Blog

  • Zé Felipe confessa abuso de comprimidos: "Era uma fuga"

    Zé Felipe confessa abuso de comprimidos: "Era uma fuga"

    O cantor Zé Felipe revelou num podcast que enfrentou problemas com o abuso de medicamentos para lidar com crises de ansiedade, refletindo ainda sobre a sua saúde mental e a importância da terapia.

    O cantor brasileiro Zé Felipe, de 27 anos, abriu o coração no podcast Podcats, apresentado por Camila Loures e Mari Menezes, onde revelou que já abusou de medicamentos.

    O artista, ex-marido da influenciadora Virgínia Fonseca, contou que viveu um período delicado no último ano devido a crises de ansiedade, o que o levou a recorrer ao uso de remédios.

    “Eu passei por umas… Tive crises de ansiedade. Estava muito viciado em remédios, então eu tomava, sei lá, dez comprimidos para dormir, mais 35 gotas de outro”, relatou.

    O momento mais crítico, que o fez repensar seu comportamento, foi quando percebeu que seus olhos começaram a revirar após tomar a medicação.

    “Eu falei: ‘Meu Deus, cara’. Fui para a cama e dormi. No dia seguinte, acordei e pensei: ‘Meu Deus, eu tenho três filhos, o que estou fazendo da minha vida?’ Eu entendi que era uma fuga. Eu estava tomando esse monte de remédio para dormir, às vezes até à tarde, para fugir da realidade e tentar mascarar o que eu estava sentindo”, confessou.

    Zé Felipe também falou sobre o preconceito que muitos homens ainda têm em relação à saúde mental. “Os homens, às vezes, têm preconceito com terapia e de ir a um psiquiatra. Eu digo: eu vou ao psiquiatra. A terapia é maravilhosa”, afirmou, acrescentando que passou a praticar mais exercícios físicos para ajudar no controle da ansiedade.

    Atualmente, o cantor afirmou que não faz mais uso desse tipo de medicação.

    Vale lembrar que Zé Felipe passou por uma separação bastante midiática com Virgínia Fonseca, com quem teve três filhos: Maria Alice, de quatro anos, Maria Flor, de três, e José Leonardo, de um ano. Atualmente, a influenciadora namora o jogador do Real Madrid Vini Jr e divide sua rotina entre a Espanha e o Brasil.

    Zé Felipe confessa abuso de comprimidos: "Era uma fuga"

  • IA já reduz emprego e renda de jovens brasileiros, diz estudo

    IA já reduz emprego e renda de jovens brasileiros, diz estudo

    É o que mostram dados de estudo conduzido pelo pesquisador Daniel Duque, do FGV Ibre, a partir de dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE.

    MAELI PRADO E LEONARDO VIECELI
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O uso da inteligência artificial generativa já mostra um impacto negativo na empregabilidade e na renda de jovens brasileiros mais propensos a trabalhar em profissões nas quais o uso da tecnologia é maior.

    É o que mostram dados de estudo conduzido pelo pesquisador Daniel Duque, do FGV Ibre, a partir de dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE.

    Os números revelam que brasileiros de 18 a 29 anos mais expostos a profissões nas quais o uso de IA é maior têm uma chance de emprego quase 5% menor do que tinham em um cenário pré-inteligência artificial.

    Para chegar aos resultados, o estudo analisou grupos de trabalhadores de perfis semelhantes entre 2022, logo antes do lançamento do ChatGPT, e 2025, com a diferença de que uma parte estava em profissões mais expostas à IA, como serviços de informação e financeiros, e outra parte não. O levantamento concluiu que, após o surgimento da IA, os trabalhadores mais expostos começaram a perder mais empregos que os demais.

    A renda desses trabalhadores mais expostos também foi quase 7% menor. Isso acontece, segundo o levantamento, porque a IA é excelente em executar as chamadas tarefas de entrada, como funções administrativas, de apoio e de serviços básicos, que costumam ser o primeiro passo na carreira de um recém-formado.

    Os empregos de entrada no mercado de trabalho, que a IA consegue fazer melhor e [de modo] mais barato, são os mais substituíveis”, afirma Duque.

    O trabalho aponta para um impacto muito pequeno da exposição à IA sobre a empregabilidade das demais faixas etárias. “O trabalhador mais velho, em geral, tem como função tomar decisões, não fazer os trabalhos mais básicos e burocráticos. E tomar decisões não é algo que se vê, ainda, na IA”, diz o pesquisador.

    Sobre a queda da renda, a avaliação de Duque é que a tecnologia está reduzindo o valor das tarefas mais padronizadas, ou seja, exatamente aquelas que são a porta de entrada para muitas carreiras administrativas.

    O pesquisador afirma que os números devem ser vistos com cautela, já que a janela de dados disponíveis ainda é curta e os dados sobre as profissões mais expostas à IA são preliminares. “Mas sem dúvida é um pouco assustador já ver um impacto tão forte da IA sobre a empregabilidade”, afirma o pesquisador. “Com o tempo, todos os tipos de trabalho, alguns mais do que outros, serão afetados.”

    O estudo de Duque aprofunda um levantamento feito pelos pesquisadores Fernando de Holanda Barbosa Filho, Janaína Feijó e Paulo Peruchetti, do FGV Ibre, que, com base em uma metodologia da OIT (Organização Internacional do Trabalho), concluiu que quase 30 milhões de trabalhadores no Brasil estavam em ocupações com algum grau de exposição à IA generativa no terceiro trimestre do ano passado. Isso é equivalente a 29,6% da população ocupada.

    Desse total, cerca de 5,2 milhões estavam no nível mais elevado de exposição, em especial os mais jovens, mais escolarizados, na região Sudeste e trabalhando no setor de serviços, com destaque para informação e comunicação e serviços financeiros.

    O economista Bruno Imaizumi, da consultoria 4intelligence, diz que a inteligência artificial está automatizando “rotinas mais repetitivas” e exercidas em “posições iniciais” no mercado de trabalho.

    “Não é algo exclusivo do Brasil. Já vinha sendo observado principalmente no mercado de trabalho americano.”

    Pesquisa feita pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, mostra que trabalhadores em início de carreira (entre 22 e 25 anos) em ocupações altamente expostas à IA, como desenvolvedores de software e representantes de atendimento ao cliente, sofreram declínios substanciais no emprego.

    A ocupação de jovens desenvolvedores de software, por exemplo, caiu quase 20% do final de 2022 até setembro de 2025. O levantamento mostra que, enquanto o emprego total na economia continuou a crescer de forma robusta, o crescimento para trabalhadores jovens estagnou desde o final de 2022.

    Imaizumi é autor de um estudo que, em maio de 2025, estimou o número de profissionais brasileiros expostos à IA sob diferentes níveis.

    Ao atualizar os dados para uma média do ano passado, ele calcula que 30,5% da população ocupada com trabalho no país possa ser afetada de alguma forma pela inteligência artificial e que uma parcela de 5,3% esteja sujeita a uma exposição maior, com alto risco de ter todas as suas tarefas automatizadas.

    Nesse grupo mais ameaçado, há grande presença de vagas no setor público, que contam com proteção maior do que na iniciativa privada, pondera Imaizumi.

    “Enxergo hoje um potencial muito grande de eficiência para o setor público. Como essas posições geralmente são mais protegidas, com pessoas concursadas, a gente pode ver uma migração de tarefas.”
    Para Duque, é difícil saber quais serão as consequências do impacto negativo da IA sobre o trabalho do grupo.

    “Se os jovens já começam no mercado de trabalho com maiores dificuldades, isso tem consequências imprevisíveis”, diz. “Eles já chegam com salários baixos e acumulam menos experiência do que no passado. Quando substituírem a antiga geração, muito provavelmente terão produtividade menor e menos poupança.”

    IA já reduz emprego e renda de jovens brasileiros, diz estudo

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Eliminada do BBB 26, Jordana Morais admite erro em uso de cota racial em concurso

    Eliminada do BBB 26, Jordana Morais admite erro em uso de cota racial em concurso

    Jordana também demonstrou incômodo ao comentar o apelido “Nega Jô”, que passou a circular nas redes sociais durante o confinamento, e afirmou que o episódio foi “tirado de contexto”. “Eu tinha 19 anos na época e não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto. Hoje, não faria isso”, disse.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A advogada Jordana Morais, eliminada no 17º paredão do BBB 26 (Globo) na quinta-feira (16), comentou a polêmica envolvendo o uso de cotas raciais em um concurso público em 2015. A ex-sister admitiu o erro e afirmou que não repetiria a atitude. “A gente vive, a gente aprende”, disse.

    Jordana também demonstrou incômodo ao comentar o apelido “Nega Jô”, que passou a circular nas redes sociais durante o confinamento, e afirmou que o episódio foi “tirado de contexto”. “Eu tinha 19 anos na época e não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto. Hoje, não faria isso”, disse.

    À época, ela se inscreveu para uma vaga no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) utilizando a cota destinada a candidatos negros e pardos, apesar de ser uma mulher branca. Segundo Jordana, sua percepção sobre identidade racial era diferente naquele momento. “Na minha infância, eu não era vista como uma mulher branca. Hoje entendo a seriedade do assunto, a responsabilidade e não faria novamente”, afirmou.

    A brasiliense acrescentou que sequer se lembrava do episódio. “Foi um concurso que fiz, fui lá fazer a prova. Ponto. Os erros estão aí, a gente entende e aprende”, resumiu ao portal Leo Dias.

    Quando o caso veio à tona, ainda durante o reality, a equipe de Jordana afirmou que ela se identifica como parda e, portanto, teria direito à cota. Os representantes ainda citaram a definição do IBGE, que considera parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor ou raça. Também ressaltaram que a brasiliense não chegou a assumir cargo público em decorrência do concurso.

    Eliminada do BBB 26, Jordana Morais admite erro em uso de cota racial em concurso

  • Cruzeiro vence o Grêmio e empurra o Corinthians para a zona de rebaixamento

    Cruzeiro vence o Grêmio e empurra o Corinthians para a zona de rebaixamento

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Cruzeiro venceu o Grêmio por 2 a 0, neste sábado, e empurrou o Corinthians para a zona de rebaixamento do Brasileirão.

    Os gols no Mineirão foram de Christian e Lucas Romero, após insistência e pelo menos três defesas cruciais do goleiro Weverton antes do placar ser aberto em duelo pela 12ª rodada.

    A vitória cruzeirense reforça a recuperação do time sob o comando de Artur Jorge, após o começo ruim com Tite. O Cruzeiro sai do Z4 pela primeira vez no campeonato. Não por acaso, o técnico português renovou contrato até 2030.

    O Cruzeiro chegou a 13 pontos, ocupando agora a 16ª posição na tabela, um ponto a mais que o Corinthians. Mais cedo o time paulista empatou em 0 a 0 com o Vitória.

    O Grêmio também tem 13 pontos, mas está mais acima, em 14º, por causa do saldo de gols.

    Na próxima rodada, o Cruzeiro visita o Remo, sábado, às 18h30, no Mangueirão – Fabrício Bruno, Matheus Pereira e Lucas Silva estão suspensos. Já o Grêmio recebe o Coritiba, domingo, às 16h.
    Antes, na Copa do Brasil, o Cruzeiro visita o Goiás, quarta-feira, às 19h. Enquanto o Grêmio recebe o Confiança, terça-feira, às 19h30.

    QUANDO WEVERTON BRILHOU

    O goleiro do Grêmio foi o nome do primeiro tempo. O Cruzeiro não foi tão melhor assim que o Grêmio, mas Weverton apareceu nos lances cruciais criados pelo time da casa.

    O primeiro momento foi um chute de Matheus Pereira. O voo de Werverton foi cheio de plasticidade, mesmo à queima-roupa. Defesaça aos dez minutos de jogo. O goleiro ainda apareceria para dar um tapinha crucial para evitar o mergulho de Kaio Jorge e, consequentemente, o gol, já aos 47 minutos do primeiro tempo.
    Kaio Jorge, voltando de lesão, saiu logo no intervalo, até porque não está em plenas condições físicas.

    QUANDO OS GOLS SAÍRAM

    O segundo tempo serviu para ressaltar a importância crescente de Gerson para esse time de Artur Jorge. O meia deu assistência para Christian girar rápido, aproveitar o espaço e finalizar dentro da área para fazer 1 a 0, aos cinco minutos do segundo tempo. Weverton, desta vez, só olhou a bola ricochetear na trave antes de entrar.

    O Cruzeiro ficou mais confortável e teve oportunidades de resolver a parada em alguns contra-ataques, mas falhou na hora H, em decisões cruciais.

    Até que o chute rasteiro de Romero, de fora da área, confirmou a vitória, aos 21 minutos do segundo tempo. Bom passe de Matheus Pereira.

    O Grêmio se lançou ainda mais ao ataque, dando mais espaços atrás. Weverton sustentou o que deu, ao mesmo tempo em que o time de Luís Castro teve muitos problemas para gerar lances realmente perigosos na frente.

    O artilheiro do Brasileirão, Carlos Vinicius, não teve qualquer chance. Só o zagueiro Gustavo Martins, já nos acréscimos, foi quem teve a oportunidade mais clara, mas mandou por cima. Em resposta, Néiser acertou o travessão pouco depois.
    No duelo dos técnicos portugueses que chegaram a treinar o Botafogo, melhor para aquele que terminou a temporada e foi campeão da Libertadores e do Brasileirão: Artur Jorge.

    CRUZEIRO
    Matheus Cunha, Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki Bruno; Lucas Romero (Lucas Silva), Gerson (Matheus Henrique), Christian (Wanderson) e Matheus Pereira (Bruno Rodrigues); Arroyo e Kaio Jorge (Néiser Villarreal). T.: Artur Jorge.

    GRÊMIO
    Weverton, Pavón, Gustavo Martins, Wagner Leonardo e Pedro Gabriel; Noriega (Leonel Pérez), Nardoni (Monsalve) e Arthur; Enamorado (Tetê), Amuzu (Gabriel Mec) e Carlos Vinícius (Braithwaite). T.: Luís Castro.

    Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)Data/hora: 18/4/2026, às 20h30Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP)
    Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Luiz Alberto Andrini Nogueira
    Cartões amarelos: Fabrício Bruno, Matheus Pereira, Lucas Silva (CRU); Noriega, Leonel Pérez (GRE)Gols: Christian, 5’/2ºT (1-0); Lucas Romero, 21’/2ºT (2-0)

    Cruzeiro vence o Grêmio e empurra o Corinthians para a zona de rebaixamento

  • Jogador vira alvo de ataques homofóbicos após foto com piercing no umbigo

    Jogador vira alvo de ataques homofóbicos após foto com piercing no umbigo

    O meio-campista Cristian Medina, do Botafogo, passou a ser alvo de ataques homofóbicos nas redes sociais após a vitória do time sobre o Racing Club, pela fase de grupos da Conmebol Sul-Americana. A repercussão negativa começou depois que o zagueiro Alexander Barboza publicou, nos stories do Instagram, uma foto em que Medina aparece mostrando um piercing no umbigo.

    A imagem, divulgada logo após o triunfo por 3 a 2, rapidamente ganhou visibilidade fora do contexto esportivo. Em vez de destacar o resultado positivo na competição, parte dos torcedores direcionou comentários ao acessório do jogador, transformando o detalhe em motivo de críticas e deboche. No X (antigo Twitter), surgiram questionamentos sobre a masculinidade de Medina, acompanhados de insinuações preconceituosas.

    Entre as publicações, alguns usuários escreveram frases como “Medina ou menina?” e levantaram dúvidas sobre a sexualidade do atleta. Em outro comentário, um perfil afirmou: “Tem coisas que são feitas só pras mulheres mesmo e piercing na barriga é uma delas”. Já outro internauta ironizou: “Deixa a menina ser feliz gente, que isso”.

    O episódio evidencia, mais uma vez, a presença de homofobia no futebol, um ambiente historicamente marcado por resistência à diversidade. Mesmo com avanços em outras áreas da sociedade, o esporte ainda enfrenta dificuldades para lidar com expressões individuais que fogem dos padrões considerados tradicionais. A situação envolvendo Medina reforça a necessidade de mudanças culturais dentro e fora dos estádios, para que o futebol se torne um espaço mais respeitoso e inclusivo.

    Jogador vira alvo de ataques homofóbicos após foto com piercing no umbigo

  • Influenciador morre de câncer três dias após se casar em hospital

    Influenciador morre de câncer três dias após se casar em hospital

    Lim enfrentava um câncer urotelial em estágio 4, que já havia se espalhado para os pulmões e o pescoço. O pedido de casamento ocorreu em 19 de janeiro de 2026, em meio a uma piora repentina no estado de saúde.

    O influenciador de corrida Eugene Lim, de 45 anos, morreu em decorrência de um câncer de bexiga apenas três dias após se casar com a companheira, Sofie Chandra, de 44. A cerimônia aconteceu no quarto do hospital, onde ele estava internado. A morte foi anunciada por Sofie no dia 10 de abril. “Eug partiu, uma verdadeira lenda, o amor da minha vida. A luz dele continuará brilhando para sempre”, escreveu ela nas redes sociais.

    Lim enfrentava um câncer urotelial em estágio 4, que já havia se espalhado para os pulmões e o pescoço. O pedido de casamento ocorreu em 19 de janeiro de 2026, em meio a uma piora repentina no estado de saúde. O anel entregue à noiva tinha uma pedra de Alexandrita, relacionada ao mês de nascimento dele. “Ele colocou tanto pensamento e intenção nisso. Sentamos juntos na cama depois, conversamos e choramos”, contou Sofie.

    Os primeiros sinais da doença surgiram em 2020, quando Lim percebeu uma alteração na cor da urina após correr mais de 42 quilômetros em um desafio pessoal. Na época, ele acreditou que fosse desidratação. “Eu suo muito quando me exercito e bebo pouca água”, explicou. Exames realizados em 2020 e 2022 não indicaram problemas, e o diagnóstico só foi confirmado em junho de 2024, após novos sintomas surgirem depois de uma corrida de 50 quilômetros.

    Mesmo após descobrir a doença, Lim manteve sua rotina ativa, conciliando tratamento com treinos e eventos. “Curiosamente, eu estava relativamente calmo. Tive tempo nos últimos quatro anos para pensar nisso”, afirmou. Para ele, a experiência trouxe novos significados: “De certa forma, o câncer me deixou mais vivo e me fez valorizar mais a vida”.

    Influenciador morre de câncer três dias após se casar em hospital

  • Algoz de João Fonseca, Ben Shelton supera italiano e conquista o Masters 500 de Munique

    Algoz de João Fonseca, Ben Shelton supera italiano e conquista o Masters 500 de Munique

    Muitos brasileiros gostariam de ter acordado na manhã deste domingo para acompanhar João Fonseca na decisão do Masters 500 de Munique. Mas o representante verde e amarelo acabou eliminado por Ben Shelton nas quartas de final. O algoz norte-americano avançou até a decisão e, desta vez, ergueu o troféu com vitória diante do italiano Flávio Cobolli por 6/2 e 7/5 – havia perdido na final de 2025 para Alexander Zverev.

    João Fonseca fez um jogo duro diante de Shelton, 6º do mundo, na sexta-feira, levando a decisão para o terceiro set. Atuando em grande estilo diante dos tenistas do Top 10, o brasileiro ainda vem sucumbindo nos momentos decisivos, mesmo encarando-os de igual para igual – foi assim com Jannik Sinner, que lidera o ranking, por exemplo, recentemente.

    Neste domingo, Shelton entrou como favorito diante do surpreendente Cobolli, que despachou o atual campeão e principal favorito em Munique, o alemão Alexander Zverev, por duplo 6 a 3. Mas, ciente que o rival estava embalado.

    Dono de vasto repertório e saque preciso, o norte-americano dominou completamente a primeira parcial, quebrando duas vezes e fechando com imponentes 6 a 2 após abrir logo 4 a 0 – teve de salvar seis break points quando sacou no segundo game.

    O equilíbrio deu o tom no set seguinte, com os tenistas servindo com maestria – Cobolli fez três games com saques perfeitos e sem perder pontos – e levando a igualdade até 5 a 5 sem nenhum break point. No 11º game, Shelton teve a tão buscada chance de quebra e não desperdiçou. Depois, bastou sacar para celebrar o segundo título no ano após ganhar o Dallas Open.

    RYBAKINA CAMPEÃ

    Também na Alemanha, mas no WTA 500 de Stuttgart, a número 2 do mundo, Elena Rybakina, do Casaquistão, se sagrou campeã ao não dar chances à checa Karolina Muchova na decisão, ganhando por 7/5 e 6/1.

    A tenista casaque ainda ganhou um Porsche conversível oferecido pela patrocinadora do WTA 500 e no qual entrou dirigindo sorridente em quadra. Foi sua segunda conquista no torneio e também na temporada, na qual somou o 25º triunfo.

    Algoz de João Fonseca, Ben Shelton supera italiano e conquista o Masters 500 de Munique

  • Boticário dribla mercado fraco e encurta distância para a líder Natura

    Boticário dribla mercado fraco e encurta distância para a líder Natura

    O grupo ampliou sua participação no mercado brasileiro de beleza e cuidados pessoais para 15,5%, enquanto a Natura, controladora das marcas Natura e Avon, atingiu 15,7%, segundo dados da Euromonitor. A diferença entre as duas gigantes foi de 0,2 ponto porcentual, o menor nível já registrado, segundo análise do Bradesco BBI.

    Em meio à desaceleração do mercado de beleza no Brasil, o Grupo Boticário tem sustentado o crescimento e reduzido a distância para a líder Natura. Apoiada no uso de tecnologia e dados para integrar canais, a companhia atingiu R$ 38,1 bilhões em vendas ao consumidor (GMV) em 2025 e projeta manter a trajetória de expansão.

    O grupo ampliou sua participação no mercado brasileiro de beleza e cuidados pessoais para 15,5%, enquanto a Natura, controladora das marcas Natura e Avon, atingiu 15,7%, segundo dados da Euromonitor. A diferença entre as duas gigantes foi de 0,2 ponto porcentual, o menor nível já registrado, segundo análise do Bradesco BBI.

    A disputa se intensifica nas categorias mais relevantes do setor. Em cuidados com a pele e fragrâncias, que somam cerca de 40% do mercado, a Natura perdeu entre 0,8 e 1,5 ponto porcentual de participação, enquanto o Grupo Boticário avançou entre 0,7 e 1,2 ponto nos mesmos segmentos.

    A consolidação do programa de fidelidad Beautybox também contribuiu para o desempenho. A base ativa de clientes somou 26 milhões no ano passado, após unificar a experiência do consumidor entre as marcas O Boticário e Quem Disse, Berenice?. Os lançamentos também seguiram relevantes: 27% das vendas ao consumidor em 2025 vieram de produtos lançados há menos de um ano.

    O avanço da companhia paranaense ocorre em contraste com o momento da principal concorrente. A Natura registrou receita líquida de R$ 22,2 bilhões em 2025, queda de 5%, em meio à conclusão do processo de simplificação do grupo e à integração das operações da Natura e da Avon na América Latina.

    No setor como um todo, o crescimento perdeu ritmo. O mercado brasileiro de beleza movimentou R$ 187 bilhões em 2025, com alta de 6,8% no ano, abaixo da expansão de 10% registrada em 2024. O e-commerce, por sua vez, segue como o canal de maior crescimento, avançando 19% no período e já representa cerca de 12,7% do mercado.

    Para o presidente do grupo, Fernando Modé, o arrefecimento do consumo das famílias que saiu de alta de 5,1% em 2024 para 1,3% no ano passado ajuda a explicar a desaceleração do setor. \”Somos um setor bem resiliente, que cresce mais que os outros, mas não somos imunes ao ambiente macroeconômico\”, disse em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

    Tecnologia

    Para o CEO, a tecnologia é a sustentação do negócio. \”Sem essa evolução em tecnologia, a gente não conseguiria fazer nem metade do que fazemos hoje\”, afirmou. Ao longo dos últimos anos, a empresa internalizou o desenvolvimento de sistemas e integrou dados e canais, criando uma base única que conecta o e-commerce, as lojas físicas e a venda direta.

    Na prática, essa integração permite ao Grupo Boticário acompanhar o comportamento do consumidor entre diferentes canais e transformar essas informações em recomendações no momento da compra. Uma busca feita no aplicativo ou no site, por exemplo, pode orientar a atuação da consultora na loja física, que passa a ter acesso ao histórico e às preferências do cliente em tempo real, tornando a interação menos fragmentada e mais alinhada ao que o consumidor já demonstrou interesse.

    Um dos principais desdobramentos dessa infraestrutura tecnológica é o programa de fidelidade Beautybox. Lançado em 2024 e com investimento de R$ 35 milhões, o programa reúne benefícios como descontos e frete grátis, além elementos de gamificação para engajar os consumidores.

    Eficiência

    O grupo projeta crescimento em 2026 na mesma ordem de 2025 e afirma ter intensificado a busca por eficiência operacional. \”Estamos longe do ponto de chegada. Mas vamos evoluir sempre, fazendo mais do mesmo\”, disse Modé.

    A estratégia inclui a otimização do quadro de tecnologia, que passou de 3,5 mil para 2,8 mil profissionais, além do uso da base de consumidores para orientar lançamentos e da análise de dados, como algoritmos de geolocalização, para definir a abertura de lojas. Também envolve a integração de ecossistemas, com a marca Quem Disse, Berenice?, por exemplo, passando a ser vendida em 1,3 mil unidades de O Boticário em 2025.

    A companhia pretende manter o ritmo de abertura de cerca de 100 lojas por ano. Em 2025, a marca O Boticário inaugurou 113 unidades, alcançando cerca de 4 mil pontos em 16 países. A expansão é orientada por dados, com base no comportamento do consumidor e no potencial das regiões.

    Boticário dribla mercado fraco e encurta distância para a líder Natura

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Palmeiras recebe Athletico-PR para sustentar vantagem na liderança do Brasileirão

    Palmeiras recebe Athletico-PR para sustentar vantagem na liderança do Brasileirão

    Passada a primeira vitória na Libertadores, o Palmeiras tem compromisso pelo Brasileirão neste domingo. Às 18h30 recebe o Athletico-PR no Allianz Parque, com o objetivo de sustentar a vantagem de seis pontos na liderança da competição.

    O time alviverde lidera o torneio com 26 pontos, decorrentes de oito vitórias e dois empates. Sofreu apenas uma derrota e está invicto há oito jogos na temporada, seis deles no Brasileirão.

    \”A minha equipe está muito bem treinada, tem controle emocional absoluto, é super resiliente. Aquilo que me vejo, o espelho do treinador\”, considera Abel Ferreira, que cumpre neste domingo mais um jogo de suspensão. O STJD reduziu a pena do treinador português de oito para sete partida. Como já cumpriu três delas, restam quatro.

    A expectativa é de que o Palmeiras jogue reforçado de um de seus mais importantes jogadores. O atacante Vitor Roque não sente mais as dores no tornozelo esquerdo que o tiraram de ação por três semanas e deve voltar a ser relacionado. Ele participou dos últimos treinos integralmente com o grupo e é provável que comece o duelo entre os reservas.

    O \’Tigrinho\’ tem treinado sem dores, mas a comissão técnica optou por não usá-lo na Libertadores e dar mais tempo para reaver o condicionamento físico e voltar com confiança. Cautela maior ainda existe em relação a Paulinho, que deve seguir fora. Jefté está em transição física e também continua fora. Nova ausência é Marlon Freitas, suspenso pelo acúmulo de amarelos.

    Quem permanece como titular incontestável é o goleiro Carlos Miguel, figura fundamental para os últimos resultados positivos. Duas defesas dele, contra Corinthians e Sporting Cristal nos minutos finais, garantiram o empate no dérbi e a vitória sobre os peruanos.

    \”Sabemos da dificuldade, mas na nossa casa temos uma responsabilidade grande. Os torcedores sabem que quando estamos no Allianz Parque somos todos um só, sabemos da importância desse jogo e esperamos sair com os três pontos\”, disse o goleiro.

    O Athletico-PR tem 19 pontos e também disputa espaço na parte de cima da tabela. É o sexto colocado e joga disposto a entrar no G-4.

    FICHA TÉCNICA

    PALMEIRAS X ATHLETICO-PR

    PALMEIRAS – Carlos Miguel; Giay, Murilo, Gustavo Gómez e Arthur; Emiliano Martínez (Lucas Evangelista) Andreas Pereira, Allan, Maurício e Arias; Flaco López. Técnico: Abel Ferreira.

    ATHLETICO-PR – Santos; Benavídez (Terán), Aguirre, Arthur Dias e Esquivel; Luiz Gustavo, Portilla e Dudu; Mendoza, Julimar e Viveros. Técnico: Odair Hellmann.

    ÁRBITRO – Felipe Fernandes de Lima (MG).

    HORÁRIO – 18h30 (de Brasília).

    LOCAL – Allianz Parque, em São Paulo (SP).

    Palmeiras recebe Athletico-PR para sustentar vantagem na liderança do Brasileirão

  • 4 em cada 10 dizem que vão ver a Copa pela TV Globo; CazéTV empata entre os mais jovens

    4 em cada 10 dizem que vão ver a Copa pela TV Globo; CazéTV empata entre os mais jovens

    LUCAS BOMBANA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Copa do Mundo 2026 será transmitida por canais na TV aberta e no streaming, e a TV Globo -que exibe o torneio de forma ininterrupta desde 1970- aparece na frente na preferência dos torcedores.

    Segundo pesquisa do Datafolha, 38% dos brasileiros dizem que pretendem acompanhar os jogos, a partir do dia 11 de junho, pela emissora carioca.

    A CazéTV, liderada por Casimiro Miguel, aparece com 10%, em empate técnico com o SBT, que tem 9%, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    A TV Globo vai passar 52 partidas -20 delas exclusivas na TV aberta-, metade dos duelos do torneio -que neste ano terá uma edição expandida com 48 seleções-, em pacote que inclui o canal por assinatura SporTV e a plataforma online GE TV.

    O SporTV foi citado por 5% dos entrevistados, e a GE TV, por 1%.

    O SBT, em parceria com o canal por assinatura N Sports e reforçado com os narradores Galvão Bueno e Tiago Leifert, passará 32 jogos, retornando às transmissões da Copa após um hiato de 28 anos.

    A CazéTV será a única no país a fazer a transmissão de todos os 104 duelos da competição. O YouTube -onde está hospedada a CazéTV- aparece com 3% na pesquisa.

    Record (2%), Band (1%) e ESPN (1%), que não têm os direitos de transmissão dos jogos, também chegaram a ser lembradas.
    Além disso, 31% dos entrevistados responderam que não pretendem assistir aos jogos, e 5%, que não sabem.

    O instituto ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais nos dias 7, 8 e 9 de abril, em 137 municípios. A margem de erro dos números apresentados na amostragem geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Entre os mais jovens, CazéTV tem empate com Globo

    No recorte por faixa etária -em que a margem de erro é de cinco pontos percentuais-, há mudanças importantes em relação à preferência dos telespectadores.

    Na faixa de 16 a 24 anos, a Globo tem 34%, enquanto a CazéTV já aparece com 29%, o que configura empate técnico, considerada a variação da margem de erro.

    Na ponta contrária, entre o público de 60 anos ou mais, 39% responderam que vão acompanhar os jogos pela Globo, e apenas 1% citou a CazéTV.

    O estudante de educação física Guilherme Roberto Rocha Lima, 20, diz que sua preferência pelo canal no YouTube decorre principalmente da abordagem que considera menos “engessada”, em comparação com a TV aberta.

    “Na TV é tudo meio robótico, na CazéTV acho que são mais eles mesmos, têm mais liberdade. É um canal que me agrada mais”, afirmou Lima.

    “Tem mais brincadeira, mas também não é que eles não levam a sério. Só acho que acabam trazendo as informações de uma forma um pouco mais leve”, acrescentou.

    Ele disse que pretende acompanhar as partidas da Copa do Mundo de casa acompanhado da mãe, que também tem aderido às novas opções de transmissão pela internet. “Quando vai passar jogo do nosso Corinthians, ela sempre me pergunta se vão passar na CazéTV.”

    Mãe do estudante, Maria Cristina Roberto, 53, diarista, diz que parou de acompanhar os jogos pela Globo depois da saída do narrador Galvão Bueno.

    “Acho que os outros narradores não são tão bons”, disse ela. “Os da CazéTV são melhores, embora nem sempre sejam muito imparciais”, acrescentou, rindo. Maria Cristina diz que também tem acompanhado transmissões pela GE TV, especialmente de futebol feminino.

    Professor de marketing do Insper e diretor-geral da agência EMW Global para América Latina, Eduardo Corch, 52, disse que o avanço da CazéTV e o tamanho do engajamento que conseguiu alcançar junto aos mais jovens não surpreende tanto quanto a velocidade com que o processo aconteceu.

    “Em menos de três anos, ela já briga de igual para igual com a Globo na faixa jovem. É uma geração que não cresceu com a TV aberta como principal veículo de mídia. Os nativos digitais cresceram no YouTube, no Twitch, no TikTok. E o Casimiro Miguel fala a linguagem dos nativos, usa os formatos de streaming, com ‘reacts’ e comentários em tempo real”, afirmou Corch.

    “Para esse público, assistir a uma partida pela CazéTV se parece mais com ver um streaming do que com ‘ligar a TV’.”

    O professor acrescentou que outra vantagem da CazéTV é o fato de ela ser gratuita, com transmissão pelo YouTube e maior apelo junto aos jovens com menor poder aquisitivo ou que moram em repúblicas, quartos de faculdade ou simplesmente não têm TV em casa e assistem pelo celular.

    “A Globo, por outro lado, domina entre os mais velhos muito pela questão do hábito. Boa parte desse público assiste pelo aparelho de TV da sala, com antena parabólica ou a cabo. O YouTube no celular simplesmente não faz parte da rotina. Mudar esses hábitos leva tempo.”

    No recorte regional -em que a margem de erro varia de três a seis pontos percentuais-, a região Nordeste é onde a TV Globo segue com o maior domínio (46%), enquanto a CazéTV tem sua maior audiência no Sudeste (12%).

    “No Nordeste, os índices de preferência pela Globo são muito acima da média nacional, confirmando a força histórica da emissora na região”, afirmou José Sarkis Arakelian, 52, consultor e professor da FAAP.

    “No Sudeste, onde o acesso à internet de qualidade é mais disseminado, a CazéTV tem seu melhor desempenho regional. O padrão sugere que a expansão do streaming no futebol está diretamente ligada à infraestrutura digital: onde a conectividade é melhor, a disputa é mais acirrada.”

    Preferências distintas entre eleitores de Lula e Bolsonaro

    A pesquisa do Datafolha também detectou diferenças relevantes conforme a preferência política dos entrevistados.

    Eleitores do PT demonstraram interesse bem maior em acompanhar os jogos da Copa pela Globo (61%), com 5% citando a CazéTV, 7% o SBT e 4% o SporTV.

    Entre os do PL, que comumente criticam o canal por sua cobertura política considerada enviesada, apenas 22% responderam que vão assistir pela Globo. Nesse caso, 13% citaram a CazéTV, 16% o SBT e 10% o SporTV.

    No recorte que considera o voto no segundo turno das eleições de 2022, em que a margem de erro varia de três a quatro pontos percentuais, entre os que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 51% citaram a Globo, 8% a CazéTV, 6% o SBT e 5% o SporTV.

    Dos que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro, 28% responderam que vão acompanhar pela Globo. Em seguida vêm SBT (12%), CazéTV (10%) e SporTV (7%).

    4 em cada 10 dizem que vão ver a Copa pela TV Globo; CazéTV empata entre os mais jovens