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  • Mel Gibson e Rosalind Ross anunciam divórcio após quase uma década juntos

    Mel Gibson e Rosalind Ross anunciam divórcio após quase uma década juntos

    Em comunicado conjunto à revista ‘People’, o ator anos e a roteirista afirmaram que, apesar do fim do relacionamento, a prioridade segue sendo o filho que têm em comum

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Mel Gibson, 69, e a roteirista Rosalind Ross, 35, anunciaram o fim do casamento que durou nove anos. Em comunicado conjunto, o casal explicou que a separação aconteceu há cerca de um ano, mas só agora se tornou pública. “Embora seja triste encerrar este capítulo em nossas vidas, somos abençoados com um filho lindo e continuaremos a ser os melhores pais possíveis,” afirmaram.

    Gibson e Ross se conheceram em 2014 por meio de amigos em comum e começaram a namorar pouco tempo depois. Em 2017, nasceu o filho deles, Lars, hoje com 8 anos, poucos dias antes do ator receber a indicação ao Oscar de Melhor Diretor por Hacksaw Ridge.

    Mesmo após a separação, eles garantiram que continuarão comprometidos com a educação e o bem-estar de Lars. O casal também passou por momentos difíceis durante a relação, incluindo a perda da casa em Malibu nos incêndios florestais de 2025, mas todos os membros da família e animais saíram ilesos.

    Além de Lars, Mel Gibson é pai de outros oito filhos. Sete, com sua ex-esposa Robyn Moore e uma com a ex-parceira Oksana Grigorieva, e segue com projetos profissionais em andamento.

    Mel Gibson e Rosalind Ross anunciam divórcio após quase uma década juntos

  • Cade aprova aquisição de participação minoritária da Azul pela United Airlines

    Cade aprova aquisição de participação minoritária da Azul pela United Airlines

    A operação consiste na aquisição, pela United Airlines, de uma participação minoritária do capital social da Azul

    A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, ato de concentração entre as empresas aéreas United Airlines Inc. e Azul S.A., conforme despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 31.

    De acordo com o parecer sobre o negócio divulgado pelo Cade, a operação consiste na aquisição, pela United Airlines, de uma participação minoritária do capital social da Azul. “A aquisição faz parte da reestruturação societária da Azul nos Estados Unidos da América, sob o denominado “Chapter 11″, iniciado voluntariamente pela Azul em maio de 2025. A reestruturação objetiva reduzir a dívida financiada da empresa e assegurar recursos de liquidez imediata, prevendo ainda a emissão de novas ações”, cita o documento.

    Na transação, a United Airlines se comprometeu a adquirir aproximadamente US$ 100 milhões em ações ordinárias da Azul, o que representará um acréscimo nos direitos econômicos de 2,02% para aproximadamente 8%.

    Ainda segundo as empresas, conforme consta do parecer, o mecanismo para o aumento de capital da United Airlines na Azul “envolve duas emissões coordenadas: a oferta pública no valor de USD 650 milhões, aprovada judicialmente; e um aumento de capital direcionado a parceiros estratégicos, como a United Airlines”.

    Cade aprova aquisição de participação minoritária da Azul pela United Airlines

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  • Retrospectiva: 2025, ano mágico de João Fonseca no tênis profissional

    Retrospectiva: 2025, ano mágico de João Fonseca no tênis profissional

    Fenômeno, sensação, prodígio. Não foram poucos os elogios recebidos pelo tenista carioca João Fonseca ao longo de 2025, quando conquistou os primeiros títulos no circuito profissional e cravou vitórias importantes em Grand Slams e Masters 1000 – torneios que distribuem maior pontuação. O número 1 do tênis brasileiro abriu a temporada na 145ª posição no ranking mundial, subiu 121 posições e fechou o ano entre os 24 melhores tenistas do planeta. Não à toa, arrebatou uma legião de fãs, entre eles grandes estrelas da modalidade como Jannik Sinner, Novak Djokovic e Roger Federer. Em votação popular no fim do ano, João foi eleito o Atleta da Torcida na categoria masculina do Prêmio Brasil Olímpico 2025, láurea concedida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).

    João iniciou 2025 de forma avassaladora, após decidir abrir mão de ingressar no tênis universitário nos Estados Unidos para abraçar a carreira profissional. Um ano antes, o carioca estreou nos torneios profissionais e terminou 2024 como campeão Next Gen ATP Finals, competição que reúne os oito melhores tenistas de até 20 anos de idade. Confiante, João começou a temporada em janeiro de 2025 com 18 anos. Logo de cara faturou o primeiro título de simples, o Challenger 125 de Camberra (Austrália) e saltou 32 posições no ranking.

    Na sequência, João disputou o primeiro Grand Slam da carreira, o Aberto da Austrália, após garantir vaga na fase principal vencendo o qualifying (qualificatório). Arrojado, 

    o tenista brasileiro surpreendeu o russo Andrey Rublev – o nono melhor do mundo na ocasião – no jogo de estreia em Melbourne, com vitória pro 3 sets a 0. A partir daí, João decolaria no ranking e passaria a contar com o apoio da torcida nos demais embates. O triunfo sobre Rublev não passou desapercebido pelo multicampeão Djokovic, que na época ressaltou as qualidades do carioca em quadra. “Ele é corajoso, bate muito bem e é um jogador completo”, disse o sérvio. “É um momento empolgante para o Brasil, mas também para todo o mundo do tênis, porque um jogador e uma pessoa tão jovem ser capaz de jogar tão bem em um grande palco é impressionante”, completou o sérvio, com 24 títulos Grand Slams. 

     

     

    Mesmo se despedindo de Melbourne na rodada seguinte – João perdeu para o italiano Lorenzo Sonego – o brasileiro subiu mais 13 posições, fechando o mês entre os 100 melhores do mundo. Uma façanha e tanto: o carioca se tornara o segundo tenista mais jovem, depois do espanhol Carlos Alcaraz, a figurar no seleto grupo. 

    Em fevereiro, João faturou o primeiro título no circuito profissional, o ATP 250 de Buenos Aires (Argentina), com vitória na final sobre o anfitrião Francisco Cerundolo. O carioca galgou mais 31 posições no ranking, passando a ocupar a 68ª colocação. Número 1 do mundo, Alcaraz  parabenizou o colega de quadras nas redes sociais.

     

    Após levantar a taça em Buenos Aires, o tenista brasileiro passou a ser convidado a participar de grandes torneios, como os Masters 1000 de Indians Wells e de Miami, ambos nos Estados Unidos. João derrotou rivais de renome como o britânico Jacob Fearnley (na estreia de Indian Wells) e o francês Ugo Humbert, em Miami, quando se classificou pela primeira vez na carreira à terceira rodada de um torneio Masters 1000. Entre um e outro torneio, ele ainda competiu o Challenger de Phoenix, no Arizona, e saiu de lá campeão. 

    Em plena ascensão meteórica, João chegou ao Torneio de Roland Garros (França) em maio já como o 65º do mundo. Na estreia, ele não se intimidou, despachando o polonês Hubert Hurkacz (ex-top 10 e 28º no ranking na ocasião). No entanto, acabou se despedindo na terceira rodada.

    O brasileiro seguiu colecionando vitórias sobre adversários mais experientes. Em junho, no Torneio de Wimbledon (Inglaterra) – terceiro Grand Slam do ano – João bateu o anfitrião Jacob Fearnley e o norte-americano Jenson Brooksby e se tornou o tenista mais jovem a garantir presença na terceira rodada da disputa masculina de simples nos últimos 14 anos. João deu adeus à grama londrina após revés para o chileno Nicolas Jarry, que avançou às quartas.

    Depois, em agosto, João competiu nos Estados Unidos o Masters 1000 de Cincinatti e o US Open – quarto e último Grand Slam da temporada. Em ambos parou na segunda rodada e aproveitou para repor energias em um breve período de férias. 

    Revigorado após o descanso, João foi um dos destaques do quinteto brasileiro na Copa Davis, realizada em setembro, na Grécia. Um mês após completar 19 anos, e em 45º lugar no ranking, o carioca fez parte do quinteto brasileiro que garantiu vaga nos qualifiers da Copa Davis 2026. O Brasil selou a classificação com vitória sobre a Grécia, por 3 jogos a 1. Em um dos confrontos, João derrotou o ex-top 3 mundial Stefanos Tsisipas.  


     

    Mas o melhor ainda estava por vir. Em outubro, João Fonseca conquistou o primeiro troféu ATP 500 na carreira. Ele foi campeão no Torneio da Basileia, com vitória por 2 sets a 0 sobre o espanhol Alejandro Fokina – na ocasião número 18 no ranking.  A conquista já alçava João a encerrar o ano entre os 30 melhores do mundo. Mas ele foi além: menos de 48 horas depois do título na Basileia, o brasileiro estreou com tudo no Masters 1000 de Paris: derrotou de virada o canadense Denis Shapovalov, que ocupava o 24º lugar na ocasião. Na rodada seguinte, o brasileiro foi superado pelo russo Karen Khachanov e deu adeus ao torneio francês.

    Terminou em Paris a temporada histórica de João Fonseca, que por conta de uma lombalgia, desistiu de competir o ATP 250 de Atenas (Grécia), último torneio que competiria em 2025. Ao encerrar o ano como número 24 do mundo, o carioca comemorou mais do que nunca a decisão tomada em 2024 de seguir carreira como tenista profissional.

    “Foi um ano maravilhoso. As coisas aconteceram rápido nas nossas vidas. Minha temporada começou no Next Gen de 2024. Cheguei à primeira chave principal de Grand Slam [Aberto da Australia], ganhei do Rublev e, a partir daí, foi só para cima. Muito grato por tudo”, disse o jovem carioca, durante coletiva em novembro no Rio de Janeiro. 

    A última grande atuação do ano de João Fonseca foi numa partida de exibição contra o espanhol Carlos Alcaraz, de 22 anos, atual número 1 do mundo, no Miami Invitational, nos Estados Unidos. O jogo começou de forma descontraída e, aos poucos, o brasileiro equilibrou o duelo. No entanto, Alcaraz levou a melhor no finalzinho por 7/5. Na parcial seguinte, João sobrou em quadra – ganhou por 6/2 – e forçou o match tie-break (set de desempate).

    O carioca seguiu altivo diante do espanhol e chegou a abrir 5 a 0 de vantagem. Quando a vitória parecia encaminhada para o brasileiro, Alcaraz emplacou uma reação excepcional, fazendo jus ao posto de número 1 do mundo: ganhou tie-break por 10/8 e a partida por 2 sets a 1, após 1h29min. Ao fim do jogo amistoso, ambos eram só sorrisos. “Quase consegui, pessoal”, disse João na entrevista, dirigindo-se diretamente à torcida. Com um futuro promissor, não é difícil imaginar embates do brasileiro contra o espanhol em torneios da ATP, que valem pontos no ranking. É só uma questão de tempo.


    Retrospectiva: 2025, ano mágico de João Fonseca no tênis profissional

  • Ex-BBB Amanda Meirelles chama a atenção por transformação e lista procedimentos

    Ex-BBB Amanda Meirelles chama a atenção por transformação e lista procedimentos

    Campeã do BBB 23 admite que usou Mounjaro, botox e preenchimentos faciais; médica também fez cirurgia de lipoaspiração para tratar lipedema nas pernas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A transformação de Amanda Meirelles foi tão radical que a ex-BBB voltou a ser assunto nas redes sociais nos últimos dias. A campeã do BBB 23 decidiu, então, vir a público explicar seu novo rosto.

    “Eu estava me divertindo vendo os comentários”, falou Amanda. “As pessoas assim: ‘nossa, ela tem cinco litros de ácido hialurônico na boca’. Gente, eu tenho meia seringa e faz muito tempo que eu fiz”, se justificou.

    “As pessoas adoram criticar. Tem outras que falaram que abusei do Mounjaro, que coloquei silicone. Gente, eu tenho esse peito há cinco ou seis anos. Eu me divirto: é gente que não sabe da minha história, vê uma coisa isolada e quer falar”, completou.

    A ex-BBB está passando o fim de ano em São Miguel dos Milagres, em Alagoas, mesmo destino escolhido por Bruna Marquezine e Shawn Mendes.

    Em seguida, Amanda listou alguns procedimentos que já fez. “Essa pele maravilhosa aqui é a soma de cuidados, e sim, tenho botox, tenho preenchimento, tenho bioestimulador de colágeno, já fiz laser, mas tudo bem pensado, proporcional e com muito cuidado e respeito ao meu corpo”, afirmou.
    Em outubro, ela passou por uma cirurgia para drenagem de lipedema nas pernas. Segundo ela, as injeções de Mounjaro também fizeram parte do tratamento.

    “As pessoas pegam foto e julgam, mas elas não têm conhecimento técnico para isso, o Mounjaro está em alguns protocolos de lipedema, que eu tenho, tratei e fiz uma cirurgia”, explicou.

    Ex-BBB Amanda Meirelles chama a atenção por transformação e lista procedimentos

  • Tatiana Schlossberg, neta do ex-presidente Kennedy, morre aos 35 anos

    Tatiana Schlossberg, neta do ex-presidente Kennedy, morre aos 35 anos

    Jornalista, que tratava leucemia, escreveu artigo na revista The New Yorker sobre a doença; herdeira recebeu diagnóstico após dar à luz segunda filha, em maio de 2024

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A jornalista Tatiana Schlossberg, neta do ex-presidente John F. Kennedy, morreu nesta terça-feira (30), aos 35 anos. Ela tratava uma leucemia.

    A família publicou uma nota nas redes sociais via fundação JFK. “Nossa linda Tatiana faleceu hoje de manhã. Ela sempre estará em nossos corações”, afirmaram os familiares.

    Há um mês, Tatiana publicou um texto na revista The New Yorker sobre sua condição de saúde. Com o título de “Uma batalha com meu sangue” (em tradução livre), a filha do designer Edwin Schlossberg e da diplomata Caroline Kennedy contou que recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda depois de dar à luz sua segunda filha, em maio de 2024.

    No último ano, a jornalista passou por um transplante de medula óssea e quimioterapia. Seu prognóstico, porém, não era bom. No artigo, ela dizia que os médicos lhe deram um ano de vida.

    A jornalista era filha do designer Edwin Schlossberg e da diplomata Caroline Kennedy. E era neta de John F. Kennedy, o 35° presidente dos Estados Unidos, e da ex-primeira-dama Jacqueline Kennedy Onassis (1929-1994).

    Jornalista especializada em mudanças climáticas e meio ambiente, ela era oponente declarada das posições do seu primo Robert F. Kennedy Jr., atual secretário da saúde do governo de Donald Trump.

    “Meu primeiro pensamento foi de que meus filhos, cujos rostos vivem permanentemente nos meus olhos, não se lembrarão de mim”, escreveu Tatiana. Ela deixa o marido, George Moran, e os dois filhos.

    Tatiana Schlossberg, neta do ex-presidente Kennedy, morre aos 35 anos

  • Bolsonaro chega ao ano eleitoral enfraquecido, mas com esperança em Flávio

    Bolsonaro chega ao ano eleitoral enfraquecido, mas com esperança em Flávio

    Anúncio da candidatura do filho mais velho foi estratégia que deu certo para unificar a liderança da direita, dizem especialistas; Michelle passou a ter capital político autônomo em relação ao ex-mandatário e seus filhos, com o PL Mulher

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Preso por tentativa de golpe de Estado, Jair Bolsonaro (PL) chega ao ano eleitoral mantendo a liderança da direita em seu sobrenome.

    Isolado em uma sala da Polícia Federal em Brasília, o ex-presidente, que acumula uma série de problemas de saúde, transfere o capital político ao seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciando-o candidato ao Planalto em 2026.

    Bolsonaro exaure, de maneira precoce, suas estratégias eleitorais, espantando a traição que sempre o atormentou.

    “Bolsonaro esquentou a militância quando indicou Flávio à presidência”, afirma a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), apoiadora do ex-mandatário na Câmara.

    “O nome do Flávio causou surpresa, porque ninguém esperava naquele momento. As pessoas diziam que um familiar seria o vice. Deu um gás muito grande na militância.”

    De fato, o anúncio ocorreu de supetão, no início do mês. Desde então, essa novidade foi interpretada com a desconfiança de quem apostava na desistência de Flávio -a candidatura seria tão somente para recuperar a relevância política depois do episódio da prisão- ou com seriedade.

    Afinal, a pesquisa Quaest mais recente mostra o senador, com 23% das intenções de voto, à frente do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que tem 10%, contra o presidente Lula (PT), somando 41%.

    Na visão de Kicis, o fortalecimento da candidatura de Flávio se explica por ele estar sempre na mídia, em reuniões com empresários e representando o ideário bolsonarista. “Ele mostra que a disputa para 2026 vai ser por dois caminhos, um pela prosperidade e segurança pública e outro pelo caos”, diz a deputada.

    Em paralelo, Bolsonaro acumula uma série de problemas de saúde.

    Na véspera do Natal, ele operou uma hérnia inguinal (região da virilha). Ao mesmo tempo, continua a ter crises de soluço, em decorrência das diferentes cirurgias intestinais que fez por causa do episódio da facada, nas eleições de 2018. Ele segue internado em Brasília sem previsão de alta.

    Enquanto o ex-mandatário cumpre pena de 27 anos, outra pessoa de sua família, além de Flávio, mobiliza a militância: a presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro.

    Popular no segmento evangélico, a ex-primeira-dama é cotada para a chapa bolsonarista. Ela, porém, não foi indicada até aqui pelo seu marido. Kicis diz que Michelle nunca se posicionou como presidenciável, devendo se candidatar ao Senado.

    A conjuntura se completa, enfim, com o elenco de governadores que postula um mandato presidencial, o favorito deles, Tarcísio. Com Flávio no pleito, a candidatura seria de centro-direita, uma terceira via.

    Professor de ciência política da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Paulo Henrique Cassimiro diz que, ao indicar o filho Zero Um, Bolsonaro esvazia outros nomes e mostra não querer perder o poder, mesmo em caso de derrota para Lula.

    Trata-se, segundo Cassimiro, de um último recurso do ex-presidente, evitando que um aliando surrupie a sua liderança.

    “A mobilização de Bolsonaro nas ruas diminuiu bastante, mas ele tem um capital eleitoral. O nome Bolsonaro vai ter um peso na eleição, mesmo que ele não tenha mais controle da agenda da direita”, diz.

    Também professor de ciência política, Leonardo Belinelli, da UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), afirma que, até o momento, as condições não foram favoráveis para o ex-presidente capitalizar politicamente a sua prisão.

    Nesse contexto, corre o risco de perder a imagem viril que tanto lutou para construir. Belinelli admite, porém, que sua estratégia de anunciar Flávio para as eleições tem dado certo no atual momento político.

    Preterir Michelle, segundo o professor, tem a ver com uma das bases do projeto bolsonarista: a preferência pelo laço sanguíneo.

    “Michelle conseguiu construir mesmo um caminho próprio, relativamente desvinculado de Bolsonaro. O trabalho que ela faz com o PL Mulher, em diálogo com evangélicos, sinalizou uma diferenciação interna nesse grupo político”, diz Belinelli.

    Bolsonaro chega ao ano eleitoral enfraquecido, mas com esperança em Flávio

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  • Atleta da Tanzânia vence São Silvestre e desmaia; brasileira fica em 3º

    Atleta da Tanzânia vence São Silvestre e desmaia; brasileira fica em 3º

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Sisilia Panga, da Tanzânia, venceu a 100ª edição da São Silvestre, realizada nesta quarta-feira (31), em São Paulo (SP). A melhor brasileira foi Nubia de Oliveira Silva, que terminou na terceira colocação.

    Sisilia desmaiou após cruzar a linha de chegada e precisou ser carregada. Ela dominou grande parte da prova, tinha a liderança isolada e completou o percurso em 51min06s.

    Foi a primeira vitória da atleta da Tanzânia na São Silvestre. Cynthia Chemweno (Quênia) foi a segunda ao completar a prova em 52min30s, e Nubia foi a terceira, com 52min42.

    COMO FOI A CORRIDA

    A queniana Cynthia Chemweno assumiu a liderança da prova logo nos primeiros quilômetros da prova, seguida de perto por Sisilia Ginoka Panga, da Tanzânia. A melhor brasileira no início de prova foi Nubia de Oliveira Silva, que segurou a terceira colocação.

    Sisilia Panga tomou a primeira colocação após aproximadamente 10 km completados, e passou a correr sozinha. Já Nubia conseguiu manter a terceira posição, também sem nenhum tipo de ameaça.

    Sem ameaças, a tanzaniana administrou a segunda metade da prova e não sofreu para quebrar a hegemonia queniana no feminino. As últimas oito vencedoras da São Silvestre foram atletas do Quênia.

    Já Nubia repetiu o resultado do ano passado e cruzou a linha de chegada na terceira colocação. Já a queniana Cynthia Chemweno bateu na trave novamente e terminou em segundo.

    A prefeitura do Rio de Janeiro promete fazer “história” na virada de 2025 para 2026

    Notícias ao Minuto | 05:30 – 31/12/2025

    Atleta da Tanzânia vence São Silvestre e desmaia; brasileira fica em 3º

  • Vereador protagoniza gafe ao convidar Brizola para sessão em Câmara no RS

    Vereador protagoniza gafe ao convidar Brizola para sessão em Câmara no RS

    Ex-governador (foto), que morreu em 2004, foi citado como se estivesse presente durante homenagem à Escola Técnica de Agricultura que leva seu nome; vereador diz que foi um ‘equívoco de natureza estritamente protocolar’

    O vereador Luisinho do Espigão (PSDB) cometeu uma gafe durante a penúltima sessão do ano da Câmara Municipal de Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Na sessão realizada em 18 de dezembro, o parlamentar convidou o ex-governador do Estado Leonel de Moura Brizola, morto em 2004, para participar de uma homenagem.

    Luisinho do Espigão, que presidia a sessão, anunciou a entrega de uma moção à Escola Técnica de Agricultura Leonel de Moura Brizola, instituição que leva o nome do ex-governador. Ao mencionar a escola, no entanto, o vereador se confundiu e chamou Brizola para compor a Mesa Diretora.

    “Peço ao vereador Jonas Rodrigues (PL) que possa receber o senhor Leonel. O senhor Leonel de Moura Brizola se encontra na Casa? Convido o senhor a participar da Mesa”, disse durante a sessão.

    Quem subiu à Mesa Diretora, no entanto, foi um representante da escola técnica, recebido pelo vereador Jonas Rodrigues. Após a entrega da moção, o vereador Marcos Antonio Borrega (PDT), autor da homenagem, fez uso da palavra para enaltecer a instituição de ensino.

    À reportagem, Luisinho do Espigão afirmou que a sessão plenária ocorreu em um momento atípico, já que o então presidente da Câmara havia sido determinado pela Justiça a assumir interinamente a prefeitura de Viamão.

    \”Diante disso, assumi a presidência desta Casa Legislativa naquele momento, passando a conduzir os trabalhos da Mesa Diretora. Em razão da condução excepcional da sessão e do grande número de homenagens previstas na ordem do dia, acabei, por equívoco de natureza estritamente protocolar, mencionando apenas o nome do saudoso líder trabalhista, quando o correto seria chamar o representante da instituição de ensino homenageada”, afirmou.

    Quem foi Leonel Brizola

    Nascido em uma família humilde em Cruzinha, pequeno povoado próximo à cidade de Passo Fundo (RS), Leonel de Moura Brizola foi uma das figuras mais importantes da política brasileira no século XX. Foi prefeito de Porto Alegre, deputado estadual, deputado federal e governador de dois Estados – Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro – além de ter disputado a Presidência da República em duas ocasiões.

    Com forte influência na formação da identidade de parte da esquerda brasileira, Brizola desafiou o regime militar e liderou a Campanha da Legalidade, movimento que garantiu a posse de João Goulart na Presidência, em 1961. Herdeiro político de Getúlio Vargas, trabalhou como engraxate e ascensorista antes de ingressar definitivamente na política.

    Vereador protagoniza gafe ao convidar Brizola para sessão em Câmara no RS

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  • Eurostar suspende serviço de trens após problema no fornecimento de energia

    Eurostar suspende serviço de trens após problema no fornecimento de energia

    Viagens entre Londres, Paris, Amsterdã e Bruxelas foram interrompidas por tempo indeterminado nesta terça-feira (30); empresa alerta para atrasos severos no auge da temporada de viagens de inverno

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Eurostar suspendeu nesta terça-feira (30) seus serviços de trens pelo canal da Mancha, de e para Londres, por tempo indeterminado, após um problema no fornecimento de energia no túnel que liga a Reino Unido à França.

    Em um comunicado no site da empresa, a operadora de trens de alta velocidade afirmou que os passageiros devem esperar atrasos severos. O porta-voz disse à Reuters que não sabiam quando os serviços seriam retomados e não informou o número de passageiros afetados pela interrupção.

    “Houve um problema no fornecimento de energia elétrica no túnel sob o Canal da Mancha, seguido da parada de um shuttle [trem de transporte usado para levar veículos e passageiros pelo túnel]”, afirmou uma porta-voz da Eurostar à AFP.

    “Com isso, todas as viagens com origem ou destino em Londres estão suspensas até novo aviso, enquanto aguardamos uma solução.”

    A empresa aconselhou os passageiros a adiar suas viagens marcadas para 30 de dezembro, citando “grande interrupção” do serviço.

    A interrupção afeta um dos corredores ferroviários internacionais mais movimentados da Europa no auge da temporada de viagens de inverno.

    Os trens da Eurostar que partem de Londres atendem Paris, Bruxelas, Amsterdã e a Disneyland Paris.

    A operadora do túnel do Canal da Mancha, Getlink, prevê uma retomada progressiva do tráfego ferroviário a partir das 14h do horário local (11h de Brasília), informou uma porta-voz à agência de notícias AFP nesta terça.

    Segundo o porta-voz, a falha no fornecimento de energia exigiu uma intervenção técnica nos cabos, atualmente em andamento.

    Eurostar suspende serviço de trens após problema no fornecimento de energia

  • Famosos que são parentes da Realeza e ninguém imagina

    Famosos que são parentes da Realeza e ninguém imagina

    Conheça as celebridades que têm sangue azul

    Como se já não bastasse serem famosas, ricas e invejadas, algumas celebridades podem orgulhosamente afirmar que são descendentes de uma linhagem real. Sim, a vida pode ser injusta às vezes. Esses famosos rastrearam sua genealogia e descobriram que tinham sangue azul correndo em suas veias.

    Clique e dê uma olhada nesses astros e estrelas que estão geneticamente ligados à Família Real.

    Famosos que são parentes da Realeza e ninguém imagina