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  • Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

    Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

    A fotografia de Nicolás Maduro dentro do navio de guerra dos EUA – compartilhada pelo presidente norte-americano, Donald Trump – viralizou na internet e vários usuários criaram ‘memes’. O venezuelano já se encontrada num centro de detenção em Nova York.

    A fotografia de Nicolás Maduro, compartilhada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua plataforma Truth Social, na tarde de sábado, 3 de janeiro, enquanto o venezuelano era levado para os Estados Unidos a bordo de um navio de guerra, rapidamente se tornou um “meme” na internet.

    A imagem inédita mostra o presidente venezuelano algemado, vestindo um agasalho cinza, com os olhos cobertos e usando protetores auditivos. A foto passou a circular amplamente nas redes sociais e gerou inúmeras reações entre os internautas.

    Em geral, as brincadeiras e comentários sobre a detenção de Nicolás Maduro estão relacionadas ao seu visual. Alguns usuários afirmaram que o venezuelano parecia ter acabado de sair de uma boate.

    Há também quem tenha comentado que Maduro parecia estar a caminho de uma “Bizarrap Session”, em referência ao DJ e produtor argentino Bizarrap, conhecido por aparecer frequentemente usando óculos escuros.

    A inteligência artificial foi também usada para ‘dar vida’ à fotografia.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados pelos Estados Unidos e retirados do país à força na madrugada de sábado. O líder venezuelano foi acusado de diversos crimes, incluindo narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e delitos relacionados ao uso de armas automáticas.

    A captura ocorreu na madrugada de sábado, 3 de janeiro, após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos realizar ataques aéreos em várias regiões da Venezuela, inclusive na capital, Caracas. Na ocasião, houve relatos de explosões e movimentação de aeronaves militares sobre a cidade.

    Posteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que seu homólogo venezuelano foi capturado e removido à força do país após os Estados Unidos promoverem um “ataque em grande escala”.

    Da Venezuela a Nova York: o trajeto de Maduro após a captura

    Após serem detidos em sua residência oficial, Maduro e a esposa foram levados para Guantánamo a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima.

    O casal desembarcou em Nova York no fim da tarde de sábado. Com a chegada do avião militar Boeing 757 ao aeroporto internacional Stewart, dezenas de agentes de diferentes agências federais dos Estados Unidos, como o FBI (Departamento Federal de Investigação) e a DEA (Administração de Controle de Drogas), entraram na aeronave.

    Maduro foi então encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), uma prisão federal no Brooklyn, onde passou a primeira noite sob custódia.

    Vale destacar que a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro provocaram reações em todo o mundo. Enquanto alguns apoiaram a decisão de Donald Trump, outros criticaram e condenaram a captura do líder venezuelano.

    Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

  • Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

    Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

    Kamala Harris condenou a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, assim como a captura de Nicolás Maduro e da sua mulher, Cilia Flores, classficando a ação como “ilegal” e “imprudente”. A democrata afirmou ainda que as “ações de Trump não tornam a América mais segura”.

    A ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, criticou e condenou a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, classificando a operação militar como “ilegal” e “imprudente”.

    Harris reagiu à ação do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, na Venezuela por meio de uma publicação na rede social X (antigo Twitter).

    Na avaliação da democrata, “as ações de Donald Trump não tornam a América mais segura, mais forte ou mais acessível”. Ela reconheceu, no entanto, que Nicolás Maduro é “um ditador brutal e ilegítimo”, mas ressaltou que isso “não muda o fato de a ação ter sido ilegal e imprudente”.

    “Já vimos esse filme antes. Guerras por mudança de regime ou por petróleo são vendidas como força, mas acabam se transformando em caos, e as famílias americanas pagam o preço”, escreveu.

    Kamala Harris afirmou ainda que “o povo americano não quer isso” e que “está cansado de ser enganado”.

    “Não se trata de drogas ou democracia. Trata-se de petróleo e do desejo de Donald Trump de se apresentar como um líder forte na região. Se ele realmente se importasse com qualquer um dos dois, não perdoaria um traficante de drogas condenado nem marginalizaria a oposição legítima da Venezuela enquanto busca acordos com aliados de Maduro”, acrescentou.

    A democrata também acusou Trump de colocar “as tropas em risco” e de “desestabilizar uma região”.

    “A América precisa de uma liderança cujas prioridades sejam reduzir os custos para as famílias trabalhadoras, impor o Estado de Direito, fortalecer alianças e, acima de tudo, colocar os americanos em primeiro lugar”, concluiu.

    O que se sabe sobre a operação militar? E sobre a detenção de Maduro?

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados pelos Estados Unidos e retirados do país à força na madrugada de sábado. O líder venezuelano foi acusado de diversos crimes, incluindo narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e delitos relacionados ao uso de armas automáticas.

    A captura ocorreu após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos, que realizou ataques aéreos em várias regiões da Venezuela, inclusive em Caracas. Na ocasião, houve relatos de explosões e intensa movimentação de aeronaves militares.

    Posteriormente, Donald Trump afirmou que Maduro foi capturado e removido à força do país após um “ataque em grande escala”.

    De Venezuela a Nova York

    Após serem detidos em sua residência oficial, Maduro e a esposa foram levados para Guantánamo a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima.

    O casal chegou a Nova York no fim da tarde de sábado. No desembarque do avião militar Boeing 757 no aeroporto internacional Stewart, agentes de diversas agências federais dos EUA, como o FBI e a DEA, entraram na aeronave.

    Maduro foi encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), uma prisão federal no Brooklyn, onde passou a primeira noite sob custódia.

    Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

  • Tragédia na Suíça! Jogador do Metz enfrentou chamas para salvar namorada

    Tragédia na Suíça! Jogador do Metz enfrentou chamas para salvar namorada

    Tahirys dos Santos continua hospitalizado depois de ter ficado gravemente ferido após o incêndio que ocorreu num bar em Crans-Montana, na Suíça na última quarta-feira, em plena noite de passagem de ano, que provocou a morte de 40 pessoas. O jovem jogador do Metz encontra-se internado na Alemanha, para onde foi transportado na quinta-feira, mas apenas no sábado foi revelado que: Tahirys enfrentou as chamas para salvar a namorada

    A revelação foi feita pelo seu empresário, Christophe Hutteau, em declarações ao canal francês BFMTV. O meia de 19 anos encontrava-se no piso superior e conseguiu abandonar o bar, mas acabaria por voltar atrás ao saber que a sua namorada estava no interior do mesmo e no piso inferior, onde as chamas deflagaram. 

    “Ele não estava no piso inferior. Estava no primeiro andar e eu vou compartilhar uma coisa: ele conseguiu sair [do bar], mas depois percebeu que a sua namorada estava no interior e voltou a entrar para a salvar das chamas. Ou seja, além de vítima, ele também é um herói. E digo isto com muita emoção, apesar da minha experiência no futebol”, afirmou. 

    Hutteau mostrou-se, assim, emocionado com o ato de coragem do jovem jogador e também fez uma atualização do seu estado clínico, ao mesmo tempo que confirmou que Tahirys sofreu queimaduras em 30% do corpo. 

    “Vamos ter de esperar quatro ou cinco dias para perceber a situação dele. Quando se fala neste tipo de queimaduras, os primeiros dias são muito importantes, até por causa das infeções. Temos de ter calma, mas sim há sinais positivos e empolgantes. Nós estamos ao lado dele. Viveu um drama físico e psicológico“, lamentou Christophe Hutteau. 

    Tahirys dos Santos, meio-campista francês com dupla nacionalidade cabo-verdiana, encontrava-se integrado na equipe B do Metz e procurava ascender à equipe principal, que atua na primeira divisão do Campeonato Francês.

    Polícia já identificou 24 vítimas 

    A polícia suíça continua com o trabalho de identificação da vítimas. Até agora foram identificadas 24 das 40 vítimas mortais. E na manhã deste domingo foi divulgado um novo balanço: 18 cidadãos suíços (quatro mulheres e seis homens) entre os 14 e os 31 anos; dois italianos de 16 anos; um cidadão com dupla nacionalidade, da Itália e Emirados Árabes Unidos, também de 16 anos; um romeno de 18 anos; um francês de 39 anos e um turco de 18.

    Há também uma vítima mortal portuguesa, confirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

    Donos do bar investigados 

    Além da identificação das vítimas, as autoridades helvéticas também já abriram uma investigação criminal aos proprietários do bar. O casal francês pode ser acusado de homicídio involuntário, uma vez que o incêndio teria sido desencadeado por velas incandescentes colocadas em garrafas de champanhe, que teriam tocado o teto do bar. 

    Entretanto, a Suíça também já decretou um dia de luto nacional agendado para dia 9 de janeiro. 


    Tragédia na Suíça! Jogador do Metz enfrentou chamas para salvar namorada

  • Novo rumor volta a apontar lançamento do iPhone 18 só para 2027

    Novo rumor volta a apontar lançamento do iPhone 18 só para 2027

    A Apple deverá dar prioridade ao iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que devem continuar a ser lançados no outono de 2026. A par destes modelos, acredita-se que a Apple deverá lançar também o primeiro iPhone de tela dobrável e o sucessor do ultrafino iPhone Air.

    Há algum tempo circulam rumores sobre a possibilidade de a Apple não lançar o iPhone 18 ao mesmo tempo que os modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, optando assim por dividir o lançamento da próxima geração de smartphones em duas etapas.

    Esses rumores agora são reforçados pelo site MacRumors, que afirma que a Apple planeja priorizar os modelos topo de linha e o primeiro aparelho dobrável da marca, lançando-os em setembro de 2026. Já o iPhone 18 padrão deve chegar ao mercado apenas na primavera de 2027.

    “Por mais de uma década, a Apple apresentou sua principal linha de iPhones no outono, com todos os modelos principais sendo lançados em setembro”, escreveu a publicação. “Espera-se que esse padrão mude, com a empresa dividindo o lançamento dos próximos iPhones em dois períodos distintos, em vez de revelar toda a geração de uma só vez. Com essa estratégia, a Apple deve priorizar os modelos premium no outono, enquanto adia os modelos padrão e de menor custo para o ano seguinte.”

    Essa é exatamente a estratégia mencionada nos vazamentos mais recentes, que apontam o lançamento do iPhone 18 para a primavera de 2027, coincidindo com a possível chegada de um iPhone 18e.

    Quanto ao que se espera para o outono de 2026, acredita-se que, além do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max, a Apple também apresente seu primeiro iPhone com tela dobrável — provisoriamente chamado de iPhone Fold — e, possivelmente, o sucessor do ultrafino iPhone Air.

    Novo rumor volta a apontar lançamento do iPhone 18 só para 2027

  • Dinamarca pede aos EUA "respeito total" pela integridade da Gronelândia

    Dinamarca pede aos EUA "respeito total" pela integridade da Gronelândia

    O embaixador da Dinamarca em Washington apelou hoje ao “respeito total” pela integridade da Gronelândia, após um ‘tweet’ da mulher do diretor-adjunto de gabinete da Casa Branca, que partilhou uma fotografia do território autónomo dinamarquês com a bandeira norte-americana.

    Katie Miller, esposa do vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, publicou no sábado, em sua conta pessoal na rede social X, uma imagem da Groenlândia colorida com as cores da bandeira dos Estados Unidos, acompanhada de uma legenda curta, em letras maiúsculas: “SOON” (“em breve”).

    A Groenlândia é alvo do interesse do presidente Donald Trump, o que tem causado desconforto na Dinamarca. As tensões entre os dois países voltaram a ganhar força após o anúncio feito no fim de dezembro pelo presidente norte-americano sobre a nomeação de um enviado especial para o vasto território autônomo dinamarquês.

    Em resposta à publicação de Katie Miller, o embaixador da Dinamarca nos Estados Unidos, Jesper Moller Sorensen, declarou: “Um pequeno lembrete amistoso aos Estados Unidos e ao Reino da Dinamarca: somos aliados próximos e devemos continuar trabalhando juntos como tal”.

    “E, sim, esperamos total respeito à integridade territorial do Reino da Dinamarca”, acrescentou o diplomata.

    Katie Miller atuou por um período como conselheira e porta-voz da comissão de eficiência governamental Doge, então liderada por Elon Musk, antes de passar a trabalhar com o bilionário no setor privado.

    A postagem de Miller na rede social X ocorre após uma operação do Exército dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, no sábado, em Caracas.

    Especialistas avaliam que a ação na Venezuela funciona como um aviso aos aliados dos Estados Unidos que demonstram preocupação com as ameaças de Trump de se apropriar de recursos estratégicos, começando por sua declarada intenção de anexar a Groenlândia.

    Dinamarca pede aos EUA "respeito total" pela integridade da Gronelândia

  • Prefeito de Nova York critica ato de guerra de Trump contra Venezuela

    Prefeito de Nova York critica ato de guerra de Trump contra Venezuela

    Em coletiva de imprensa no sábado, Zohran Mamdani disse ter tido uma conversa telefônica “franca e direta” com Donald Trump, a quem transmitiu o seu desacordo diante da “insistência em uma mudança de regime” na Venezuela.

    O prefeito de Nova York, o democrata Zohran Mamdani, criticou o que considera ser “um ato de guerra” da administração de Donald Trump contra a Venezuela, cujo chefe de Estado foi capturado e levado para os Estados Unidos.

    Em coletiva de imprensa no sábado, Zohran Mamdani disse ter tido uma conversa telefônica “franca e direta” com Donald Trump, a quem transmitiu o seu desacordo diante da “insistência em uma mudança de regime” na Venezuela.

    Em comunicado publicado na sua página na rede social X, o prefeito disse que foi informado sobre a captura de Nicolás Maduro por tropas dos Estados Unidos, bem como sobre a “planejada detenção sob custódia federal em Nova York”.

     

    Mamdani, que foi eleito em novembro e tomou posse na última quinta-feira (1°), lembrou que “atacar unilateralmente uma nação soberana é um ato de guerra e uma violação da lei federal e internacional”.

    A “busca por uma mudança de regime” na Venezuela “não afeta apenas quem está no estrangeiro, mas também impacta diretamente os nova-iorquinos”, assinalou, recordando que dezenas de milhares de venezuelanos consideram Nova York a sua casa.

    “O meu foco é a segurança deles e a segurança de cada nova-iorquino”, realçou Mamdani, prometendo que vai “continuar a monitorar a situação e emitir orientações relevantes”.

    Acusação

    A acusação dos Estados Unidos contra Nicolás Maduro vai ser julgada no Tribunal Distrital dos Estados Unidos no Distrito Sul de Nova York, onde promotores do Ministério Público já haviam apresentado um processo em 2020, acusando o líder venezuelano de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e crimes com armas automáticas.

    A acusação baseia-se em uma investigação da Administração de Repressão de Drogas (DEA, da sigla em inglês), que identifica Maduro como líder do Cartel de Los Soles, rede ligada a altas chefias militares venezuelanas que procurava enriquecer utilizando “a cocaína como arma contra os Estados Unidos”.

    Nicolás Maduro e a sua mulher, Cília Fortes, estão desde ontem sob custódia em uma prisão federal em Brooklyn, Nova York, após terem sido capturados em Caracas, capital venezuelana.

    Depois de aterrisar na Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, aeroporto militar localizado no norte do estado de Nova York, o chefe de Estado venezuelano desceu do avião militar Boeing 757 acompanhado por uma ampla operação de segurança.

    Dezenas de agentes do FBI (polícia federal de investigação) e da DEA esperavam Maduro, sob uma temperatura de dois graus Celsius negativos.

    Maduro foi então escoltado para uma instalação federal ligada à DEA, onde foi identificado, e transferido para o Centro de Detenção Metropolitano.

    A presidência dos Estados Unidos divulgou imagens da detenção e da transferência, mostrando Maduro caminhando por um corredor com uma passadeira azul e com a inscrição DEA NYD – Administração de Repressão de Drogas do Distrito de Nova York.

    O líder venezuelano deverá se apresentar a um juiz federal em Manhattan nos próximos dias.

    Entenda

    Os Estados Unidos lançaram no sábado (3) “um ataque de grande escala contra a Venezuela”, que capturou o Maduro e sua mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

    Entretanto, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela entregou a presidência interina à vice-presidente executiva, Delcy Rodriguez, “de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação”.

    Não se sabe ainda quando ela tomará posse, mas Delcy Rodriguez, que será a primeira mulher na história do país a liderar o executivo, já exigiu “a libertação imediata” de Nicolás Maduro, “o único presidente da Venezuela”, e condenou a operação militar dos Estados Unidos.

    A comunidade internacional tem-se dividido entre a condenação da ação dos Estados Unidos e o júbilo pela queda de Maduro.

     

     

    Prefeito de Nova York critica ato de guerra de Trump contra Venezuela

  • À vista ou parcelado? Especialistas dão dicas sobre a melhor forma de pagar IPTU e IPVA

    À vista ou parcelado? Especialistas dão dicas sobre a melhor forma de pagar IPTU e IPVA

    Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, quem antecipar o pagamento do IPVA em janeiro ganha 3% de abatimento no valor do tributo. No Rio Grande do Sul, quem antecipou o pagamento ainda em dezembro conseguiu descontos que chegaram a até 25,69%, somando benefícios extras que podem ser adicionados.

    JÚLIA GALVÃO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com o início de 2026, os contribuintes já podem se preparar para o pagamento do IPTU e do IPVA, que oferecem descontos para quem quitar à vista.

    Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, quem antecipar o pagamento do IPVA em janeiro ganha 3% de abatimento no valor do tributo. No Rio Grande do Sul, quem antecipou o pagamento ainda em dezembro conseguiu descontos que chegaram a até 25,69%, somando benefícios extras que podem ser adicionados.

    Mas será que aproveitar esses descontos é sempre a melhor opção?

    Especialistas em finanças pessoais orientam que a decisão deve levar em conta a situação financeira individual e até mesmo o possível rendimento de aplicações financeiras.

    O parcelamento sem juros pode ser mais vantajoso do que pagar antecipado, por exemplo, quando o dinheiro está investido e rendendo acima do percentual de desconto oferecido.

    Para tomar a decisão, os consumidores também devem considerar o patamar da Selic, a taxa básica de juros da economia, que influencia diretamente o rendimento das aplicações financeiras.

    Com a Selic hoje em 15%, investimentos conservadores de renda fixa seguem oferecendo retornos elevados. Relatórios de mercado indicam uma tendência de redução da taxa ao longo de 2026, de forma gradual, o que sugere que esses rendimentos devem permanecer atrativos no curto prazo e não devem alterar de maneira significativa a escolha entre pagar à vista ou parcelar.

    Segundo Natale Papa Júnior, professor de finanças do Ibmec-RJ, com os juros ainda elevados no país, as aplicações conservadoras podem reduzir ou eliminar a vantagem do pagamento à vista, especialmente quando o parcelamento é sem juros. Ainda assim, ele ressalta que a decisão deve considerar o impacto no orçamento do início do ano, que para algumas família também é acompanhado pela compra de materiais escolares, e o grau de disciplina financeira de cada contribuinte.

    “Quem não lida bem com uma reserva de dinheiro, vale a pena já fazer o pagamento à vista para garantir que vai ter a disciplina suficiente, porque senão a pessoa pode se comprometer a guardar e surgir um outro imprevisto, acabar gastando o dinheiro com outra coisa e aí não vai ter nem o rendimento dos juros para compensar o parcelamento nem o dinheiro para pagar essas parcelas”, diz o especialista.

    O consultor financeiro Renan Diego, autor do livro “Produtividade Financeira”, elaborou um exemplo prático para ajudar os consumidores a avaliar a decisão. Ele considerou um IPVA de R$ 2.400, com desconto de 5% para pagamento à vista (o que reduz o valor para R$ 2.280), em comparação com o parcelamento em três vezes sem juros de R$ 800.

    No pagamento à vista, a economia imediata seria de R$ 120. Já no cenário de parcelamento, o consumidor manteria os R$ 2.280 aplicados por três meses. Para empatar com o desconto, esse valor precisaria render mais de R$ 120 no período, o equivalente a cerca de 1,7% ao mês líquido. “Se o dinheiro não estiver rendendo acima disso, pagar à vista é mais vantajoso”, afirma Diego.

    Nos casos em que o desconto é de até 5%, Diego afirma que o parcelamento pode valer a pena se o dinheiro estiver rendendo acima de 1,5% a 2% ao mês, oferecendo liquidez e segurança. Quando o desconto varia de 8% a 10%, porém, o especialista diz que, na maioria das vezes, pagar à vista tende a ser a melhor opção.

    No caso do IPVA, o parcelamento costuma ser limitado a três meses, um prazo curto para que os juros compostos façam diferença relevante. Além disso, Diego diz que, na realidade da maioria dos brasileiros, aplicações como Tesouro Selic e CDBs dificilmente superam bons descontos à vista no curto prazo.

    Já no caso do IPTU, que costuma oferecer prazos de parcelamento mais longos, Natale Papa Júnior, avalia que a comparação entre investir o dinheiro e parcelar o imposto pode fazer mais sentido.

    CUIDADO COM AS PARCELAS

    “Muitos brasileiros têm dificuldade de entender que parcelamento sem juros não significa parcelamento sem custo”, afirma Renan Diego. Segundo o consultor financeiro, ao parcelar, é preciso considerar os riscos que podem comprometer o planejamento, como a perda de controle do orçamento mensal e o acúmulo de parcelas ao longo do ano.

    Para não comprometer a renda, Diego recomenda que despesas fixas e parcelas somadas não ultrapassem 50% do orçamento mensal. Já impostos e gastos sazonais deveriam representar, idealmente, até 10% da renda. “Quando as parcelas passam de seis vezes, é um sinal de alerta para despesas que deveriam ser planejadas antes”, acrescenta.

    PREPARAÇÃO PARA AS FINANÇAS DE INÍCIO DE ANO

    O especialista diz que existem três passos simples que ajudam o planejamento financeiro para esse período. O primeiro é criar uma reserva de gastos sazonais, separando ao longo dos meses um valor que consiga arcar com o IPVA, IPTU, materiais escolares e outras contas habituais do começo do ano.

    Depois, é recomendado mapear o calendário financeiro do ano. Segundo Diego, saber quando cada despesa chega evita decisões por impulso. Já o terceiro passo é manter um orçamento organizado, criando uma reserva de segurança, sendo possível, com isso, ter uma previsibilidade de despesas obrigatórias.

    À vista ou parcelado? Especialistas dão dicas sobre a melhor forma de pagar IPTU e IPVA

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Após 6 anos, Leticia Spiller volta às novelas e vive cantora sertaneja

    Após 6 anos, Leticia Spiller volta às novelas e vive cantora sertaneja

    Letícia vai interpretar Janete em ‘Coração Acelerado’, a nova novela das 19 horas que estreia no dia 12 de janeiro. É o retorno da atriz para as telas, já que sua última personagem foi Marilda, em ‘O Sétimo Guardião’.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Letícia Spiller volta para a televisão no dia 12 de janeiro, interpretando uma cantora sertaneja em ‘Coração Acelerado’. A última produção da atriz foi ‘O Sétimo Guardião’, que terminou em 2019.

    Letícia vai interpretar Janete em ‘Coração Acelerado’, a nova novela das 19 horas que estreia no dia 12 de janeiro. É o retorno da atriz para as telas, já que sua última personagem foi Marilda, em ‘O Sétimo Guardião’.

    “Eu tenho me inspirado muito na Paula Fernandes para criar o jeito da Janete. Quando a conheci pessoalmente, percebi o quanto ela era parecida com a personagem que eu estava construindo, no modo de se expressar e em outras coincidências”, disse a atriz em entrevista ao Extra.

    Spiller deu spoilers sobre a sua personagem. “Ganhei uma heroína fora da curva, dona de muita força e também de vulnerabilidades. Para qualquer atriz, é um prato cheio. E ela tem esse nome por causa da rainha dos folhetins, Janete Clair. As autoras (Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento) me revelaram que se trata de uma homenagem.”

    “É uma personagem complexa, que vai do choro ao riso, do drama à alegria. Eu estava com saudade de fazer novela no sentido de ser provocada no meu potencial máximo”, afirma.

    Atriz já ‘cantou e dançou’ quando integrava as Paquitas. “Foi nessa época que eu fiz as minhas primeiras aulas de canto… Mas nas apresentações a gente dublava por cima de playbacks, depois de gravar as músicas em estúdio. Não tinha tanto mistério em fazer o coro. É diferente de você encabeçar uma música que é sua ou num musical, numa novela ou mesmo no EP de um amigo”, afirmou.

    Após 6 anos, Leticia Spiller volta às novelas e vive cantora sertaneja

  • Fluminense tira o lateral Guilherme Arana do Atlético-MG e ainda sonha com Hulk

    Fluminense tira o lateral Guilherme Arana do Atlético-MG e ainda sonha com Hulk

    O Fluminense anunciou neste domingo a contratação do lateral-esquerdo Guilherme Arana. O jogador de 28 anos já se apresentou no CT Carlos Castilho no sábado para a realização de exames médicos e assinou contrato até o fim de 2029.

    \”Com grandes poderes e grandes responsabilidades, Guilherme Arana é do Fluminense!\”, anunciou o clube das Laranjeiras em suas redes sociais, com referências ao Homem-Aranha, herói da Marvel, em vídeo e fotos. Arana é um pedido do técnico Luis Zubeldía, que conta apenas com Renê na posição, já que Gabriel Fuentes não o agrada.

    \”É um orgulho imenso, tanto para mim quanto para a minha família. Estamos muito felizes e ansiosos para essa trajetória que tenho certeza de que será muito abençoada e de muitas alegrias\”, disse Arana à FluTV. \”A expectativa é muito alta. Espero contribuir da melhor maneira para ajudar sempre o Fluminense, que é uma grande instituição, e para dar alegrias ao torcedor.\”

    Formado nas categorias de base do Corinthians, Guilherme Arana acumulou passagens pelo futebol espanhol e italiano, além da seleção brasileira, mas atravessou seu melhor momento no Atlético-MG, onde atuou nas últimas seis temporadas e conquistou o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil, a Supercopa do Brasil e seis Estaduais.

    Guilherme Arana é o segundo reforço do Fluminense, que já havia anunciado o zagueiro Jemmes, ex-Mirassol. Depois de tirar o lateral do Atlético-MG, o clube tricolor agora tenta negociar a chegada do atacante Hulk, que deixou de ser \”intocável\” com a chegada do técnico Jorge Sampaoli. A equipe estreia no Campeonato Carioca no próximo dia 14 de janeiro, diante do Madureira, às 19h.

    Fluminense tira o lateral Guilherme Arana do Atlético-MG e ainda sonha com Hulk

  • João Fonseca desiste de Brisbane por lesão nas costas e adia estreia em 26

    João Fonseca desiste de Brisbane por lesão nas costas e adia estreia em 26

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca está fora do ATP 250 de Brisbane, na Austrália, devido a um problema nas costas.

    O brasileiro desistiu do torneio devido a uma lesão na região lombar, informou, neste domingo (4), a ATP em seu site oficial.

    O início da temporada 2026 do ATP Tour de João Fonseca foi adiado devido a uma lesão na região lombar. Trecho de comunicado da ATP

    Seria a estreia do número 24 do mundo na temporada. Fonseca foi substituído por Dane Sweeny (AUS), número 182 do ranking, que enfrentará Reilly Opelka (EUA).

    A desistência resultará em uma queda no ranking mundial. Segundo a ATP, o brasileiro irá ao menos para a 29ª colocação, podendo ser ultrapassado por mais tenistas. Vale lembrar que os 32 primeiros do ranking serão cabeças de chave no Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada.

    O próximo compromisso do carioca é o ATP 250 de Adelaide, na Austrália, que inicia no dia 12 de janeiro. O torneio serve como preparação para o Australian Open, que começa no dia 18.

    João Fonseca desiste de Brisbane por lesão nas costas e adia estreia em 26