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  • Alcaraz derrota Sinner em jogo de exibição milionário na Coreia do Sul

    Alcaraz derrota Sinner em jogo de exibição milionário na Coreia do Sul

    Depois de tornar Jannik Sinner, seu principal concorrente ao topo do ranking da ATP, uma de suas maiores vítimas no ano passado, Carlos Alcaraz iniciou 2026 com nova vitória sobre o italiano. Em partida de exibição mais descontraída, disputada na Coreia do Sul, o espanhol triunfou na madrugada deste sábado em dois sets diretos, por 7/5 e 7/6 (8/6), no Hyundai Card Super Match, em Incheon, em preparação para o Australian Open.

    \”Jogos de exibição são diferentes. Você fica um pouco mais relaxado e também entretém um pouco mais o público com golpes e ações diferentes na quadra\”, afirmou Sinner, que trocou de lugar com um jovem espectador no quinto game do segundo set. O italiano se sentou na arquibancada e cedeu sua raquete para o garoto bater bola com Alcaraz – e ganhar o ponto do espanhol, sob aplausos.

    \”Foi uma partida divertida, por isso viemos aqui. Obviamente, o objetivo principal é a Austrália\”, acrescentou o atual bicampeão do Grand Slam. Para levar o tri, o italiano terá de reverter uma incômoda freguesia diante do principal adversário. Alcaraz venceu quatro dos seus seis confrontos com Sinner em 2025, incluindo as finais de Roland Garros e do Aberto dos Estados Unidos.

    O duelo foi equilibrado e a única quebra, de Alcaraz, veio no 12º game do primeiro set, o que lhe rendeu a vitória parcial. O espanhol salvou dois break points no segundo set e levou a melhor no tie-break, liquidando o confronto em 1h48.

    Cada um dos tenistas embolsou cerca de R$ 12,5 milhões para entrar em quadra no país asiático. As cifras são altíssimas. O valor é maior do que ganhará, por exemplo, o segundo colocado do Australian Open, o primeiro Grand Slam da temporada. Para se ter uma ideia, o prêmio previsto para o campeão do Australian Open é de cerca de R$ 14 milhões.

    Vencedores dos últimos oito títulos de Grand Slam do circuito, tanto Alcaraz quanto Sinner decidiram não participar de torneios oficiais antes do Australian Open, que começa no dia 18 de janeiro, e tiveram na Coreia do Sul a única preparação para o torneio neste ano.

    Alcaraz derrota Sinner em jogo de exibição milionário na Coreia do Sul

  • Seis pessoas morrem em série de tiroteios nos EUA; suspeito foi preso

    Seis pessoas morrem em série de tiroteios nos EUA; suspeito foi preso

    Seis foram mortos em tiroteios relacionados no leste do estado. O xerife do condado de Clay, Eddie Scott, afirmou em uma publicação no Facebook que “várias vidas inocentes” foram perdidas “devido à violência” na cidade de West Point, perto da fronteira com o Alabama.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Uma pessoa foi presa na madrugada deste sábado (10) após seis pessoas terem sido mortas em tiroteios no Mississippi, nos EUA.

    Seis foram mortos em tiroteios relacionados no leste do estado. O xerife do condado de Clay, Eddie Scott, afirmou em uma publicação no Facebook que “várias vidas inocentes” foram perdidas “devido à violência” na cidade de West Point, perto da fronteira com o Alabama.

    Os ataques ocorreram em três locais diferentes do Mississippi. A informação foi confirmada pelo xerife em entrevista à ABC News.
    Um suspeito foi detido. “O indivíduo está sob custódia e não representa mais uma ameaça para nossa comunidade”, afirmou o policial ainda nas redes sociais.

    Ainda não se sabe as circunstâncias e motivação dos crimes. As autoridades policiais disseram que ainda estavam investigando o caso e que divulgariam novas informações assim que possível.

    Seis pessoas morrem em série de tiroteios nos EUA; suspeito foi preso

  • Morre Isabel Veloso, influenciadora com câncer terminal, aos 19 anos

    Morre Isabel Veloso, influenciadora com câncer terminal, aos 19 anos

    A informação foi confirmada pelo marido dela, Lucas Borbas. Ela deixa uma criança de 11 meses.

    LEONARDO VOLPATO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Morreu neste sábado (10) a influenciadora Isabel Veloso, aos 19 anos, vítima de complicações por um câncer. A informação foi confirmada pelo marido dela, Lucas Borbas. Ela deixa uma criança de 11 meses.

    “Hoje meu coração fala em silêncio porque a dor é grande. Isabel partiu e com ela vai uma parte de mim. Mas o amor não morre”, escreveu ele pelas redes sociais.

    Isabel tinha câncer desde 2021, quando recebeu o diagnóstico de linfoma de Hodgkin. Ela passou por diversas cirurgias, e a doença entrou em remissão em 2023. Em janeiro de 2024, recebeu a notícia de que o câncer havia voltado e que não havia tratamento eficaz disponível.

    Isabel havia sido internada em novembro do ano passado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após apresentar complicações de saúde que resultaram em uma parada respiratória.

    A nova internação ocorreu poucos dias depois de a influenciadora ter recebido alta após passar por um transplante de medula óssea.

    Morre Isabel Veloso, influenciadora com câncer terminal, aos 19 anos

  • Hulk fala sobre situação no Atlético-MG

    Hulk fala sobre situação no Atlético-MG

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A manhã de sábado (10) foi marcada por protestos e mais polêmicas na relção entre a diretoria do Atlético-MG e o atacante Hulk. Na Cidada do Galo, integrantes de uma organizada do clube cobraram os jogadores antes da estreia do clube no Campeonato Mineiro, neste domingo (11), contra o Betim, na Arena MRV.

    O QUE ACONTECEU

    Torcedores de uma organizada do Atlético-MG protestaram na frente da Cidade do Galo na manhã deste sábado, antes do treino da equipe. Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver jogadores como Hulk, Bernard, Lyanco, Gustavo Scarpa e Alan Franco sendo abordados dentro dos seus carros.

    Hulk chegou a descer do carro para conversar com os torcedores. E o atacante e ídolo do clube deu a sua versão sobre o imbróglio envolvendo a sua possível saída do Galo para o Fluminense.

    “Mão fui que me coloquei no mercado. Só isso que eu tenho para falar para vocês”, disse Hulk.

    Desde o fim de 2025, a situação de Huk no Atlético-MG se transformou em uma novela. Recentemente, o jogador afirmou que cumprirá o seu contrato com o Galo, que vai até o fim de 2026. No entanto, o Fluminense ainda negocia a contratação do atacante.

    Antes irredutível, o Atlético-MG já admite flexibilizar os valores da multa rescisória para liberar Hulk antes do fim do seu contrato.

    De acordo com Paulo Angioni, diretor de futebol do Fluminense, quem está tratando sobre a contratação de Hulk é o ex-presidente Mário Bittencourt. Ele deixou o cargo no fim do último ano, mas segue ligado a atual diretoria do Tricolor.

    Esta não foi a primeira vez em que Hulk cutucou publicamente a diretoria do Atlético-MG. No começo da semana, o atacante chegou a cravar que iria cumprir o contrato e disse que o clube quis aposentá-lo.

    Por outro lado, em recente entrevista coletiva, Paulo Bracks, Chief Sports Officer (CSO) da SAF do Galo, disse que o clube fez uma proposta de renovação de contrato ao atacante e afirmou que o clube não deseja abrir mão do jogador.

    Hulk fala sobre situação no Atlético-MG

  • Primeiro dia do BBB 26 tem pelo menos três brigas entre participantes das casas de vidro

    Primeiro dia do BBB 26 tem pelo menos três brigas entre participantes das casas de vidro

    A briga começou porque Chaiany comparou os cartazes de sua família aos da família de Jordana, insinuando que a rival teria mais dinheiro. Jordana não gostou nada da comparação, já que um dos critérios que costuma chamar a atenção dos votantes do reality é a necessidade financeira dos participantes.

    ANAHI MARTINHO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O BBB 26 ainda nem começou e já tem gente brigando. Chaiany e Jordana se desentenderam logo nas primeiras horas de confinamento na casa de vidro do Centro-Oeste.
    A briga começou porque Chaiany comparou os cartazes de sua família aos da família de Jordana, insinuando que a rival teria mais dinheiro. Jordana não gostou nada da comparação, já que um dos critérios que costuma chamar a atenção dos votantes do reality é a necessidade financeira dos participantes.

    “Não vem para cima de mim com esse discursinho não, tá?”, disse Jordana. “Eu também tenho história triste, eu também vim de baixo”. Chaiany se defendeu: “Tudo você acha que eu estou atacando. Tudo é porque ‘eu sou pobre’, ‘eu sou rica.’”

    “Você fica o tempo inteiro fazendo essa narrativa”, continuou Jordana, acusando a rival de jogar baixo. “O problema é seu. É o meu show, só senta e aplaude. Eu vim aqui para ser notada”, retrucou Chaiany.

    SUL E SUDESTE

    As casas de vidro do Sul e do Sudeste não deixaram para menos. Na primeira, a discussão foi entre os dois homens, Pedro e Matheus. O curitibano provocou o gaúcho dizendo que iria ganhar a vaga.

    “Você não sabe o que está falando”, retrucou Matheus. “Eu sei tudo o que estou falando. É arrogante, soberbo, prepotente”, disparou Pedro. “Te achei gente fina, mas estou aqui para ganhar de ti e vou ganhar”, rebateu o gaúcho.

    “Também te achei gente fina, mas o jeito que você fala soa arrogante”, continuou Pedro. “Mas eu não vim para te agradar”, disse Matheus.

    Já a casa do Sudeste, em São Caetano do Sul (SP), teve um atrito entre as candidatas Milena e Gabriela. Milena se irritou com os gritos constantes da rival. “Não dá, a gente cansa. Quero ver se ela vai fazer mais dois dias, não tem como”, falou Milena.

    “Eu sou assim, eu trabalho com criança”, respondeu Gabriela. “Eu também trabalho, mas nem por isso eu fico gritando. Garota chata”, retrucou Milena.

    “Ai, garota, você que é chata. Foca no seu, não no meu. Chata para cacete”, disparou Gabriela. “Grita mais, grita”, provocou Milena. “Está achando ruim? Chata, tá falando no meu jeito”, retrucou Gabriela. “Folgada”, continuou Milena. “Olha para o teu, me erra”, continuou Gabriela. “Insuportável. É para ignorar, estou ignorando”, finalizou Milena.

    Primeiro dia do BBB 26 tem pelo menos três brigas entre participantes das casas de vidro

  • Fifa se cala, e intervenção dos EUA na Venezuela não deve impactar a Copa

    Fifa se cala, e intervenção dos EUA na Venezuela não deve impactar a Copa

    PEDRO LOPES E THIAGO ARANTES
    (UOL/FOLHAPRESS) – A intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela dificilmente terá impacto direto na Copa do Mundo. O evento será entre 11 de junho e 19 de julho deste ano e terá como anfitriões os estadunidenses, além de México e Canadá.

    Apesar da complexidade do cenário geopolítico, a avaliação no futebol internacional é que não há, neste momento, qualquer indicativo concreto de sanção que atinja os EUA -tanto no âmbito da federação de futebol quanto na organização do evento.

    No sábado (3), uma operação sob as ordens de Donald Trump capturou o mandatário venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa. O presidente dos Estados Unidos anunciou, nos dias seguintes, que coordenará um governo de transição no país sul-americano.

    Na última semana, governos e organismos multilaterais discutem possíveis violações de soberania, mas as tensões não se traduziram em consequências no futebol.

    Historicamente, a Fifa só se move quando conflitos externos passam a interferir diretamente na organização de competições, no funcionamento das federações ou na viabilidade de jogos oficiais – o que, até aqui, não ocorreu.

    O QUE DIZ O ESTATUTO

    O Estatuto da Fifa prevê a possibilidade de suspensão de membros, mas estabelece critérios claros. Pelo artigo 16, uma federação só pode ser suspensa se houver violação grave de suas obrigações, decisão que cabe ao Congresso -por maioria qualificada- ou, de forma provisória, ao Conselho.

    Não há previsão de punição automática por guerras, intervenções militares ou decisões de política externa tomadas por Estados nacionais. O foco do Estatuto está em temas como interferência estatal direta nas federações, discriminação, descumprimento de deveres institucionais e ameaça à integridade das competições.

    O texto também reforça princípios como neutralidade política, promoção de relações amistosas e respeito aos direitos humanos, mas sem atribuir à Fifa o papel de árbitra da política internacional.
    Na prática, a Fifa age quando o futebol deixa de funcionar.

    “Se a Fifa aplicasse seu Estatuto à risca, já poderia ter punido, por exemplo, Qatar, Arábia Saudita e China, só para citar alguns, devido ao fato de que, na prática, as federações nacionais destes países não têm independência dos Estados e, em última instância, quem manda é o poder governamental, o que fere diretamente a exigência de não intervenção estatal nas federações previstas no Estatuto da Fifa”, afirma advogado Eduardo Carlezzo, especialista em direito esportivo.

    Sobre a hipótese de punição aos Estados Unidos, Carlezzo é categórico. “A possibilidade da federação norte-americana de futebol ser punida devido aos fatos que presenciamos na Venezuela é nenhuma, por uma série de razões. A primeira, e mais óbvia, é a Copa do Mundo neste ano. Além disso, não podemos esquecer que Infantino e Trump mantêm uma relação muito próxima, a Fifa premiou Trump com o seu ‘Nobel da paz’, a Fifa possui um escritório fixo em Miami (transferiu todo seu departamento jurídico da Suíça para os EUA) e os Estados Unidos não são a Rússia”.

    POR QUE A RÚSSIA FOI PUNIDA?

    A suspensão da seleção e dos clubes da Rússia, em 2022, costuma ser usada como referência, mas o contexto foi diferente.

    A decisão não ocorreu apenas pela invasão da Ucrânia -até porque o conflito começou em 2014, quatro anos antes do Mundial de 2018, na própria Rússia. O fator determinante, neste caso, foi a ameaça concreta de boicote.

    Polônia e Suécia, adversárias dos russos na repescagem europeia para a Copa do Mundo de 2022, anunciaram que não entrariam em campo. Com jogos inviabilizados e o calendário em risco, a Fifa suspendeu a Rússia dois dias depois.

    Foi uma medida com uma motivação muito mais esportiva do que política: o futebol, naquele momento, deixou de funcionar.

    A QUESTÃO DE ISRAEL

    No caso de Israel, apesar de críticas públicas, protestos e posicionamentos políticos de algumas federações, nunca houve ameaça direta de boicote a partidas marcadas.

    A Espanha chegou a declarar que não disputaria uma Copa do Mundo caso Israel se classificasse, mas tratava-se de uma hipótese futura, sem impacto imediato no calendário. Como Israel não conquistou uma vaga no Mundial, a hipótese de um encontro entre as duas seleções está descartada.

    A Noruega, um dos países mais vocais contra os ataques a Gaza, optou por reverter a renda do jogo contra Israel, pelas Eliminatórias, para as vítimas do conflito. Mas, em nenhum momento, a realização da partida foi colocada em risco. Sem jogos ameaçados, a Fifa manteve sua postura de neutralidade.

    Israel disputa as Eliminatórias da Uefa, contra rivais europeus, por uma questão política: seria inviável jogar na Ásia, diante do boicote de vários adversários. No passado, a seleção também já fez parte da confederação da Oceania. Em 1970, na única vez em que se classificou para a Copa, teve de ser sorteada em um grupo diferente de Marrocos, que ameaçava boicotar o torneio.

    SEM BOICOTE, SEM PROBLEMAS

    So caso dos Estados Unidos, o cenário é ainda mais distante de qualquer sanção. Não há ameaça de boicote à Copa do Mundo, nem mesmo por seleções que poderiam ter razões políticas para isso, como Irã ou Haiti. Nenhum jogo está em risco, e a organização do Mundial segue normalmente.

    Antes do sorteio dos grupos, em dezembro, a imprensa mexicana chegou a noticiar que o Irã seria sorteado no grupo do México, para não ter que jogar nos Estados Unidos durante a primeira fase. As bolinhas colocaram os iranianos no Grupo G, com Bélgica, Egito e Nova Zelândia, e três jogos nos EUA.

    A Fifa foi procurada pela reportagem para comentar se a escalada de tensão entre EUA e Venezuela poderia ter reflexos esportivos ou disciplinares. Até o fechamento deste texto, a entidade não respondeu. O espaço segue aberto para manifestação.

    Fifa se cala, e intervenção dos EUA na Venezuela não deve impactar a Copa

  • CEO da Apple prepara-se para abandonar liderança da empresa

    CEO da Apple prepara-se para abandonar liderança da empresa

    Tim Cook ocupa o cargo de CEO da Apple desde agosto de 2011 e, de acordo com o The New York Times, está a preparar-se para abandonar a posição de liderança. Alguns candidatos internos já estão a ser preparados. Há um favorito para a sucessão.

    O CEO da Apple, Tim Cook, estaria prestes a deixar o cargo de líder da “empresa da maçã”. A informação foi divulgada pelo The New York Times, que cita três fontes internas da companhia, sob anonimato.

    Cook, que completou 65 anos em novembro de 2025, estaria interessado em reduzir a carga de trabalho e já teria iniciado a preparação de possíveis sucessores dentro da empresa.

    Entre os nomes apontados como candidatos estão, supostamente, Craig Federighi (vice-presidente sênior de Engenharia de Software), Eddy Cue (vice-presidente sênior de Serviços), Greg Joswiak (vice-presidente sênior de Marketing) e Deirdre O’Brien (vice-presidente sênior de Varejo e Pessoas).

    Ainda assim, segundo as fontes ouvidas pelo jornal norte-americano, quem aparece como mais bem posicionado para assumir o cargo é John Ternus, que ocupa há cerca de uma década a função de vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple.

    Apesar de Ternus ser o nome mais cotado para assumir a presidência executiva da empresa, a decisão ainda não teria sido tomada oficialmente. Quando deixar o cargo de CEO, Tim Cook deverá permanecer na Apple como presidente do conselho de administração.

    Vale lembrar que Cook assumiu o posto de CEO da Apple em agosto de 2011, como sucessor de Steve Jobs.

    CEO da Apple prepara-se para abandonar liderança da empresa

  • 'Não acho que será necessário', diz Trump sobre suposta captura de Putin

    'Não acho que será necessário', diz Trump sobre suposta captura de Putin

    “Não acho que será necessário”, falou. A declaração foi dada após ser questionado por um repórter, durante uma reunião com executivos do setor de petróleo, se pensava que algum dia ordenaria uma missão para captura do líder russo.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Donald Trump afirmou nesta sexta-feira (10) que não vê necessidade de ordenar uma operação para capturar o presidente da Rússia, Vladimir Putin, assim como fez com o ditador venezuelano Nicolás Maduro.

    “Não acho que será necessário”, falou. A declaração foi dada após ser questionado por um repórter, durante uma reunião com executivos do setor de petróleo, se pensava que algum dia ordenaria uma missão para captura do líder russo.

    O republicano disse que tem um “ótimo relacionamento” com Putin, mas assumiu estar decepcionado. Segundo ele, o desapontamento está relacionado com a falta de resolução da Guerra na Ucrânia, que dura há quase quatro anos.

    “Estou muito decepcionado, resolvi oito guerras. Achei que esta [o conflito na Ucrânia] estaria ali no meio ou talvez uma das mais fáceis”, disse Trump.

    O presidente americano destacou a situação da economia russa, além das milhares de mortes. “E não sei se você sabe, Peter, mas no último mês eles perderam 31 mil pessoas, muitas delas soldados russos. E a economia russa está em má situação. Acho que vamos acabar resolvendo isso”, respondeu ao jornalista.

    Trump afirmou que Putin tem medo dos EUA. “Gostaria que tivéssemos resolvido isso mais rápido. A Europa tem feito muito pela Ucrânia, mas não tem sido o suficiente e obviamente eu diria que o presidente Putin não tem medo da Europa, ele tem medo dos EUA, liderados por mim.”

    NEGOCIAÇÕES DE PAZ

    As negociações de paz foram retomadas nesta semana. As delegações dos EUA e da Ucrânia estiveram em Paris para rodadas de conversações entre os aliados de Kiev sobre as garantias de segurança para a Ucrânia no caso de um cessar-fogo com a Rússia, que tem sido fria no processo.

    Os negociadores teriam revisado questões espinhosas do acordo. “Esperamos, em particular, que as questões mais difíceis da estrutura básica para acabar com a guerra sejam discutidas — ou seja, questões relacionadas à Usina Nuclear de Zaporizhzhia e aos territórios”, escreveu Zelensky no X.

    'Não acho que será necessário', diz Trump sobre suposta captura de Putin

  • Michelle faz revelação sobre estado de saúde de Bolsonaro: "Medo é real"

    Michelle faz revelação sobre estado de saúde de Bolsonaro: "Medo é real"

    Segundo ela, o problema está relacionado aos efeitos colaterais de medicamentos que ele estaria utilizando. A declaração foi feita por meio de uma publicação em suas redes sociais.

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou, na sexta-feira (09), que o ex-presidente Jair Bolsonaro vem enfrentando episódios de tontura ao se levantar, o que tem gerado preocupação com sua segurança física. Segundo ela, o problema está relacionado aos efeitos colaterais de medicamentos que ele estaria utilizando. A declaração foi feita por meio de uma publicação em suas redes sociais.

    Michelle relatou que tomou conhecimento da situação por intermédio do advogado de Bolsonaro. “Hoje soube, por meio do advogado, que Jair está com perda de equilíbrio ai se levantar, em decorrência dos medicamentos. Mesmo assim, o quarto segue trancado”, escreveu. Ela destacou que o risco de uma nova queda é concreto e que a situação se agrava pelo fato de ele permanecer isolado.

    De acordo com a ex-primeira-dama, houve mudança no procedimento de vigilância desde que a responsabilidade pela custódia deixou de ser da Polícia Federal e passou para a Polícia Penal. Ela afirmou que, anteriormente, a porta do local onde Bolsonaro está detido permanecia aberta, o que não ocorre atualmente. “O medo é real: ele pode cair novamente e ninguém ouvir. Até quando essa maldade vai durar?”, questionou.

    Michelle também declarou que as autoridades responsáveis estariam plenamente cientes dos riscos enfrentados pelo ex-presidente. Segundo ela, Bolsonaro permanece trancado no quarto durante todo o dia, mesmo apresentando sintomas de tontura associados ao uso de medicamentos, o que, em sua avaliação, representa um perigo grave à sua saúde. Para a ex-primeira-dama, a situação pode evoluir para consequências ainda mais sérias.

    Encerrando sua manifestação, Michelle ressaltou a responsabilidade do poder público sobre a segurança do ex-presidente. “A integridade física dele é responsabilidade do estado”, concluiu.

    Michelle faz revelação sobre estado de saúde de Bolsonaro: "Medo é real"

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Após 40 anos no oceano, maior iceberg do mundo vai a colapsar, diz Nasa

    Após 40 anos no oceano, maior iceberg do mundo vai a colapsar, diz Nasa

    Imagens divulgadas pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, nesta quinta-feira (8) mostram que o imenso bloco de gelo, que já foi considerado o maior do planeta, está prestes a se desintegrar completamente, enquanto deriva no Atlântico entre a ponta oriental da América do Sul e a ilha Geórgia do Sul.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O iceberg A23a, um dos maiores e mais longevos já rastreados por cientistas, está derretendo -e mudando de cor. Quatro décadas depois de se soltar da Plataforma de Gelo Filchner, na Antártida, ele está se enchendo de degelo e ficando azul.

    Imagens divulgadas pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, nesta quinta-feira (8) mostram que o imenso bloco de gelo, que já foi considerado o maior do planeta, está prestes a se desintegrar completamente, enquanto deriva no Atlântico entre a ponta oriental da América do Sul e a ilha Geórgia do Sul.

    A foto foi capturada no último dia 26 de dezembro por um satélite e mostra extensas piscinas de água de degelo azul em sua superfície. Embora muito menor do que já foi, o A23a ainda está entre os maiores icebergs do oceano.

    Em 1986, quando foi formado, o iceberg tinha cerca de 4.000 km², mais do que o dobro do tamanho da cidade de São Paulo (1.521 km²). Agora, após ter quebrado e perdido partes consideráveis, estimativas do Centro Nacional de Gelo dos EUA indicam sua área seja de 1.182 km².

    Um astronauta a bordo da Estação Espacial Internacional também registrou uma fotografia mostrando uma visão mais próxima, evidenciando uma extensa piscina de degelo.

    Segundo um comunicado da Nasa, os padrões lineares de azul e branco ao longo do iceberg provavelmente são “estrias” que se formaram centenas de anos atrás, quando ele fazia parte de uma geleira que se arrastava sobre o leito rochoso antártico.

    Além disso, as imagens de satélite também sugerem que pode ter havido um vazamento -fazendo com que a água doce do iceberg se misture com a água salgada do oceano e deixando aparente a área branca à esquerda do bloco.

    Esses sinais indicam, ainda de acordo com a agência, que o A23a pode estar a apenas dias ou semanas de se desintegrar completamente.

    O A-23A teve uma jornada longa e sinuosa, cuja observação melhorou a compreensão dos cientistas sobre os “megaicebergs”.

    Ele passou mais de 30 anos encalhado nas águas rasas do mar de Weddell, no oceano Antártico, até se soltar, em 2020. Então, passou vários meses em um vórtice oceânico giratório chamado coluna de Taylor.

    Eventualmente, se soltou e seguiu para o norte, quase colidindo com a ilha Geórgia do Sul e alojando-se em águas rasas por vários meses. Dali, partiu para o oceano aberto, onde vinha se fragmentado rapidamente ao longo de 2025.

    Após 40 anos no oceano, maior iceberg do mundo vai a colapsar, diz Nasa