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  • Japão testa robôs humanoides para transportar bagagens em aeroporto

    Japão testa robôs humanoides para transportar bagagens em aeroporto

    Equipamentos começam a operar em Haneda em projeto piloto até 2028; iniciativa busca reduzir esforço dos funcionários e enfrentar a escassez de mão de obra em meio ao aumento do turismo no país.

    A companhia aérea japonesa Japan Airlines vai começar a integrar robôs humanoides nas equipes responsáveis pelo transporte de bagagens no aeroporto de Aeroporto de Haneda.

    Segundo o jornal The Guardian, os robôs, com cerca de 1,30 metro de altura, foram desenvolvidos pela empresa chinesa Unitree e devem começar a operar no início de maio. A iniciativa faz parte de um projeto piloto, previsto para durar até 2028, com o objetivo de ajudar a lidar com o aumento do turismo no Japão.

    A adoção definitiva da tecnologia só será avaliada após o período de testes. Ainda assim, diante das projeções de escassez de mão de obra, a expectativa é que, caso a experiência seja bem-sucedida, os robôs passem a fazer parte das operações de forma permanente.

    Os equipamentos conseguem operar continuamente por duas a três horas. No futuro, a ideia é ampliar o uso desses “colaboradores” para outras funções, como a limpeza das cabines das aeronaves.

    Em declarações à imprensa, o presidente da JAL Ground Service, Yoshiteru Suzuki, afirmou que os robôs ficarão responsáveis por tarefas mais pesadas e irão “reduzir inevitavelmente o fardo dos trabalhadores e oferecer benefícios significativos aos funcionários”.

    Já o presidente do Japan Airlines GMO Internet Group, Tomohiro Uchida, destacou que a iniciativa pode ajudar a enfrentar a falta de trabalhadores no setor.

    “Apesar de os aeroportos parecerem ser altamente automatizados e padronizados, as operações internas ainda dependem muito de trabalho humano e lidam com uma séria escassez de mão de obra”, afirmou.
     
     
     

    Japão testa robôs humanoides para transportar bagagens em aeroporto

  • WhatsApp testa nuvem própria para guardar conversas com mais segurança

    WhatsApp testa nuvem própria para guardar conversas com mais segurança

    Nova função permitirá backup direto no serviço do app, com criptografia de ponta a ponta e opção de escolha no Android; expectativa é oferecer até 2 GB gratuitos para armazenamento das mensagens na plataforma.

    O WhatsApp está testando uma nova forma de permitir que usuários armazenem suas conversas com mais segurança. Segundo o site WABetaInfo, a empresa trabalha no desenvolvimento de um serviço próprio de armazenamento em nuvem.

    Atualmente, o backup das conversas depende do sistema operacional do celular. Em aparelhos com Android, os dados são salvos no Google Drive, enquanto usuários de iPhone utilizam o iCloud.

    De acordo com informações divulgadas pelo WABetaInfo, a nova funcionalidade permitirá armazenar conversas diretamente em uma nuvem própria do WhatsApp, que deve ser lançada no futuro com criptografia de ponta a ponta.

    Imagens compartilhadas pelo site indicam que, no caso do Android, os usuários poderão escolher entre o serviço da própria plataforma e o Google Drive. A expectativa é que o armazenamento oferecido pelo WhatsApp inclua cerca de 2 GB gratuitos.

    Também há a indicação de que a empresa poderá disponibilizar planos pagos, com cerca de 50 GB de armazenamento por aproximadamente US$ 0,99.

    Ainda não há previsão oficial para o lançamento da novidade, mas a expectativa é que novos detalhes sejam divulgados à medida que a funcionalidade se aproxime da fase final de testes.
     
     

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    WhatsApp testa nuvem própria para guardar conversas com mais segurança

  • Viúva relembra tragédia do Titan e diz que recebeu “lama” dos corpos

    Viúva relembra tragédia do Titan e diz que recebeu “lama” dos corpos

    Quase três anos após implosão do submersível, Christine Dawood relata perda do marido e do filho, fala sobre identificação de restos mortais e afirma que alívio veio ao saber que eles não sofreram na morte.
    Shahzada Dawood, Suleman Dawood

    Quase três anos após a implosão do submersível Titan, a paquistanesa-britânica Christine Dawood falou pela primeira vez sobre a morte do marido e do filho, vítimas da tragédia ocorrida em 18 de junho de 2023, durante uma expedição ao Titanic.

    O empresário Shahzada Dawood, de 48 anos, e o filho Suleman Dawood, de 19, estavam a bordo do submersível Titan ao lado de outras três pessoas: o CEO da OceanGate, Stockton Rush, o explorador britânico Hamish Harding e o mergulhador francês Paul-Henri Nargeolet. O grupo participava de uma viagem a cerca de 4 mil metros de profundidade, no Atlântico Norte, para visitar os destroços do RMS Titanic.

    O contato com o submersível foi perdido cerca de 90 minutos após o início da descida. Dias depois, autoridades confirmaram que a embarcação havia sofrido uma implosão catastrófica.

    Em entrevista ao jornal The Guardian, Christine relatou que só recebeu os restos mortais da família nove meses após o acidente. “Só recebi os corpos nove meses depois. Bem, quando digo corpos, quero dizer a lama que sobrou. Eles vieram em duas caixas pequenas, parecidas com caixas de sapatos”, afirmou.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Twitter  

    Segundo ela, o material entregue correspondia a fragmentos genéticos recuperados no fundo do oceano. Durante meses, equipes trabalharam na identificação das amostras. “Não encontraram muita coisa. Eles têm uma pilha enorme que não conseguem separar, tudo com DNA misturado, e perguntaram se eu queria um pouco disso também. Mas eu disse que não. Só quero o que se sabe que é do Suleman e do Shahzada”, disse.

    Christine contou que deveria ter participado da expedição, mas decidiu ceder seu lugar ao filho. A despedida, segundo ela, foi breve. “Foi muito rápida”, lembrou. Enquanto os dois embarcavam em um bote rumo ao submersível, ela seguiu para o navio de apoio.

    Cerca de uma hora e meia depois, a equipe perdeu comunicação com o Titan. Inicialmente, não houve alarme. “Não se preocupe, não é nada de anormal”, disseram à época. Christine afirmou que confiou na equipe e só percebeu a gravidade da situação com o passar das horas.

    Quando a Guarda Costeira dos Estados Unidos anunciou que o submersível havia implodido, a reação foi inesperada. “O meu primeiro pensamento foi: ‘Graças a Deus’. Quando disseram que foi catastrófico, eu soube que o Shahzada e o Suleman não tiveram noção de nada. Num momento estavam lá e, no seguinte, já não. Saber que não sofreram foi muito importante”, afirmou.

    Em relatório divulgado no ano passado, a Guarda Costeira classificou o acidente como uma “tragédia evitável” e atribuiu responsabilidade à OceanGate. Segundo o documento, a empresa foi negligente no cumprimento de normas de segurança, o que contribuiu diretamente para a morte dos cinco ocupantes do submersível.
     
     
     

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    Viúva relembra tragédia do Titan e diz que recebeu “lama” dos corpos

  • Pedágio: como pedir reembolso de multas após mudanças no sistema

    Pedágio: como pedir reembolso de multas após mudanças no sistema

    Motoristas poderão regularizar débitos sem multa por evasão e solicitar devolução de valores pagos após quitar a tarifa; governo também ampliou prazos e prometeu integração das cobranças ao aplicativo da CNH para facilitar consulta e pagamento.

    Motoristas multados no sistema de pedágio eletrônico, antes conhecido como “free flow”, poderão solicitar a devolução de valores pagos e regularizar pendências sem novas penalidades após o pacote de mudanças anunciado pelo governo federal nesta terça-feira (28).

    As medidas, detalhadas pelo Contran e pelo Ministério dos Transportes, preveem a suspensão de cerca de 3,4 milhões de multas por 200 dias, além da ampliação do prazo para pagamento das tarifas e novas regras para ressarcimento.

    Durante esse período, o motorista poderá quitar apenas o valor do pedágio, sem a multa por evasão, que gira em torno de R$ 195 e é considerada infração grave pelo Código de Trânsito Brasileiro, com cinco pontos na CNH.

    Como pedir o reembolso
    Quem já pagou a multa poderá solicitar o dinheiro de volta, mas o processo não é automático. Primeiro, é necessário regularizar o débito original, pagando a tarifa de pedágio dentro do prazo de 200 dias.

    Depois disso, o motorista deve protocolar um pedido administrativo no órgão responsável pela autuação:

    Rodovias federais: solicitação à ANTT
    Rodovias estaduais: pedido ao Detran ou ao DER do estado
    Será preciso apresentar comprovantes de pagamento da tarifa e documentos da infração.

    O processo inclui etapas como defesa junto ao órgão autuador, recurso à Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) e, em alguns casos, nova análise pelo Cetran.

    Pontos na CNH
    Após quitar a tarifa, o motorista poderá pedir a devolução da multa e a retirada dos pontos da CNH, desde que comprove a regularização conforme as novas regras.

    Integração e mudanças no sistema
    O governo também determinou que, em até 100 dias, as concessionárias integrem seus sistemas à Senatran. Com isso, as cobranças passarão a aparecer diretamente no aplicativo da CNH, permitindo consulta e pagamento em um único ambiente.

    Outra mudança é o abandono do termo “free flow”. O sistema passa a ser chamado oficialmente de pedágio eletrônico, com sinalização padronizada nas rodovias para evitar dúvidas dos motoristas.

    Falhas reconhecidas
    Durante o anúncio, o ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que as mudanças buscam corrigir falhas na comunicação do modelo.

    “A comunicação feita pelo governo, pelas concessionárias e pelas empresas de meio de pagamento não foi eficiente o suficiente para a população entender o que estava acontecendo”, declarou.

    Implantado no Brasil a partir de 2023, o sistema permite a cobrança automática de pedágio sem cancelas, por meio de câmeras e sensores que identificam os veículos em movimento.
     
     

     

    Pedágio: como pedir reembolso de multas após mudanças no sistema

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  • Lula promulga acordo Mercosul-UE e critica demora nas negociações

    Lula promulga acordo Mercosul-UE e critica demora nas negociações

    Presidente afirma que tratado foi firmado após mais de 25 anos de negociações e defende multilateralismo diante de tensões comerciais globais; acordo entre os blocos entra em vigor de forma provisória nesta sexta-feira.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promulgou nesta terça-feira (28) o acordo entre Mercosul e União Europeia e afirmou que o tratado foi firmado “a ferro, suor e sangue”. O acordo de livre comércio, negociado por mais de 25 anos entre os dois blocos, entra em vigor de forma provisória na sexta-feira.

    Durante cerimônia no Palácio do Planalto, Lula criticou a demora para a conclusão do tratado e declarou que “quando o acordo vem dos colonizadores para os colonizados, vem com mais rapidez”.

    “Mas quando os colonizados resolvem levantar a cabeça e dizer que eles têm direitos, as coisas ganham mais dificuldades, porque nos tornamos competitivos com produtos produzidos em outros países”, afirmou.

    “Esse acordo foi feito a ferro, suor e sangue, porque querem evitar que o Brasil cresça, dispute, coloque seus produtos no mercado estrangeiro. E ele veio no momento para reforçar a ideia consagrada do multilateralismo”, acrescentou.

    Ainda no evento, o presidente disse que o entendimento entre os blocos representa uma resposta de “multilateralismo e na relação cordial entre as nações” às políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, segundo ele, adotou “taxações de forma unilateral com o mundo inteiro”.

    Ao comentar a política tarifária adotada pela Casa Branca no ano passado, Lula afirmou que o Brasil buscou ampliar parcerias comerciais. “Está cheio de gente querendo vender, gente querendo comprar. Brasil hoje não é uma republiqueta, o Brasil é um grande país. Se o Brasil aprender a se respeitar, a gente vai negociar em igualdade de condições em qualquer país”, disse.

    A promulgação do acordo Mercosul-União Europeia ocorre após aprovação pelo Congresso Nacional, em março deste ano.

    Em 21 de abril, durante visita a Lisboa, Lula afirmou que Portugal pode assumir papel estratégico como principal porta de entrada dos interesses empresariais brasileiros na Europa. Na ocasião, também defendeu o avanço da parceria entre os dois países para além do comércio tradicional, com a incorporação de etapas produtivas em território português.

     

    Lula promulga acordo Mercosul-UE e critica demora nas negociações

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  • Moraes diz que políticos sem voto usam crítica ao STF como 'escada eleitoral'

    Moraes diz que políticos sem voto usam crítica ao STF como 'escada eleitoral'

    Dino defende atuar contra ataques à corte, que ele chama de ‘covardia institucional’. Ministros deram declaração durante julgamento na Primeira Turma do tribunal

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Após recentes embates com políticos, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e Flávio Dino saíram em defesa da corte e de seus colegas durante julgamento nesta terça-feira (28) e criticaram parlamentares que, para eles, têm atacado o tribunal para conseguir votos.

    Segundo Dino, o Judiciário deve atuar contra as críticas que visam o Supremo enquanto o “mercado político” não se autorregula. Já Moraes afirmou que os políticos usam a corte como “escada eleitoral”.

    “Em vez de discutir seus mandatos, querem pegar uma escada em uma suposta polarização contra o Supremo, não com críticas, mas com agressões verbais que seriam, em qualquer local do mundo, caracterização de um assédio moral. E, com isso, volto a dizer: querem likes, mas acham que o eleitor não tem consciência disso”, afirmou o magistrado.

    Os ministros deram as declarações durante julgamento na Primeira Turma que rejeitou uma denúncia apresentada pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) contra o colega José Nelto (União Brasil-GO) pelos supostos crimes de injúria e calúnia.

    O congressista do PL acionou o Supremo depois que Nelto chamou-o de “nazista”, “fascista” e “idiota” durante um episódio do podcast Papo de Garagem, em 2023. Houve um empate e, dessa forma, a decisão deve ser a mais favorável ao envolvido.

    Ao votar pela rejeição, Moraes afirmou que parlamentares usam programas do tipo para ofenderem uns aos outros, enquanto cada um repercute esses embates em suas redes sociais. “Eles próprios instrumentalizariam xingamentos recíprocos como forma de campanha eleitoral”, disse o ministro.
    Segundo Moraes, a mesma estratégia tem sido aplicada contra o tribunal e os ministros do STF.

    “Parlamentares -independentemente de partido ou posição ideológica- de posições opostas se reúnem exatamente para isso: para um ficar ofendendo o outro. Cada um repercute nas suas redes sociais, cada um tem muitos likes e consegue elevar o conhecimento público sobre seus nomes. Ou seja, eles próprios instrumentalizam xingamentos recíprocos como uma forma de campanha eleitoral”, disse.

    “Estamos vendo isso não só em relação aos parlamentares, mas também ao próprio Supremo Tribunal Federal e a ministros desta corte. Políticos que não têm votos necessários para atingir as candidaturas que querem acabam querendo ofender o Poder Judiciário, a honra, a dignidade do Poder Judiciário, utilizando-o como escada eleitoral”, completou.

    Dino, que votou para receber a queixa de Gayer apenas pelo crime de calúnia, afirmou que as críticas ao Supremo são desleais e uma “covardia institucional”. Ele defendeu que o Judiciário deve atuar em meio a uma “degeneração” do debate.

    “Cada dia vejo com mais perplexidade essa ideia de alguns de que ao atacarem o Supremo estarão amealhando votos. Espero que o próprio mercado político possa se autorregular, mas, enquanto isso não ocorre e este livre debate de ideias se transforma nesse tipo de degeneração, creio que a tutela jurisdicional é o único mecanismo que pode conter a lei do mais forte”, declarou.

    Duas semanas atrás, em 14 de abril, os ministros da Segunda Turma usaram uma sessão do colegiado para criticar a proposta de indiciamento de magistrados da corte pelo relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

    Os magistrados também consideraram que houve viés eleitoreiro no relatório do congressista. Dias Toffoli, por exemplo, declarou que “a Justiça Eleitoral não faltará em punir aqueles que abusam do seu poder para obter votos”.

    Decano do tribunal, Gilmar Mendes foi responsável pela crítica mais contundente e chegou a acionar a PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Vieira para investigar possível abuso de autoridade.

    O ministro também se envolveu em um embate com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), após o pré-candidato à Presidência divulgar em suas redes sociais vídeos em que satiriza integrantes do Supremo.
    Gilmar enviou a Moraes uma notícia-crime contra Zema e pediu que o político seja investigado no inquérito das fake news pelas postagens. O procedimento é sigiloso.

    Após a divulgação dos vídeos anteriores, o decano do Supremo chegou a comparar as críticas feitas à corte a retratar o ex-governador como homossexual e questionou se isso não seria “ofensivo”, mas depois pediu desculpas.

    Moraes diz que políticos sem voto usam crítica ao STF como 'escada eleitoral'

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  • Governadora do DF pede aval da gestão Lula para empréstimo ao BRB

    Governadora do DF pede aval da gestão Lula para empréstimo ao BRB

    Banco de Brasília enfrenta crise de capital e de liquidez por operações com Master; Distrito Federal não tem hoje capacidade de pagamento para receber garantia do Tesouro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), formalizou o pedido de ajuda à gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para destravar um empréstimo de socorro ao BRB (Banco de Brasília). A instituição enfrenta uma crise decorrente de operações fraudulentas com o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

    O governo do Distrito Federal enviou nesta terça-feira (28) um ofício ao Tesouro Nacional solicitando aval do governo federal para avançar nas tratativas com o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) pelo empréstimo de R$ 6,6 bilhões.

    “A iniciativa integra as medidas que vêm sendo conduzidas com transparência, responsabilidade e diálogo institucional para garantir a estabilidade do BRB”, disse a atual gestão em nota.

    Sem os recursos necessários em caixa para fazer o aporte no BRB, o governo distrital recorre a um processo de captação. No entanto, o Distrito Federal não tem hoje capacidade de pagamento para receber garantia do Tesouro, o que daria condições mais benéficas para o empréstimo, como uma taxa de juros menor.

    O ex-governador Ibaneis Rocha fez um pedido de R$ 4 bilhões ao FGC, e a atual gestão demandou um complemento de R$ 2,6 bilhões. Esse é o plano A do BRB para sair da crise.

    Em evento na manhã desta terça, Celina disse que a proposta foi elaborada seguindo as exigências feitas pelo Banco Central e será levada para avaliação do ministro Dario Durigan (Fazenda) e do presidente Lula.

    “É um gesto formal, mas a gente espera que seja acatado também pelo presidente. Até pela formalização, porque toda a garantia, está tudo está sendo seguido conforme aquilo que nós havíamos encaminhado para o Banco Central. Eu tenho certeza que nós seremos atendidos”, afirmou a governadora.

    “É uma questão institucional grave, que precisa ser vista com a institucionalidade desse momento, com o respeito desse momento, sem qualquer questionamento ideológico”, acrescentou.

    A governadora do Distrito Federal solicitará uma audiência com Lula para a próxima quinta-feira (30). No encontro, ela deve ser acompanhada pelo presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, e pelo secretário de Estado de Economia do Distrito Federal, Valdivino José de Oliveira.

    Em entrevista ao C-Level, videocast semanal da Folha, o presidente do BRB admitiu a necessidade de ajuda do Tesouro para viabilizar a operação solicitada ao FGC e a um grupo formado por grandes bancos.

    “Eu defendo que, em nome do sistema financeiro brasileiro, pudéssemos ter o aval”, disse. “Creio que possamos chegar a um entendimento. Acredito que vamos evoluir para isso.”

    O CEO reconheceu que o ano eleitoral tem dificultado a costura de uma solução. Celina pertence a um campo político adversário do PT em Brasília e é pré-candidata ao governo na chapa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), pré-candidata ao Senado. “Nós já poderíamos estar lá na frente caso tivesse despolitizado um pouco tudo isso”, disse.

    No último dia 30 de março, a governadora debateu o tema com o ministro da Fazenda por telefone. Sem avanço nas discussões, ela chegou a falar em má vontade do governo federal. “Não deu nenhuma resposta sobre nenhuma ajuda. Pedimos tudo, acho que não tem a boa vontade de fazer”, disse.

    Segundo relatos ouvidos pela Folha, na ligação com Dario, Celina demonstrou interesse em avançar na interlocução com o governo Lula e sinalizou que iria aderir ao subsídio do diesel importado. Seu antecessor, o ex-governador Ibaneis Rocha, havia informado que o Distrito Federal não participaria da iniciativa do governo federal.

    Em aceno ao governo Lula, Celina encaminhou nesta terça à Câmara Legislativa do Distrito Federal o projeto de lei que autoriza o Executivo a cooperar com a União na subvenção aos importadores e distribuidores de diesel de uso rodoviário.

    A cada R$ 1,20 por litro, R$ 0,60 ficará a cargo dos estados e R$ 0,60 a cargo da União. Segundo o texto, o impacto financeiro máximo para o Distrito Federal está estimado em R$ 11,6 milhões.

    Governadora do DF pede aval da gestão Lula para empréstimo ao BRB

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  • Governo abre consulta pública para construir legado da Copa de 2027

    Governo abre consulta pública para construir legado da Copa de 2027

    O Brasil sedia em 2027 a primeira edição de uma Copa do Mundo de futebol feminino disputada na América do Sul. E o Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte, iniciou uma consulta pública para ouvir a população brasileira sobre as mudanças que devem ser priorizadas a partir da realização do megaevento esportivo.

    Segundo comunicado à imprensa emitido pelo Ministério do Esporte, “mais do que promover uma competição histórica dentro de campo, o Governo Federal quer garantir que o torneio deixe impactos positivos e duradouros para toda a sociedade”.

    Na consulta pública sobre os legados da competição, a proposta é avaliar as transformações que permanecem após o final do evento, como avanços sociais, esportivos e econômicos que vão além dos jogos e que contribuem para o desenvolvimento do país.

    “Entre os possíveis legados estão o aumento do investimento e da visibilidade no futebol feminino, a criação e o fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres, a ampliação da participação de meninas e mulheres no esporte, além da formação de treinadoras e gestoras. Também estão em pauta o fortalecimento do futebol como um ambiente seguro, o combate à violência e ao assédio, e o desenvolvimento econômico e turístico das cidades-sede”, diz o comunicado.

    Para participar da consulta pública os interessados devem acessar a plataforma Brasil Participativo e responder à pergunta: “Qual legado você quer para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027?”. As respostas servirão de orientação para a construção do Plano Nacional do Legado Social e Esportivo da Copa do Mundo 2027.

    A Copa Feminina de 2027 será disputada entre 24 de junho e 25 de julho. Oito estádios receberão jogos da competição: Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Fonte Nova (Salvador), Arena Itaquera (São Paulo), Mineirão (Belo Horizonte), Estádio Nacional (Brasília), Arena Castelão (Fortaleza), Estádio Beira-Rio (Porto Alegre), Arena Pernambuco (Recife).

    Histórico

    O Mundial sediado pelo Brasil será a décima edição do torneio. Antes de chegar à Austrália e à Nova Zelândia, em 2023, a competição já havia sido sediada por China, Suécia, Estados Unidos, Alemanha, Canadá e França.

    Governo abre consulta pública para construir legado da Copa de 2027

  • 'Não sou obrigada a sorrir', diz Lívia Andrade após polêmica no Domingão com Huck

    'Não sou obrigada a sorrir', diz Lívia Andrade após polêmica no Domingão com Huck

    Apresentadora nega indireta a Ana Paula Renault e conta que caras e bocas foram motivadas por fala de Tia Milena. Ela critica comportamento da recreadora infantil no reality:e desabafa: ‘Me estranha a popularidade dela’

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Após repercussão nas redes sociais pelas caras e bocas feitas durante sua participação no Domingão com Huck, exibido no último domingo (26), Lívia Andrade negou que as reações fossem direcionadas à campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, com quem já teve desentendimentos no passado. As duas trabalharam juntas no programa “Triturando”, no SBT em 2020.

    Segundo a apresentadora, as expressões ocorreram durante a participação de Milena Moreira, a Tia Milena, na atração. Lívia afirmou que não gostou de um comentário da recreadora infantil sobre ter “parado o Rio de Janeiro”, que acabou arrancando risos da plateia. “Não sei se foi uma piada, mas não achei graça alguma. Não sou obrigada a sorrir. Sou livre para reagir como quiser”, disse.

    Andrade também criticou o comportamento da ex-participante de reality, citando episódios que considerou desrespeitosos dentro do programa. “Não achei legal ela peidar na cara das pessoas. Isso, para mim, é uma agressão, assim como um tapa na cara. É uma falta de respeito ao próximo. Você tem que respeitar o ambiente”, afirmou em entrevista ao site Metrópoles.

    Ela ainda mencionou outra atitude que, em sua avaliação, poderia justificar uma punição mais severa do que uma chamada de atenção. “Achei um absurdo o tal do suco com água de frango. Meu Deus, como assim? Aquilo, para mim, deveria ser caso de expulsão”, completou.

    A apresentadora também declarou estranhar a popularidade da influenciadora. “Respeito quem gosta, mas me causa preocupação ver esse tipo de comportamento sendo bem recebido”, disse. Apesar disso, ponderou que não mantém convivência com a ex-BBB. “Ela não faz parte do meu dia a dia. Tenho o direito de gostar ou não”, concluiu.

    'Não sou obrigada a sorrir', diz Lívia Andrade após polêmica no Domingão com Huck

  • Fifa aprova cartão vermelho para quem cobrir o rosto em discussões com adversários

    Fifa aprova cartão vermelho para quem cobrir o rosto em discussões com adversários

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Jogadores que cobrirem a boca em discussões com adversários serão punidos com cartão vermelho. A medida foi aprovada nesta terça-feira (28) em reunião do Ifab (International Football Association Board, órgão ligado à Fifa (Federação Internacional de Futebol) responsável por elaborar as regras do futebol.

    O Ifab também determinou que o abandono de campo terá novas sanções. Atletas que deixarem o gramado em protesto contra decisões da arbitragem serão expulsos. Técnicos ou membros da comissão que incentivarem a saída da área de jogo também receberão cartão vermelho. Por fim, o abandono por toda a equipe será punido com a perda da partida.

    As novas regras são motivadas por dois episódios recentes. Em janeiro, a seleção de Senegal abandonou o campo por alguns minutos durante a final da Copa Africana de Nações, em protesto contra a marcação de um pênalti para Marrocos. Os senegaleses retornaram e venceram. Em março, no entanto, a Confederação Africana retirou o título de Senegal e o concedeu a Marrocos.

    Em fevereiro, durante um jogo dos “playoffs” da Champions League, o jogador argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, escondeu o rosto em um bate-boca Vinicius Junior, do Real Madrid. Com a nova orientação, atos semelhantes renderão expulsão.

    O brasileiro acusou o adversário de, com a boca coberta pela camisa, ter proferido ofensas racistas. Prestianni negou. Na semana passada, a Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) suspendeu o argentino por seis partidas, citando “conduta discriminatória”, mas não racismo. Em comunicado, a entidade citou “linguagem homofóbica”.

    O encontro do Ifab, realizado em Vancouver, definiu que as novas regras estarão em vigor a partir da Copa do Mundo, que terá início em 11 de junho. As 48 seleções participantes serão formalmente comunicadas.

    Fifa aprova cartão vermelho para quem cobrir o rosto em discussões com adversários