semana, com sessões de terapia em grupo conduzidas por profissionais.

    Rayssa, João Fonseca, Yago Dora e Gabriel Araújo concorrem ao Laureus

  • Belo e Gracyanne são procurados pela Justiça por apropriação indébita

    Belo e Gracyanne são procurados pela Justiça por apropriação indébita

    Ex-casal deve participar de audiência com ex-locatário, que acusa os famosos de levar itens de imóvel em São Paulo que era alugado por eles

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Justiça de São Paulo expediu carta precatória contra Belo e Gracyanne Barbosa em processo por apropriação indébita na capital paulista.

    O TJSP estabeleceu prazo para que informem e-mail e telefone atualizados a fim de receberem o link da audiência.

    Há quase seis anos, o ex-casal é acusado de ter ficado com uma máquina de lavar, um motor de hidromassagem e um filtro de água após o encerramento de um contrato de aluguel.

    Em nota enviada à reportagem, a defesa confirmou a existência do processo e afirmou “que o caso já foi encaminhado junto ao Ministério Público para a formalização de um acordo” com a Justiça. “A audiência foi agendada para o mês de abril e terá caráter meramente formal, destinada apenas à ratificação dos termos previamente ajustados”.

    No início deste ano, em janeiro, o MP-SP propôs que cada um dos réus assumisse metade do valor do prejuízo alegado pela parte autora. Segundo informações publicadas pelo Metrópoles, o montante total gira em torno de R$ 11,5 mil -quantia que corresponderia aos bens que teriam sido indevidamente apropriados.

    LEIA A NOTA COMPLETA

    “A assessoria jurídica representada pelo Dr. Antônio Praia informa que o caso já teve encaminhamento junto ao Ministério Público, com a formalização de um Acordo de Não Persecução Penal.

    A audiência foi agendada para o mês de abril e terá caráter meramente formal, destinada apenas à ratificação dos termos previamente ajustados.

    A defesa já apresentou nos autos os contatos necessários para o envio do link da audiência virtual, reforçando o compromisso com o cumprimento integral das determinações legais.

    O assunto segue sendo tratado com serenidade, responsabilidade e respeito às instituições”.

    Belo e Gracyanne são procurados pela Justiça por apropriação indébita

  • Alcolumbre mantém sessão da CPMI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha

    Alcolumbre mantém sessão da CPMI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha

    Presidente do Senado rejeitou recurso da base governista

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve a votação da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e conhecido como Lulinha.

    Parlamentares governistas haviam apresentado um recurso para que a votação fosse desconsiderada. No documento, 14 senadores e deputados sustentaram que a maioria da comissão teria rejeitado os requerimentos incluídos na pauta, mas que o resultado foi proclamado como aprovado pelo presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG). Conforme a votação, os favoráveis deveriam permanecer sentados, enquanto os contrários se levantariam.

    A base governista afirma que Viana proclamou a aprovação no momento em que apenas sete parlamentares estavam de pé. Segundo o recurso, 14 parlamentares teriam se manifestado contra os requerimentos. Davi Alcolumbre solicitou parecer da Advocacia do Senado e da Secretaria-Geral da Mesa sobre a votação. De acordo com Advocacia e a Secretaria, havia 31 parlamentares com presença registrada no momento da deliberação. Desta forma, seriam necessários 16 votos contrários.

    Ao rejeitar o recurso, Acolumbre afirmou que as decisões nas comissões parlamentares devem ser tomadas por maioria dos votos, com a presença da maioria absoluta dos membros. No caso da votação da CPMI do INSS, mesmo que o presidente Carlos Viana tenha cometido algum erro na contagem dos parlamentares contrários, o número apresentado pelo base governista no recurso não é suficiente para a rejeição, segundo o presidente do Senado.

    “No caso concreto, sustenta-se que 14 parlamentares teriam se manifestado contrariamente aos requerimentos submetidos à apreciação. Ainda assim, esse número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria. Esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI não se mostra evidente e inequívoca. Não se faz necessária a intervenção do presidente da Mesa do Congresso Nacional”, disse Alcolumbre.

    VotaçãoOs integrantes da CPMI do INSS aprovaram no dia 26 de fevereiro as quebras de sigilos bancários e fiscais de Fábio Luís Lula da Silva. O pedido de elaboração de relatórios de inteligência financeira e de quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha foi solicitado pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL)

    Silva é citado na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) a realizarem, em 18 de dezembro de 2025, uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema nacional de descontos associativos não autorizados que lesou milhões de aposentados e pensionistas de todo o Brasil.

    Mensagens que a PF extraiu do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, principal operador do esquema criminoso, citam o repasse de ao menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz” – que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha.

    Em nota, a defesa de Lulinha afirmou que o cliente não tem nenhuma relação com as fraudes contra os beneficiários do INSS, não tendo participado de desvios nem recebido quaisquer valores de fontes criminosas.

    Alcolumbre mantém sessão da CPMI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha

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  • Irã desafia Trump e diz que controla o estreito de Hormuz

    Irã desafia Trump e diz que controla o estreito de Hormuz

    Guarda Revolucionária faz anúncio horas depois de o americano dizer que poderia enviar Marinha para escoltar petroleiros; submarino dos EUA afunda navio de guerra do Irã a mais de 3.500 km da região da guerra, perto de Sri Lanka

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Horas depois de o presidente Donald Trump dizer que poderia enviar a Marinha para escoltar petroleiros pelo estreito de Hormuz, a Guarda Revolucionária do Irã dobrou a aposta com o americano e disse que o país controla a passagem de 20% do petróleo e gás do mundo.

    “Atualmente, o estreito de Hormuz está sob controle total da Marinha da República Islâmica”, disse nesta quarta-feira (4) segundo a agência Fars Mohamad Akbarzadeh, das forças navais da Guarda -o principal entre militar iraniano tem unidades terrestres, aéreas e marítimas próprias.

    Após a fala de Trump, durante entrevista, o chefe do Comando Central das Forças Armadas dos EUA, Brad Cooper, questionou o Irã. “Hoje, não há um único navio iraniano navegando no golfo Pérsico, no estreito de Hormuz ou no golfo de Omã”, afirmou em vídeo publicado no X.

    Com a provocação desta manhã, o Irã parece confiante em testar a disposição americana de se expor no estreito, que tem meros 33 km de largura no ponto em que a teocracia fica mais próxima de Omã. Nos últimos anos, os iranianos militarizaram fortemente a região, com 16 bases navais e aéreas, navios, minas e drones.

    Ocorre que pode ser só um blefe. Imagens mostram que vários navios iranianos foram atingidos na campanha iniciada pelos EUA e por Israel no sábado (28), inclusive a nau capitânia do país, o Shahid Bagheri -um navio de transporte adaptado para lançar drones e carregar helicópteros que entrou em operação no ano passado.

    É bastante provável que os EUA tenham de fato afundado 17 navios, mas isso não esgota a capacidade de interdição iraniana na região: há bases fixas de lançamento de mísseis antinavio com alcance de 300 km na região que podem ter sido destruídas, mas o país se mostrou eficaz em esconder lançadores móveis. E há o risco de minas e drones.

    Os países da região e as empresas de transporte não querem pagar para ver por enquanto. Maior produtor de gás natural liquefeito do mundo, o Qatar paralisou sua indústria, o mesmo que o Iraque deve fazer com a de petróleo.

    No site de monitoramento marítimo Marine Traffic, não há trânsito comercial na faixa de transporte do estreito, que fica no seu centro e tem 3 km de largura na ida e na volta. Centenas de navios lançaram âncora nos golfos Pérsico e de Omã, que são ligados pelo canal. Já belonaves só aparecem se ligarem seus rastreadores, o que não acontece na guerra.

    A estratégia iraniana de apostar na dúvida é fazer os americanos exporem seus navios de guerra na região. Nos quase dois anos de campanha no mar Vermelho contra os rebeldes houthis pró-Irã no Iêmen, que buscava justamente garantir escolta a navios mercantes, os EUA e aliados não conseguiram suprimir todas as capacidades rivais.

    Isso foi a alto custo, com cerca de US$ 1 bilhão em munição contra drones e mísseis gastos no primeiro ano do conflito, segundo o único balanço disponível. Nenhum navio de guerra foi afundado, mas foram perdidos petroleiros e até um caça F/A-18 acabou abatido por fogo amigo.

    Teerã também sabe que cada dia de impasse em Hormuz joga a seu favor, empurrando os preços do barril de petróleo para cima e ameaçando uma repercussão inflacionária pelo mundo que pressionará politicamente Trump.

    Na terça (3), ele deu de ombros e afirmou que a agitação no mercado é temporária e natural. Em seu favor, há a abundância do petróleo no mundo. Nesta manhã de quarta, o preço referencial do barril chegou a US$ 84, o maior desde julho de 2024, mas longe do patamar de US$ 130 de conflitos anteriores.

    É um teste para ver quem pisca primeiro, mas os americanos sabem que podem não ter anulado completamente as capacidades iranianas no estreito, restando ver se Trump terá de mostrar suas cartas.

    Antes da guerra, segundo o Balanço Militar 2026 do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (Londres), o Irã tinha uma Marinha com 70 embarcações costeiras, 9 delas corvetas, e 18 submarinos diesel-elétricos, entre outros ativos. Já a Guarda Revolucionária operava 133 navios de costa de pequeno porte.

    Em episódio correlato e que demonstra o espraiamento do conflito, um navio de guerra iraniano foi afundado perto da costa de Sri Lanka, a mais de 3.500 km do estreito de Hormuz. Segundo o governo local, ao menos 101 pessoas estão desaparecidas e 78 foram resgatadas, com diversos corpos flutuando no Índico.

    A embarcação foi alvejada, segundo informações iniciais não confirmadas, por um submarino, mas não há clareza sobre o episódio ainda.

    Irã desafia Trump e diz que controla o estreito de Hormuz

  • Breno é escolhido do público para ir ao quarto secreto do BBB 26

    Breno é escolhido do público para ir ao quarto secreto do BBB 26

    No discurso de eliminação, Tadeu Schmidt deu a entender que o brother foi eliminado por ter enfrentado dois aliados no paredão

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O pipoca Breno Corã venceu o paredão falso do BBB 26 (Globo) com 54,66% dos votos. O público escolheu beneficiar o mineiro na disputa contra Alberto Cowboy (43,12%) e Jordana Morais (2,22%).

    No discurso de eliminação, Tadeu Schmidt deu a entender que o brother foi eliminado por ter enfrentado dois aliados no paredão. Breno, porém, foi levado ao quarto secreto, onde ele poderá observar o resto da casa.

    O biólogo ainda teve o direito de escolher um jogador para ficar com ele no local. Ele elegeu Juliano Floss para acompanhá-lo na dinâmica. Os dois voltam à casa na noite de quarta-feira (4), durante o programa ao vivo.

    “Você vai ter a chance de observar a casa sem ninguém lá dentro suspeitar que você está assistindo e vai assistir como se fosse um telespectador: aí terá imagens à sua disposição e vai abrir o áudio quando achar a hora certa”, explicou o apresentador.

    Breno é escolhido do público para ir ao quarto secreto do BBB 26

  • Condução da demissão de Filipe Luís gerou revolta no CT do Flamengo

    Condução da demissão de Filipe Luís gerou revolta no CT do Flamengo

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A forma como o Flamengo conduziu a demissão de Filipe Luís não caiu bem entre boa parte dos jogadores e também dos funcionários no Ninho do Urubu.

    PEGOS DE SURPRESA

    A incredulidade com que o técnico recebeu a notícia de que estava demitido foi a mesma que ocorreu entre os atletas. A maioria deles já havia deixado o Maracanã quando foram comunicados da decisão, que partiu do presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, o Bap.

    Há um consenso entre os funcionários e a maior parte do elenco de que Filipe Luís não foi tratado dignamente no desligamento. Os mais próximos do treinador ficaram revoltados e ligaram para o técnico para demonstrar todo o apoio e insatisfação.

    Muitos usaram as redes sociais para fazer despedidas emocionadas e de agradecimento ao comandante. A avaliação, de modo geral, é a de que faltou a diretoria tratá-lo como um ídolo.

    Nesta terça-feira à tarde Filipe Luís foi ao Ninho do Urubu se despedir oficialmente do grupo. Ele e muitos dos jogadores não seguraram a emoção e choraram. O encontro ocorreu antes do treino.

    A diretoria reconhece o nível de conexão entre jogadores e Filipe Luís e não desvaloriza as manifestações públicas. Mas está disposta a tentar uma recuperação rápida dos jogadores após a dor pela saída do treinador.

    RODRIGO CAIO PEDE DEMISSÃO EM APOIO A FILIPE LUÍS

    Um dos reflexos do desligamento de Filipe Luís foi o pedido de demissão do auxiliar Rodrigo Caio também antes do treino desta terça-feira (3). Como ele fazia parte da comissão técnica fixa do Flamengo, não tinha sido demitido, mas tomou a decisão de deixar o clube em solidariedade ao amigo desde os tempos de jogador.

    Rodrigo Caio era o responsável pela bola parada do Rubro-Negro. Foi em uma dessas jogadas ensaiadas que saiu o gol do título da Libertadores de 2025, sobre o Palmeiras, marcado por Danilo.

    Além de Filipe Luís, foram demitidos seu auxiliar, Ivan Palanco, e seu preparador físico, Diogo Linhares.

    FLAMENGO ENCAMINHOU ACERTO COM JARDIM ANTES DE DEMITIR FILIPE LUÍS

    Filipe Luís não sabia, mas já estava “demitido” antes mesmo da goleada sobre o Madureira. Já decidido pelo fim da linha do treinador, Bap procurou o estafe de Leonardo Jardim e encaminhou a contratação do treinador.

    Quando Filipe Luís foi comunicado da decisão, o português já estava praticamente contratado. Ele desembarcou na noite desta terça-feira (3) no Rio de Janeiro para assinar até dezembro de 2027. O treinador optou por sair do aeroporto por uma saída alternativa no Galeão, driblando imprensa e torcedores.

     

    Condução da demissão de Filipe Luís gerou revolta no CT do Flamengo

  • Bolsas despencam pelo mundo após Irã anunciar fechamento do estreito de Hormuz

    Bolsas despencam pelo mundo após Irã anunciar fechamento do estreito de Hormuz

    O movimento tem como foco o anúncio, feito pelo Irã na segunda-feira (2), do fechamento do estreito de Hormuz, importante rota para o escoamento do petróleo mundial. A Guarda Revolucionária do país ameaçou incendiar navios que tentassem atravessá-lo.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O acirramento das tensões no Oriente Médio e o temor de uma interrupção no fluxo global de petróleo impactam as Bolsas em todo o mundo nesta terça-feira (3). Segundo analistas, a preocupação de que o conflito entre EUA e Israel contra o Irã tem aumentado a busca por ativos de segurança e gerado uma maior aversão ao risco.

    O movimento tem como foco o anúncio, feito pelo Irã na segunda-feira (2), do fechamento do estreito de Hormuz, importante rota para o escoamento do petróleo mundial. A Guarda Revolucionária do país ameaçou incendiar navios que tentassem atravessá-lo.
    O episódio abalou o otimismo dos mercados globais, com as Bolsas asiáticas acumulando perdas de até 7% e o índice de referência europeu, o Euro STOXX 600, registrando uma das maiores quedas em um ano. No Brasil, o Ibovespa, principal índice do mercado acionário, tomba mais de 4%.
    Na China, os principais índices registraram os piores desempenhos em semanas ou meses.

    O índice CSI300, que reúne as principais companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,54%, e o índice SSEC, de Xangai, desvalorizou 1,43%. Foi o pior resultado de ambos desde 2 de fevereiro.

    O índice ChiNext Composite, que reúne startups, caiu 2,57%. O índice STAR50 de Xangai, focado no setor de tecnologia, caiu 5,21%, registrando a pior sessão desde 10 de outubro.
    Os mercados de outros países asiáticos também fecharam em queda: Tóquio (-3,1%), Seul (-7,24%), Hong Kong (-1,12%) e Taiwan (-2,2%).

    “As pessoas estão reduzindo o risco”, disse Peter Schaffrik, estrategista macro global da RBC Capital Markets. “O mercado parece estar mentalmente fazendo a transição de uma guerra curta para uma guerra longa”.

    Na Europa, as principais Bolsas caíram mais de 3% nesta terça. O índice Euro STOXX 600, referência na União Europeia, fechou em baixa de 3,64%, no maior recuo desde abril do ano passado.
    Na época, a Bolsa europeia registrou quedas diárias de mais de 4% em função do anúncio das tarifas comerciais de Donald Trump.
    O movimento de queda também foi observado nas Bolsas de Frankfurt (-3,59%), Londres (-2,75%), Paris (-3,46%), Madri (-4,57%) e Milão (-3,92%).

    “É venda por pânico”, disse Emmanuel Cau, chefe de estratégia de ações europeias do Barclays. “O mercado estava complacente quanto à escala desta guerra [antes do fim de semana].”

    As Bolsas dos EUA também tiveram quedas acentuadas. A Bolsa Nasdaq caiu 1,02%, enquanto o Dow Jones desvalorizou 0,83% e o S&P 500 recuou 0,94%.

    No Brasil, o dólar fechou em forte disparada de 1,87%, cotado a R$ 5,261, enquanto o Ibovespa tombou 3,45%, a 182.775 pontos. A moeda também se valoriza no exterior, com o índice DXY, que mede o desempenho da divisa frente a outros seis pares fortes, subindo 0,42%.

    As tensões também impactam o mercado de commodities, com o petróleo registrando alta de 9% na máxima do dia. Na máxima do dia, o petróleo chegou a ser negociado a US$ 85,10 por volta das 8h, atingindo o maior valor desde 19 de julho de 2024, quando o barril Brent, referência mundial, alcançou US$ 85,35. Os preços do gás na Europa dispararam 36%.

    Segundo Bruno Cordeiro, especialista de energia da StoneX, caso os conflitos se mantenham na região, a expectativa é de novas altas. “Os preços do petróleo seguirão avançando, com os consumidores buscando outros fornecedores capazes de suprir parte da sua demanda, encontrando esses no Leste Europeu (Rússia) e América Latina”, afirma.

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  • Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

    Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

    Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta terça-feira (3) a farmacêutica Bionovis, na cidade de Valinhos (SP).

    Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Durante a visita, o Lula destacou que o papel do Estado não é ser produtor. “Ele não tem que ser a fábrica. Ele tem que ser o indutor, tem que ter política de crédito, de financiamento e ajudar na produção. Quando beneficia as pessoas, todo mundo ganha”.

     

    O presidente da República estava acompanhado do presidente da Bionovis, Odinir Finotti, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde) e Simone Tebet (Planejamento).

    Lula também destacou ser fundamental que os investimentos estratégicos do país sejam orientados a garantir qualidade de vida à população e fez uma crítica ao contexto internacional de conflitos armados.

    “Se você lugar a televisão de noite, está falando de guerra, de mísseis, de invasão. E aqui estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é nosso míssil, não um míssil para matar, mas para salvar”, disse o presidente, ao exibir caixas de medicamentos que custam até R$ 6 mil por seringa, mas que são oferecidos gratuitamente pelo SUS.. 

    “O paciente precisa tomar de 20 a 25 seringas dessa por ano para controlar uma doença como a artrite reumatoide”, destacou o presidente da Bionovis, Odinir Finotti. “Graças ao SUS, o Ministério da Saúde adquire esse produto pagando 80% menos do que ele custaria numa clínica. Esse produto é feito aqui na Bionovis e chega a todo o povo brasileiro”, acrescentou.

    Valinhos (SP), 03/03/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à Fábrica de Medicamentos da Bionovis. Foto: Ricardo Stuckert/PRValinhos (SP), 03/03/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à Fábrica de Medicamentos da Bionovis. Foto: Ricardo Stuckert/PR
    Lula mostra medicamentos da Bionovis ofertados pelo SUS- Ricardo Stuckert/PR

    Segundo o governo federal, a política de fortalecimento do complexo industrial da saúde e soberania nacional na produção de medicamentos e insumos para a população conta com investimentos que atualmente somam R$ 15 bilhões em inovação e desenvolvimento industrial.

    “Sem política de compras governamentais, isso aqui é impossível. Sem um BNDES, você também não tem condições de planejar uma empresa como essa, que é uma empresa privada, não é uma empresa pública. Mas, se não há uma parceria entre órgãos de Estado, a iniciativa privada, com ambiente de negócios favorável, para venda local e venda externa, esse projeto não se viabiliza”, enfatizou o ministro Fernando Haddad.

    No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 650 milhões para a Bionovis instalar linha de produção industrial pioneira para o desenvolvimento e fabricação de insumos e medicamentos biotecnológicos de alta complexidade na fábrica de Valinhos. Alguns dos insumos atualmente produzidos pela indústria brasileira só eram fabricados em países como China, Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul.

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