Blog

  • Se aprovado, fim da 6×1 deve afetar preços relativos num primeiro momento, dizem analistas

    Se aprovado, fim da 6×1 deve afetar preços relativos num primeiro momento, dizem analistas

    No médio prazo, segundo os especialistas, o mercado se ajustará e as empresas se adequarão à nova realidade, como aconteceu em 1988, quando, na esteira da nova Constituição, a jornada de trabalho foi reduzida de 48 para 44 horas semanais.

    O fim da jornada de 6 dias de trabalho por 1 de folga, se aprovado, terá impacto nos preços relativos da economia, pelo menos em um primeiro momento, preveem especialistas consultados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. De imediato, os custos das empresas subirão na medida em que as horas trabalhadas diminuírem e considerando que os salários não poderão ser reduzidos.

    No médio prazo, segundo os especialistas, o mercado se ajustará e as empresas se adequarão à nova realidade, como aconteceu em 1988, quando, na esteira da nova Constituição, a jornada de trabalho foi reduzida de 48 para 44 horas semanais.

    A inflação, num primeiro momento, deve subir também porque, segundo o sociólogo, professor e coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz Lúcio, com um dia a mais de folga o trabalhador passará a consumir mais.

    Na outra ponta, para atender ao aumento da demanda, o setor produtivo terá que produzir mais. Para isso terá que contratar mais funcionários, fazendo com que a roda da economia passe a girar mais rápido. \”O resultado será de um saldo positivo para a economia\”, defende Ganz Lúcio.

    Daniel Teles Barbosa, sócio da Valor Investimentos, também vê o fim da jornada 6×1 alterando os preços relativos da economia por meio de uma inevitável melhora na massa salarial. Setores que não podem interromper suas atividades aos fins de semana vão ter de buscar reposição nos seus dias de folga dos seus empregados ou pagar horas extras.

    Para o executivo, num cenário de mercado de trabalho superaquecido, com escassez de mão de obra e plataformas e aplicativos levando vantagem na disputa de trabalhadores com rendas mais atrativas, o setor formal terá que melhorar salários e benefícios para conseguir atrair o trabalhador informal para um ambiente em que terá de cumprir horários, estar sujeito a regras e normas. \”Um motorista de aplicativo hoje consegue movimentar no mês de R$ 6 mil a R$ 9 mil\”, disse Teles.

    De acordo com o coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Ganz Lúcio, num primeiro momento, será inevitável alguma pressão sobre custos das empresas, sobretudo nos das micro e pequenas, que são mais intensivas em mão de obra e carentes de condições para se automatizarem e inovarem.

    Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) quantifica o impacto que o fim da jornada 6×1 exercerá sobre custos.

    O efeito será diferente para cada setor e porte, indo de 0,5% a 6,5%, sendo que as empresas maiores e mais automatizadas sofrerão menos pressão que as micros e pequenas.

    Tendência Mundial Inevitável

    Para o presidente do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (Simpi), Joseph Couri, a redução da jornada trabalho é uma tendência mundial, inevitável e bem-vinda. Defende a melhora da qualidade de vida do trabalhador, mas também algum incentivo para que as micro e pequenas empresas possam se automatizar.

    Enquanto grandes associações entendem que o debate sobre o fim da jornada 6×1 não cabe em um país com baixo ganho de produtividade e escassez de mão de obra, Couri diz que é só pagar o que o trabalhador pede e merece que a mão de obra aparece.

    Ainda, de acordo com ele, o impacto não será generalizado porque muitas empresas já cumprem uma jornada de 40 horas semanais.

    \”Quanto menos mecanizado for um segmento, maior será o impacto do fim da jornada 6×1 sobre seus custos. Quanto mais mecanizado, menos impacto terá\”, avalia o presidente do Simpi, para quem alguma contrapartida para os micros e pequenos deveria acompanhar a mudança.

    Se aprovado, fim da 6×1 deve afetar preços relativos num primeiro momento, dizem analistas

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Lula critica ONU e diz que Conselho de Segurança 'faz as guerras' em vez de evitá-las

    Lula critica ONU e diz que Conselho de Segurança 'faz as guerras' em vez de evitá-las

    “O Conselho de Segurança da ONU e seus membros permanentes foram criados para tentar manter a paz, e são eles que estão fazendo as guerras”, afirmou o presidente durante o 1º Fórum de Alto Nível Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos)-África. Ele disse ainda estar “indignado com a passividade” da organização.

    LAIZ MENEZES
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a atuação da ONU (Organização das Nações Unidas) diante do avanço de guerras, em especial no Oriente Médio, ao discursar neste sábado (21), em Bogotá, na Colômbia. Ele afirmou que o Conselho de Segurança da entidade, criado para manter a paz e a segurança internacional, “promove guerras”, ao citar os conflitos na Faixa de Gaza, na Ucrânia e no Irã.

    “O Conselho de Segurança da ONU e seus membros permanentes foram criados para tentar manter a paz, e são eles que estão fazendo as guerras”, afirmou o presidente durante o 1º Fórum de Alto Nível Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos)-África. Ele disse ainda estar “indignado com a passividade” da organização.

    Lula afirmou que o conselho não foi capaz de resolver conflitos em Gaza, na Ucrânia, na Líbia, no Iraque e no Irã. “Quem tem mais canhão, mais navio, mais avião e mais dinheiro se acha dono do mundo”, disse.

    O presidente também cobrou uma reforma urgente do órgão e defendeu maior representação de América Latina e da África. “Quando é que a ONU vai convocar uma reunião extraordinária para que a gente decida qual é o papel dos membros do Conselho de Segurança? Por que não se renova? Por que não se coloca mais países representando o Conselho de Segurança da ONU?”, questionou.

    Ele classificou o momento atual de período com a maior concentração de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) e contrapôs os gastos militares à persistência da fome. “Enquanto se gastou no ano passado US$ 2,7 trilhões em armas e guerras, ainda temos 630 milhões de pessoas passando fome”, afirmou.

    Publicada no mês passado, a 67ª edição do Balanço Militar mostrou que o gasto militar global cresceu em 2025 e atingiu o maior patamar desde a Segunda Guerra. O avanço em relação a 2024 foi de 2,5% em termos reais, chegando a US$ 2,63 trilhões (R$ 13,58 trilhões). E segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), de 638 milhões a 720 milhões de pessoas passaram fome no mundo em 2024.

    Lula dedicou parte do discurso ao caso do Irã. Ele relembrou que, em 2010, viajou a Teerã com o então presidente da Turquia, Abdullah Gül, para negociar um acordo sobre enriquecimento de urânio -proposta que, segundo ele, teve aval do então presidente americano, Barack Obama, em carta.

    Segundo o presidente, o acordo foi firmado, mas Estados Unidos e Europa responderam ampliando o bloqueio ao país. “Depois de alguns anos, foram fazer outro acordo pior do que aquele que a gente tinha feito”, disse.

    Para Lula, o episódio faz parte de um padrão em que potências constroem a imagem de um inimigo para justificar o uso da força. “Nós não podemos viver mais num mundo de mentiras”, afirmou, em referência a argumentos usados pelo presidente Donald Trump para atacar o Irã, com base no temor de desenvolvimento de armas nucleares.

    Outro tema abordado foi a disputa por minerais críticos e terras raras. Lula afirmou que países da América Latina e da África ainda enfrentam as consequências da colonização e alertou para o risco de uma nova forma de dominação, agora com base em recursos estratégicos. Segundo ele, potências estrangeiras tentam repetir uma lógica histórica de exploração.

    “[Com os minerais críticos] é a chance de Bolívia, África e América Latina não aceitar ser apenas exportadora”, disse, defendendo que investidores estrangeiros se instalem e produzam nesses países.

    Lula também defendeu que o Atlântico Sul permaneça livre de disputas geopolíticas e anunciou que o Brasil organizará, em 9 de abril, uma reunião ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.

    Lula critica ONU e diz que Conselho de Segurança 'faz as guerras' em vez de evitá-las

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Tim Cook reafirma compromisso da Apple com a China e promete apoio

    Tim Cook reafirma compromisso da Apple com a China e promete apoio

    O presidente executivo da Apple, Tim Cook, defendeu hoje em Pequim o papel da cooperação como motor de crescimento e reafirmou o compromisso da empresa com a China, com promessas de apoio à inovação, desenvolvimento sustentável e educação.

    Durante uma participação no Fórum de Desenvolvimento da China 2026, o CEO da Apple destacou a importância da colaboração para gerar valor adicional e ressaltou o potencial do trabalho em conjunto para “produzir resultados superiores à soma das partes”.

    Cook, citado pelo veículo 21st Century Business Herald, chamou atenção para os avanços da China na transição para um modelo de crescimento “de alta qualidade” e afirmou que a comunidade de desenvolvedores do país é um “exemplo claro” das chamadas “novas forças produtivas”.

    No setor industrial, o executivo elogiou os “avanços extraordinários” dos parceiros da empresa nas áreas de automação e manufatura inteligente, segmentos em que a Apple mantém uma ampla rede de fornecedores.

    Em relação ao meio ambiente, ele destacou que mais de 90% da produção da Apple na China já utiliza energia limpa. Além disso, mais de 90 fornecedores assumiram o compromisso de usar eletricidade 100% renovável até 2030 na fabricação dos produtos da companhia.

    As declarações de Cook ocorreram durante uma visita ao país, na qual o executivo se reuniu, na sexta-feira, em Pequim, com o ministro do Comércio da China, Wang Wentao.

    Tim Cook reafirma compromisso da Apple com a China e promete apoio

  • Irã visará centrais de dessalinização na região, se Trump atacar centrais iranianas

    Irã visará centrais de dessalinização na região, se Trump atacar centrais iranianas

    O exército iraniano anunciou no domingo que atacará as infraestruturas energéticas e as instalações de dessalinização de água na região, caso Donald Trump concretize as ameaças de destruir as centrais elétricas iranianas.

    Se a infraestrutura petrolífera e energética do Irã for atacada pelo inimigo, todas as infraestruturas energéticas, de tecnologia da informação e de dessalinização de água pertencentes aos Estados Unidos e ao regime da região serão alvo de ataques”, declarou o porta-voz do comando operacional do exército, Khatam al-Anbiya, em comunicado divulgado pela agência Fars.

    A fonte não especificou a qual “regime” estava se referindo.

    Antes disso, Donald Trump deu ao Irã um prazo de 48 horas para abrir o Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo, sob ameaça de destruir as usinas elétricas iranianas.

    Irã visará centrais de dessalinização na região, se Trump atacar centrais iranianas

  • Líder do Pinterest defende proibição de adolescentes das redes sociais

    Líder do Pinterest defende proibição de adolescentes das redes sociais

    Bill Ready acredita que a indústria tecnológica já teve tempo suficiente para se autorregular, considerando que os legisladores devem agora criar um standard claro e banir os jovens menores de 16 anos das redes sociais.

    O CEO do Pinterest, Bill Ready, compartilhou uma publicação no LinkedIn afirmando que governos de diferentes países deveriam proibir o acesso de jovens com menos de 16 anos às redes sociais.

    “Como CEO e pai, acredito que precisamos ser honestos: as redes sociais, da forma como existem hoje, não são seguras para jovens com menos de 16 anos”, escreveu. “No Pinterest, já vimos que proteger os jovens e construir uma empresa forte não são coisas incompatíveis. É possível — e necessário — fazer as duas coisas ao mesmo tempo”.

    Além disso, Ready defendeu que as redes sociais precisam de “regras mais claras, melhores ferramentas para os pais e maior responsabilização”, citando como exemplo uma medida recente adotada pela Austrália.

    Na publicação, o executivo também compartilhou um artigo de sua autoria divulgado no site da revista Time, no qual defende a criação de um padrão global para proteger os mais jovens.

    “A nossa indústria teve vários anos para mitigar esses riscos, mas falhou repetidamente”, afirmou Ready. “O tempo da autorregulação já passou e, se as empresas de tecnologia não mudarem, o caminho para os legisladores é evidente. Precisamos de um padrão claro: proibição de redes sociais para menores de 16 anos, com fiscalização efetiva e responsabilização dos sistemas operacionais de smartphones e dos aplicativos que funcionam neles.”

    Líder do Pinterest defende proibição de adolescentes das redes sociais

  • Cuba sofre novo apagão nacional, o segundo numa semana

    Cuba sofre novo apagão nacional, o segundo numa semana

    Cuba sofreu no sábado um novo apagão nacional, devido ao desligamento total do Sistema Elétrico Nacional às 18h38 locais (22h38 de Lisboa), o segundo em menos de uma semana e o sétimo em ano e meio.

    O Ministério de Energia e Minas de Cuba informou nas redes sociais sobre um novo incidente: “Ocorreu um desligamento total do Sistema Elétrico Nacional. Já estão sendo aplicados os protocolos para a restauração” do fornecimento de energia.

    Até o momento, não foram apontadas possíveis causas para o apagão. Diferentemente de ocasiões anteriores, os motivos do blecaute nacional de segunda-feira — o primeiro desta semana — não foram explicados.

    Cuba enfrenta uma profunda crise energética desde meados de 2014, uma situação com causas estruturais que se agravou nos últimos três meses devido ao embargo petrolífero imposto pelos Estados Unidos, elevando os cortes de energia a níveis recordes.

    Nas últimas duas semanas, foram registrados dois apagões nacionais e uma interrupção em grande escala que deixou dois terços da ilha sem eletricidade.

    Mesmo sem imprevistos, a situação já é crítica: em Havana, os cortes chegam a cerca de 15 horas por dia, e algumas regiões ficaram até dois dias consecutivos sem energia.

    Com base em experiências anteriores, a recuperação do Sistema Elétrico Nacional (SEN) é um processo lento e complexo, que pode levar dias. Ele envolve iniciar a geração de energia com fontes de arranque mais simples (solar, hidrelétrica e geradores), abastecendo pequenas áreas que depois são interligadas.

    O objetivo é restabelecer rapidamente energia suficiente para as usinas termoelétricas — principal base da produção elétrica em Cuba — para que possam voltar a operar e gerar energia em grande escala.

    O principal problema que diferencia a situação atual das anteriores é que o país praticamente não dispõe de diesel e óleo combustível para alimentar seus geradores, devido ao embargo petrolífero dos Estados Unidos.

    Colocar as usinas termoelétricas em funcionamento sem essa fonte de energia inicial rápida pode ser um grande desafio, como explicou recentemente o diretor-geral de Eletricidade do Ministério de Energia e Minas, Lázaro Guerra, após um apagão que afetou cerca de seis milhões de cubanos.

    Esse novo apagão ocorre no momento em que centenas de políticos e ativistas, principalmente da América Latina e da Europa, se reuniram em Havana em solidariedade a Cuba, protestando contra o embargo petrolífero dos Estados Unidos.

    Antes do desligamento total do SEN, Cuba já previa para sábado cortes prolongados ao longo do dia, com a expectativa de que, no pico da demanda, cerca de 60% do país ficasse simultaneamente sem energia.

    No sábado, 10 das 16 unidades de produção termoelétrica do país estavam fora de operação devido a falhas ou manutenção — apesar de essa fonte representar cerca de 40% da matriz energética.

    Essas interrupções não estão diretamente relacionadas ao embargo petrolífero, já que utilizam principalmente petróleo nacional, mas sim às condições precárias dessas infraestruturas antigas, com décadas de uso e falta crônica de investimentos.

    Outros 40% da matriz energética vinham da chamada geração distribuída (geradores a diesel e óleo combustível), que o governo informou estar completamente paralisada desde janeiro devido à falta de combustível.

    Especialistas independentes apontam que a crise energética cubana resulta de uma combinação de subfinanciamento crônico do setor e do embargo norte-americano.

    O governo cubano destaca principalmente o impacto das sanções dos Estados Unidos e acusa Washington de promover uma “asfixia energética”.

    Estimativas independentes indicam que seriam necessários entre 8 e 10 bilhões de dólares para recuperar o sistema elétrico do país.

    Os apagões vêm prejudicando a economia, que já encolheu mais de 15% desde 2020, segundo dados oficiais.

    Além disso, têm sido um dos principais gatilhos de protestos nos últimos anos, desde a revolta social de 11 de julho de 2021 até manifestações mais recentes em Havana e Morón, no centro da ilha.

    Cuba sofre novo apagão nacional, o segundo numa semana

  • Palmeiras bate São Paulo e é líder, mas Abel se irrita e é expulso

    Palmeiras bate São Paulo e é líder, mas Abel se irrita e é expulso

    O Palmeiras deixou, na madrugada de sábado para domingo, o Estádio Cícero Pompeu de Toledo (mais conhecido como Morumbi) com uma vitória sobre o São Paulo por 1 a 0, no jogo mais aguardado da oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

    O gol decisivo no sempre intenso clássico paulista saiu logo aos seis minutos. Jhon Arias recebeu um passe longo de Flaco López ainda no meio-campo, avançou sozinho até a entrada da área e finalizou para o fundo das redes, sem chances para o experiente goleiro Rafael, que ainda tentou alcançar a bola.

    No entanto, o momento mais comentado da partida teve como protagonista Abel Ferreira. O técnico português recebeu o primeiro cartão amarelo aos 68 minutos por reclamação e, dez minutos depois, acabou expulso ao levar o segundo amarelo por protestar uma falta não marcada sobre Jhon Arias em um contra-ataque perigoso.

    Após a expulsão, o ex-treinador do Braga perdeu o controle. Pelas imagens de TV, foi possível ver que ele se dirigiu ao árbitro Anderson Daronco repetindo “você é um cagão”, antes de chutar duas bolas no caminho para o vestiário, sendo intensamente vaiado pelos torcedores rivais.

    “A lei da compensação funciona muito bem”

    Depois do apito final, o auxiliar técnico do Palmeiras, João Martins, concedeu entrevista coletiva, já que Abel Ferreira seguiu viagem imediatamente para Portugal por motivos pessoais. O auxiliar não poupou críticas à arbitragem.

    “Às vezes é preciso fazer faltas. O Andreas [Pereira] levou aquele cartão para compensar o cartão do Enzo Díaz, faz parte. Já sabemos como funcionam as regras aqui. ‘Já que dei um amarelo para o São Paulo, vou ter que dar um para o Palmeiras’. Isso condiciona, foi uma compensação clara. Estamos aqui há cinco anos e meio e sabemos como funciona”, afirmou.

    “A lei da compensação funciona muito bem, e nós já sabemos. Quando o adversário leva um amarelo, logo depois vamos levar outro para compensar. O futebol brasileiro é assim. Não é só o Daronco, são todos os árbitros que administram o jogo dessa forma, e estamos aqui para nos adaptar”, completou, em declarações reproduzidas pelo portal Gazeta Esportiva.

    Resultados e classificação do Brasileirão

    A vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre o São Paulo foi apenas o terceiro jogo disputado na oitava rodada até o momento. Nos outros dois, também houve vitórias pelo placar mínimo: o Botafogo venceu o Bragantino por 2 a 1, e o Fluminense superou o Atlético Mineiro por 1 a 0.

    Ainda neste domingo, acontecem os jogos Remo x Bahia, Athletico Paranaense x Coritiba, Cruzeiro x Santos e Vasco da Gama x Grêmio (todos às 15h, horário de Brasília), além de Internacional x Chapecoense e Vitória x Mirassol (às 17h30), e Corinthians x Flamengo (às 19h30).

    Com os resultados, o Palmeiras assume provisoriamente a liderança do campeonato, com três pontos de vantagem sobre São Paulo e Fluminense, e cinco sobre o Bahia — que, no entanto, ainda tem dois jogos a menos e pode ultrapassar a equipe comandada por Abel Ferreira.

    Palmeiras bate São Paulo e é líder, mas Abel se irrita e é expulso

  • Trump dá 48h para Estreito reabrir e ameaça 'aniquilação'; Irã responde

    Trump dá 48h para Estreito reabrir e ameaça 'aniquilação'; Irã responde

    O exército iraniano respondeu, neste domingo (22), que atacará infraestruturas energéticas e instalações de dessalinização de água na região caso Donald Trump leve adiante suas ameaças.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez, no sábado (21), um ultimato ao Irã, dando 48 horas para que o país abrisse “completamente, sem ameaças” o Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo, sob risco de os EUA atacarem e destruírem usinas elétricas iranianas.

    “Se o Irã não ABRIR COMPLETAMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz, dentro de 48 HORAS a partir deste exato momento, os Estados Unidos da América atacarão e aniquilarão suas diversas USINAS ELÉTRICAS, COMEÇANDO PELA MAIOR!”, declarou Trump nas redes sociais.

    O exército iraniano respondeu, neste domingo (22), que atacará infraestruturas energéticas e instalações de dessalinização de água na região caso Donald Trump leve adiante suas ameaças.

    O Estreito de Ormuz é a única passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Oceano Índico, por onde passa cerca de 20% das exportações globais de petróleo bruto.

    Desde 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel conduzem uma ofensiva militar em larga escala contra o Irã. Em resposta, Teerã fechou o Estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região.

    Irã diz que Estreito de Ormuz permanece aberto apesar do ultimato

    O Irã afirmou neste domingo (22) que o Estreito de Ormuz segue aberto à navegação internacional, com exceção de Israel e dos Estados Unidos, apesar do ultimato de 48 horas feito pelo presidente norte-americano.

    “O Estreito de Ormuz está aberto a todos, exceto aos inimigos”, declarou o representante permanente do Irã na Organização Marítima Internacional (IMO) e embaixador iraniano em Londres, Ali Mousavi, segundo a agência Mehr, citada pela EFE.

    Mousavi explicou que a passagem de navios pelo estreito é possível “mediante coordenação com as autoridades iranianas para garantir medidas de segurança e proteção”.

    O diplomata afirmou ainda que a atual situação no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz é consequência da “agressão” dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, e destacou que Teerã está disposto a cooperar com a IMO e com outros países “para melhorar a segurança marítima e proteger os trabalhadores do setor”.

    Trump dá 48h para Estreito reabrir e ameaça 'aniquilação'; Irã responde

  • Sharon Osbourne defende filha após comentários sobre a sua aparência

    Sharon Osbourne defende filha após comentários sobre a sua aparência

    Sharon Osbourne acabou por abordar os comentários que a filha tem recebido por causa da sua aparência física, tendo afirmado que se sente “orgulhosa” de Kelly “por se posicionar” contra os críticos.

    Sharon Osbourne saiu em defesa da filha, Kelly Osbourne, que vem sendo alvo de diversos comentários negativos sobre sua aparência física.

    Durante sua participação no evento da Fundação Elton John, realizado na noite do Oscar, no domingo, dia 15 de março, Sharon foi questionada pelo Extra se se sentia “orgulhosa” da filha por “se posicionar” contra os “haters” diante das críticas sobre sua aparência.

    “Claro. Quem fala, tem que ouvir de volta”, respondeu.

    O momento foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais.

    Veja na publicação abaixo.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por ExtraTV (@extratv)

     

    Sharon Osbourne defende filha após comentários sobre a sua aparência

  • Israel confirmam impacto de mísseis iranianos no centro de Israel

    Israel confirmam impacto de mísseis iranianos no centro de Israel

    As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram hoje que mísseis iranianos atingiram o centro do país, sem que, por enquanto, se conheçam detalhes sobre as áreas afetadas nem sobre o número de projéteis que caíram no solo.

    Várias explosões foram ouvidas em Jerusalém por jornalistas da AFP, após um alerta emitido pelo exército israelense sobre o lançamento de mísseis iranianos em direção ao centro de Israel.

    “Até o momento, não há registro de feridos”, informaram os socorristas do Magen David Adom, equivalente israelense da Cruz Vermelha.

    “As equipes de busca e resgate do Comando da Frente Interna estão a caminho das áreas atingidas no centro de Israel. Pedimos à população que evite se reunir nesses locais”, informou o órgão militar em uma mensagem publicada em sua conta no Telegram às 7h26 (horário local).

    Minutos antes, as Forças de Defesa de Israel (FDI) haviam identificado o lançamento de mísseis do Irã em direção ao território israelense e pediram que a população das áreas afetadas agisse com responsabilidade e seguisse as orientações das autoridades.

    O ataque ocorreu horas depois de dois mísseis iranianos atingirem as cidades de Dimona e Arad, no sul do país, próximas à principal instalação nuclear de Israel, deixando cerca de 120 feridos com diferentes níveis de gravidade.

    As FDI também lançaram, na madrugada deste domingo, uma nova onda de ataques contra alvos do regime iraniano “no coração de Teerã”, embora ainda não haja detalhes sobre a dimensão dessas operações.

    Equipes de resgate israelenses afirmam que mais de 100 pessoas ficaram feridas nos ataques com mísseis iranianos contra Dimona — onde está localizada a principal instalação nuclear do país — e a cidade vizinha de Arad, em uma das escaladas mais dramáticas desde o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

    A televisão estatal iraniana classificou os ataques de sábado como uma “resposta” ao que disse ter sido um ataque ao complexo nuclear de Natanz, no Irã, ocorrido no início do dia, marcando uma nova e grave fase de retaliações neste conflito, que já entra em sua quarta semana.

    A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou não ter recebido qualquer indicação de danos no Centro de Pesquisa Nuclear Shimon Peres Negev, em Dimona, nem detectado níveis anormais de radiação na região.

    A agência afirmou que acompanha a situação de perto. O diretor-geral, Rafael Grossi, citado pela emissora Al Jazeera, reforçou que “é fundamental haver máxima contenção militar, especialmente nas proximidades de instalações nucleares”.

    Israel confirmam impacto de mísseis iranianos no centro de Israel