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  • Spirit Airlines cancela todos os voos e anuncia encerramento das atividades

    Spirit Airlines cancela todos os voos e anuncia encerramento das atividades

    O presidente dos EUA, Donald Trump, havia manifestado interesse em oferecer ajuda econômica para salvar milhares de empregos na empresa, que havia declarado falência duas vezes em 2025.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A companhia aérea de baixo custo Spirit Airlines, que atendia diversos destinos nos EUA e na América Latina, anunciou neste sábado (2) que cancelou todos os seus voos e iniciou o “encerramento ordenado de suas operações”, após o fracasso de um possível resgate financeiro por parte da Casa Branca.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, havia manifestado interesse em oferecer ajuda econômica para salvar milhares de empregos na empresa, que havia declarado falência duas vezes em 2025.

    A companhia aérea conectava os Estados Unidos, especialmente o estado da Flórida, com mais de 20 destinos na América Latina e no Caribe, entre eles México, Colômbia, Costa Rica, Honduras, Peru, Porto Rico e República Dominicana.

    A empresa tinha 4.119 voos nos EUA entre 1° e 15 de maio, com capacidade para 809.638 passageiros, de acordo com a empresa de dados de aviação Cirium. Especialistas acreditam que JetBlue Airways e Frontier Airlines devem ser beneficiadas com a medida.

    Em um comunicado, a dona da aérea, Spirit Aviation Holdings, anunciou “com pesar que a companhia iniciou o encerramento ordenado de suas operações, com efeito imediato. Os passageiros da Spirit não devem ir ao aeroporto”.
    O site da empresa exibe uma mensagem informando que “o serviço de atendimento ao cliente não está mais disponível”. A companhia aérea afirmou que processará os reembolsos dos voos já adquiridos.

    A empresa é conhecida por seus chamativos aviões amarelos, começou a oferecer voos em 1992 e se consolidou por seu baixo custo como uma forte concorrente das companhias aéreas tradicionais.

    Seu presidente e diretor executivo, Dave Davis, afirmou que em março havia chegado a um acordo com os credores para um plano de reestruturação que “teria permitido ressurgir como um negócio com futuro”.

    No entanto, o vertiginoso aumento dos preços do combustível desde a eclosão da guerra no Oriente Médio “nos deixou sem outra alternativa senão realizar um encerramento gradual da empresa”, afirmou no comunicado.

    Manter o negócio exigia centenas de milhões de dólares adicionais de liquidez que a Spirit simplesmente não tem e não conseguia obter. Isso é tremendamente decepcionante e não é o resultado que nenhum de nós desejava
    em comunicado

    FRACASSO EM FINANCIAMENTO

    Na sexta-feira (1°), Trump declarou que havia enviado uma “proposta final” de resgate à companhia aérea, que em 2024 empregava cerca de 11 mil pessoas. “Imagino que estamos analisando. Se pudermos fazer, faremos, mas apenas se for um bom negócio”, disse.

    Altos funcionários de sua administração criticaram o governo anterior de Joe Biden por ter bloqueado uma oferta de aquisição de US$ 3,8 bilhões por parte da JetBlue, argumentando que prejudicaria os consumidores.

    Em seu comunicado, a Spirit garantiu que houve “esforços amplos e exaustivos para reestruturar o negócio”, mas que a falta de financiamento adicional a deixava “sem outra opção senão empreender este encerramento”.
    Nas últimas semanas, a companhia vinha negociando uma linha de crédito emergencial de US$ 500 milhões com o governo Trump. Alguns dos investidores credores da Spirit se opuseram aos termos do resgate, segundo os quais o governo poderia acabar ficando com 90% da Spirit, porque isso os deixaria em uma situação financeira pior caso a companhia aérea eventualmente falisse. Alguns parlamentares republicanos também se opuseram a um resgate governamental da Spirit.

    Para Jan Brueckner, professor emérito de Economia da Universidade da Califórnia em Irvine, a alta do preço do combustível foi “a gota d’água”.

    AMERICAN E UNITED OFERECEM AJUDA A CLIENTES

    Após o anúncio do encerramento, American Airlines e United Airlines, duas das gigantes americanas do transporte aéreo, se ofereceram para ajudar os clientes da Spirit.

    A American garantiu que oferecia “tarifas de resgate” nas rotas da Spirit para “mitigar o impacto nas comunidades” e a United propôs “passagens só de ida com preço máximo a partir da maioria das cidades para onde voava” a empresa de baixo custo.

    A Associação de Comissários de Bordo, sindicato que representa cerca de 5.000 funcionários da Spirit, disse que estava em contato com outras companhias aéreas para apoiar o pessoal da Spirit.

    “A cada comissário de bordo em atividade será fornecido hotel e/ou um voo para retornar para casa”, acrescentou o sindicato. Este encerramento é “a notícia mais difícil de nossas vidas”, completou.

    REGULADOR DESCARTA RESGATE DE LOW COSTS

    O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, disse neste sábado que não acredita que o governo precise socorrer as companhias aéreas de baixo custo devido aos altos preços do combustível de aviação.

    “Eu diria que, neste momento, não acho que seja necessário. Elas têm acesso a dinheiro. Se quiserem recorrer ao governo dos EUA, seremos um credor de última instância. Se puderem encontrar dólares nos mercados privados, acho que será melhor para elas”, disse Duffy em uma coletiva de imprensa no aeroporto de Newark, após o colapso da companhia aérea de baixo custo Spirit Airlines.

    Ele afirmou ainda que a perspectiva de resgate da Spirit foi vista como uma oportunidade por algumas outras companhias aéreas de obter dinheiro “não necessariamente com base na necessidade, mas com base na oportunidade”.

    Um grupo de companhias aéreas de baixo custo dos EUA, incluindo a Frontier e a Avelo, disse na segunda-feira que havia proposto a troca de bônus de subscrição que poderiam ser convertidos em participações acionárias por US$ 2,5 bilhões em assistência do governo dos EUA.

    A Association of Value Airlines confirmou que solicitou ao governo do presidente Donald Trump a criação de um pacote de liquidez de US$ 2,5 bilhões, a ser usado exclusivamente para compensar os custos maiores de combustível, “como uma medida necessária e direcionada para estabilizar as operações e manter as tarifas aéreas acessíveis durante esse período de volatilidade”.

    As empresas também pediram que o Congresso suspenda o imposto federal de 7,5% sobre as passagens aéreas e o imposto de US$ 5,30 por trecho. A isenção dessas taxas compensaria cerca de um terço do aumento do combustível de aviação.

    A proposta destaca uma das consequências não intencionais da guerra de EUA e Israel contra o Irã: um aumento nos preços do combustível de aviação que praticamente dobrou os custos, reduzindo as margens e empurrando as companhias aéreas mais fracas para a beira do abismo.

    Spirit Airlines cancela todos os voos e anuncia encerramento das atividades

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  • Justiça nega retirada de post de Nikolas sobre Janja e Lula

    Justiça nega retirada de post de Nikolas sobre Janja e Lula

    Na postagem em questão, o parlamentar ironiza a reação de Janja ao ver Lula tirando uma foto com uma apoiadora. “E o medo de perder as viagens de luxo?”, escreveu Nikolas junto ao vídeo que mostra o momento do registro, destacando a expressão da primeira-dama. O episódio ocorreu em um período em que o presidente havia passado por uma cirurgia de catarata.

    A Justiça do Distrito Federal decidiu não acatar o pedido de remoção de uma publicação feita pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), na qual ele menciona o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja. A decisão foi tomada pelo 6º Juizado Especial Cível de Brasília, que analisou a solicitação apresentada no processo.

    Na postagem em questão, o parlamentar ironiza a reação de Janja ao ver Lula tirando uma foto com uma apoiadora. “E o medo de perder as viagens de luxo?”, escreveu Nikolas junto ao vídeo que mostra o momento do registro, destacando a expressão da primeira-dama. O episódio ocorreu em um período em que o presidente havia passado por uma cirurgia de catarata.

    O pedido para retirada do conteúdo foi apresentado por Manuella Tyler Araujo Medrado, pré-candidata a deputada federal pelo PSB, que aparece ao lado de Lula na publicação. A análise do juiz foi concluída em 24 de março e se limitou exclusivamente ao pedido de remoção do post, sem tratar do mérito completo da ação, que continua em andamento. Uma audiência de conciliação entre as partes já está marcada para o dia 25 de maio.

    Na decisão, o juiz Júlio César Lérias Ribeiro afirmou que não identificou elementos que caracterizassem discurso de ódio ou conteúdo transfóbico na publicação. Segundo ele, “Em análise à postagem objeto da lide, não se verifica qualquer referência do demandado à transexualidade da autora, ou incitação a discurso de ódio. Como qualquer postagem na internet, especialmente envolvendo pessoas públicas de expressão nacional, em uma época de extrema polarização política, o conteúdo é passível de gerar manifestações de desapreço ou que beirem o ilícito penal (o que deve ser combatido pela própria plataforma), sem que isso necessariamente configura ofensa a direito da personalidade pelo criador. O que se depreende do contexto é uma referência pejorativa à reação de uma esposa ao ver o marido ser abordado com admiração por uma mulher mais jovem e bonita (ou ao menos é o que se verifica da análise isolada da postagem)”, afirmou o magistrado.

    Justiça nega retirada de post de Nikolas sobre Janja e Lula

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  • Caso "trágico" na Austrália: Suspeito é acusado de morte de menina

    Caso "trágico" na Austrália: Suspeito é acusado de morte de menina

    A polícia australiana anunciou hoje a acusação do suspeito do homicídio de uma menina de uma comunidade aborígene, num caso que provocou grande comoção e foi marcado por confrontos com as forças policiais.

    Investigadores encontraram, na quinta-feira, perto da cidade de Alice Springs, no centro da Austrália, o corpo de uma menina que foi identificado como sendo o de Kumanjayi Little Baby, de cinco anos, que estava desaparecida.

    Pouco depois, a polícia prendeu Jefferson Lewis, um australiano de 47 anos. O homem havia sido espancado até perder a consciência após se render a membros da comunidade indígena, sendo posteriormente levado ao hospital.

    Lewis agora responde a uma acusação de homicídio e duas de estupro, segundo informou a polícia do estado do Território do Norte.

    “Este é um caso profundamente comovente”, declarou o comissário de polícia Martin Dole, que também expressou condolências à família da vítima.

    Durante confrontos violentos nos arredores do hospital de Alice Springs — onde o suspeito foi internado no fim de semana — vários policiais, paramédicos e um bombeiro ficaram feridos.

    Imagens mostram nuvens de gás lacrimogêneo, uma viatura policial em chamas e uma multidão revoltada gritando contra agentes armados que tentavam conter a situação.

    Segundo a emissora pública ABC, os manifestantes exigiam que o homem fosse libertado para ser submetido a uma punição tradicional praticada por comunidades indígenas da região central do país.

    O desaparecimento da menina mobilizou grandes operações de busca, acompanhadas com apreensão por todo o país.

    “É o desfecho trágico que todos esperávamos evitar”, afirmou o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese.

    Já Robin Granites, porta-voz da família e membro do grupo indígena Warlpiri, fez um apelo por calma.

    “Este é o momento de fazer nosso luto, homenagear nossa família e nos permitir chorar e lembrar”, disse em comunicado.

    “Precisamos ser fortes uns pelos outros, respeitar a família e as práticas culturais”, concluiu.

    Caso "trágico" na Austrália: Suspeito é acusado de morte de menina

  • "Montanha-russa": Artemis II explica viagem à Lua a público curioso

    "Montanha-russa": Artemis II explica viagem à Lua a público curioso

    Os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, que fizeram parte da missão Artemis II, estiveram no programa “CBS Mornings”, onde explicaram como foi a viagem à Lua e as emoções que viveram.

    Os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, que participaram da missão Artemis II, estiveram no programa CBS Mornings, na última sexta-feira, onde contaram como foi a viagem à Lua e as emoções que viveram.

    Diante de uma plateia formada por crianças e jovens, Jeremy Hansen descreveu o retorno à Terra como “a melhor montanha-russa em que já esteve”.

    “A primeira coisa que você vê é como um plasma, as cores começam a aparecer. Uma bola de fogo se forma do lado de fora das janelas. Era vermelha e estava caindo. Depois ficou azul e verde. Era como se alguém estivesse soldando, soltando faíscas”, contou no especial “Artemis II: Uma Celebração de Heróis”.

    “É tudo muito emocionante”, completou.

    Já Christina Koch afirmou que a experiência foi “fenomenal”. “Fui tomada por uma euforia imensa”, disse.

    Os quatro astronautas partiram no dia 1º de abril, da Flórida, e viajaram mais longe no espaço do que qualquer outro ser humano antes deles. O retorno aconteceu em 10 de abril, após dez dias de missão.

    Durante o programa, eles conheceram Jack, um menino de cinco anos que sonha em ser astronauta e viralizou por sua empolgação ao assistir ao lançamento da cápsula Orion. Ele recebeu de presente um traje de astronauta semelhante ao usado na missão.

    Na conversa, os astronautas também compartilharam momentos curiosos, como o dia em que a cápsula pousou no Oceano Pacífico. Enquanto aguardavam o resgate, dividiram M&Ms.

    “Quando pousamos, caímos no Oceano Pacífico e, enquanto esperávamos a equipe de resgate abrir a cápsula, a Christina tirou M&Ms do bolso e perguntou: ‘Tenho alguns, vocês querem?’”, contou Wiseman.

    “E lá ficamos nós, encostados, recém-chegados, comendo M&Ms. Estávamos felizes”, completou.

    Um estudante de 18 anos perguntou qual foi a coisa de que mais sentiram falta em relação à gravidade. Hansen respondeu que não sentiu falta de nada: “Se tiver a chance de experimentar a microgravidade, não perca. É muito divertido”, disse, embora tenha admitido que tarefas simples, como ir ao banheiro, ficam mais difíceis.

    Em outro momento, Christina Koch falou sobre a readaptação à gravidade. “O corpo precisa de tempo para se acostumar novamente. É preciso reaprender a andar e recuperar o equilíbrio”, explicou.

    Questionado sobre a decisão mais difícil da missão, Wiseman lembrou de um momento de tensão, quando a tripulação foi acordada por um alarme indicando possível vazamento de combustível.

    “Era a primeira vez que humanos pilotavam aquela nave. Estávamos testando tudo e não sabíamos que também estávamos testando o sistema de alerta. Estávamos dormindo, flutuando nos sacos de dormir, quando vi o monitor e pensei: ‘Acho que é um aviso grave’. Isso chamou a atenção de todos”, relatou.

    Sobre trabalho em equipe, Christina Koch destacou que os verdadeiros heróis não eram apenas os astronautas, mas também as equipes em terra que trabalharam por anos para tornar a missão possível.

    Os quatro fizeram história ao superar o recorde de distância da Apollo 13, que era de 400.171 quilômetros. A nova marca foi estabelecida a 406.777 quilômetros da Terra.

    A NASA prevê uma nova missão para 2027 que não chegará à Lua, antes de enviar astronautas à superfície lunar em 2028, na quarta missão Artemis — possivelmente antes da China, que planeja levar seus astronautas ao satélite natural em 2030.

    "Montanha-russa": Artemis II explica viagem à Lua a público curioso

  • Seguro por 150 milhões: A jóia do Real Madrid que Luís Campos quer no PSG

    Seguro por 150 milhões: A jóia do Real Madrid que Luís Campos quer no PSG

    Já ficaram para trás os tempos em que o Paris Saint-Germain fazia de tudo para contratar as maiores estrelas do futebol mundial, como Lionel Messi, Neymar, Kylian Mbappé, Ángel Di María ou Sergio Ramos. Agora, o projeto esportivo do clube aposta em jovens talentos — e o próximo alvo já está no radar.

    De acordo com o jornal Marca, o diretor esportivo de Nasser Al-Khelaifi, Luís Campos, vem acompanhando de perto a evolução de Joan Martínez, zagueiro de 18 anos que ainda aguarda a oportunidade de estrear pelo time principal do Real Madrid.

    O dirigente português esteve presente há cerca de duas semanas no Stade de la Tuilière, em Lausanne, onde assistiu à derrota do PSG nos pênaltis para o Real Madrid nas semifinais da UEFA Youth League. Joan Martínez foi titular e atuou durante os 90 minutos.

    Na defesa também esteve Jesús Fortea, jogador que já despertou interesse de clubes como Sporting CP, Bayer Leverkusen, Ajax e Como.

    Apesar disso, a contratação de Joan Martínez é considerada difícil. O jogador renovou contrato com o Real Madrid em setembro de 2025 até junho de 2029, com uma cláusula de rescisão de 150 milhões de euros. A diretoria liderada por Florentino Pérez vê grande potencial no defensor e pretende integrá-lo ao elenco principal já na temporada 2026/27, sem interesse em negociar.

    Problemas na defesa do Real Madrid complicam planos do PSG

    Outro fator que dificulta uma possível saída é a situação da defesa do clube espanhol, afetada por lesões recentes. A mais preocupante envolve Éder Militão, ex-jogador do FC Porto, que passou por cirurgia e deve perder o Mundial e o início da próxima temporada.

    O plano do Real Madrid era formar uma dupla sólida com Militão e Dean Huijsen, mas o imprevisto forçou mudanças. Além disso, David Alaba deve deixar o clube, enquanto Antonio Rüdiger ainda não renovou contrato.

    O jovem Raúl Asencio chegou a ganhar espaço, mas perdeu protagonismo após atuações abaixo do esperado.

    Diante desse cenário, Joan Martínez aparece como principal candidato a ganhar espaço no time principal em breve — o que pode frustrar os planos do PSG de contratá-lo.

    Seguro por 150 milhões: A jóia do Real Madrid que Luís Campos quer no PSG

  • Warren Buffett: Investidores podem errar no julgamento de executivos

    Warren Buffett: Investidores podem errar no julgamento de executivos

    Em entrevista à CNBC, durante a conferência anual do grupo com analistas, neste sábado, 2, Buffett foi questionado sobre a saída de executivos de empresas relevantes do portfólio da Berkshire. A lista inclui Tim Cook (Apple), James Quincey (Coca-Cola) e Vicki Hollub (Occidental Petroleum). Também foi questionado se a troca de gestão poderia alterar sua visão sobre essas participações.

    O megainvestidor Warren Buffett afirmou que mudanças de liderança em grandes empresas exigem cautela por parte dos investidores e reconheceu que avaliações sobre executivos podem falhar, ao comentar sucessões recentes em companhias investidas pela Berkshire Hathaway.

    Em entrevista à CNBC, durante a conferência anual do grupo com analistas, neste sábado, 2, Buffett foi questionado sobre a saída de executivos de empresas relevantes do portfólio da Berkshire. A lista inclui Tim Cook (Apple), James Quincey (Coca-Cola) e Vicki Hollub (Occidental Petroleum). Também foi questionado se a troca de gestão poderia alterar sua visão sobre essas participações.

    Ao responder, Buffett destacou que erros de liderança podem persistir por longos períodos em empresas de consumo recorrente. \”Com um produto que as pessoas compram todos os dias, você consegue tomar uma decisão errada por muito tempo\”, afirmou, citando a experiência da Coca-Cola.

    O investidor também disse que ainda está conhecendo parte dos novos executivos que assumirão grandes companhias americanas e ponderou que avaliações sobre pessoas nem sempre são precisas. \”Você pode errar no julgamento sobre pessoas\”, afirmou.

    Em tom descontraído, Buffett comparou o processo de escolha de executivos à decisão de casamento. \”Quando eu era jovem, muita gente tomava uma decisão aos 20 ou 21 anos: casar. Agora as pessoas passam cinco anos e ainda cometem os mesmos erros\”, disse.

    Segundo Buffett, é difícil prever como os líderes irão se comportar ao assumir posições de comando. \”Talvez as pessoas se comportem de um jeito antes do casamento e de outro depois\”, afirmou.

    Sucesso dos EUA

    Na entrevista à CNBC, Warren Buffett afirmou que os Estados Unidos possuem um \”ingrediente secreto\” que transformou o país em um \”milagre absoluto\”, ao comentar imigração, valores americanos e sucessão na Berkshire Hathaway.

    Ao falar sobre o CEO da Berkshire, o canadense Greg Abel, Buffett destacou que o executivo está prestes a obter cidadania americana e disse considerar significativo o fato de pessoas continuarem buscando viver nos EUA. \”A América é especial. O que a América realizou é um milagre, um milagre absoluto\”, afirmou.

    Segundo Buffett, o país mantém há mais de dois séculos uma capacidade singular de atrair pessoas de diferentes partes do mundo. \”As pessoas querem vir para cá. Você não consegue \’comprar\’ esse sentimento em lugar nenhum\”, disse.

    O investidor reconheceu que nunca conseguiu identificar qual seria esse \”ingrediente secreto\” americano, mas avaliou que o sistema construído pelos EUA ao longo de sua história produziu \”resultados excepcionais\”. \”Esse país fez muitas coisas de forma diferente, e de algum jeito funcionou.\”

    Questionado sobre o que seria necessário para preservar esse modelo, Buffett respondeu que os Estados Unidos ainda possuem condições de evoluir e melhorar. \”Isso não significa que não possamos fazer melhor\”, disse.

    Ao encerrar a entrevista, Buffett deixou uma mensagem aos acionistas presentes na conferência anual da Berkshire e defendeu a chamada \”regra de ouro\” como princípio de vida. \”Faça aos outros o que você gostaria que fizessem a você\”, afirmou. Segundo ele, pessoas que seguem esse princípio tendem a construir relações mais sólidas ao longo do tempo. \”Eu nunca vi alguém que se comportasse assim se dar mal por isso\”, declarou.

    *Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

    Warren Buffett: Investidores podem errar no julgamento de executivos

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  • Pelo menos três mortos em ataques russos e Kiev bombardeia petroleiros

    Pelo menos três mortos em ataques russos e Kiev bombardeia petroleiros

    Pelo menos três pessoas morreram entre a noite de sábado e hoje na Ucrânia devido a ataques de Moscou, enquanto as forças ucranianas atingiram dois petroleiros russos no mar Negro, segundo o Presidente ucraniano.

    A Rússia voltou a atacar infraestruturas civis e portuárias na região de Odessa, no sul da Ucrânia, na madrugada deste domingo, em um bombardeio que deixou duas pessoas mortas e outras cinco feridas.

    De acordo com o chefe da Administração Militar Regional de Odessa, Oleg Kiper, drones russos atingiram três prédios residenciais na região, enquanto outros dois ficaram danificados. A infraestrutura portuária também foi atingida, provocando um incêndio que acabou sendo controlado pelas equipes de resgate.

    Ainda nesta manhã, a Rússia atacou um carro civil com um drone na cidade de Kherson, também no sul do país, matando uma pessoa. Pouco depois, uma ambulância foi alvo de bombardeio, segundo a Procuradoria local.

    Nas últimas horas, a Rússia lançou 268 drones contra a Ucrânia e também atacou a cidade de Mykolaiv com um míssil balístico Iskander-M, conforme informações da Força Aérea ucraniana e autoridades locais.

    O chefe da Administração Militar Regional de Mykolaiv, Vitaliy Kim, informou na rede social Telegram que duas pessoas ficaram feridas no ataque com o míssil.

    Já o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que forças ucranianas atingiram dois petroleiros russos próximos ao porto de Novorossiysk, no Mar Negro.

    “Nossos guerreiros continuam impondo sanções à frota clandestina de petróleo da Rússia: dois desses navios foram atingidos nas águas próximas ao porto de Novorossiysk”, escreveu Zelensky na rede social X.

    Segundo ele, os navios eram utilizados “ativamente” para o transporte de petróleo.

    Zelensky também afirmou que os ataques de longo alcance da Ucrânia contra alvos russos continuarão “por mar, ar e terra”. A operação foi conduzida pelo chefe do Estado-Maior, Andriy Gnatov, com apoio da contrainteligência do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) e da Marinha.

    Pelo menos três mortos em ataques russos e Kiev bombardeia petroleiros

  • Shakira samba com bateria da Tijuca e canta com Ivete, Bethânia e Caetano Veloso

    Shakira samba com bateria da Tijuca e canta com Ivete, Bethânia e Caetano Veloso

    O show, previsto para as 21h30, teve início às 23h05. Foi um atraso maior do que o de Lady Gaga no ano passado e o de Madonna, no retrasado. A assessoria da cantora informou ao canal Multishow que a demora se deveu a problemas pessoais.

    CLARA BALBI
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Foi com um macacão brilhante estampado com a bandeira do Brasil que Shakira subiu ao palco na praia de Copacabana neste sábado (2). “Boa noite, Rio”, ela gritou para uma multidão já impaciente com seu atraso de mais de uma hora enquanto entoava “La Fuerte”.

    O show, previsto para as 21h30, teve início às 23h05. Foi um atraso maior do que o de Lady Gaga no ano passado e o de Madonna, no retrasado. A assessoria da cantora informou ao canal Multishow que a demora se deveu a problemas pessoais.

    Mas após um discurso emocionado, o público já parecia tê-la perdoado. “Não posso acreditar que estou aqui com vocês. E pensar que eu cheguei aqui quando tinha 18 anos, sonhando em cantar para vocês. E agora olha isso.”

    “Não existe melhor coisa do que quando uma lobinha se encontra com sua alcateia brasileira”, continuou, evocando o animal que intitula um de seus discos, “She Wolf”, e em cuja simbologia de mulher forte e independente ela tanto vem insistindo em sua atual turnê.

    O termo vem se popularizando nas redes como uma descrição de uma mulher independente, forte, empoderada. Uma apresentação de drones que antecedeu o show também remeteu ao bicho, mostrando formações que ora remetiam a uma loba, ora à própria Shakira.

    “Vocês já sabem que a minha vida não tem sido fácil nos últimos anos. Mas o que sei é que nós, mulheres, a cada vez que caímos nos levantamos um pouco mais sábias, fortes, resilientes. Porque as mulheres já não choram”, acrescentou mais tarde em referência ao título de seu álbum mais recente, “Las Mujeres Ya No Lloran”, de 2024. “E por isso esse show vai ser dedicado a todas nós”.

    Com menos de meia hora de show, ela já tinha emendado uma série de hits, incluindo as mais recentes “Te Felicito” e “Girl Like Me” às clássicas “Las de La Intuición”, “Inevitable” e “Estoy Aquí”. A última fez o público cantar a plenos pulmões.

    Depois, exaltou a versão maternal de sua loba, primeiro com uma versão de “Acróstico”, com participação, gravada, de seus dois filhos nos telões, e depois com uma apresentação de “Soltera”. Shakira dedicou a última às mães solteiras, citando a estatística de sua prevalência no Brasil: 20 milhões. “Eu sou uma delas”, completou, em referência à polêmica separação do ex-jogador de futebol Gerard Piqué em 2022.

    O momento latino de Shakira foi o que mais pareceu engajar o público. Com um vestido justinho que remetia a uma teia de fios dourados, a colombiana esbanjou sensualidade e mostrou seus movimentos de quadril tão característico em uma sequência que incluiu “Copa Vacía, “La Bicicleta” e “Hay Amores” – finalizada, para loucura da plateia, com “Hips Don’t Lie”.

    Então, convocou a salsa de sua Colômbia natal para interpretações de “Chantaje” -iniciada no camarim, em um momento metalinguístico – e “Loca”. E fez uma performance impressionante de dança do ventre cantando “Ojos Así”.

    A sensualidade deu lugar a um tom nostálgico quando uma montagem lembrando o início da carreira da artista tomou os telões – um início em que, como ela ressaltou, o Brasil teve um grande papel. Ela cantou dois sucessos da época, “Pies Descalzos, Sueños Blancos”, e “Antología”, e chamou Caetano Veloso ao palco para uma música que Shakira disse tocar para os filhos.

    Foi nessa última parte do show que se concentraram as participações especiais -antes de Caetano, Anitta já tinha subido ao palco para cantar uma parceria entre as duas incluída no álbum mais recente da brasileira, “Choka Choka”.

    E que participações. O palco se transformou em um Carnaval fora de hora uma versão de “O que É o que É”, de Gonzaguinha, cantada junto de Maria Bethânia e da bateria da Unidos da Tijuca ocupando todo o palco. Depois, foi a vez de Ivete Sangalo fazer o público pular com “País Tropical” – a energia era tal que a sensação de que Shakira não tinha decorado bem as letras não importou.
    A animação continuou alta até o fim do show, com o público cantando e dançando ao som dos sucessos “Whenever, Wherever” e “Waka Waka”, composta para a Copa do Mundo na África do Sul, em 2010.

    O encerramento do show seguiu o roteiro das demais paradas da turnê de “Las Mujeres Ya No Lloran”, com o aparecimento de uma loba inflável imensa no centro do palco, seus olhos dois feixes de laser, e a apresentação das músicas “She Wolf”, do álbum homônimo, e “Bzrp Music Sessions, Vol. 53/66”, repleta de indiretas nada sutis da cantora para o ex-marido.

    A diferença ficou por conta do figurino – também este collant trazia as cores da bandeira brasileira.

    O público, há muito conquistado, obedeceu ao chamado de Shakira e uivou a seu comando. E continuou vibrando quando Shakira desceu do palco para circular entre os convidados da área VIP.

    “Eu nunca vou esquecer essa noite. Obrigada, Brasil”, despediu-se a cantora enquanto o ritmo de uma bateria de escola de samba aos poucos se apossava da música.

    Shakira samba com bateria da Tijuca e canta com Ivete, Bethânia e Caetano Veloso

  • China ignora sanções dos EUA contra empresas chinesas por ligação ao Irã

    China ignora sanções dos EUA contra empresas chinesas por ligação ao Irã

    Pequim bloqueou a aplicação das sanções de Washington contra cinco empresas chinesas devido às supostas ligações com o comércio de petróleo iraniano, através de uma ordem que proíbe pessoas e entidades de cumprir, reconhecer ou executar essas medidas.

    O Ministério do Comércio da China explicou, no sábado, que a nova ordem — conhecida como “blocking ban” — tem como objetivo neutralizar, dentro do país, os efeitos das sanções impostas pelos Estados Unidos, impedindo que empresas ou indivíduos cumpram essas medidas ou colaborem com sua aplicação.

    De acordo com o comunicado oficial, as ações adotadas por Washington — que incluem inclusão em listas de sanções, congelamento de ativos e proibição de transações — interferem nas “atividades comerciais normais” entre empresas chinesas e países terceiros, além de violarem “o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”.

    A ordem se baseia no arcabouço jurídico chinês contra a aplicação extraterritorial de leis estrangeiras, desenvolvido nos últimos anos e reforçado recentemente, em abril, com novas regras que ampliam a capacidade de Pequim de reagir a sanções impostas por outros países.

    As autoridades chinesas também reiteraram sua oposição a sanções unilaterais sem o respaldo das Nações Unidas e destacaram que a medida não compromete o cumprimento das obrigações internacionais do país nem a proteção dos direitos de empresas estrangeiras que atuam na China.

    A decisão foi tomada após Washington sancionar, na semana passada, dezenas de empresas e indivíduos por suposta participação em redes financeiras ligadas ao petróleo iraniano, dentro da política de pressão sobre Teerã.

    Entre os atingidos estão várias refinarias e grupos petroquímicos chineses, apontados pelos Estados Unidos por seu suposto envolvimento na comercialização de petróleo iraniano — fluxo que Washington considera essencial para o financiamento de atividades militares e de grupos aliados do Irã.

    A medida de Pequim também ocorre em meio à preocupação da China com o impacto do conflito envolvendo o Irã na estabilidade energética global, especialmente em relação ao estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o transporte de petróleo bruto.

    China ignora sanções dos EUA contra empresas chinesas por ligação ao Irã

  • Gyokeres silencia até os maiores críticos: “Me fez lembrar Haaland”

    Gyokeres silencia até os maiores críticos: “Me fez lembrar Haaland”

    O Arsenal deu, neste sábado, mais um passo rumo ao título do Campeonato Inglês ao vencer o Fulham, comandado pelo técnico português Marco Silva, por 3 a 0. O resultado permitiu ao time abrir, de forma provisória, seis pontos de vantagem sobre o segundo colocado da Premier League, o Manchester City.

    Viktor Gyokeres abriu o placar aos 9 minutos, no Emirates Stadium, e marcou novamente aos 45+4, fechando o jogo. No meio disso, aos 40 minutos, deu assistência para Bukayo Saka balançar as redes na partida válida pela 35ª rodada. A atuação foi tão destacada que impressionou até críticos, como Paul Merson.

    “Foi o melhor jogo que eu o vi fazer. Ele me fez lembrar de [Erling] Haaland. Achei que os jogadores confiaram muito mais nele. Eu o critiquei muito. Se eles conquistarem o campeonato, terá sido uma contratação brilhante. Caso contrário, talvez não o tenha sido”, disse à Sky Sports.

    “Ele foi lançado nesta equipa para garantir que eles derrotam as equipes menores, e é o que tem feito. Queres que o teu atacante marque 20 gols, e ele já chegou lá”, completou o ex-jogador.

    Wayne Rooney também elogiou: “Eu gostei de Gyokeres durante toda a temporada. Acho que ele joga muito bem pela equipe”.

    “Ele ocupa os defesas, e penso que a contagem de gols dele tem sido boa, esta temporada. É agora que eles precisam dele, nesta reta final. É disto que tu precisas quando trazem um número 9 para o clube. É neste momento que precisa mais dele”.

    Gyokeres soma 21 gols e quatro assistências em 50 jogos pelo Arsenal. Antes, teve destaque no Sporting, com 97 gols e 27 assistências em 102 partidas.

    O técnico Mikel Arteta também elogiou: “Isto vai dar uma grande injeção de energia, não só a ele, como também à equipe”.

    Gyokeres silencia até os maiores críticos: “Me fez lembrar Haaland”