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  • Real usa sul-americanos, bate Atlético e encara Barça na final da Supercopa

    Real usa sul-americanos, bate Atlético e encara Barça na final da Supercopa

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Sem o lesionado Mbappé, o Real Madrid contou com a estrela de dois de seus sul-americanos, venceu o rival Atlético de Madri por 2 a 1 e garantiu vaga na final da Supercopa da Espanha. O clássico foi disputado na tarde desta quinta-feira (08) em Jeddah, na Arábia Saudita.

    O uruguaio Valverde abriu o placar com um golaço de falta e deu assistência para o brasileiro Rodrygo ampliar. O time de Diego Simeone ainda marcou com Sorloth e pressionou, mas não conseguiu levar a decisão para os pênaltis.

    O Real vai encarar o Barcelona, que goleou o Athletic Bilbao no outro lado da chave, na grande final do torneio. Os tradicionais rivais, que polarizam o título da Supercopa desde 2022, medem forças no domingo, a partir das 16h, também na Arábia Saudita.

    COMO FOI O JOGO

    O Real Madrid, basicamente, começou o clássico com vantagem no placar graças a Valverde. Na primeira falta do jogo, sofrida por Bellingham antes dos dois minutos, o versátil jogador uruguaio acertou um chutaço de muita potência não deu qualquer chance de defesa a Oblak: 1 a 0.

    O Atlético demorou para reagir e só conseguiu levar algum perigo na casa dos 20 minutos. Após cruzamento de Giuliano Simeone experimentou de primeira, mas ficou bem longe da meta adversária. Álvarez, praticamente no lance seguinte, também errou o alvo em tentativa da entrada da área.

    Os brasileiros da equipe de Xabi Alonso apareceram pouco antes da pausa para hidratação. Primeiro, Rodrygo protagonizou linda jogada individual e parou em Oblak. Logo depois, Vini Jr errou na pontaria ao completar cruzamento de Bellingham pelo lado direito.

    A equipe de Diego Simeone engatou uma blitz depois da parada técnica, e Courtois precisou mostrar serviço até o intervalo. O goleiro trabalhou em finalizações de Baena e Sorloth antes de ser ameaçado por três vezes em um mesmo lance: o camisa 1 voltou a bloquear Baena antes de Rudiger travar Álvarez e Simeone chutar para fora.

    O 2º tempo até voltou mais equilibrado, mas o Real se impôs e aumentou o placar com Rodrygo. O camisa 11 se infiltrou pelo meio, recebeu passe açucarado de Valverde, se desvencilhou de Le Normand na base da velocidade e, cara a cara com Oblak, mostrou frieza para deslocar o goleiro: 2 a 0.

    O Atlético não se entregou e, explorando as laterais, conseguiu diminuir em um intervalo de três minutos. Giuliano Simeone tabelou com Llorente pela ponta direita e caprichou no cruzamento para Sorloth, que apareceu atrás da marcação e, livre, escorou para o fundo da redes: 2 a 1.

    Vini Jr deixou o gramado batendo boca com Diego Simeone. Substituído por Arda Guler na casa dos 35 minutos, o brasileiro, que já havia trocado farpas com o técnico argentino no 1º tempo, voltou a se desentender com o argentino -o princípio de confusão foi apaziguado pela arbitragem e acabou com cartão amarelo ao brasileiro.

    Os minutos finais tiveram pressão do Atlético, mas o placar não foi alterado. A equipe se lançou ao ataque e assustou em investidas de Griezmann e Llorente. A pressão, no entanto, não gerou bola na rede diante de uma defesa organizada -e de um Courtois inspirado.

    REAL MADRID
    Courtois; Valverde, Asencio (Fran García), Rudiger (Mendy) e Carreras; Camavinga (Ceballos), Tchouaméni e Bellingham; Vini Jr (Arda Guler), Rodrygo (Mastantuono) e Gonzalo García. T.: Xabi Alonso

    ATLÉTICO DE MADRI
    Oblak; Llorente, Pubill, Hacko e Ruggeri (Molina); Gallagher (Le Normand), Koke (Johnny) e Baena (Griezmann); Giuliano Simeone, Álvarez e Solorth (Almada).
    T.: Diego Simeone

    Local: King Abdullah Sports City, em Jeddah (Arábia Saudita)
    Árbitro: Mateo Busquets FerrerAssistentes: Gonzalo García González e Adrián Díaz
    VAR: Javier Iglesias / Cartões amarelos: Vini Jr (RMA) / Cartões vermelhos: não houve
    Gols: Valverde (RMA), aos 2 min do 1º tempo; Rodrygo (RMA), aos 9 min do 2º tempo; Sorloth (ATM), aos 12 min do 2º tempo

    Real usa sul-americanos, bate Atlético e encara Barça na final da Supercopa

  • Irã sofre apagão de internet em meio a protestos contra o regime

    Irã sofre apagão de internet em meio a protestos contra o regime

    Organização NetBlocks registra interrupção enquanto manifestantes ocupam ruas de Teerã e outras cidades. Trump ameaça atingir Teerã se forças matarem manifestantes; ao menos 36 já foram mortos, segundo ativistas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Irã registra nesta quinta-feira (8) um apagão da internet, de acordo com a ONG NetBlocks, que monitora redes de telecomunicações no mundo, num momento de crise política em que protestos contra o regime e as dificuldades econômicas ganham força em todo o país.

    Relatos de moradores de Teerã e de outras cidades grandes, caso de Mashhad e Isfahan, indicam que manifestantes voltaram a ocupar as ruas, gritando palavras de ordem contra os líderes clericais da República Islâmica. As manifestações foram também incentivadas por Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã deposto na Revolução Islâmica de 1979, que divulgou um vídeo nas redes convocando mais protestos.

    Não foram divulgados detalhes sobre a extensão ou as causas da interrupção do serviço. A mídia estatal, por sua vez, afirmou que as cidades do país permaneciam calmas.

    Esta é considerada a maior onda de protestos no Irã em três anos. As manifestações começaram no mês passado, quando comerciantes protestaram contra a rápida desvalorização do rial iraniano. Desde então, os atos se espalharam por todo o país, impulsionados pelo descontentamento com a inflação alta, atribuída à má gestão econômica, às sanções ocidentais e às restrições políticas e sociais.

    Segundo a rede de ativistas Hrana, sediada nos Estados Unidos, ao menos 36 pessoas tinham morrido de 28 de dezembro a 7 de janeiro no país.

    Diante do agravamento da crise, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, advertiu fornecedores domésticos contra a prática de estocagem e aumento abusivo de preços. Segundo ele, a população não deve enfrentar escassez de produtos, e o regime deve garantir o abastecimento e a fiscalização dos preços em todo o país.

    O cenário ocorre sob forte pressão internacional, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotando um tom mais duro em relação às autoridades iranianas. Em entrevista a um programa de rádio conservador, Trump afirmou que o Irã será “atingido muito duramente” caso as forças de segurança passem a matar manifestantes.

    “Deixei claro para eles que, se começarem a matar pessoas -o que tendem a fazer durante seus distúrbios-, se fizerem isso, nós os atingiremos muito duramente”, disse Trump.

    A ameaça ocorre poucos dias após o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela e cerca de sete meses após a ofensiva conduzida por Washington e Israel contra instalações nucleares iranianas, o que aumenta a tensão.

    Irã sofre apagão de internet em meio a protestos contra o regime

  • Dólar fecha estável e Bolsa avança com geopolítica e dados dos EUA em foco

    Dólar fecha estável e Bolsa avança com geopolítica e dados dos EUA em foco

    Desdobramentos do caso do Banco Master também estiveram no radar; investidores acompanharam ainda os impactos da invasão da Venezuela pelo governo Donald Trump

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou perto da estabilidade nesta quinta-feira (8), em variação positiva de 0,07%, cotado a R$ 5,389.

    O mercado monitorou os desdobramentos da invasão dos Estados Unidos à Venezuela e os planos do governo Donald Trump de estender as intervenções para Groenlândia e Colômbia. A divulgação do relatório payroll, indicador de emprego dos Estados Unidos, e o caso do Banco Master também nortearam as negociações.

    Na Bolsa, o cenário foi mais positivo: o Ibovespa teve alta de 0,59%, impulsionado pela Petrobras e pelo setor bancário, e fechou a 162.936 pontos. A queda de 1% da Vale limitou maiores ganhos.

    Os investidores seguiram atentos ao noticiário envolvendo a invasão dos Estados Unidos à Venezuela.

    Trump afirmou, na quarta-feira, que Caracas concordou em usar a receita da venda do petróleo que será entregue aos EUA para comprar apenas produtos produzidos no país. Segundo ele, o governo interino venezuelano entregará até 50 milhões de barris aos norte-americanos, e os lucros serão controlados pela administração republicana.

    A intervenção poderá durar anos, afirmou o presidente. Em sinal de que os planos dos Estados Unidos não estão limitados à Venezuela, a Casa Branca ainda disse que Trump está discutindo ativamente a compra da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca.

    O uso de força para tomar a ilha não está descartado -o que configuraria uma agressão à Otan, grupo ao qual Dinamarca e EUA pertencem. Na segunda (5), a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, havia dito que qualquer ataque americano ao território significaria o fim da aliança militar ocidental.

    O interesse de Trump pela Groenlândia já é de longa data. A ilha guarda reservas minerais que, em tese, poderiam ser mais facilmente acessadas com a aceleração do aquecimento global. No papel, isso significa a possibilidade de extração de petróleo e gás, mas, principalmente, de minerais do subsolo groenlandês. Entre os elementos presentes se destacam as terras raras, motivo de cobiça de Trump -a rival China controla a maior parte das reservas globais.

    Trump ainda ameaça atacar a Colômbia, sob acusações de que o governo Gustavo Petro não estaria fazendo o suficiente para combater o narcotráfico.

    A escalada de tensões geopolíticas inspira aversão a risco nos mercados, diz Marcio Riauba, chefe da mesa de operações da StoneX Banco de Câmbio.

    “O ambiente de aversão não é baseado apenas nessas tensões, mas também no cenário local, que conta com os desdobramentos do caso Banco Master e as incertezas em torno da liquidação da instituição, fato este que pesou no setor financeiro na véspera.”

    O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Jhonatan de Jesus investiu contra o BC (Banco Central) ao questionar a atuação da autoridade monetária no processo de fiscalização e liquidação do Master. Ele recuou nesta quinta-feira e suspendeu a inspeção.

    O risco de uma reversão na liquidação, ainda que remoto, inspirou provocou tensão no mercado financeiro na quarta, com investidores fugindo do setor bancário na Bolsa. Nesta quinta, o clima foi de alívio. Santander avançou 1,74%, seguido por Itaú (1,55%) e Banco do Brasil (0,78%). BTG teve forte ganho de 2,15%, enquanto Bradesco caiu 1,69%.

    Ainda no radar, operadores monitoraram dados dos Estados Unidos e do Brasil de olho nas decisões de política monetária dos dois países.

    Relatórios de emprego norte-americanos divulgados na quarta-feira ficaram abaixo das expectativas, e o mercado agora aguarda a divulgação do payroll, métrica oficial do mercado de trabalho dos Estados Unidos, para tentar antever qual será a decisão do Fed (Federal Reserve) sobre a taxa de juros no fim do mês.

    Até agora, a maioria dos investidores (88%) aposta em uma manutenção do atual patamar de 3,5% e 3,75%, segundo a ferramenta CME FedWatch. Os 12% restantes veem como mais provável um corte de 0,25 ponto percentual.

    “Embora os dados tenham vindo abaixo das expectativas, eles não foram suficientes para gerar um movimento direcional nos ativos, uma vez que os investidores evitam grandes apostas e aguardam a divulgação do payroll na sexta-feira para uma maior definição do cenário”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    No Brasil, a produção industrial ficou estável em novembro ante outubro e cedeu 1,2% em relação ao mesmo período de 2024. Economistas ouvidos pela Reuters esperavam alta de 0,2% na comparação mensal e queda de 0,1% em base anual. A expectativa agora fica com os números do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), também esperados para amanhã.

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  • Harvey Weinstein diz que prisão é como estar numa marcha para a morte

    Harvey Weinstein diz que prisão é como estar numa marcha para a morte

    A declaração do ex-produtor de Hollywood foi feita diretamente ao juiz Curtis Farber, durante audiência no tribunal de Manhattan

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein pediu nesta quinta-feira (8) que a Justiça de Nova York reconsidere sua condenação por crimes sexuais, ao mesmo tempo em que afirmou nunca ter agredido sexualmente nenhuma mulher. A declaração foi feita diretamente ao juiz Curtis Farber, durante audiência no tribunal de Manhattan.

    “Eu sei que fui infiel. Eu sei que agi de forma errada. Mas eu nunca agredi ninguém”, disse Weinstein no tribunal. Segundo ele, a permanência no complexo prisional de Rikers Island representa uma “marcha para a morte”.

    As declarações ocorreram após Farber negar um pedido da defesa para anular a condenação por ato sexual criminoso em primeiro grau envolvendo Miriam Haley, ex-assistente do programa Project Runway. O advogado de Weinstein, Arthur Aidala, havia apresentado à Justiça declarações pós-julgamento de um jurado que alegou ter sido coagido por outros integrantes do júri a votar pela condenação.

    Weinstein, de 73 anos, foi levado ao tribunal em uma cadeira de rodas, como vem ocorrendo há cerca de um ano. No depoimento, reclamou do “isolamento” no sistema prisional e afirmou que seu “estado mental está em colapso”. O ex-magnata do cinema está detido em Rikers Island desde abril de 2024, depois que sua condenação anterior em Nova York, de 2020, foi anulada por uma instância superior.

    Em junho, um júri formado por 12 pessoas considerou Weinstein culpado de uma acusação de ato sexual criminoso contra Haley. Ele foi absolvido em outra acusação, apresentada pela ex-modelo Kaja Sokola. Já a terceira denúncia, de estupro contra a aspirante a atriz Jessica Mann, terminou em anulação do julgamento, após o presidente do júri se recusar a continuar as deliberações alegando ter sofrido ameaças de outros jurados.

    Além do processo em Nova York, Weinstein ainda enfrenta uma condenação na Califórnia, onde recebeu pena de 16 anos de prisão por crimes sexuais. Ele ainda não começou a cumprir essa sentença.

    Harvey Weinstein diz que prisão é como estar numa marcha para a morte

  • Governo estuda isenção de tributos para Copa Feminina de 2027

    Governo estuda isenção de tributos para Copa Feminina de 2027

    O governo federal analisa a possibilidade de conceder incentivos fiscais relacionados à organização da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, que será realizada no Brasil. O Ministério da Fazenda confirmou à Agência Brasil que estuda a isenção de tributos nos moldes da Copa de 2014 após pedido formal da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

    A iniciativa deve vir acompanhada de uma nova versão da Lei Geral da Copa, elaborada pelo Ministério do Esporte. A legislação traz regras sobre atribuições dos organizadores, segurança do evento, exclusividade comercial e uso de direitos de imagem.

    O Ministério da Fazenda afirmou não haver detalhes sobre a proposta, pois o tema segue em análise. 

    Procedimento padrãoA aprovação de legislações especiais para grandes eventos esportivos é um procedimento padrão e integra os compromissos assumidos ainda na fase de candidatura. As isenções tributárias ocorreram na Copa de Futebol Masculino de 2014 e nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

    Para a Copa Feminina de Futebol de 2027, a Fifa encaminhou ao governo brasileiro uma série de exigências, entre elas a concessão de isenções tributárias sobre receitas da entidade e serviços de transmissão, além da adaptação dos incentivos às normas da reforma tributária sobre o consumo. Bens e serviços relacionados à competição não pagam tributos.

    A Fifa também pediu que não sejam aplicadas as restrições da lei eleitoral. Em anos de eleições como em 2026, a legislação impede a concessão de benefícios públicos. Em 2014, o Supremo Tribunal Federal validou da Lei da Copa e as isenções fiscais, com críticas de parte da corte.

    Renúncias fiscais

    Experiências anteriores mostram impactos significativos na arrecadação. Na Copa de 2014, as isenções concedidas resultaram em renúncia superior a R$ 1 bilhão, segundo o Tribunal de Contas da União. Na Olimpíada do Rio, a perda estimada chegou a R$ 3,8 bilhões.

    O governo avalia que o fluxo de turistas e o aquecimento do setor de serviços durante o evento podem compensar parte da perda de receitas. No entanto, feriados decretados durante a competição podem impactar o saldo final por causa da redução de tributos em outras atividades.

    A discussão ocorre em um contexto de esforço do governo para reduzir renúncias fiscais. No fim do ano passado, o governo federal aprovou medidas que aumentaram tributos e reduziram incentivos fiscais para arrecadar R$ 22,4 bilhões em 2026 e reequilibrar as contas públicas.

    Jogos em oito cidades

    A Copa do Mundo Feminina será realizada em junho e julho de 2027, com a participação de 31 seleções.

    As partidas ocorrerão em oito cidades: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza, utilizando majoritariamente a infraestrutura construída para a Copa de 2014.

    Paris Saint-Germain venceu por 4 a 1 nas cobranças após empatar nos acréscimos do tempo regulamentar; PSG chegou ao tetracampeonato seguido da Supercopa da França

    Folhapress | 19:12 – 08/01/2026

    Governo estuda isenção de tributos para Copa Feminina de 2027

  • Entenda o debate de suposto plágio em 'Jetski', música de Pedro Sampaio e Melody

    Entenda o debate de suposto plágio em 'Jetski', música de Pedro Sampaio e Melody

    Internautas comparam refrão a ‘Somebody’s Watching Me’; produtor e pesquisador diz que caso seria de interpolação

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Lançada no fim do ano passado, a música “Jetski”, do DJ e produtor Pedro Sampaio, em parceria com a cantora Melody e o MC Meno K, virou alvo de debate nas redes sociais após ouvintes apontarem semelhanças com “Somebody’s Watching Me”, sucesso dos anos 1980 do cantor Rockwell.

    A semelhança notada pelos ouvintes aparece em um ponto específico da estrutura musical do DJ. Para o produtor e pesquisador Felipe Vassão, a semelhança não está no beat, na harmonia ou no timbre, mas na melodia do refrão. “Tanto a sequência de notas quanto a divisão rítmica são muito parecidas”, afirma.

    A coincidência, no entanto, não é suficiente para caracterizar automaticamente um plágio. Vassão lembra que a criação musical opera dentro de um sistema limitado. “Ninguém cria nada do zero.”

    A música trabalha com apenas 12 notas, e algumas combinações soam mais agradáveis, por isso acabam se repetindo em inúmeras músicas, explica o produtor. Em gêneros populares, essa repetição é ainda mais comum. “Estilos musicais desenvolvem clichês. Muitos pagodes têm harmonias semelhantes, muito blues é baseado no mesmo vocabulário musical. As semelhanças são inevitáveis.”

    Para o especialista, o critério central para definir plágio não é apenas a semelhança sonora, mas a intenção. “O mais importante é a intenção de copiar. Quando alguém usa deliberadamente uma ideia alheia e não combina o jogo, aí entramos no terreno pantanoso do plágio”, afirma.

    No caso de “Jetski”, Vassão avalia que o enquadramento técnico mais adequado seria o de interpolação, que ocorre quando um elemento da composição -como a melodia- é reutilizado como base para uma nova ideia.

    “Aqui estamos falando apenas da composição, da sequência de notas.”
    Segundo ele, a prática não é incomum no pop brasileiro, inclusive na obra da própria Melody. “‘Assalto Perigoso’ é baseada em ‘Positions’, da Ariana Grande, e todos os autores da música original estão nos créditos. Houve negociação, portanto, não é plágio”, diz.

    Quanto aos possíveis desdobramentos do caso, Vassão avalia que a via judicial é pouco provável. “O mais comum é a editora da música original procurar a gravadora e a editora de ‘Jetski’ para negociar uma coautoria para o Rockwell”, afirma.

    Até agora, o artista e os detentores dos direitors de “Somebody’s Watching Me” não se pronunciaram sobre o debate que surgiu na internet. Procurada pela reportagem, a equipe de Pedro Sampaio não respondeu. A gravadora Sony Music diz que não tem nada a declarar.

    “Somebody’s Watching Me”

    “Jetski”

    Entenda o debate de suposto plágio em 'Jetski', música de Pedro Sampaio e Melody

  • Em crítica aos EUA, presidente da Alemanha diz que ordem mundial não pode virar 'covil de ladrões'

    Em crítica aos EUA, presidente da Alemanha diz que ordem mundial não pode virar 'covil de ladrões'

    Steinmeier não cita Venezuela nem Groenlândia, mas fala de ‘colapso de valores’ do parceiro estratégico; em Paris, Macron afirma que americanos estão se afastando de aliados e das regras internacionais

    BERLIM, ALEMANHA (CBS NEWS) – O presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, fez fortes críticas à política externa dos EUA e disse que a ordem mundial não pode se transformar em um “covil de ladrões”.

    Em um evento na noite de quarta-feira (7), Steinmeier, que representa o Estado alemão e não o governo de turno, de Friedrich Merz, não citou diretamente a operação americana na Venezuela, mas falou em uma “segunda ruptura histórica”.

    A primeira, segundo o presidente, havia sido a anexação da Crimeia, pela Rússia, em 2014, e a subsequente invasão da Ucrânia, em 2022. “Depois, há o colapso dos valores por parte de nosso parceiro mais importante, os EUA, que ajudaram a construir essa ordem mundial.”

    “Trata-se de impedir que o mundo se transforme em um covil de ladrões, onde os mais inescrupulosos pegam o que querem, onde regiões ou países inteiros são tratados como propriedade de algumas grandes potências”, declarou o presidente.

    Steinmeier defendeu que situações de ameaça à ordem mundial deveriam ser enfrentadas e que países como Brasil e Índia deveriam ser convencidos a participar desse esforço.

    Ainda que não tenha citado a operação americana que extraiu Nicolás Maduro de Caracas e do comando da ditadura venezuelana, o presidente alemão tem currículo para abordar o assunto. Ministro das Relações Exteriores no governo Gerhard Schröder e em parte da administração Angela Merkel, Steinmeier usa com frequência a liberdade do cargo, quase protocolar, para passar recados.

    Na quarta, o social-democrata comemorava seu 70° aniversário em uma noite de jazz e discussão sobre democracia, duas de suas preferências, com convidados como o ex-secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg. Foi nesse evento que ele fez as declarações.

    Se o ambiente festivo permitia a distensão do discurso, seu próprio partido, o SPD, na mesma noite, elaborava uma manifestação com implicações políticas evidentes.

    Segundo o jornal alemão Die Zeit, o grupo parlamentar da legenda no Bundestag, o Parlamento do país, prepara uma menção aos EUA para sua reunião anual. O documento obtido pelo periódico afirma que “o governo americano está se distanciando ainda mais da Europa liberal e que não se pode mais confiar incondicionalmente nos EUA como potência protetora”.

    Isso também teria ficado evidente nas “ameaças flagrantes” contra a Groenlândia, outro fantasma resgatado por Trump nos últimos dias que assombra os europeus.

    Assim como Steinmeier, o grupo parlamentar do SPD não fala pela coalizão de governo, que a sigla compõe com a aliança conservadora CDU/CSU, de Merz, mas inserir o assunto na discussão do Bundestag serve como pressão sobre o premiê.

    Merz, até aqui, vem buscando ser cuidadoso na crítica aos americanos, apesar de o governo alemão ter pedido respeito ao direito internacional e à Carta da ONU logo após os eventos do fim de semana. Merz também é signatário da carta de apoio à Groenlândia, obtida pela Dinamarca na última terça-feira (6), a mais forte manifestação da União Europeia sobre o assunto.

    Em Paris, Emmanuel Macron, que também guardava distância segura do assunto nos últimos dias, nesta quinta-feira (8) mudou o tom. Em discurso a embaixadores franceses, declarou que os EUA estão “se afastando gradualmente” de alguns aliados e “se libertando das regras internacionais”.

    “As instâncias do multilateralismo estão funcionando cada vez menos bem. Vivemos em um mundo de grandes potências com uma verdadeira tentação de dividir o mundo”, disse o presidente francês, cujo cargo tem papel político bem mais forte do que o colega alemão.

    Segundo Macron, há “uma agressividade neocolonial” cada vez mais evidente nas relações diplomáticas, em clara alusão à ofensiva americana na América Latina e no Ártico.

    Em crítica aos EUA, presidente da Alemanha diz que ordem mundial não pode virar 'covil de ladrões'

  • Ação com influenciadores contra BC no caso Master envolveu contrato de R$ 800 mil

    Ação com influenciadores contra BC no caso Master envolveu contrato de R$ 800 mil

    Movimento coincidiu com embates sobre atuação do Banco Central no sistema financeiro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O recrutamento dos perfis em redes sociais que fizeram um bombardeio digital contra Banco Central e investigadores no caso Master envolveu um contrato de confidencialidade de R$ 800 mil. A campanha recebeu o nome “projeto DV’, o que coincide com as iniciais de Daniel Vorcaro, o CEO do Banco Master.

    A equipe responsável pela articulação das publicações enviou mensagens a influenciadores em meados de dezembro, quando cresceram as alfinetadas mirando a atuação da autoridade monetária contra o banco de Vorcaro. Foi também quando se iniciou a guerra jurídica no STF (Supremo Tribunal Federal) e no TCU (Tribunal de Contas da União) travada entre os investigadores e os advogados da instituição financeira. A informação sobre os contratos de influenciadores foi antecipada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

    “Ofereceram valores expressivos”, disse o influenciador Rony de Assis Gabriel (PL-RS), que também é vereador por Erechim, a 370 quilômetros da capital gaúcha. Ele foi procurado, em 20 de dezembro, pelo marketeiro André Salvador, que disse estar com um trabalho de “gerenciamento de reputação e gestão de crise de um executivo grande”.

    Salvador contatou, em 21 de dezembro, o deputado estadual Léo Siqueira (Novo-SP). Na ocasião, o profissional de comunicação se apresentou como funcionário da agência Mithi, de Thiago Miranda, um dos sócios do Grupo Léo Dias.

    Ambos os parlamentares recusaram as propostas, de acordo com gravações de tela vistas pela Folha. Gabriel tem 1,7 milhão de seguidores no Instagram, e Siqueira, 592 mil.

    O contrato de confidencialidade entregue a Gabriel estava em nome da empresa Unltd Network, da qual Salvador é sócio. Embora Salvador seja sócio em duas companhias no Rio Grande do Sul, a Unltd Network está registrada em Brasília, assim como a agência Mithi.

    O jornalista Léo Dias afirma que Miranda deixou o Grupo Léo Dias, do qual foi CEO, em junho, embora permaneça na sociedade. “Ele enviou, há um tempo, um email dizendo que gostaria de sair da operação e vender os 10% dele.”

    A reportagem tentou contato com Salvador e Miranda, via WhatsApp e telefone, desde o início da tarde desta quinta-feira (8). Eles não responderam.

    O contrato enviado ao vereador gaúcho classifica como confidenciais as estratégias de comunicação, os planos e as informações jurídicas e financeiras, além dos nomes de qualquer participante da campanha -incluindo membros do time, parceiros e terceiros. O documento determina multa de R$ 800 mil em caso de quebra de sigilo.

    Salvador enviou a Gabriel exemplos de vídeos com críticas à atuação do BC no caso Master, feitos por três influenciadores especializados em temas financeiros e o perfil de humor Alfinetada. Este último postou conteúdo contra o ex-diretor do BC Renato Gomes em 30 de dezembro, dizendo existirem especulações de que ele poderia ir para o BTG.

    A página Alfinetada é assessorada pelo Grupo Farol, que disse nunca ter sido procurado para negociar ou intermediar comunicação relacionada ao Banco Master. “A atuação da empresa se limita exclusivamente à representação de publicidade para as marcas, mas sempre dentro dos limites legais e normas estabelecidas pelo Conar”, afirmou o grupo.

    Entre os contratados estariam Carol Dias e André Dias, influenciadores de educação financeira e apresentadores do Irmãos Dias Podcast.

    “Isso não é verdade. Várias vezes a gente falou aqui do Banco Master, esclareceu pontos do Banco Central. O que a gente faz é trazer fatos da mídia, que é o correto. Não trazemos narrativa sem prova. Tem que ter prova. Um print, um vídeo, não justifica nada. E Rony Gabriel, por favor, né? Você vai se candidatar”, disse a ex-panicat em sua rede social.

    A influenciadora afirmou ainda que seu advogado Daniel Leon Bialski vai processar quem a acusou de receber pelos posts.

    Um assessor do vereador gaúcho negou a proposta de participação no “Projeto DV” em mensagem enviada no último dia 29. Antes disso, houve ao menos duas reuniões entre o Gabriel e Salvador.

    Siqueira, que é deputado estadual por São Paulo, afirma que não viu o contrato de confidencialidade porque não deu seguimento à conversa. “Salvador me procurou no Instagram, eu passei meu telefone no WhatsApp, mas decidi que não participaria quando vi que o único executivo da Faria Lima que precisava de uma gestão de crise era Vorcaro.”

    O parlamentar paulista disse que recebeu mensagens de Salvador no WhatsApp, mas decidiu ignorá-las.

    A ofensiva alinhada aos argumentos da defesa do Banco Master mira o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Gomes. Foi a área dele que recomendou o veto à compra do Master pelo BRB e subsidiou os achados posteriormente relatados ao Ministério Público Federal.

    Também estiveram no alvo o presidente do BC, Gabriel Galípolo, seus familiares, o diretor de Fiscalização, Aílton de Aquino Santos, além de banqueiros e associações do setor financeiro que organizaram uma contra-ofensiva em defesa da autoridade monetária por meio de uma série de notas de apoio à decisão técnica de liquidar o Master em novembro.

    Ação com influenciadores contra BC no caso Master envolveu contrato de R$ 800 mil

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  • Entenda rumores que apontam show de Shakira na praia de Copacabana

    Entenda rumores que apontam show de Shakira na praia de Copacabana

    Na seção de agenda de shows da cantora colombiana, havia a indicação de que ela cantaria na praia de Copacabana, no próximo dia 9 de maio

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ao longo da última quarta-feira (7), se espalharam pelas redes sociais os rumores de que a cantora Shakira será a atração do próximo show gratuito na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, o espaço recebeu apresentações de Madonna e Lady Gaga.

    A especulação começou com uma informação, que depois foi apagada, no perfil de Shakira no serviço de streaming Deezer. Dentro da seção de agenda de shows da cantora colombiana, havia a indicação de que ela cantaria na praia de Copacabana, no próximo dia 9 de maio.

    A informação foi puxada automaticamente de outra plataforma, a Songkick, que reúne datas de shows de artistas ao redor do mundo. Pouco tempo depois, as publicações sobre o show de Shakira no evento Todo Mundo no Rio foram excluídas das duas plataformas.

    Em contato com a reportagem, a assessoria de imprensa do evento afirmou que não comenta sobre especulações ou sobre possíveis negociações em andamento. Já a equipe de Shakira disse à Folha que estava em recesso e não sabia nada sobre um show dela em Copacabana.

    Quem colocou mais lenha na fogueira foi o prefeito do Rio, Eduardo Paes, do Partido Social Democrático. No dia anterior, ele havia publicado uma série de nomes entre os cotados para se apresentar na praia de maneira gratuita -entre eles os de U2, Beyoncé, Rihanna, Britney Spears e Paul McCartney, além de Shakira.

    Depois da especulação relacionada à colombiana vir à tona, o político voltou à rede social para inflamar os fãs. “Será? Eu não sei de nada!”, ele escreveu na postagem, que contou com um trecho do vídeo de “Hips Don’t Lie”, um dos sucessos de Shakira.

    Apesar do burburinho, o show Todo Mundo no Rio ainda não divulgou oficialmente quem vai se apresentar em sua edição deste ano.

    Entenda rumores que apontam show de Shakira na praia de Copacabana

  • Nos pênaltis, PSG bate Olympique e é campeão da Supercopa da França

    Nos pênaltis, PSG bate Olympique e é campeão da Supercopa da França

    (UOL/FOLHAPRESS) – O PSG é o campeão da Supercopa da França da temporada de 2025. Nos pênaltis, o Paris Saint-Germain superou o Olympique de Marselha por 4 a 1 e saiu com a taça no Estádio Internacional Jaber Al-Ahmad, no Kuwait, depois do empate por 2 a 2 no tempo regulamentar.

    O jogo foi intenso. Dembélé abriu o placar no primeiro tempo, mas Greenwood empatou e Pacho fez contra, já no final da partida. Nos acréscimos, Gonçalo Ramos salvou o PSG e levou para as penalidades.

    Na marca da cal, Chevalier brilhou. O goleiro do PSG defendeu duas cobranças, enquanto seus companheiros não perderam nenhuma.

    O PSG chegou ao tetracampeonato seguido da Supercopa da França. A última vez que o Paris não venceu a competição foi em 2021, contra o Lille. Este é o 14º título do PSG na Supercopa, ampliando sua hegemonia como maior campeão.

    Ambas as equipes voltam a campo pela segunda rodada da Copa da França. O PSG encara o vizinho Paris FC, na segunda-feira, enquanto o Olympique visita o Bayeux, da 6ª divisão, um dia depois.

    GOLS E DESTAQUES

    Chance do Olympique, gol do PSG. A equipe de Marselha teve a primeira grande oportunidade do jogo em cabeçada de Balerdi à queima-roupa que Chevalier fez uma defesaça. Nuno Mendes respondeu primeiro e assustou Rulli, mas foi Dembélé quem aproveitou o erro na saída de bola do Olympique, recebeu de Vitinha e encobriu o goleiro aos 12 minutos: 1 a 0.

    PSG em busca do segundo. Nuno Mendes fez boa jogada pela esquerda, deixou com Kvaratskhelia e recebeu de volta já na área. O lateral fez um defensor do Marselha passar reto e pegou bem, exigindo boa defesa de Rulli. Pouco depois, Dembélé arriscou de fora de área e levou perigo.

    Paixão com perigo. O Olympique apostava nas cobranças de escanteio em busca do empate. Em um cruzamento de Gouiri, a bola sobrou para Greenwood, que rolou para Igor Paixão chegar batendo em boa chance. Em outra chegada, o brasileiro cruzou por baixo, Marquinhos afastou mal e Emerson Palmieri parou em grande defesa de Chevalier, que colocou o peito à frente da bola. Antes do intervalo, Weah ainda acertou uma bomba de fora da área à direita do gol.

    Chevalier milagroso! Na primeira grande chance da etapa final, o goleiro do PSG fez duas defesaças em sequência. Igor Paixão cabeceou firme para Chevalier espalmar. Logo em seguida, Pavard chegou batendo, mas o arqueiro levantou rápido e conseguiu encaixar a porrada do lateral do Marselha. Pouco depois, Gouiri finalizou dentro da área para mais uma grande ação do goleiro.

    PSG respondeu. Em contra-ataque, Doué balançou na frente da área e deixou na passagem com João Neves, que chegou batendo e viu Rulli espalmar. No rebote, o português ficou sem ângulo e perdeu. Na sequência do lance, Doué levou perigo de fora da área.

    Pacho decisivo! Kondogbia mandou bola longa da defesa para Aubameyang, que ganhou de Pacho na corrida. Chevalier saiu do gol, mas o atacante chegou antes e deu um drible da vaca. Quando Auba ia mandar para o gol vazio, Pacho se recuperou e afastou.

    1×1. Após martelar, o Olympique chegou ao empate em um pênalti. Aubameyang lançou Greenwood, que ficou cara a cara com Chevalier e foi derrubado pelo goleiro na área. Na cobrança, o próprio camisa 10 deslocou o goleiro e igualou o marcador aos 30 minutos.

    E a virada veio. O PSG não apresentava resposta, e o Marselha chegou ao segundo gol. Traoré fez jogada pela esqueda e cruzou. Pacho tentou cortar e mandou contra a própria meta: 2 a 1.

    2×2. O PSG lutou até o fim e conseguiu empatar novamento nos acréscimos. Vitinha mandou para frente, e Barcola deixou Gonçalo Ramos na boa para fazer o segundo.

    PSG
    Chevalier; Zaïre-Emery (Mayulu), Marquinhos, Pacho e Nuno Mendes; João Neves, Fabián Ruiz (Gonçalo Ramos) e Vitinha; Doué, Kvaratskhelia (Barcola) e Dembélé. T.: Luis Enrique.

    OLYMPIQUE DE MARSELHA
    Rulli; Pavard, Balerdi e Medina; Weah (Murillo), Hojbjerg, Kondogbia e Emerson Palmieri; Greenwood (O’Riley), Igor Paixão (Traoré) e Gouiri (Aubameyang). T.: Roberto De Zerbi

    Local: Estádio Internacional Jaber Al-Ahmad, no KuwaitÁrbitro: Thomas Léonard
    Assistentes: Huseyin Ocak e Ludovic Reyes
    VAR: Bastien DechepyGols: Dembélé (12’/1ºT), Gonçalo Ramos (49’/2ºT) (PSG); Greenwood (30’/2ºT), Pacho (contra, 41’/2ºT) (OM)Cartões amarelos: Zaïre-Emery (PSG); Medina, Hojbjerg e Weah (OM)

    Palmeiras se despediu de 2025 com três vices: Campeonato Paulista, Brasileirão e Copa Libertadores

    Folhapress | 18:12 – 08/01/2026

    Nos pênaltis, PSG bate Olympique e é campeão da Supercopa da França