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  • Trump veta novos ataques de Israel a megacampo de gás controlado por Irã e Qatar

    Trump veta novos ataques de Israel a megacampo de gás controlado por Irã e Qatar

    Declaração do presidente norte-americano tenta conter escalada do conflito após ofensiva israelense atingir campo estratégico compartilhado por Irã e Qatar, em meio a ameaças de retaliação, ataques a instalações energéticas e alta volatilidade no mercado global de petróleo.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vetou Israel de realizar novos ataques ao megacampo de produção de gás natural Pars Sul, local de administração dividida entre Irã e Qatar que fica no meio do golfo Pérsico e foi alvo de ofensiva israelense nesta quarta-feira (18).

    “Israel, por raiva do que tem acontecido no Oriente Médio, violentamente atingiu uma grande instalação conhecida como campo de gás Pars Sul no Irã. Os EUA não sabiam nada sobre este ataque em particular, e o Qatar não esteve envolvido de nenhuma forma nem tinha ideia de que ele iria ocorrer”, afirmou Trump na rede Truth Social nesta quarta.

    “Infelizmente, o Irã não sabia disso, e sem justificativa e injustamente atacou uma parte da instalaçao de LNG [gás natural liquefeito] do Qatar. ISRAEL NÃO IRÁ REALIZAR NOVOS ATAQUES com relação a esse extremamente importante e valioso campo de Pars Sul, a não ser que o Irã decida atacar o muito inocente Qatar –situação na qual os EUA, com ou sem a ajuda ou consentimento de Israel, vai explodir massivamente a totalidade do campo de Pars Sul com uma quantidade de força e poder que o Irã nunca viu ou testemunhou antes”, escreveu Trump.

    O ataque de Israel ao campo gerou nova escalada do conflito no Oriente Médio, prontificando uma retaliação da República Islâmica contra infraestrutura energética de aliados americanos na região, como o Qatar, além de Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

    O Qatar tem acesso a 60% das reservas da área do megacampo de Pars Sul, e o Irã é o maior produtor local de gás natural, quase toda produção comprada pela China.

    Houve incêndio em estações de processamento do gás, controlado após horas. Antes, Tel Aviv havia matado o homem-forte do regime islâmico, Ali Larijani, e um importante comandante militar, o que levou a uma onda de retaliação mais forte contra Israel e países do golfo.

    Na sequência, o Irã lançou uma ameaça até aqui inédita: listou uma refinaria e uma petroquímica da Arábia Saudita, um campo de gás dos Emirados Árabes Unidos e três complexos do Qatar.

    A publicação de Trump indica a preocupação com seus aliados na região e com os impactos do conflito no setor energético, em momento de extrema incerteza e volatilidade de preços.

    As ameaças iranianas a instalações energéticas da região, inclusive de petróleo, e continuidade do bloqueio do estreito de Hormuz fizeram o preço do barril Brent voltar a subir nesta quarta, fechando o dia em alta de 5,85% e cotado a quase US$ 110.

    No Qatar, houve explosões e um grande incêndio no maior terminal de embarque de gás natural liquefeito do mundo, em Ras Laffan Industrial City. O governo local apenas disse que estava trabalhando contra ataques, e que tinha evacuado unidades de petróleo e gás. Nos Emirados, o governo relatou queda de destroços nas instalações do campo de gás de Habshan.

    Ironicamente, pouco antes o governo em Doha havia emitido protestos, ao lado dos Emirados e de Omã, contra a ação israelense, dizendo que ela era “irresponsável e perigosa”. Mas, após os relatos de explosões, expulsou o adido militar de Teerã no país.

    O governo do premiê Binyamin Netanyahu tem escalado operações militares, anunciando inclusive uma política aberta de assassinato de lideranças do Irã. Trump tem se perdido em declarações contraditórias, e isso, segundo analistas do Estado judeu, faz Netanyahu dobrar a aposta no ataque frontal ao regime iraniano.

    Trump veta novos ataques de Israel a megacampo de gás controlado por Irã e Qatar

  • Moraes negou recurso de desafeto de Vorcaro no período em que Viviane defendia ex-banqueiro

    Moraes negou recurso de desafeto de Vorcaro no período em que Viviane defendia ex-banqueiro

    Ministro do STF negou recurso de investidor em disputa com Daniel Vorcaro enquanto escritório de sua família mantinha contrato com o banco. Situação não configura impedimento legal, mas expõe conexões entre Judiciário e setor financeiro

    (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou no ano passado um recurso apresentado pelo investidor Vladimir Timerman, da Esh Capital, considerado desafeto do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

    A decisão foi proferida em maio de 2025, período em que Vorcaro também movia ações contra Timerman e era defendido pelo escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa de Moraes, e seus filhos.

    O escritório Barci de Moraes manteve contrato de R$ 3,5 milhões mensais com o Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, para representar os interesses da instituição financeira.

    Embora os processos envolvendo Vorcaro e Timerman, com a participação do escritório e a atuação de Moraes como juiz, não configurem conflito direto segundo as regras da magistratura, o caso evidencia como relações no Judiciário podem se entrelaçar com interesses privados.

    Na mesma época da decisão de Moraes, Vorcaro também processava Timerman em uma queixa-crime no Tribunal de Justiça de São Paulo, assinada pelo escritório de Viviane Barci. O ex-banqueiro alegava ter sido alvo de calúnia e difamação após acusações de fraude feitas pelo investidor.

    Na primeira instância, uma das estratégias da defesa foi listar processos judiciais envolvendo Timerman, com o objetivo de caracterizá-lo como um perseguidor recorrente.

    Entre os exemplos citados estava uma ação movida pelo empresário Nelson Tanure contra o investidor. Ao negar o pedido de trancamento desse processo no STF, Moraes manteve um dos argumentos usados pela defesa de Vorcaro.

    No recurso analisado, Timerman pedia o encerramento de uma ação penal em que era acusado de perseguir Tanure nas redes sociais. Ele alegava constrangimento ilegal e ausência de justa causa.

    Moraes, relator do caso, rejeitou o pedido e determinou o prosseguimento da ação, afirmando não haver ilegalidades e destacando o direito do réu de se defender durante o processo.

    O entendimento seguiu decisões anteriores do Tribunal de Justiça de São Paulo e do STJ. Posteriormente, a Primeira Turma do STF confirmou a decisão de forma unânime.

    Na época, o contrato do escritório ligado à família de Moraes com o Banco Master ainda estava em vigor, antes da revelação de investigações envolvendo a instituição e suas operações financeiras.

    A assessoria do escritório Barci de Moraes não comentou o caso. A defesa de Timerman também optou por não se manifestar.

    No processo movido por Tanure, Timerman foi condenado a um ano, dez meses e 15 dias de prisão, além de multa. Ele nega as acusações e recorre da decisão.

    Já a queixa-crime de Vorcaro contra o investidor foi rejeitada em setembro do ano passado por falta de justa causa.

    Em nota, o STF afirmou que a decisão foi unânime e alinhada ao parecer da Procuradoria-Geral da República, ressaltando que não há relação legal que configure impedimento ou suspeição.

    Moraes também tem sido alvo de questionamentos após relatos de troca de mensagens com Vorcaro no dia da prisão do ex-banqueiro.

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    Moraes negou recurso de desafeto de Vorcaro no período em que Viviane defendia ex-banqueiro

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  • Vojvoda não resiste à derrota para o Internacional e não é mais o técnico do Santos

    Vojvoda não resiste à derrota para o Internacional e não é mais o técnico do Santos

    Juan Pablo Vojvoda não é mais o técnico do Santos. O argentino foi demitido após a derrota desta quarta-feira (18), na Vila Belmiro, para o Internacional por 2 a 1, em duelo válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

    O clima ficou insustentável após o segundo gol do Internacional, marcado por Carbonero aos 50 minutos do segundo tempo. Entre as críticas da torcida, que vaiou a equipe ao fim da partida, estava a substituição de Neymar aos 43 minutos, quando o placar ainda estava empatado em 1 a 1.

    “O Santos FC comunica a saída do técnico Juan Pablo Vojvoda e dos membros de sua comissão técnica. O clube agradece os serviços prestados e deseja sucesso na sequência da carreira”, informou o clube em nota publicada nas redes sociais.

    Vojvoda havia chegado à Vila Belmiro em agosto do ano passado com a missão de evitar o rebaixamento. O treinador conseguiu manter a equipe na Série A, terminando o Brasileirão na 12ª colocação e garantindo vaga na Copa Sul-Americana.

    A demissão ocorreu sem a presença de dirigentes importantes do clube. O presidente Marcelo Teixeira está no Paraguai para o sorteio da Sul-Americana, enquanto o diretor de futebol, Alexandre Mattos, cumpre suspensão aplicada pelo TJD-SP. O anúncio foi feito pelo gerente de comunicação, Wagner Vilaron.

    Em noite inspirada do atacante brasileiro, time catalão pune erros defensivos, aplica goleada histórica no Camp Nou e garante vaga nas quartas de finais na Liga dos Campeões

    Notícias ao Minuto | 17:11 – 18/03/2026

    Vojvoda não resiste à derrota para o Internacional e não é mais o técnico do Santos

  • Michelle quer novo encontro com Moraes para pedir domiciliar a Bolsonaro

    Michelle quer novo encontro com Moraes para pedir domiciliar a Bolsonaro

    Aliados do ex-presidente dizem que ex-primeira-dama quer dizer que marido não pode ficar sozinho à noite; nova internação reacendeu articulação no STF para que ministro conceda prisão domiciliar humanitária

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) quer um novo encontro com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para pedir que o marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), cumpra a pena em casa.

    Segundo aliados do ex-presidente, Michelle quer ter a oportunidade de dizer pessoalmente ao magistrado que Bolsonaro não pode ficar sozinho à noite pelo risco de broncoaspiração. Ela também quer relatar a Moraes em pessoa que, de acordo com a equipe médica, se tivesse sido socorrido cerca de uma hora mais tarde, o ex-presidente poderia ter morrido durante o episódio que o levou ao hospital na sexta-feira (13).

    Bolsonaro está internado desde então em um hospital particular em Brasília com broncopneumonia. Conforme o boletim médico divulgado nesta quarta (18), ele teve melhora nos dois pulmões, mas segue sem previsão de alta hospitalar.

    A broncopneumonia bacteriana foi causada pela aspiração do vômito em decorrência dos soluços que ele enfrenta desde a facada que levou durante a campanha presidencial em 2018.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL), seu filho e também pré-candidato a presidente, se reuniu com Moraes na noite desta terça-feira (17) ao lado do advogado Paulo Cunha Bueno.

    “Foi uma conversa objetiva em que nós expusemos as nossas preocupações, nossos fundamentos, para reiterar o pedido da defesa”, disse Flávio, acrescentando que o quadro de saúde do pai tende a piorar, caso ele siga preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, ao lado do Complexo Penitenciário da Papuda.

    A defesa de Bolsonaro apresentou ao Supremo um novo pedido de prisão domiciliar humanitária nesta terça, sob o argumento de que, nas últimas semanas, houve uma piora no quadro de saúde dele, que resultou na internação hospitalar.

    Os advogados citam que a internação emergencial demonstra um agravamento no quadro clínico de Bolsonaro e que a Papudinha é “absolutamente incompatível com a preservação de sua saúde e integridade física”, o que pode levar a intercorrências fatais.

    A nova internação de Bolsonaro reacendeu no STF uma articulação para que Moraes autorize sua transferência para o regime domiciliar. Na corte, ao menos dois ministros ligados a Moraes se dedicam a esse esforço de convencimento, iniciado ainda no ano passado.

    Michelle foi recebida por Moraes no gabinete dele no Supremo em janeiro. Na ocasião, perguntou ao ministro se ele não poderia conceder a Bolsonaro o mesmo benefício dado por ele ao ex-presidente Fernando Collor -prisão domiciliar humanitária. Moraes respondeu que Collor foi diagnosticado com Parkinson e tem risco de queda.

    Michelle quer novo encontro com Moraes para pedir domiciliar a Bolsonaro

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  • Governo aponta preços abusivos de diesel em 62 cidades e fará pente-fino

    Governo aponta preços abusivos de diesel em 62 cidades e fará pente-fino

    Lista reúne municípios de todas as regiões brasileiras, com casos de cidades como Ourinhos (SP) e Caldas Novas (GO), onde o diesel subiu 36%, e Itabuna (BA), com aumento de 32%

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo listou 62 cidades brasileiras como prioritárias para fazer um trabalho detalhado de fiscalização, por suspeita de aumento abusivo no preço do diesel. A relação de municípios foi consolidada em um relatório técnico concluído na terça-feira (17) pelo MME (Ministério de Minas e Energia).

    A Folha de S.Paulo teve acesso ao documento elaborado a partir de recursos de inteligência de dados que compilaram as maiores variações de preços entre duas semanas específicas, a de 22 a 28 de fevereiro e de 8 a 14 de março, período que concentrou a instabilidade no mercado internacional de petróleo.

    A lista reúne municípios de todas as regiões brasileiras, com casos de cidades como Ourinhos (SP) e Caldas Novas (GO), onde o diesel subiu 36%, e Itabuna (BA), com aumento de 32%.

    Os dados apontam que a alta é resultado de um movimento nacional. Dos 60 municípios, 12 são do Sudeste, 11 do Sul, 12 do Centro-Oeste, 11 do Norte e 16 do Nordeste.

    Entre os casos mais relevantes aparecem ainda Araguaína (TO), Feira de Santana (BA), Guarapuava (PR) e Nova Friburgo (RJ), todos com variações acima da média no período analisado (veja lista completa abaixo).

    A partir desse levantamento, o governo pretende orientar a fiscalização imediata que será feita por órgãos de controle. A ideia é que este seja um ponto de partida operacional que direcione a atuação de instituições como Procons estaduais e municipais e outras entidades do sistema de defesa do consumidor.

    A tese do governo é a de que distribuidoras de combustíveis se anteciparam à crise internacional e fizeram aumentos abusivos e injustificados, antes mesmo da alta anunciada pela Petrobras no preço do diesel.

    Segundo o governo, também há sinais claros de que houve aumento nos preços não apenas nos postos de combustíveis, mas em etapas anteriores da cadeia, como nas refinarias e distribuidoras, o que levanta dúvidas sobre a origem dos preços na bomba.

    Na cadeia de combustíveis, o preço final ao consumidor é formado por várias etapas, desde a produção ou importação do combustível, até a distribuição e revenda. O foco está justamente em identificar em qual ponto dessa cadeia teria ocorrido o aumento e se ele foi justificado por custos reais.

    Nas cidades prioritárias, a fiscalização foi orientada a solicitar notas fiscais de aquisição de combustíveis desde fevereiro, verificar a origem do produto nas bombas e comparar preços de compra e venda. Caso sejam identificadas irregularidades, serão aplicadas sanções administrativas.

    A apuração se estende às distribuidoras e refinarias, com coleta de dados sobre preços de aquisição, volumes comercializados e cronologia dos reajustes. O plano é reconstruir a formação de preços em toda a cadeia para verificar se houve elevação sem justa causa, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

    Paralelamente, a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), vinculada ao Ministério da Justiça, determinou a averiguação preliminar de dados de 11 distribuidoras de combustíveis. A medida, conforme informações obtidas pela Folha de S.Paulo, foi tomada após seu monitoramento de mercado identificar indícios de elevações de preços em patamares que não se explicariam por variações claras de custos.

    O Brasil possui cerca de 300 distribuidoras de combustíveis líquidos autorizadas, o que indica que a apuração está concentrada em um grupo pequeno de agentes. O início das fiscalizações é imediato.

    O governo também vai passar um pente-fino em 64 cidades que tiveram alta expressiva do preço da gasolina. Uma fiscalização específica vai se concentrar em dez postos de combustíveis de Brasília.

    A Polícia Federal instaurou, na terça-feira (17), um inquérito para apurar condutas graves e abusivas no mercado de combustíveis.

    A investigação se concentra em crimes de formação de cartel e contra a economia popular, além de irregularidades na ordem econômica que possuem repercussão nacional e exigem um tratamento uniforme em todo o país.

    O inquérito foi aberto após ofício enviado pelo Ministério da Justiça com análise preliminar que indica aumentos abruptos e generalizados, muitas vezes sem correspondência com variações identificáveis de custos.

    62 CIDADES TERÃO FISCALIZAÇÃO DETALHADA PELO ALTA DO DIESEL

    Sudeste
    1. Ourinhos (SP)
    2. Birigui (SP)
    3. Jaboticabal (SP)
    4. Araguari (MG)
    5. Ituiutaba (MG)
    6. Uberaba (MG)
    7. Araçatuba (SP)
    8. Itápolis (SP)
    9. Olímpia (SP)
    10. Franca (SP)
    11. Nova Friburgo (RJ)
    12. Colatina (ES)

    Sul
    13. Cianorte (PR)
    14. Arapongas (PR)
    15. Guarapuava (PR)
    16. Umuarama (PR)
    17. Paranavaí (PR)
    18. Cambé (PR)
    19. Gravataí (RS)
    20. Viamão (RS)
    21. São José dos Pinhais (PR)
    22. Osório (RS)
    23. Mafra (SC)

    Centro-Oeste
    24. Caldas Novas (GO)
    25. Formosa (GO)
    26. Catalão (GO)
    27. Itumbiara (GO)
    28. Trindade (GO)
    29. Várzea Grande (MT)
    30. Mineiros (GO)
    31. Valparaíso de Goiás (GO)
    32. Cáceres (MT)
    33. Sinop (MT)
    34. Brasília (DF)
    35. Dourados (MS)

    Norte
    36. Araguaína (TO)
    37. Paraíso do Tocantins (TO)
    38. Conceição do Araguaia (PA)
    39. Paragominas (PA)
    40. Ji-Paraná (RO)
    41. Belém (PA)
    42. Cruzeiro do Sul (AC)
    43. Gurupi (TO)
    44. Macapá (AP)
    45. Manaus (AM)
    46. Boa Vista (RR)

    Nordeste
    47. Livramento de Nossa Senhora (BA)
    48. Itabuna (BA)
    49. Feira de Santana (BA)
    50. Barreiras (BA)
    51. Brumado (BA)
    52. Canindé (CE)
    53. Presidente Dutra (MA)
    54. Araripina (PE)
    55. Serra Talhada (PE)
    56. Bacabal (MA)
    57. Lagarto (SE)
    58. Icó (CE)
    59. Parnaíba (PI)
    60. Patos (PB)
    61. Mossoró (RN)
    62. Rio Largo (AL)

    Governo aponta preços abusivos de diesel em 62 cidades e fará pente-fino

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  • Milena diz que não vai mais tolerar comentários de Ana Paula no BBB

    Milena diz que não vai mais tolerar comentários de Ana Paula no BBB

    Sister diz que fingiu estar dormindo para evitar confronto direto com a aliada; animadora Milena afirma que não vai romper relação, mas não é obrigada a escutar ‘asneiras’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A amizade entre Milena Moreira e Ana Paula Renault entrou em crise no BBB 26 após o último paredão. Nesta quarta-feira (18), Milena afirmou que não pretende mais tolerar certos comentários da aliada, apesar de não romper a relação.

    A tensão ganhou força depois que Ana Paula voltou abalada da berlinda que eliminou Breno Corã. Sem receber o acolhimento que esperava, a ex-sister passou a criticar atitudes dentro da casa –o que incomodou Milena e também gerou desconforto em outras participantes

    Em conversa na área externa com Samira Sagr, Milena contou que preferiu evitar o confronto direto. “Fingi que estava dormindo porque não queria entrar nesse assunto”, disse, ao lembrar de uma alfinetada feita por Ana Paula na madrugada, quando comparou o comportamento da colega ao de Breno.

    “Não é que eu vou deixar de ser amiga, mas eu não sou obrigada a ficar escutando essas asneiras. Cada um tem seu pensamento”.

    Samira tentou amenizar a situação e sugeriu que a amiga desse espaço para Ana Paula, destacando que momentos de tensão fazem parte das relações no jogo. “Não foi o Breno sozinho que colocou ela no paredão, teve outros dois votos”, apontou a mineira.

    Milena diz que não vai mais tolerar comentários de Ana Paula no BBB

  • Futebol: Gio Garbelini é acusada de ofensa racista em jogo na Espanha

    Futebol: Gio Garbelini é acusada de ofensa racista em jogo na Espanha

    A brasileira Gio Garbelini, atacante do Atletico de Madrid, foi acusada pela goleira  CD Tenerife, Noelia Ramos, de proferir ofensa racista contra a Fatou Dembele, também do Tenerife, durante o duelo das semifinais da Copa da Rainha, na última terça-feira (18), na Espanha.

    A denúncia foi relatada pela arbitragem na súmula da partida, que terminou com vitória (1 a 0 ) e classificação do Atlético de Madrid, no Estádio do Tenerife, nas Ilhas Canárias (Espanha). A jogadora Gio Garbelini foi vice-campeã da Copa América com a seleção brasileira feminina no ano passado.

    De acordo com o documento, o episódio teria ocorrido aos 44 minutos do segundo tempo, após a expulsão de Fatou Dembele por cometer falta ao empurrar pelas costas outra jogadora do Atletico de Madrid. Segundo a súmula, a goleira Noelia Ramos disse à arbitra que a atacante brasileira se aproximou de Fatou Dembele e a chamou de “negra”. O relatório afirma que o xingamento não foi ouvido por nenhum integrante da equipe de arbitragem, mas diante da denúncia, a equipe acionou o protocolo antirracismo, procedimento padrão, que paralisou a partida por cinco minutos.

    Após o fim do jogo, houve princípio de tumulto na saída das jogadoras de ambos os times, quando se dirigiam para o túnel de acesso aos vestiários. Ainda de acordo com a súmula, a arbitragem já estava no vestiário quando foi avisada sobre a confusão pelo delegado de campo do Atlético de Madrid, que relatou gritos e disse que a polícia chegou a ser chamada. O situação se normalizou, segundo o relatório, depois que as jogadoras do Tenerife tiraram Fatou Dembele do local.

    Em nota de esclarecimento publicada nas redes sociais, Gio Gaarbelini negou “de forma rotunda e categórica” que tenha dito a palavra ‘negra’ ou qualquer outro comentário racista ou ofensivo. contra a jogadora do Tenerife.

    “O que foi registrado simplesmente não aconteceu. O racismo é algo que rejeito profundamente. Vai contra tudo o que sou e tudo o que eu vivi no esporte”, disse a brasileira. “Ver meu nome associado a uma mentira como essa me dói. E não vou aceitar em silêncio. Confio que a verdade virá à tona e que os fatos serão devidamente esclarecidos”, acrescentou.

    Treinador deve decidir próximos passos após final da Copa da Liga Inglesa. Diretoria já analisa possíveis substitutos, e Enzo Maresca aparece como um dos nomes mais cotados para assumir o comando do Manchester City

    Notícias ao Minuto | 19:48 – 18/03/2026

    Futebol: Gio Garbelini é acusada de ofensa racista em jogo na Espanha

  • Saiba por que é difícil reabrir Estreito de Hormuz

    Saiba por que é difícil reabrir Estreito de Hormuz

    O Estreito de Hormuz é um trecho de água difícil de atacar e o Irã tem se aproveitado da geografia do local; ao menos 17 navios de carga e petroleiros foram atingidos no Golfo e no estreito, segundo o New York Times

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Estreito de Hormuz, uma rota marítima crucial por onde passava um quinto dos hidrocarbonetos do mundo, está praticamente paralisado desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã. A retomada da via marítima, por sua vez, tem sido apontada por analistas como uma situação complicada.

    O Estreito de Hormuz é um trecho de água difícil de atacar. No ponto mais estreito, Hormuz tem cerca de 33 quilômetros de largura e os navios precisam fazer uma curva em frente às ilhas iranianas e a costa montanhosa que fornece cobertura para as forças iranianas, de acordo com a corretora de navegação SSY Global.

    Um único soldado em uma lancha rápida “pode disparar um míssil teleguiado contra um superpetroleiro em baixa velocidade ou plantar uma mina magnética em seu casco”. Essa é a definição do jornal The New York Times sobre as dificuldades no local. Para o tenente-general S. Clinton Hinote, aposentado da Força Aérea dos Estados Unidos, é um “problema difícil de se resolver”. Ainda que os Estados Unidos pudessem utilizar uma tecnologia para mitigar possíveis ataques iranianos, não conseguiriam impedi-los completamente.

    O Irã tem se aproveitado da geografia do local. Até agora, ao menos 17 navios de carga e petroleiros foram atingidos no Golfo e no estreito, segundo o New York Times. O Irã teria assumido a responsabilidade pela maioria desses ataques. Além disso, as forças armadas iranianas implementaram mísseis, drones e acredita-se que também estão atuando com minas navais, segundo uma fonte ouvida pelo jornal. A Guarda Revolucionária do Irã alertou que qualquer navio que passar pelo estreito será alvejado.

    A Guarda Revolucionária do Islâmica ainda tem muitas armas em seu arsenal para causar danos. Ainda que a marinha convencional do Irã tenha sido em grande parte destruída, a Guarda Revolucionária Islâmica tem embarcações de ataque rápido, embarcações de superfície sem tripulação, lanchas, minissubmarinos, minas e até motos aquáticas com explosivos.

    As minas navais teriam vantagem. Como as vias são estreitas e a água no seu ponto mais estreito tem apenas 60 metros de profundidade, as instalações desses campos são favorecidas para atingir alvos de uma maneira mais certeira. Estima-se que o Irã tenha cerca de 5 mil minas navais, de acordo com a agência de inteligência de defesa dos Estados Unidos.

    Financeiramente, o risco de navegar por lá não vale a pena. Depois de alguns ataques, o custo de um seguro para uma embarcação disparou, segundo o New York Times. Um especialista ouvido pelo jornal estimou que o valor da cobertura poderia ultrapassar US$ 300 bilhões (equivalente a R$ 1,5 trilhões). A maior parte do tráfego foi interrompida, em parte por precaução e também pelo valor do seguro.

    O tráfego marítimo pelo Estreito de Hormuz caiu 97% em comparação com o período anterior à guerra. Essa análise é do grupo de inteligência marítima Windward. O bloqueio marítimo iraniano afeta diretamente a economia global. O Estreito de Hormuz transporta 20% da produção mundial de petróleo e gás natural. Com a queda nas entregas, o preço do barril Brent subiu mais de 42%.

    A interdição serve como arma econômica contra Trump. “Se o Trump resolver parar a guerra e disser que ganhou, o Irã não vai abrir o estreito de Hormuz. Há hoje um grande incentivo ao regime iraniano de manter o estreito fechado para os navios aliados dos EUA. A partir de agora, Teerã quer infligir o máximo de danos econômicos”, diz Gunther Rudzit, professor de relações internacionais da ESPM.

    “Se Trump parar a guerra com o Estreito de Hormuz fechado, o eleitor vai pensar que o país entrou na guerra sem planejamento, o que é verdade. E, se isso ocorrer, vai ser uma humilhação para o Trump e mesmo para o controle republicano no Senado”, disse Gunther Rudzit, professor da ESPM.

    Saiba por que é difícil reabrir Estreito de Hormuz

  • Fux altera regras de eleição indireta no RJ e atinge pré-candidatos a mandato-tampão

    Fux altera regras de eleição indireta no RJ e atinge pré-candidatos a mandato-tampão

    Ministro do STF afirma que prazo de desincompatibilização de 6 meses deve ser respeitado mesmo em pleito não planejado; magistrado também defende votação secreta para evitar interferência do crime organizado na eleição

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O estado de São Paulo confirmou no último dia 11 o primeiro caso de sarampo de 2026: um bebê de seis meses que contraiu a doença durante uma viagem à Bolívia em janeiro. A criança não estava vacinada porque ainda não tinha chegado à idade recomendada para receber o imunizante.

    A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, só é aplicada a partir dos 12 meses. A razão é biológica: bebês recebem anticorpos da mãe durante a gestação, e esses anticorpos interferem na resposta imunológica à vacina nos primeiros meses de vida. “A mãe que já teve a doença ou já tomou a vacina passa os anticorpos na gravidez para o filho. Por isso a gente só recomenda vacinar depois de 12 meses”, diz o infectologista pediatra Renato Kfouri.

    Isso não significa que o bebê está completamente protegido pelo anticorpo materno nesse período. “Nem sempre eles são suficientes para prevenir a doença”, diz Kfouri. É essa janela que torna crianças menores de um ano especialmente vulneráveis quando expostas ao vírus.

    Para bebês entre seis meses e um ano que vão a regiões com transmissão ativa do sarampo, especialistas recomendam uma estratégia chamada “dose zero”: aplicar a vacina antes do primeiro aniversário. Ela oferece proteção parcial, não substitui as duas doses do calendário regular -feitas aos 12 e 15 meses- e por isso não é contabilizada no esquema vacinal.

    O número de casos de sarampo nas Américas cresceu 32 vezes entre 2024 e 2025, o que levou a Opas, escritório regional da OMS, a emitir um alerta e pedir ação imediata dos países. Em 2025, foram 14.891 casos em 13 países do continente.

    A Bolívia registrou 597 casos e continua com transmissão ativa. Nos Estados Unidos, a situação é epidêmica, em meio à desconfiança pública nas vacinas impulsionada pelo governo Donald Trump. O país registrou 2.242 casos no ano passado, com três mortes. No Brasil, foram 38 casos confirmados em 2025, dez deles contraídos fora do país.

    “Entre seis meses e um ano, você avalia se esse bebê está indo para uma situação de risco. Sem dúvida, ele deve fazer essa dose extra para ir com mais segurança”, afirma Mônica Levi, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

    Antes dos seis meses, a vacina não tem indicação: a concentração de anticorpos maternos ainda é alta para permitir qualquer resposta imunológica. Há quem defenda que, nesse caso, a melhor decisão é simplesmente não viajar. “Se a criança não está com a vacinação completa, a ida a qualquer lugar é arriscada”, diz o imunologista Luiz Vicente Rizzo, diretor de pesquisa do Einstein Hospital Israelita.

    A dose zero, no entanto, não faz parte do calendário do PNI (Programa Nacional de Imunizações) e só é ativada na rede pública em situações de surto no Brasil.

    “A ação é programática. Não temos essa recomendação de vacinação extraordinária e individualizada”, afirma Eder Gatti, diretor do PNI no Ministério da Saúde. Algumas cidades têm centros públicos de medicina do viajante que podem avaliar o caso individualmente, mas não é regra. Para a maioria das famílias, a dose precisará ser obtida na rede privada.

    Além do sarampo, o calendário do SUS (Sistema Único de Saúde) para o primeiro ano de vida oferece até os seis meses vacinas contra hepatite B, tuberculose, poliomielite, rotavírus, coqueluche, tétano, difteria, meningite por Haemophilus, pneumonia e meningite C. Aos seis meses entra a vacina contra gripe -duas doses com intervalo de um mês da primeira vacinação. Aos nove meses, a vacina contra febre amarela, prevista no calendário nacional para toda a população é especialmente relevante para viagens a áreas com transmissão ativa da doença, como partes do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

    A SBIm recomenda vacinas adicionais ou com formulações mais abrangentes do que as oferecidas pelo SUS -como a pneumocócica 20-valente, no lugar da 10-valente disponível nos postos-, mas o calendário básico público já cobre as principais doenças preveníveis na infância.

    A preocupação não se limita a viagens internacionais. O Brasil tem perfis epidemiológicos muito diferentes entre suas regiões: áreas com risco de febre amarela, dengue, malária e leishmaniose exigem atenção específica conforme o destino.

    “Vacinação em dia é garantia de proteção para coqueluche, pneumonia, diarreia por rotavírus, febre amarela, gripe. Não muda nada viajar dentro ou fora do Brasil”, diz Kfouri.

    A orientação dos especialistas converge em um ponto: consultar o pediatra antes de qualquer viagem com bebê, verificar o perfil epidemiológico do destino e avaliar se há alguma dose que possa ser antecipada.

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  • Fulvio Stefanini recebe alta após infecção e confirma retorno aos palcos

    Fulvio Stefanini recebe alta após infecção e confirma retorno aos palcos

    Ator Fulvio Stefanini, de 86 anos, havia suspendido sessões da peça ‘O Pai’ no último fim de semana; veterano tranquiliza público e retoma apresentações no Rio nos próximos dias

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Depois de um susto recente com a saúde, o ator Fulvio Stefanini já está de volta em casa e pronto para retomar a rotina. Aos 86 anos, o veterano recebeu alta hospitalar após tratar uma infecção bacteriana que o afastou temporariamente dos palcos.

    A recuperação foi confirmada pelo próprio artista em um vídeo divulgado pela produção do espetáculo “O Pai”. Animado, ele fez questão de tranquilizar o público e reforçar o retorno imediato às apresentações.

    “Olá, meus amigos! Estou completamente recuperado e pronto para fazer o espetáculo na sexta-feira. É uma peça premiadíssima. Temos um encontro marcado -sexta, sábado e domingo. Conto com vocês!”, disse.

    Durante o período de internação, Stefanini precisou cancelar as sessões do último fim de semana da montagem, em cartaz no Teatro TotalEnergies, na região da Glória, no Rio de Janeiro.

    A peça é baseada no texto do dramaturgo francês Florian Zeller, que também levou a história para o cinema na adaptação estrelada por Anthony Hopkins. No palco, a trama mergulha nos dilemas de uma família diante do avanço do Alzheimer, abordando decisões difíceis sobre cuidado, autonomia e afeto.

    Na versão brasileira, o elenco reúne nomes como Lara Cordulla, Deo Patricio, Carol Mariottini e Leo Stefanini, que também assina a direção da montagem. O espetáculo segue em cartaz até 22 de março, com sessões às sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 17h.

    Na sexta-feira (20), logo após a sessão, o público também poderá acompanhar um bate-papo especial com a psicanalista Luiza Scarpa, que aborda os impactos do envelhecimento e da Alzheimer, tema central da montagem.

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