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  • Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

    Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

    Diante dos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que os ataques não se limitaram à capital e também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    Vídeos que circulam nas redes sociais mostram aeronaves voando em baixa altitude enquanto explosões eram registradas em Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado (3). As imagens revelam clarões no céu e ruídos intensos, que causaram medo entre moradores da cidade.

    Diante dos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que os ataques não se limitaram à capital e também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo a nota divulgada, a ação teria como objetivo tomar o controle das reservas de petróleo e minerais da Venezuela.

    Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos não havia confirmado oficialmente a autoria dos ataques. No entanto, de acordo com a emissora americana CBS News, fontes com conhecimento do assunto afirmaram que o presidente Donald Trump teria ordenado o bombardeio.

    Relatos reunidos por agências internacionais apontam para impactos diretos na infraestrutura da capital. Segundo a Reuters, uma testemunha informou que uma área próxima à base aérea de La Carlota, no sul de Caracas, ficou sem energia elétrica após as explosões. Também foram observadas colunas de fumaça em diferentes pontos da cidade.

    A Associated Press informou que pelo menos sete explosões foram registradas em Caracas durante a madrugada. A agência também confirmou que aeronaves foram vistas sobrevoando a região em baixa altitude. O barulho das detonações provocou correria entre pedestres que estavam nas ruas no momento dos incidentes.

    Uma das testemunhas, Carmen Hidalgo, relatou à AP a intensidade dos episódios. Ela caminhava com dois familiares, retornando de uma festa de aniversário, quando ouviu as explosões. “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, disse. Segundo ela, a força dos impactos era tão grande que dava a sensação de que o ar batia contra as pessoas.

    Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

  • Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

    Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

    Em resposta aos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos.

    Imagens divulgadas nas redes sociais registram o momento em que explosões atingem Caracas, capital da Venezuela, durante a madrugada deste sábado (3). Os vídeos mostram clarões no céu e barulhos intensos, provocando pânico entre moradores da cidade.

    Em resposta aos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que, além de Caracas, ataques também teriam ocorrido nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo o governo, a ofensiva teria como finalidade assumir o controle das reservas venezuelanas de petróleo e minerais.

     

    Até a última atualização desta reportagem, o governo norte-americano não havia confirmado envolvimento nos ataques.

    De acordo com a agência Reuters, uma testemunha relatou que uma região próxima à base aérea de La Carlota, localizada no sul de Caracas, ficou sem fornecimento de energia elétrica após os episódios. Moradores também relataram a presença de colunas de fumaça em diferentes pontos da capital. Já a Associated Press informou que ao menos sete explosões foram registradas e confirmou que aeronaves sobrevoaram a cidade em baixa altitude. Pessoas que estavam nas ruas correram ao ouvir os estrondos.

     

    “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, afirmou Carmen Hidalgo à Associated Press. Ela caminhava com dois familiares após sair de uma festa de aniversário. Segundo o relato, a força das explosões era tão intensa que parecia empurrar o ar contra as pessoas.

    Os ataques acontecem em meio ao aumento das tensões entre Venezuela e Estados Unidos. Na semana anterior, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que forças dos EUA realizaram o primeiro ataque em solo venezuelano, com o objetivo de destruir um pequeno porto que, segundo ele, seria utilizado para o narcotráfico. A imprensa americana informou que essa operação teria sido realizada com o uso de um drone e conduzida pela Agência Central de Inteligência (CIA).

    A pressão sobre o governo de Nicolás Maduro vem se intensificando desde agosto. Naquele mês, os Estados Unidos elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do presidente venezuelano e enviaram um grande aparato militar ao Mar do Caribe. Inicialmente, a Casa Branca afirmou que o reforço tinha como objetivo combater o tráfico internacional de drogas. Posteriormente, autoridades americanas passaram a declarar, sob condição de anonimato, que a meta final seria derrubar o governo de Maduro.

    Em novembro, Trump e Maduro chegaram a conversar por telefone, mas, segundo a imprensa americana, as negociações não avançaram devido à resistência do líder venezuelano em deixar o poder. Ainda de acordo com o jornal The New York Times, os Estados Unidos demonstram interesse em assumir o controle das reservas de petróleo da Venezuela, consideradas as maiores do mundo. Nas últimas semanas, navios petroleiros venezuelanos foram apreendidos por militares americanos, e Trump determinou um bloqueio a embarcações sob sanções, além de acusar Maduro de roubar os Estados Unidos.

    Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

  • Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

    Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

    A emissora de TV norte-americana CBS News informou, com base em fontes, que o presidente Donald Trump ordenou ataques contra a Venezuela. Entre os alvos estariam estruturas militares.

    A capital venezuelana de Caracas, foi atingida por uma série de explosões na madrugada deste sábado (3). Pouco depois, o governo venezuelano afirmou que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos.

    A emissora de TV norte-americana CBS News informou, com base em fontes, que o presidente Donald Trump ordenou ataques contra a Venezuela. Entre os alvos estariam estruturas militares.

    Segundo o jornal “The New York Times”, os ataques contra Caracas ainda estão em andamento, mas diminuíram. Testemunhas relataram que o barulho de aeronaves é ouvido com frequência.

    O governo de Nicolás Maduro condenou o que considera serem ataques norte-americanos no país e declarou situação de emergência.
     

     

    Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

  • Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

    Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

    O governo de Nicolás Maduro já reagiu aos ataques que estão acontecendo no país, acusando Washington de ser o responsável. Para além de Caracas, o local onde as primeiras explosões foram denunciadas, teriam acontecido ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    O governo da Venezuela atribuiu, neste sábado (3), a autoria dos ataques em Caracas aos Estados Unidos, que nas últimas semanas vêm ameaçando o país, além de atacar diversos barcos que estariam envolvidos no tráfico de drogas. Além de Caracas, também foram denunciados ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    O governo de Nicolás Maduro afirmou que “rejeita, repudia e denuncia a agressão militar” dos Estados Unidos.

    Segundo a imprensa internacional, Caracas acusa Washington de “se apropriar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente do seu petróleo e de seus minerais, em uma tentativa de romper à força a independência política do país”.

    “Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz uma nota emitida pelo governo venezuelano.

    Nicolás Maduro também declarou estado de emergência em todo o país, com o objetivo de “proteger os direitos da população, garantir o pleno funcionamento das instituições republicanas e iniciar imediatamente a luta armada”.

    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, conclui a nota.

    Vale lembrar que fortes explosões, acompanhadas de sons semelhantes aos de aeronaves sobrevoando Caracas, ocorreram hoje por volta das 2h (3h da madrugada no horário de Brasília).

    Pelo menos sete explosões e aeronaves em baixa altitude foram ouvidas em Caracas, levando moradores de vários bairros da capital a abandonarem suas casas e correrem para as ruas.

    Nas redes sociais, foram publicadas imagens de grandes incêndios com colunas de fumaça, mas não é possível identificar com precisão o local das explosões, que parecem ter ocorrido no sul e no leste de Caracas.

    Em 22 de dezembro, Donald Trump afirmou que seria sensato o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, deixar o poder, em um momento em que Washington intensificava a pressão militar sobre Caracas.

    “Cabe a ele [Maduro] decidir o que quer fazer. Acho que seria sensato da parte dele”, disse o líder norte-americano, ao ser questionado sobre se o objetivo de Washington era forçar o líder venezuelano a abandonar o poder.

    Questionado sobre suas declarações a respeito de intervenções em terra, além do mar, para conter o narcotráfico, Trump afirmou que elas se aplicam “a qualquer lugar de onde venham drogas, não apenas à Venezuela”.

    Na segunda-feira passada, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos destruíram uma área de atracação utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de drogas na Venezuela, no que pode ter sido a primeira operação terrestre.

    Na sexta-feira, o presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou que um míssil norte-americano atingiu um alvo na região venezuelana de Alta Guajira, que faz fronteira com a Colômbia, no âmbito da campanha norte-americana contra o tráfico de drogas.

    Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

  • Red Bull Bragantino fecha empréstimo de atacante para time do Campeonato Espanhol

    Red Bull Bragantino fecha empréstimo de atacante para time do Campeonato Espanhol

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Red Bull Bragantino acertou o empréstimo do atacante uruguaio Thiago Borbas para o Real Oviedo, equipe que está disputando o Campeonato Espanhol nesta temporada.

    O atacante de 23 anos só disputou sete jogos como titular no Red Bull Bragantino em 2025, e o clube decidiu emprestá-lo com opção de compra até o fim da temporada europeia.

    O Real Oviedo é o 19º colocado da La Liga com apenas 11 pontos em 17 jogos disputados. A equipe luta para permanecer na elite do futebol espanhol em sua volta à elite após 24 anos.
    Borbas fechou 2025 com 32 jogos, três gols e uma assistência.

    Sua melhor temporada da carreira foi em 2022, quando marcou 19 gols em 44 jogos pelo River Plate-URU. Ele foi o artilheiro do Campeonato Uruguaio e chamou a atenção do RB Bragantino.

    Banco se apoia nos contratos de cessão fiduciária assinados com o clube para justificar a retenção

    Folhapress | 11:15 – 02/01/2026

    Red Bull Bragantino fecha empréstimo de atacante para time do Campeonato Espanhol

  • Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

    Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

    O fortalecimento da cooperação internacional integra as ações prioritárias do plano criado pelo Governo Federal para prevenir e reprimir esse tipo de crime, bem como proteger as vítimas

    Brasil e Reino Unido assinaram um protocolo de cooperação para enfrentar o tráfico de pessoas e o contrabando de migrantes, classificado entre os principais crimes transnacionais que movimentam US$ 150 bilhões por ano.

    O memorando, que coordena esforços entre os dois países na prevenção, assistência às vítimas, investigação e ação penal, foi firmado durante a Cúpula de Niagara, no Canadá, e publicado nesta sexta-feira (2).

    O documento enfatiza a vulnerabilidade especialmente de mulheres, crianças e adolescentes. 

    Estão previstas campanhas de informação e sensibilização para o problema do tráfico de pessoas, capacitação de agentes públicos, troca de informações para identificar rotas e responsáveis, proteção de dados e identidade das vítimas, testemunhas e familiares, além do estímulo à repatriação voluntária.

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil e o Ministério do Interior do Reino Unido poderão elaborar um plano de trabalho conjunto para colocar as iniciativas na prática, para os próximos cinco anos, pelo menos.

    Ampliar a cooperação internacional é uma das ações prioritárias do Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, elaborado em 2024.

    Brasil já tem acordos semelhantes com outros países, como Colômbia e Bolívia.

    Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

  • Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando

    Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando

    Presidente da autoridade monetária enfrenta pressão no caso Master e lida com ataques cibernéticos; na condução dos juros, Galípolo afasta desconfiança ao adotar postura conservadora

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Ao declarar ter “antipatia” e “resistência” a mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) um dia depois de o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ter anunciado a medida e recuado em parte dela, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, escancarou publicamente pela primeira vez um desalinhamento entre eles.

    A alta do IOF foi recebida como uma bomba pelos investidores, que temiam uma saída acelerada de recursos do país e interpretaram a medida do governo como tentativa de controle de capital. A repercussão negativa atingiu Galípolo instantaneamente e, ao atuar para contornar o estrago, sobraram cobranças dos dois lados nos bastidores.

    Três economistas, que pediram para não serem identificados, apontaram à reportagem esse episódio como um marco na caminhada do chefe do BC para conquistar a confiança do mercado e ganhar credibilidade em seu primeiro ano no comando.

    Na visão de um deles, Galípolo é hoje muito mais popular na Faria Lima do que Haddad. Isso porque, enquanto o ministro da Fazenda esgota seu capital político, o presidente do BC dá mostras de que bancará decisões que possam contrariar os anseios do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou de integrantes do seu governo.

    BANCO MASTER

    O respaldo da Faria Lima fortalece Galípolo no episódio de maior tensão desde que ele assumiu a presidência do BC: a crise do banco Master. No último dia 27, associações de bancos e de fintechs se uniram em defesa da autoridade monetária.

    “A presença de um regulador técnico e, sobretudo, independente do ponto de vista institucional e operacional, é um dos pilares mais importantes na construção de um sistema financeiro sólido e resiliente. As entidades signatárias reconhecem que o Banco Central do Brasil vem exercendo esse papel”, afirmaram.

    A nota conjunta é assinada por ABBC (Associação Brasileira de Bancos), Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito), Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Zetta (associação que representa empresas do setor financeiro e de pagamentos), num raro alinhamento de entidades de diferentes perfis do mercado financeiro.

    O apoio chegou em um momento em que Galípolo se colocava em rota de colisão com o STF (Supremo Tribunal Federal). Nos bastidores, a cúpula do BC diz se ver sob ataque desde que a liquidação do Master foi decretada, em novembro.

    Ainda que o ministro Dias Toffoli negue que o BC tenha sido colocado em condição de investigado, a atuação do regulador entra na mira do STF ao impor que Daniel Vorcaro, dono do Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), e Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do BC, fossem igualmente interrogados sobre o caso.

    Toffoli acabou recuando, posteriormente, sobre a participação de Aquino na acareação realizada assim que foram concluídos os depoimentos. A Polícia Federal e o juiz auxiliar que atua no gabinete do magistrado avaliaram que a presença do diretor do BC não seria necessária.

    A movimentação de Toffoli sugere que o ministro viu como prematura a decisão do BC de liquidar o banco, mas, na opinião de muitos investidores e banqueiros, o BC, na verdade, teria demorado demais a agir para parar Vorcaro.
    Em meio ao caso Master, Galípolo teve reuniões com o ministro Alexandre de Moraes. O escritório da família de Moraes tem um contrato com o banco de Vorcaro.

    Os encontros que o ministro do STF admitiu ter com Galípolo não foram incluídos na agenda pública do presidente do BC, e a nota divulgada pela autoridade monetária pouco convenceu. Ela diz apenas que o BC “confirma” que manteve reuniões com Moraes para “tratar dos efeitos da aplicação da Lei Magnitsky”, sanção imposta pelos Estados Unidos ao magistrado. O comunicado, porém, não negou que o assunto Master tenha vindo à tona.

    Na reta final da análise da operação de compra do Master pelo BRB, que acabou rejeitada pelo BC, Galípolo também se viu na mira do Congresso Nacional. Vorcaro construiu conexões poderosas em Brasília, tendo relação próxima com políticos do centrão, principalmente o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI).

    PP e outros partidos do centrão desencadearam uma ofensiva na Câmara dos Deputados para aprovar um projeto de lei que daria poderes ao Congresso para demitir integrantes da cúpula do BC. A medida acabou travada e sem perspectiva de avanço à medida que as investigações contra o Master progrediram.

    Em novembro, após a liquidação do banco pelo BC e a prisão de Vorcaro, a PF informou que o Master havia repassado ao BRB R$ 12 bilhões em uma carteira de crédito inexistente.

    ATAQUES CIBERNÉTICOS

    A crise do Master transcorreu em paralelo a movimentos que suscitaram questionamentos com relação à segurança do sistema financeiro. Em meados do ano, foi registrado o maior ataque cibernético da história do país, com mais de R$ 800 milhões desviados.

    O episódio não foi um caso isolado, o que exigiu de Galípolo a adoção de medidas emergenciais ao longo do segundo semestre. Para evitar uma crise de confiança da população no sistema, o BC promoveu uma série de mudanças regulatórias visando fechar brechas utilizadas por criminosos.

    Muitas delas foram atravessadas por divergências entre a diretoria colegiada e a equipe técnica, que via certo açodamento diante da pressão por uma resposta rápida ao problema.

    Algumas das medidas, como o aumento do capital mínimo exigido de instituições financeiras, foram recebidas com preocupação por instituições menores, que temem perda de competitividade. Sob Galípolo, alguns dos pilares que regem a atuação do BC foram rebalanceados. O foco em inovação, marca da gestão de seu antecessor, Roberto Campos Neto, perdeu força em 2025.

    POLÍTICA MONETÁRIA

    A correção de rota observada na área de regulação destoa da percepção de que, na condução da política de juros, o trabalho de Galípolo tem sido de continuidade.

    Em 1º de janeiro, ele foi alçado ao posto mais alto do BC em um ambiente de desconfiança. Devido à relação de proximidade de Lula com Galípolo -que já foi chamado de “menino de ouro” pelo chefe do Executivo-, havia receio de que o Palácio do Planalto pudesse influenciar nas decisões da autoridade monetária sobre juros. Mas, um ano mais tarde, o mercado financeiro rasga elogios a Galípolo justamente por ter se mantido imune à pressão política.

    Rodrigo Maia, diretor do BTG Pactual e ex-presidente da Câmara dos Deputados, vê o atual presidente à altura de grandes nomes que fizeram história no Banco Central.

    “Tinha uma expectativa se ele conseguiria segurar a pressão do presidente da República. Talvez pela boa relação [com Lula], ele tenha conseguido mostrar a importância dessa independência do Banco Central. Na minha opinião, o primeiro ano do presidente Galípolo foi espetacular, muito acima daquilo que a maioria das pessoas esperava”, diz.

    Sergio Werlang, ex-diretor do BC e professor de economia da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE), faz um balanço positivo da gestão de Galípolo. Ele, contudo, diz que não subiria tanto os juros se fosse presidente.

    O Copom (Comitê de Política Monetária) fechou 2025 com a taxa básica de juros (Selic) fixada em 15% ao ano -no nível mais alto em quase duas décadas.

    “A gestão do Banco Central tem sido mais conservadora do que o ideal, porque tem insistido demasiadamente em seguir a meta [de inflação] de 3%”, afirma. Para Werlang, Galípolo demonstrou coerência ao longo do tempo. “Ele ganhou a reputação através do discurso.”

    A manutenção dos juros em patamar elevado tornou-se motivo de críticas por parte de membros do governo, incluindo Haddad e a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais). O presidente do BC, entretanto, tem sido poupado de ataques pessoais.

    Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Will Smith é processado por assédio sexual e demissão injusta, diz Variety

    Will Smith é processado por assédio sexual e demissão injusta, diz Variety

    Segundo músico, rapper teria ‘comportamento predatório’; violinista participou de turnê com o artista em 2025

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator e rapper Will Smith foi processado por um violinista, segundo a revista Variety. O músico Brian King Joseph, que integrou a turnê de Smith em 2025, acusa o artista e sua empresa de gestão, Treyball Studios Management, Inc., de assédio sexual, retaliação e demissão injusta.

    A publicação americana afirma ter lido e analisado o processo. No documento, o violinista alega que Smith apresentou “comportamento predatório” e teria “deliberadamente preparado e aliciado o Sr. Joseph para futura exploração sexual” ao longo da turnê “Based on a True Story: 2025 Tour”.

    De acordo com informações da Variety, Smith contratou Joseph em novembro de 2024 para apresentação em San Diego, na Califórnia. O violinista foi convidado para participar da turnê em 2025 e do próximo álbum do rapper. À medida que os dois se aproximavam, Smith teria feito comentários como: “Você e eu temos uma conexão especial que não tenho com mais ninguém”.

    Na ação, Joseph afirma ter sido escalado na primeira etapa da turnê, em março, para show em Las Vegas. O músico relata que sua bolsa, com a chave do quarto do hotel, sumiu por horas e foi devolvida pela equipe de produção -descritos como os “únicos indivíduos com acesso ao [seu] quarto”.

    Ao retornar ao local, o violinista diz ter encontrado indícios de que alguém havia entrado “ilegalmente” no quarto, deixando lenços umedecidos, um frasco de medicamento para HIV em nome de terceiros e um bilhete com conotação sexual.

    “Brian, volto no máximo às 17h30, só nós dois (coração desenhado), Stone F”, dizia o bilhete. O músico conta ter interpretado o episódio como um aviso de que o desconhecido retornaria.

    Segundo a ação, a segurança do hotel e representantes de Smith foram informados sobre o ocorrido, que foi registrado junto à polícia. Dias depois, um membro da equipe de gestão teria constrangido Joseph e anunciado sua demissão, sugerindo que a denúncia não era falsa.

    O processo menciona que, devido à demissão, Joseph sofreu de transtorno de estresse pós-traumático e prejuízos financeiros. A Variety procurou um representante de Smith, mas não teve resposta.

    Will Smith é processado por assédio sexual e demissão injusta, diz Variety

  • Governo de país africano suspende ex-Barça e Arsenal da seleção após vexame

    Governo de país africano suspende ex-Barça e Arsenal da seleção após vexame

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O governo do Gabão anunciou medidas drásticas relacionadas à seleção masculina de futebol do país após a queda da equipe na primeira fase da Copa Africana de Nações, sacramentada nesta quarta-feira (31).

    Astro da seleção, Pierre-Emerick Aubameyang (ex-Barcelona, Arsenal e Milan) foi proibido de ser convocado. Além dele, o capitão Bruno Ecuéle Manga também enfrentou a restrição imposta pelo presidente do país, Brice Clotaire Oligui Nguema. O governo divulgou um comunicado decretando as medidas.

    O governo também determinou a suspensão das atividades da seleção masculina até nova ordem. O comunicado divulgado neste 1° de janeiro também exigiu a dissolução da comissão técnica.

    Gabão deu vexame na Copa Africana de Nações. A seleção perdeu os três jogos que fez na fase de grupos. Eles foram contra Camarões (1 a 0), Moçambique (3 a 2) e Costa do Marfim (3 a 2).

    Aubameyang foi titular nos dois primeiros jogos da campanha e marcou um gol na derrota contra Moçambique. No duelo contra a Costa do Marfim, o último na competição, o jogador alegou lesão e foi cortado.

    O vexame vem após o país quase conseguir uma vaga na Copa. A seleção gabonesa liderou seu grupo durante boa parte das Eliminatórias Africanas, mas acabou sendo superada pela Costa do Marfim e teve de ir para a repescagem. Nela, foi eliminada pela Nigéria.

    São Paulo inicia 2026 com reformulação mas com poucas novidades

    Folhapress | 13:15 – 02/01/2026

    Governo de país africano suspende ex-Barça e Arsenal da seleção após vexame

  • Genial/Quaest: 52% acreditam que prisão de Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos

    Genial/Quaest: 52% acreditam que prisão de Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos

    Levantamento ouviu 2.004 pessoas entre os dias 11 e 14 de dezembro; a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

    A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos e de familiares, na avaliação de 52% dos entrevistados de uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada hoje (1º).

    Quanto ao motivo que mais contribuiu para a prisão de Bolsonaro, 32% disseram que foi por causa dos danos à tornozeleira eletrônica e 16% consideram risco de fuga para o exterior, enquanto 4% acham que foi a vigília. Outros 21% consideram que o motivo que mais contribuiu para a prisão seria perseguição política do Supremo Tribunal Federal (STF) ou do ministro Alexandre de Moraes. Dos demais entrevistados, 5% apontaram outros motivos e 22% não souberam ou não responderam.

    Entre os entrevistados, 89% declararam ter conhecimento de que o ex-presidente está preso numa cela na Polícia Federal, em Brasília (DF). A pesquisa mostrou, ainda, que 51% dos respondentes acreditam que ele merece estar preso, enquanto 42% enxergam perseguição política. Outros 7% não souberam ou não responderam.

    Já em relação à condição de Bolsonaro após a prisão, 56% acreditam ele fica mais fraco, enquanto 36% acreditam que ele fica mais forte. Os que não souberam e não responderam somam 8%.

    Genial/Quaest: 52% acreditam que prisão de Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política