Blog

  • Vídeo mostra Maduro em sede da agência antidrogas

    Vídeo mostra Maduro em sede da agência antidrogas

    O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está passando a primeira noite sob custódia numa prisão federal em Brooklyn, Nova York, após ter sido capturado há menos de 24 horas pelos Estados Unidos em Caracas.

    Maduro aterrissou na Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, um aeroporto militar localizado no norte do estado de Nova York.

    O chefe de Estado venezuelano desceu do avião militar Boeing 757 que o transportou até Nova York em meio a uma ampla operação de segurança.

    Dezenas de agentes de agências como a Polícia Federal de Investigação, o FBI, e a Administração de Repressão às Drogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês) aguardavam a chegada de Maduro, sob uma temperatura de 2 graus Celsius negativos.

    O presidente da Venezuela foi então escoltado até uma instalação federal ligada à DEA, onde foi identificado, e posteriormente transferido para o Centro de Detenção Metropolitano.

    A Presidência dos Estados Unidos divulgou imagens da detenção e da transferência, mostrando Maduro caminhando por um corredor com um tapete azul com a inscrição “DEA NYD” — Administração de Repressão às Drogas do Distrito de Nova York.

    Em um vídeo, Maduro parece desejar a alguém “Boa noite, Feliz Ano Novo”. De acordo com uma fonte do Departamento de Justiça dos EUA citada pela Reuters, Maduro deverá ser apresentado a um tribunal federal em Manhattan na segunda-feira.

    As acusações contra Maduro
    O líder venezuelano já havia sido formalmente acusado em 2020 pelo Ministério Público do Distrito Sul de Nova York, que no sábado apresentou novas acusações ao mesmo tribunal.

    Maduro é acusado de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos e crimes relacionados ao uso de armas automáticas.

    O próximo passo no processo judicial deve ocorrer nos próximos dias, diante de um juiz federal em Manhattan.

    No sábado, os Estados Unidos lançaram “um ataque em grande escala contra a Venezuela”, que resultou na captura do presidente venezuelano e de sua esposa, Cilia Flores, e anunciaram que irão governar o país até a conclusão de uma transição de poder.

    O anúncio foi feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, horas após o ataque contra Caracas.

    No entanto, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ, na sigla em espanhol) decidiu que a vice-presidente executiva Delcy Rodríguez deverá assumir a presidência interina.

    Rodríguez torna-se a primeira mulher na história do país a chefiar o Poder Executivo, “a fim de garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação”, declarou a presidente do TSJ, Tania D’Amelio.

    O comunicado não especifica quando Rodríguez tomará posse.

    A posse do novo parlamento, com mandato até 2031 e dominado por aliados leais a Maduro, estava marcada para segunda-feira.

    A comunidade internacional tem se dividido entre condenações aos Estados Unidos e manifestações de apoio à queda de Maduro.

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou “profunda preocupação” com a recente “escalada de tensão na Venezuela”, alertando que a ação militar dos EUA pode ter “implicações preocupantes” para a região.

    Vídeo mostra Maduro em sede da agência antidrogas

  • Sylvester Stallone termina livro sobre sua vida escrito inteiro à mão

    Sylvester Stallone termina livro sobre sua vida escrito inteiro à mão

    Em uma mensagem publicada nas redes, o ator contou que finalizou “The Steps”, livro de memórias em que revisita sua trajetória e, sobretudo, o caminho improvável que levou ao sucesso de Rocky, filme que transformou sua vida e carreira.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Sylvester Stallone começou o ano celebrando uma conquista pessoal longe dos sets: a conclusão de sua autobiografia, escrita inteiramente à mão.

    Em uma mensagem publicada nas redes, o ator contou que finalizou “The Steps”, livro de memórias em que revisita sua trajetória e, sobretudo, o caminho improvável que levou ao sucesso de Rocky, filme que transformou sua vida e carreira.

    Segundo Stallone, a escolha por escrever manualmente não é apenas estética ou nostálgica. Para ele, o gesto cria uma conexão mais profunda com as lembranças. “Há algo que acontece quando você escreve à mão, em vez de digitar. A memória é ativada de outra forma, e a relação com a página se torna muito pessoal”, afirmou. O ator brincou ainda que nunca se adaptou à digitação -e que, a essa altura, “já é um pouco tarde” para aprender.

    No relato, o astro também comentou sobre o esforço físico e mental envolvido no processo criativo. Disse encarar a escrita como algo intenso, quase exaustivo, comparando o excesso de trabalho intelectual a exageros nos treinos físicos. Ainda assim, reforçou a satisfação por ter concluído o projeto e a expectativa de, em breve, compartilhá-lo com o público.

    A autobiografia deve ser lançada na primavera do hemisfério norte, pela editora HarperCollins. Enquanto isso, Stallone já tem data para retomar a rotina profissional: em poucos dias, ele volta às gravações da série “Tulsa King”, um de seus trabalhos recentes de maior destaque na televisão.

    Ao olhar para trás, o ator fez questão de dividir os méritos do sucesso. Disse não acreditar que alguém chegue longe sozinho e atribuiu sua trajetória a uma combinação de apoio dos fãs, da família e de fé. “Foi uma jornada milagrosa. Não levo todo o crédito para mim. A intervenção divina é claramente evidente”, declarou.

    Stallone também reservou espaço para falar da vida pessoal. Agradeceu à esposa e à família, ressaltando a importância de valorizar o tempo e as relações. Ao encerrar a mensagem, deixou um conselho que resume o tom reflexivo do momento: “Não tente mudar a cabeça das pessoas. Mude a sua. E continue lutando.”

    Sylvester Stallone termina livro sobre sua vida escrito inteiro à mão

  • Políticos da esquerda brasileira condenam ataque dos EUA à Venezuela

    Políticos da esquerda brasileira condenam ataque dos EUA à Venezuela

    O presidente Donald Trump afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país caribenho, mas ainda não há informações oficiais sobre o paradeiro do ditador venezuelano.

    MARINA PINHONI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Políticos da esquerda brasileira condenaram neste sábado (3) os ataques militares dos Estados Unidos contra a Venezuela.

    O presidente Donald Trump afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país caribenho, mas ainda não há informações oficiais sobre o paradeiro do ditador venezuelano.

    Em publicações nas redes sociais, parlamentares brasileiros afirmaram que a ofensiva fere direitos internacionais e se solidarizaram com a população civil do país.

    Em nota, o PT condenou o que chamou de agressão militar por parte dos EUA e de sequestro de Maduro. “O bombardeio em Caracas e o sequestro do presidente configuram a mais grave agressão internacional registrada na América do Sul no século 21”, diz a nota.

    “Reiteramos que a soberania dos povos, a solução pacífica das controvérsias e o respeito ao direito internacional constituem princípios centrais da política externa do Partido dos Trabalhadores e caminhos indispensáveis para a preservação da paz e da estabilidade na América Latina”, completa.

    A Bancada do PT na Câmara dos Deputados também repudiou os ataques dos Estados Unidos à Venezuela. “O respeito à independência, à autodeterminação dos povos e à não-intervenção são preceitos básicos de soberania de todas as nações.”

    “O imperialismo exporta guerra e destruição, da Palestina à América Latina. Ataque merece repúdio e condenação rápida. É um ataque à América do Sul que viola todas as regras do direito internacional”, afirmou o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula.
    A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) também defendeu a soberania da América do Sul.

    “A escalada de guerra do governo Trump chega ao nosso continente em busca do controle político regional e do petróleo -a Venezuela detém cerca de 17% das reservas globais. A América do Sul deve se unir pela justiça, paz e princípio da não intervenção”, escreveu.

    Talíria Petrone, líder do PSOL na Câmara, classificou o ataque como “inaceitável”. “Trump já deixou claro: quer as reservas de petróleo da Venezuela, não tem interesse em aprofundar a democracia naquele país, tampouco em combater o narcotráfico”, afirmou ainda.

    Já o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) cobrou uma manifestação do presidente Lula.

    “Isso é terrorismo de Estado pra controlar as reservas de petróleo. É fundamental a condenação de toda comunidade internacional a esse a crime gravíssimo e sem precedentes. A manifestação do presidente Lula nesse sentido é imprescindível e urgente”, escreveu.

    O deputado federal Orlando Silva (PC do B) chamou de “absurda e ilegal agressão bélica dos EUA à Venezuela”. Disse ainda que “Trump rasga o direito internacional para roubar petróleo e impor regimes na América Latina”.

    Em nota, o PSB repudiou a ação e disse que ela desrespeita “completamente o direito internacional”. Ao mesmo tempo, reiterou sua posição de crítica ao regime de Maduro. “Nenhuma agressão externa pode ser justificada por erros internos de um regime.”

    A Venezuela afirmou que sofreu uma “agressão militar” dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

    Segundo comunicado do regime venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou ao estado de emergência nacional e à mobilização das forças de defesa.

    Políticos da esquerda brasileira condenam ataque dos EUA à Venezuela

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Trump diz que EUA vão administrar a Venezuela

    Trump diz que EUA vão administrar a Venezuela

    Segundo ele, o objetivo é garantir uma transição “adequada, justa e legal” e promover “liberdade e justiça para o povo venezuelano”.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os EUA vão “administrar” a Venezuela de forma interina após a captura do presidente Nicolás Maduro. Segundo ele, o objetivo é garantir uma transição “adequada, justa e legal” e promover “liberdade e justiça para o povo venezuelano”.

    Trump disse que, sob suas ordens, as Forças Armadas dos EUA realizaram uma operação militar de grande escala em Caracas, com ações aéreas, terrestres e marítimas. O ataque resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, após meses de especulações e operações militares próximas à costa venezuelana.
    “Sob minhas ordens, as Forças Armadas dos Estados Unidos conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela, empregando um poderio militar americano esmagador, aéreo, terrestre e marítimo, para lançar um ataque espetacular, um ataque como não se via desde a Segunda Guerra Mundial”, afirmou Trump.

     

    Trump diz que EUA vão administrar a Venezuela

  • Trump divulga foto de Maduro vendado após captura

    Trump divulga foto de Maduro vendado após captura

    A divulgação ocorreu após uma ofensiva militar de grande escala lançada pelos Estados Unidos contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3).

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma imagem que mostraria o presidente venezuelano Nicolás Maduro a bordo do navio USS Iwo Jima. Na foto, Maduro aparece usando moletom, com os olhos cobertos por óculos, aparentemente algemado. A divulgação ocorreu após uma ofensiva militar de grande escala lançada pelos Estados Unidos contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3).

    A operação incluiu ataques a diferentes regiões do país, com explosões registradas em Caracas e também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo Trump, a ação resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O presidente norte-americano afirmou que ambos estão sendo levados para Nova York em uma das embarcações da Marinha dos Estados Unidos que estavam posicionadas no mar do Caribe desde o fim de 2025.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução  

    Ainda neste sábado, Trump declarou que segue avaliando quais decisões serão tomadas em relação ao futuro da Venezuela após a captura do chefe de Estado do país. Em entrevista concedida à emissora Fox News, ele afirmou que os Estados Unidos passarão a ter forte envolvimento com a indústria petrolífera venezuelana, embora não tenha detalhado como essa participação ocorrerá. Segundo ele, a China continuará recebendo petróleo da Venezuela.

    Questionado sobre a possibilidade de a líder opositora María Corina Machado assumir o poder com apoio norte-americano, Trump respondeu que ainda não tomou uma decisão sobre o futuro político do país. Ele mencionou também a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, como outro nome no cenário.

    Durante a entrevista, Trump afirmou que acompanhou a captura de Maduro em tempo real por meio de transmissões feitas por agentes envolvidos na missão em Caracas. Ele comparou a experiência a assistir a um programa de televisão. O presidente dos EUA revelou ainda que a ofensiva militar estava inicialmente programada para ocorrer quatro dias antes, mas foi adiada por causa de condições climáticas desfavoráveis.

    Trump também declarou que conversou com Maduro cerca de uma semana antes da operação. Segundo ele, o governo venezuelano teria tentado negociar uma saída pacífica do poder pouco antes do ataque. No entanto, Trump afirmou que recusou a proposta. “Eles quiseram negociar no final, mas eu não queria”, disse o presidente norte-americano ao comentar o episódio.

    Trump divulga foto de Maduro vendado após captura

  • Yuri Alberto viaja à Itália para tratar cidadania e adia reapresentação ao Corinthians

    Yuri Alberto viaja à Itália para tratar cidadania e adia reapresentação ao Corinthians

    O atacante Yuri Alberto não se reapresentou com o restante do elenco do Corinthians neste sábado. O jogador viajou a Roma, na Itália, onde dará sequência ao processo de obtenção da cidadania italiana.

    A viagem foi comunicada previamente à comissão técnica e à diretoria do clube. Com o aval do Corinthians, a previsão é de que o centroavante volte ao Brasil e se junte ao grupo no CT Dr. Joaquim Grava no fim da próxima semana, já na reta final de preparação para a estreia no Campeonato Paulista.

    O Corinthians inicia sua campanha no Estadual no próximo dia 11, quando enfrenta a Ponte Preta, às 16h (de Brasília), na Neo Química Arena, pela primeira rodada da competição.

    Apesar do deslocamento para a Itália, a diretoria corintiana assegura que não há negociação em andamento envolvendo o atacante. A viagem ocorre meses depois de o clube ter recusado uma proposta de R$ 190 milhões apresentada pela Roma.

    No fim da última temporada, o nome de Yuri Alberto voltou a ser citado como alvo do clube italiano, o que reacendeu especulações sobre uma possível saída.

    Yuri tem contrato com o Corinthians até julho de 2030, renovado em julho do ano passado. A multa rescisória é de R$ 500 milhões para o mercado nacional e de 100 milhões de euros para transferências internacionais. O clube paulista detém 50% dos direitos econômicos do jogador.

    Yuri Alberto viaja à Itália para tratar cidadania e adia reapresentação ao Corinthians

  • Gabigol participa de 1º treino no Santos e exalta o clube em vídeo: ‘É uma causa’

    Gabigol participa de 1º treino no Santos e exalta o clube em vídeo: ‘É uma causa’

    Anunciado como reforço do Santos na manhã deste sábado, Gabriel Barbosa, o Gabigol, já vestiu o colete e foi a campo treinar com os novos companheiros no CT Rei Pelé, na Baixada. Em vídeo divulgado pelo clube, o atleta de 29 anos participa de um treino coletivo logo após ter seu retorno confirmado.

    O atacante também divulgou, em suas redes sociais, um vídeo no qual aparece em uma foto com a camisa do Santos ainda com poucos anos de vida. \”Não é só um clube, é uma causa\”, escreveu Gabigol na legenda, resgatando, ao fundo, um áudio do rapper Mano Brown, entre outros, exaltando o time alvinegro.

    Esta será a terceira passagem de Gabigol pela Vila Belmiro. Ele chegou às categorias de base do Santos aos 8 anos, em 2004, e se profissionalizou em 2013. No total, o atacante disputou 210 jogos pelo clube, com 84 gols e 13 assistência, conquistando o bicampeonato paulista, em 2015 e 2016, além da artilharia do Brasileiro (2018) e da Copa do Brasil (2014, 2015 e 2018).

    O Santos assinou contrato de empréstimo do atacante junto ao Cruzeiro com validade até o fim do ano. Após ter atravessado ótima fase no Flamengo, o Menino da Vila teve pouco espaço em Belo Horizonte e ficou marcado pelo pênalti perdido contra o Corinthians, que provocou a queda dos mineiros na semifinal da Copa do Brasil. A chegada do técnico Tite, com quem não tem bom relacionamento, dificultou ainda mais a sua permanência em Minas.

    O técnico Juan Pablo Vojvoda prepara o Santos para a estreia no Campeonato Paulista, no próximo sábado (10), diante do Novorizontino, sob a expectativa da presença da dupla Neymar e Gabigol em campo na Vila Belmiro. Na sequência, na quarta-feira (14), o time da Baixada visita o Palmeiras, na Arena Barueri.

    Gabigol participa de 1º treino no Santos e exalta o clube em vídeo: ‘É uma causa’

  • Trump comemora operação contra Venezuela em entrevista ao New York Times

    Trump comemora operação contra Venezuela em entrevista ao New York Times

    Ele comemorou o resultado da missão como um sucesso e elogiou o planejamento, os soldados e as pessoas envolvidas, segundo o jornal.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em entrevista concedida ao jornal The New York Times após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela neste sábado (3), o presidente Donald Trump disse que “a operação foi brilhante”.

    Ele comemorou o resultado da missão como um sucesso e elogiou o planejamento, os soldados e as pessoas envolvidas, segundo o jornal.
    Questionado se havia buscado permissão do Congresso antes do ataque, Trump disse que realizaria entrevista coletiva. “Vamos discutir isso”, ele afirmou, segundo a publicação. A coletiva está marcada para as 13h, horário de Brasília.

    Mais cedo, o presidente americano escreveu em sua rede social, a Truth Social, que os EUA realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e que Nicolás Maduro foi capturado e retirado do país de avião com sua esposa.

    De acordo com o New York Times, a conversa de seu repórter com Trump durou 50 segundos e foi concedida por telefone, poucos minutos após Trump anunciar nas redes sociais que o país havia capturado Maduro. Segundo o jornalista, Trump parecia cansado.

    O repórter diz ter tentado perguntar o que ele prevê para a Venezuela a partir de agora e se a missão de alto risco valeria a pena, mas o presidente respondeu apenas que tudo seria revelado na coletiva.

    O regime venezuelano também divulgou comunicado afirmando ter sofrido uma “agressão militar” dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

    Segundo comunicado da Venezuela, os ataques também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    Trump comemora operação contra Venezuela em entrevista ao New York Times

  • Direita brasileira comemora captura de Maduro: 'Viva a liberdade', diz Eduardo

    Direita brasileira comemora captura de Maduro: 'Viva a liberdade', diz Eduardo

    “O regime venezuelano é o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo. Com a captura de Maduro vivo, agora Lula, Petro e os demais do Foro de São Paulo terão dias terríveis, anotem. Viva a liberdade”, escreveu Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    MARINA PINHONI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Políticos da direita brasileira comemoraram neste sábado (3) o anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados e levados para fora do país caribenho.

    “O regime venezuelano é o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo. Com a captura de Maduro vivo, agora Lula, Petro e os demais do Foro de São Paulo terão dias terríveis, anotem. Viva a liberdade”, escreveu Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”, escreveu depois o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho de Bolsonaro.
    “O fim de Maduro, o tirano de Caracas. Melhor para Venezuela e para o mundo”, afirmou em suas redes sociais o senador Sergio Moro (União-PR).

    “Que todos os ditadores da América Latina, sejam presidentes ou juízes, tenham o mesmo destino”, escreveu no X o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

    Já o governador Eduardo Leite (PSD-RS) fez uma fala mais ponderada em suas redes sociais e condenou a ação dos EUA na Venezuela.

    “O regime ditatorial de Maduro é inadmissível. Viola direitos humanos, sufoca liberdades e impõe sofrimento ao povo venezuelano. No entanto, a violência exercida por uma nação estrangeira contra outra soberana, à margem dos princípios básicos do direito internacional, em especial o de não intervenção, é igualmente inaceitável.”

    A Venezuela afirmou que sofreu uma “agressão militar” dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

    Segundo comunicado do regime venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou ao estado de emergência nacional e à mobilização das forças de defesa.

    O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) também comemorou a ação. “O que a gente quer é que o Lula possa soltar uma nota dando total apoio a essa ação do Trump. Esse canalha do Maduro tem que ser preso para que a Venezuela possa ser libertada”, disse em vídeo publicado no X.

    “Acabou o regime ditatorial na Venezuela. A grande notícia do sábado é que, finalmente, o regime esquerdista da Venezuela caiu”, afirmou o vice-líder da oposição na Câmara, Mauricio Marcon (PL-RS).

    Direita brasileira comemora captura de Maduro: 'Viva a liberdade', diz Eduardo

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Quem é Cilia Flores, a poderosa esposa de Maduro que foi capturada após ataque dos EUA

    Quem é Cilia Flores, a poderosa esposa de Maduro que foi capturada após ataque dos EUA

    Nascida em 1956, Cilia é advogada e uma das figuras políticas mais influentes do chavismo. Ela começou a se relacionar com Maduro nos anos 1990, quando integrou equipe jurídica de Hugo Chávez após a tentativa fracassada de golpe contra o então presidente Carlos Andrés Pérez.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Casada com Nicolás Maduro desde 2013, a poderosa Cilia Flores é chamada de “primeira combatente” dentro do chavismo. A primeira-dama venezuelana teria sido capturada junto com o marido neste sábado (3) após um ataque dos Estados Unidos no país.

    Nascida em 1956, Cilia é advogada e uma das figuras políticas mais influentes do chavismo. Ela começou a se relacionar com Maduro nos anos 1990, quando integrou equipe jurídica de Hugo Chávez após a tentativa fracassada de golpe contra o então presidente Carlos Andrés Pérez.
    Ela ocupou diversos cargos importantes na administração pública e foi eleita deputada em 2000. Conseguiu ser reeleita em 2005 e tornou-se a primeira mulher a presidir a Assembleia Nacional, entre 2006 e 2011.

    Em 2012, ela foi nomeada procuradora-geral da Venezuela, reforçando sua influência na política local. Um ano depois, oficializou a união com Maduro, pouco depois de ele chegar à liderança do país após a morte de Chávez vítima de um câncer.
    Cilia foi alvo de sanções dos Estados Unidos e do Canadá em 2008, sob a justificativa de que ela fazia parte do círculo íntimo de Maduro que colaborava para a manutenção do regime.

    Em 2015, dois sobrinhos dela foram presos no Haiti pela agência antidrogas americana (DEA, na sigla em inglês) e condenado por tráfico de cocaína. Eles foram liberados anos depois, em 2022, em uma troca de prisioneiros entre os dois países durante o governo do ex-presidente Joe Biden.

    Ainda não há informações sobre o paradeiro de Cilia e Maduro. Donald Trump disse que o ditador venezuelano será levado para os EUA para julgamento por narcoterrorismo e crimes relacionados a tráfico de drogas.

    O presidente americano afirmou ainda que mais detalhes serão apresentados em uma entrevista marcada para as 13h, horário de Brasília. O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, disse que Maduro “finalmente enfrentará a justiça por seus crimes”.

    A Venezuela havia afirmado mais cedo que sofrera uma “agressão militar” dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

    Segundo comunicado do regime venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. As Forças Armadas do país foram mobilizadas.

    Quem é Cilia Flores, a poderosa esposa de Maduro que foi capturada após ataque dos EUA