Blog

  • Arboleda define data de retorno ao Brasil para discutir rescisão com o São Paulo

    Arboleda define data de retorno ao Brasil para discutir rescisão com o São Paulo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O zagueiro Robert Arboleda informou ao São Paulo que retornará ao Brasil no próximo dia 30 de abril, uma quinta-feira, para avançar nas tratativas de rescisão contratual. O jogador está no Equador, seu país natal, desde o dia 4 de abril, data em que deixou de se apresentar ao clube. Desde então, os contatos com o clube foram breves e sem resolução de saída.

    Na ocasião do “sumiço”, Arboleda estava relacionado para o confronto diante do Cruzeiro, mas não compareceu ao CT da Barra Funda. Ele acabou cortado da lista para a partida e, desde então, manteve contatos apenas à distância com a diretoria são-paulina.

    A ideia inicial do departamento de futebol do São Paulo foi buscar a rescisão por justa causa após o “desaparecimento” do jogador. Internamente, porém, há uma avaliação de insegurança jurídica sobre o caso.

    Após consultas a advogados, o clube entende que precisaria de um período maior de ausência (cerca de 30 dias) para sustentar uma eventual disputa na FIFA.

    Diante desse cenário, o São Paulo passou a adotar medidas formais para documentar a situação. Até o momento, foram enviadas três notificações ao jogador solicitando seu retorno imediato ao Brasil.

    RESCISÃO AMIGÁVEL TRAVOU

    A reportagem apurou que o clube abriu negociações para uma rescisão amigável e chegou a avançar nas conversas com o estafe do atleta. No entanto, mudanças nas condições propostas pelos representantes de Arboleda fizeram com que as tratativas esfriassem nos últimos dias.

    Em meio ao impasse, o São Paulo optou por manter o pagamento do salário do defensor referente ao mês de abril. A decisão é vista internamente como uma forma de proteção jurídica, visando evitar questionamentos futuros em caso de disputa judicial.

    Desde que deixou de se apresentar no CT da Barra Funda, Arboleda não manteve contato com o técnico Roger Machado nem com lideranças do elenco são-paulino.

    Arboleda define data de retorno ao Brasil para discutir rescisão com o São Paulo

  • Política de imigração de Trump vira fardo político antes de eleição, aponta pesquisa

    Política de imigração de Trump vira fardo político antes de eleição, aponta pesquisa

    Levantamento mostra que 52% dos americanos rejeitam candidatos que apoiam deportações do presidente; entre independentes, 57% preferem políticos contrários às expulsões promovidas pelo líder republicano

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – A política imigratória que foi peça central da campanha de Donald Trump em 2024 -e o ajudou a reconquistar a Casa Branca- pode se tornar seu principal fardo político às vésperas das eleições legislativas de meio de mandato, as chamadas midterms.

    Ao longo do último ano, imagens de agentes de imigração prendendo e perseguindo supostos imigrantes em situação irregular se espalharam pela internet. Cenas de violência, prisões e pessoas sendo retiradas de suas casas intensificaram as tensões entre a população e os agentes -especialmente os do ICE.

    O ponto de ruptura veio neste ano, quando dois cidadãos americanos que protestavam contra as operações e a violência institucional foram mortos por agentes em Minnesota em datas diferentes.

    A reação do governo Trump foi imediata: em questão de minutos, as vítimas foram classificadas de terroristas e descritas como ameaças aos policiais. As imagens, porém, contaram uma história diferente -e o episódio gerou uma onda de protestos, críticas do próprio partido Republicano e um visível desgaste na imagem do presidente e de sua equipe.

    Uma pesquisa divulgada pela Reuters-Ipsos nesta quarta-feira (22) mostra o tamanho desse desgaste. Nas semanas seguintes à posse, em janeiro de 2025, 50% dos americanos aprovavam a política imigratória do presidente. Hoje, esse índice caiu para 40%.

    Com as midterms se aproximando, o levantamento aponta que o acúmulo do último ano pode pesar nas urnas: 52% dos americanos afirmaram ter menos probabilidade de votar em candidatos que endossem a abordagem de Trump para deportações, contra 42% que disseram ser mais propensos a apoiar esse perfil.

    Entre os eleitores independentes, a rejeição é ainda maior. 57% preferem candidatos contrários às deportações promovidas por Trump, enquanto apenas 32% apoiam candidatos alinhados ao presidente nessa questão.

    O quadro revela uma tensão que o próprio eleitorado parece sentir. Apenas um em cada quatro entrevistados avaliou os esforços atuais de repressão como menos agressivos do que um mês atrás -e 70% considerariam uma abordagem mais moderada uma mudança positiva.

    Ao mesmo tempo, 84% dos americanos dizem que fronteiras seguras são ao menos algo importante, e 87% defendem o cumprimento das leis de imigração. Apoiam o controle, mas rejeitam a forma como ele vem sendo conduzido.

    Essa tensão também chegou ao Partido Republicano. Uma das vozes a se manifestar contra a conduta foi a deputada Maria Elvira Salazar. Após a morte do segundo americano, em janeiro, ela publicou nas redes sociais crítica à crise e afirmou que “ninguém quer ver americanos mortos” nas ruas, classificando o episódio de uma tragédia e pedindo um relatório completo e transparente sobre os casos.

    Salazar argumenta que o atual sistema imigratório não funciona e atribui o problema a décadas de inação do Congresso e a leis consideradas ultrapassadas. Para ela, o momento exige um debate mais amplo e honesto, com liderança imediata do Legislativo para promover reformas estruturais.

    Em texto publicado sobre o tema, a deputada defende que os esforços de fiscalização devem se concentrar em criminosos perigosos -não em trabalhadores sem documentação. “Coiotes, chefes de cartel e traficantes de drogas” deveriam ser a prioridade, não cozinheiros, pedreiros e cuidadores. No mês passado, em entrevista à imprensa americana, ela disse estar “muito preocupada” com os rumos que a questão imigratória estava tomando dentro do partido.

    As consequências já são visíveis: operações foram paralisadas, houve troca no comando da Secretaria de Segurança Interna e na chefia das operações, e o ritmo de detenções desacelerou de forma perceptível. O que foi bandeira virou problema -e as urnas de novembro podem cobrar o preço.

    Política de imigração de Trump vira fardo político antes de eleição, aponta pesquisa

  • 'Quero tirar CNH, pois ganhei um carro e preciso dirigir', diz Juliano Floss

    'Quero tirar CNH, pois ganhei um carro e preciso dirigir', diz Juliano Floss

    Dançarino falou sobre os planos para o pós reality e disse que quer foco total em carreira artística e em curso de teatro; Juliano Floss ficou em terceiro lugar no ‘Big Brother Brasil’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Terceiro colocado no BBB 26 (Globo), Juliano Floss já tem vários compromissos fora do reality. Um dos primeiros, segundo ele, é aprender a dirigir. “Eu quero agora tirar uma CNH, porque eu ganhei um carro no Big Brother, e agora preciso dirigir (risos)”, diz ele.

    Além disso, também há vários caminhos profissionais que ele deseja seguir. De acordo com o namorado de Marina Sena, agora é foco total na carreira artística.

    “Tem muita coisa que eu estava segurando. Tem um projeto de dança incrível que eu estava fazendo há alguns meses. Então, eu já estou pensando nisso. Nos meus projetos de dança, nas minhas músicas, no meu curso de teatro”, conta.

    Fora do confinamento, Floss afirma que chegar ao dia de número 100 foi o maior orgulho dele no jogo. “Todos os paredões são intensos, cada um tem um sentimento diferente. Mas, no primeiro, você realmente está mais perdido. Quando você volta, sente que tem alguém com você.”

    O dançarino elege Jonas Sulzbach como seu maior algoz na casa, e afirma que quer manter a amizade com Milena Moreira e Ana Paula Renault para sempre.

    “Fizemos um juramento de dedinho de que nós iríamos continuar a nossa amizade”, diz. “Eu preferia jogar com elas mesmo, por isso que eu estava naquele quarto desde o primeiro dia. No jogo, você pode ter uma relação de carinho pelas pessoas e não jogar junto com elas, sabe? Entrar na casa é mágico, voltar para casa é mais mágico ainda.”

    'Quero tirar CNH, pois ganhei um carro e preciso dirigir', diz Juliano Floss

  • Comissão aprova relatório, e PEC da escala 6×1 avança na Câmara

    Comissão aprova relatório, e PEC da escala 6×1 avança na Câmara

    Texto agora seguirá para uma comissão especial que discutirá o mérito da proposta, como o desenho final da mudança do limite de horas semanais que as empresas podem exigir de seus empregados

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) o relatório favorável à tramitação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da jornada 6×1.

    O texto agora seguirá para uma comissão especial que discutirá o mérito da proposta, como o desenho final da mudança do limite de horas semanais que as empresas podem exigir de seus empregados.

    O relatório do deputado federal Paulo Azi (União Brasil-BA) foi aprovado em votação simbólica, quando não há declaração de voto. O parlamentar apresentou seu parecer favorável ao andamento da proposta na semana passada, mas a votação foi adiada por um pedido de vista da oposição.

    O adiamento valeria por duas sessões do plenário. Para garantir a votação nesta quarta, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou duas sessões de votação virtuais na quinta (16) e sexta (17) da semana passada.

    A oposição chegou a montar um “kit obstrução” com pedidos de retirada de pauta, de adiamento da votação e da discussão, mas os deputados Capitão Alberto Neto (PL-AM) e Julia Zanatta (PL-SC), autores dos pedidos, não estavam na reunião. Por fim, a oposição fechou acordo para votar a favor do relatório na CCJ e guardar munição para a comissão de mérito.

    O texto aprovado nesta quarta não trata do conteúdo da emenda, apenas da constitucionalidade da proposta. São duas PECs tramitando juntas, dos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erica Hilton (PSOL-SP), que propõem a redução da jornada semanal das atuais 44 horas para 36 horas. A proposta de Hilton também altera a escala, fixando-a em 4 dias de trabalho por três de folga.

    Esse desenho de jornada é considerado superado pelo governo, que vem defendendo a adoção de um limite de 40 horas semanais, sem a fixação de um regime de escala, que deve ficar para as negociações entre categorias e empresariado.

    O relatório de Paulo Azi traz recomendações do que ele considera importante ser discutido na comissão de mérito. Uma delas é a necessidade de uma regra de progressividade ou transição, por meio da qual a redução da jornada aconteceria ao longo de alguns anos.

    O parlamentar afirma no texto que apesar de a negociação coletiva ser um mecanismo mais adequado e previsto na reforma trabalhista de 2017, os acordos e convenções coletivas ainda não tratam de reduções na escala de trabalho.

    “Isso ocorre porque, na realidade sindical brasileira, verifica-se uma assimetria de poder na relação entre capital e trabalho, o que se agrava com a fragilidade financeira de muitos sindicatos”, escreveu o relator. Por isso, na avaliação do deputado, a autonomia para negociar é insuficiente para que os trabalhadores consigam redução de jornada ou de escala.

    Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou um projeto de lei com alterações na CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) e outras legislações que regulamentam profissões específicas como comerciários e aeronautas. A proposta chegou ao Congresso com urgência constitucional, o que exige tramitação expressa -em até 45 dias em cada Casa legislativa.

    Lula avisou Motta que enviaria a proposta e que seria um gesto simbólico do governo. O presidente da Câmara disse depois que manteria a tramitação da PEC e que não pretende indicar relator para o projeto do governo.

    “O projeto [do Planalto] chegou ontem, mas vamos seguir o cronograma da PEC. Vamos aguardar sair da CCJ, escolheremos presidente e relator [da comissão especial] com data para chegar a plenário”, afirmou Motta, na semana passada.

    A expectativa dos deputados da base do governo é a de que Motta instale a comissão especial ainda nesta quarta (22) e que os integrantes sejam indicados pelas bancadas até o fim de abril.

    No relatório encaminhado à CCJ, o deputado do União Brasil aponta que a comissão de mérito deve considerar de maneira cautelosa “a adoção de instrumentos mitigatórios” e que isso deve ser feito com base em estudos de impacto financeiro e considerando os diversos setores e suas particularidades.

    Esse cuidado, segundo ele, pretende evitar possíveis efeitos indiretos sobre o mercado de trabalho, como alterações nos custos com impactos sobre as contas da Previdência Social. O relator incluiu no parecer experiências de outros países em relação à compensação, com exemplos de redução na margem de lucro ou o corte de impostos sobre rendimentos, para que o poder de compra fosse mantido.

    O deputado Lucas Redecker (PSD-RS), que havia encabeçado o pedido de vista na semana anterior, disse que pretende encabeçar, na comissão especial, uma discussão de uma “compensação para quem está garantindo os empregos”.

    Desde que Motta enviou a PEC à CCJ, entidades ligadas a diversos setores inicaram uma ofensiva contra o fim da 6×1. O argumento central é o de que a mudança tornará mais caras as contratações, aumentando o custo da folha salarial.

    Comissão aprova relatório, e PEC da escala 6×1 avança na Câmara

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Governo autoriza nomeação de 3.147 aprovados no CNU

    Governo autoriza nomeação de 3.147 aprovados no CNU

    Maior quantidade de vagas está no ministério da Gestão, seguido pelo INSS; concurso teve duas fases e registrou mais de 760 mil inscrições em 2025

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) autorizou a nomeação de 3.147 candidatos aprovados na segunda edição do CNU (Concurso Nacional Unificado) nesta quarta-feira (22).

    Cada órgão federal beneficiado é responsável por gerir suas próprias convocações e posses. Entre as 34 instituições contempladas, o próprio MGI concentra o maior volume de vagas, com 1.250 oportunidades, destinadas principalmente a cargos que podem atuar em mais de um órgão ou entidade da administração pública federal. Em segundo lugar aparece o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com 300 vagas.

    A lista completa de todos os cargos pode ser consultada no seguinte link (Clique Aqui!)

    VEJA LISTA DE VAGAS POR ÓRGÃO

    – Ancine (Agência Nacional do Cinema): 10 vagas;
    – ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis): 16 vagas;
    – Anac (Agência Nacional de Aviação Civil): 70 vagas;
    – Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações): 50 vagas;
    – ANM (Agência Nacional de Mineração): 80 vagas;
    – ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar): 20 vagas;
    – Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários): 30 vagas;
    – ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres): 50 vagas;
    – Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): 14 vagas;
    – IN (Imprensa Nacional): 14 vagas;
    – MCID (Ministério das Cidades): 15 vagas;
    – C.Aer (Comando da Aeronáutica): 90 vagas;
    – C.Ex (Comando do Exército): 131 vagas;
    – CM (Comando da Marinha): 140 vagas;
    – HFA (Hospital das Forças Armadas): 127 vagas;
    – MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar): 64 vagas;
    – Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional): 60 vagas;
    – MPA (Ministério da Pesca e Aquicultura): 32 vagas;
    – Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho): 65 vagas;
    – MTur (Ministério do Turismo): 8 vagas;
    – MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos): 1.250 vagas;
    – ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação): 50 vagas;
    – FCP (Fundação Cultural Palmares): 10 vagas;
    – Funarte (Fundação Nacional das Artes): 28 vagas;
    – Fundaj (Fundação Joaquim Nabuco): 20 vagas;
    – FBN (Fundação Biblioteca Nacional): 14 vagas;
    – Enap (Fundação Escola Nacional de Administração Pública): 21 vagas;
    – Ibram (Instituto Brasileiro de Museus): 28 vagas;
    – MF (Ministério da Fazenda): 30 vagas;
    – MIDR (Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional): 10 vagas;
    – INCA (Instituto Nacional do Câncer): 78 vagas;
    – INC (Instituto Nacional de Cardiologia): 75 vagas;
    – Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia): 94 vagas;
    – IEC (Instituto Evandro Chagas): 28 vagas;
    – Cenp (Centro Nacional de Primatas): 25 vagas;
    – INSS (Instituto Nacional do Seguro Social): 300 vagas.

    O governo criou o CNU com o objetivo de recompor o quadro de servidores, em um contexto de redução de quadros nos últimos anos e de expectativa de mais de 70 mil aposentadorias no serviço público federal até 2030.

    O CNU registrou em sua primeira edição 48,4% das pessoas aprovadas eram mulheres e 40,5% das pessoas negras, indígenas, quilombolas ou com deficiência. Além disso, os aprovados vêm de 578 cidades diferentes, em todos os estados mais o Distrito Federal.

    O concurso foi realizado em duas fases, nos dias 5 de outubro e 7 de dezembro de 2025, e registrou mais de 760 mil inscrições. O processo mobilizou candidatos de 4.951 cidades e as provas foram aplicadas fisicamente em 228 municípios.

    Governo autoriza nomeação de 3.147 aprovados no CNU

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Justiça diz que Lyon tem que pagar R$ 137 milhões ao Botafogo e dá prazo

    Justiça diz que Lyon tem que pagar R$ 137 milhões ao Botafogo e dá prazo

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – John Textor recebeu uma boa notícia na Justiça no processo contra o Lyon para receber R$ 137 milhões.

    O juiz Leonardo de Castro Gomes concedeu decisão favorável à SAF Botafogo na ação que pede a execução de uma dívida do clube francês -resultado do emaranhado de movimentações quando Textor ainda controlava os dois lados na Eagle.

    A decisão mais recente saiu nesta terça-feira (21) e dá prazo de três dias para que o Lyon pague 21 milhões de euros (R$ 137 milhões). A contagem do prazo começa na citação às partes.

    A medida é passível de recurso. Segundo a decisão, o Lyon pode entrar com pedido de embargo em até 15 dias úteis.

    Pela decisão em vigor, se o Lyon reconhecer que tem mesmo que pagar esse valor ao Botafogo, pode fazer um depósito de 30% do valor total e depois requerer que o restante seja repassado em seis parcelas mensais, com juros e correção.

    A SAF Botafogo diz que fez três transferências ao Lyon em 2025, totalizando 21 milhões de euros. O pagamento de volta venceu em março de 2026, na versão do clube.

    OS EMPRÉSTIMOS FORAM

    – 6/3/2025 – 8.5 milhões de euros (R$ 52.939.105,00)
    – 20/3/2025 – 10 milhões de euros (R$ 61.401.000,00)
    – 20/3/2025 – 2,5 milhões de euros (R$ 15.350.250,00)

    Justiça diz que Lyon tem que pagar R$ 137 milhões ao Botafogo e dá prazo

  • PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

    PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

    Segundo diretor, bloqueio vai durar até que seja esclarecida motivação contra policial do Brasil; Andrei Rodrigues também diz que PF ainda não recebeu nenhum comunicado oficial sobre o ocorrido

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (22) que retirou as credenciais de um agente de imigração americano que atuava na coordenação do setor no Brasil.

    A ação foi em represália à atitude do governo Donald Trump, que pediu a retirada de um policial brasileiro que atuava no sistema de imigração dos EUA.

    Segundo afirmou Andrei em entrevista à Globonews, o bloqueio ao sistema de dados da PF contra o servidor americano vai durar até que seja esclarecido o motivo que levou os EUA a tomarem as atitudes contra o agente do Brasil.

    “Esse policial norte-americano, que até então trabalhava dentro de uma unidade nossa da PF, deixa de ter acesso a algumas bases de dados que nós fornecemos para essas cooperações, assim como nosso servidor lá em Miami teve”, disse.

    O funcionário brasileiro seria o delegado Marcelo Ivo de Carvalho, que atua em Miami. Ele teve participação no caso que levou à prisão, na semana passada, do ex-delegado federal e ex-deputado Alexandre Ramagem pelo ICE, a agência de imigração dos EUA.

    Andrei também afirmou que, até o momento, a PF não recebeu nenhum comunicado oficial sobre o ocorrido com Marcelo Ivo e que ele mesmo determinou o seu retorno à unidade em que trabalha.

    “Ao chegar ao trabalho, o policial brasileiro teve a credencial de acesso ao sistema negado. Portanto, entendi que seria mais prudente mandar ele voltar ao Brasil”, declarou.

    O chefe da PF também considerou “risível” a alegação do governo Trump de que o funcionário teria atuado para manipular o sistema de imigração e “contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território” americano.

    “Não é possível imaginar que um policial está nos EUA para enganar as agências americanas e ludibriar um processo que a própria agência que ele está lotado produz”, declarou.

    Após a prisão de Ramagem, no dia 13, a PF afirmou que houve uma ação conjunta entre EUA e Brasil.

    O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse na ocasião que a prisão pelo serviço de imigração foi motivada por uma suposta infração de trânsito leve.

    Marcelo Ivo foi designado, em março de 2023, para exercer a função de oficial de ligação junto ao ICE (sigla em inglês para Serviço de Imigração e Alfândega), em Miami. Esse tipo de missão para os policiais federais brasileiros tem um período específico. No caso da função junto ao ICE, era de dois anos.

    A permanência do delegado -que antes foi superintendente da PF na Paraíba– foi prorrogada, até agosto de 2026, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União.

    Mas, em 17 de março deste ano, o delegado-geral da PF, Andrei Rodrigues, determinou a substituição de Marcelo por outra delegada, Tatiana Torres. A troca formal, portanto, se deu antes do episódio da prisão de Ramagem.

    O ex-deputado federal pelo PL-RJ foi condenado à prisão no ano passado na mesma ação que levou à cadeia o ex-presidente Bolsonaro.

    Ele recebeu pena de 16 anos e um mês de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado no final do governo de Bolsonaro, além de perder o mandato parlamentar. Ele deixou o Brasil no ano passado e é alvo de um processo de extradição.

    PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Negociações da Ucrânia não podem esperar a guerra no Irã terminar, diz Zelensky

    Negociações da Ucrânia não podem esperar a guerra no Irã terminar, diz Zelensky

    “Mas nós não temos o financiamento. É realmente uma questão de vida, de sobrevivência; para nos defendermos, precisamos muito desse dinheiro.”, disse o presidente da Ucrânia

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirma que as negociações para tentar encerrar a guerra na Ucrânia não podem ficar em segundo plano por causa do conflito no Irã. Declaração foi feita em entrevista à CNN.

    Zelensky disse ver risco em condicionar a retomada de esforços diplomáticos ao fim da guerra no Irã. Para ele, a mudança de foco internacional tira atenção da agressão russa e pode travar iniciativas em paralelo.

    Presidente ucraniano afirmou que conversas técnicas com os EUA continuam, mas que não enxerga espaço para uma reunião política agora. “Mas nós não temos o financiamento. É realmente uma questão de vida, de sobrevivência; para nos defendermos, precisamos muito desse dinheiro.”, disse Zelensky, à CNN.

    Zelensky apontou como desafio o fato de o mesmo time americano tocar as negociações sobre Irã e Ucrânia. Ele citou o enviado Steve Witkoff e Jared Kushner, genro do presidente Donald Trump, como integrantes da equipe envolvida nas duas frentes.

    Ucraniano também relatou impacto do conflito no fornecimento de armas para Kiev, com atrasos em itens considerados-chave. Ele destacou a falta de mísseis antibalísticos e disse que a produção limitada nos EUA reduz a quantidade disponível para a Ucrânia.

    EMPRÉSTIMO EUROPEU E PRESSÃO POR RECURSOS

    Zelensky falou com a CNN horas depois de a União Europeia aprovar um empréstimo de 90 bilhões de euros para a Ucrânia. Ele afirmou que o dinheiro é decisivo para manter a capacidade de defesa e para ampliar a produção local de armamentos.

    Segundo a CNN, o pacote estava prometido havia meses, mas foi atrasado por um impasse político na Hungria. A reportagem relata que o então primeiro-ministro Viktor Orbán bloqueava o acordo e condicionava apoio à retomada do trânsito de petróleo russo para a Europa.

    Zelensky disse que a falta de recursos impede a Ucrânia de produzir tudo o que consegue fabricar. O presidente ucraniano deu o exemplo de interceptores de drones, dizendo que o país está produzindo atualmente cerca de mil unidades por dia, embora tenha capacidade para fabricar 2 mil diariamente. “Não temos financiamento. É realmente uma questão de vida ou morte, de sobrevivência, de defesa; precisamos muito desse dinheiro”, afirmou, à CNN.

    Negociações da Ucrânia não podem esperar a guerra no Irã terminar, diz Zelensky

  • Ana Paula almeja cargo na TV para 'transformar vidas' após BBB 26

    Ana Paula almeja cargo na TV para 'transformar vidas' após BBB 26

    Vencedora do ‘Big Brother Brasil’ teme não ser chamada para fazer publicidade; ‘Mercado não gosta de pessoas com o meu perfil’, disse a jornalista

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A vencedora do BBB 26 (Globo), Ana Paula Renault, pensa no futuro. Não que ela precise trabalhar pelos próximos anos, já que ganhou mais de R$ 5 milhões no programa. Mas se manter em evidência na TV é uma meta.

    Indagada por Ana Maria Braga sobre os desejos profissionais, ela afirma que gostaria de exercer sua profissão como jornalista.

    “Gostaria de conseguir levar algo bom às pessoas, transformar vidas, fazer algo que acrescente e mexa com elas”, contou.

    É comum que participantes do reality consigam ganhar muito dinheiro com publicidade. Mas Ana Paula teme não ser chamada para esse tipo de trabalho pela autenticidade.

    “O mercado publicitário não gosta de pessoas com meu perfil, eu falo o que penso”, pontuou.

    No bate-papo, Ana Paula ainda alfinetou Maxiane Rodrigues e Jonas Sulzbach, a quem chamava respectivamente de “coordenadora de resort” e “quinta série”. “Vi que eles estão fazendo um dinheirinho com publicidade [sobre o Globoplay]. Bom para eles.”

    Ana Paula almeja cargo na TV para 'transformar vidas' após BBB 26

  • “Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI

    “Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI

    Medida ajudou a conter importações, preservou mais de 100 mil empregos e movimentou a economia brasileira, mantendo em circulação de R$ 19,7 bi na economia

    Apesar de impopular, a cobrança de imposto sobre compras internacionais de pequeno valor, conhecida como “taxa das blusinhas”, teve efeitos positivos para o país, revelou levantamento divulgado nesta quarta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    Segundo a entidade empresarial, a medida ajudou a conter importações, preservou mais de 100 mil empregos e movimentou a economia brasileira. Bilhões de reais em produtos estrangeiros deixaram de ser comprados, ao mesmo tempo em que o imposto reforçou o caixa da União, disse a confederação.

    A CNI calculou os efeitos do Imposto de Importação, com base no valor médio das remessas em 2025, comparando o volume de importações projetado pela confederação para o ano passado e o valor que foi efetivamente registrado.

    Principais números do levantamento

    • R$ 4,5 bilhões em importações evitadas;
    • 135,8 mil empregos preservados no país;
    • R$ 19,7 bilhões que circularam na economia brasileira;
    • Queda de 10,9% no número de encomendas internacionais de 2024 a 2025;
    • Recuo de 23,4% no número de remessas no primeiro semestre de 2025 em relação ao primeiro semestre de 2024, antes da entrada em vigor;
    • Arrecadação de R$ 1,4 bilhão com o imposto em 2024, e de R$ 3,5 bilhões, em 2025.

    De acordo com a CNI, a tributação reduziu a concorrência desleal dos produtos importados, principalmente da China, dando fôlego à indústria brasileira.

    “O objetivo principal da ‘taxa das blusinhas’ não é tributar o consumidor, mas proteger a economia. Tornar a indústria brasileira competitiva é primordial para que nós possamos manter empregos e gerar renda”, afirmou em nota Marcio Guerra, superintendente de Economia da CNI.

    “Ninguém aqui é contra as importações. Elas são bem-vindas, aumentam a competitividade, mas é preciso que entrem no Brasil em condições de igualdade”, acrescentou.

    Como funciona a taxa

    A medida estabelece a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. A regra entrou em vigor em agosto de 2024, dentro do programa Remessa Conforme, criado para regulamentar o comércio eletrônico internacional.

    Na prática, o imposto é cobrado no momento da compra, o que facilita a fiscalização e reduz fraudes.

    Efeito nas importações

    Com a nova regra, o volume de encomendas caiu:

    Em 2024, foram 179,1 milhões de remessas para o Brasil;Em 2025, o número recuou para 159,6 milhões.

    Sem a taxação, a projeção da indústria era de que o número chegaria a mais de 205 milhões de pacotes, o que mostra o impacto direto da medida na redução das compras no exterior.

    Antes da mudança, produtos importados de baixo valor muitas vezes entravam no país sem pagar todos os tributos, enquanto itens nacionais eram taxados normalmente.

    Segundo a CNI, isso gerava uma concorrência desigual. Com a nova regra, há maior equilíbrio entre produtos nacionais e estrangeiros.

    Combate a fraudes

    A CNI complementa que a “taxa das blusinhas” também inibiu práticas como subfaturamento, divisão de pedidos e uso indevido de isenções, que eram comuns antes da taxação.

    Com o novo sistema, as plataformas internacionais precisam informar e recolher os impostos no ato da venda, o que aumenta o controle e reduz irregularidades.

    Impacto econômico

    Além de reduzir importações, a medida elevou a arrecadação federal com importações de pequeno valor, que passou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025.

    Para a indústria, informou a CNI, o principal efeito é a proteção da produção nacional, com manutenção de empregos e geração de renda no país.

    “Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia