Blog

  • Felca recebe mensagem agressiva reclamando de lei que leva seu nome

    Felca recebe mensagem agressiva reclamando de lei que leva seu nome

    A Lei Felca prevê apenas que perfis de menores de 16 anos em aplicativos sejam supervisionados por seus responsáveis legais: “A lei [em questão] criou essa m*rda aí que menor de 16 anos não vai poder mexer mais em nenhum aplicativo”, reclama internauta

    LONDRINA, PR (UOL/CBS NEWS) – Felca, 27, compartilhou em suas redes sociais uma mensagem agressiva que recebeu, em protesto à aprovação da lei que leva seu nome.

    O autor do texto demonstra um entendimento errado de que, com a nova regra, menores de 16 anos serão proibidos de usar aplicativos de mensagem. “A lei [em questão] criou essa m*rda aí que menor de 16 anos não vai poder mexer mais em nenhum aplicativo”, reclama a mensagem, divulgada por Felca nos stories de seu Instagram.

    Ele questiona como poderá se comunicar com familiares diante dessa suposta restrição – e parece culpar Felca pelo ‘problema’. “Como é que eu vou falar com a minha mãe? Você está achando o quê? Como eu vou mandar mensagem para minha família? E se eu morrer? Quem é que vai falar por mim, se eu não tiver 16 anos?”

    A Lei Felca, na verdade, prevê apenas que perfis de menores de 16 anos em aplicativos sejam supervisionados por seus responsáveis legais. As novas regras preveem também a adoção de métodos mais rigorosos para a verificação de idade dos usuários inscritos em plataformas de jogo e outras ferramentas de interação online.

    Felca recebe mensagem agressiva reclamando de lei que leva seu nome

  • Hugo Motta: Não concordamos com nenhum episódio de transfobia

    Hugo Motta: Não concordamos com nenhum episódio de transfobia

    “A Câmara dos Deputados tem e deve ser sempre uma casa plural, que respeita todos, que respeita as minorias”, disse Hugo Motta, após ser questionado sobre ataques contra Erika Hilton

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), repudiou a prática de transfobia ao comentar sobre a repercussão da nomeação da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) à presidência da Comissão de Mulheres da Câmara.

    As declarações ocorreram nesta quarta-feira, 18, à imprensa, após Motta ter inaugurado a Sala Lilás da Câmara, espaço voltado para o acolhimento de mulheres vítimas de violência.

    “Não concordamos com nenhum episódio de transfobia ou com qualquer tipo de preconceito. A Câmara dos Deputados tem e deve ser sempre uma casa plural, que respeita todos, que respeita as minorias”, disse Motta, após ser questionado sobre o caso de Erika.

    A deputada entrou com ações contra o apresentador Carlos Roberto Massa, o “Ratinho”, do SBT, após ele ter dito ser contrário à nomeação da parlamentar como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher porque “ela não é mulher”. A instalação do colegiado ocorreu em 11 de março.

    Hugo Motta: Não concordamos com nenhum episódio de transfobia

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Estados Unidos perdem status de 'democracia liberal' pela primeira vez em 50 anos

    Estados Unidos perdem status de 'democracia liberal' pela primeira vez em 50 anos

    Qualidade democrática brasileira supera americana em movimento inédito na história do V-Dem; instituto sueco, referência na pesquisa sobre o tema, alerta para declínio acentuado sob Trump

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pela primeira vez em 50 anos, os Estados Unidos perderam o status de “democracia liberal” -o modelo mais evoluído dessa forma de governo- e passaram a ser considerados uma “democracia eleitoral” pelo V-Dem, instituto ligado à Universidade de Gotemburgo, na Suécia, que anualmente mede a qualidade das democracias globais.

    No relatório referente ao ano de 2025, divulgado nesta terça-feira (17), o instituto, um dos mais renomados do mundo no acompanhamento do tema, alerta para o rápido declínio da democracia americana sob Donald Trump.

    Pela primeira vez na história, o Brasil superou os Estados Unidos no índice da “democracia liberal”, que mede a qualidade democrática no contexto de aspectos eleitorais, como a existência de eleições livres, justas e competitivas, e de aspectos liberais, como a independência entre os poderes e o respeito às liberdades civis.

    O V-Dem, traduzido como Variedades da Democracia, conta com mais de 4.000 especialistas em todo o mundo para produzir sua base de dados e monitorar a evolução da democracia em cada país, considerando uma série de índices. Esses especialistas são geralmente acadêmicos ou profissionais com conhecimento especializado sobre o tema.

    A partir desta análise, o instituto classifica os países em quatro categorias, do menos ao mais democrático: “autocracia fechada”, “autocracia eleitoral”, “democracia eleitoral” e “democracia liberal”.

    No mais recente relatório, Brasil e Estados Unidos dividem o status de “democracia eleitoral” -as eleições são livres e justas, o voto é universal, há liberdade de expressão e associação. Por outro lado, alguns aspectos das democracias liberais -como o sistema de pesos e contrapesos e a submissão igualitária dos cidadãos às leis- não são plenamente respeitados.

    O índice da “democracia liberal” nos Estados Unidos caiu de 0,75, em 2024, para 0,57 em 2025. Quanto mais perto de um, maior o nível da democracia. O índice da Dinamarca, primeiro país do ranking, é de 0,88. O do Brasil, 0,70.

    Com a nova medida, os Estados Unidos voltam para o patamar do início dos anos 1960, época do movimento pelos direitos civis, que visava abolir a discriminação e a segregação racial institucionalizadas no país.

    O relatório dedica um capítulo inteiro para destrinchar a deterioração da democracia americana sob Trump. O instituto afirma que seu novo mandato apresenta “concentração rápida e agressiva de poderes” na Presidência, e que “a velocidade com que a democracia americana está sendo desmantelada não tem precedentes na história moderna”.

    “O atual governo dos Estados Unidos vem enfraquecendo os freios e contrapesos institucionais, politizando o serviço público e os órgãos de fiscalização e intimidando o Poder Judiciário, além de atacar a imprensa, a academia, as liberdades civis e as vozes dissidentes”, diz o professor Staffan Lindberg, diretor do V-Dem, em nota publicada no site do instituto.

    Lindberg também afirma que as eleições de meio de mandato, a ocorrer em novembro, serão um teste decisivo para a democracia americana. “Se os indicadores eleitorais também piorarem, os EUA cairão ainda mais”, diz.

    As primeiras eleições após um episódio de autocratização costumam ser um fator decisivo para a recuperação da democracia.

    O instituto lembra que o Brasil reverteu seu mais recente processo de autocratização com a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o presidente Lula (PT) em 2022.

    “A autocratização do Brasil teve início com o impeachment da presidente Dilma Rousseff e se acelerou após a eleição do populista de direita Jair Bolsonaro em 2018. Seguiram-se ataques à mídia, tentativas de minar as eleições, o Legislativo e o Judiciário”, afirma o recente relatório.

    “A reviravolta ocorreu quando Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva, apoiado por uma coalizão de nove partidos, venceu as eleições de 2022.”

    O V-Dem lembra, por outro lado, que a sociedade brasileira “continua profundamente polarizada”, e alerta que as eleições de 2026 serão decisivas. “Bolsonaro, porém, está impedido de exercer o cargo após ter sido condenado por abuso de poder e tentativa de golpe de Estado.”

    Em um aspecto global, o instituto afirma que o nível da democracia é comparável ao de 1978, e que todos os ganhos com a terceira onda de democratização, que começou em Portugal, em 1974, estão quase perdidos.

    A comparação com os índices da democracia há 20 anos revela o impacto da terceira onda de autocratização que avança sobre o mundo.

    Em 2005, 27 países estavam se democratizando -hoje, são 18. Naquele ano, 12 países estavam em processo de autocratização, em comparação a 44 em 2025. A qualidade das eleições melhorava em 31 países, enquanto hoje melhora apenas em sete.

    O maior impacto foi em relação à liberdade de expressão. Em 2000, 52 países evoluíam neste quesito. Em 2025, 44 estão em declínio.

    No novo relatório, o V-Dem também passou a identificar dez novos países em processo de autocratização -entre eles, além dos Estados Unidos, estão a Itália, o Reino Unido, a Croácia, a Eslováquia e a Eslovênia.

    Segundo o instituto, há três padrões envolvidos nesta onda de autocratização.

    Um deles diz respeito ao declínio democrático em democracias tradicionalmente estáveis. Outro é observado em reversões significativas e, muitas vezes, no colapso da democracia em países que se democratizaram no final do século 20 e no início do século 21. Um terceiro acontece com o aprofundamento da autocracia em Estados já autocráticos.

    Estados Unidos perdem status de 'democracia liberal' pela primeira vez em 50 anos

  • Campeão mundial de rali, Lucas Moraes tem ‘obsessão’ por vitória no Dakar

    Campeão mundial de rali, Lucas Moraes tem ‘obsessão’ por vitória no Dakar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Apaixonado por esportes a motor desde a infância por influência do pai, o piloto paulistano Lucas Moraes, 36, participou de sua primeira prova de motocross aos quatro anos de idade. Uma lesão no quadril, porém, o forçou a abandonar as disputas em cima de duas rodas ainda no início de sua trajetória profissional.

    Frustrado por não poder mais competir e buscando novos ares, o herdeiro do grupo Votorantim partiu então, aos 20 e poucos anos, para um período de estudos voltados à tecnologia no Vale do Silício, na Califórnia.

    A fase nos Estados Unidos alimentou a veia empreendedora de Moraes, com a fundação, em meados de 2016, da fintech Olivia, junto com o sócio Cristiano Oliveira.

    O app, que tinha como proposta ajudar os brasileiros a lidar melhor com as finanças pessoais se valendo do uso da inteligência artificial, foi vendido para o Nubank em 2021.

    Com a venda do negócio e de volta ao Brasil, ele passou a participar, a princípio apenas de maneira recreativa, de provas de rali -seu pai, Marcos Moraes, foi o responsável por quase 30 anos pela organização do tradicional Rali dos Sertões.

    Em 2019, quando ainda nem pensava em levar a carreira como piloto off-road como uma profissão, acabou sagrando-se o campeão do Sertões, ao lado do navegador Kaique Bentivoglio.

    A vitória se repetiria em 2022, e novamente em 2024. Um ano antes do tricampeonato, Moraes já havia feito história para o automobilismo brasileiro ao conquistar a terceira colocação no Rali Dakar, principal prova da categoria -ele se tornou o primeiro piloto do país a chegar ao pódio.

    Em uma ascensão meteórica, em outubro de 2025, Moraes conquistou o título mundial de rali na categoria W2RC pela Toyota, desbancando o grande favorito Nasser Al-Attiyah, do Qatar.

    “O que passou na cabeça ali na hora foi um orgulho muito grande de poder estar representando o Brasil”, afirmou Moraes em entrevista à Folha em um dos escritórios do Votorantim, no Itaim Bibi, em São Paulo.

    Considerada a F1 das disputas off-road, com os carros chegando a até 170 km/h em pistas irregulares e esburacadas de terra, Moraes defenderá seu título neste ano correndo pela fabricante Dacia, tendo como companheiro de equipe Al-Attiyah.

    Ele ressalta, contudo, que o grande objetivo traçado para os próximos anos é alcançar o primeiro lugar no Dakar.

    “Depois que fiz o pódio, o Dakar virou uma obsessão. O pódio é legal, o terceiro lugar foi espetacular, na minha primeira participação, o melhor resultado do Brasil, fui o mais novo a subir ao pódio. Mas é terceiro ainda, então tenho que tentar chegar ao topo”, afirmou Moraes.

    Na edição de 2026, o brasileiro terminou a disputa do Dakar em Yanbu, na Arábia Saudita, em sétimo lugar. A vitória foi de Al-Attiyah.

    “O Dakar leva todos os envolvidos a um limite extremo”, afirmou Moraes sobre a prova de 14 dias de duração e quase 8.000 quilômetros de percurso.

    “Você realmente precisa se superar de tempos em tempos durante a prova, que é o que eu acho que faz o Dakar ser esse grande evento e um sonho para muita gente. Essa questão de enxergar o seu limite e tentar empurrar um pouquinho mais para cima é muito interessante”, disse o piloto.

    Embora mergulhado hoje no universo dos ralis, Moraes ainda mantém também uma atuação no mercado financeiro -ele fez recentemente aportes na Outfield, plataforma de investimentos focada em esportes, e na zMatch, de assinatura de carros elétricos.

    “Meu ciclo como empreendedor se fechou na Olivia, quando fizemos a transação com o Nubank”, afirmou. “Diria que estou mais do outro lado da mesa, no sentido de ser mais investidor do que empreendedor. Para mim, empreender é o esporte mais difícil do mundo”, acrescentou Moraes.

    Ele disse ainda acreditar que seu histórico como empreendedor contribui para o sucesso que vem tendo nas provas de rali.

    “Você ser um atleta de alto rendimento é um retrato muito fiel ao que é empreender. É preciso ter pensamento crítico, pensar em estratégia, em execução, uma coisa complementa a outra. O esporte retrata muito do empreendedorismo e vice-versa.”

    Valendo-se de ferramentas de IA para monitorar o desempenho nas provas, Moras afirmou também que vê a nova tecnologia como uma aliada que pode levar o ser humano a um novo patamar.

    “Quando as máquinas foram para a linha de produção nas fábricas, o ser humano teve de ir para um nível acima. Acho que com a IA pode ser algo parecido. Qual é o próximo passo que o ser humano pode atingir em termos de performance, de produtividade? Acho que vai ser um mundo mais produtivo, mais veloz e, claro, também vai requerer uma adaptação, uma sofisticação do ser humano.”

    Depois dos testes de pré-época e dos dois primeiros Grandes Prêmios, Max Verstappen continua criticando fortemente as novas regras de 2026 da Fórmula 1 – temendo pelo futuro da categoria

    Notícias ao Minuto | 14:48 – 18/03/2026

    Campeão mundial de rali, Lucas Moraes tem ‘obsessão’ por vitória no Dakar

  • STF: Mendonça prorroga inquérito sobre Banco Master por 60 dias a pedido da PF

    STF: Mendonça prorroga inquérito sobre Banco Master por 60 dias a pedido da PF

    O ministro André Mendonça atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que disse precisar de novas diligências para esclarecer os fatos envolvendo o Banco Master

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça prorrogou por mais 60 dias o inquérito que apura irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Ele atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que disse precisar de novas diligências para esclarecer os fatos.

    A Polícia Federal requer nova prorrogação de prazo para a realização de diligências reputadas imprescindíveis para o esclarecimento dos fatos. Considerando-se as razões apresentadas pela autoridade de polícia judiciária federal, defiro o pedido, prorrogando o inquérito por mais 60 dias”, diz a decisão, que também intimou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar sobre a prorrogação.

    Esta é a segunda vez em que o inquérito foi prorrogado. A primeira foi em janeiro, quando o caso ainda era relatado pelo ministro Dias Toffoli. Ele saiu da relatoria após a PF entregar ao Supremo um relatório com citações ao ministro no celular de Daniel Vorcaro, dono do Master, que está preso.

    A investigação apura a venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras falsas de crédito ao BRB e uma estrutura de ativos inflados que teria elevado artificialmente o patrimônio do Master. Entre os investigados estão diretores do Master e do BRB, além de empresários e ex-executivos ligados às instituições financeiras.

    STF: Mendonça prorroga inquérito sobre Banco Master por 60 dias a pedido da PF

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Nasa marca lançamento da missão Artemis II para abril

    Nasa marca lançamento da missão Artemis II para abril

    Os quatro astronautas – uma mulher e três homens – começam a quarentena pré-lançamento nesta quarta-feira (18); astronautas voltam à órbita da Lua após mais de 50 anos

    A Nasa anunciou para o dia 1º de abril a primeira oportunidade de lançamento da missão Artemis II, que levará astronautas para uma viagem ao redor da Lua pela primeira vez após mais de meio século.

    Se o voo não der certo, por causa das condições climáticas, uma nova tentativa pode ser feita no dia seguinte, ou enquanto estiver aberta a janela de lançamento.

    Os quatro astronautas – uma mulher e três homens – começam a quarentena pré-lançamento nesta quarta-feira (18). A chegada ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos, está prevista para o dia 27 de março.

    Para o cronograma dar certo, o foguete Artemis II deve ser levado do Edifício de Montagem até a Plataforma de Lançamento até a próxima sexta-feira (20). Esse trajeto leva 12 horas para ser feito, e a Nasa vai transmitir a transferência do foguete ao vivo.

    Além de ser o primeiro voo tripulado em direção à Lua em mais de cinco décadas, a Artemis II deverá bater marcos inéditos para a exploração espacial. Será a missão que enviará humanos para mais longe do que qualquer pessoa chegou desde a missão Apollo 13.

    Em coletiva, o chefe da equipe de Gerenciamento da Missão, John Honeycutt, enfatizou que, embora exista um risco histórico associado ao sucesso no lançamento de voos tão espaçados – o lançamento da Artemis I foi em 2022 -, a probabilidade de sucesso é melhor que o risco da primeira missão.

    Enquanto a tripulação percorrer a órbita da Lua a bordo da espaçonave Orion, qualquer pessoa com acesso à internet poderá rastrear a localização dos astronautas, incluindo a distância da Terra, a distância da Lua e a duração da missão, que será de dez dias até o retorno para a Terra. O acesso já está disponível no site da Nasa.

    A Nasa anunciou para o dia 1º de abril a primeira oportunidade de lançamento da missão Artemis II, que levará astronautas para uma viagem ao redor da Lua pela primeira vez após mais de meio século.

    Se o voo não der certo, por causa das condições climáticas, uma nova tentativa pode ser feita no dia seguinte, ou enquanto estiver aberta a janela de lançamento.

    Os quatro astronautas – uma mulher e três homens – começam a quarentena pré-lançamento nesta quarta-feira (18). A chegada ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos, está prevista para o dia 27 de março.

    Para o cronograma dar certo, o foguete Artemis II deve ser levado do Edifício de Montagem até a Plataforma de Lançamento até a próxima sexta-feira (20). Esse trajeto leva 12 horas para ser feito, e a Nasa vai transmitir a transferência do foguete ao vivo.

    Além de ser o primeiro voo tripulado em direção à Lua em mais de cinco décadas, a Artemis II deverá bater marcos inéditos para a exploração espacial. Será a missão que enviará humanos para mais longe do que qualquer pessoa chegou desde a missão Apollo 13.

    Em coletiva, o chefe da equipe de Gerenciamento da Missão, John Honeycutt, enfatizou que, embora exista um risco histórico associado ao sucesso no lançamento de voos tão espaçados – o lançamento da Artemis I foi em 2022 -, a probabilidade de sucesso é melhor que o risco da primeira missão.

    Enquanto a tripulação percorrer a órbita da Lua a bordo da espaçonave Orion, qualquer pessoa com acesso à internet poderá rastrear a localização dos astronautas, incluindo a distância da Terra, a distância da Lua e a duração da missão, que será de dez dias até o retorno para a Terra. O acesso já está disponível no site da Nasa.

    Nasa marca lançamento da missão Artemis II para abril

  • Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

    Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

    O GP da China de Fórmula 1 ficou marcado por novo domínio da Mercedes, mas também mostrou lutas interessantes e ultrapassagens em abundância – um dos objetivos da F1 renovada para este ano. Mas nem todos estão convencidos com as novas regras.

    Os pilotos têm de fazer uma maior gestão da energia e isso pode ser determinante para o desfecho. Tanto podem ficar com bateria insuficiente e ficarem em desvantagem, como ter acesso a um incremento temporário de potência ganhando competitividade face a oponentes.

    Após o GP da China – que abandonou devido a problemas técnicos quando estava longe do pódio – Max Verstappen insistiu nas críticas ao novo enquadramento regulamentar.

    Citado pela ESPN, o homem da Red Bull não poupou nas palavras: “Ainda é terrível. Não sei, se alguém gosta disto, então não sabe realmente o que são as corridas. Não é divertido. É jogar ao Mario Kart. Isto não são corridas“.

    No entender de Verstappen, as novas regras são “realmente uma piada” e considera que as decisões não devem ser guiadas pelo apelo junto de torcedores mais ocasionais: “Espero que não pensem assim, porque eventualmente isso irá arruinar o esporte. Acabará se voltando contra eles”.

    O tetracampeão mundial negou que as suas preocupações e críticas estejam relacionadas ao desempenho da Red Bull atualmente: “Eu diria o mesmo se estivesse ganhando, porque me importo com o produto das corridas. Não se trata de estar aborrecido com a minha situação atual”.

    Sobre a aparente luta nivelada entre Mercedes e Ferrari nas voltas iniciais – um padrão que se verificou na Austrália e na China, Max Verstappen desvalorizou: “A Mercedes está quilômetros à frente do pelotão. Simplesmente as vezes a Ferrari tem estes arranques bons que os levam até à frente, e depois levam algumas voltas a acertar tudo”.

    Regras poderão ser ajustadas, mas não de imediato

    Depois do GP do Japão, os diretores técnicos das equipes deverão reunir-se para debater eventuais ajustes aos regulamentos, tendo em conta as indicações após as três primeiras rondas.

    Se algo tiver de mudar, as alterações poderiam ser implementadas a tempo do GP de Miami em maio, aproveitando a longa pausa provocada pela suspensão dos GP da Arábia Saudita e do Bahrein.

    Bruno foi condenado a 23 anos e um mês de prisão por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal pelo assassinato de Eliza. A previsão para o término da pena é 8 de janeiro de 2031

    Folhapress | 09:00 – 18/03/2026

    Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

  • Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

    Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

    Ex-juiz deve se candidatar pelo PL para garantir um palanque forte para Flávio no estado e estrutura partidária; durante governo Bolsonaro, o ex-presidente foi acusado por Moro de tentar interferir na PF contra investigação de Flávio

    Nesta terça-feira (17), o ex-deputado Tony Garcia revelou que ele e o pré-candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), bateram o martelo sobre quem deveriam apoiar para concorrer ao governo do Paraná. Sergio Moro  (União-PR), que lidera as pesquisas de intenção de votos para o governo do Paraná e estava em busca de partido para disputar a eleição, teria sido o escolhido.

    De acordo com informações da ‘Revista Fórum’, Moro teria aceitado a proposta e deve se filiar ao PL na semana que vem. O acordo mira a garantia de um palanque forte para Flávio no estado e estrutura partidária para Moro, que temia ficar isolado.

    A parceria entre Flávio Bolsonaro e Sergio Moro surgiu com decisão do governador Ratinho Jr. de disputar a presidência da República pelo PSD, deixando de ter espaço no Paraná para focar em candidatura nacional.

    Moro no governo Bolsonaro

    Sergio Moro, pediu demissão em 24 de abril de 2020 em entrevista coletiva após exoneração do diretor-geral da Polícia Federal (PF) pelo presidente Jair Bolsonaro, o qual Moro acusou de interferência na Polícia Federal para proteger Flávio no esquema das rachadinhas.

    Nos bastidores, Flávio Bolsonaro teria sido o motivo para que Moro deixasse o Ministério da Justiça de Jair Bolsonaro. Em uma reunião gravada no Palácio, Bolsonaro disse: “Se não vai ajudar, não atrapalha “. E ainda afirmou que se não pudesse interferir no trabalho da PF mudaria o ministro. O que acabou ocorrendo.

     

    Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

    Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

    Kenneth Windley ficou preso durante quase 20 anos por um crime que não cometeu. Recentemente, o tribunal reviu o caso e declarou a sua inocência, após surgirem novas provas que comprovam a sua versão dos fatos

    Kenneth Windley esteve preso durante quase 20 anos por supostamente roubar 500 dólares em 2005. Na segunda-feira, após uma revisão do caso, o tribunal declarou que o homem, afinal, era inocente – tal como dizia ser há duas décadas.

    Windley foi preso em 2005 depois de comprar um fogão para a mãe com um vale que, veio a se descobrir, tinha sido roubado. Desde o primeiro momento, o norte-americano tinha garantido que não tinha cometido o crime e que tinha comprado o vale de 542,77 dólares (, que estava em desconto, de uns conhecidos, que tinham assegurado que o vale estava válido, mas que eles não o podiam usar por razões burocráticas.

    “Ele foi enganado”, argumentou o advogado de Windley, David Shanies, durante a audiência na segunda-feira, citado pela Associated Press.

    O vale, de fato, tinha sido roubado, mas não por por Windley. Pertencia a Gerald Ross, na época com 70 anos, que regularmente levantava os cheques para pagar o aluguel e os pagamentos do seu seguro de vida em um posto de correios em Brooklyn, nos Estados Unidos. Foi numa dessas viagens, já de volta a casa, que o homem foi seguido por dois assaltantes.

    Os ladrões agarraram-nos por trás, e prenderam-no com um braço ao redor do seu pescoço, roubando-lhe os vales, o dinheiro e o livro de cheques que tinha com ele.

    Ross reportou o crime à polícia que aproveitou o fato de o homem receber vales do Estado para seguir o seu rastro (dado que cada um está identificado e registrado). Não demorou até encontrarem o vale usado por Windley que, na compra do fogão, tinha fornecido o seu nome, a carteira de motorista e o endereço onde vivia.

    O norte-americano foi detido e, mais tarde, identificado pela vítima, tanto em fotografias como depois ao vivo. As identificações, note-se, foram feitas seis semanas ou mais depois do crime ter acontecido.

    Desde o início, Windley disse aos procuradores o que sabia sobre os dois homens que lhe tinham vendido o vale, incluindo os seus nomes legais e os apelidos pelas quais eram conhecidos. Durante o julgamento, reiterou a mesma história, mas o júri não acreditou na sua versão dos eventos e acabou por o condenar entre 20 anos a prisão perpétua. Os recursos subsequentes falharam.

    Após a condenação, um amigo de Windley e um investigador privado conseguiram encontrar os verdadeiros culpados e os persuadiram a admitir o que realmente tinha acontecido. Em depoimentos sob juramento e, posteriormente, em entrevistas com representantes da procuradoria, os dois homens acabaram admitindo que tinham assaltado Ross e que Windley não estava envolvido no crime.

    O “Suspeito 1” e o “Suspeito 2”, como estão identificados no relatório da procuradoria norte-americana sobre o caso, estão ambos na prisão por crimes cometidos contra pessoas com idades a partir dos 60 anos, que foram seguidas de bancos ou escritórios de levantamento de cheques, no Brooklyn, entre 2005 e 2006.

    “Me custou 20 anos, mas eles corrigiram a situação agora. É tudo o que importa. Estou bem com isso”, admitiu Windley, após o julgamento.

    À saída do tribunal, depois de o seu caso ser arquivado, Windley, hoje com 61 anos, não se mostrou triste pelos anos perdidos ou pela injustiça, apenas feliz por agora poder reunir-se de novo com a família: “Vou simplesmente seguir em frente”.

    Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

  • Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

    Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

    Internado com pneumonia, ex-presidente pede prisão domiciliar por motivos de saúde. Defesa aponta gravidade do quadro, enquanto especialistas afirmam que decisão depende de avaliação médica e pode incluir restrições durante o cumprimento da pena.

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo pedido de prisão domiciliar humanitária. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista de 2022.

    O ex-chefe do Executivo está internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde trata uma pneumonia bacteriana bilateral. Os advogados solicitam que o ministro Alexandre de Moraes reconsidere decisão anterior que negou o benefício.

    A defesa afirma que o quadro de saúde é de extrema gravidade e justifica a concessão da prisão domiciliar. Especialistas apontam que o ex-presidente pode atender aos requisitos legais, mas destacam que a decisão depende de avaliação médica oficial indicada pelo Judiciário.

    Caso o pedido seja aceito, a medida deve ser temporária e acompanhada de restrições, como limitação de visitas e de contatos externos. A permanência em casa dependerá da evolução do estado de saúde.

    .

    Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política