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  • Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

    Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

    Após a OpenAI sinalizar a possibilidade de inserir publicidade no ChatGPT, a Anthropic reagiu com vídeos satíricos e reafirmou que o Claude seguirá sem anúncios. O embate reacende o debate sobre monetização, ética e confiança na inteligência artificial

    A OpenAI revelou recentemente que pretende passar a exibir anúncios em interações com o chatbot ChatGPT. A iniciativa levou a rival Anthropic a explorar o tema em uma série de vídeos bem-humorados, nos quais promete que jamais adotará medida semelhante com o Claude.

    Em um dos vídeos, aparece um homem fazendo exercício físico e perguntando ao personal trainer se é possível conquistar um abdômen definido rapidamente. O treinador, falando como se fosse o ChatGPT, pergunta se pode personalizar o treino e, em seguida, sugere um produto no meio da conversa, em uma inserção claramente publicitária.

    A cena remete a enredos típicos de séries de ficção científica como “Black Mirror”, ao ilustrar como a introdução de anúncios em conversas com chatbots pode se tornar sutil e invasiva. A proposta da Anthropic é justamente mostrar esse risco de forma satírica.

    Os vídeos repercutiram amplamente nas redes sociais e chegaram ao cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, que comentou o caso na plataforma X. Embora tenha reconhecido o tom humorístico das produções, Altman criticou duramente a iniciativa da concorrente.

    “Fico me perguntando por que a Anthropic faria algo tão claramente desonesto”, escreveu. Segundo ele, o principal princípio da OpenAI em relação à publicidade é justamente não adotar esse tipo de prática. “Nosso princípio mais importante sobre anúncios diz que não faremos exatamente isso. Obviamente, nunca exibimos anúncios da forma como a Anthropic retrata. Não somos estúpidos e sabemos que nossos usuários rejeitam esse tipo de abordagem”, afirmou.

    .First, the good part of the Anthropic ads: they are funny, and I laughed.
    But I wonder why Anthropic would go for something so clearly dishonest. Our most important principle for ads says that we won’t do exactly this; we would obviously never run ads in the way Anthropic…

    No caso da Anthropic, a empresa de inteligência artificial publicou um texto em seu blog afirmando que o chatbot Claude continuará sem qualquer tipo de publicidade.

    “A publicidade estimula a concorrência, ajuda as pessoas a descobrir novos produtos e permite que serviços como e-mail e redes sociais sejam oferecidos gratuitamente”, diz a empresa. “Já realizamos nossas próprias campanhas de anúncios e nossos modelos de inteligência artificial ajudaram muitos clientes do setor publicitário. Mas incluir anúncios nas conversas com o Claude seria incompatível com o que queremos que ele seja: um assistente genuinamente útil para o trabalho e o pensamento profundo.”

    A Anthropic reforçou que não pretende misturar publicidade às interações do bot. “Nossos usuários não verão links ‘patrocinados’ junto às conversas com o Claude. As respostas também não serão influenciadas por anunciantes nem incluirão publicidade de terceiros que os usuários não tenham solicitado”, afirmou.

    Sobre o modelo de monetização, a empresa explicou que suas receitas vêm de contratos corporativos e assinaturas pagas, que são reinvestidas no aprimoramento do Claude. “Ampliar o acesso ao Claude é fundamental para nossa missão de benefício público, e queremos fazer isso sem vender a atenção ou os dados dos nossos usuários a anunciantes”, declarou.

    Além das assinaturas, a Anthropic informou que oferece ferramentas e programas de capacitação em inteligência artificial voltados à educação, mantém iniciativas de IA para governos e disponibiliza o Claude a organizações não governamentais com descontos.

    Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

  • Modelo de 21 anos, filha de ex-jogador, é encontrada morta em casa

    Modelo de 21 anos, filha de ex-jogador, é encontrada morta em casa

    A jovem foi encontrada sem vida em sua residência na Espanha. Autoridades informaram que não há sinais de violência no corpo e trabalham com a hipótese de morte por causas naturais, enquanto amigos e profissionais da moda prestam homenagens

    A modelo Cristina Pérez Galcenco, filha do ex-jogador de futebol espanhol Nacho Pérez, morreu aos 21 anos. A informação foi divulgada pela imprensa espanhola nesta semana.

    Segundo o jornal ABC, o corpo da jovem foi encontrado  no dia 3 de fevereiro em sua residência em Caleta de Vélez, na província de Málaga, onde ela havia se mudado para estudar. A morte foi confirmada pela Pasarela Campoamor, que publicou imagens de Cristina desfilando em uma homenagem nas redes sociais.

    De acordo com as autoridades, não foram encontrados sinais de violência ou marcas no corpo, e a principal hipótese considerada até o momento é a de morte por causas naturais.

    O jornal britânico Mirror destacou que Cristina, natural de Lanzarote, era vista como uma promessa da moda internacional. Ao longo da carreira, desfilou em cidades como Madri, Milão, Londres e Paris.

    Graciela Suárez, diretora da Pasarela Campoamor, afirmou estar “devastada” com a morte da jovem. Cristina participou de eventos como a Semana de Moda de Madri, foi rosto de campanhas publicitárias para marcas como Stradivarius e chegou a apresentar coleções de grifes como Versace e Louis Vuitton.

     

     
     
     

     
     
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    O corpo de Cristina Pérez Galcenco deverá ser transferido para as Astúrias, no norte da Espanha, onde ela cresceu. O funeral está marcado para esta sexta-feira, 6 de fevereiro. Até o momento, os pais não se pronunciaram publicamente.

    Amigos e colegas de profissão prestaram homenagens nas redes sociais. A fotógrafa Xana de Jesus publicou uma mensagem emocionada. “Não tenho palavras para esta triste notícia, além de dizer aos pais dela, Tatiana Galcenco e Nacho Pérez, e à família que uma estrela brilha eternamente em nossos corações. Envio minhas mais profundas condolências neste momento de luto”, escreveu.

    Ela acrescentou: “Jamais esquecerei suas palavras, Cris. Você sempre foi e sempre será um exemplo, tanto como modelo quanto como pessoa. Tive muita sorte de te conhecer e trabalhar contigo. Como a vida é injusta”.

    Outra amiga da modelo, citada pelo Mirror, também lamentou a perda. “Cristina é um anjo e sempre foi”, afirmou.
     

    Modelo de 21 anos, filha de ex-jogador, é encontrada morta em casa

  • Craque do Bayern diz não ao Arsenal perto do fim das negociações

    Craque do Bayern diz não ao Arsenal perto do fim das negociações

    Leon Goretzka teve a chance de deixar o Bayern de Munique na reta final da última janela de transferências de inverno, com destino ao Arsenal, segundo informações publicadas nesta sexta-feira pelo jornal alemão Bild. O meio-campista, cujo contrato com o Bayern de Munique se encerra em junho, também chegou a ser sondado pelo Atlético de Madrid.

    Apesar das abordagens, o jogador de 31 anos optou por permanecer em Munique. A avaliação foi de que uma saída no meio da temporada representaria um risco, sobretudo pela possibilidade de comprometer sua convocação pelo técnico da seleção alemã, Julian Nagelsmann, para a Copa do Mundo.

    Ainda assim, Goretzka sinalizou que está aberto a uma transferência ao Arsenal ao fim da temporada 2025/26. O atleta entende que seu estilo de jogo se encaixa bem na Premier League. Além dos Gunners, ele também é associado a interesses de clubes como Tottenham, AC Milan, Napoli, Juventus e novamente o Atlético de Madrid.

    A sondagem do Arsenal ocorreu pouco depois de o próprio Goretzka usar as redes sociais para anunciar que deixará o Bayern ao fim do contrato, sem custos de transferência, oito anos após chegar ao clube vindo do Schalke 04, também a custo zero.

    “Os últimos dias foram mais turbulentos do que o esperado. Ao mesmo tempo, quero deixar claro que, por mais honrado que eu esteja pelo interesse de grandes clubes, decidi ficar no Bayern até o fim da temporada, com um grupo que é incrivelmente divertido dentro e fora de campo e com um treinador, Vincent Kompany, que voltou a transformar a equipe em uma força”, escreveu.

    Goretzka acrescentou que se sente comprometido com o clube até o encerramento do ciclo atual. “Nosso objetivo é que, em maio, possamos estar novamente na Marienplatz, celebrando títulos. Ao mesmo tempo, eu e o clube decidimos, após conversas positivas e construtivas, que nosso período de sucesso juntos chegará ao fim no verão.”

    “É o momento certo para crescer novamente como jogador e como pessoa. Mas ainda há muito a fazer antes disso. Vamos dar tudo para que, com o Bayern e com a seleção, alcancemos o máximo sucesso nesta temporada e no Mundial. Obrigado pelo apoio”, concluiu.

     


    O cenário da Alemanha no Mundial2026

    Vale lembrar que a Copa do Mundo será disputada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, entre 11 de junho e 19 de julho. A seleção da Alemanha, de Leon Goretzka e companhia, está no Grupo E, ao lado de Equador, Curaçao e Costa do Marfim, e busca reconquistar o título mundial, que não vence desde 2014, quando levantou a taça no Brasil.
     
     

    Al Nassr e Al-Ittihad se enfrentam nesta sexta-feira, em Riade, pela 21ª rodada do Campeonato Saudita. Insatisfeito com reforços, Cristiano Ronaldo pode ficar fora do duelo, enquanto a liga responde a críticas e reforça a independência dos clubes

    Notícias ao Minuto | 06:40 – 06/02/2026


    Craque do Bayern diz não ao Arsenal perto do fim das negociações

  • Mulher fica presa em lava-jato e se desespera após falha no sistema; veja

    Mulher fica presa em lava-jato e se desespera após falha no sistema; veja

    Motorista registrou em vídeo momentos de tensão ao ficar retida por quase uma hora dentro de um centro de lavagem de carros em Waynesboro, na Pensilvânia, até ser resgatada pela polícia após o acionamento de emergência falhar.

    O que deveria ser uma parada rápida para lavar o carro acabou se transformando em momentos de tensão para uma norte-americana que ficou presa dentro de um lava-jato automático nos Estados Unidos.

    Felicia Sullivan contou a experiência em um vídeo publicado nas redes sociais após ficar retida dentro de um centro de lavagem de veículos em Waynesboro, no estado da Pensilvânia. A mulher estava dentro do carro quando o sistema apresentou uma falha, as máquinas pararam repentinamente e a água deixou de ser liberada.

    Nas imagens gravadas por ela mesma, é possível ver o nervosismo crescente. Felicia tenta abrir os portões do local, sem sucesso, e relata o tempo em que ficou presa. “Estou aqui presa há cerca de 20 minutos”, diz no vídeo, acrescentando que tentou contato com todos os números disponíveis do estabelecimento, mas “ninguém atende”.

    @fox4newsdallasfortworth

    A woman found herself locked in a car wash in Waynesboro, Pennsylvania, for almost an hour on January 22, after the system malfunctioned and the doors remained resolutely shut. The claustrophobic mishap was recorded by Felicia Sullivan, who told Storyful that she documented the incident in case her car was damaged or she was hurt “while stuck in there.” The footage shows Sullivan repeatedly pressing emergency buttons and banging on the doors, to no effect. Sullivan said that she tried everything to get out before resorting to calling the police, who came to the rescue 45 minutes later. “The owner gave me a bunch of gift cards after the police freed me from the car wash,” she said. Talking about the owner of the car wash, Sullivan added, “I was not upset with him at all in any way. Sometimes things happen, but no harm came from my experience.”

    original sound – Fox4News

    Segundo o relato, ela bateu em portas, acionou um botão de emergência existente no local e tentou diferentes formas de sair, sem qualquer resultado. “Já tentei de tudo”, afirmou.

    Diante da situação, Felicia decidiu ligar para a polícia. Cerca de 45 minutos depois, um agente chegou ao local acompanhado do proprietário do lava-jato, e os portões foram finalmente abertos.

    Após o resgate, a motorista afirmou que não ficou irritada com o dono do estabelecimento. “Não fiquei chateada com ele de forma alguma. Às vezes as coisas acontecem, mas ninguém se machucou”, disse. O proprietário ofereceu cartões-presente como forma de compensação pelo ocorrido.

    Ainda abalada e querendo sair dali o mais rápido possível, Felicia contou que ouviu uma sugestão inusitada. Como o carro estava coberto de sabão já seco, ela foi orientada a fazer um novo ciclo de lavagem. A recomendação foi ignorada, já que, naquele momento, o nervosismo falou mais alto.

    O episódio terminou sem feridos ou danos materiais, e o vídeo do incidente acabou viralizando nas redes sociais. Veja acima!

    Mulher fica presa em lava-jato e se desespera após falha no sistema; veja

  • Não havia investigação formal sobre carteiras do Master quando Lula se encontrou com Vorcaro

    Não havia investigação formal sobre carteiras do Master quando Lula se encontrou com Vorcaro

    Presidente afirma que não houve interferência política e que apuração seria técnica, mas documentos do Banco Central indicam que investigação sobre operações do Banco Master começou meses após reunião no Planalto.

    (FOLHAPRESS) Em entrevista ao UOL nesta quinta-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter dito ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que a instituição seria alvo de uma “investigação técnica” do Banco Central, sem qualquer “posição política pró ou contra”.

    O presidente não deixou claro, porém, a qual apuração se referia. Caso estivesse falando da investigação sobre fraudes na venda de carteiras de crédito ao BRB, as datas não coincidem com os fatos apurados pelas autoridades.

    O encontro entre Lula e Vorcaro ocorreu em 4 de dezembro de 2024, no Palácio do Planalto, a pedido do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Participaram ainda o então CEO do Master, Augusto Lima, os ministros Rui Costa, da Casa Civil, e Alexandre Silveira, de Minas e Energia, além de Gabriel Galípolo, que assumiria a presidência do Banco Central em janeiro de 2025.

    Documentos que fundamentam a atuação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, elaborados pelo próprio Banco Central, indicam que a investigação teve início apenas em março de 2025, cerca de três meses após a reunião no Planalto.

    Questionado pelo UOL sobre o encontro, Lula disse que recebeu representantes de diversos bancos durante o mandato e que Vorcaro relatou estar sofrendo perseguições. Segundo o presidente, a resposta foi que não haveria interferência política e que eventuais irregularidades seriam analisadas tecnicamente pelo Banco Central.

    Ainda de acordo com Lula, após a conversa ele chamou o ministro da Fazenda, o presidente do Banco Central e o procurador-geral da República para discutir o caso. O presidente afirmou que se tratava de uma oportunidade de investigar grandes esquemas de corrupção, caso fossem confirmadas irregularidades.

    Procurada, a assessoria da Presidência afirmou que a fala de Lula se referia exclusivamente ao encontro de dezembro de 2024 e à possibilidade de o Banco Central apurar tecnicamente uma queixa apresentada por Vorcaro, e não à investigação que veio a público posteriormente.

    Relatórios do Banco Central obtidos pela Folha de S. Paulo mostram que a autarquia identificou problemas nas transações de carteiras de crédito entre o Master e o BRB nos primeiros meses de 2025. Em 17 de março, o BC enviou ofício ao Master pedindo explicações sobre operações que resultaram em um fluxo de R$ 12,2 bilhões do banco público para a instituição privada, valor que superava o limite de exposição permitido.

    Inicialmente, o Master informou que os créditos teriam sido originados por associações de servidores da Bahia. O Banco Central, porém, concluiu que essas entidades não tinham capacidade financeira para movimentar tais valores e fez novos questionamentos. Foi então que o Master mencionou a Tirreno Consultoria Promotoria de Crédito e Participações, que se tornou o centro das suspeitas.

    A empresa havia sido criada em novembro de 2024 com outro nome e passou por mudanças societárias e de capital pouco antes e logo após o encontro no Planalto. Parte dessas alterações só foi registrada oficialmente meses depois, já no curso da apuração do Banco Central.

    Com base nas investigações, o BC encaminhou representação criminal ao Ministério Público Federal em julho de 2025. A Polícia Federal abriu inquérito em agosto do mesmo ano. Vorcaro chegou a ser preso em novembro, mas foi solto por decisão do TRF-1. O caso tramita no STF, e o Banco Master entrou em liquidação extrajudicial em 18 de novembro.

    Não havia investigação formal sobre carteiras do Master quando Lula se encontrou com Vorcaro

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  • Fim do tratado nuclear entre EUA e Rússia eleva risco global; entenda

    Fim do tratado nuclear entre EUA e Rússia eleva risco global; entenda

    Especialistas alertam que o colapso do Novo START deixa as duas maiores potências nucleares sem limites formais para seus arsenais e pode abrir caminho para uma escalada perigosa envolvendo também a China

    A expiração do último tratado nuclear em vigor entre os Estados Unidos e a Rússia, nesta quinta-feira (5), reacendeu temores sobre uma nova corrida armamentista e o aumento do risco de conflito entre superpotências, segundo especialistas ouvidos pela CNN.

    O fim do tratado Novo START deixa, pela primeira vez em décadas, as duas maiores potências nucleares do mundo sem limites formais para seus arsenais estratégicos. Para Thomas Countryman, ex-subsecretário interino de Estado dos EUA para controle de armas, o maior risco é que incidentes previsíveis ou não acabem escalando rapidamente para um conflito nuclear, afirmou à CNN.

    Em vigor desde 2011, o Novo START limitava cada país a 1.550 ogivas nucleares implantadas e impunha restrições a mísseis balísticos intercontinentais, armas lançadas por submarinos e bombardeiros estratégicos. O acordo foi prorrogado em 2021 até fevereiro de 2026, mas não podia ser estendido novamente nos mesmos termos.

    Críticos do tratado, entre eles o presidente Donald Trump, afirmam que o pacto se tornou obsoleto por não incluir a China, que vem ampliando rapidamente seu arsenal nuclear. Um relatório do Pentágono de 2022 estima que Pequim pode alcançar cerca de 1.500 ogivas até 2035. Trump declarou ao The New York Times que, se o tratado expirasse, os Estados Unidos buscariam “um acordo melhor”.

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reforçou essa posição ao afirmar que um novo modelo de controle de armas precisa incluir a China. “O presidente tem sido claro de que, para haver um verdadeiro controle de armas no século 21, é impossível fazer algo que não inclua a China, devido ao seu vasto e crescente arsenal”, disse Rubio.

    Do lado russo, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que não recebeu respostas da administração Trump e declarou que Moscou já não se considera vinculada às obrigações centrais do tratado. Especialistas alertam que a Rússia está mais preparada do que os EUA para ampliar rapidamente seu arsenal, segundo Rose Gottemoeller, ex-negociadora-chefe americana do Novo START, também em entrevista à CNN.

    Para Daryl Kimball, diretor executivo da Arms Control Association, o fim do acordo pode abrir um período de forte instabilidade global. “Podemos ver uma perigosa corrida armamentista tripla”, afirmou. Segundo ele, o colapso do Novo START, em meio a uma postura mais agressiva dos EUA em relação a tratados internacionais, pode marcar “o início de uma nova corrida armamentista desenfreada entre Estados Unidos, Rússia e China, com alto custo para todos os países”.
     
     

     

    Fim do tratado nuclear entre EUA e Rússia eleva risco global; entenda

  • PL define Carlos Bolsonaro para o Senado em SC e empurra candidata de Michelle para fora do partido

    PL define Carlos Bolsonaro para o Senado em SC e empurra candidata de Michelle para fora do partido

    PL define Carlos Bolsonaro como candidato ao Senado em Santa Catarina, exclui Caroline de Toni da chapa e provoca racha no bolsonarismo, com apoio público de Michelle Bolsonaro à deputada e possível migração dela para o partido Novo

    (CBS NEWS) O PL definiu que lançará o ex-vereador Carlos Bolsonaro como candidato ao Senado por Santa Catarina e comunicou à deputada federal Caroline de Toni que ela não fará parte da chapa. A parlamentar, que contava com o apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, foi informada da decisão e deve deixar o partido nos próximos dias.

    Diante do cenário, De Toni deve se filiar ao partido Novo, que já se comprometeu a lançá-la como candidata ao Senado. A deputada informou ao PL sobre sua saída, e a mudança de legenda deve ser formalizada em breve.

    O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, reforçou o convite para a filiação e afirmou que a candidatura de De Toni ao Senado pela sigla é “inegociável”. Em nota, disse que o país precisa de senadores com independência, preparo técnico e coragem para cumprir o papel constitucional da Casa Alta, qualidades que, segundo ele, a deputada reúne.

    Além de De Toni, o Novo pretende lançar outros nomes de destaque na disputa pelo Senado, como o deputado Marcel van Hattem, no Rio Grande do Sul, e o ex-deputado Deltan Dallagnol, no Paraná.

    A definição da chapa bolsonarista em Santa Catarina provocou um racha no campo da direita e expôs divergências entre Carlos Bolsonaro e Michelle Bolsonaro. A tensão voltou a ficar evidente nesta quarta-feira (4), quando a ex-primeira-dama publicou uma mensagem de apoio a De Toni nas redes sociais.

    Michelle compartilhou uma foto ao lado da deputada com a legenda “estaremos com você, Caroline de Toni”. O gesto foi interpretado como uma afronta a Carlos e reacendeu a troca de críticas públicas entre aliados do bolsonarismo.

    Segundo parlamentares do PL, a chapa definida no estado terá o governador Jorginho Mello como candidato à reeleição e, para o Senado, Carlos Bolsonaro e o senador Esperidião Amin, do PP. Com isso, De Toni ficou sem espaço para disputar o cargo pelo PL e não demonstra interesse em tentar a reeleição à Câmara dos Deputados pela legenda.

    Integrantes do partido afirmam que a relação entre Michelle Bolsonaro e os filhos do ex-presidente segue marcada por conflitos. Aliados de Flávio Bolsonaro, por exemplo, dizem que ela não apoia sua eventual pré-candidatura à Presidência. Nesse contexto, o apoio público a De Toni foi visto como mais um sinal de desgaste interno.

    Pessoas próximas à ex-primeira-dama, no entanto, minimizam o racha e afirmam que Carlos Bolsonaro e Jorginho Mello continuam tratando De Toni como aliada. Segundo esses interlocutores, não haveria problema em Michelle apoiar a deputada, já que candidatos bolsonaristas podem manter cooperação mesmo em partidos diferentes.

    Jorginho Mello já anunciou que seu candidato a vice-governador será o prefeito de Joinville, Adriano Silva, filiado ao Novo. Integrantes da sigla afirmam que, ainda assim, é possível lançar De Toni ao Senado em uma candidatura isolada, desvinculada da coligação ao governo, modelo autorizado pela Justiça Eleitoral em 2022.

    Aliados de Esperidião Amin dizem que ele disputará o Senado independentemente das negociações partidárias, embora prefira integrar a chapa do PL. Já aliados de De Toni demonstram otimismo quanto às chances eleitorais da deputada, citando sua votação expressiva no estado e a rejeição enfrentada por Carlos Bolsonaro entre parte do eleitorado de direita em Santa Catarina, que o vê como um candidato de fora.

    O bolsonarismo no estado também conta com a presença de Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do ex-presidente, que decidiu iniciar a carreira política em Santa Catarina. Em 2024, ele foi eleito vereador em Balneário Camboriú com a maior votação da Câmara Municipal.

    Até recentemente, Jorginho Mello defendia a possibilidade de uma chapa pura do PL, com Carol De Toni e Carlos Bolsonaro disputando o Senado. A aliança com Esperidião Amin, no entanto, passou a ser considerada estratégica.

    Em 2022, o governador concorreu de forma isolada ao Executivo estadual, mas ao longo do mandato ampliou sua base e passou a desenhar uma chapa para 2026 que pode incluir, além do PL, partidos como PP e MDB, hoje presentes no primeiro escalão do governo catarinense.

    No campo bolsonarista, Jorginho tem como principal adversário o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, do PSD, que lançou pré-candidatura ao governo e poderia receber o apoio de Amin caso o senador seja preterido pelo PL. 

    PL define Carlos Bolsonaro para o Senado em SC e empurra candidata de Michelle para fora do partido

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  • General russo é baleado em Moscou em suposta tentativa de assassinato

    General russo é baleado em Moscou em suposta tentativa de assassinato

    Tenente-general do Ministério da Defesa foi atingido por vários disparos e levado a um hospital da capital russa. Ataque ocorreu em meio a negociações sobre a guerra na Ucrânia e reforça a sequência de atentados contra altos oficiais desde 2022

    Um general russo foi levado a um hospital após ser baleado “várias vezes” em uma tentativa de homicídio ocorrida na madrugada desta sexta-feira, em Moscou, informou o Comitê de Investigação da Rússia.

    Segundo a agência estatal TASS, a porta-voz do comitê, Svetlana Petrenko, afirmou que a vítima é Vladimir Stepanovich Alekseyev, tenente-general do Ministério da Defesa da Federação Russa.

    De acordo com a investigação preliminar, um suspeito ainda não identificado efetuou vários disparos contra o militar dentro de um prédio residencial na região da Volokolamskoe Shosse, em Moscou, e fugiu em seguida. Alekseyev foi socorrido e permanece internado em um hospital da capital.

    As autoridades russas abriram um processo criminal pelos crimes de tentativa de homicídio e tráfico ilegal de armas de fogo.

    Alekseyev, de 64 anos, ganhou destaque por sua atuação em operações classificadas como secretas na Síria, onde a Rússia interveio militarmente em 2015 contra grupos jihadistas e em apoio ao regime de Bashar al-Assad.

    O general é considerado braço direito de Igor Kostyukov, chefe da inteligência militar russa, conhecida como GRU. Kostyukov liderou recentemente a delegação de Moscou nas negociações com Kyiv, realizadas em Abu Dhabi, com mediação dos Estados Unidos, para discutir o conflito na Ucrânia.

    Desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, ao menos quatro generais russos foram mortos em ataques. O caso mais recente foi o de Fanil Sarvarov, chefe de operações do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, que morreu no fim de dezembro em Moscou após a explosão de um carro-bomba.

    Outro episódio de grande repercussão envolveu o tenente-general Igor Kirilov, então responsável pela defesa radiológica, química e biológica, assassinado em dezembro de 2024 em um ataque com explosivos em frente à sua residência.

    Em abril de 2025, morreu também o tenente-general Yaroslav Moskalik, vice-chefe de operações do Estado-Maior, em um atentado com explosivo colocado em um automóvel. As autoridades russas atribuíram o ataque aos serviços de inteligência ucranianos.

    Já em novembro de 2024, o capitão Valery Trankovski, vice-comandante de uma brigada da Frota do Mar Negro, morreu na Crimeia após a explosão de seu carro em Sebastopol. O atentado foi reivindicado por serviços de inteligência da Ucrânia.

    Em outro incidente, o major-general Yuri Afanasyevsky, ex-chefe da alfândega no Donbass, e seu filho ficaram gravemente feridos quando um artefato explosivo escondido em um telefone celular detonou dentro de sua casa, ataque também atribuído por Moscou a Kyiv.

    O suposto atentado contra Alekseyev ocorreu um dia após o encerramento de uma rodada de negociações entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos em Abu Dhabi. Segundo autoridades ucranianas, as delegações concordaram em informar suas capitais e manter o diálogo trilateral nas próximas semanas.

    A segunda rodada de negociações diretas entre Kyiv e Moscou, mediada pelos Estados Unidos na capital dos Emirados Árabes Unidos, terminou sem avanços concretos nos principais pontos de divergência. Assim como em encontros anteriores realizados na Turquia em 2025, o principal resultado foi a troca de 314 prisioneiros de guerra.

    Apesar disso, o conselheiro do Kremlin Kirill Dmitriev avaliou que houve progressos e avanços positivos nas conversas. Ele também voltou a criticar o que chamou de setores belicistas na Europa e no Reino Unido, que, segundo ele, tentariam sabotar as negociações, informou a TASS.
     
     

     

    General russo é baleado em Moscou em suposta tentativa de assassinato

  • Europa depende dos EUA e nada fará se Trump invadir Groenlândia, diz analista

    Europa depende dos EUA e nada fará se Trump invadir Groenlândia, diz analista

    Especialista afirma que o continente não reagiria a uma eventual ação militar dos Estados Unidos na Groenlândia, diante da forte dependência europeia da presença militar americana e do temor de ficar vulnerável a ameaças externas, especialmente da Rússia

    (CBS NEWS) Depois de semanas de pressão e ameaças tarifárias com o objetivo de anexar a Groenlândia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no último dia 21 que havia chegado a um acordo com a Otan, a aliança militar ocidental, a respeito da ilha no Oceano Ártico.

    Quase 20 dias depois, no entanto, os detalhes do acordo ainda não são conhecidos. Enquanto isso, líderes como o presidente da França, Emmanuel Macron, o premiê da Alemanha, Friedrich Merz, e a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, passaram a realizar encontros com o objetivo de demonstrar apoio à soberania dinamarquesa, país que controla a Groenlândia.

    Ao mesmo tempo, Trump, que esteve envolvido em uma disputa acirrada com a oposição para aprovar o orçamento do governo, parece ter deixado o tema de lado, ao menos por enquanto. O republicano tem concentrado suas publicações nas redes sociais e declarações à imprensa em assuntos como movimentações militares contra o Irã, negociações com a Venezuela e novas acusações infundadas de que teria sido o verdadeiro vencedor das eleições de 2020.

    Na quarta-feira (4), a União Europeia decidiu retomar as tratativas para implementar o acordo comercial com os Estados Unidos, que haviam sido suspensas após a investida de Trump contra a Groenlândia. O movimento foi interpretado como um sinal de arrefecimento das tensões.

    Mudar de assunto, porém, não é uma opção para os países europeus. Discussões sobre a melhor estratégia para dissuadir o presidente da maior potência militar do mundo de invadir e ocupar a Groenlândia seguem intensas nos centros de poder em Londres, Paris, Berlim e Copenhague. Isso ocorre porque, segundo o analista militar Carlo Masala, caso a invasão se concretize, a Europa não reagirá.

    “Trump descartou isso em Davos, mas, se imaginarmos que ele conquiste a Groenlândia militarmente, não acredito que a Europa fará algo”, afirma Masala, diretor do Centro de Inteligência da Universidade das Forças Armadas alemãs, em Munique. Questionado sobre os cerca de 70 mil soldados americanos estacionados em bases no continente, o analista avalia que é pouco provável que sua presença seja contestada, mesmo em um cenário extremo de invasão.

    “Ninguém quer se envolver em uma guerra contra os Estados Unidos. Se acordos de posicionamento de tropas forem encerrados e a Europa forçar uma retirada completa dos americanos do continente, haverá um problema. Não estamos preparados para nos defender sozinhos diante de uma invasão russa a um país europeu”, diz.

    Atualmente, cerca de 70 mil soldados dos EUA estão distribuídos em bases pelo continente europeu, sendo aproximadamente 35 mil na Alemanha. Essa presença é um legado da ocupação militar após o fim da Segunda Guerra Mundial e do período da Guerra Fria. Os Estados Unidos também mantêm armas nucleares em países como Holanda, Itália e Alemanha.

    Segundo Masala, esse cenário ajuda a explicar a estratégia adotada por Berlim. O governo alemão, liderado por Friedrich Merz, tem evitado críticas mais duras a Washington e conduz o que críticos classificam como uma política de apaziguamento.

    “Enquanto Trump estiver no poder, acredito que a Alemanha e outros países tentarão conquistá-lo, convencê-lo a mudar de rumo. Aceitar exigências, acomodar, talvez não completamente, mas sempre tentar acomodar. Por trás disso está o temor de que, sem os americanos, a Europa fique indefesa”, afirma o analista, acrescentando que essa condição não será superada antes de cinco ou seis anos.

    Para Masala, no entanto, a eficácia dessa estratégia chegou ao fim com a pressão aberta dos Estados Unidos para anexar a Groenlândia.

    “Já está claro que não é possível mudar a posição de Trump por um período significativo. É possível fazê-lo temporariamente, mas não há garantia de que ele mantenha uma opinião diferente sobre determinado assunto daqui a duas semanas”, diz. “Por isso, acredito que seja necessário reconhecer que a estratégia de apaziguamento chegou ao limite e que será preciso adotar uma linguagem mais clara contra os Estados Unidos.”

    Ao mesmo tempo, segundo o analista, existem forças dentro da Casa Branca interessadas em enfraquecer as lideranças europeias com o objetivo de desmantelar a União Europeia. “A UE é uma pedra no sapato de Trump, porque é muito mais fácil negociar com Estados individuais do que com um bloco que representa 500 milhões de pessoas”, afirma.

    Esse objetivo também explicaria a preferência de Washington por partidos de ultradireita e extrema direita na Europa, como a AfD, na Alemanha, a Reunião Nacional de Marine Le Pen, na França, e o Reform UK, de Nigel Farage, no Reino Unido. “Esses partidos são hostis à União Europeia. Se chegarem ao poder, tentarão enfraquecer o bloco, o que é de enorme interesse para o governo Trump.”

    Masala avalia, porém, que essas forças políticas enfrentam agora uma situação mais delicada após a campanha de Trump em torno da Groenlândia. “Eles percebem que grande parte da população europeia passou a se posicionar contra o governo do republicano. E não querem perder esses eleitores, por isso ensaiam um distanciamento de Trump”, diz.

    Questionado sobre as ações intervencionistas de Washington em relação à Europa e à América Latina, o pesquisador aponta uma diferença central. “Os Estados Unidos veem a América Latina como seu quintal e a Europa como irrelevante. De repente, fala-se em Hemisfério Ocidental, em esfera de influência direta dos EUA. A Europa, por sua vez, precisa se virar sozinha. As duas posições são ruins para os continentes envolvidos.”

    Europa depende dos EUA e nada fará se Trump invadir Groenlândia, diz analista

  • Lidi Lisboa é assaltada e agredida no Rio

    Lidi Lisboa é assaltada e agredida no Rio

    A atriz relatou ter sido abordada por dois homens em uma motocicleta no Recreio dos Bandeirantes, reagiu por impulso e sofreu ferimentos no rosto. O caso é investigado pela Polícia Civil do Rio, enquanto a mãe da artista fez um apelo público pela devolução do celular roubado

    (CBS NEWS) – Atriz e ex-participante de A Fazenda (Record), Lidi Lisboa foi assaltada no Rio de Janeiro na noite da última terça-feira (3).

    Em sua redes sociais, a artista desabafou sobre o assalto. Ela disse que foi abordada por dois homens em uma motocicleta no Recreio dos Bandeirantes, que reagiu por impulso e teve o rosto machucado.

    Lidi teve o celular e um documento roubados. A mãe dela, a artista plástica Lidia Lisboa, que expôs na última Bienal de São Paulo, fez um apelo ao ladrão para devolvesse o aparelho.

    “Você aí, o que você acha de devolver o telefone da minha filha? Faça diferente, mude a sua vida. Essa vida não vai te levar a nada”, falou Lídia. “É difícil trabalhar, né? É difícil lavar a louça, varrer um chão, limpar uma vidraça. É mais fácil pegar o que é do outro”, falou.

    A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou ao F5 que a investigação está sob responsabilidade da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes). “Diligências estão em andamento, agentes buscam por imagens de câmera de segurança e realizam cruzamento de dados, para identificar a autoria e esclarecer os fatos”, diz nota enviada pelo órgão.

    Lidi Lisboa é assaltada e agredida no Rio