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  • PF determina que Eduardo Bolsonaro reassuma cargo de escrivão da corporação

    PF determina que Eduardo Bolsonaro reassuma cargo de escrivão da corporação

    Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teve mandato de deputado cassado no final de dezembro; parlamentar viajou aos EUA em março para pressionar por punições de Donald Trump contra autoridades e economia brasileira

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Polícia Federal determinou que o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reassuma as funções de escrivão da corporação. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro perdeu o cargo de parlamentar no final de dezembro por excesso de faltas na Câmara.

    O ato ordenando que Eduardo retome as atividades na delegação da Polícia Federal em Angra dos Reis (RJ) foi publicado no “Diário Oficial” da União desta sexta-feira (2), assinado pelo diretor de gestão de pessoas da PF substituto, Licinio Nunes de Moraes Netto.

    A publicação informa ainda que “a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”.

    O filho de Bolsonaro assumiu seu primeiro mandato de deputado federal em 2015. Eduardo foi cassado por decisão da Mesa Diretora da Câmara em 18 de dezembro, no mesmo dia em que o órgão decretou a perda do mandato de Alexandre Ramagem (PL-RJ).

    A Constituição estabelece em seu artigo 55 que perderá o mandato o deputado ou o senador que faltar a um terço das sessões ordinárias do ano, salvo licença ou missão oficial. Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Repubilcanos-PB), Eduardo ultrapassou essa marca.

    Em setembro, Motta chegou a barrar uma manobra do PL para driblar as faltas de Eduardo. O deputado foi indicado líder da minoria, já que os líderes não precisam justificar suas ausências, mas a designação não foi aceita pelo presidente da Casa.

    Eduardo viajou para os EUA em março, de onde comandou uma campanha para que o presidente americano, Donald Trump, determinasse punições a autoridades brasileiras, além de ter articulado o tarifaço contra produtos brasileiros, com o objetivo de livrar o pai da prisão.

    Ele diz que viajou ao exterior por sofrer perseguição no Brasil. Por causa da sua atuação no exterior, Eduardo se tornou réu no STF sob acusação de coação.

    Apesar do esforço do filho, Bolsonaro foi condenado pelo Supremo a 27 anos e 3 meses de prisão por participação na trama golpista e está preso na sede da PF em Brasília.

    Além do mais, os EUA retiraram as sanções da Lei Magnitsky aplicadas contra o ministro Alexandre de Moraes, o que também enfraqueceu a posição política do deputado.

    PF determina que Eduardo Bolsonaro reassuma cargo de escrivão da corporação

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  • Alok interrompe show em cruzeiro após forte ventania arrastar pessoas e objetos

    Alok interrompe show em cruzeiro após forte ventania arrastar pessoas e objetos

    Não há informações sobre feridos; influenciador relata correria e caos; pessoas que curtiam apresentação precisaram deixar camarote; veja

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma forte ventania abalou um cruzeiro em alto-mar. Nele, o DJ Alok fazia um show e precisou interromper sua atividade para que as pessoas fossem evacuadas do local. Não há informações sobre feridos.

    Um jornalista e influenciador de nome Francisco Garcia relatou boa parte dos acontecimentos via redes sociais. Segundo ele, havia mais de 5.000 passageiros na embarcação.

    Vídeos que circulam pela web mostram o desespero de pessoas com o vento. Algumas delas foram arrastadas. Objetos como celulares, bolsas e bebidas também voaram.

    O fato aconteceu na madrugada desta sexta-feira (2). As rajadas de vento atingiram o navio e deixaram um clima instável no ambiente aberto onde as pessoas estavam. O protocolo adotado priorizou a integridade física dos passageiros.

    Parte das pessoas correu dos camarotes e voltou às cabines devido à movimentação anormal da embarcação. Bombeiros ajudavam a dispersar a multidão.

    Segundo o influenciador, horas depois do susto e com o vento mais brando, o DJ Alok voltou para finalizar sua apresentação de música, mas já havia um público bem menor. Procurado, o DJ não respondeu até a publicação deste texto.

    Alok interrompe show em cruzeiro após forte ventania arrastar pessoas e objetos

  • Sergio Ramos lidera grupo que quer comprar e reerguer o Sevilla, diz rádio

    Sergio Ramos lidera grupo que quer comprar e reerguer o Sevilla, diz rádio

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O zagueiro Sergio Ramos é o líder de um grupo poderoso de investidores que tem interesse em comprar o Sevilla, clube que revelou o defensor de 39 anos. A informação é da emissora de rádio espanhola COPE.

    Sergio Ramos está à frente de uma oferta para adquirir o controle do clube espanhol. O movimento acontece em meio ao processo de venda do Sevilla, que vive um momento de forte instabilidade financeira e institucional.

    O zagueiro lidera um grupo de investidores que apresentou a “proposta mais robusta” até agora aos atuais acionistas do Sevilla. A iniciativa surge após o recuo de um consórcio norte-americano, que havia iniciado negociações, mas reduziu significativamente os valores depois de auditorias apontarem fragilidades nas contas do clube.

    A oferta liderada por Ramos ainda está em fase de análise e depende da aceitação dos principais acionistas. Não há prazo definido para um desfecho, mas o processo deve avançar nas próximas semanas, já que o Sevilla busca uma solução rápida para reorganizar suas finanças e seu projeto esportivo.

    O Sevilla atravessa uma fase delicada. Além das dificuldades esportivas nas últimas temporadas (nas duas últimas temporadas terminou a La Liga na 12ª e 13ª posição), o clube acumula prejuízos financeiros, queda de receitas e disputas internas entre acionistas -cenário que levou à abertura formal para a venda do controle acionário.

    O defensor foi formado nas categorias de base do clube e estreou como profissional no início dos anos 2000, antes de se transferir para o Real Madrid.
    Em 2024, ele retornou ao Sevilla para uma última temporada e teve números convincentes: 37 jogos, sete gols e uma assistência.

    Vitão custou ao Flamengo cerca de 10 milhões de euros, sendo que 4,7 milhões de euros se referem ao abatimento de uma dívida do Internacional

    Folhapress | 10:15 – 02/01/2026

    Sergio Ramos lidera grupo que quer comprar e reerguer o Sevilla, diz rádio

  • Emendas entram em 2026 como trunfo eleitoral do Congresso e novamente contestadas

    Emendas entram em 2026 como trunfo eleitoral do Congresso e novamente contestadas

    Indicações superaram R$ 50 bilhões em 2025 e drenaram Orçamento federal; previsão em 2026 é de mais de R$ 60 bi; ações no Supremo, principalmente relatadas por Flávio Dino, questionam transparência e mau uso de emendas

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Trunfo de deputados e senadores para as eleições, as emendas parlamentares terão pela primeira vez o pagamento obrigatório de parte delas antes do período eleitoral. Mas entrarão em 2026 novamente sob escrutínio, com acusações sobre falta de transparência, operações da Polícia Federal para investigá-las e uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) que questiona sua impositividade.

    As indicações de deputados e senadores ocuparam mais de R$ 50 bilhões do Orçamento de 2025 e consumiram até 70% da verba discricionária dos ministérios, usada em investimentos e contratos. O Orçamento de 2026, aprovado no dia 19 de dezembro, prevê elevar o valor das emendas para mais de R$ 61 bilhões.

    Entre as principais frentes de questionamento das emendas estão as ações relatadas pelo ministro Flávio Dino no Supremo. Além de determinar mudanças em regras de transparência dos repasses, o ministro tem autorizado operações policiais, como a realizada no último dia 12 de dezembro, que teve como alvo Mariângela Fialek, a Tuca, assessora ligada ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL).

    O ministro disse no começo de dezembro que concluiu a instrução das ADIs (Ações Diretas de Inconstitucionalidade) que questionam a existência das emendas parlamentares impositivas, e que pedirá que o presidente da corte, Edson Fachin, abra espaço na pauta para julgamento pelo plenário.

    No mesmo evento, Dino afirmou que a existência das emendas impositivas “é um debate fundamental em um país presidencialista”, que “diz respeito à separação de Poderes, freios e contrapesos, vértice do sistema político”. “É um debate essencial e de índole constitucional. É um debate jurídico, não é um debate político”, completou.

    O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou no último dia de votações do Congresso em 2025 que o Judiciário cumpre o seu papel ao ordenar investigações, mas criticou o que considera exageros contra as emendas. Ele afirmou que é preciso “estabelecer uma linha” contra exageros e disse que não se pode generalizar os ataques às indicações parlamentares.

    “Nós não temos compromisso com quem não trabalha correto com emenda. Mas eu tenho também a plena certeza de que a larga maioria dos representantes que estão na Câmara dos Deputados, os senhores deputados e deputadas federais, trabalha corretamente com a emenda”, disse.

    A regra que tornou obrigatório o pagamento das emendas individuais de cada parlamentar ao Orçamento foi criada em 2015.

    Desde então, o Congresso também tornou impositivas as emendas de bancadas estaduais e criou outras modalidades, como as emendas de comissão e de relator, para ampliar o direcionamento de recursos para suas bases eleitorais, de prefeitos e governadores.

    O avanço do Congresso sobre o Orçamento se escancarou a partir de 2020, quando houve um salto de R$ 13,7 bilhões para R$ 46,2 bilhões previstos para indicações parlamentares. A alta foi puxada pela chamada emenda do relator, que o STF declarou inconstitucional em 2022.

    Durante a última campanha para presidente, Lula (PT) se referiu à distribuição de verba com baixa transparência como “o maior esquema de corrupção da atualidade”, “orçamento secreto” e “bolsolão”.

    No começo de dezembro, o presidente voltou a criticar o volume de verba definida pelo Congresso. “Eu acho que o fato de o Congresso Nacional sequestrar 50% do Orçamento da União é um grave erro histórico. Mas você só vai acabar com isso quando mudar as pessoas que governam e que aprovam isso”, declarou.

    Apesar das críticas, o petista manteve nomes do centrão no comando de pastas que servem como canais de escoamento das emendas, como a Codevasf e o Ministério dos Esportes.

    O cenário sobre as emendas se tornou mais cinzento com movimentos do governo federal para entregar ao Congresso parcelas do Orçamento que não estavam marcadas para indicações de deputados e senadores.

    No Ministério da Saúde, uma fatia de mais de R$ 7,65 bilhões é tratada nos bastidores como emendas informais. O governo nega a existência das indicações paralelas ou secretas, mas ofícios, publicações nas redes e falas dos próprios parlamentares confirmam o controle da verba.

    Em 2025, o governo deve empenhar cerca de R$ 50 bilhões, quase dez vezes mais do que em 2015. O principal destino da verba é o Ministério da Saúde, que tem mais de R$ 27 bilhões reservados ao Congresso.

    As emendas consomem até 70% dos recursos para custeio e investimento de pastas como a dos Esportes. Mesmo com travas impostas pelo STF, ainda há uma parcela das emendas em que é praticamente impossível localizar o padrinho político da verba.

    No caso das indicações feitas pelas comissões temáticas do Congresso, que somam R$ 11,5 bilhões em 2025, as listas com autores das emendas estão espalhadas nos sites dos colegiados, sem um padrão definido ou valores consolidados.

    Emendas entram em 2026 como trunfo eleitoral do Congresso e novamente contestadas

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  • Após término, Zé Felipe diz que 2025 foi seu 'melhor ano da vida'

    Após término, Zé Felipe diz que 2025 foi seu 'melhor ano da vida'

    Zé Felipe e Ana Castela anunciaram o término na noite da última segunda-feira, dia 29 de dezembro

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Zé Felipe, 27, diz que 2025 foi seu melhor ano da vida após término com Ana Castela, 22.

    No Instagram, o cantor apareceu para fazer um balanço do ano. “Bom dia! Deus abençoe com prosperidade, vida e saúde. Já passando para agradecer meu segundo melhor da minha vida que foi 2025”

    Zé Felipe também desejou que 2026 seja o melhor ano. “O melhor ano vai chegar agora. 2026 vai ser o melhor ano da minha vida e da sua também. Vai ser incrível”

    O ex-casal anunciou o término na noite da última segunda-feira. O sertanejo publicou uma nota informando o fim do relacionamento em seu perfil e Ana Castela republicou. Nesta terça-feira (30), a artista rebateu uma publicação que apontou os supostos motivos da separação.

    Os dois estavam juntos oficialmente desde outubro, após alguns meses de rumores de que estariam vivendo um relacionamento.

    Após término, Zé Felipe diz que 2025 foi seu 'melhor ano da vida'

  • Corinthians tenta reverter bloqueio da Caixa que ameaça planos para 2026

    Corinthians tenta reverter bloqueio da Caixa que ameaça planos para 2026

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians tenta reverter junto à Caixa Econômica Federal a retenção de parte da premiação pelo título da Copa do Brasil.

    ARGUMENTO DO CLUBE ESBARRA NO CONTRATO

    A reportagem apurou que nos últimos dias Osmar Stábile conversou com Carlos Vieira, presidente da Caixa, na tentativa de destravar os recursos que haviam sido projetados para aliviar o fluxo de caixa do Timão no início do ano.

    Na negociação, o Corinthians sustenta que a Caixa estaria usando uma receita de 2025 para descontar juros que só venceriam em 2026.

    O banco, porém, se apoia nos contratos de cessão fiduciária assinados com o clube para justificar a retenção.

    A reportagem teve acesso a esses documentos, firmados em 2023, durante a gestão de Duílio Monteiro Alves, que mostram que a garantia dada pelo Timão não se limita ao principal da dívida nem ao exercício orçamentário. O compromisso cobre também juros futuros, encargos e correções, independentemente do ano em que venha a vencer.

    Nos instrumentos, o clube cede fiduciariamente ao banco receitas presentes e futuras -como bilheteria, alugueis e outros recebíveis. Isso é uma forma de assegurar o cumprimento das obrigações financeiras.

    Frente a isso, é possível que a Caixa retenha qualquer recebível enquadrado no contrato para se proteger contra inadimplência, mesmo que o vencimento dos juros esteja projetado para o exercício do ano seguinte. Deste modo, o argumento corintiano encontra pouca sustentação na redução contratual.

    DINHEIRO TINHA DESTINO DEFINIDO

    O UOL apurou que a CBF depositou R$ 69 milhões ao Corinthians pelo título da Copa do Brasil. O valor representa R$ 8 milhões a menos que a quantia bruta da premiação e o desconto representa tributos e impostos.

    Desse recurso, algo em torno de R$ 34 milhões foi prometido como premiação ao elenco.

    A outra metade estava destinada ao pagamento de dívidas que nesta sexta-feira (02) coloca o Corinthians em transfer ban e outras restrições.

    Ainda segundo a apuração da reportagem, esse dinheiro estava atrelado ao planejamento financeiro do clube em conjunto com a premiação do Campeonato Brasileiro, formando um pacote de receitas esperado para fechar as contas do fim de 2025 e organizar o início de 2026.

    Com a retenção de cerca de 50% do valor pela Caixa, o clube “perdeu” justamente a parcela que seria usada para estancar passivos mais urgentes -além de ter de buscar alternativas para honrar o compromisso assumido com os jogadores.

    Vitão custou ao Flamengo cerca de 10 milhões de euros, sendo que 4,7 milhões de euros se referem ao abatimento de uma dívida do Internacional

    Folhapress | 10:15 – 02/01/2026

    Corinthians tenta reverter bloqueio da Caixa que ameaça planos para 2026

  • Veja quem consegue a revisão da aposentadoria do INSS em 2026

    Veja quem consegue a revisão da aposentadoria do INSS em 2026

    Prazo é de dez anos após o primeiro pagamento recebido pelo segurado! Pedido deve ser feito pelo app ou site Meu INSS; é preciso apresentar documentos que comprovem o erro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O segurado que julga estar recebendo valor menor de aposentadoria, pensão ou outro benefício previdenciário tem direito de pedir a revisão da renda ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O pedido inicial é feito pelo aplicativo ou site Meu INSS, ou pela central telefônica 135.

    A revisão tem prazo de até dez anos para ser solicitada. O período começa a contar a partir do mês subsequente ao primeiro pagamento. Se for constatado o erro, o governo paga ao segurado as diferenças que deixaram de ser depositadas por conta da incorreção, limitadas aos últimos cinco anos.

    Quem recebeu o primeiro pagamento do INSS em dezembro de 2015 e constatou algum erro em sua aposentadoria tem até o fim de janeiro de 2026 para fazer o pedido da revisão.

    O beneficiário deve solicitar a correção de sua renda primeiro ao instituto e, só depois, na Justiça, caso não obtenha resposta ou não concorde com o resultado final de seu processo administrativo.

    É possível incluir, no pedido de recálculo, valores de salários que tenham ficado de fora da conta inicial ou tempo de contribuição que não tenha sido considerado pelo órgão.

    Para fazer a solicitação, é necessário ter documentos que comprovem o erro do INSS. Novos documentos, que não tenham sido apresentados na época do pedido do benefício, não garantem a revisão retroativa. Isso porque entende-se que o instituto não tinha conhecimento deles. Nestes casos, há uma contagem diferente para a correção da renda e o pagamento dos atrasados.

    Algumas revisões já foram reconhecidas pela Justiça e incorporadas pela Previdência Social, que as concede de forma administrativa, como é o caso da revisão do teto de 1991 a 2003 e da revisão do salário-maternidade, cuja regra para trabalhadoras autônomas foi alterada em julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) em 2024.

    VEJA O CALENDÁRIO DO PEDIDO DA REVISÃO NO INSS EM 2026

    Mês do primeiro pagamento – Último mês para pedir a revisão

    Dezembro de 2015 – Janeiro de 2026
    Janeiro de 2016 – Fevereiro de 2026
    Fevereiro de 2016 – Março de 2026
    Março de 2016 – Abril de 2026
    Abril de 2016 – Maio de 2026
    Maio de 2016 – Junho de 2026
    Junho de 2016 – Julho de 2026
    Julho de 2016 – Agosto de 2026
    Agosto de 2016 – Setembro de 2026
    Setembro de 2016 – Outubro de 2026
    Outubro de 2016 – Novembro de 2026
    Novembro de 2016 – Dezembro de 2026

    O QUE É A REVISÃO DA APOSENTADORIA?

    A revisão da aposentadoria ou de outro benefício do INSS é um pedido de correção de algum erro cometido pelo instituto na concessão. Em geral, ele é feito quando o segurado julga ter direito a valor maior do que o que está recebendo.

    É possível pedir ao INSS a inclusão de salários que ficaram de fora do cálculo inicial ou de tempo de contribuição que não foi considerado. Caso o instituto reconheça o erro, o segurado tem direito ao benefício maior.

    É preciso ter cuidado, no entanto, porque ao rever o processo administrativo de concessão do benefício, o INSS pode constatar algum erro que torne o benefício menor. Neste caso, o segurado terá a renda diminuída. Por isso a dica é buscar um advogado especialista em Previdência antes de fazer o pedido.

    COMO FAZER O PEDIDO?

    A solicitação de revisão do benefício é feita pelo aplicativo ou site Meu INSS. Essa é a forma mais fácil e rápida de conseguir a revisão da renda. É preciso anexar os documentos que comprovem o erro e o direito à renda maior.

    O pedido pode ser feito também pela Central Telefônica 135. Neste caso, o cidadão será orientado pelos atendentes sobre os prazos e a documentação a ser apresentada no INSS.

    A entrega dos documentos ao INSS, neste caso, poderá ser feita de duas formas, segundo advogados. O segurado terá um número de protocolo e pode utilizá-lo no Meu INSS para anexar a papelada. Caso seja necessário, será marcado atendimento para entregar os documentos em uma agência da Previdência Social.

    QUAIS DOCUMENTOS SÃO NECESSÁRIOS?

    Os documentos a serem apresentados ao INSS vão depender do tipo de pedido de correção que o segurado está fazendo, se para incluir salários que não entraram no cálculo inicial ou tempo de contribuição que não foi considerado, entre outros. Os dois podem aumentar a renda.

    Para comprovar que os salários considerados no cálculo do INSS estão errados, os documentos que podem ser apresentados são carteira de trabalho e holerites da época, extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou recibos do trabalho autônomo que possam provar o valor correto dos salários.

    Quando a intenção for incluir tempo de contribuição, os documentos a serem apresentados são carteira de trabalho, declaração do antigo empregador com as datas de entrada e saída do emprego e processo judicial que comprove período de trabalho, entre outros.

    O cidadão que vai incluir tempo especial precisa de laudos comprovando a atividade em situação prejudicial à saúde, que são diferentes a depender do período que quer comprovar. Para atividades a partir de 2004, o documento é o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).

    QUANDO IR À JUSTIÇA CONTRA O INSS?

    A correção do benefício pode ser pedida no INSS ou na Justiça. No entanto, a Justiça só pode ser acionada após o pedido ser feito de forma administrativa, no instituto. Essa foi uma decisão tomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), então não pode ser violada, sob pena de o segurado perder a revisão e nunca mais poder fazer o mesmo pedido.

    Para ações judiciais de até 60 salários mínimos ou para processos abertos na Previdência, não há necessidade de advogado, mas é bom ter um defensor. No Juizado Especial Federal, onde são abertos processos de até 60 salários, se o INSS recorrer, é preciso nomear um advogado em até dez dias.

    Na vara previdenciária comum, onde são propostas ações acima de 60 salários -nas quais se recebe por meio de precatórios- é preciso ter advogado desde o início, para dar entrada no pedido.

    COMO É O PAGAMENTO DOS VALORES?

    O pagamento dos valores da revisão tem duas fases. A primeira delas é a implantação do novo benefício, que passa a ter correção a partir do reconhecimento do erro. Esses prazos, no entanto, não são imediatos. No INSS, dependem de processos burocráticos internos e, na Justiça, dependem da ordem do juiz.

    A outra fase é o depósito dos retroativos ou valores atrasados. Se a revisão for paga pelo INSS, esse dinheiro pode cair na conta em que o segurado recebe a aposentadoria ou ser feito por PAB (Pagamento Alternativo de Benefício), que pode passar por auditoria interna.

    Na Justiça, os valores são depositados ou por RPV (Requisição de Pequeno Valor) em até dois meses após a ordem de pagamento do juiz ou por precatório, liberado uma vez por ano. Nestes casos, caem em uma conta especial aberta na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil em nome do segurado ou seu advogado.

    Veja quem consegue a revisão da aposentadoria do INSS em 2026

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  • Vitão já assinou com o Flamengo e será apresentado após chegada de diretor

    Vitão já assinou com o Flamengo e será apresentado após chegada de diretor

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Aprovado nos exames médicos na última terça-feira, o zagueiro Vitão assinou contrato com o Flamengo até 2029 no mesmo dia, mas só será apresentado oficialmente pelo clube após a chegada ao Brasil do diretor de futebol, José Boto, que passa as festas de fim de ano em Portugal, sua terra natal.

    Boto chega ao Rio no início da semana que vem, entre 5 e 6 de janeiro. A apresentação oficial de Vitão deve acontecer alguns dias antes da reapresentação do elenco principal, prevista para 12 de janeiro. A tendência é a de que o zagueiro conceda a entrevista coletiva com a imprensa e vista a camisa flamenguista pela primeira vez nos dias 9 ou 10 de janeiro.

    Vitão interrompeu rapidamente suas férias no Nordeste somente para realizar exames médicos e assinar com o Flamengo. Ele desembarcou bem cedo, na manhã do dia 30 de dezembro, e foi recepcionado por jornalistas e alguns torcedores no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Após as burocracias, retornou para onde estava com os familiares.

    O defensor chegou a ter sua transferência encaminhada para o Cruzeiro, mas o negócio acabou melando pois o zagueiro João Marcelo -incluso nas negociações- não aceitou ir para o Internacional por empréstimo.

    Vitão custou ao Flamengo cerca de 10 milhões de euros, sendo que 4,7 milhões de euros se referem ao abatimento da dívida do Internacional, com o clube carioca, pela compra do volante Thiago Maia.

    O ano de 2026 também será marcado pela implementação do novo calendário do futebol brasileiro, que, segundo a Confederação Brasileira de Futebol, visa reduzir a carga de jogos dos times da elite

    Folhapress | 09:15 – 02/01/2026

    Vitão já assinou com o Flamengo e será apresentado após chegada de diretor

  • PF prende Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, após ordem de Moraes

    PF prende Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, após ordem de Moraes

    Decisão de Moraes ocorre após defesa admitir ter acessado redes sociais do seu cliente

    A Polícia Federal (PF) prendeu nesta sexta-feira, 2, Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Martins foi preso em sua casa, em Ponta Grossa (PR), onde cumpria prisão domiciliar, e levado a um presídio da região. A ordem foi dada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Em 29 de dezembro, Moraes havia determinado que a defesa de Martins esclarecesse em até 24 horas uma possível violação das medidas cautelares impostas no âmbito da ação penal sobre a tentativa de golpe.

    O ministro alega que Martins acessou seu perfil no LinkedIn, naquele mesmo dia, para buscar perfis de terceiros. O ex-assessor de Bolsonaro estava proibido pelo STF de usar as redes sociais.

    Em explicação a Moraes, a defesa de Martins disse que ele não usou a rede social e nem fez publicações. Os advogados afirmaram que o perfil está sob controle deles com o objetivo de preservar provas, organizar informações relevantes ao processo e auditar os históricos digitais.

    “Frise-se, com a exatidão que o caso exige: o Defendente não utilizou a plataforma LinkedIn, nem realizou qualquer ato de manifestação pública ou comunicação por meio dela”, argumentou a defesa na manifestação enviada ao STF.

    No despacho da ordem de prisão, Moraes escreveu que “não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que a própria defesa reconhece a utilização da rede social, não havendo qualquer pertinência da alegação defensiva no sentido de que as redes sociais foram utilizadas para ‘preservar, organizar e auditar elementos informativos pretéritos relevantes ao exercício da ampla defesa’”.

    O ministro afirmou que Martins demonstrou “total desrespeito” pelas normas impostas e pelas instituições democráticas, “em virtude de que, ao fazer uso das redes sociais, ofende as medidas cautelares aplicadas, assim como, todo o ordenamento jurídico”.

    Ricardo Scheiffer, um dos advogados de Martins, afirmou ao Estadão não saber a razão da prisão, uma vez que “foi entregue apenas um mandado de prisão, sem qualquer justificativa”, segundo ele.

    “Eu acompanhei a prisão. Eu estava indo para a academia quando vi uma movimentação (em frente à casa de Martins) e cheguei. Foi uma coincidência. O Filipe está tranquilo, consciente da injustiça que ele vem sofrendo, e preparado para poder enfrentar isso aí de frente”, declarou Scheiffer.

    No último dia 26, Moraes tinha ordenado a prisão domiciliar de Martins e de outros nove réus no processo sob a justificativa de que havia risco de fuga.

    A decisão foi tomada para evitar o risco de novas tentativas de fuga de outros condenados pela trama golpista, como acontecera com Silvinei Vasques, diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal no governo Bolsonaro, preso naquele mesmo dia ao tentar entrar clandestinamente no Paraguai.

    O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), também condenado pela tentativa de golpe, foi outro a fugir para o exterior para evitar a prisão. 

    Réu do “núcleo 2” da trama golpista, Martins foi condenado pelo STF a 21 anos e seis meses de prisão. Ele ainda estava em liberdade, já que a condenação não transitou em julgado – isto é, ainda há espaço para recurso da defesa.

    Quem é Filipe Martins

    O ex-assessor de Bolsonaro tem 38 anos e é natural de Sorocaba (SP). Em seu perfil no LinkedIn, ele afirma ser formado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e ter cursado Diplomacia e Defesa na Escola Superior de Guerra, que integra a estrutura do Ministério da Defesa.

    O paulista assumiu o cargo de assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República em 2019, no início do governo Bolsonaro, após ter trabalhado com o então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, durante o governo de transição.

    Martins diz ter atuado como intérprete e tradutor antes de se tornar assessor internacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele também afirma ter sido assessor econômico na Embaixada dos Estados Unidos no Brasil e professor em um curso preparatório para concursos públicos.

    Ele se aproximou da família Bolsonaro em 2014, ao conhecer o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pela internet. O “03” do ex-presidente se tornou seu padrinho político. Martins também se declara entusiasta de Olavo de Carvalho, mentor intelectual do bolsonarismo.

    O ex-assessor de Bolsonaro foi apontado como integrante do chamado “gabinete do ódio”, grupo acusado de usar redes sociais para difundir desinformação contra adversários de Bolsonaro. Desde 2022, ele não atualiza seu perfil no Instagram, onde ainda se apresenta como assessor especial.

     

    PF prende Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, após ordem de Moraes

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  • Mais 124 brasileiros repatriados dos EUA chegam ao Brasil

    Mais 124 brasileiros repatriados dos EUA chegam ao Brasil

    Com chegada de grupo em 31 de dezembro, total de repatriados supera 3 mil; endurecimento de políticas migratórias explica salto

    O governo do Brasil realizou, ontem, 31, mais uma operação de acolhimento humanitário de brasileiros repatriados dos Estados Unidos. O voo, com 124 pessoas a bordo, pousou por volta das 20h no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), segundo informações divulgadas pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

    Desde o início do ano, o programa “Aqui é Brasil” já realizou 37 operações, garantindo o retorno de mais de 3 mil brasileiros em situação de vulnerabilidade. É quase o dobro das 1,6 mil repatriações de 2024

    Os brasileiros recebidos pelo governo brasileiros vêm majoritariamente dos Estados Unidos, segundo o ministério.

    As deportações em massa foram uma das promessas de campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com reflexos também para brasileiros, que já vinham assistindo ao crescimento de medidas do tipo ao longo dos últimos anos.

    No caso da última repatriação, após a recepção inicial no aeroporto, parte do grupo foi encaminhada ao hotel que abriga a estrutura especial de atendimento, onde os repatriados receberam alimentação, kits de higiene, apoio psicossocial, acompanhamento médico e psicológico, além de orientação e auxílio para o deslocamento até suas cidades de origem.

    Segundo o ministério, aqueles que já contavam com familiares no local ou optaram por seguir viagem diretamente também foram acolhidos no próprio aeroporto. Além disso, três pessoas foram detidas pela Polícia Federal (PF) – MDHC não especificou os motivos.

    Ao todo, foram repatriados, na operação mais recente, 108 homens desacompanhados, além de 15 mulheres desacompanhadas. Havia ainda um homem procurado pela Justiça, totalizando 124 pessoas.

    O grupo mais numeroso é o de 40 a 49 anos, com 50 pessoas, seguido pela faixa de 18 a 29 anos, que reúne 35 registros, e pela de 30 a 39 anos, com 24 pessoas. As faixas etárias mais elevadas aparecem de forma menos expressiva. Não houve registro de crianças ou adolescentes.

    O “Aqui é Brasil” é um programa de acolhimento humanitário coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania em parceria com outros órgãos federais, como os ministérios das Relações Exteriores (MRE), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), da Saúde (MS) e da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

    Mais 124 brasileiros repatriados dos EUA chegam ao Brasil