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  • Famosos que casaram escondido

    Famosos que casaram escondido

    Eles não conseguiram esperar

    Zendaya e Tom Holland, estrelas de ‘Homem-Aranha’, podem já estar casados ​​— isso se você acreditar em Law Roach, estilista de longa data de Zendaya, que disse a um repórter no Actor Awards de 2026 que o casamento deles “já aconteceu”. O casal se conheceu em 2016 no set de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017), tornando o relacionamento público em 2021 e, segundo relatos, ficaram noivos no final de 2024. Mas nenhum dos dois confirmou oficialmente a união.

    Se for verdade, a notícia seria uma rara surpresa em uma era de escrutínio implacável das celebridades. Celebridades precisam lidar com os olhares curiosos do público diariamente, e a imprensa é assustadoramente habilidosa em obter detalhes de suas vidas privadas, então sempre é um choque quando algo importante acontece em suas vidas e escapa ao nosso radar, como um casamento.

    De fato, por mais luxuosos que os casamentos de famosos possam ser, às vezes até mesmo eles querem manter as coisas simples. Seja por questões de privacidade, uma onda de espontaneidade ou simplesmente por não querer planejar um casamento, vários casais famosos fugiram para casar ao longo dos anos. Enquanto alguns optaram por uma cerimônia rápida em Las Vegas, outros preferiram uma rápida visita ao cartório, ou simplesmente uma fuga para casar no exterior. Seja qual for o motivo, eles provaram que fugir é uma maneira divertida e inesperada de celebrar o início de um casamento. Alguns deram certo, já outros a gente nem lembra que aconteceram de tão relâmpagos que foram.

    Bateu a curiosidade? Clique para conferir quem foram os astros e estrelas que fugiram para casar (e você provavelmente nem lembra)!

    Famosos que casaram escondido

  • Estamos na mesma página sobre Irã, diz premiê da Alemanha ao lado de Trump

    Estamos na mesma página sobre Irã, diz premiê da Alemanha ao lado de Trump

    “Vamos falar sobre o dia seguinte, se o [atual regime] cair”, disse Merz, que também detalhou que a alta do petróleo por causa do início da guerra está prejudicando a economia global e é um dos motivo para tentar encerrar o conflito rapidamente. “Esperamos que o exército americano e israelense estejam fazendo a coisa certa para levar esta guerra a um fim e ter um novo governo que leve liberdade e paz.”

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Em reunião bilateral com Donald Trump, o premiê alemão Friedrich Merz afirmou que concorda com o americano para “afastar esse regime terrível do Irã”. O terceiro encontro entre os chefes de estado aconteceu na manhã desta terça-feira (3), na Casa Branca.

    “Vamos falar sobre o dia seguinte, se o [atual regime] cair”, disse Merz, que também detalhou que a alta do petróleo por causa do início da guerra está prejudicando a economia global e é um dos motivo para tentar encerrar o conflito rapidamente. “Esperamos que o exército americano e israelense estejam fazendo a coisa certa para levar esta guerra a um fim e ter um novo governo que leve liberdade e paz.”

    A fala de Merz acontece em meio as alegações do governo Trump que alega ter feito a parte deles e que, agora, agora é responsabilidaded dos iranianos assumirem o controle do país. Ao lado do alemão, o republicano disse que os iranianos que os EUA tinham em mente para liderar país no pós-guerra estão mortos.

    No início da reunião, Trump elogiou o alemão e disse que eles já conversaram “um pouco sobre o Irã”. “Ele tem nos ajudado e sido muito legal, na verdade. Por isso, é uma grande honra ter você aqui.”
    O republicano aproveitou para falar sobre a situação da guerra contra o país persa. “Eles [Irã] não têm marinha, pois foi destruída. Não tem forças aéreas, pois foram derrubadas. Não tem detectores aéreos e nem radares. Tudo tem sido derrubado. Estamos indo muito bem.”

    Questionado sobre o papel da Alemanha em meio aos bombardeios, Trump disse que o país está autorizando as tropas americanas a “aterrisar em algumas áreas, o que tem deixado as coisas mais confortáveis”. “Não estamos pedindo para que coloquem as botas no chão [termo que se refere à presença física de tropas] e nem nada do tipo”.

    Sobre o chanceler, ele voltou a elogiá-lo na condução do mandato e relembrou as diferenças com a ex-primeira-ministra Angela Merkel. “Eu disse a ela que estava destruindo o país com os imigrantes e a energia. Agora, temos um homem sentado ao meu lado que é o oposto dela em imigração e em relação a energia.”

    Antes de embarcar para Washington, o premiê já tinha defendido os ataques ao Irã e demonstrou apoio aos EUA e Israel. “Agora não é o momento de dar lições aos nossos parceiros e aliados. Apesar de todas as dúvidas, compartilhamos muitos dos seus objetivos”, disse ele no domingo (1º), em entrevista a jornalistas.

    Ele citou legitimidade dos ataques e condenou o regime iraniano. “Vemos o dilema de que as medidas e etapas jurídicas internacionais, que temos tentado repetidamente nas últimas décadas, são obviamente ineficazes contra um regime que está se armando com armas nucleares e oprimindo brutalmente seu próprio povo”, disse Merz.

    “O regime dos aiatolás é um regime terrorista, responsável pela opressão do povo iraniano há décadas”, afirmou o chanceler, que completou: “Com os EUA e Israel, compartilhamos o interesse de que o terrorismo desses regimes cesse.”

    Além das questões relacionadas a guerra no Irã, Merz afirmou, em entrevistas a jornalistas no Salão Oval, que precisa discutir com o republicano sobre as questões tarifárias impostas à Alemanha. E também sobre a guerra da Ucrânia.

    “Tem muitos caras do mal neste mundo, na verdade, e isso é um problema que temos que discutir. Todos nós queremos ver essa guerra sendo encerrada o quanto antes, mas a Ucrânia precisa preservar o seu território.” Após o encontro no Salão Oval, Trump e Merz devem almoçar juntos na Casa Branca.

    TRUMP CRITICA REINO UNIDO E ENCERRA ACORDO COM ESPANHA

    Durante evento ao lado de Merz, Trump criticou a postura do Reino Unido e da Espanha em meio a guerra com Irã. A irritação de Trump acontece após o primeiro-ministro britânico Keir Starmer ter anunciado no domingo (1º) que permitiria que os Estados Unidos usassem bases militares de seu país para o Irã, mas reafirmou que não participaria “de ações ofensivas” contra o país persa.

    No Salão Oval, Trump disse que não está contente com os britânicos. “Levamos três, quatro dias para resolver onde poderíamos pousar ali. Teria sido muito mais conveniente aterrissar lá [nas bases britânicas], em vez de voar muitas horas extras. Então, estamos muito surpresos. Não estamos lidando com Winston Churchill.”

    Já a situação da Espanha parece ainda pior. Isso porque o país negou a Washington o acesso a suas bases aéreas para “qualquer coisa que não esteja incluída em tratados ou fora da Carta da ONU”, segundo a imprensa espanhola. Em retaliação, Trump disse que a Espanha “tem sido terrível” e que vai “cortar todo o comércio com a Espanha. Não queremos nada com a Espanha”, afirmou o presidente americano.

    Estamos na mesma página sobre Irã, diz premiê da Alemanha ao lado de Trump

  • Receita apreende R$ 69 milhões em ação especial anticontrabando

    Receita apreende R$ 69 milhões em ação especial anticontrabando

    As ações ocorreram simultaneamente em 37 localidades, com fiscalização reforçada em fronteiras, portos, aeroportos, rodovias e centros de distribuição. O foco foi reprimir crimes como contrabando, descaminho, pirataria, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.

    A Receita Federal do Brasil apreendeu R$ 69,1 milhões em mercadorias durante operações realizadas em todo o país de 27 de fevereiro a 3 de março, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Contrabando, celebrado nesta terça-feira (3).

    As ações ocorreram simultaneamente em 37 localidades, com fiscalização reforçada em fronteiras, portos, aeroportos, rodovias e centros de distribuição. O foco foi reprimir crimes como contrabando, descaminho, pirataria, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.

    Cerca de 450 servidores participaram diretamente das operações, com apoio de viaturas, drones, cães farejadores e caminhões.

     

    Principais números da operação:

    • R$ 69,1 milhões em mercadorias apreendidas;
    • Desse total, R$ 25,4 milhões em eletrônicos retidos;
    • R$ 15,2 milhões em vestuário e acessórios, do total de R$ 69,1 milhões;
    • Mais de 800 quilos (kg) de drogas apreendidos;
    • 14 pessoas presas de um total de 1.332 abordadas;
    • 37 localidades com ações simultâneas;
    • 450 servidores mobilizados.

    Apreensões de destaque

    No Aeroporto Internacional de Viracopos, foram apreendidos 16 canos de fuzil na sexta-feira (27).

    Na região de Foz do Iguaçu (PR), as equipes interceptaram R$ 4 milhões em mercadorias irregulares e 156 kg de substância análoga à maconha. Em uma única abordagem a um ônibus, foram encontrados produtos avaliados em R$ 2,5 milhões, incluindo mais de 200 celulares e medicamentos introduzidos clandestinamente no país.

    Atuação integrada

    Além da Receita Federal, participaram das ações órgãos como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), polícias militares e civis, ministérios públicos e guardas municipais.

    Segundo a Receita, a atuação conjunta reforça o combate às organizações criminosas e busca proteger a economia formal, a concorrência leal e a segurança da sociedade.

    Receita apreende R$ 69 milhões em ação especial anticontrabando

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  • Israel amplia invasão do Líbano, e 30 mil são forçados a deixar suas casas

    Israel amplia invasão do Líbano, e 30 mil são forçados a deixar suas casas

    Israel já ocupava cinco localidades no território libanês desde novembro de 2024, quando um cessar-fogo interrompeu o conflito com a milícia libanesa no contexto da guerra na Faixa de Gaza.

    VICTOR LACOMBE
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Soldados israelenses ocuparam novas posições no Líbano nesta terça-feira (3), ampliando a invasão terrestre do país vizinho em uma tentativa de conter novos ataques do Hezbollah. I

    Israel já ocupava cinco localidades no território libanês desde novembro de 2024, quando um cessar-fogo interrompeu o conflito com a milícia libanesa no contexto da guerra na Faixa de Gaza.
    “Atingiremos o Hezbollah com ainda mais força”, disse o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, enquanto o ministro de Defesa, Israel Katz, afirmou que as tropas israelenses avançaram e assumiram o controle de “posições estratégicas adicionais no Líbano”. O Exército havia dito pouco antes que seus soldados estão posicionados em “vários pontos” do sul libanês -região próxima da fronteira do país com Israel.

    Também nesta terça, a Força Aérea israelense disse ter realizado ataques contra lideranças do Hezbollah em Beirute, e o grupo armado afirmou ter bombardeado posições militares de Israel.

    O Exército israelense ainda afirmou, na tarde de terça, ter matado o comandante no Líbano da Força Quds, da Guarda Revolucionária do Irã. Daoud Ali Zadeh foi atingido em um ataque a Teerã, segundo as Forças Armadas de Israel.

    A brigada Quds é responsável por missões no exterior e tem como finalidade apoiar grupos ideologicamente próximos do regime iraniano. Em solo libanês, apoiam o grupo extremista Hezbollah.

    A milícia aliada a Teerã entrou na guerra entre Estados Unidos, Israel e o Irã no domingo (1º), lançando foguetes contra Israel e abrindo uma nova frente do conflito, que se espalha pelo Oriente Médio. Em resposta, bombardeios israelenses mataram pelo menos 40 pessoas desde a segunda (2), de acordo com Beirute, incluindo sete crianças.

    Segundo a ONU, pelo menos 30 mil libaneses tiveram que deixar suas casas desde o início da guerra no sábado (28). Eles foram recebidos em abrigos das Nações Unidas no Líbano, mas o número real de deslocados deve ser maior, segundo o porta-voz do Acnur, a agência da ONU para refugiados, Babar Baloch.

    “Muitas pessoas dormiram em seus carros, em acostamentos nas estradas, ou estão presas em engarrafamentos neste momento”, afirmou. Baloch disse que a Acnur e o governo libanês estão operando 21 abrigos no momento.

    As Forças Armadas libanesas se retiraram de posições próximas à fronteira em uma tentativa de evitar confrontos com os israelenses, disse à agência de notícias Reuters uma alta autoridade do governo libanês.

    Desde a derrota do Hezbollah na guerra com Israel em 2024, o Exército do Líbano tenta exercer controle militar sobre a região fronteiriça, historicamente utilizada pela milícia pró-Irã para realizar ataques contra Israel.

    O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, afirmou na segunda que não tinha dado ordens para atacar Israel, que não apoiava essas ações e que estava disposto a negociar com o país vizinho. Salam também baniu todas as atividades militares do Hezbollah e exigiu o desarmamento do grupo, que opera como um poder paralelo no país e já foi mais poderoso militarmente do que o governo em Beirute.

    O Oriente Médio está em guerra desde que os EUA e Israel bombardearam o Irã no sábado (28), matando, entre outros, o líder supremo da república islâmica, Ali Khamenei.

    Até aqui, ataques americanos e israelenses mataram pelo menos 787 pessoas no Irã, incluindo 153 mortos em um bombardeio contra uma escola de meninas, de acordo com o Crescente Vermelho. Ataques iranianos, por sua vez, mataram 10 em Israel e seis militares americanos em bases na região.

    Israel amplia invasão do Líbano, e 30 mil são forçados a deixar suas casas

  • Equipe da CNN Turca é presa após filmar mísseis em Israel; vídeo

    Equipe da CNN Turca é presa após filmar mísseis em Israel; vídeo

    Após o Irã lançar um ataque com mísseis contra Tel Aviv, o repórter Emrah Çakmak e o cinegrafista Halil Kahraman entraram ao vivo diante de um prédio do governo israelense para relatar a situação. Eles haviam registrado em vídeo um dos mísseis cruzar a cidade de Tel Aviv.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – As forças de segurança de Israel prenderam uma equipe da CNN Türk na manhã desta terça-feira (3), durante uma transmissão ao vivo em Tel Aviv, em frente ao Ministério da Defesa, enquanto cobriam o conflito entre EUA, Israel e Irã. Após horas de tensão, os jornalistas foram liberados e puderam retomar o trabalho.

    Após o Irã lançar um ataque com mísseis contra Tel Aviv, o repórter Emrah Çakmak e o cinegrafista Halil Kahraman entraram ao vivo diante de um prédio do governo israelense para relatar a situação. Eles haviam registrado em vídeo um dos mísseis cruzar a cidade de Tel Aviv.

     
     
     

     
     
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    Durante a transmissão, um agente de segurança se aproximou repentinamente e tentou cobrir a câmera com a mão. A imagem saiu do ar e o link ao vivo foi interrompido.

    Em nota, a polícia israelense informou que a equipe foi detida por “supostamente filmar uma instalação de segurança”. “Os dois suspeitos estavam equipados com câmeras e transmitiam ao vivo para um veículo de comunicação estrangeiro. Uma equipe policial chegou ao local, interrompeu a transmissão e iniciou a revista. Eles se identificaram como jornalistas, apresentaram credenciais de imprensa vencidas e foram levados para interrogatório.”

    Horas depois, os profissionais foram liberados. À CNN Turca, eles relataram que chegaram a Israel há dois dias e haviam solicitado autorização para gravar, mas, devido à guerra, não conseguiram atualizar a documentação.

    “Recebemos a aprovação, mas nos enviaram um e-mail informando que o escritório estava fechado por causa da guerra e que não fôssemos antes de quarta-feira. Fomos a campo com nossos documentos antigos e credenciais internacionais. Estamos aqui há dois dias; se houvesse problema, não teriam permitido a transmissão”, afirmou Çakmak.

    Segundo Kahraman, durante a detenção, os celulares foram confiscados e ambos foram interrogados como se estivessem espionando. “Eles imediatamente ficaram desconfiados. Agiram como se tivéssemos vindo para cá para espionar. Fizeram-me perguntas estranhas como: ‘Não há voos, como vocês chegaram aqui? Em que hotel estão hospedados? Por que estão transmitindo de Tel Aviv?’ Eu disse: ‘Vocês estão em uma zona de guerra e nós somos jornalistas, este é o nosso trabalho.’ Mas não consegui convencê-los. Pareciam estar constantemente procurando uma falha.”, relatou o cinegrafista.

    Eles afirmaram que a detenção ocorreu após registrarem ataques de mísseis iranianos contra Israel. Durante a abordagem policial, outros jornalistas que estavam no local também gravaram a ação em apoio à equipe. “Relatamos o que estava ali, nada mais, nada menos”, finalizou Çakmak.

    Equipe da CNN Turca é presa após filmar mísseis em Israel; vídeo

  • Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econômica de Paulo Guedes

    Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econômica de Paulo Guedes

    Alguns até avisaram que estão bem na iniciativa privada e não têm interesse em participar de um eventual governo, mas se declaram prontos para contribuir, mesmo que informalmente, com a campanha e na organização do programa, que inclui retomada das privatizações, redução do Estado e maior rigor fiscal.

    ALEXA SALOMÃO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Integrantes da equipe de Paulo Guedes, ex-ministro da Economia, já sinalizaram apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. Existe o entendimento de que, se eleito, Flávio vai dar continuidade à linha de trabalho iniciada por Guedes no governo do pai, Jair Bolsonaro (PL).

    Alguns até avisaram que estão bem na iniciativa privada e não têm interesse em participar de um eventual governo, mas se declaram prontos para contribuir, mesmo que informalmente, com a campanha e na organização do programa, que inclui retomada das privatizações, redução do Estado e maior rigor fiscal.

    O próprio Guedes já foi procurado por Flávio e se colocou à disposição. O ex-ministro tem dito a pessoas próximas que não quer voltar à vida pública.

    O movimento de apoio ainda pode ser chamado de orgânico e descentralizado, mas entre os que demonstram disposição de colaborarestão a ex-presidente da Caixa Daniella Marques, o ex-ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida e o ex-presidente do BNDES Gustavo Montezano.

    Segundo pessoas que acompanham a organização da candidatura, Flávio tem dedicado tempo a angariar apoios políticos para, depois, tomar decisões sobre a composição da equipe de trabalho na economia -até porque o xadrez político impacta o econômico.

    A cautela também leva em consideração lições do passado. Em retrospecto, a leitura é que o anúncio precoce, durante a campanha de 2018, de quem ocuparia a pasta da Economia expôs desnecessariamente Paulo Guedes na época.

    A economia será mais um tema sob o guarda-chuva do coordenador da campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN). Marinho foi secretário especial da Previdência de 2019 a 2020 e ministro do Desenvolvimento Regional de 2020 a 2022.

    Não faz nem dois meses que Marinho anunciou a desistência de sua pré-candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte para assumir a campanha de Flávio, e ele já deu início aos trabalhos.

    Marinho quer uma consultoria contribuindo na elaboração do plano de governo em diferentes áreas. À Folha ele confirmou que já fez contato com Gesner Oliveira, da GO Associados, para avaliar alternativas. Procurado, Oliveira não quis comentar.

    O interesse em apoiar o candidato que traga diretrizes mais liberais para economia é tão forte entre os ex-integrantes da equipe de Guedes que, correndo por fora, técnicos se organizaram para criar grupos de trabalho que possam estabelecer estratégias de ações governamentais. A iniciativa leva em consideração o aprendizado durante a passagem pelo governo federal.

    Sempre houve consenso na equipe de Guedes sobre o tipo de mudança a fazer, mas pouco conhecimento regulatório sobre os trâmites necessários para a implantação das mudanças e foi preciso gastar tempo nesse aprendizado. A proposta é entregar à campanha de Flávio planos de voo em 14 áreas, como fiscal, mineração e inteligência artificial, que possam agilizar a largada de seu eventual governo.

    Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econômica de Paulo Guedes

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  • Empresariado teme votação sobre jornada 6×1 em ano eleitoral no país

    Empresariado teme votação sobre jornada 6×1 em ano eleitoral no país

    O documento fala em diálogo com governo e sociedade civil, porém, na apresentação do manifesto nesta terça-feira (3), o discurso de líderes empresariais e parlamentares aponta para uma ofensiva para barrar o avanço da pauta no Congresso e “controlar a narrativa” sobre os efeitos de uma mudança sobre a economia.

    FERNANDA BRIGATTI E JOÃO GABRIEL
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Cem entidades do setor produtivo assinam um manifesto pela modernização da jornada de trabalho no Brasil, no bojo das discussões sobre o fim da escala 6×1.

    O documento fala em diálogo com governo e sociedade civil, porém, na apresentação do manifesto nesta terça-feira (3), o discurso de líderes empresariais e parlamentares aponta para uma ofensiva para barrar o avanço da pauta no Congresso e “controlar a narrativa” sobre os efeitos de uma mudança sobre a economia.

    “Tenho bastante experiência na indústria. Se não aguentar o custo, troca o funcionário. Vai ter redução de salário, 22% de aumento [de custo] da folha, quebra e falência principalmente de pequenas empresas, demissões e mais gastos públicos”, disse Antonio Carlos Vilela, vice-presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro).

    “Gostaria que alguém provasse uma vantagem do outro lado, além da narrativa de que é o bem-estar do trabalhador.”

    Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, defendeu que, juntas, as frentes conseguem votos suficientes para barrar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), “mas estamos em ano eleitoral”.

    Para o parlamentar, o nível de apoio popular a uma proposta desse tipo tem relação com o que ele considera um desconhecimento das consequências.

    “Só um débil mental falaria outra coisa” ao ser questionado se é a favor de trabalhar menos, disse o deputado, “Mas ele apoiaria sabendo que o posto de gasolina vai aumentar 10%, que a comida vai ficar 10% mais cara?”, afirmou.

    O deputado Afonso Hamm (PP-RS) também defendeu que o assunto não seja debatido em ano eleitoral. O momento é inoportuno, segundo ele. Na véspera, durante jantar da Coalizão de Frentes Parlamentares, o presidente da FPA, Pedro Lupion, classificou como eleitoreiro o debate da redução na jornada.

    As preocupações com o ano eleitoral foram recorrentes nas falas de parlamentares e de representantes do empresariado.

    O ex-ministro do Planejamento do governo Michel Temer (MDB) Dyogo Oliveira, hoje presidente da Cnseg (Confederação Nacional da Seguradoras), disse que se a proposta entrar em votação neste ano, os setores contrários terão problemas. “Temos que garantir que não entre em votação”, afirmou.

    Para a vice-presidente da Fecomercio, Gisela Lopes, a Constituição não deve ser emendada. A posição da entidade é que a discussão fique para o ano que vem.

    Até quem não será afetado pela mudança, como é o caso do setor financeiro, onde a jornada semanal já é de 30 horas por acordo coletivo, falou em preocupações com os impactos de uma mudança.

    Cristiane Galvão, diretora-presidente da Fin (Confederação Nacional das Instituições Financeiras), afirmou que a entidade acompanha como o ambiente de negócios será afetado e que há necessidade de reforçar a segurança jurídica das contratações.

    Outro indicativo de que o ano eleitoral cria um risco de imagem para os parlamentares que buscam a reeleição foi a sugestão apresentada pelo presidente da Unica (do setor de álcool e açúcar), 

    Evandro Gussi, para que seja criado um mapeamento de parlamentares que estejam mais vulneráveis a pressões políticas.
    No manifesto, as entidades afirmam que o momento mais propício para “a construção de consensos duradouros e de soluções equilibradas” é fora do “ambiente de disputas eleitorais”.

    A apresentação formal do manifesto das entidades foi antecedida por uma apresentação do sociólogo José Pastore, presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Fecomercio-SP.
    Ele defendeu que uma redução da jornada de trabalho seja feita por meio de negociação coletiva e que respeite as diferentes necessidades dos setores. Pastore, professor titular aposentado da FEA-USP, já havia defendido os mesmos argumentos em um artigo na Folha de S. Paulo.

    Aos parlamentares e entidades empresariais, Pastore disse que os maiores afetados por uma troca da jornada de 44 horas por 36 horas semanais seriam os trabalhadores menos qualificados, que recebem os salários mais baixos e são mais vulneráveis.
    “Os números dizem isso”, disse. Segundo o sociólogo, deve haver um aumento de 22% nos encargos sociais que incidem sobre o salário-hora.

    Por enquanto, as posições contrárias à mudança na jornada de trabalho máxima estão concentradas nas propostas encaminhadas à Comissão de Constituição e Justiça pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). As duas reduzem a jornada semanal máxima de 44 horas para 36 horas.

    O governo Lula (PT), no entanto, defende a redução para 40 horas, sem limitação aos dias da semana. Em entrevista à Folha de S. Paulo, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a grade de jornada, ou seja, como as horas semanais são distribuídas ao longo da semana, deverá ser definida por meio de negociação coletiva, respeitando as diferenças entre os setores.
    A popularidade de uma redução de jornada sem corte de salário tem levado parlamentares a modular seus discursos a depender da audiência.

    Se diante de representantes do setor a fala é mais incisiva, em ambientes públicos evitam se opor frontalmente à proposta e já falam em discutir outros desenhos -como a redução para 40 horas, ou apenas adiar a votação para depois do período eleitoral.

    Às entidades, os deputados têm pedido apoio para fazer oposição à pauta e evitar que o desgaste fique apenas sobre os políticos.
    “Esse grupo de frentes consegue barrar uma PEC, mas nós não queremos barrar a PEC. Queremos abrir uma conversa”, afirmou Joaquim Passarinho, depois do fim do evento, em uma conversa com jornalistas.

    “Não podemos jogar [o tema] para baixo do tapete, temos que enfrentar sem que isso seja contaminado pelo processo eleitoral. Se tiver que votar, vamos votar. Não sei o que vai sair. Nossa ideia aqui é trazer o setor produtivo para dentro do jogo.”

    Nesta terça, depois do almoço de apresentação do manifesto, representantes das frentes parlamentares e das associações do setor produtivo levaram o documento ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), está viajando. A coalizão espera entregar o manifesto a ele nos próximos dias.

    Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), disse que os líderes empresariais levaram à Alcolumbre a preocupação com o risco de que uma mudança na escala engesse as negociações coletivas. O presidente do Senado teria se comprometido com a discussão do tema.

    Empresariado teme votação sobre jornada 6×1 em ano eleitoral no país

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  • Nikolas Ferreira viajou em jato de Vorcaro na campanha de 2022

    Nikolas Ferreira viajou em jato de Vorcaro na campanha de 2022

    Nikolas e o pastor viajaram na aeronave na caravana Juventude pelo Brasil, que apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante 10 dias no mês de outubro (20 a 28 de outubro) daquele ano, antes do segundo turno das eleições. 

    O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o pastor e influencer Guilherme Batista, da Igreja Batista da Lagoinha, usaram, em outubro de 2022, um jato (prefixo PT-PVH) que pertenceria ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

    Nikolas e o pastor viajaram na aeronave na caravana Juventude pelo Brasil, que apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante 10 dias no mês de outubro (20 a 28 de outubro) daquele ano, antes do segundo turno das eleições. 

    Eles utilizaram a aeronave modelo Embraer 505 Phenom 300 com o objetivo de chegar a todas as capitais do Nordeste, além de Brasília e cidades mineiras. 

     

    A informação foi revelada pelo jornal O Globo, nesta terça (3). Além dos voos para o Nordeste, o avião pousou também em Brasília. 

    Segundo o veículo, os percursos foram confirmados a partir da análise dos sinais emitidos pelo transponder da aeronave, monitorados por ferramentas específicas disponíveis online. O histórico de navegação coincidiria com o trajeto da campanha “Juventude pelo Brasil”.

    Outra evidência foi uma foto publicada no Instagram da influenciadora cristã Jey Reis, em que Nikolas Ferreira e o pastor estão em frente à aeronave.

    Em novembro de 2025, Vorcaro e outros acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal.  De acordo com as investigações preliminares, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.

    Desconhecimento

    Em nota à imprensa, o deputado Nikolas Ferreira disse que utilizou a aeronave para o evento político sem saber que o proprietário do avião era Daniel Vorcaro. Ele afirma que tomou ciência apenas “posteriormente”. 

    “Minha presença no voo se deu exclusivamente em razão do convite para a agenda de campanha, sem qualquer vínculo pessoal, comercial ou institucional com o dono da aeronave, que posteriormente se soube tratar-se de Daniel Vocaro”.

    Nikolas argumentou que, em 2022, o nome citado não era de conhecimento público “nem havia qualquer informação que levantasse qualquer tipo de alerta”. 

    O parlamentar considerou que, mesmo que houvesse a tentativa de identificar o proprietário da aeronave naquele momento, “não existia qualquer elemento que indicasse situação irregular ou que justificasse questionamento”.

    Operadora nega que seja de Vorcaro

    Por outro lado, também em nota, a empresa Prime You, operadora da aeronave Embraer 505 Phenom 300, prefixo PT-PVH, contradisse a versão e garantiu que Daniel Vorcaro não era e não é proprietário do jatinho. 

    “A aeronave citada opera — e já operava em outubro de 2022 — sob o regime regular de táxi aéreo, com voos fretados realizados nos moldes tradicionais do mercado. Trata-se, portanto, de operação de fretamento, sem qualquer vínculo societário ou patrimonial entre usuários do serviço e a aeronave”.

    A assessoria de comunicação da Prime You explicou à Agência Brasil que não divulga informações relativas a clientes, passageiros ou destinos em vista das regras de confidencialidade para as operações de táxi aéreo. 

    A empresa acrescentou que Daniel Vorcaro deixou de ser sócio em setembro de 2025, e tinha participação minoritária.

    Segundo a assessoria, não procede a informação de que Daniel Vorcaro estaria vinculado à estrutura societária atual da companhia.

    A Agência Brasil não conseguiu contato com a assessoria da Igreja Lagoinha sobre a presença do pastor e influencer Guilherme Batista no voo. 

    Nikolas Ferreira viajou em jato de Vorcaro na campanha de 2022

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Bad Bunny alcança mais de 4 bilhões de visualizações em show no Super Bowl

    Bad Bunny alcança mais de 4 bilhões de visualizações em show no Super Bowl

    O número inclui transmissões na TV, YouTube e outras plataformas digitais. Dois dias após a final da NFL, a empresa de dados Ripple Analytics já estimava 4 bilhões de visualizações, considerando a visualização qualquer exibição entre um e 30 segundos, a depender da plataforma.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Roc Nation, empresa fundada pelo rapper Jay-Z e responsável pela produção do show do intervalo do Super Bowl desde 2019, afirmou que a apresentação de Bad Bunny quebrou recordes de audiência ao alcançar 4,157 bilhões de visualizações.

    O número inclui transmissões na TV, YouTube e outras plataformas digitais. Dois dias após a final da NFL, a empresa de dados Ripple Analytics já estimava 4 bilhões de visualizações, considerando a visualização qualquer exibição entre um e 30 segundos, a depender da plataforma.

    A televisão concentra a maior parte do alcance. Segundo a Nielsen, empresa americana que mede a audiência dos meios de comunicação, 128,2 milhões de pessoas assistiram, em média, ao show nos Estados Unidos. Aplicando o critério de 30 segundos adotado pelo YouTube, os 13 minutos e meio de apresentação equivaleriam a quase 3,5 bilhões de visualizações apenas com a audiência doméstica.

    No digital, o desempenho também foi expressivo. O vídeo oficial no YouTube somou 29 milhões de visualizações nas primeiras 16 horas e superou 40 milhões em um dia. Três semanas depois, acumulava 118 milhões.

    Somadas a audiência internacional na TV, estimada em cerca de 50 milhões de espectadores, e as visualizações em redes sociais, onde cada segundo reproduzido pode contar como uma exibição, a conta atinge os 4,157 bilhões divulgados pela produtora.

    Bad Bunny alcança mais de 4 bilhões de visualizações em show no Super Bowl

  • Consulado dos EUA em Dubai é atingido por drone que seria do Irã, diz TV

    Consulado dos EUA em Dubai é atingido por drone que seria do Irã, diz TV

    A informação foi divulgada pela CNN Internacional baseada em uma fonte na região.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Consulado dos Estados Unidos em Dubai foi atingido por um drone supostamente iraniano na tarde de hoje (horário de Brasília; noite de terça, no horário local). A informação foi divulgada pela CNN Internacional baseada em uma fonte na região.

    Vídeos verificados pela emissora norte-americana mostram uma fumaça preta no prédio do consulado. A fumaça pôde ser vista a uma distância considerável.

    Consulado dos EUA em Dubai é atingido por drone que seria do Irã, diz TV