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  • Ana Paula Renault dispara e lidera ranking de crescimento nas redes após o BBB 26

    Ana Paula Renault dispara e lidera ranking de crescimento nas redes após o BBB 26

    Levantamento mostra disparada de seguidores após o reality, com participantes transformando exposição em milhões de novos fãs. Enquanto alguns viram fenômenos digitais, outros têm crescimento tímido, reforçando que engajamento depende da conexão com o público

    (CBS NEWS) – O desempenho dos participantes do BBB 26 nas redes sociais revela como o reality vai muito além da casa: ele redefine o tamanho – e a força – de cada nome no universo digital. Um levantamento que compara o número de seguidores antes e depois do programa mostra disparadas expressivas, com alguns brothers e sisters multiplicando suas bases e se consolidando como novos fenômenos de audiência.

    No topo do ranking, Ana Paula Renault lidera com folga, ao saltar de 2,3 milhões para 7,5 milhões de seguidores, um ganho de 5,2 milhões. Logo atrás, a até então desconhecida Chaiany Andrade protagoniza uma das maiores viradas, saindo de apenas 3,3 mil para 3,7 milhões. Nomes como Juliano Floss e Jonas Sulzbach também aparecem entre os maiores crescimentos, impulsionados pelo protagonismo no jogo e pela repercussão fora dele.

    Na outra ponta, o ranking evidencia que nem todos conseguiram transformar a exposição em engajamento. Participantes já consolidados, como Aline Campos e Sarah Andrade, tiveram crescimento tímido ou praticamente nulo, enquanto nomes com menor destaque na edição registraram avanços discretos. O contraste reforça que, no BBB, visibilidade não é garantia de crescimento – e que a conexão com o público segue sendo o principal ativo para bombar fora da casa.

    Veja a seguir o ranking :

    Ana Paula Renault
    Antes: 2,3 milhões
    Depois: 7,5 milhões
    Ganho: 5,2 milhões

    Chaiany Andrade
    Antes: 3,3 mil
    Depois: 3,7 milhões
    Ganho: 3,7 milhões

    Juliano Floss
    Antes: 4 milhões
    Depois: 6,5 milhões
    Ganho: 2,5 milhões

    Jonas Sulzbach
    Antes: 3 milhões
    Depois: 5,2 milhões
    Ganho: 2,2 milhões

    Milena Moreira
    Antes: 3,5 mil
    Depois: 1,9 milhão
    Ganho: 1,8 milhão

    Gabriela Saporito
    Antes: 2,3 mil
    Depois: 1,7 milhão
    Ganho: 1,7 milhão

    Jordana Morais
    Antes: 32,9 mil
    Depois: 1,7 milhão
    Ganho: 1,7 milhão

    Samira Sagr
    Antes: 5,2 mil
    Depois: 1,3 milhão
    Ganho: 1,3 milhão

    Alberto Cowboy
    Antes: 178 mil
    Depois: 1,2 milhão
    Ganho: 1 milhão

    Marciele Albuquerque
    Antes: 745 mil
    Depois: 1,6 milhão
    Ganho: 855 mil

    Breno Corã
    Antes: 3,2 mil
    Depois: 759 mil
    Ganho: 756 mil

    Maxiane Rodrigues
    Antes: 35,8 mil
    Depois: 710 mil
    Ganho: 675 mil

    Henri Castelli( Saiu do reality por motivo de saúde)
    Antes: 2,7 milhões
    Depois: 3,3 milhões
    Ganho: 600 mil

    Leandro Rocha
    Antes: 13,5 mil
    Depois: 671 mil
    Ganho: 657 mil

    Marcelo Alves
    Antes: 12,9 mil
    Depois: 504 mil
    Ganho: 491 mil

    Solange Vega (Expulsa)
    Antes: 345 mil
    Depois: 783 mil
    Ganho: 438 mil

    Paulo Augusto Carvalhaes (Expulso)
    Antes: 321 mil
    Depois: 758 mil
    Ganho: 437 mil

    Babu Santana
    Antes: 4,5 milhões
    Depois: 4,9 milhões
    Ganho: 400 mil

    Edilson Capetinha(Expulso)
    Antes: 1,1 milhão
    Depois: 1,5 milhão
    Ganho: 400 mil

    Aline Campos
    Antes: 11 milhões
    Depois: 11,3 milhões
    Ganho: 300 mil

    Solange Couto
    Antes: 1,1 milhão
    Depois: 1,4 milhão
    Ganho: 300 mil

    Pedro Henrique Espindola (Expulso)
    Antes: 1,4 mil
    Depois: 186 mil
    Ganho: 185 mil

    Matheus Moreira
    Antes: 3,3 mil
    Depois: 164 mil
    Ganho: 161 mil

    Brigido Neto
    Antes: 8,8 mil
    Depois: 109 mil
    Ganho: 101 mil

    Sarah Andrade
    Antes: 7,5 milhões
    Depois: 7,5 milhões
    Ganho: nenhum

    Ana Paula Renault dispara e lidera ranking de crescimento nas redes após o BBB 26

  • Alckmin recorre a ganho de produtividade com mais tecnologias para justificar fim da 6×1

    Alckmin recorre a ganho de produtividade com mais tecnologias para justificar fim da 6×1

    Vice-presidente defende debate sobre redução da jornada com base no avanço tecnológico. Segundo ele, maior produtividade e qualificação profissional impulsionam mudança, mas proposta ainda precisa considerar diferenças entre setores antes de eventual aprovação no Congresso

    O presidente em exercício da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (20) que o avanço tecnológico nas empresas pode justificar a redução da jornada de trabalho no país. Atualmente, a escala predominante é de seis dias trabalhados para um de descanso. O tema está em discussão no Congresso após proposta enviada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Segundo Alckmin, a diminuição da carga horária é uma tendência global, já que a tecnologia permite aumentar a produtividade com menos trabalhadores, ao mesmo tempo em que exige mão de obra mais qualificada.

    A declaração foi feita após visita à empresa química Unipar, em Cubatão (SP), que passou por um processo de modernização concluído em dezembro de 2025.

    “Há uma tendência no mundo todo de redução de jornada de trabalho porque a tecnologia permite você fazer mais com menos gente. Muda o perfil, você passa a ter recursos humanos mais qualificados, é uma tendência. Com mais tecnologia, passa a haver uma produção maior com menos pessoas. Isso vale para agricultura, onde você mecaniza muito, vale para a indústria, com automação, robôs, e até para serviços, como a medicina”, disse.

    Para o presidente em exercício, a redução da jornada é um movimento natural, mas que precisa ser amplamente debatido. “O governo apoia e há necessidade de se analisar as especificidades, porque nem todos os setores funcionam da mesma forma. Cabe ao Congresso analisar e aprofundar esse debate. Mas nós somos favoráveis. Essa é uma tendência mundial”, completou.

     
     
     

    Alckmin recorre a ganho de produtividade com mais tecnologias para justificar fim da 6×1

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  • Desinteresse pela Copa bate recorde e alcança 54% dos brasileiros, aponta Datafolha

    Desinteresse pela Copa bate recorde e alcança 54% dos brasileiros, aponta Datafolha

    (FOLHAPRESS) – A pouco menos de dois meses para o início da Copa do Mundo, com uma seleção que não inspira grande confiança nos torcedores, a maioria dos brasileiros não demonstra vontade de acompanhar as partidas do torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México.

    Segundo pesquisa Datafolha, 54% da população diz não ter interesse em assistir aos jogos do Mundial. O instituto ouviu 2.004 pessoas, entre os dias 7 e 9 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Esse é o maior percentual da série histórica, iniciada em 1994, ultrapassando em um ponto percentual o recorde anterior, registrado antes da Copa de 2018, na Rússia. Às vésperas da edição no Qatar, em 2022, 51% demonstravam pouco interesse no torneio.

    O desinteresse é consideravelmente maior entre as mulheres (62%) em comparação com os homens (46%).

    Também ao Datafolha, 31% dos entrevistados disseram que não pretendem assistir aos jogos do Mundial.

    Segundo torcedores ouvidos pela Folha de S. Paulo, o desempenho da seleção contribui para a empolgação em baixa.

    O time de Carlo Ancelotti encerrou as Eliminatórias com uma derrota para a Bolívia e em quinto na tabela de classificação, sua pior colocação na história. Em amistosos, também acumulou tropeços contra Japão, Tunísia e França.

    “Confesso que nunca fui muito do futebol. Mesmo assim, Copa sempre teve um clima diferente, com gente reunida, todos com a mesma camisa, e aquele assunto que acabava conectando todo mundo de forma espontânea”, afirmou o empresário Denis Seiji Alvarenga, 43.

    “Mas hoje sinto que isso deu uma esfriada. Não sei se é só pela seleção, que já não passa a mesma confiança de antes, ou se é algo mais geral”, acrescentou.
    Ele disse que mudanças de rotina também influenciam para que o “clima de Copa” não seja o mesmo de outros tempos.

    “Trabalho, compromissos e o jeito que a gente consome conteúdo acaba tirando um pouco daquele ‘parar o país’ que a Copa tinha. Antes era quase automático, agora parece que depende mais do contexto de cada um”, afirmou Alvarenga.

    “Acabou ficando algo mais pontual, de assistir a um jogo ou outro, sem aquela expectativa toda de antes.”

    O empresário Valdir Canoso Portasio, 67, disse que sua falta de interesse tem relação com o clima de oba-oba que costuma tomar conta durante o torneio, algo que considera excessivamente artificial.

    “Meu desinteresse é consciente porque não me agrada fazer parte desse ufanismo nacionalista, desse pachequismo”, disse ele. “Acabo sendo impactado de alguma maneira porque o país se transforma, mas não paro na frente da TV para assistir aos jogos e torcer.”

    O fato de os Estados Unidos serem uma das sedes -em meio a uma política anti-imigratória constestada do governo americano– também foi citado por Portasio. “Se visse um comunicado da CBF dizendo que boicotaria a Copa por conta das atitudes do Donald Trump, era capaz de virar o torcedor número 1”, afirmou. “A Copa nos Estados Unidos é um fator de repulsa.”

    O empresário disse que a associação que se estabeleceu entre a camisa da seleção e os eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) amplifica sua rejeição. “Nem amarrado vestiria a camisa verde-amarelo por causa do que ela passou a representar.”

    De acordo com o Datafolha, no entanto, quando o recorte diz respeito à preferência política, eleitores do presidente Lula e do ex-presidente Bolsonaro apresentam padrões semelhantes.

    Entre aqueles que votaram no candidato do PT no segundo turno das eleições de 2022, 17% responderam ter grande interesse na Copa, enquanto 51% não pretendem acompanhar.

    Dos que optaram pelo candidato do PL, 15% se disseram empolgados e 56% não pretendem ver os jogos.

    Nesse caso, a margem de erro varia de três pontos percentuais para Lula e quatro pontos para Bolsonaro, configurando um empate técnico.
    Viagem aos EUA mesmo sem ingresso

    Ainda conforme o instituto, 17% dos entrevistados responderam ter “grande interesse” em acompanhar a Copa. É o menor percentual da série histórica, um ponto percentual abaixo do recorde anterior da Copa na Rússia.

    O maior percentual foi registrado na de 1994, quando 56% dos entrevistados disseram estar muito interessados.

    No recorte por faixa etária, o público mais jovem é o mais empolgado. Nos grupos de 16 a 24 anos e de 25 a 34 anos, 24% e 20% responderam ter grande interesse, respectivamente. Os percentuais caem para 13% entre pessoas de 35 a 44 anos, 14% entre os de 45 a 59 anos e 15% entre os de 60 anos ou mais.

    “O que mais me atrai na Copa é a mistura de países e também por ser o principal evento de esporte do mundo, que reúne várias culturas e pessoas”, afirmou Guilherme Roberto Rocha Lima, 20, estudante de educação física.

    Nascido em 2005 e sem nunca ter visto o Brasil campeão, Lima disse que, apesar do gosto que tomou pela competição, suas expectativas para o desempenho da seleção não são das melhores. Para ele, Argentina, França e Portugal são as favoritas.

    Com a experiência de ter acompanhado partidas do Mundial de 2014 nos estádios, o corretor de seguros André Berardo Fiacadori, 36, já tem passagens compradas para ir aos Estados Unidos com um grupo de amigos.

    Todos se inscreveram para comprar ingressos, mas nenhum deles foi contemplado. No site de revenda, os preços praticados são proibitivos, queixou-se o corretor.

    De toda forma, a viagem está confirmada e os amigos de Jardinópolis, no interior paulista, seguem em busca de bilhetes para assistir aos jogos do Brasil nas arquibancadas.

    “Meu interesse pela Copa vem muito de poder torcer e comemorar junto de todos os amigos, não se restringindo somente àqueles que torcem para o mesmo time”, afirmou o palmeirense.

    “Na minha cidade, nos reunimos para ver os jogos do Palmeiras, mas acabam sendo sempre as mesmas pessoas. Em época de Copa, são todos juntos pela seleção”, acrescentou.

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    Estadao Conteudo | 11:37 – 20/04/2026

    Desinteresse pela Copa bate recorde e alcança 54% dos brasileiros, aponta Datafolha

  • Bolsas da Europa fecham em queda com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã

    Bolsas da Europa fecham em queda com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã

    Mercados recuam diante da escalada de tensões no Oriente Médio e incertezas sobre negociações entre Irã e EUA. Alta do petróleo pressiona ativos de risco e impacta setores como aviação, enquanto energia lidera ganhos

    As bolsas europeias fecharam em queda nesta segunda-feira (20), com investidores adotando cautela diante de informações conflitantes sobre a possível participação do Irã em uma nova rodada de negociações com os Estados Unidos, mediada pelo Paquistão, sobre o conflito no Oriente Médio. O cenário elevou os preços do petróleo e reduziu o apetite por risco.

    Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,55%, aos 10.609,08 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 1,04%, aos 24.444,33 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,12%, aos 8.331,05 pontos. Em Milão, o FTSE MIB caiu 1,36%, aos 48.207,02 pontos. Em Madri, o Ibex 35 recuou 1,31%, aos 18.242,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve leve queda de 0,08%, aos 9.177,59 pontos. As cotações são preliminares.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã ao afirmar que, caso o cessar-fogo expire na terça-feira, “muitas bombas começarão a explodir”. Ao mesmo tempo, disse que o vice-presidente, JD Vance, viajará ao Paquistão com uma delegação para tentar avançar nas negociações.

    O tom de tensão voltou a subir após Teerã anunciar, no fim de semana, o fechamento do Estreito de Ormuz, em resposta à manutenção de um bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos. Washington também apreendeu uma embarcação iraniana que tentava furar o bloqueio.

    Para o Danske Bank, o cenário geopolítico deve manter a volatilidade nos mercados e pode levar o petróleo novamente à faixa dos US$ 100. Na tentativa de amenizar o impacto dos preços da energia, a Comissão Europeia deve apresentar, ainda nesta semana, recomendações para reduzir a demanda por combustíveis fósseis na União Europeia.

    Com a alta do petróleo, ações de empresas do setor, como TotalEnergies, BP, Shell e Repsol, chegaram a subir quase 3%. Em sentido oposto, companhias aéreas voltaram a registrar perdas superiores a 3%.

    Entre os destaques corporativos, o banco UniCredit caiu 2,71% após o CEO Andrea Orcel mencionar planos de fusão com o Commerzbank.

    Bolsas da Europa fecham em queda com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã

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  • Com quebra de recorde, queniano John Korir é bicampeão da maratona de Boston

    Com quebra de recorde, queniano John Korir é bicampeão da maratona de Boston

    (FOLHAPRESS) – O queniano John Korir sagrou-se bicampeão da maratona de Boston, considerada a mais tradicional do mundo, nesta segunda-feira (19). O atleta concluiu o percurso de 42 km em 2h1min52s.

    Alphonce Felix Simbu, corredor da Tanzânia, repetiu sua colocação do ano passado e foi o segundo colocado, com 2h2min47s. Benson Kipruto, também do Quênia, fez o tempo de 2h2min50s e completou o pódio.

    Os três superaram o recorde anterior da prova, que era de 2h3min2s, alcançado por mais um queniano, Geoffrey Mutai, em 2011.

    Korir deve receber um prêmio total de US$ 200 mil (cerca de R$ 996 mil), sendo US$ 150 mil pelo primeiro lugar e US$ 50 mil por deter o novo recorde da prova.

    O atleta de 29 anos completou a 130ª edição da corrida de rua de Boston quase três minutos abaixo de sua marca no ano passado, quando foi o primeiro a cruzar a linha de chegada após 2h4min45s. Na ocasião, ele teve uma queda na largada, mas se recuperou.

    Essa é a terceira vitória do queniano em Majors, como são chamadas as sete mais prestigiadas maratonas de rua do mundo -além da capital de Massachusetts, integram a lista as corridas de Tóquio, Londres, Sydney, Berlim, Chicago e Nova York. Em 2024, ele foi campeão em Chicago, com o tempo de 2h2min44s.

    Nesta segunda-feira, ele assumiu a ponta depois dos 30 km e foi se distanciando cada vez mais dos demais corredores.

    A maratona de Boston é considerada a mais antiga maratona realizada anualmente no mundo, com a primeira edição datada de 1897. Ao todo, a corrida deste ano teve mais de 32 mil inscritos de 137 países.

    Entre os corredores profissionais e amadores estão os americanos Amby Burfoot, jornalista de 79 anos que venceu a maratona de Boston em 1968, e Suni Williams, astronauta aposentada que passou mais de 600 dias no espaço.

    Comemoração de Endrick irrita Hakimi após derrota do PSG e reacende debate sobre danças no futebol. Atacante brasileiro vive disputa por vaga na Copa e tenta convencer Ancelotti com boas atuações na Europa

    Estadao Conteudo | 11:37 – 20/04/2026

    Com quebra de recorde, queniano John Korir é bicampeão da maratona de Boston

  • Israel vai encerrar passagens para Gaza na terça e quarta-feira

    Israel vai encerrar passagens para Gaza na terça e quarta-feira

    Fechamento temporário de passagens por Israel deve agravar crise humanitária em Gaza, onde milhões dependem de ajuda externa. Medida ocorre durante feriados e reduz ainda mais o fluxo de suprimentos em meio a denúncias de violações do cessar-fogo.

    Israel vai fechar, nesta terça e quarta-feira, as passagens por onde entra ajuda humanitária na Faixa de Gaza, o que deve agravar ainda mais a situação dos cerca de dois milhões de palestinos que vivem no território.

    “Informamos que as passagens fronteiriças entre Israel e a Faixa de Gaza permanecerão fechadas nesta terça e quarta-feira (21 e 22 de abril) por ocasião do Dia Nacional da Memória e do Dia da Independência de Israel”, informou, em comunicado, o COGAT, órgão militar israelense responsável pela administração dos territórios palestinos ocupados.

    O COGAT ressaltou que, mesmo com o fechamento, continuará o trabalho de distribuição da ajuda humanitária que já está dentro de Gaza.

    O órgão já havia interrompido o funcionamento das passagens durante as festividades judaicas da Páscoa, no início de abril. Além disso, também fechou os acessos no começo da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro, por dois dias — com exceção da passagem de Rafah, na fronteira com o Egito, utilizada para evacuações médicas de palestinos. Essa passagem só foi reaberta em 18 de março.

    Segundo o COGAT, cerca de 600 caminhões entram diariamente em Gaza, mas apenas aproximadamente 120 são de agências humanitárias. O restante corresponde a cargas comerciais, que a maioria da população local não tem condições de pagar.

    Em 7 de outubro de 2023, um ataque do grupo islamista palestino Hamas em Israel deixou cerca de 1.200 mortos, a maioria civis, além de 251 pessoas sequestradas.

    Em resposta, Israel iniciou uma ampla operação militar na Faixa de Gaza, que já causou mais de 72 mil mortes, segundo autoridades locais controladas pelo Hamas. O conflito também provocou a destruição de grande parte da infraestrutura do território e o deslocamento forçado de centenas de milhares de pessoas.

    Um cessar-fogo entrou em vigor em 10 de outubro de 2025, mas, de acordo com um relatório elaborado por cinco organizações não governamentais com participação da França, Israel não estaria cumprindo compromissos relacionados à entrada de ajuda humanitária, reconstrução, proteção de civis, liberdade de circulação e autogoverno.

    Desde o início da trégua, Israel e Hamas trocam acusações de violações do acordo. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, ligado ao Hamas, ataques israelenses já causaram 777 mortes e 2.193 feridos nesse período, incluindo mais de 180 crianças.

    Israel vai encerrar passagens para Gaza na terça e quarta-feira

  • Israel condena soldado do país que destruiu estátua de Jesus no Líbano

    Israel condena soldado do país que destruiu estátua de Jesus no Líbano

    O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a ação contraria valores judaicos e que o soldado será punido. “Fiquei chocado e triste ao saber que um soldado das Forças de Defesa de Israel danificou um ícone religioso católico no sul do Líbano. Condeno o ato nos termos mais veementes”, escreveu no X

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Israel condenou um soldado acusado de destruir um crucifixo em Debel, no sul do Líbano, após a divulgação de uma foto do episódio.

    Imagem publicada no fim de semana mostra um militar golpeando com um machado uma escultura de Jesus na cruz que estava caída. A Reuters confirmou que a foto foi feita em Debel, uma das poucas aldeias do sul do Líbano onde moradores permaneceram durante a campanha militar israelense na região.

    Padre da cidade disse que o crucifixo fazia parte de um pequeno santuário no jardim de uma família na periferia da vila. “Um dos soldados israelenses quebrou a cruz e fez essa coisa horrível, essa profanação de nossos símbolos sagrados”, afirmou Fadi Falfel.

    O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a ação contraria valores judaicos e que o soldado será punido. “Fiquei chocado e triste ao saber que um soldado das Forças de Defesa de Israel danificou um ícone religioso católico no sul do Líbano. Condeno o ato nos termos mais veementes”, escreveu no X.

    O ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, também pediu desculpas aos cristãos. “Pedimos desculpas por este incidente e a todos os cristãos cujos sentimentos foram feridos”, disse.

    Militares israelenses informaram que abriram investigação e classificaram o caso como grave. “As Forças de Defesa de Israel consideram o incidente extremamente grave e enfatizam que a conduta do soldado é totalmente incompatível com os valores esperados de suas tropas”, afirmou o Exército de Israel, em comunicado.

    Exército disse que vai ajudar a recolocar a estátua no local original. “As IDF estão trabalhando para auxiliar a comunidade na recolocação da estátua em seu local original.”, acrescentou a nota.

    Embaixador dos EUA em Israel também cobrou punição pública e rápida. “Consequências rápidas, severas e públicas são necessárias”, disse Mike Huckabee, na rádio X.

    Debel segue sob restrições apesar de cessar-fogo

    Debel está entre as dezenas de aldeias do sul do Líbano que, segundo a Reuters, vivem sob ocupação israelense de fato. Israel e Líbano concordaram na quinta-feira com um cessar-fogo mediado pelos EUA para tentar interromper os combates entre Israel e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.

    Moradores dizem que a trégua ainda não trouxe alívio na rotina da cidade. “Temos todo tipo de crise”, afirmou Falfel.

    Padre relatou que a população segue cercada e com circulação limitada. “Pensávamos que o cessar-fogo nos traria algum alívio, mas ainda estamos cercados, sem poder entrar e sair da cidade. Há algumas casas nos arredores da cidade às quais estamos proibidos de ter acesso.”, disse.

    Líbano segue com negociações de paz

    Presidente Joseph Aoun disse que dá continuidade às conversas com os EUA e Israel. Ele disse, inclusive, que elas acontecem mesmo com a incerteza do Irã de continuar negociando com os dois países.

    Segundo ele, o país só tem duas opções no momento: dar continuidade à guerra com as consequências humanitárias sociais, econômicas e soberanas, ou a negociação para pôr fim a ela e alcançar estabilidade.

    “Eu escolhi a negociação, cheio de esperança de que possamos salvar o Líbano”, disse o presidente do Líbano, Joseph Aoun.

    Aoun acrescentou ter tido bons retornos do presidente americano, Donald Trump, por meio do embaixador do Líbano no país, Simon Karam. “Ele expressou total compreensão e apoio à demanda do Líbano, intervindo junto a Israel para cessar o fogo e preparar o lançamento de um processo de negociação que ponha fim à situação.”

    Líbano, no entanto, já adiantou algumas de suas exigências. O governo pretende exigir o fim de “ações hostis”, fim à ocupação israelense das regiões do sul e o destacamento do exército até as fronteiras sul reconhecidas internacionalmente.

    Líbano está em cessar-fogo temporário com Israel. A trégua, que começou na última quinta-feira e deve durar 10 dias, ocorreu após um mês e meio de conflito entre o exército israelense e o movimento libanês pró-Irã Hezbollah.

    Israel condena soldado do país que destruiu estátua de Jesus no Líbano

  • Trump manda acelerar acesso a psicodélicos

    Trump manda acelerar acesso a psicodélicos

    Ordem executiva destina US$ 50 milhões para ampliar testes clínicos com psicodélicos, com foco em transtornos como TEPT. Medida conta com apoio de aliados e mira acelerar aprovação de novos tratamentos, especialmente para veteranos militares nos Estados Unidos

    (CBS NEWS) – Agora é oficial: o presidente dos EUA, Donald Trump, quer acesso rápido a substâncias psicodélicas para transtornos mentais. Ele assinou na manhã de sábado (18) ordem executiva destinando US$ 50 milhões (R$ 250 milhões) de contrapartida federal para duplicar investimentos em testes clínicos de novos medicamentos para tratar, por exemplo, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

    “Se for bom, queremos que seja totalmente aprovado rapidamente”, disse Trump na cerimônia de assinatura. “Ou funciona, ou não funciona. Eu imagino que já tenha havido muita pesquisa, pesquisa indireta, talvez, a pesquisa definitiva -pessoas que tomaram”, acrescentou, deixando evidente o valor que empresta à opinião individual.

    E fez piada, como registrou o boletim Psychedelic Alpha: “Vocês acham que o Biden conseguiria fazer isso?”

    Psicodélicos contam com apoiadores de peso em sua administração, como Robert Kennedy Jr., secretário de Saúde, e Marty Makary, diretor da agência reguladora de fármacos e alimentos, a FDA.

    Republicanos proeminentes como Rick Perry, que foi governador do Texas e secretário de Energia no primeiro governo Trump, fazem campanha para legalizar a ibogaína (substância derivada da raiz da planta africana Tabernanthe iboga) como tratamento para TEPT, condição por trás de 18 suicídios diários de veteranos de guerra.

    No comunicado sobre a ordem executiva, a Casa Branca destacou em maiúsculas o item “Acelerando tratamentos para beneficiar todos os americanos, especialmente nossos bravos veteranos militares”: “Os EUA há muito enfrentam dificuldades para lidar com o fardo das taxas de suicídio e de doenças mentais graves no país, sendo que nossos veteranos frequentemente sofrem em maior medida”.

    Bem atrás de Trump, na cerimônia, estava o podcaster Joe Rogan, um apoiador que passou a criticar sua política doméstica e internacional. Como seu programa tem mais de 16 milhões de seguidores, aparentemente o presidente quer agradá-lo num ano de eleições legislativas.

    A ibogaína tem sido mais usada para tratar dependência química, inclusive no Brasil, e por ordem de Trump recebe agora sinal verde para a FDA aceitar pedidos de licença como novo fármaco. Ela se popularizou entre ex-combatentes traumatizados, muitos dos quais viajam ao México em busca da droga.

    Também estava na assinatura o entusiasta Bryan Hubbard, da ONG Americans for Ibogaine, que deu um salve “a nossos irmãos e irmãs no Gabão” e caprichou na retórica: “A proibição federal da medicina psicodélica nos EUA chegou ao fim. Todos aqueles que lutaram por este dia, ao longo de décadas de luta monumental, sacrifício e sofrimento, podem agora declarar uma vitória seminal em prol da vida, da liberdade e da busca pela felicidade.”

    O tema ibogaína e veteranos esteve em debate na sexta (17) no primeiro dia da conferência Psychedelic Culture, realizada pelo Instituto Chacruna no Brava Theater de São Francisco, Califórnia (EUA). O psicólogo brasileiro Bruno Ramos Gomes, que acompanha pacientes de ibogaína tratados pelo médico Bruno Rasmussen Chaves no Brasil, participou de um debate sobre o documentário “In Waves and War”.

    Segundo Gomes, a discussão se deu principalmente em torno do fato de que os EUA não olham para outras vítimas de suas guerras, só para o próprio lado. Questionou-se, por exemplo, se esse destaque para a ibogaína não seria uma forma de apropriação cultural, de “recolonização”.

    De todo modo, não deixa de ser uma boa notícia, avalia a antropóloga Bia Labate, diretora executiva do Instituto Chacruna. “É interessante que a ibogaína, de certa maneira, seja uma substância menos conhecida, que tem menos estigma, carrega menos uma imagem de alucinógeno, de substância maligna [em comparação com LSD]. Isso ajuda a avançar o reconhecimento.”

    Não está claro se a ordem executiva vai apressar também outras substâncias, como MDMA (ecstasy) e psilocibina (contida em cogumelos alucinógenos), em teste para transtornos como depressão, ansiedade e obsessão compulsiva. O ecstasy para TEPT sofreu um golpe duro em agosto de 2024, quando a FDA rejeitou pedido da empresa Lykos.

    Mas pode ser que sim, em especial porque já terminou o teste clínico de fase 3 de psilocibina para depressão de outra companhia, Compass Pathways. Este será, provavelmente, o primeiro medicamento do tipo aprovado para uso clínico comercial nos EUA, cujos regulamentos biomédicos boa parte dos países tende a seguir.

    Curiosamente, a assinatura ocorreu na véspera do Dia da Bicicleta (19 de abril), data em que se comemora a primeira viagem lisérgica intencional, quando o químico suíço Albert Hofmann ingeriu a substância e voltou pedalando para casa, vendo tudo que era sólido se dissolver à sua volta.

    Trump manda acelerar acesso a psicodélicos

  • Eli Lilly anuncia compra da Kelonia Therapeutics por até US$ 7 bi

    Eli Lilly anuncia compra da Kelonia Therapeutics por até US$ 7 bi

    Aquisição bilionária reforça aposta da farmacêutica em terapias gênicas inovadoras. Tecnologia da Kelonia permite produção de células CAR-T diretamente no organismo, com potencial para ampliar o acesso a tratamentos contra o câncer

    A Eli Lilly anunciou a compra da Kelonia Therapeutics por até US$ 7 bilhões em dinheiro, incluindo um pagamento inicial de US$ 3,25 bilhões.

    A empresa adquirida, ainda em fase clínica, é pioneira no desenvolvimento de tecnologias de administração de genes in vivo. Seu principal programa, o KLN-1010, é uma terapia CAR-T lentiviral in vivo considerada potencialmente inovadora, atualmente em Fase 1 para tratamento de mieloma múltiplo recidivado ou refratário.

    Segundo a Lilly, a aquisição amplia suas capacidades em medicina genética ao incorporar uma nova tecnologia de entrega e integração de genes diretamente no organismo, com potencial de aplicação em diversas doenças.

    As partículas lentivirais desenvolvidas pela Kelonia são projetadas para atingir de forma eficiente e seletiva as células T, permitindo que o próprio corpo do paciente produza terapias com células CAR-T, usadas no combate ao câncer.

    O KLN-1010 é uma terapia gênica intravenosa, ainda em fase experimental, que gera células CAR-T direcionadas ao antígeno de maturação de células B (BCMA), presente na superfície das células do mieloma múltiplo.

    “As terapias CAR-T autólogas melhoraram significativamente os resultados para pacientes com vários tipos de câncer, mas barreiras consideráveis de fabricação, segurança e acesso fazem com que apenas uma fração dos pacientes elegíveis realmente as receba. A plataforma in vivo da Kelonia tem o potencial de mudar isso, oferecendo respostas rápidas e duradouras em um formato muito mais simples e pronto para uso”, afirmou Jacob Van Naarden, vice-presidente executivo e presidente da Lilly Oncology e chefe de desenvolvimento de negócios corporativos.

    Eli Lilly anuncia compra da Kelonia Therapeutics por até US$ 7 bi

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Catar anuncia retomada de voos de aéreas estrangeiras no aeroporto de Hamad

    Catar anuncia retomada de voos de aéreas estrangeiras no aeroporto de Hamad

    Autoridade de Aviação Civil do Catar emitiu um aviso oficial para liberar as operações. O comunicado, conhecido como “Aviso aos Aeronavegantes”, informa a liberação para o retorno das empresas estrangeiras ao país

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Autoridade de Aviação Civil do Catar anunciou que os voos das companhias aéreas estrangeiras voltarão a operar gradualmente no Aeroporto Internacional de Hamad.

    Autoridade de Aviação Civil do Catar emitiu um aviso oficial para liberar as operações. O comunicado, conhecido como “Aviso aos Aeronavegantes”, informa a liberação para o retorno das empresas estrangeiras ao país.

    A decisão ocorreu após uma avaliação detalhada em conjunto com órgãos nacionais. O governo afirma que o objetivo é garantir a rapidez e a eficiência das operações no Aeroporto Internacional de Hamad.

    Espaço aéreo do Catar está restrito desde o início da guerra no Oriente Médio. Após o bloqueio total, uma reabertura parcial permite pousos e decolagens apenas da companhia aérea nacional, a Qatar Airways, desde o dia 7 de março. Agora, a decisão surge em meio ao acordo de cessar-fogo firmado entre os EUA e o Irã na semana passada.

    Os voos vão seguir regras internacionais de segurança. A agência reguladora também se comprometeu com a adoção de medidas de precaução e proteção dos passageiros e dos funcionários das companhias aéreas.

    “A segurança de todos continua sendo a principal prioridade’, disse as Autoridades de Aviação Civil do Catar.

    Catar anuncia retomada de voos de aéreas estrangeiras no aeroporto de Hamad