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  • Bruno Mars diz que seu novo álbum está pronto quase dez anos depois do último disco

    Bruno Mars diz que seu novo álbum está pronto quase dez anos depois do último disco

    A informação foi divulgada nesta segunda-feira (5) em uma publicação sucinta no X, na qual o cantor escreveu apenas: “Meu álbum está pronto”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bruno Mars confirmou que concluiu seu novo álbum, o que encerra um hiato de nove anos desde o último lançamento solo. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (5) em uma publicação sucinta no X, na qual o cantor escreveu apenas: “Meu álbum está pronto”.

    Rumores sobre um novo trabalho de estúdio circulavam havia algum tempo, mas esta é a primeira confirmação oficial feita pelo próprio músico. O terceiro e último álbum de Mars, “24K Magic”, chegou ao público em 2016. Entre as canções, estavam “That’s What I Like” e “Finesse”.

    Bruno Mars diz que seu novo álbum está pronto quase dez anos depois do último disco

  • China cria centrífuga recorde que simula milhares de anos em poucas horas

    China cria centrífuga recorde que simula milhares de anos em poucas horas

    A CHIEF1900, capaz de gerar força equivalente a 1.900 vezes a gravidade da Terra, permite acelerar fenômenos naturais e industriais e coloca a China na vanguarda da pesquisa em engenharia e física experimental, segundo o South China Morning Post

    Pesquisadores da Universidade de Zhejiang, no leste da China, colocaram em operação uma das máquinas científicas mais impressionantes do mundo. Trata-se da CHIEF1900, uma centrífuga capaz de gerar uma força equivalente a 1.900 vezes a gravidade da Terra, estabelecendo um novo recorde mundial.

    Segundo o South China Morning Post, a estrutura foi construída a cerca de 15 metros abaixo do solo para reduzir vibrações e integra um complexo científico avaliado em aproximadamente 285 milhões de dólares. O objetivo é acelerar fenômenos naturais e industriais que, em condições normais, levariam décadas ou até milhares de anos para serem observados.

    Na prática, a centrífuga funciona como um “atalho” para a ciência. Ao submeter materiais e modelos físicos a forças extremas, os pesquisadores conseguem simular em poucas horas processos geológicos, ambientais e estruturais que demorariam gerações no mundo real. Um exemplo citado é o da engenharia civil: um modelo reduzido de barragem pode ser submetido a hipergravidade e reproduzir exatamente o estresse que uma estrutura real sofreria ao longo de muitos anos.

    A máquina também permite estudar como poluentes se espalham no solo ao longo de séculos, testar a resistência de materiais usados em grandes obras e até analisar o comportamento de plantas e células em condições de gravidade extrema, semelhantes às encontradas em outros planetas.

    Operar nesse nível de força impõe desafios técnicos consideráveis. Para evitar superaquecimento e danos estruturais, os engenheiros desenvolveram sistemas avançados de controle térmico e isolamento. Ainda assim, a CHIEF1900 foi projetada para funcionar de forma contínua e segura.

    De acordo com o jornal, a instalação está aberta a pesquisadores estrangeiros, reforçando a estratégia da China de se posicionar como um polo global em pesquisas de grande escala em física e engenharia. 

    China cria centrífuga recorde que simula milhares de anos em poucas horas

  • Neve cobre a Europa e transforma cidades em cenários de cartão-postal

    Neve cobre a Europa e transforma cidades em cenários de cartão-postal

    Uma massa de ar polar derrubou as temperaturas em vários países europeus, cobriu grandes cidades de neve e afetou transportes, especialmente na França e na Espanha. O fenômeno provocou acidentes, cancelamentos de voos e deixou ao menos cinco mortos.

    Uma forte onda de frio atinge a Europa neste início de ano e provoca queda de neve em diversos países, afetando grandes cidades, serviços de transporte e a rotina da população. As temperaturas despencaram e transformaram paisagens urbanas em cenários típicos de inverno rigoroso.

    Na Espanha, a neve caiu em várias localidades. Madri voltou a registrar o fenômeno após cinco anos sem precipitação desse tipo, cobrindo ruas e praças da capital espanhola de branco e causando transtornos no trânsito.

    Na França, o impacto foi ainda maior. Paris e outras regiões do norte do país amanheceram cobertas de neve, em imagens que lembram cartões-postais, mas que também trouxeram problemas práticos. A Direção-Geral da Aviação Civil francesa solicitou que as companhias aéreas reduzissem em 15% os voos programados nos aeroportos da capital, devido às condições climáticas adversas que atingem o noroeste do país.

    Uma tempestade avançou pelo território francês desde a madrugada de segunda-feira, provocando nevascas intensas inicialmente na Bretanha e na Normandia e, ao longo do dia, na região de Île-de-France, onde fica Paris. Em algumas áreas, a neve acumulou vários centímetros.

    Apesar do cenário visualmente bonito, os efeitos são graves. Pelo menos 26 regiões francesas estão sob alerta laranja por causa do frio extremo. Até o momento, há registro de cinco mortes, todas causadas por acidentes de trânsito relacionados às estradas cobertas de neve e gelo, segundo informações da emissora BFM TV.

    Neve cobre a Europa e transforma cidades em cenários de cartão-postal

  • Trump descarta eleições na Venezuela em 30 dias e diz que precisa 'consertar o país primeiro'

    Trump descarta eleições na Venezuela em 30 dias e diz que precisa 'consertar o país primeiro'

    O prazo foi mencionado pelo presidente americano porque a Constituição venezuelana estipula que, em casos de “ausência absoluta” de um presidente, como impeachment ou morte, um novo pleito precisa acontecer no espaço de um mês

    (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em entrevista nesta segunda-feira (5) que a Venezuela, país que o republicano diz querer governar, não terá eleições nos próximos 30 dias.

    “Precisamos consertar o país primeiro, não dá pra ter uma eleição. As pessoas nem conseguiriam votar. Precisamos revitalizar o país”, disse Trump à emissora NBC News.

    O prazo foi mencionado pelo presidente americano porque a Constituição venezuelana estipula que, em casos de “ausência absoluta” de um presidente, como impeachment ou morte, um novo pleito precisa acontecer no espaço de um mês.

    Entretanto, em caso de “ausência temporária”, cenário sem exemplos explícitos no texto constitucional, o vice pode assumir o comando do país por noventa dias, prorrogáveis por mais noventa, quando, então, devem ser realizadas novas eleições.

    O americano disse ainda que os EUA não estão em guerra com a Venezuela, e sim com traficantes de drogas. “Estamos numa guerra contra as pessoas que vendem drogas, que esvaziam suas prisões e hospitais de saúde mental e mandam criminosos, viciados e doentes mentais para os EUA”, afirmou, repetindo a retórica que usa desde as campanhas eleitorais com a bandeira anti-imigração.

    Na entrevista, Trump repetiu que estará “no controle” da Venezuela no futuro, auxiliado por integrantes do primeiro escalão de seu governo, como o secretário de Estado, Marco Rubio, o de Defesa, Pete Hegseth, e o vice-presidente, J. D. Vance.

    Nesta segunda, a chavista Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro, foi empossada como líder interina da Venezuela em cerimônia na Assembleia Nacional pelo prazo inicial de 90 dias, indicando que o regime enxergou, ao menos constitucionalmente, a captura do ditador como “ausência temporária”.

    Em discurso, Delcy declarou lealdade ao ditador, disse que assumia “com pesar” após uma “agressão militar ilegítima” e não deu sinais de que estará mais disposta a ceder às exigências de Washington do que Maduro.

    Trump, entretanto, disse na entrevista à NBC que Delcy vem cooperando com os EUA, sugerindo que sanções americanas contra a líder interina podem ser suspensas em breve. Questionado se houve anuência de Delcy ou de militares venezuelanos para a captura de Maduro no sábado (3), Trump negou: “Muitas pessoas queriam fazer esse acordo, mas decidimos fazer do jeito que foi”.

    O presidente disse que Rubio, chefe da diplomacia americana, está em contato direto com a líder interina. “O relacionamento tem sido muito forte. Ele fala com ela em espanhol fluente”, disse Trump -Rubio é filho de cubanos exilados.

    O ataque contra a Venezuela envolveu cerca de 200 soldados americanos, que invadiram Caracas e enfrentaram resistência mínima enquanto capturavam o ditador. Nenhum militar dos EUA foi morto, enquanto pelo menos 40 pessoas, entre guarda-costas cubanos de Maduro e militares e civis venezuelanos, foram mortos pelos americanos.

    A facilidade com a qual a operação transcorreu levantou suspeitas de que houvesse um acordo secreto entre setores do regime e os EUA para que Maduro fosse removido -Trump negou a sugestão nesta segunda.

    O presidente também desmentiu uma reportagem do The Washington Post segundo a qual ele teria decidido escantear María Corina Machado, principal líder da oposição venezuelana, porque ela ganhou o prêmio Nobel da Paz, cobiçado por Trump. “Ela não deveria ter vencido, mas isso não teve nada a ver com a minha decisão” de não colocá-la no comando do país, afirmou.

    No domingo (4), o ex-diplomata Edmundo González, que afirma ter sido o vencedor das eleições presidenciais de 2024, disse ser o novo presidente da Venezuela. Em vídeo, González instou as Forças Armadas a reconhecer sua autoridade.

    Trump voltou a dizer na entrevista que pretende abrir a indústria petrolífera da Venezuela, nacionalizada desde os anos 1970, a empresas americanas, afirmando que seu governo pode subsidiar o retorno das petroleiras dos EUA ao país, dono das maiores reservas do mundo.

    Segundo o republicano, o projeto de modernizar a extração de petróleo venezuelano pode ser concluído em 18 meses -especialistas acreditam que qualquer esforço do tipo seria uma empreitada de décadas. “Acho que podemos fazer em até menos tempo [do que um ano e meio], mas vai custar caro”, disse Trump.

    “Uma quantidade gigantesca de dinheiro terá que ser gasta, e as petroleiras vão gastar, mas podem ser reembolsadas por nós”, disse. Analistas que acompanham o setor energético expressam dúvidas sobre o desejo das grande petroleiras de fazer as vontade de Trump, dado o histórico venezuelano de nacionalizações e o nível de investimentos necessário para lucrar em um momento de baixa no preço da commodity.

    Líderes das três maiores empresas de petróleo dos EUA -a Exxon, a ConocoPhilips e a Chevron- se reunirão na próxima quinta-feira (8) com o secretário de Energia do governo Trump, Chris Wright, segundo a imprensa americana.

    Trump descarta eleições na Venezuela em 30 dias e diz que precisa 'consertar o país primeiro'

  • Polícia reage a drones próximos ao palácio presidencial em Caracas

    Polícia reage a drones próximos ao palácio presidencial em Caracas

    Disparos foram feitos para impedir a aproximação de aeronaves não autorizadas na área do Palácio de Miraflores, dois dias após a captura de Nicolás Maduro. Autoridades afirmam que não houve confronto e dizem que a situação está sob controle.

    A polícia da Venezuela efetuou disparos para afastar drones que sobrevoavam a área ao redor do Palácio de Miraflores, sede da Presidência, em Caracas, na noite de segunda-feira. A informação foi confirmada por uma fonte oficial à imprensa. O episódio ocorreu por volta das 20h no horário local, 21h em Brasília, pouco mais de dois dias após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, por tropas dos Estados Unidos, ao fim de um ataque à capital.

    “O que aconteceu no centro de Caracas foi a presença de drones que sobrevoaram a região sem autorização. A polícia efetuou disparos para impedir a aproximação. Não houve qualquer confronto”, afirmou a fonte oficial, citada pela agência France-Presse (AFP). Segundo ela, o país permanece em “perfeita tranquilidade”.

    Um morador que vive a cerca de cinco quarteirões do palácio contou à AFP que ouviu sons semelhantes a detonações. “Pareciam explosões, bem próximas. Não eram tão altas quanto as do ataque de sábado”, relatou, sob condição de anonimato. “A primeira coisa que pensei foi verificar se havia aviões sobrevoando o bairro, mas não havia. Só vi duas luzes vermelhas no céu. Durou cerca de um minuto. As pessoas ficaram olhando pelas janelas para tentar entender o que estava acontecendo.”

    Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o que aparentam ser balas traçantes, munições com carga pirotécnica cuja trajetória fica visível no ar, disparadas em direção ao céu contra um alvo que não aparece nas imagens. As gravações também indicam a mobilização de várias forças de segurança no entorno do palácio presidencial.

    No sábado, os Estados Unidos lançaram o que classificaram como um ataque em grande escala contra a Venezuela para capturar e julgar o presidente deposto e sua esposa, anunciando que vão administrar o país até a conclusão de uma transição de poder.

    Na segunda-feira, Nicolás Maduro e a mulher prestaram breves depoimentos em um tribunal de Nova York, onde respondem a acusações de tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro. Ambos se declararam inocentes. A próxima audiência foi marcada para 17 de março.

    A vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assumiu a Presidência interina da Venezuela com o apoio das Forças Armadas. No cenário internacional, a reação à ofensiva norte-americana dividiu governos entre críticas ao ataque a Caracas e manifestações favoráveis à queda de Maduro.

    A União Europeia defendeu que qualquer transição política no país inclua líderes da oposição, como María Corina Machado e Edmundo González. Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que a ação militar dos Estados Unidos pode ter implicações preocupantes para a região, especialmente pelo risco de intensificação da instabilidade interna na Venezuela.

    Polícia reage a drones próximos ao palácio presidencial em Caracas

  • Israel ataca alvos que seriam dos grupos Hamas e Hezbollah no Líbano

    Israel ataca alvos que seriam dos grupos Hamas e Hezbollah no Líbano

    O Líbano enfrenta crescente pressão de Washington e de Israel para desarmar o Hezbollah, e seus líderes temem que Tel Aviv intensifique os ataques em todo o país

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Israel começou a atacar nesta segunda-feira (5) o que descreveu como alvos dos grupos extremistas Hamas e Hezbollah no Líbano, após emitir alertas de retirada para quatro aldeias no leste e sul do país.

    Antes, um porta-voz israelense disse que o Exército planejava uma ofensiva à infraestrutura militar das organizações nas aldeias de Hammara e Ain el-Tineh, no leste da nação, e Kfar Hatta e Aanan, no sul.

    Tel Aviv e Beirute concordaram, em novembro de 2024, com um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, encerrando mais de um ano de combates entre o Estado judeu e o Hezbollah que enfraqueceram o grupo extremista apoiado pelo Irã. Desde então, os lados têm trocado acusações sobre violações.

    O Líbano enfrenta crescente pressão de Washington e de Israel para desarmar o Hezbollah, e seus líderes temem que Tel Aviv intensifique os ataques em todo o país já devastado para pressionar o confisco do arsenal do Hezbollah mais rapidamente.

    Israel ampliou os ataques contra alvos no Líbano no último mês. Em visita à capital libanesa no início de dezembro, o papa Leão 14 pediu o fim dos ataques e das hostilidades entre os dois países.

    Israel ataca alvos que seriam dos grupos Hamas e Hezbollah no Líbano

  • Cida, vencedora do BBB 4, diz que voltaria ao programa e relembra golpes

    Cida, vencedora do BBB 4, diz que voltaria ao programa e relembra golpes

    Ex-sister diz que hoje aplicaria dinheiro e confiaria menos nas pessoas após perder prêmio; campeã de 2004 afirma que ainda é reconhecida pelo público após 22 anos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Com o BBB 26 marcado para estrear na segunda-feira (12) e com a promessa de um grupo de veteranos na nova temporada, Cida dos Santos, campeã do BBB 4, afirma que voltaria ao programa se fosse chamada. Desta vez, a ex-campeã diz que traçaria uma caminho dentro e após o reality muito diferente da primeira passagem pela atração.

    Ela conta que o pós-BBB foi bem menos glamouroso do que o prêmio sugeria. Mesmo após levar R$ 500 mil, ela diz que sofreu golpes e perdas financeiras, fazendo com que a bolada que recebeu não durasse muito.

    Em entrevista à coluna Play, do O Globo, a ex-sister disse que, desta vez, trataria os R$ 3 milhões como projeto de longo prazo. “Investiria em imóveis com certeza, que era o meu sonho. Mas eu era muito nova, não tinha muita experiência. Hoje eu aplicaria meu dinheiro e teria poucas amizades, como eu tenho atualmente, e confiaria cada dia menos no ser humano. Hoje em dia eu seleciono mais as pessoas para estarem comigo. Tenho outra cabeça. E a vida tem que seguir. Acho que a gente passa por momentos difíceis, mas é para aprender e evoluir”.

    Na época, a vencedora conseguiu comprar um imóvel com o prêmio, mas que acabou o perdendo após um golpe.

    Ela diz se caso voltasse não seria para repetir o papel de boba e seria ativa no jogo. “Eu acho que seria uma boa, eu iria jogar muito, porque hoje eu tenho outra mentalidade. Na época em que eu participei, era tudo muito novo, eu não tinha experiência, não conhecia nada. Hoje eu não estou aqui para levar desaforo de ninguém para casa. Iriam conhecer a nova Cidoca. Aquela bobona e caladinha já passou há muito tempo”.

    Ela também afirma que o reconhecimento do público segue intacto, como se a passagem pela casa não tivesse ficado duas décadas para trás. “A galera não esquece. Eles falam: ‘Você tem que voltar para o ‘BBB’, falta você lá’. Esse carinho, graças a Deus, é o ano todo, aonde eu passo. Parece que foi tipo assim, um ano atrás, e não 22 anos, porque as pessoas lembram perfeitamente. É muito gostoso isso”, relembrou Cida.

    Cida, vencedora do BBB 4, diz que voltaria ao programa e relembra golpes

  • Flamengo acaba com canoagem e dispensa Isaquias Queiroz

    Flamengo acaba com canoagem e dispensa Isaquias Queiroz

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Flamengo anunciou nesta segunda-feira (5) a dispensa de atletas e o encerramento das modalidades de canoagem e remo do clube. Entre os nomes que deixam de ter vínculo com a equipe carioca está Isaquias Queiroz, dono de cinco medalhas olímpicas.

    Medalhista nas últimas três edições dos Jogos Olímpicos -Rio-2016, Tóquio-2020 e Paris-2024-, ele tinha o apoio do rubro-negro nas competições nacionais. Vinculado ao clube nos últimos sete anos, o atleta havia renovado seu contrato em março de 2025 para o ciclo até Los Angeles-2028.

    “Muito orgulho, meu amor, de você ter vestido realmente esse manto de corpo e alma e representado tão bem o Mengão. Triste porque sou flamenguista desde que me entendo por gente. E não ver o maior no melhor time do Brasil me corta o coração”, escreveu Laina Guimarães, esposa de Isaquias Queiroz, nas redes sociais.

    Em nota, o clube afirmou que o fato de o canoísta não morar no Rio de Janeiro pesou na decisão da diretoria.

    “Atualmente, tanto Isaquias Queiroz como Gabriel Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento não residem nem realizam seus treinamentos no Rio de Janeiro. Esse contexto inviabiliza a consolidação de um trabalho estruturado de base e a formação de novos talentos, pilares fundamentais do projeto esportivo do Flamengo e parte essencial do seu DNA histórico”, escreveu o clube.

    O rubro-negro também encerrou a modalidade de pararemo. Com isso, Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcellos e Valdenir Junior foram dispensados.

    “O Clube de Regatas do Flamengo também encerra sua participação no pararemo. O clube agradece aos atletas Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcellos e Valdenir Junior por representarem o Manto Sagrado com dedicação, comprometimento e espírito esportivo, contribuindo para a história rubro-negra no paradesporto. O Flamengo reconhece a importância de suas trajetórias e deseja pleno êxito na continuidade de suas carreiras”, diz outro trecho do comunicado.

    Timão não incluiu projeções de resultados esportivos no planejamento para 2026 para evitar condicionar o elenco; principal desafio da diretoria é manter o nível do elenco mesmo com a redução de cerca de 30% no orçamento do futebol

    Folhapress | 19:36 – 05/01/2026

    Flamengo acaba com canoagem e dispensa Isaquias Queiroz

  • Após fala de Trump, Petro diz que pegará em armas se necessário

    Após fala de Trump, Petro diz que pegará em armas se necessário

    Presidente colombiano deu ordem às forças para atirar no invasor

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse nesta segunda-feira (5) que, se necessário, poderá voltar a pegar em armas para defender o país. O mandatário ressaltou ainda que deu ordem à força pública colombiana para atirar contra o “invasor”. 

    As declarações, escritas no X, foram dadas em resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, neste domingo (4), ameaçou armar uma operação militar contra a Colômbia.    

    “Embora eu não tenha sido militar, conheço a guerra e a clandestinidade. Jurei não empunhar mais uma arma desde o Pacto de Paz de 1989, mas pela Pátria pegarei novamente em armas, ainda que não queira”, disse Petro, que participou do movimento de guerrilha M19 (Movimento 19 de Abril), nos anos 1980. O presidente da Colômbia afirmou ainda que os comandantes da força pública que não defendam a soberania popular deverão deixar a corporação.

    “Cada soldado da Colômbia tem agora uma ordem: todo comandante da força pública que preferir a bandeira dos Estados Unidos à bandeira da Colômbia deve se retirar imediatamente da instituição, por ordem das bases, da tropa e minha. A Constituição ordena à força pública que defenda a soberania popular”.

    O presidente acrescentou que a ordem à força pública é não atirar contra o povo, mas sim contra o invasor.

    Petro listou uma série de ações do seu governo contra a produção e o tráfico de drogas e destacou que foi eleito democraticamente e não tem envolvimento com o narcotráfico. “Não sou ilegítimo, nem sou narcotraficante. Só possuo minha casa de família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários foram publicados. Ninguém pôde dizer que gastei mais do que ganho. Não sou ambicioso”.  

    “Tenho enorme confiança no meu povo, e por isso pedi que o povo defenda o presidente de qualquer ato violento ilegítimo contra ele”, acrescentou.

    Ontem, Trump ameaçou deflagrar uma ação militar contra a Colômbia, disse que o país está doente e é administrado por um homem doente. O presidente dos EUA acusou, sem provas, o presidente Petro de gostar de produzir cocaína e de vender a droga aos Estados Unidos. As afirmações foram feitas após os Estados Unidos sequestrarem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação no sábado (3), e o levarem para Nova York para ser julgado.

    Após fala de Trump, Petro diz que pegará em armas se necessário

  • Com alta de 6,79%, salário mínimo sobe R$ 103 em 2026

    Com alta de 6,79%, salário mínimo sobe R$ 103 em 2026

    O reajuste do salário mínimo em 2026 foi de 6,79%; novo valor passou a valer em janeiro e será recebido pelos trabalhadores a partir de fevereiro

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O salário mínimo foi atualizado para R$ 1.621 em 2026, um aumento de R$ 103 em relação ao valor anterior.

    O reajuste do salário mínimo em 2026 foi de 6,79%. O novo valor passou a valer em janeiro e será recebido pelos trabalhadores a partir de fevereiro.

    O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou o novo valor após divulgação dos dados de inflação. O cálculo considera o INPC acumulado em 12 meses até novembro, somado ao crescimento do PIB de dois anos antes, com limite de 2,5 pontos percentuais acima da inflação.

    O INPC, índice que mede a inflação para famílias de baixa renda, ficou em 0,03% em novembro. No acumulado de 12 meses, o índice chegou a 4,18%.

    IMPACTO NO ORÇAMENTO E COMPARAÇÃO COM PREVISÕES

    O valor final ficou abaixo do que o governo estimava para o Orçamento de 2026. No início do ano, a previsão era de R$ 1.630; na aprovação do Orçamento, de R$ 1.627. O valor oficial foi fechado em R$ 1.621 por causa da inflação menor do que o previsto.

    A diferença é resultado da desaceleração da inflação nos últimos meses. O governo utiliza o INPC e o crescimento do PIB para tentar garantir aumento real ao mínimo, mas impõe teto para não pressionar demais as contas públicas.

    Com alta de 6,79%, salário mínimo sobe R$ 103 em 2026

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia