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  • PGR denuncia Bacellar e TH Joias por obstrução de investigação

    PGR denuncia Bacellar e TH Joias por obstrução de investigação

    De acordo com acusação, os parlamentares teriam vazado informações sigilosas; denúncia da Procuradoria Geral da República foi baseada na investigação realizada pela Polícia Federal (PF)

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar (União Brasil) e o ex-deputado estadual Thiego Santos, conhecido como TH Joias, pelo crime de obstrução de investigação.

    Também foram denunciados o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da Segunda Região (TRF2), além de duas pessoas ligadas a TH Joias.

    De acordo com a acusação, eles teriam vazado informações sigilosas sobre uma investigação de tráfico de armas e drogas para a organização criminosa Comando Vermelho (CV). 

    O desembargador e TH Joias já estão presos preventivamente por determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que tramita na Corte. Bacellar chegou a ser preso em dezembro do ano passado, mas uma votação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) determinou sua soltura. O deputado era presidente da Alerj e foi afastado do cargo, mas segue licenciado do mandato parlamentar e usa tornozeleira eletrônica.

    Investigação

    A denúncia da PGR foi baseada na investigação realizada pela Polícia Federal (PF).

    Os investigadores apuraram que o deputado Rodrigo Bacelar foi informado antecipadamente sobre a operação na qual TH Joias foi preso. Com acesso privilegiado à informação, TH conseguiu esconder provas que poderiam ser apreendidas.

    No decorrer da investigação, a PF encontrou indícios de que a fonte do vazamento tenha sido o desembargador Macário Ramos.

    Atualmente, TH Joias está preso na Penitenciária Federal de Brasília. A Agência Brasil busca contato com as defesas dos acusados.

    PGR denuncia Bacellar e TH Joias por obstrução de investigação

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  • Dólar fecha em forte queda, a R$ 5,23, com guerra em foco; Bolsa sobe mais de 1%

    Dólar fecha em forte queda, a R$ 5,23, com guerra em foco; Bolsa sobe mais de 1%

    Dólar recua 1,62% a R$ 5,23 e Ibovespa sobe 1,24% com a guerra no Oriente Médio e trajetória dos juros brasileiros no radar dos investidores; no centro do conflito com o Irã estão os temores de gargalos no mercado de energia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em forte queda de 1,62 %, cotado a R$ 5,230, nesta segunda-feira (16), com a guerra do Irã e trajetória dos juros brasileiros no radar dos investidores. O pregão foi marcado por um maior interesse por ativos de risco.

    A desvalorização da moeda acompanhou o recuo no exterior (na mínima, o dólar chegou a R$ 5,226, uma queda de 1,69%). O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a seis outras moedas, recuou 0,58% durante o dia.

    O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, por outro lado, avançou 1,24%, a 179.875 pontos, com grande parte das ações do índice no campo positivo.

    O movimento devolveu os ganhos da moeda norte-americana e as perdas da Bolsa, que haviam registrado alta de 1,35% e queda de 0,9%, respectivamente, na sexta-feira (13).

    “Encerramos a sexta-feira com o dólar em R$ 5,32. Agora, porém, vemos uma correção desses movimentos: enquanto o dólar se enfraquece no exterior, o real acaba se beneficiando”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Naquele dia, o receio do mercado financeiro foi influenciado por declaração do presidente norte-americano, Donald Trump, ao canal Fox News, afirmando que iria “atacar o Irã com muita força” nesta semana.

    Nesta segunda, o movimento é foi de revisão, apesar de não haver uma mudança do ponto de vista diplomático no Oriente Médio para tal. “A gente vê uma desvalorização do dólar diante de um cenário de um pouco mais de apetite por risco e isso favorece moedas emergentes”, diz Bezzon.

    O conflito tem ganhado status de uma guerra regional. Nesta segunda-feira, Israel invadiu novas áreas do sul do Líbano, em uma ofensiva terrestre contra Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã.

    No centro do conflito estão os temores de gargalos no mercado de energia -o estreito de Hormuz, na costa iraniana, é responsável por 20% de todo petróleo e gás global-, que podem causar um repique inflacionário global.

    “A persistência da guerra no Oriente Médio mantém volatilidade no preço do petróleo, com o Brent orbitando novamente a faixa de US$ 100 por barril, o que reforça temores de pressões inflacionárias a nível global e sustenta a busca por ativos considerados mais seguros, como a moeda americana”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convocou outros países a enviarem navios de guerra para manter o estreito de Hormuz aberto à navegação. O pedido ainda não surtiu efeito.

    “Os países do mundo que recebem petróleo pelo estreito de Hormuz precisam zelar por essa passagem, e nós vamos ajudar -E MUITO!”, escreveu Trump em publicação no Truth Social. “Os EUA também vão se coordenar com esses países para que tudo ocorra de forma rápida, tranquila e satisfatória.”

    No mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que a via está aberta para todos, menos para aliados dos Estados Unidos.

    A travessia estaria bloqueada “apenas para petroleiros e navios de inimigos e os aliados deles”, afirmou Araghchi para a mídia estatal iraniana. “Ainda há muitos petroleiros e navios que estão passando pelo estreito”, disse o chanceler.

    O Irã também advertiu que a guerra se ampliará se houver intervenção de outros países.

    Além disso, na última quarta, a AIE (Agência Internacional de Energia) aprovou a liberação de 400 milhões de barris de suas reservas, o maior movimento desse tipo na história da organização que reúne 32 países, incluindo os Estados Unidos.

    As tensões no Oriente Médio têm afetado as previsões de política monetária dos bancos centrais. O mercado já estima que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) mantenha o patamar atual de juros até julho.

    Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, os investidores veem uma chance de 99,2% de que o Fed mantenha o patamar atual de juros, entre 3,5% e 3,75%, na reunião desta quarta-feira (18).

    As previsões também apontam maior probabilidade de manutenção da taxa nas reuniões subsequentes: 93% na reunião de abril e 71,7% na de junho. O quadro começa a mudar na reunião de julho, com 59,5% prevendo manutenção, mas 34,3% projetando redução para a faixa entre 3,25% e 3,5%.

    Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, vê uma pressão global com o conflito. “O petróleo mais caro tende a pressionar as expectativas de inflação global, principalmente em economias desenvolvidas, o que pode reduzir o espaço para cortes de juros mais rápidos pelo Fed”.

    No exterior, a política monetária e a correção do mercado acionário com a guerra do Oriente Médio também acontece. Os índices S&P 500, Dow Jones e Nasdaq avançaram 1,02%, 0,83% e 1,22%, respectivamente.

    Dólar fecha em forte queda, a R$ 5,23, com guerra em foco; Bolsa sobe mais de 1%

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  • Matt Clark, ator de 'De Volta para o Futuro 3', morre aos 89 anos

    Matt Clark, ator de 'De Volta para o Futuro 3', morre aos 89 anos

    Artista deu vida a garçom no terceiro filme da famosa franquia; Matt Clark também atuou no cult ‘As Aventuras de Buckaroo Banzai’

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Matt Clark, ator que interpretou um barman em “De Volta para o Futuro III”, morreu aos 89 anos.

    A informação foi confirmada pela família ao site norte-americano TMZ. Parentes do ator afirmaram que Clark morreu ontem, dentro da sua residência, no Texas. “Ele amava trabalhar com pessoas boas e valorizava quem colocava a família em primeiro lugar. Sentia-se sortudo e morreu como viveu: em seus próprios termos”, disseram os familiares.

    O ator faleceu após complicações decorrentes de uma cirurgia na coluna.

    Clark fez uma participação no terceiro filme da popular franquia de ficção científica, lançado em 1990. Na trama, ele viveu o barman no Velho Oeste. Apesar de breve, a aparição acabou se tornando lembrada por fãs da saga protagonizada por Michael J. Fox e Christopher Lloyd.

    Matt Clark, ator de 'De Volta para o Futuro 3', morre aos 89 anos

  • Cruzeiro negocia contratação de técnico português Artur Jorge

    Cruzeiro negocia contratação de técnico português Artur Jorge

    Artur Jorge está novamente sendo sondado por um clube brasileiro, de acordo com a imprensa canarinha desta segunda-feira.

    De acordo com a Globo Esporte, o técnico português está na mira para ser o próximo treinador do Cruzeiro e organizar o time para o Brasileirão. O clube mineiro está disposto a retirar o treinador do Al Rayyan, no Qatar.

    Artur Jorge é a prioridade na lista de opções do Cruzeiro, e o clube já equaciona pagar a cláusula de rescisão do treinador português para poder fechar o acordo até ao início da pausa internacional para seleções.

    O clube mineiro pretende contratar um treinador que tenha experiência e mentalidade vitoriosa no futebol, de forma a substituir Tite no comando técnico do Cruzeiro.

    O plano geral do emblema de Minas Gerais não é propriamente muito convidativo, já que se encontram na penúltima posição do campeonato brasileiro, com apenas três pontos em seis jogos disputados, depois de terem alcançado, na temporada passada, um extraordinário terceiro lugar na tabela.

    A situação que se vive atualmente no Médio Oriente poderá ter algum peso na tomada de decisão de Artur Jorge, que recentemente já recusou a abordagem de outro clube brasileiro, o Vasco da Gama.

    Caso aceite esta nova proposta, Artur Jorge poderá ter um projeto sólido para tentar repetir a conquista da Taça Libertadores, algo que alcançou em 2024, pelo Botafogo.

    O Mundial nos Estados Unidos, no México e no Canadá acontece entre 11 de junho e 19 de julho; Brasil está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti

    Folhapress | 18:00 – 16/03/2026

    Cruzeiro negocia contratação de técnico português Artur Jorge

  • Haddad deve deixar Ministério da Fazenda na próxima sexta-feira (20)

    Haddad deve deixar Ministério da Fazenda na próxima sexta-feira (20)

    Ministro Fernando Haddad fará breve pausa antes de mergulhar na pré-campanha eleitoral; petistas dão como certa candidatura ao governo de São Paulo, outros partidos acreditam em vitória como senador

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Fernando Haddad (Fazenda) deve deixar o governo federal na próxima sexta-feira (20), quando está prevista a publicação da sua exoneração do cargo. O petista deve fazer uma pausa de dez dias antes de mergulhar de vez na pré-campanha ao governo de São Paulo.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que Haddad o acompanhasse na viagem aos Estados Unidos, prevista para o próximo mês, mas a indefinição sobre a data da visita oficial fez com que o ministro declinasse do convite, preferindo se concentrar na disputa eleitoral.

    Na última sexta-feira (13), Haddad confirmou que participaria das eleições como candidato, mas se esquivou de dizer a qual cargo. A candidatura ao Palácio dos Bandeirantes já é dada como certa entre integrantes do PT.

    Haddad resistiu a ser candidato ao governo de São Paulo e disse repetidas vezes que queria colaborar na elaboração do programa de campanha para as eleições de 2026. “Estou conversando com o presidente sobre isso. Vamos ver quem convence quem”, afirmou, em fevereiro.

    Ao final, quem saiu vitorioso foi Lula, que conseguiu convencer Haddad a disputar o governo de São Paulo, num pleito considerado difícil.

    O ministro enfrentará o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem bons índices de popularidade. Se a disputa entre os dois fosse hoje, Haddad marcaria 31% no primeiro turno, contra 44% de Tarcísio segundo a última pesquisa Datafolha.

    Com a saída de Haddad, o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, deve assumir a pasta.

    Haddad deve deixar Ministério da Fazenda na próxima sexta-feira (20)

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  • CNU 2 divulga resultado final com classificações e lista de espera

    CNU 2 divulga resultado final com classificações e lista de espera

    Candidatos serão convocados para nomeações ou cursos de formação; Confira o calendário com as próximas etapas, após o início das convocações para nomeação!

    O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) divulgaram nesta segunda-feira (16) o resultado final da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

    O resultado final, com as classificações gerais do certame, e as convocações para as demais etapas do processo seletivo podem ser consultados no Diário Oficial da União (DOU).

    As listas com as classificações finais dos candidatos para vagas imediatas e para a lista de espera foram consolidadas após a terceira rodada de confirmação de interesse pelos candidatos convocados. Desde as 16h desta segunda-feira, no horário de Brasília, está disponível, também, a consulta individual ao resultado final, na Página de Acompanhamento, dentro do portal da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso.

    O resultado reúne as classificações para vagas em cargos de nível superior e intermediário, distribuídas em 32 órgãos e entidades federais.

    Próximas etapas

    Para alguns cargos, o resultado divulgado corresponde ao encerramento de uma fase do concurso.

    Cada órgão e entidade federal participante iniciará os procedimentos administrativos para nomear os aprovados dentro do número de vagas imediatas, com respeito à ordem de classificação e os trâmites específicos de cada carreira.

    Porém, pode haver etapas complementares, como cursos ou programas de formação, procedimentos de investigação social e funcional, além de defesa de memorial e prova oral, dependendo das atribuições e exigências legais de cada cargo ou especialidade.

    Curso ou formação

    A etapa dos cursos ou programa de formação corresponde à segunda fase do certame, com caráter eliminatório e classificatório e será conduzida pelo órgão responsável pelo cargo.

    Já para cargos que exigem investigação social e funcional, o procedimento tem caráter eliminatório e busca verificar a idoneidade e a vida pregressa das pessoas candidatas para o exercício das funções públicas.

    Confira o calendário com as próximas etapas, após o início das convocações para nomeação:

    • Após 16 de março: início das convocações para nomeação, e, quando couber, para o procedimento de investigação social e funcional, a realização da defesa de memorial; prova oral e o curso ou programa de formação
    • 17 a 24 de março: prazo para preenchimento da Ficha de Informações Pessoais, referente à fase de investigação social e funcional para o cargo de analista técnico de justiça e defesa6 a 10 de abril: prazo para envio da documentação referente à defesa de memorial e prova oral.

    CNU 2025

    A segunda edição do CNU oferece 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais.

    Os cargos são agrupados em nove blocos temáticos.

    Do total de vagas, 3.144 são de nível superior e 508 de nível intermediário.

    Em relação ao preenchimento das 3.652 vagas, o MGI planeja chamar 2,4 mil aprovados imediatamente após a homologação do certame. As outras 1,1 mil vagas serão preenchidas no curto prazo.

    CNU 2 divulga resultado final com classificações e lista de espera

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  • Sob bloqueio dos EUA, Cuba sofre falha total da rede elétrica e fica no escuro

    Sob bloqueio dos EUA, Cuba sofre falha total da rede elétrica e fica no escuro

    Ilha vive grave desabastecimento energético e tumultos em meio à crise, que piora desde janeiro; movimentos agressivos da diplomacia de Washington colocam Havana sob apreensão de possível ação americana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O operador estatal de energia elétrica de Cuba afirmou que a rede de energia do país colapsou nesta segunda-feira (16), deixando todos os cerca de 10 milhões de habitantes da ilha sem luz. O país vive atualmente um bloqueio imposto pelos Estados Unidos sobre o petróleo, fundamental para a sobrevivência do setor energético da ilha.

    O bloqueio já dura cerca de três meses, aprofundado pela captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, no início de janeiro. Caracas, agora liderado por Delcy Rodríguez sob a tutela de Washington, era o principal fiador energético da Havana.

    A ilha já vivia sob apagões constantes há anos, o que se aprofundou já no ano passado.

    No sábado (14), manifestantes críticos ao regime atacaram um escritório do Partido Comunista no centro de Cuba, informou um jornal estatal, em uma rara explosão de dissidência pública provocada pelos apagões.

    O regime cubano tem conversado com a Casa Branca desde então, conforme admitiu o líder Miguel Díaz-Canel, em anúncio televisionado na última sexta-feira (13).

    O contato não é inédito. Embora antagonistas, os dois países já passaram por outros momentos de negociação desde que a Revolução Cubana tirou do poder o ditador Fulgencio Batista, aliado dos EUA, em 1959. De lá para cá, ao menos 13 presidentes americanos tentaram, sem sucesso, alterar o status quo da ilha, combinando pressões estratégicas e cálculos domésticos.

    Em nenhum momento, porém, os ventos pareceram tão favoráveis a Washington, que coloca a ilha como próximo alvo de movimentos agressivos da diplomacia do segundo mandato de Trump que refletem sua “Doutrina Donroe” de intervenções no Hemisfério Ocidental.

    Sob bloqueio dos EUA, Cuba sofre falha total da rede elétrica e fica no escuro

  • Ana Paula vai perder? Tadeu revela ao vivo quem ganhou prêmio do Big Fone

    Ana Paula vai perder? Tadeu revela ao vivo quem ganhou prêmio do Big Fone

    Ana Paula e Samira atenderam o mesmo Big Fone, mas apenas a Veterana ouviu o recado da produção; Globo anunciou que decisão final será revelada no programa desta segunda-feira (16)

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Tadeu Schmidt anunciará quem venceu o prêmio de R$ 20 mil do Big Fone do BBB 26 (Globo). O apresentador revelará o ganhador hoje, no programa ao vivo, segundo o Gshow. Ana Paula e Samira atenderam ao telefonema, mas apenas a Veterana ouviu o recado da produção.

    Pela manhã, mostraram a sister recebendo o valor do patrocinador. Na ocasião, a jornalista brincou e recriou o meme de Carolina Ferraz na novela “Beleza Pura” (2008), dizendo que estava “rica”.

    No entanto, Samira reclamou que atendeu ao Big Fone e não ouviu nenhuma voz. Com o silêncio, ela largou o telefone e tentou atender a outro na casa.

    Ana Paula vai perder? Tadeu revela ao vivo quem ganhou prêmio do Big Fone

  • Neymar não é chamado para amistosos e fica mais longe de última Copa

    Neymar não é chamado para amistosos e fica mais longe de última Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Na aguardada última convocação da seleção brasileira antes da definição da lista final de jogadores que vão à Copa do Mundo, Carlo Ancelotti optou por não chamar Neymar.

    Com a ausência nas partidas amistosas contra as seleções francesa e croata, nos dias 26 e 31 de março, respectivamente, fica ainda mais remota a possibilidade de o atacante de 34 anos do Santos disputar sua quarta e última Copa com a camisa amarela.

    A lista com os jogadores que vão ao Mundial deve ser anunciada pela comissão técnica em 19 de maio, com os amistosos contra as seleções europeias ganhando especial importância para que Ancelotti possa observar de perto jogadores que ainda não têm vaga assegurada no grupo.

    O Mundial nos Estados Unidos, no México e no Canadá acontece entre 11 de junho e 19 de julho.

    O Brasil está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti.

    A última vez em que Neymar atuou com a camisa da seleção brasileira foi em outubro de 2023, em derrota por 2 a 0 para o Uruguai pelas Eliminatórias no Estádio Centenário, em Montevidéu.

    Na ocasião, sofreu a lesão mais grave da carreira, com a ruptura do ligamento cruzado anterior e do menisco do joelho esquerdo. O atacante ficou afastado dos gramados por mais de um ano devido ao problema físico.

    Em março de 2025, já de volta ao Santos, ele chegou a ser chamado pelo então treinador da seleção, Dorival Júnior, para compromissos contra Colômbia e Argentina pelas Eliminatórias.

    No entanto, acabou cortado poucos dias depois por causa de um edema na coxa esquerda que já havia o deixado de fora da semifinal do Campeonato Paulista, quando o Santos perdeu para o Corinthians.

    Desde que assumiu o comando da seleção brasileira, em maio do ano passado, Ancelotti ainda não chamou Neymar. O italiano afirmou por diversas vezes que não tinha dúvidas em relação ao potencial técnico do atacante, mas que precisava que ele estivesse em boa forma física para ser convocado.

    “Pode ser que leve um jogador que não tenha intensidade para o primeiro ou o segundo jogo, mas não vou levar um jogador que não tenha intensidade para todo o Mundial. Precisamos de jogadores fisicamente com nível top”, assinalou o treinador em novembro de 2025.

    Neymar chegou a terminar a temporada passada em bom ritmo, dando importante contribuição na reta final do Campeonato Brasileiro para afastar o Santos da zona de rebaixamento.

    Ainda em dezembro, porém, precisou ser submetido a uma cirurgia no joelho esquerdo para tratar as dores na região que já vinha sentindo durante as últimas partidas, comprometendo a preparação da pré-temporada.

    A estreia em 2026 aconteceu apenas em 15 de fevereiro, em goleada por 6 a 0 sobre o Velo Clube, pelo estadual.

    Ele voltou a atuar no dia 22, na eliminação para o Novorizontino pelas quartas de final do Paulista, e no dia 26, quando marcou os dois gols na vitória por 2 a 1 sobre o Vasco, pelo Brasileiro.

    A expectativa da comissão técnica era que ele estivesse apto a atuar novamente contra o Mirassol, no dia 10 de março, com Carlo Ancelotti se deslocando até a pequena cidade do interior paulista para acompanhar de perto seu desempenho.

    De última hora, contudo, o Santos informou que ele não entraria em campo para preservar a musculatura e evitar o risco de novas lesões.

    Na última oportunidade de mostrar serviço ao chefe antes da convocação, disputou os 90 minutos do duelo contra o Corinthians no domingo (15), na Vila Belmiro, com uma atuação apenas discreta.

    Maior artilheiro da história da seleção brasileira com 79 gols -os dois últimos foram contra a Bolívia, em setembro de 2023-, Neymar disputou as Copas de 2014, 2018 e 2022. Ao todo, atuou em 13 partidas, com oito gols e quatro assistências.

    PARTICIPAÇÃO DE NEYMAR COM A SELEÇÃO BRASILEIRA EM COPAS DO MUNDO

    2014 (BRASIL)
    – Jogos: 5
    – Gols: 4
    – Assistências: 1
    – Campanha: Eliminado pela Alemanha nas semifinais

    2018 (RÚSSIA)
    – Jogos: 5
    – Gols: 2
    – Assistências: 2
    – Campanha: Eliminado pela Bélgica nas quartas de final

    2022 (QATAR)
    – Jogos: 3
    – Gols: 2
    – Assistências: 1
    – Campanha: Eliminado pela Croácia nas quartas de final

    Treinador italiano apresenta novidades e chama Endrick, Rayan e Gabriel Sara. resente na pré-lista, Neymar fica fora dos amistosos contra França e Croácia; veja a lista completa de convocados!

    Folhapress | 16:48 – 16/03/2026

    Neymar não é chamado para amistosos e fica mais longe de última Copa

  • Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

    Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

    Parte dos integrantes do PL defende nome que agrade à Faria Lima, enquanto radicais querem perfil anti-Lula; interlocutores do senador dizem que sua decisão será respeitada e minimizam a divergência

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que anunciaria em breve seu ministro da Economia para um possível governo, mas enfrenta divergência entre seus aliados que questionam nomes ligados ao mercado.

    Até agora, são cogitadas pessoas que têm mantido contato com Flávio ou com seus auxiliares e têm ajudado com ideias e orientações para o programa de governo. Entre eles, estão Roberto Campos Neto, Mansueto Almeida, Gustavo Montezano, Daniella Marques e o próprio ex-ministro Paulo Guedes, “posto Ipiranga” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Bolsonaristas próximos ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestaram contrariedade com a escolha de um nome liberal, ligado ao sistema financeiro e, portanto, mais palatável ao centrão.

    Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, é vice-chairman e chefe global de Políticas Públicas do Nubank, além de colunista da Folha de S.Paulo. Daniella é ex-presidente da Caixa e foi braço-direito de Guedes na pasta da Economia. Montezano foi presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), enquanto Mansueto, hoje economista-chefe do BTG Pactual, foi secretário do Tesouro Nacional.

    Segundo interlocutores de Eduardo disseram à reportagem, a chamada Faria Lima tem interesses próprios e vai agir para emplacar um dos seus no ministério da Economia.

    A leitura é de que os liberais são pragmáticos, abraçam qualquer governo, enquanto os ministros de Flávio deveriam ter uma agenda anti-Lula (PT).

    Para essa ala mais ideológica, seria preferível escolher para esse posto chave um político do grupo, com lealdade a Flávio, enquanto a área técnica ocuparia o segundo escalão.

    Eles mencionam, por exemplo, Adolfo Sachsida, que foi ministro de Minas e Energia no governo Bolsonaro. Pelas redes sociais, Sachsida critica o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, demonstra indignação com a prisão do ex-presidente, contesta o governo Lula e defende a anistia aos condenados por golpismo.

    Sachsida é um dos nomes com quem Flávio tem conversado a respeito de políticas econômicas, segundo integrantes da pré-campanha.

    Parte dos interlocutores de Flávio vai na direção oposta -afirma preferir um nome já conhecido e com credibilidade, justamente para dar segurança à Faria Lima e à classe política. Essa opinião é compartilhada por integrantes da cúpula do PL.

    O argumento é o de que tanto Bolsonaro como Lula governaram para suas respectivas bolhas, enquanto Flávio deve buscar conquistar outros públicos. Nesse sentido definir um nome no perfil de Paulo Guedes poderia ser o diferencial para fazê-lo ganhar a disputa contra o petista.

    No fim de fevereiro, Flávio disse a correligionários que pretende apresentar um nome que agrade ao mercado financeiro. Ele mencionou o desejo de um quadro com capacidade para equilibrar as contas públicas.

    Segundo políticos ouvidos pela reportagem, de um lado ou do outro, a ideia é minimizar a desavença interna e não deixar que isso se torne uma crise para o senador. Eles afirmam que a escolha de Flávio será respeitada e que ele tem a qualidade de ouvir todas as opiniões.

    Membros do PL dizem que Flávio tem boa relação com a ala mais ideológica, que confia e respeita esses bolsonaristas mais radicais. Mas ressaltam que ele tende a adotar outra linha, já que o esforço da sua campanha será de moderar o discurso para avançar sobre o eleitorado de centro. A atitude também envolve um aceno ao mercado financeiro, que a princípio deu sinais de resistência ao seu nome.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), diz que, em caso de vitória nas eleições, o novo governo pretende revisitar as reformas da Previdência e trabalhista.

    O plano de governo do pré-candidato será lançado no próximo dia 30 de março, com diretrizes para economia (sobretudo a área fiscal), educação, segurança hídrica e terras indígenas, entre outros temas.

    Em entrevista à reportagem, Marinho elogiou Campos Neto. O economista, porém, disse a interlocutores que não pretende voltar para cargos públicos.

    De acordo com integrantes da pré-campanha, o foco de Flávio na questão fiscal favorece o nome de Mansueto, por exemplo. Segundo Marinho, um eventual governo Flávio deve propor uma nova regra fiscal.

    “É evidente que nós temos que redefinir parâmetros fiscais, porque o que existe não é mais um arcabouço, é uma peneira. A forma como a política fiscal expansionista acontece no Brasil é uma das principais causas dessa taxa de juros de 15% ao ano”, disse, sem detalhar o possível desenho.

    Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

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