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  • Fábio falha, e Cruzeiro busca empate contra o Fluminense no Mineirão

    Fábio falha, e Cruzeiro busca empate contra o Fluminense no Mineirão

    (UOL/FOLHAPRESS) – Com falha de Fábio, Fluminense e Cruzeiro empataram por 1 a 1 neste domingo (31), em confronto pela 18ª rodada do Brasileirão. O duelo foi disputado no Mineirão.

    John Kennedy abriu o placar pelos cariocas, enquanto Matheus Pereira empatou, após desviou que complicou a vida do goleiro veterano. Com o empate, o Tricolor assumiu a terceira posição da tabela, com 31 pontos conquistados, enquanto o Cabuloso é o 11º, com 24.
    As equipes voltam a campo após a pausa para a Copa do Mundo de 2026, com previsão para apenas 22 de julho.

    PRIMEIRO TEMPO

    Serna finalizou, mas Otávio fez linda defesa. O atacante do Fluminense ficou com a posse cara a cara com o goleiro do Cruzeiro e finalizou, mas o paredão da equipe mineira espalmou o chute.

    Arroyo desperdiçou a chance de abrir o placar. O ponta recebeu belo passe em profundidade de Matheus Pereira, mas ficou apertado e acabou finalizando direto para fora contra Fábio.

    John Kennedy balançou as redes pelo Flu! O camisa 9 tirou Jonathan Jesus da marcação e finalizou para colocar o Tricolor na frente, aos 42 minutos.

    SEGUNDO TEMPO

    Na primeira grande oportunidade, Matheus Pereira igualou o placar! O camisa 10 do Cruzeiro, aos 30 minutos, bateu falta com desvio da barreira e complicou a vida de Fábio, que não conseguiu fazer a defesa.

    Sinisterra chegou perto da virada. Matheus Pereira fez cruzamento venenoso dentro da grande área e o atacante subiu de cabeça, mas acabou finalizando para fora.

    Cano quase deu a vitória no finalzinho. O atacante recebeu dentro da pequena área e finalizou sem força, mas Otávio estava na bola e espalmou para escanteio.

    CRUZEIRO
    Otávio; Fagner (Bruno Rodrigues), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki; Gerson, Lucas Romero (Matheus Henrique) e Matheus Pereira; Arroyo (Kenji), Christian (Chico da Costa) e Villarreal (Sinisterra). T.: Artur Jorge

    FLUMINENSE
    Fábio; Guga, Jemmes, Julian Millan e Arana (Renê); Serna, Bernal (Hércules), Martinelli e Soteldo (Lucho Acosta); John Kennedy (Cano) e Savarino (Samuel Xavier). T.: Zubeldia

    Local: Mineirão – Belo Horizonte, Minas Gerais
    Árbitro: Lucas Casagrande (PR)
    Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Rafael Trombeta (PR)
    VAR: Thiago Duarte Peixoto (SP)
    Cartões amarelos: Lucas Romero, Fabrício Bruno (Cruzeiro); Millan, Samuel Xavier (Fluminense)
    Gols: John Kennedy, aos 42’/1ºT, Matheus Pereira, aos 30’/2ºT

    Em amistoso no Maracanã antes do embarque para os Estados Unidos, a seleção brasileira goleou o Panamá por 6 a 2, com destaque para Vinicius Junior e Casemiro. Neymar, lesionado, foi homenageado pela torcida durante a partida

    Folhapress | 03:10 – 01/06/2026

    Fábio falha, e Cruzeiro busca empate contra o Fluminense no Mineirão

  • Uruguai bate recorde com sete jogadores do Brasileirão na Copa

    Uruguai bate recorde com sete jogadores do Brasileirão na Copa

    A convocação do Uruguai para a Copa do Mundo de 2026 entrou para a história por um motivo especial: nunca tantos jogadores que atuam no futebol brasileiro haviam sido chamados pela seleção celeste para disputar um Mundial.

    O técnico Marcelo Bielsa incluiu sete atletas de clubes brasileiros na lista final para a competição, estabelecendo um novo recorde na história das convocações uruguaias para Copas do Mundo.

    Os escolhidos foram Arrascaeta, De La Cruz e Varela, do Flamengo, Canobbio, do Fluminense, Emiliano Martínez e Piquerez, do Palmeiras, além de Rochet, do Internacional.

    O número supera a marca registrada na Copa do Mundo de 1986, no México, quando o técnico Omar Borrás convocou quatro jogadores que atuavam no Brasil: o goleiro Rodolfo Rodríguez, do Santos, o zagueiro Darío Pereyra, do São Paulo, o lateral Víctor Diogo, do Palmeiras, e o meia Rubén Paz, do Internacional.

    Além de representar um recorde para o Uruguai, a convocação também reforça o peso do futebol brasileiro na formação de seleções sul-americanas. Considerando todas as edições da Copa do Mundo, apenas Brasil e Uruguai já tiveram sete jogadores de clubes brasileiros em uma lista final para o torneio.

    Entre os convocados, Arrascaeta é quem possui o currículo mais expressivo com a camisa da seleção uruguaia. O meia do Flamengo soma 60 partidas e 13 gols pelo Uruguai e disputará sua terceira Copa do Mundo consecutiva, após participar das edições de 2018 e 2022.

    Outro veterano é Varela, também do Flamengo, que igualmente estará em seu terceiro Mundial seguido.

    De La Cruz e Rochet disputarão a segunda Copa da carreira, enquanto Canobbio volta a ser convocado após integrar o grupo que esteve no Catar em 2022.

    Já Emiliano Martínez e Piquerez viverão uma experiência inédita. Os dois jogadores do Palmeiras foram chamados para disputar sua primeira Copa do Mundo.

    A presença recorde de atletas que atuam no Brasil evidencia a força financeira e técnica do futebol brasileiro no cenário sul-americano, além da confiança de Bielsa em jogadores que atuam regularmente no país.

    Em amistoso no Maracanã antes do embarque para os Estados Unidos, a seleção brasileira goleou o Panamá por 6 a 2, com destaque para Vinicius Junior e Casemiro. Neymar, lesionado, foi homenageado pela torcida durante a partida

    Folhapress | 03:10 – 01/06/2026

    Uruguai bate recorde com sete jogadores do Brasileirão na Copa

  • Wanessa Camargo revela luta contra álcool e síndrome do pânico

    Wanessa Camargo revela luta contra álcool e síndrome do pânico

    Cantora afirmou que o consumo excessivo de bebidas começou a afetar sua rotina durante uma fase intensa da carreira. Em entrevista, ela também relembrou o período em que enfrentou bulimia e falou sobre autoestima e relacionamentos

    Wanessa Camargo revelou que enfrentou problemas com o álcool em um dos períodos mais delicados de sua vida. Em entrevista ao canal Corredor 5, no YouTube, a cantora contou que o consumo de bebidas começou a sair do controle na época do lançamento de seu quarto álbum e coincidiu com o surgimento da síndrome do pânico.

    “Minha questão foi mais com álcool. Sempre gostei de beber. Nesse momento era mais social, mas teve uma época em que começou a sair do controle. Teve uma época que eu ia a muitas festas, estava bebendo muito, acordava de ressaca e tinha que trabalhar”, relatou.

    Segundo a artista, a situação acabou afetando sua saúde emocional.

    “Comecei a ter problemas com o álcool e foi o início também da minha síndrome do pânico”, afirmou.

    Durante a conversa, Wanessa também relembrou a luta contra a bulimia, transtorno alimentar que enfrentou anos antes.

    “O bulímico come na sua frente, come até demais. Por isso demoraram a perceber que eu estava doente. Eu comia muito e depois vomitava tudo. Por um lado eu estava muito feliz e por outro estava me destruindo”, disse.

    A cantora também falou sobre autoestima e relacionamentos. Atualmente, ela namora o ator Bruno Bevan, seu primeiro relacionamento após o término com Dado Dolabella.

    “A baixa autoestima é destruidora. A gente entra em relação para se machucar e com quem maltrata a gente. Já tive dedo bom e dedo ruim para relacionamento. Estou no dedo bom agora porque eu sei que mereço o melhor”, afirmou.

    Wanessa ainda disse acreditar que a forma como passou a enxergar a si mesma influenciou diretamente sua vida amorosa.

    “Quando você acha que merece ser feliz, a vida te dá algo que você merece”, concluiu.

    Wanessa Camargo revela luta contra álcool e síndrome do pânico

  • EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo

    EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo

    Exército norte-americano afirma ter atingido radares e centros de controle de drones no sul do Irã após a derrubada de uma aeronave não tripulada. Teerã diz ter retaliado e ameaça endurecer a resposta em caso de novas ofensivas

    Os Estados Unidos anunciaram que realizaram ataques durante o fim de semana contra alvos no sul do Irã, mirando sistemas de radar e centros de controle de drones, apesar do cessar-fogo em vigor entre os dois países.

    Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom), os ataques ocorreram entre sábado e domingo e tiveram como alvo a cidade de Goruk e a ilha de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz.

    Em publicação na rede social X, o Centcom afirmou que as operações foram realizadas em resposta a ações consideradas agressivas por parte do Irã, incluindo a derrubada de um drone norte-americano MQ-1 que estaria operando em águas internacionais.

    “As aeronaves dos Estados Unidos responderam rapidamente, destruindo sistemas de defesa aérea iranianos, uma estação de controle em solo e dois drones de ataque de uso único que representavam uma ameaça às embarcações que transitavam pela região”, informou o comando militar.

    Ainda segundo o Centcom, nenhum militar norte-americano ficou ferido durante a operação. O órgão acrescentou que continuará protegendo os interesses e ativos dos Estados Unidos diante do que classificou como agressões injustificadas por parte do Irã durante o atual cessar-fogo.

    Em comunicado divulgado pela agência estatal iraniana IRNA, a Guarda Revolucionária afirmou que as forças norte-americanas atingiram uma torre de telecomunicações localizada em uma ilha de Sirik, na província de Hormozgan.

    A corporação informou ainda que respondeu ao ataque contra uma base utilizada pelos militares dos Estados Unidos para realizar a ofensiva. O comunicado não especifica a localização da instalação militar, mas afirma que os alvos foram destruídos.

    A Guarda Revolucionária também advertiu que, caso novos ataques ocorram, a resposta será mais severa e responsabilizou os Estados Unidos por uma eventual escalada do conflito.

    Também neste domingo, o Kuwait informou, por meio da rede social X, que seus sistemas de defesa aérea foram acionados durante a madrugada para interceptar drones e mísseis.

    O Estado-Maior das Forças Armadas do país declarou que os sistemas de defesa estavam respondendo a “ataques inimigos”, sem informar qual região do território foi afetada.

    As autoridades militares acrescentaram que os sons de explosões ouvidos pela população eram resultado das interceptações realizadas pelas forças de defesa e orientaram os moradores a seguirem as recomendações de segurança emitidas pelos órgãos competentes.

    EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo

  • Lívia Andrade relata pane em voo sobre o Atlântico e retorno de emergência a Miami

    Lívia Andrade relata pane em voo sobre o Atlântico e retorno de emergência a Miami

    Lívia Andrade passou por momentos de tensão durante um voo internacional que precisou retornar a Miami após a identificação de uma falha técnica sobre o Oceano Atlântico. A apresentadora relatou o incidente nas redes sociais e tranquilizou os seguidores após o pouso seguro

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Lívia Andrade, 42, relatou momentos de apreensão durante uma viagem internacional neste domingo (31). A apresentadora contou nas redes sociais que a aeronave em que viajava precisou interromper o trajeto e retornar a Miami, Estados Unidos, após a identificação de uma falha técnica quando já sobrevoava o Oceano Atlântico.

    A situação foi acompanhada pelos seguidores em tempo real por meio dos Stories do Instagram. Segundo ela, o alerta veio diretamente do comandante da aeronave. “Acabei de ser acordada pelo piloto avisando que estamos voltando para Miami. O avião está com problemas”, disse.

    Minutos depois, Lívia afirmou ter notado alterações no funcionamento do avião. “Apresentou problemas bem no meio do oceano. Estou achando que está fazendo um barulho estranho. Parece que diminuiu a velocidade também. Será que devo me preocupar?”, questionou.

    Durante o retorno, os passageiros foram informados de que equipes de emergência estariam posicionadas para acompanhar a aterrissagem. “Pediram para não entrar em pânico, pois os bombeiros vão acompanhar o avião, temos combustível”, relatou.

    Apesar do susto, o pouso ocorreu sem incidentes. Já em solo, a apresentadora tranquilizou os seguidores. “Pousamos e chegamos aqui em Miami. Todos bem, graças a Deus”, afirmou.

    Após o desembarque, os passageiros foram encaminhados para um hotel enquanto aguardam novas definições da companhia aérea. De acordo com Lívia, as malas permaneceram na aeronave porque a expectativa inicial era de que a viagem fosse retomada no mesmo avião.

    Ela também comentou informações que ouviu sobre a possível causa do problema, mas ressaltou que não houve confirmação oficial. “Pelo que eu sei, por boca pequena, foi no porão, onde a tripulação descansa. Parece que faltou oxigênio. Não sei se foi isso”, declarou.

    O episódio ganhou um significado ainda maior para a apresentadora por causa de um incidente ocorrido antes mesmo do embarque. Ela contou que o carro em que estava atropelou um veado a caminho do aeroporto. “Eu já logo pensei: ‘o que significa atropelar esse veado?’. Poderia ter causado um acidente grave. Graças a Deus, um livramento. Mas fiquei pensando: ‘será que não é para pegar o voo?’. Aí deu o problema e fiquei alarmada”, disse a apresentadora que depois tranquilizou os fãs “Já estou no Brasil”.

    Lívia Andrade relata pane em voo sobre o Atlântico e retorno de emergência a Miami

  • Concessões rodoviárias põem em xeque bandeira eleitoral de Tarcísio

    Concessões rodoviárias põem em xeque bandeira eleitoral de Tarcísio

    Levantamento mostra que governo Lula realizou mais leilões e concedeu mais quilômetros de rodovias à iniciativa privada do que a gestão de Tarcísio de Freitas no Ministério da Infraestrutura. Aliados do governador, porém, afirmam que a comparação deve considerar a complexidade e os investimentos previstos nos projetos

    (CBS NEWS) – Embora tenha sido eleito com o apelido de “Tarcisão do Asfalto” e feito das batidas de martelo na Bolsa uma de suas marcas, Tarcísio de Freitas (Republicanos) acumula resultados numéricos no setor de concessões de rodovias mais tímidos do que outros políticos, colocando em xeque a exposição de uma de suas principais bandeiras eleitorais.

    À frente da pasta da Infraestrutura do governo Jair Bolsonaro (PL), de 2019 a 2022, Tarcísio leiloou cinco concessões, com uma malha de cerca de 3.100 km de estradas. Quando deixou o cargo para disputar o governo paulista, seu sucessor, Marcelo Sampaio, leiloou um sexto projeto, elevando o total do período para cerca de 3.900 km de rodovias concedidas.

    No atual mandato do governo Lula (PT), o Ministério dos Transportes, comandado até abril deste ano por Renan Filho (MDB), realizou 23 leilões rodoviários, com 10 mil km de estradas. O governo federal ainda prevê novas rodadas de oferta de trechos ao mercado até dezembro deste ano. Se nenhum dos leilões for adiado, o total deve superar 14 mil km -mais que o triplo do registrado na gestão Tarcísio/Sampaio.

    Como governador em São Paulo, Tarcísio realizou mais leilões rodoviários do que as gestões de João Doria (sem partido) e Rodrigo Garcia (Republicanos), entre 2019 e 2022. Foram seis certames do atual governador, ante dois dos antecessores. A soma da malha repassada às concessionárias por Tarcísio, contudo, é menor do que a transferida à iniciativa privada pelo governo estadual anterior.

    O Palácio dos Bandeirantes afirma que comparar concessões apenas pela extensão da malha transferida ou pelos valores arrecadados não permite medir a eficiência dos projetos.

    “Isoladamente, esses indicadores não medem a eficiência de uma concessão nem refletem a complexidade das obras ou os benefícios logísticos e sociais gerados pelos projetos”, diz o governo Tarcísio, que argumenta ser necessário levar em conta indicadores de desempenho, qualidade do serviço e segurança viária.

    GOVERNO BOLSONARO

    Tarcísio foi ministro da Infraestrutura, pasta que reunia rodovias, ferrovias, aeroportos e portos. No governo Lula, essas atribuições foram divididas entre dois ministérios: Transportes (Renan Filho, até abril) e Portos e Aeroportos (Silvio Costa Filho, do Republicanos).

    O apelido “Tarcisão do Asfalto”, que marcou sua candidatura ao governo paulista, projetou Tarcísio como gestor associado a rodovias. Na prática, seu desempenho como ministro foi melhor nas concessões aeroportuárias. A equipe dele transferiu à iniciativa privada 50 terminais. A do governo Lula leiloou 13.

    O programa de privatizações de aeroportos teve início em 2012 e, após as concessões do período Bolsonaro, mais de 90% do tráfego de passageiros e 99% do de carga já estavam em terminais privatizados. O governo Lula herdou o setor majoritariamente já concedido – restando aeroportos regionais de menor porte, como os 13 do programa AmpliAR, leiloados em 2025.

    O Palácio dos Bandeirantes afirma que, em sua passagem pelo ministério, Tarcísio promoveu 84 leilões – considerando portos, aeroportos, ferrovias e rodovias -, enquanto o governo Lula realizou 66 licitações. “O resultado da gestão Tarcísio é cerca de 27% superior ao registrado pela atual gestão federal”, diz o governo.

    No setor de portos, a comparação é mais equilibrada. Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, foram 27 leilões portuários durante os quatro anos do governo Bolsonaro (2019-2022) e 29 nos primeiros dois anos e meio da gestão Lula (até fevereiro de 2026).

    GOVERNO DE SÃO PAULO

    Em três anos e cinco meses de mandato como governador de São Paulo, Tarcísio promoveu concessões que transferiram à iniciativa privada 1.614 km de rodovias, com previsão de R$ 39,6 bilhões em investimentos.

    Na gestão Doria/Garcia, a malha concedida somou 1.873 km, com R$ 27,9 bilhões em investimentos previstos à época -equivalentes hoje a cerca de R$ 36,5 bilhões corrigidos pela inflação.

    No caso paulista, porém, Tarcísio tinha um estoque menor e menos atrativo de rodovias a serem concedidas. O programa de privatizações rodoviário de São Paulo tem três décadas e as estradas com maior demanda e maior capacidade de geração de receita por meio de pedágios já estão concedidas.

    O governo paulista pondera que, mesmo com malha menor, o volume de investimentos contratados na atual gestão é superior ao da anterior, o que, segundo o Palácio dos Bandeirantes, reflete a maior complexidade dos projetos, que têm mais obras urbanas, trechos considerados menos rentáveis e modelagens mais complexas, como o Rodoanel Norte, que ficou parado por três anos, e a Nova Raposo, que inclui obras urbanas e passarelas.

    Uma das principais diferenças entre os modelos adotados pelas duas gestões, porém, está na origem dos recursos que financiarão parte das obras.

    Em 2 dos 6 lotes leiloados por Tarcísio, o modelo adotado foi o de PPP (Parceria Público-Privada) patrocinada – modalidade em que o Estado remunera a concessionária ao longo de toda a vigência do contrato, em vez de a empresa depender exclusivamente da arrecadação de pedágios.

    Na prática, parte relevante das obras previstas nas concessões da atual gestão será financiada por pagamentos do governo às empresas vencedoras ao longo das próximas décadas, enquanto as obras viabilizadas pela gestão Doria/Garcia foram estruturadas para sair do papel sem dinheiro do Tesouro.

    O governo defende a opção pelo modelo ao dizer que PPPs patrocinadas podem “garantir modicidade tarifária em empreendimentos que não seriam sustentáveis apenas sob lógica arrecadatória”.

    Sandro Cabral, professor titular de estratégia e gestão pública do Insper, diz que o modelo pode ser tecnicamente justificável em rodovias cujos ativos não geram receita suficiente para financiar as obras exigidas pelo governo. “Um fluxo baixo de veículos que vai pagar o pedágio pode justificar a opção”, afirma.

    Nas duas PPPs (o Lote Litoral Paulista, que inclui rodovias como a Mogi-Bertioga e a Padre Manoel da Nóbrega, e o Lote Paranapanema, que inclui trecho da Raposo Tavares), o governo se comprometeu a desembolsar R$ 452,96 milhões por ano às empresas vencedoras, durante um período de 30 anos.

    Concessões rodoviárias põem em xeque bandeira eleitoral de Tarcísio

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Nova regra do trabalho em feriados começa a valer; veja o que muda

    Nova regra do trabalho em feriados começa a valer; veja o que muda

    Portaria que entra em vigor nesta segunda-feira exige convenção coletiva para autorizar o funcionamento de diversos estabelecimentos comerciais em feriados. Entenda quem será afetado, quais setores ficam de fora e os direitos dos trabalhadores

    A partir desta segunda-feira (1º), entra em vigor uma nova regra para o trabalho em feriados no comércio brasileiro. A mudança afeta diretamente supermercados, lojas, shoppings, farmácias, concessionárias e diversos outros estabelecimentos que tradicionalmente funcionam nessas datas.

    A principal alteração é que as empresas não poderão mais abrir nos feriados apenas com acordos individuais entre patrões e empregados. Agora, será necessária uma autorização prevista em convenção coletiva negociada entre sindicatos patronais e sindicatos dos trabalhadores.

    A medida foi determinada pela Portaria nº 3.665/2023, do Ministério do Trabalho e Emprego, publicada em novembro de 2023 e adiada cinco vezes antes de finalmente entrar em vigor.

    Com a proximidade do feriado de Corpus Christi e as discussões sobre o possível fim da escala 6×1, a mudança tem gerado dúvidas entre trabalhadores e empresários. Confira abaixo tudo o que muda.

    O que muda na prática?

    Até agora, muitos setores do comércio tinham autorização permanente para funcionar em feriados graças a uma portaria editada em 2021.

    Com a nova regra, essa autorização deixa de existir para diversas atividades. A abertura dos estabelecimentos passa a depender de negociação coletiva entre empresas e sindicatos.

    Segundo o Ministério do Trabalho, a medida apenas restabelece o que já está previsto na legislação brasileira, que exige negociação coletiva para o trabalho em feriados.

    Quais estabelecimentos serão afetados?

    A mudança atinge uma ampla lista de atividades comerciais, incluindo:

    Mercados, supermercados e hipermercados
    Comércio varejista em geral
    Lojas de shopping centers
    Varejistas de frutas e verduras
    Varejistas de carnes frescas
    Comércio de aves e ovos
    Comércio de peixes
    Atacadistas e distribuidores de produtos industrializados
    Revendedoras de automóveis, caminhões e tratores
    Comércio em hotéis
    Comércio em aeroportos, portos, rodoviárias e estações ferroviárias
    Comércio de artigos regionais em estâncias hidrominerais

    Na prática, essas empresas precisarão verificar se existe convenção coletiva autorizando o funcionamento em feriados.

    Supermercados vão abrir normalmente?

    Depende.

    A abertura dos supermercados passará a depender do que estiver previsto na convenção coletiva firmada entre os sindicatos da categoria em cada cidade ou estado.

    Por isso, a situação poderá variar de uma região para outra.

    E os shoppings?

    Os shoppings poderão funcionar apenas se houver autorização prevista nas convenções coletivas dos trabalhadores do comércio local.

    Caso não exista acordo sindical válido, as lojas não poderão abrir normalmente nos feriados.

    Farmácias serão afetadas?

    Nem todas.

    Farmácias que prestam serviços considerados essenciais e possuem plantão previsto em lei continuam autorizadas a funcionar.

    Já outros estabelecimentos do setor poderão precisar observar as regras da convenção coletiva.

    Quais atividades continuam autorizadas sem convenção coletiva?

    Alguns setores considerados essenciais mantêm autorização permanente para funcionar nos feriados.

    Entre eles estão:

    Postos de combustíveis
    Padarias
    Açougues
    Feiras livres
    Farmácias em regime de plantão previsto em lei
    Nesses casos, não há necessidade de negociação coletiva específica.

    Quais são os direitos do trabalhador que trabalha em feriado?

    A legislação garante compensação para quem trabalha nessas datas.

    O empregado tem direito a:

    Receber o dia trabalhado em dobro; ou
    Ganhar uma folga compensatória em outro dia
    A forma de compensação normalmente é definida em acordo ou convenção coletiva.

    A regra vale para domingos?
    Não.

    A nova portaria trata apenas do trabalho em feriados.

    O trabalho aos domingos continua sendo regulamentado por normas específicas, como a Lei nº 10.101/2000, que possui regras próprias para diferentes setores econômicos.

    Por que a medida gerou polêmica?

    Entidades empresariais criticaram a nova regra porque ela aumenta a necessidade de negociação com sindicatos e pode elevar custos operacionais.

    Empresários argumentam que a exigência de convenções coletivas pode dificultar o funcionamento do comércio em datas importantes para as vendas.

    Já as centrais sindicais defendem que a negociação coletiva fortalece a proteção dos trabalhadores e garante compensações adequadas para quem trabalha nos feriados.

    O que isso tem a ver com o fim da escala 6×1?

    Embora os dois temas estejam sendo discutidos ao mesmo tempo, eles tratam de assuntos diferentes.

    A nova regra dos feriados não altera diretamente a escala de trabalho.

    No entanto, a mudança coincide com a tramitação da PEC 221/19, aprovada recentemente na Câmara dos Deputados, que propõe reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas, garantir dois dias de descanso por semana e acabar com a escala 6×1.

    Se a proposta for aprovada também pelo Senado, as novas regras passariam a valer 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, com um período de transição de um ano.

    O que diz o governo?

    O Ministério do Trabalho afirma que a portaria corrige uma distorção criada em 2021, quando uma norma passou a permitir o funcionamento de diversos setores do comércio nos feriados sem a necessidade de negociação coletiva.

    Segundo a pasta, a nova regra apenas restabelece a legalidade prevista na legislação trabalhista e reforça o papel das convenções coletivas nas relações entre empregadores e trabalhadores.

    Nova regra do trabalho em feriados começa a valer; veja o que muda

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Nattan pede desculpas após fazer show bêbado no Ceará

    Nattan pede desculpas após fazer show bêbado no Ceará

    Após admitir que consumiu bebida alcoólica antes de subir ao palco em Maracanaú, Nattan pediu desculpas ao público e reconheceu que sua apresentação ficou abaixo do esperado. O cantor anunciou que fará um novo show gratuito na cidade para compensar os fãs

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O cantor Nattan, 27, pediu desculpas ao público de Maracanaú (CE) após a apresentação realizada na última sexta-feira (29) durante as festividades de São João. Em vídeos divulgados nas redes sociais, o artista aparece sem camisa no palco, o que gerou comentários de internautas que o acusaram de estar alcoolizado durante o show.

    Em uma sequência de vídeos publicada nos Stories do Instagram, o cantor reconheceu que consumiu bebida alcoólica antes de subir ao palco e afirmou que o desempenho ficou abaixo do esperado. Segundo ele, a expectativa para o evento era grande, principalmente pela proposta de dividir a apresentação com Zé Vaqueiro, que também integrava a programação.

    Segundo Nattan , a expectativa para a apresentação fez com que ele exagerasse na comemoração ainda no camarim. “Tinha uma semana que eu estava animado e ansioso pro show de Maracanaú, e acabamos que tomamos uma no camarim, acho que me emocionei demais, de tanto que eu estava querendo viver aquele momento”, declarou.

    Ele então avaliou que não entregou ao público o espetáculo que costuma realizar. Como forma de compensação, anunciou que retornará à cidade para uma apresentação gratuita, cuja data ainda será definida. O artista afirmou que divulgará em breve mais informações sobre o novo show e reforçou o pedido de desculpas aos fãs.

    Nattan também admitiu não se recordar de parte do que aconteceu durante a apresentação. “Acho que me lembro de ter cantado umas cinco músicas. Me disseram que foram umas 60”, comentou.

    A repercussão do episódio foi negativa nas redes sociais. Usuários criticaram a postura do cantor e classificaram sua atitude como falta de profissionalismo e desrespeito ao público. Alguns comentários destacaram que artistas devem manter o compromisso com a qualidade das apresentações, enquanto outros consideraram inadequado o consumo de álcool antes de subir ao palco.

     
     
     

     
     
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    Nattan pede desculpas após fazer show bêbado no Ceará

  • Apple prepara recurso que bloqueia iPhone após roubo

    Apple prepara recurso que bloqueia iPhone após roubo

    Nova função em desenvolvimento poderá identificar quando o celular é arrancado das mãos do usuário e acionar o bloqueio automaticamente. Tecnologia deve usar sensores do aparelho e integração com o Apple Watch para aumentar a precisão

    Nos últimos anos, a Apple tem lançado uma série de recursos voltados à proteção de dados em casos de roubo de iPhones. Agora, segundo informações do site 9to5Mac, a empresa trabalha em uma nova funcionalidade capaz de identificar automaticamente quando o aparelho é arrancado das mãos do usuário.

    De acordo com a publicação, o recurso utilizará o acelerômetro já presente no iPhone para detectar movimentos bruscos compatíveis com situações de furto ou roubo.

    Na prática, se um criminoso passar de moto e tomar o celular da vítima, por exemplo, o aparelho poderá reconhecer o comportamento suspeito e acionar automaticamente o bloqueio da tela, sem necessidade de qualquer ação do usuário.

    A expectativa é que a função se torne ainda mais eficiente para quem utiliza um Apple Watch. A conexão entre o relógio inteligente e o iPhone pode ajudar a identificar com maior precisão quando o dispositivo foi separado de seu proprietário de forma repentina.

    Por enquanto, a Apple não confirmou quando pretende disponibilizar a novidade nem se ela fará parte do iOS 27, próxima grande atualização do sistema operacional do iPhone.

    Como a Conferência Mundial de Desenvolvedores da Apple (WWDC) acontece entre os dias 8 e 12 de junho, existe a expectativa de que a empresa aproveite o evento para apresentar oficialmente o novo recurso de segurança.

    Apple prepara recurso que bloqueia iPhone após roubo

  • Receita volta a receber declarações do Imposto de Renda 2026; veja como é a multa para quem atrasou

    Receita volta a receber declarações do Imposto de Renda 2026; veja como é a multa para quem atrasou

    A Receita Federal voltou a receber declarações do Imposto de Renda nesta segunda-feira. Quem perdeu o prazo terá de enviar o documento em atraso e pagar multa, que pode variar de R$ 165,74 a até 20% do imposto devido, conforme a situação do contribuinte

    (FOLHAPRESS) – A Receita Federal volta a receber declarações do Imposto de Renda 2026 nesta segunda-feira (1º). O serviço de recepção do IR foi interrompido no final de semana, após o fim do prazo para prestar contas, que terminou às 23h59 de sexta (29).

    Quem está obrigado a declarar e não entregou a declaração no prazo terá de enviar o IR em atraso e pagar multa. O valor varia de R$ 165,74 a 20% do imposto devido no ano. É o fisco quem determina a penalidade.

    Quem precisou declarar o imposto incompleto para escapar da multa já pode enviar uma declaração retificadora com os dados que faltaram ou corrigindo informações, se for necessário. A partir desta segunda-feira, no entanto, não é mais possível mudar entre o modelo completo (que considera todas as deduções) e o simplificado, de desconto de 20%.

    COMO A MULTA É APLICADA

    A multa aplicada a contribuintes obrigados a declarar o Imposto de Renda 2026 e que não entregam o documento à Receita Federal pode chegar a 20% do IR devido no ano.

    O total vai depender da situação do contribuinte, segundo o fisco. Se não houver imposto devido, o valor é fixo em R$ 165,74 (valor mínimo). É o caso de quem não teve rendimentos tributáveis, mas é obrigado a declarar por se enquadrar em outras regras de obrigatoriedade.

    Para quem tem imposto a pagar, aplicam-se os percentuais de 1% a 20% sobre todo o imposto devido no ano, mesmo se houver direito a restituição. A cada 30 dias cobra-se 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, até atingir os 20%.

    Além da multa, são cobrados juros com base na Selic (taxa básica de juros), enquanto a pendência não for quitada.

    O contribuinte que tem direito à restituição também é obrigado a pagar multa se atrasar a entrega da declaração. O valor do IR a ser devolvido pode ser usado para abater a multa.

    Quem não é obrigado a declarar não paga multa por entregas fora do prazo e ainda pode enviar a declaração para receber restituição caso tenha tido imposto retido na fonte em 2025.

    ENTREGA DO IR SOMOU 44,5 MILHÕES DE DECLARAÇÕES

    A Receita Federal recebeu um total de 44,498 milhões de declarações, ultrapassando a marca de 44 milhões projetada pelo órgão. O número corresponde a todos os documentos enviados até as 23h59 da sexta. Mais da metade das declarações (56,1%) têm imposto a restituir, 23% a pagar e 21% não havia imposto. Já foram enviados 8,1% de retificadoras.

    Segundo o supervisor nacional do IR, José Carlos Fonseca, pelo menos 2 milhões de contribuintes deverão cair na malha fina, representando cerca de 5% de todos os declarantes, número que está dentro do esperado.

    COMO DECLARAR IR APÓS O FIM DO PRAZO?

    O contribuinte pode baixar o PGD (Programa Gerador da Declaração) no computador ou fazer a declaração no aplicativo da Receita, ou online, no e-CAC (Centro de Atendimento Virtual), em Meu Imposto de Renda.

    O cidadão precisa informar todos os ganhos e gastos de 2025, além de bens e direitos em seu nome e de seus dependentes, se houver. É preciso ficar atento às regras da Receita para não cometer erros que possam levar à malha fina. 

    Quem cai na chamada malha fiscal e tem restituição a receber não consegue acesso ao dinheiro até que corrija a falha.

    Já o contribuinte que vai pagar imposto tem mais prejuízo se cair na malha, porque pode ser que o erro cometido gere mais IR a pagar e esse pagamento costuma ser feito com juros e correção. Além disso, é possível ser multado se a Receita entender que o cidadão omitiu informações.

    A multa será descontada da restituição, no caso de quem tem imposto a receber. Para quem tem IR a pagar, será acrescida e os Darfs (Documentos de Arrecadação de Receitas Federais) serão gerados.

    O cidadão pode optar pela declaração pré-preenchida, que traz dados de rendimentos recebidos, contas bancárias, informações prestadas no ano anterior e outros, que podem facilitar o envio do IR. Mesmo que estejam na pré-preenchida, os dados precisam ser conferidos pelo contribuinte, pois pode haver erros.

    COMO FAZER A RETIFICADORA?

    A retificação pode ser feita no mesmo programa utilizado para declarar. É preciso ter o número do recibo do documento original enviado ao fisco, entrar em cada uma das fichas que ficou em branco e informar todos os dados.

    O contribuinte deve informar todos os rendimentos obtidos em 2025, declarar seus bens, suas dívidas, investimentos, financiamentos e gastos dedutíveis como despesas com saúde, educação, dependentes, previdência oficial e privada, e com livro-caixa, para quem tem atividade como autônomo.

    É preciso ter os documentos que comprovem tudo o que está sendo declarado.

    QUAL O CALENDARIO DE PAGAMENTO DA RESTITUIÇÃO?

    QUEM É OBRIGADO A DECLARAR O IR 2026?

    Deve entregar a declaração neste ano o contribuinte que, em 2025:

    – Recebeu rendimentos tributáveis -como salário e aposentadoria- a partir de R$ 35.584,00
    – Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (como rendimento de poupança ou FGTS) acima de R$ 200 mil
    – Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeito à incidência do Imposto;
    – Realizou operações de venda na Bolsa de Valores cuja soma foi superior a R$ 40 mil ou teve apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto
    – Obteve, na atividade rural, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 ou pretenda compensar, no ano-calendário de 2025 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2025
    – Tinha, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor acima de R$ 800 mil
    – Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro;
    – Optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de cento e oitenta dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005
    – Optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física, nos termos do regime de transparência fiscal de entidade controlada estabelecido no art. 8º da lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023
    – Era titular, em 31 de dezembro, de trust e demais contratos regidos por lei estrangeira com características similares, nos termos dos arts. 10 a 13 da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023
    – Tinha capital investido em aplicações financeiras no exterior, a que se referem os arts. 2º a 4º e 9º da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023:
    – Teve rendimentos ou pretenda compensar, no ano-calendário de 2025 ou posteriores, perdas de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2025
    – Teve lucros ou dividendos de entidades no exterior, nos termos dos arts. 2º e 5º a 6º-A da lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023

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